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terça-feira, 31 de julho de 2018

Simulador quântico usa íons para simular ligações químicas


Impressão artística de uma molécula de hidreto de lítio aproximando-se de seu ponto zero de energia.[Imagem: Harald Ritsch/IQOQI Innsbruck]

Computação química

Com a computação quântica ainda na sua infância, não se sabe exatamente quais problemas esses dispositivos serão mais eficazes para resolver, mas a maioria dos especialistas concorda que a química quântica será uma das primeiras aplicações desta tecnologia emergente.

Basta lembrar que o primeiro teste comparativo de computadores quânticos usou justamente o estudo da energia de ligação de um átomo de hidrogênio e que os simuladores quânticos estão mais avançados do que os processadores quânticos de múltiplas funções.

Um grupo internacional de pesquisadores obteve agora a primeira demonstração multi-qubit de um cálculo de química quântica. Para isso eles usaram um sistema de íons, uma das plataformas de hardware na corrida para desenvolver um computador quântico universal.

Simulação quântica

A equipe precisou de apenas quatro qubits em um simulador de 20 qubits para executar os algoritmos para simular as ligações de energia do hidrogênio molecular e do hidreto de lítio.

Essas moléculas relativamente simples foram escolhidas porque são bem compreendidas e podem ser simuladas usando computadores clássicos, o que permite verificar os resultados fornecidos pelos computadores quânticos em desenvolvimento.

Hoje já existem simuladores quânticos com mais de 50 qubits, o que permitirá testar químicas cada vez mais complexas.

O maior desafio, contudo, ainda está na correção dos erros dos processadores quânticos, que são rapidamente afetados pelo ambiente, o que deteriora a qualidade dos cálculos.

A expectativa é que, no futuro, as simulações quânticas permitam descobrir vias para reações químicas com menor consumo de energia, permitindo o projetos de novos catalisadores, o desenvolvimento de células solares orgânicas e melhores baterias através de materiais melhorados, e capturar novos insights para projetar medicamentos com menos efeitos colaterais.

Química quântica

A química quântica tenta compreender as ligações e reações de moléculas usando a mecânica quântica. Ocorre que "partes móveis" de qualquer coisa nessa escala, mesmos dos processos químicos mais simples, estão além da capacidade dos simuladores tradicionais.

Assim, nada melhor do que tentar simular essas interações quânticas usando justamente interações quânticas entre qubits.

"Até mesmo os maiores supercomputadores estão tendo dificuldades para modelar com precisão qualquer coisa, mesmo a química mais básica. Os computadores quânticos simulando a natureza, no entanto, abrem uma maneira toda nova de entender a matéria. Eles vão nos fornecer uma nova ferramenta para resolver problemas em ciência dos materiais, medicina e química industrial usando simulações," disse o professor Cornelius Hempel, da Universidade de Sydney, na Austrália.

Bibliografia:

Quantum Chemistry Calculations on a Trapped-Ion Quantum Simulator
Cornelius Hempel, Christine Maier, Jonathan Romero, Jarrod McClean, Thomas Monz, Heng Shen, Petar Jurcevic, Ben P. Lanyon, Peter Love, Ryan Babbush, Alán Aspuru-Guzik, Rainer Blatt, Christian F. Roos
Physical Review X
Vol.: 8, 031022
DOI: 10.1103/PhysRevX.8.031022

FONTE: SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

Grande Colisor de Hádrons acelera átomos pela primeira vez

Grande Colisor de Hádron (Foto: Maximilien Brice/Julien Ordan/CERN)
Pela primeira vez, operadores injetaram núcleos atômicos e “átomos” contendo um único elétron no Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês). Realizado em no fim de julho deste ano, o teste faz parte de uma prova de princípio da Gamma Factory, parte do projeto Physics Beyond Colliders, da Organização Europeia de Pesquisas Nucleares (CERN). 
"Estamos investigando como poderíamos ampliar o atual programa de pesquisa e infraestrutura do CERN", disse em nota oficial Michaela Schaumann, engenheira do LHC. "Descobrir o que é possível é o primeiro passo."
Durante a operação normal, o LHC produz um fluxo constante de colisões entre próton-próton, e depois rompe os núcleos atômicos por cerca de quatro semanas, pouco antes do desligamento anual do inverno. Mas, durante alguns dias específicos, os físicos experimentam algo novo durante os períodos de desenvolvimento da máquina. Eles já aceleraram os núcleos de xenônio no LHC e testaram outros tipos de íons de chumbo parcialmente despojados no acelerador Super-Síncrotron (SPS) de prótons.
“Esta corrida especial do LHC foi realmente o último passo de uma série de testes”, afirmou Witold Krasny, físico que está coordenando um grupo de estudos com cerca de 50 cientistas para desenvolver novas formas de produzir raios gama de alta energia.
A aceleração de núcleos de chumbo com um elétron remanescente pode ser um desafio devido à delicadeza desses átomos. "É muito fácil remover acidentalmente o elétron", explicou Schaumann. "Quando isso acontece, o núcleo colide com a parede do tubo do feixe porque sua carga não está mais sincronizada com o campo magnético do LHC."
Durante a primeira corrida, os operadores injetaram 24 grupos de “átomos” e conseguiram um feixe estável de baixa energia dentro do LHC por cerca de uma hora. Eles aumentaram o LHC até sua potência total e mantiveram o feixe por cerca de dois minutos antes de serem ejetados no aterro do feixe. “Se muitas partículas saírem do curso, o LHC automaticamente despejará o feixe”, falou Schaumann. “Nossa principal prioridade é proteger o LHC e seus ímãs."
Depois de executar os ímãs durante o ciclo de reinicialização, Schaumann e seus colegas tentaram novamente, dessa vez com apenas seis grupos. Eles mantiveram o raio circulando por duas horas antes de despejá-lo intencionalmente.
"Nós previmos que a vida útil deste feixe especial dentro do LHC seria de pelo menos 15 horas", informou Krasny. “Ficamos surpresos ao saber que a vida pode chegar a 40 horas. Agora, a questão é se podemos preservar a mesma vida útil do feixe em uma intensidade mais alta, otimizando as configurações do instrumento, que ainda estavam configuradas para os prótons durante esse processo.”
Os físicos estão fazendo esses testes para ver se o LHC poderia funcionar como uma fábrica de raios gama. Nesse cenário, os cientistas disparariam os "átomos" circulantes com um laser, fazendo com que o elétron saltasse para um nível de energia mais alto. Quando o elétron cai de novo, libera uma partícula de luz. Em circunstâncias normais, essa partícula não seria muito energética, mas como o "átomo" já está se movendo próximo da velocidade da luz, a energia do fóton emitido é aumentada e seu comprimento de onda é reduzido (devido ao efeito Doppler).
Esses raios gama teriam energia suficiente para produzir partículas normais de "matéria", como quarks, elétrons e até múons. Como matéria e energia são dois lados da mesma moeda, esses raios gama de alta energia se transformariam em partículas massivas e poderiam até se transformar em novos tipos de matéria, como a matéria escura. Eles também podem ser a fonte de novos tipos de feixes de partículas, como um feixe de múon.

Criogenia já é utilizada na vida real: conheça como funciona a técnica


CENA DA NOVELA 'O TEMPO NÃO PARA' (FOTO: DIVULGAÇÃO/TV GLOBO)

O congelamento de cadáveres ainda custa muito dinheiro, mas atrai pessoas interessadas em 'reviver' no futuro — a técnica é o tema da próxima novela das sete da TV Globo

Dez membros de uma mesma família voltam à vida depois de passar 132 anos congelados em um iceberg. Esse é o mote de O Tempo Não Para, a nova novela das sete da TV Globo, que explora o tema da criogenia — nome dado a técnica de congelamento de pessoas que morreram na esperança de, um dia, trazê-las de volta à vida. “Há muitas razões para um ser humano querer ser congelado: desde a cura de doenças no futuro até a imortalidade. Um dos personagens, por exemplo, quer viver para sempre. Quem não gostaria de ver como o mundo estará daqui a 200 ou 300 anos?”, indaga o autor da novela, Mario Teixeira. Ele afirma, entretanto, que não gostaria de ter seu corpo congelado. “Detesto o frio. No inverno, sempre trato de viajar para algum lugar quente."

A ideia de preservar cadáveres em temperaturas baixíssimas para revivê-los no futuro parece coisa de novela ou tema de ficção-científica, não é mesmo? Nem tanto. Só nos Estados Unidos, 331 pessoas já foram congeladas em tanques de nitrogênio líquido a 196 graus negativos, temperatura em que o cadáver não apodrece, em dois dos maiores laboratórios de criogenia do planeta: o Cryonics Institute, que fica em Michigan, e o Alcor Life Extension Foundation, no Arizona. Há um terceiro, o KrioRus, sediado em Moscou, na Rússia.


Dependendo da modalidade, o Alcor cobra US$ 200 mil (algo em torno de R$ 746 mil) para preservação do corpo inteiro e US$ 80 mil (R$ 298 mil) só do cérebro. Já o Cryonics cobra uma taxa de US$ 28 mil (R$ 104 mil) de seus membros vitalícios.

A criogenia já é usada com bastante sucesso na preservação de embriões humanos e órgãos para transplantes. Mas, quando o assunto é a criopreservação de seres humanos, a história é outra. Para Andy Zawacki, diretor do Cryonics, que tem 171 pacientes “em suspensão criogênica”, a parte mais difícil é saber quando o indivíduo vai morrer. “O ideal é que, logo após sua morte, ele seja congelado o mais depressa possível. Dentro de minutos é o melhor”, avisa. Sem oxigenação, algumas células do corpo, como as neurológicas, por exemplo, não duram mais que cinco minutos. 


EMPRESAS JÁ UTILIZAM TÉCNICAS DE CRIOGENIA (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Já Linda Chamberlain, cofundadora da Alcor, que contabiliza 160 pacientes criopreservados, diz que congelar o indivíduo é fácil, difícil é saber como ressuscitá-lo. Não bastasse ter que descobrir a cura para doenças hoje incuráveis, como o câncer e a esclerose lateral amiotrófica (ELA), a ciência ainda precisa desenvolver uma técnica segura e eficaz de degelo. “Pesquisas recentes mostram que amostras pequenas do cérebro podem ser vitrificadas e reaquecidas sem danificar sua estrutura. O desafio agora é aplicar esse conceito em algo tão grande como o corpo humano”, diz.

Em tese, o processo de criopreservação é simples. Primeiro, o sangue é drenado do corpo e, em seguida, substituído por um líquido crioprotetor, o M-22, à base de glicerina. O objetivo desta substância química é evitar a formação de cristais de gelo que podem causar danos irreparáveis nas células do organismo. Depois, o cadáver é submetido, gradualmente, a baixas temperaturas até ser finalmente levado para um tanque de nitrogênio líquido, onde permanecerá de cabeça para baixo. O motivo para isso é que, em caso de vazamento, o cérebro fica protegido na base do freezer.

O diretor clínico do Centro de Criogenia Brasil (CCB), Carlos Alexandre Ayoub, classifica a criopreservação de cadáveres de “farsa”. Ele explica a razão. “Quer ser criopreservado? Então, seja em vida. Caso contrário, ninguém vai conseguir preservar sua memória. Se Einstein tivesse sido congelado e, anos depois, voltasse à vida, não saberia explicar o que é a Teoria da Relatividade”, exemplifica. Por essa razão, considera a hipótese da inteligência artificial mais viável. “Daqui a 5 ou 10 anos, vou salvar minha memória e implantá-la num robô. E vou viver eternamente”, prevê.


UM DOS EQUIPAMENTOS UTILIZADOS PARA PRESERVAR OS CADÁVERES (FOTO: DIVULGAÇÃO)

O primeiro caso de criogenia de que se tem notícia é o de James Bedford. Professor de Psicologia da Universidade da Califórnia, morreu, em 12 de janeiro de 1967, aos 73 anos, vítima de câncer nos rins. Desde então, seu corpo já peregrinou por cinco diferentes laboratórios até chegar, em 1982, ao Alcor, onde permanece até hoje. Outros casos famosos são: o astro do beisebol Ted Williams (1918-2002), o físico Robert Ettinger, o “pai” da criogenia (1918-2011), e o programador Hal Finney, o pioneiro em bitcoin (1956-2014). 

Arriscado ou não, já tem brasileiro na fila do Cryonics Institute. É o filósofo e antropólogo Diego Caleiro, de 32 anos. “Compreendo que só há sobreviventes entre os inscritos. É um barco salva-vidas com chances baixas de sucesso, mas é melhor que o fundo do oceano”, explica Caleiro, que nasceu em São Paulo e hoje mora em São Francisco, na Califórnia. Ele acredita que, daqui a 300 anos, se a espécie humana não tiver se autodestruído, a criogenia será uma tecnologia tão simples como um exame de raios-X. “Todo mundo vai ter 200 anos com corpinho de 25. E eu que não vou ficar de fora da aventura!”, brinca.



http://cryonics.org/

FONTE: REVISTA GALILEU

AÇAI produzindo saúde no Brasil

O Surpreendente AÇAI aparece para aliviar a aterosclerose:
Mais uma das tantas dádivas da Mãe Natureza/Deus para os brasileiros. 
O suco de AÇAI pode proporcionar benefícios anti-inflamatórios que oferecem proteção contra o endurecimento das artérias (aterosclerose), de acordo com uma nova pesquisa nos EUA. Os autores do estudo disseram que a pesquisa “fornece os primeiros indícios relatando que o suco de açaí protege contra a arteriosclerose”
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
O Surpreendente AÇAI aparece para aliviar a aterosclerose e tem outros benefícios:
Fonte: http://www.swansonvitamins.com/
O estudo, publicado na revista ’’Aterosclerose’’, apresenta evidências que sugerem que o efeito de proteção contra aterosclerose do suco de açaí é, em parte devido à degenerescência dos lipídios (peroxidação lipídica), que pode ser devido ao aumento dos níveis e atividade das enzimas antioxidantes.
A pesquisa também suporta a possibilidade que o suco de açaí pode exercer efeito protetor contra o desenvolvimento da aterosclerose, inibindo os compostos pró-inflamatórios chamadas citoquinas, através da regulação de mediadores inflamatórios. 
“Nós fornecemos a evidência experimental direta de que uma dieta contendo um suco de açaí na dose de 5% (cinco por cento) desenvolveram MENOS lesões ateroscleróticas significativamente”, disseram os pesquisadores, liderados pelo Dr. Wu Xianli da Universidade de Arkansas para ciências médicas.
Os autores do estudo disseram que a pesquisa “fornece os primeiros indícios relatando que o suco de açaí protege contra a arteriosclerose“, acrescentando que “os resultados indicam claramente que o suco de açaí reduz a peroxidação lipídica significativamente.” 
“Reduzir a peroxidação lipídica através do aumento das enzimas antioxidantes e inibindo produção de citocinas pró-inflamatórios são propostos como os principais mecanismos de proteção para os efeitos atero do suco de açaí testados nessas experimentação de modelos “in vivo”, explicam os cientistas.
O Dr. Wu e seus colegas explicaram que a doença cardiovascular é a principal causa de morte, não só nos Estados Unidos “, mas também na maioria dos países industrializados.” Eles acrescentaram, “tem sido reconhecido que uma dieta rica em frutas e vegetais pode ter efeitos benéficos em doenças cardiovasculares, em grande parte atribuída às suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias”. 
No entanto, os pesquisadores notaram que a evidência experimental ’’in vivo’’ para apoiar o consumo de frutas e produtos hortícolas específicos na redução do risco de doenças cardiovasculares com base em mecanismos plausíveis “continua a ser escasso.”
O novo estudo investigou os efeitos atero-protetor do suco de açaí em um tipo de roedor. Marcadores de estresse oxidativo foram encontrados para serem significativamente mais baixos no soro e no fígado de animais alimentados com suco de açaí. 
AÇAI: Fonte de trabalho, abundância, riqueza e SAÚDE.
Resultados da análise de 17 genes relacionados às enzimas de oxidação / antioxidante também mostraram que a expressão dos dois genes de enzimas antioxidantes, glutationa peroxidase (GPx) e glutationa redutase (GSR), consideradas como enzimas antioxidante importante no sistema vascular estavam significativamente mais regulamentadas na aorta de ratos alimentados com suco de açaí. 
As atividades do GSR no soro e no fígado e GPX no soro também foram relatados para aumentar em ratos alimentados com suco de açaí,. “Portanto, estas duas enzimas antioxidantes podem agir sinergicamente para reduzir a peroxidação lipídica,” o Dr.Wu e seus colegas de trabalho sugeriram.
Séricos da enzima antioxidante PON1 (com o HDL e envolvido na prevenção da peroxidação lipídica LDL) também foi encontrado para ser elevado em ratos alimentados com suco de açaí. Em outros experimentos, os ratos alimentados com suco de açaí por cinco semanas foram relatados para terem níveis significativamente menores de citocinas pró-inflamatórias IL-6 e TNF-a. 
A pesquisa descobriu a possibilidade que o suco de açaí pode exercer efeito protetor contra o desenvolvimento da aterosclerose, inibindo os compostos pró-inflamatórios chamadas citoquinas, através da regulação de mediadores inflamatórios.
“Não só o suco de açaí reduziu os níveis basais dessas duas citocinas pró-inflamatórias, como também aumentou a resistência de secreção destas duas citocinas por macrófagos em resposta a estímulos inflamatórios como o LPS”, disseram os autores dessa pesquisa.
Os autores da pesquisa são Doutores de Nutrição do USDA Arkansas Children’s Center, do Departamento de Fisiologia e Biofísica, do Departamento de Imunologia na Universidade de Arkansas para Ciências Médicas e da Vida AIBMR Ciência, Inc. 
-Aterosclerose; Publicado Online antes da impressão.
Permitida a reprodução desde que respeite a formatação e mencione as fontes.

NIKOLA TESLA, OVNI, SEGREDOS DA PROPULSÃO ANTI-GRAVITACIONAL…

Existem muitas teorias sobre o fenômeno OVNI, muitas na verdade se aproximando do fenômeno de “alienígenas” a tal ponto que o fenômeno dos avistamentos de OVNIs se tornou um assunto popular na segunda metade dos  anos quarenta  nos Estados Unidos.
Os avistamentos foram feitos por pessoas comuns e, às vezes, por pessoal da aviação civil e militar. Dependendo do número de testemunhas, os avistamentos são distinguidos em indivíduos (quando há apenas uma testemunha) e coletivos (quando há mais testemunhas). Os avistamentos eram geralmente testemunhados por testemunhos diretos, mais raramente acompanhados de filmes, pistas de radar, fotografias.
Infelizmente, em alguns casos, este tipo de documentação revelou-se, por vezes, objeto de falsificação evidente, em particular no que diz respeito às fotografias (no sentido de objetos não identificáveis ​​apresentados para despertar o interesse); em alguns casos, explicações convencionais foram encontradas, em outros casos a qualidade das imagens não permitiu estabelecer exatamente a natureza dos objetos tomados. Em raros casos, a presença de traços no chão e a descoberta de fragmentos de metal têm sido associados aos avistamentos de OVNIs, mas mesmo esses traços físicos não podem ser considerados decisivos, uma vez que foram capazes de encontrar explicações alternativas.
Em outros, o fenômeno UFO é abordado por uma tecnologia avançada e secreta de serviços militares terrestres descoberta e implementada graças a cientistas como  Nikola Tesla, para muitos, uma hipótese mais viável que a dos alienígenas.
O físico Paul LaViolette revela a história secreta dos testes antigravitacionais de  Nikola Tesla  e T. Townsend Brown no B-2 Advanced Technology Bomber.
Nós todos sabemos que  Nikola Tesla  estava muito à frente do tempo em que ele viveu. Isso é demonstrado por todas as suas invenções.  Tesla é reconhecido mundialmente como um dos homens mais inovadores e misteriosos que já viveram neste planeta.
Entre os projetos secretos revelados,  Paul LaViolette  sugere a pesquisa do Projeto Skyvault capaz de desenvolver um sistema de propulsão aeroespacial com intensos feixes de energia de microondas similares aos que utilizam o estranho avião da Área 51.
Usando a cinética sub-quântica, a ciência por trás da tecnologia anti-gravidade, Dr. LaViolette argumenta que numerosos dispositivos e tecnologias que empurram rácios / potência de milhares de vezes maior do que a de um motor a jato e cujos efeitos não são explicadas da física tradicional e da teoria da relatividade no campo de propulsão.
Em seguida, ele apresenta evidências controversas sobre a cobertura da NASA no uso dessas tecnologias avançadas. Ele também descreve que a pesquisa nos últimos anos pode ter servido para desenvolver aeronaves ou tecnologias capazes de revolucionar o próprio conceito de voo.
via  Universo7p.it
https://nikolateslabrasil.wordpress.com/2018/07/28/nikola-tesla-ovni-segredos-da-propulsao-anti-gravitacional/

segunda-feira, 30 de julho de 2018

60 anos NASA: 140.000 imagens no arquivo de mídia exclusivo da NASA livre para download



A NASA foi fundada há 60 anos e é a maior agência espacial do mundo. E isso inclui muito mais que os vôos para a lua. Navegue por mais de 140.000 fotos espetaculares no arquivo de mídia exclusivo da NASA. Como tudo está disponível publicamente, você pode baixar as melhores imagens como papel de parede em seu computador completamente de graça.

A viagem espacial é um dos campos mais fascinantes da ciência. Há mais de 28 anos, o telescópio espacial Hubble está viajando a uma altitude de 540 quilômetros para tirar fotos espetaculares e viajar para a Terra. A própria NASA foi fundada em 29 de julho de 1958 e tem mais de 60 anos.

O arquivo de mídia da NASA contém mais de 140.000 fotos, conceitos, vídeos e arquivos de áudio fascinantes. Além de inúmeras imagens espaciais do telescópio espacial Hubble, lançamentos de foguetes e documentários também estão disponíveis para download e oferecem informações fascinantes sobre o mundo além da nossa atmosfera.

NASA Media Archive: Imagens impressionantes para baixar

Quando você abre o arquivo de mídia da NASA , você notará imediatamente as imagens coloridas do espaço mostrando constelações de estrelas, galáxias e planetas.

Você pode obter uma introdução ao tópico com as fotos e vídeos mais populares e adicionados recentemente - aqui você encontrará fotos da lua, missões tripuladas e impressionantes aglomerados estelares. Na legenda, você sempre encontrará informações úteis sobre as fotos.

Você pode usar o mecanismo de pesquisa para pesquisar palavras-chave e formatos específicos ou filtrar a biblioteca por anos específicos. Por exemplo, a NASA oferece toda uma série de documentação sobre protótipos e conceitos de viagens espaciais. Todos os vídeos com trilha sonora contêm legendas para melhor compreensão.

Para os fotógrafos amadores, também há um detalhe particularmente interessante: os arquivos EXIF ​​estão incluídos em muitas fotos para que você possa ver como os profissionais da NASA tiram fotos espetaculares de lançamentos de foguetes ou do céu estrelado. Aqueles que encontraram sua foto favorita também podem baixá-la, algumas das imagens estão disponíveis em altíssima resolução.

Todas as mídias são gratuitas para uso privado - então, que tal um plano de fundo da área de trabalho diretamente do espaço?
Fonte:disclose.tv

                                                  Veja o Vídeo Abaixo:

NASA revela as melhores ideias de casas para a colonização de Marte


PROJETO SELECIONADO PELA NASA COM MODELO DE CASA EM MARTE (FOTO: DIVULGAÇÃO/NASA)

Agência espacial norte-americana lançou um concurso para reunir projetos relacionados ao desenvolvimento de habitações para a exploração do planeta vermelho

Pisar os pés em Marte será um desafio por si só. Mas chegar ao Planeta Vermelho não basta: é necessário que os exploradores tenham as mínimas condições de sobrevivência e conforto para conseguirem completar a missão. Pensando nisso, a NASA lançou em 2014 um concurso para selecionar as melhores ideias para a fabricação de moradias que serão utilizadas em território marciano. Após uma extensa análise dos projetos, a agência espacial norte-americana divulgou as cinco melhores iniciativas.

O principal desafio do concurso é projetar modelos de habitação que possam ser fabricados a partir de impressoras 3D: para provar que a construção era viável, as equipes tiveram de desenvolver de maneira real algumas peças das moradias. De acordo com os pesquisadores, a utilização de impressão 3D é a maneira mais fácil, rápida e segura de construir uma estrutura em um local com escassez de recursos. 


PROJETO PARA A CONSTRUÇÃO DE CASA MARCIANA (FOTO: DIVULGAÇÃO/NASA)

Para que as ideias fossem aprovadas, outros requisitos mínimos eram necessário: as casas tinham de ter ao menos 92 metros quadrados e conforto suficiente para que ao menos quatro pessoas conseguissem viver no local. A construção do imóvel também tem de ser feita de maneira autônoma, de modo que os exploradores desembarquem em solo marciano com as casas já prontas. 


MODELO DE HABITAÇÃO EM MARTE (FOTO: DIVULGAÇÃO/NASA)

Por enquanto, a ideia que mais agradou os cientistas da NASA foi desenvolvida por uma equipe chamada Zopherus, do estado norte-americano do Arkansas, que utilizaria a própria terra disponível em Marte como "cimento" da construção de módulos que se encaixariam como uma colmeia.

Agora, os cinco finalistas disputarão a fase final da competição, que acontecerá em 2019 e distribuirá um prêmio de US$ 2 milhões. As equipes terão o desafio de fabricar um modelo real de suas habitações, que deve ter um terço do tamanho original. Que vença o melhor.


PROJETO QUE MAIS AGRADOU OS CIENTISTAS DA NASA (FOTO: DIVULGAÇÃO/NASA)


UM DOS PROJETOS FINALISTAS (FOTO: REPRODUÇÃO/YOUTUBE)



FONTE: REVISTA GALILEU