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sábado, 8 de abril de 2017

Exoplaneta próximo tem atmosfera detectada pela primeira vez

Concepção artística do planeta GJ 1132b, chamado de gêmeo de Vênus

Descoberta tem implicações importantíssimas para a busca de vida extraterrestre; mundo de tamanho similar à Terra está sendo considerado um gêmeo de Vênus

Atmosferas em exoplanetas já haviam sido analisadas em ocasiões anteriores, principalmente em gigantes gasosos como Júpiter. Em 2016, utilizando o telescópio espacial Hubble, cientistas conseguiram detectar a cobertura atmosférica do exoplaneta 55 Cancri e, situado a 40 anos-luz de distância. Esse mundo duas vezes maior que o nosso e oito vezes mais massivo é uma super-Terra que completa uma órbita em apenas 18 horas, com temperaturas superficiais próximas de 2.000º C. Os modelos apontam que cianeto de hidrogênio existe em sua atmosfera, indicando que o carbono pode ser um de seus elementos principais.

A importância da descoberta anunciada agora é que pela primeira vez uma camada atmosférica foi encontrada em um planeta com tamanho aproximado ao da Terra. GJ 1132b orbita uma estrela anã a 39 anos-luz de distância, com um período ou ano de 1,6 dias terrestres. Esse mundo alienígena é 1,4 vezes maior que a Terra e 1,6 mais massivo, sendo provavelmente quente demais para abrigar vida. Ele está sendo considerado um gêmeo de Vênus, pois além das altas temperaturas existem indicações que sua atmosfera é bastante densa, mas com uma composição diversa daquela de nosso vizinho no Sistema Solar. O achado foi feito utilizando um dos telescópios do Observatório Europeu do Sul (ESO), no Chile.

Os astrônomos analisaram o planeta durante uma série de trânsitos diante de sua estrela, em vários comprimentos de onda. Dessa forma conseguiram obter um valor para seu raio, porém descobriram que em uma das frequências o mundo alienígena fazia a luminosidade da estrela diminuir mais que nas outras. Isso indicava a presença de uma atmosfera, que é menos transparente para certas emissões eletromagnéticas que em outras. As informações compiladas indicaram que a atmosfera de GJ 1132b é rica em vapor de água ou metano, estando aberta a possibilidade de este ser um mundo aquático, com uma atmosfera de vapor muito quente. A descoberta se reveste da maior importância pelo fato de GJ 1132 ser uma estrela anã similar à maior parte de sóis da Via Láctea, além de 20 das 30 estrelas mais próximas do Sol.

DESCOBERTA FAVORÁVEL Á BUSCA POR VIDA EXTRATERRESTRE

Outro aspecto importante é o fato de estrelas anãs desse tipo exibirem altos níveis de atividade, com flares e correntes de partículas, que poderiam destruir as atmosferas de planetas próximos. Como GJ 1132b está muito próximo de sua estrela mas mantém sua camada gasosa, isso abre a possibilidade de que muitos mundos potencialmente habitáveis possam existir orbitando essas estrelas. Esse exoplaneta se tornou então um alvo prioritário para pesquisas, utilizando o Hubble, o Telescópio Muito Grande do ESO e até o telescópio espacial James Webb, a ser lançado pela NASA em 2018. A descoberta foi publicada no The Astrophysical Journal.

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ATAQUES DOS EUA NA SÍRIA PODEM LEVAR A UMA GUERRA NUCLEAR


O ataque norte-americano contra a base aérea síria ameaça levar a "escalação catastrófica" do conflito na região e a "uma guerra nuclear", declaram representantes do Comitê Nacional Unido Antiguerra dos EUA (UNAC, na sigla inglesa).

"Trump e sua guarda pretoriana bipartidária, que segue o princípio ‘primeiro atacar, depois fazer perguntas’, fomentam a escalação catastrófica da tensão na região e criam a ameaça de uma guerra nuclear", se lê na declaração da organização.

"Nem Trump, nem qualquer outra agência governamental dos EUA apresentaram provas de que o governo do presidente sírio Bashar Assad usou o gás paralisante sarin durante o ataque contra posições do Daesh, da Al-Qaeda (grupos terroristas proibidos na Rússia e muitos outros países) e de outros grupos rebeldes na província de Idlib", diz UNAC.

A organização acredita também que, no futuro, o bombardeio em questão pode ser usado para as negociações sobre o futuro do país e para aumentar a influência dos EUA, especialmente no processo da reconstrução depois da guerra. Ao mesmo tempo, a luta contra o Daesh e outros grupos terroristas vai ser afastada para segundo plano em comparação com o objetivo de derrubar o governo de Assad.

A UNAC receia que as ações recentes dos EUA sejam o início de uma nova "guerra imperialista" na Síria e na região.

Além disso, a organização criticou a interpretação do bombardeio efetuada pela mídia norte-americana.

"A mídia corporativa toca em uníssono os tambores da guerra, aplaude o bombardeio, não tendo a menor vontade, (nem sequer exigindo) de investigar os fatos, de maneira a explicar o seu apoio automático às ações monstruosas de Trump", escrevem os ativistas.

De acordo com eles, primeiro a mídia publica "as imagens trágicas de crianças feridas ou em sofrimento, acompanhando-as com alegações infundadas de que o responsável foi o governo sírio".

Como protesto contra as ações militares, a UNAC pretende realizar uma série de protestos em dezenas de cidades dos Estados Unidos, incluindo Washington.

Na madrugada desta sexta-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou um ataque de mísseis contra uma base aérea na Síria, a partir da qual, supostamente, teria sido realizado um ataque químico. Segundo o Pentágono, o alvo era a base aérea de Shayrat, na província de Homs. A Secretaria da Defesa dos EUA anunciou o lançamento de 59 mísseis. Pelo menos sete pessoas morreram durante o ataque: cinco militares e dois civis, segundo informação do gabinete do governador de Homs.





Guerra contra a Síria poderia cumprir profecia bíblica do livro de Isaías

A bíblia tem duas profecias sobre a destruição de Damasco:

Peso de Damasco. Eis que Damasco será tirada, e já não será cidade, antes será um montão de ruínas. Isaías 17:1
24 Enfraquecida está Damasco, virou as costas para fugir, e o tremor apoderou-se dela; angústia e dores apossaram-se dela como da mulher que está de parto.
25 Como está abandonada a cidade famosa, a cidade da minha alegria!
26 Portanto os seus jovens lhe cairão nas ruas, e todos os homens de guerra serão consumidos naquele dia, diz o Senhor dos exércitos.
27 E acenderei fogo no muro de Damasco, o qual consumirá os palácios de Bene-Hadade. Jeremias 49:24-27

Profecia
Quem já leu a bíblia sabe que nela existem várias profecias, sendo que a maioria delas se cumpriu no próprio período em que foi escrita e algumas se cumpriram depois. No entanto, existem algumas profecias que jamais se cumpriram (ou se ocorreram, ninguém percebeu). Duas delas são sobre a destruição da cidade de Damascos. Vale ressaltar que a cidade de Damascos nunca foi atacada, apenas conquistada várias vezes durante a história, ou seja, nunca foi trazida às ruínas como diz as escrituras.

Segundo Rosen C. Rosenberg

Segundo o teólogo e escritor do livro Damascus Countdown, é impossível prever se a destruição de Damasco se dará nessa guerra ou no nosso tempo de vida, mas para aqueles que creem que a bíblia seja a palavra inerrante do todo-poderoso a destruição deve acontecer antes do fim dos tempos.

Observações

Obs 1: Damasco é a capital do regime Sírio do presidente Bashar Al Assad, que é acusado de usar armas químicas contra rebeldes. Barack Obama tenta articular um ataque contra as instalações militares onde se encontram as tais armas químicas. Muitos creem que armas químicas tenham saído do Iraque, na época do ataque contra Sadam Hussein.

Obs 2:  Provavelmente a cidade de Damasco poderá ser destruída, seja pelos EUA ou pela guerra civil.

Obs 3:  Existe uma outra profecia na bíblia que indica que antes do final dos dias Israel entraria em guerra com a Rússia, aliada do regime de Assad.
Obs: Matéria publicada em 10 setembro de 2013
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                                                    Veja o Vídeo Abaixo:

                                  Fonte:L.A. Smith from Kingdom Knowledge

Giordano Bruno: Saiba a Verdadeira História que foi Proibida pela igreja católica


Inquisição
Giordano Bruno: um injustiçado pela Igreja
Seu temperamento cético e paixão pelo livre pensamento foram os responsáveis por trazer muitos desentendimentos. Por Layse Ventura.

Retrato de Giordano Bruno publicado no 'Livre du recteur', de 1578 (Fonte: Wikimedia)

Quanto tempo é necessário para julgar um revolucionário? No caso do filósofo e teólogo italiano Giordano Bruno, foram necessários sete anos para a Igreja Católica decidir condená-lo a morte na fogueira.

Giordano Bruno nasceu em 1548, em Napóles, na Itália. Seu nome de batismo era Filippo e adotou o nome de Giordano quando ingressou para a Ordem Dominicana, no monastério de San Domenico Maggiore, em Nápoles. O nome Giordano vem de seu tutor de metafísica, Giordano Crispo. Lá, estudou profundamente a filosofia de Aristóteles e de São Tomás de Aquino.

Seu temperamento cético e paixão pelo livre pensamento foram os responsáveis por causar muitos desentendimentos. Já em 1576, cerca de dez anos após ter sido condecorado frade, Bruno é obrigado a abandonar o hábito. Uma cópia dos escritos proibidos de Erasmus foi encontrada com suas anotações pessoais.

Bruno, então, deixa Nápoles e inicia uma peregrinação por diversas cidades da Europa: Gênova, Toulouse, Paris e Londres. Em 1585, Bruno retorna à “cidade das luzes”, viajando em seguida para Marburg, Wittenberg, Praga, Helmstedt e Frankfurt.

Em todos os lugares por onde viajou, Bruno gozou de proteção de patronos poderosos. Em sua primeira viagem para Paris, ele publica vários de seus trabalhos sobre memória (On the shadows ideas, 1582; The Art of Memory, 1582; Circe’s Song; 1582).

É por conta deste trabalho com a mnemotécnica, arte de desenvolver a memória, que Bruno é convidado pelo patrício Giovanni Mocenigo para morar em Veneza. Acreditando que a Inquisição tinha perdido sua força, Bruno se muda para Veneza em março de 1592.

Giordano permanece por dois meses na casa de Mocenigo até anunciar sua intenção de partir. Como já estava desapontado com as aulas de memorização e tinha desenvolvido certa raiva, Mocenigo denuncia Bruno para a Inquisição Veneziana.

Bruno é preso no dia 22 de maio do mesmo ano sob acusações de blasfêmia, heresia, conduta imoral, entre outras. Ele próprio se defende no tribunal, usando a oratória e retórica clássicas para negar, retrucar ou admitir as acusações.

Após meses de querela com a Inquisição Romana, as autoridades venezianas decidem por transferir Bruno para Roma em fevereiro de 1593. Ele permanece sete anos em julgamento e aprisionado até ser condenado à morte na fogueira com pregos na língua para parar de blasfemar.

Alguns historiadores afirmam que Bruno não foi condenado por defender o sistema heliocêntrico de Copérnico, nem por acreditar na pluralidade de planetas habitados. Sua sentença de morte teria sido emitida por suas crenças religiosas de que Cristo não era Deus, mas apenas um mago habilidoso, de que o Espírito Santo seria a alma do mundo, entre outras.

A cosmologia de Giordano Bruno

Apesar de ser defensor do humanismo, corrente filosófica do Renascimento, Bruno não vangloria os clássicos antigos. Ao contrário, Bruno ataca constantemente os pensamentos e teorias de filósofos da Antiguidade, como Aristóteles.

Os verdadeiros ícones inspiradores do pensamento de Bruno foram o filósofo Nicolau de Cusa, Nicolau Copérnico e Giovanni Battista della Porta. A partir das ideias destes pensadores, Bruno desenvolve seu conceito de cosmologia.

Para Bruno, o universo é infinito e constituído por uma infinidade de estrelas e planetas, nos quais, assim como na Terra, existiria vida inteligente. O modelo de Copérnico de um universo centrado no sol também fazia parte da teoria de Bruno.

Tempo e espaço eram duas medidas tomadas como infinitas. Neste contexto, não existia lugar para as noções estáticas cristãs de criação divina e último julgamento.
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                                            Fonte:E Se For VERDADE?

Projeto Horizon: Os EUA planejavam construir uma base lunar (será que construíram e nós não sabemos?)

Em 2014, os Arquivos de Segurança Nacional (EUA) liberaram documentos detalhando o Projeto Horizon (Horizonte) – um projeto secreto que começou em 1959, para estudar a possibilidade de montar uma base permanente na Lua. Ao invés de sua meta ser a melhora do nosso conhecimento e percepção do espaço e além, o programa almejava primariamente ficar à frente da União Soviética, durante a Guerra Fria na década de 1960.
Os planos eram relacionados à criação de um “sistema de monitoramento Lua-para-Terra”.  Além disso, aqueles que estavam coletando os dados e fornecendo os relatórios iniciais declararam acreditar que a construção deveria começar o mais cedo possível.
Os analistas de inteligência dos EUA que estudaram o programa espacial secreto soviético temiam que os russos poderiam mesmo ser capazes de pousar na Lua até 1967.  Isto levantou algumas possibilidades perturbadoras para os planejadores militares dos EUA: E se os soviéticos alegassem a Lua como sendo seu território?  Ou pior, e se eles estabelecessem uma base militar na Lua, talvez até mesmo uma base de mísseis nucleares apontados de volta para a Terra? Os Estados Unidos não teriam como se defender.
A única resposta para isto, pelo menos no que diz respeito aos planejadores dos EUA, seria a de chegar à Lua primeiro e construir uma base lunar antes dos russos. Então, os EUA poderiam decidir por si mesmos se colocariam mísseis lá, e se permitiriam que os russos pousassem e construíssem sua própria base lunar. E se decidissem negar aos russos sua própria base, os astronautas-soldados estadunidenses poderiam evitar que os russos pousassem.
O General Arthur Trudeau, chefe de pesquisa e desenvolvimento do Exército, escreveu em março de 1959:
Esta base lunar é necessária para proteger os interesses dos Estados Unidos na Lua… para que assim os Estados Unidos possa negar as alegações territoriais, comerciais ou tecnológicas soviéticas.
Ele ordenou o chefe de ordenança a “desenvolver um plano… para o estabelecimento de uma base lunar, pelos meios mais rápidos possíveis. Dois meses mais tarde, o relatório de três volumes para o “Projeto Horizon” chegou à escrivaninha do General Trudeau.
Embora os EUA tenham conseguido pousar o homem na Lua várias vezes entre 1969 e 1972, eles teriam conseguido somente permanências curtas para conduzirem básicos experimentos e coletarem amostras de rochas.
É claro, isso é o que contaram para nós. Alguns teóricos da conspiração dirão a você que as missões lunares foram somente acobertamentos e que a instalação de uma base permanente estava ocorrendo em paralelo, enquanto a população permanecia alheia ao fato. Os documentos oficialmente liberados podem ser encontrados nos arquivos nacionais.
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