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quinta-feira, 6 de abril de 2017

Russos criam o primeiro "humano" em laboratório ... Mas tudo deu errado!!

O corpo humano é uma máquina perfeita projetada para usar todas as peças na ordem de funcionamento. Ao longo do tempo a ciência descobriu que o DNA característico de cada pessoa é responsável por permitir que o corpo funcione assim.

No início do século XX, milhares de cientistas decidiu dedicar sua vida a encontrar maneiras de alterar o DNA e, assim, criar os seus próprios seres humanos, uma vez que, em seguida, realizou vários experimentos usando diferentes seres vivos como prova, como plantas e animais.

Há vários meses alguns documentos sobre a tecnologia chamada CRSPR filtrada, de acordo com cientistas esta mudança biologia da maneira que conhecemos, desde há vários anos foram submetidos a técnicas de modificação genética e parece ter encontrado uma maneira de eu faço.

Há até mesmo um ser humano chamado de "Crisper" em honra da tecnologia CRISPR, que foi projetado cientificamente em um laboratório secreto no leste da Rússia.

No entanto, diferentes agências de inteligência na Rússia perderam o controle sobre a investigação. Aparentemente parece que o pequeno "Crisper" esconde um segredo estranho que poderia estar expondo toda a raça humana ao perigo .

Atualmente, os cientistas responsáveis ​​pelo controle do projeto tomaram uma decisão, de assassinar e desaparecer com tudo, mas o governo iria gerar um conflito internacional, como um crime de Estado e também envolvendo os interesses de vários países de todo o mundo.
Mais um post by: EXTRATERRESTRE ONLINE

                                                  Veja o Vídeo Abaixo:


                                             Fonte:Jaconor 73

Cientistas estão próximos de entender para onde foi toda a antimatéria






Você e eu, nós somos matéria. Todo mundo que você conhece é matéria. Tudo na Terra, exceto por algumas partículas, é matéria. Maior parte das coisas no espaço é matéria. Mas nós não temos razões convincentes para afirmar por que deveria haver tão mais matéria do que antimatéria. Então, onde está toda a antimatéria?

Uma equipe de cientistas europeus deu um enorme passo para entender esse enigma, usando um detector do tamanho de uma casa chamado “Germanium Detector Array”, ou GERDA, enterrado dentro de uma montanha em Grand Sasso, na Itália. Os cientistas do GERDA estão procurando por um comportamento estranho em átomos radioativos, chamado de “duplo decaimento beta sem neutrinos” (já volto nisso). Algumas versões das regras da física de partículas dizem que esse comportamento poderia ajudar a explicar para onde foi toda a antimatéria. Mas, por enquanto, o experimento está relatando alguns resultados importantes: ele funciona.

“Uma descoberta de duplo decaimento beta sem neutrinos teria consequências de longo alcance para nossa compreensão sobre física de partículas e cosmologia”, escreveram os pesquisadores no estudo, publicado nesta quarta-feira, na Nature. É importante entendermos por que existe mais matéria do que antimatéria hoje. O Big Bang provavelmente deveria ter criado quantidades iguais… mas não criou.

Se você entende bem o que é o duplo decaimento beta sem neutrinos, você pode pular os próximos três parágrafos. Caso contrário, é hora de uma pausa na nossa programação normal.

Matéria são coisas e ela é feita de partículas. Antimatéria também são coisas, feita de contrapartes antipartículas das partículas. Já a criamos em laboratórios, e alguns elementos radioativos também a produzem. Cada partícula tem uma antipartícula, como elétrons e pósitrons, que têm a mesma massa, mas cargas elétricas opostas. Se elas se encontram, aniquilam uma a outra em uma explosão de energia. Não existe muita antimatéria no universo. Capisce?


Da Nature: “As paredes internas do tanque d’água são cobertas por uma lâmina refletiva, melhorando a detecção de luz. Isso permite a identificação de múons cósmicos.” Imagem: K. Freund, GERDA collaboration

Os neutrinos são estranhos. Cientistas não sabem quanto eles pesam, mas, mesmo no limite superior do que chutamos que seja sua massa, eles são muitas vezes mais leves que os elétrons. Eles também são muito comuns — por exemplo, o Sol está enviando quase uma centena de bilhões deles por centímetro quadrado do seu corpo a cada segundo. No entanto, eles não interagem via eletromagnetismo, então eles não nos fazem mal de maneira alguma. Se eles fossem sua própria antipartícula, o que cientistas chamam de “partículas majoranas”, eles deveriam aniquilar um ao outro. Maioria das extensões de nossa teoria principal da física de partículas, chamada de Modelo Padrão, diz que isso é verdade.

Portanto, a chave é construir um experimento que possa testar se os neutrinos estão aniquilando uns aos outros e buscar um processo que deveria normalmente criar neutrinos, mas não cria. Neste caso, esse processo é o decaimento beta radioativo, em que nêutrons neutros se transformam em um próton positivo, um elétron negativo e um antineutrino. Algumas formas de alguns átomos, como o germânio, deveriam passar por duplos decaimentos betas, em que dois nêutrons decaem simultaneamente. Se os cientistas observarem duplo decaimento beta sem neutrino algum (ou sem antineutrinos), então eles podem dizer que encontraram um duplo decaimento beta sem neutrinos. Isso demonstraria que neutrinos e antineutrinos são essencialmente a mesma coisa e também nos convenceria de que nossas teorias de física podem explicar por que existe mais matéria do que antimatéria.


Imagem: J. Suvorov, GERDA collaboration

É isso que o GERDA está buscando. Eles estão observando 35,6 quilos que de uma forma especial de germânio, o metal semicondutor brilhante, dentro de uma cuba de árgon líquido que fica dentro de uma cuba ainda maior de água, esperando o tempo necessário para que ele passe por um duplo decaimento beta sem neutrinos. Não, eles ainda não chegaram a qualquer evidência do processo. Mas seu experimento funciona muito, muito bem — não ha ruído no ambiente, o que é um feito incrível. De outra forma, poderíamos acabar vendo um sinal falso. E tem a radiação que poderia disparar o detector em qualquer lugar, do Sol ao ar que respiramos.

“Imagine executar um detector de radiação por um ano e não ver nada! É uma experiência e tanto”, disse o físico da Duke Phillip Barbeau, que não está envolvido na colaboração do GERDA, em entrevista ao Gizmodo. “Precisamos de detectores mais exigentes, que evitam fontes desses ambientes indo fundo no subsolo, evitando poeira, sendo construídos em salas limpas, evitando a ativação cósmica desses materiais. Afinal, esses materiais podem virar radioativos simplesmente por ficar acima do solo.”

Os cientistas têm ao menos certeza de que o experimento está funcionando, e não apenas desligado, aliás. “As pessoas lhes dariam o benefício da dúvida”, disse Barbeau. Mas “é um experimento difícil de se fazer, porque você não vê nada no detector”.

Mas há vários outros fatores de complicação nesse processo, além de se livrar de todo o ruído externo. Maioria dos processos que observamos no universo conserva uma propriedade chamada “número leptônico”. Em teoria, o número de léptons (neutrinos e elétrons são exemplos de léptons) menos o número de antiléptons deveria permanecer o mesmo antes e depois de alguma reação física. O decaimento beta comum começa com um número leptônico zero e termina com zero (um elétron menos um antineutrino). O duplo decaimento beta sem neutrinos começa com zero e termina com dois. Queremos observar essa violação acontecendo. Estou apenas apontando que esse decaimento está quebrando uma regra não tão defendida.

E o duplo decaimento beta sem neutrinos é muito, muito raro — sua meia vida, a quantidade de tempo que leva para que metade dos eventos possíveis aconteça, é várias vezes maior que a idade do universo. Então, os cientistas talvez precisem esperar e observar essa cuba por muito, muito tempo. Mas, ei, é por isso que eles têm tanto germânio.

O GERDA não é o único experimento procurando por esse decaimento — temos também o MAJORANA, o CUORE-o, o COBRA, entre outros. Se não encontrarmos esse decaimento, talvez precisemos seguir buscando outras evidências de neutrinos sendo suas próprias antipartículas. E há tanta coisa que não sabemos sobre os neutrinos — não conseguimos sequer medir sua massa, por exemplo.

De qualquer forma, agora que temos o detector da GERDA funcionando, é hora de observar e esperar.

[Nature]

Imagem do topo: V. Wagner, GERDA collaboration

FONTE: GIZMODO BRASIL
Via: http://ufos-wilson.blogspot.com.br/2017/04/cientistas-estao-proximos-de-entender.html

Giordano Bruno: ufológo ou viajante do tempo?


Nem todas as culturas têm tido uma visão tão estreita sobre o universo: por exemplo, as civilizações egípcia, babilônica, indiana e chinesa pareciam ter visões mais realistas do tamanho do universo e da verdadeira natureza das estrelas.
Mas a Europa, por algum tempo, persistiu com a teoria do “pequeno universo”.
Nicolau Copérnico (1473 – 1543) famoso por rebaixar a Terra do centro do universo e colocar o Sol no lugar. Copérnico ainda imaginava que as outras estrelas eram menores e menos importantes que o Sol.
O verdadeiro revolucionário, no que diz respeito à cosmologia européia, foi o filósofo italiano Giordano Bruno (1548-1600). Ele acreditava em um universo infinito, do qual o sistema solar era apenas uma pequena parte infinitesimal.
Foi Bruno quem introduziu a ideia de que as estrelas são outros sóis, e que eles poderiam ter seus próprios planetas orbitando em torno deles – e que esses planetas poderiam ser habitados com animais e seres inteligentes.
Em outras palavras, Giordano Bruno foi o primeiro homem da história a sugerir a existência de extraterrestres.
A obra-chave de Bruno nesse contexto foi De l’infinito, universo e mondi, publicada em 1584. O livro trata da “pluralidade dos mundos”, mas uma citação é suficiente para dar uma ideia do ponto de vista de Bruno sobre o assunto:
“Pois é impossível que um ser racional, bastante vigilante, possa imaginar que esses inúmeros mundos, manifestos como se fossem nossos ou ainda mais magníficos, fossem destituídos de habitantes semelhantes e até superiores”.
Antes de Bruno, a palavra “planeta” fazia apenas referência a um dos cinco planetas visíveis no céu: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter ou Saturno – a Terra não foi incluída até 1640.
No final, Giordano Bruno foi julgado pela Inquisição por heresia – e, uma vez que ele se recusou a recuar em suas afirmações, a Igreja Católica ordenou que Bruno fosse amordaçado, desnudado e amarrado de cabeça para baixo no centro de Roma, para queimar na fogueira como um herege em 17 de fevereiro de 1600.
Bruno foi um escritor prolífico ao longo de sua vida, e quase tudo que ele escreveu foi projetado para irritar a Igreja de uma maneira ou de outra.
Quatrocentos anos depois de Bruno publicar suas hipóteses fatais, cientistas da NASA em 1984 ganharam um financiamento para procurar inteligência extraterrestre (SETI), rastreando sinais de rádio gerados artificialmente de até 1000 anos-luz de distância.

Três ex-cientistas da NASA confirmam: ''Rosto gigante e piramide em Marte são reais''

Desde as missões Viking da NASA a Marte em 1976, o conhecimento humano sobre o Planeta Vermelho aumentou exponencialmente. Enquanto a NASA tem sido feliz em compartilhar muitas de suas descobertas incríveis sobre Marte com o mundo, há outras coisas que eles têm sido muito mais circunspecto. 


Então, o que a NASA está escondendo sobre o Planeta Vermelho e por quê? Na década de 1970, os Estados Unidos enviaram duas sondas para Marte, conhecidas como Viking 1 e Viking 2, em uma explosão de publicidade. Ambas as sondas foram encarregadas de fotografar a superfície marciana, uma baseada em órbita e outra baseada na superfície. 

POR QUE A NASA ESTÁ COBRINDO AS MISTERIOSAS ESTRUTURAS DE MARTE? 

A esperança era que essas sondas produziriam imagens de alta resolução e qualidade do planeta que poderiam confirmar ou refutar teorias sobre a vida existente no planeta, além de fornecer informações sobre questões vitais sobre a estrutura e composição da atmosfera. Mas, como se viu, a sonda Viking 1 conseguiu fornecer informações sobre algo muito mais significativo do que a NASA poderia ter imaginado. Quando a Viking 1 estava em órbita de Marte, capturou uma imagem do que parecia ser um monumento intrincadamente esculpido retratando um rosto humano. O monumento, que estava localizado na região de Marte conhecida como Cydonia, medido duas milhas de ponta a ponta. Perto de este impressionante monumento, uma pirâmide também foi detectada. Ao longo dos anos, alguns cientistas de renome e ex-militares da NASA e militares dos EUA se apresentaram para levantar questões sobre essas imagens deslumbrantes. Entre eles está o célebre cientista Dr. John Brandenberg que afirma que é absolutamente claro o que essas imagens dizem sobre o planeta Marte - que foi habitada pela vida inteligente. "Se você ver em um planeta que costumava ser como a terra um rosto humano esculpido e uma pirâmide dentro de 5 km um do outr ... 

Não é preciso ser um cientista de foguetes para descobrir o que tudo isso significa, Você pode conectar os pontos. 

" Se este for o caso, então por que a NASA é tão cautelosa sobre questões relativas à possibilidade de que existia uma vez a vida inteligente no Planeta Vermelho? É possível que eles acreditam que os seres humanos não estão preparados para acreditar que a vida alienígena, uma vez existiu neste sistema solar e eles não querem se sujeitar ao ridículo? Ou há algo mais sinistro por trás do silêncio sobre esta questão? Uma coisa é certa, a NASA precisará ter sua história reta antes das visitas planejadas ao Planeta Vermelho nos próximos anos.

Sondas alienígenas estão tirando energia de rajadas rápidas de rádio?


A busca por inteligência extraterrestre já procurou por muitos sinais diferentes da vida alienígena, desde transmissões de rádio até flashes de laser – obviamente, sem sucesso. Entretanto, uma pesquisa publicada recentemente no “Astrophysical Journal Letters” sugere que fenômenos misteriosos chamados rajadas rápidas de rádio (FRB, do inglês “fast radio burst”) poderiam ser evidências da avançada tecnologia alienígena. Mais especificamente, essas explosões podem ser vazamentos de transmissores de escala planetária que alimentariam sondas interestelares em galáxias distantes.
“Rajadas rápidas de rádio são extremamente brilhantes dada a sua curta duração e sua origem a grandes distâncias, e não identificamos uma possível fonte natural [para elas]”, explica o teórico responsável pelo estudo, Avi Loeb, do Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica, em entrevista ao site Phys.org. “Vale a pena refletir sobre e checar uma origem artificial”.
Como o nome indica, rajadas rápidas de rádio são flashes de emissão de rádio que duram milisegundos. Descobertos pela primeira vez em 2007, menos de duas dúzias de FRBs foram detectados até hoje, sempre por radiotelescópios gigantescos como o Observatório de Parkes, na Austrália, ou o Observatório de Arecibo, em Porto Rico. Acredita-se que a origem destas rajadas seja em galáxias distantes, a bilhões de anos-luz de distância.

Possibilidade tentadora

Loeb e seu co-autor, Manasvi Lingam, da Universidade de Harvard, examinaram a viabilidade de criar um transmissor de rádio forte o suficiente para que seja detectável em tais distâncias imensas. Eles descobriram que, se o transmissor fosse alimentado por energia solar, a luz solar que atinge a área de um planeta com o dobro do tamanho da Terra seria suficiente para gerar a energia necessária. Um projeto de construção tão vasto está bem além da nossa tecnologia, mas, de acordo com as leis da física, é possível.
Lingam e Loeb também consideraram se tal transmissor seria viável do ponto de vista da engenharia ou se a quantidade de energia envolvida no processo derreteria qualquer estrutura. Eles descobriram que um dispositivo refrigerado com água e medindo duas vezes o tamanho da Terra poderia resistir ao calor resultante de todo o processo.

Motor de naves espaciais

Eles então se perguntaram: mas por que construir um instrumento destes? A resposta, segundo os cientistas, é que o uso mais plausível de tal ferramenta seria para impulsionar velas solares interestelares. A quantidade de energia envolvida seria suficiente para empurrar um volume de um milhão de toneladas – ou aproximadamente 20 vezes os maiores navios de cruzeiro na Terra.
“Isso é grande o suficiente para transportar passageiros vivos através de distâncias interestelares ou mesmo intergalácticas”, aponta Lingam.
Para alimentar uma vela solar, o transmissor precisaria continuamente focar um feixe nela. Na Terra, quem estivesse observando veria um breve flash porque a vela e seu planeta, estrela e galáxia hospedeiros estão se movendo em relação a nós. Como resultado, o feixe varreria o céu e só apontaria em nossa direção por um momento. Aparições repetidas do feixe, que foram observadas mas não podem ser explicadas por eventos cataclísmicos astrofísicos, podem fornecer pistas importantes sobre sua origem artificial.
Loeb admite que este trabalho é especulativo. Quando perguntado pelo Phys.org se realmente acredita que alguma rajada rápida de rádio se deve a alienígenas, ele respondeu: “A ciência não é uma questão de crença, é uma questão de evidência. Decidir previamente o que é provável limita as possibilidades. Vale a pena expor ideias e deixar que os dados as julguem”. 


Novo medicamento parece eliminar diabetes tipo 2


Uma nova droga criada por uma equipe da Universidade da Califórnia, nos EUA, pode finalmente se revelar uma “cura” para o diabetes tipo 2.
A doença, embora influenciada pela genética, é em grande parte causada por uma dieta ruim e excesso de peso por períodos prolongados de tempo, especialmente em uma idade avançada.
Com a condição, o pâncreas é incapaz de produzir insulina suficiente, ou as células do corpo simplesmente não reagem a essa insulina, o que leva a níveis perigosamente altos de açúcar no sangue.
Isso é conhecido como resistência à insulina e, atualmente, não há nenhuma maneira médica de tratá-la.

Sucesso

No estudo americano, a droga foi administrada via oral a alguns ratos alimentados com uma dieta extremamente rica em gordura. Os animais tinham desenvolvido obesidade e diabetes tipo 2 como resultado.
Enquanto receberam o fármaco, os ratos não experimentaram efeitos colaterais. Suas células reagiram mais uma vez à presença de insulina, e seus níveis de açúcar no sangue retornaram ao normal durante pelo menos um mês.
Esta é a primeira vez que qualquer tratamento efetivamente “eliminou” o diabetes tipo 2. A equipe já tinha a noção de que uma determinada enzima era responsável por causar tal condição. Conhecida como “proteína tirosina fosfatase de baixo peso molecular” (na sigla em inglês, LMPTP), a enzima pode ser encontrada no fígado, e parece interagir com as células de tal forma que elas resistem à presença de insulina.
O medicamento foi especificamente projetado para dificultar o progresso da LMPTP, permitindo que os receptores de insulina das células fossem novamente capazes de reagir a ela.

Esperança

O próximo passo será verificar se a droga é segura para uso em ensaios clínicos com seres humanos.
A época para tanto não poderia ser melhor. Diabetes, em particular o tipo 2, será a sétima principal causa de morte em todo o mundo em 2030.
O número de pessoas que sofrem da condição aumentou 390% nas últimas três décadas e meia, e por enquanto existem apenas maneiras de mitigar seus sintomas, não uma cura funcional. Talvez esta seja a droga que finalmente vai mudar isso.

 [IFLS]

Cientista choca céticos ao afirmar que viajar no tempo é 100% real!

De acordo com um cientista, viajar no tempo é possível, e isso é o que precisamos fazer para viajar para o tempo. Ao passar dos séculos inúmeras pessoas têm se perguntado se a viagem no tempo é possível... 



Como resultado, inúmeros livros, estudos e filmes vieram à vida para explorar um território totalmente desconhecido. Ao longo dos anos, à medida que a ciência e a física avançaram, os especialistas têm explorado a idéia de viajar no tempo como nunca antes, a maioria deles concorda com a conclusão de que uma viagem no tempo para o passado não é realista, mas avançar no futuro poderia tornar-se uma realidade. 
Um dos primeiros cientistas na Terra a mencionar a idéia de viajar no tempo foi Albert Einstein, que propôs que se alguém viajasse à velocidade da luz da Terra, o tempo literalmente "diminuirá" para o viajante, enquanto as pessoas na Terra continuariam a experimentar o tempo a uma taxa normal. Além de Einstein, muitos outros têm expressado suas teorias sobre viagem através do tempo.

http://www.semprequestione.com/2017/04/cientista-choca-ceticos-ao-afirmar-que.html

Olho que tudo vê, o famoso simbolo dos Illuminati é avistado nos céus da Rússia e causa pânico

UMA CRIAÇÃO DO PROJETO BLUE BEAM? 
Um olho misterioso foi visto no céu noturno na Rússia sobre a cidade de Chelyabinsk e causou pânico generalizado, bem como a especulação de onde ele veio. Embora uma explicação oficial ainda não tenha sido ouvida pelas autoridades, o raciocínio provável que eles vão dizer que foi uma formação natural de qualquer cobertura de nuvens ou fumaça de uma fonte desconhecida dentro da própria cidade. 

A cidade de Chelyabinsk em si não é aparentemente um lugar bem conhecido ou grande o suficiente para que qualquer tipo de mensagem, quer seja artificial, divina ou extraterrestre fosse enviada. A maioria das pessoas que se lembra do nome da cidade, se lembram devido a um meteoro que implodiu sobre a cidade em 2005, ferindo mais de 1000 pessoas. A especulação entre o povo russo, entretanto, é abundante com todos os tipos das teorias que estão sendo jogadas ao redor a respeito da origem do olho. Alguns acreditam que ele é o olho divino da providência, uma representação simbólica do olho que tudo vê de Deus. O olho da providência é também o símbolo associado com os maçons, Illuminati e aparece na nota de um dólar dos EUA. De particular providência, dadas as recentes ligações supostamente entre o atual presidente Donald Trump e o líder russo Vladimir Putin e a suposta influência deste último na eleição. Outros acreditam que o olho seja uma criação do Projeto Blue Beam, uma teoria da conspiração que diz que a NASA está tentando criar uma segunda vinda artificial de Cristo levando a uma eventual nova religião com o anticristo no início de um novo mundo ordem. O Projeto Blue Beam, no entanto, era esperado pelos proponentes para ter começado no final dos anos 80 e, em seguida, várias datas nos anos 90, embora a idéia pareça ter sido desacreditada com o tempo... De modo semelhante ao olho da teoria da providência, no entanto, uma cidade russa bastante obscura parece um lugar estranho para o projeto começar. 

http://www.semprequestione.com/2017/04/olho-que-tudo-ve-o-famoso-simbolo-dos.html

O Vídeo do olho pode ser visto aqui: 

Stonehenge da Amazônia: 450 geoglifos são descobertos e surpreendem cientistas

Centenas de estruturas misteriosas construídas na terra há mais de 2.000 anos foram descobertas na floresta amazônica. Os trabalhos de terra notáveis ​​mantiveram-se por muito tempo escondidos por árvores - mas o desmatamento nos últimos anos descobriu mais de 450 geoglifos maciços. 


Embora pouco se saiba do seu propósito, parece que estes recintos foram esmagados quando usados ​​esporadicamente como locais de reunião ritual. As valas parecidas com o Stonehenge medem até cerca de 8.078 quilômetros quadrados (13.000 quilômetros quadrados) o estado do Acre, na Amazônia ocidental brasileira. De acordo com pesquisadores do Reino Unido e do Brasil, a descoberta sugere que a floresta tropical não é tão "intacta" como se pensava anteriormente. "O fato desses locais permanecerem escondidos durante séculos sob a floresta madura realmente desafia a idéia de que as florestas amazônicas são" ecossistemas virgens ", disse a Dra. Jennifer Watling, pesquisadora pós-doutora no Museu de Arqueologia e Arqueologia, Etnografia da Universidade de São Paulo. "Nós imediatamente queríamos saber se a área já era explorada quando os geoglifos da floresta foram construídos, e até que ponto afetou a paisagem para construir esses aterros". Os pesquisadores reconstruíram 6.000 anos de história da vegetação e do fogo em torno de dois dos locais geoglifos, revelando modificações por seres humanos antigos.

http://www.semprequestione.com/2017/04/stonehenge-da-amazonia-450-geoglifos.html

Veja:

Malásia - Criatura estranha é Capturada em Fotografia após acidente fatal de ônibus!!

Aparição de um ser estranho; Ele foi visto depois que uma equipe de notícias viu as fotografias de um acidente de ônibus fatal na Malásia. Quando o fotógrafo voltou para ver as fotos eles notaram uma imagem fantasmagórica sob a ponte, o rosto sinistro parece sorrir.Assista o vídeo e tire suas próprias conclusões.
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                                                 Veja o Vídeo Abaixo:


                                         Fonte:UFOmania - The truth is out there

Jovem desaparecido deixou 'chave' para decifrar livros criptografados, diz família

Bruno Borges, de 24 anos, está desaparecido desde o último dia 27 de março em Rio Branco. Estudante deixou 14 livros escritos à mão e criptografados.
Junto com os 14 livros criptografados deixados no quarto, o estudante de psicologia Bruno Borges, de 24 anos, desaparecido desde o último dia 27 de março, também deixou as "chaves" que servem como guia para a decodificação. De acordo com a família, os escritos foram feitos com a utilização de pelo menos quatro códigos diferentes.
Além dos livros, Bruno Borges também deixou as chaves para guiarem a decodificação
 (Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre)

A investigação do caso é feita pela Polícia Civil do Acre de maneira sigilosa. Ao G1, o coordenador da Delegacia de Investigação Criminal (DIC), delegado Fabrizzio Sobreira, afirmou que todas as possibilidades estão sendo consideradas para apurar o paradeiro do acreano.
Alguns dos livros do estudante foram escritos à mão em apostilas e outros espalhados - de forma organizada e totalmente simétrica - nas paredes, teto e chão do quarto. Além do material, também foi colocado no cômodo uma estátua do filósofo italiano Giordano Bruno (1548-1600), por quem tem grande admiração, orçada em R$ 7 mil.
A irmã mais velha de Bruno, a empresária Gabriela Borges, de 28 anos, explica que as chaves estavam em uma pasta em um lugar visível. "Não estava em difícil acesso, ele não deixou muita coisa no quarto, além do que foi feito. Só não encontrei uma das criptografias, mas a maioria está lá", conta.
Até o momento, os familiares conseguiram decifrar pouco conteúdo. "Algumas coisas já conseguimos traduzir, mas é muito conteúdo. Alguém que fosse especializado talvez pudesse tentar fazer de uma forma mais rápida, mas tem muita gente nos procurando e estamos com dificuldade de distinguir quem realmente entende e quem é curioso", fala a irmã.
Chaves devem guiar a decodificação dos 14 livros (Foto: Reprodução/Rede Amazônia Acre)

Gabriela cita um pouco sobre o que já foi traduzido. Um dos livros, conforme ela, chama-se "A teoria da absorção do conhecimento". "Tem um que fala sobre a busca da verdade absoluta. Não temos nenhum texto completo. Acreditamos que vai aparecer alguém que sintamos essa confiança. Não queremos divulgar imagens para as pessoas tentarem decifrar", acrescenta.
Sobre a procura por Bruno, a irmã diz que as informações policiais são sigilosas até mesmo para a família. "A polícia nos fala que continuam procurando. Todos os dias temos falado com o delegado. Eles não divulgam o que estão fazendo, porque dizem que pode atrapalhar o rumo das investigações", ressalta.
Alguns dos livros foram escritos nas paredes, teto e chão do quarto 
(Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre)

Desaparecimento
A última vez que os parentes viram Bruno foi durante o almoço de família, na segunda (27). O jovem voltou para casa e todos - mãe, pai e os outros dois irmãos - seguiram o dia normal de trabalho. Mais tarde, o pai de Bruno, o empresário Athos Borges, retornou à residência da família e percebeu que o filho não estava.
"Fui a última pessoa a ver Bruno. Deixei ele na esquina de casa e fui embora. Ele falou 'até mais pai' e não tivemos mais notícia. Eu entrei no quarto e não vi a cama, não vi nada, só vi aquilo tudo. Naquele momento, vi que o Bruno tinha ido embora", contou.
No Facebook de Bruno Borges, internautas falam de semelhança com Giordano Bruno 
(Foto: Divulgação/Facebook)

As modificações no quarto, de acordo com a mãe, a psicóloga Denise Borges, foram feitas durante 22 dias, período em que ela e o marido estavam viajando de férias. O acreano ficou em casa com o irmão gêmeo Rodrigo Borges e Gabriela, irmã mais velha. Durante todo o período, os irmãos perceberam que a porta do quarto permanecia sempre trancada.
"Ele falava que era o projeto dele e disse que iria me contar o que era em duas semanas. As pessoas falam: 'por que você não foi lá e abriu aquela porta?'. As pessoas têm que entender que não se tratava de uma criança. Ele é um adulto e tem a privacidade dele. Me incomodava, mas eu não podia arrombar a porta", afirmou Gabriela.
Obras fazem parte de um projeto, diz a família  (Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre)

Denise comenta que o filho havia falado, há bastante tempo, de um projeto em que estava trabalhando e para o qual precisaria de dinheiro. Em resposta, ela falou que patrocinaria se soubesse de que se tratava, pedido que foi rejeitado. A mãe disse que Bruno iniciou a produção em 2013 e, há um ano, passou a se dedicar na finalização.
"Ele dizia que era secreto e não dei o dinheiro. Então, começou a procurar pessoas que acreditassem nele sem contar o que era o projeto. Só me falava que estava escrevendo 14 livros que iriam mudar a humanidade de uma forma boa. Ele me pediu um ano sem trabalhar para terminar e eu, orientada por um médico, deixei", disse.
O dinheiro para custear o projeto, R$ 20 mil, Bruno conseguiu com um primo, o médico oftalmologista Eduardo Veloso. A quantia foi transferida para a conta do jovem, mesmo sem saber dos detalhes.
"Na nossa primeira conversa, li umas 15 páginas do livro e, como gostei, falei que ajudaria. Durante uma conversa, percebi que ele tinha umas ideias que batiam, apesar de não me falar o que era o projeto em si, só me falou que era uma coisa inédita no mundo, que ninguém tinha feito isso e que ia ficar conhecido rapidamente", ressaltou.
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                                             Fonte:DR MISTERIO #DRM
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