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terça-feira, 3 de maio de 2016

Procurador-geral da República pede autorização do STF para investigar Dilma


Investigação formal começou
Está nas mãos de Teori Zavascki o pedido de abertura de inquérito para investigar a presidente Dilma Rousseff.

Lamentável: Suzana Herculano-Houzel deixa o Brasil e expõe problemas profundos da ciência no país

A neurocientista Suzana Herculano-Houzel é conhecida por descobrir quantos neurônios o cérebro humano realmente tem, e por um artigo 100% brasileiro na revista Science sobre a quantidade de dobras cerebrais nos mamíferos. Ela é uma das cientistas mais proeminentes do país; e em breve, ela deixará o Brasil.

Em um artigo na revista Piauí, Suzana explica os motivos de sua partida para os EUA: basicamente, ela cansou do descaso com que o governo trata a ciência – e tem duras críticas sobre o sistema de pesquisadores no país.

Um dos principais problemas no Brasil, claro, é a falta de dinheiro, especialmente durante a crise atual. A cientista explica que vários de seus projetos tiveram financiamento aprovado pela CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado Rio de Janeiro), só que o dinheiro jamais foi liberado de fato. “Se já era difícil fazer ciência de excelência com recursos escassos, com recursos inexistentes tornou-se impossível”, escreve Suzana.

Por isso, ela resolveu tirar dinheiro do próprio bolso, cerca de 25 mil reais. Quando isso não foi o bastante, ela recorreu ao crowdfunding e arrecadou R$ 113.201 para “garantir ao menos que meus alunos terminassem suas teses”. Para entender a penúria do financiamento científico, vale notar que esse valor é o dobro do que o CNPq se comprometeu a pagar ao laboratório de Suzana por três anos. O dinheiro acabou em cinco meses.

Essa situação não está restrita a apenas um laboratório. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) teve seu orçamento reduzido em quase 25% para R$ 3,3 bilhões – o menor dos últimos 12 anos, em valores corrigidos pela inflação. Por isso, o CNPq suspendeu a concessão de bolsas no exterior por tempo indeterminado; e a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) suspendeu o cadastramento de novos bolsistas e congelou 7.408 bolsas. A Faperj, por sua vez, sofreu corte de 50% nos recursos.

Em um artigo apenas para assinantes da Piauí, Suzana diz:

No Brasil, o financiamento é apenas o suficiente para dar ao governo números para encher a boca: já são mais de 10 mil novos doutores ao ano, dizem (sem completar a frase como deveriam – “com chances mínimas de conseguirem emprego como pesquisadores de fato”). Infelizmente, muitos apenas brincam de cientista fazendo “trabalhinhos” (palavra desses colegas, não minha) que replicam o que foi feito lá fora – o que permite aos alunos a experiência da iniciação científica, mas não a geração de conhecimento.

Salvo raras exceções, financiadas pela riqueza do estado de São Paulo ou por instituições privadas como o hospital paulista Albert Einstein ou o Instituto D’Or, no Rio, a ciência no Brasil é apenas suficiente para criarmos jovens minimamente preparados para manter vivo o espírito científico e transferir conhecimento para as próximas gerações, na esperança de que um dia elas possam ter recursos para desabrochar e finalmente competir de igual para igual com os estrangeiros – porque competência, vontade e capacidade de inovação não nos faltam; só faltam condições.

Um problema estrutural
Até então, Suzana trabalhava na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Nos próximos dias, ela embarca para Nashville, no Tennessee, onde será professora dos departamentos de Psicologia e Ciências Biológicas da Universidade Vanderbilt.

Ela explica que, se comparado aos EUA, há um problema mais profundo na ciência brasileira: uma hierarquia que não estimula bons pesquisadores. Como as universidades seguem a lógica do funcionalismo público, diz Suzana, um cientista que produz vários estudos e traz bastante financiamento ou reconhecimento público vai ganhar o mesmo salário de colegas “que fazem o mínimo necessário para não chamar a atenção”. É a isonomia em vez da meritocracia.

Também há outra questão: a estabilidade de emprego. Professores recém-concursados em universidades públicas têm estabilidade garantida após três anos, retirando boa parte do incentivo a pesquisas mais ambiciosas. Nos EUA, pesquisadores são contratados por períodos renováveis de cinco anos, e precisam tomar cuidado ao solicitar estabilidade (ou tenure): “não há segunda chance; quando um professor pede tenure numa universidade e não recebe, deve buscar emprego em outro lugar”, explica Suzana.

Essa cultura também tem seus lados negativos, impulsionando o “publique ou morra” – pressão em pesquisadores para publicarem cada vez mais estudos, reduzindo a qualidade deles e o tempo dedicado ao ensino dos alunos. Por outro lado, ela incentiva a criação de centros de excelência, e também a mobilidade entre instituições – no Brasil, o professor não tem incentivo de migrar de universidade pública, pois ganhará o mesmo salário.

Pior: “propostas de criação de centros de excelência são taxadas de ‘elitistas’ – como se almejar ter pesquisa de primeiro nível fosse deplorável”, diz Suzana. “Aqui não se enxerga que o caminho para a soberania nacional e uma melhor qualidade de vida em qualquer país é a geração de conhecimento e o consequente desenvolvimento e independência tecnológica e cultural.”

Suzana finaliza lamentando que as perspectivas para a ciência no Brasil são sombrias, “sufocando na mão de um governo que a considera supérflua enquanto ainda houver miséria”.

[Piauí]

Foto por TED Conference/Flickr

FONTE: GIZMODO BRASIL

Via: http://ufos-wilson.blogspot.com.br/2016/05/lamentavel-suzana-herculano-houzel.html

Especialistas revelam 5 Sinais que te mostram se teu ente querido que faleceu está contigo

Estes são os sinais que um ente querido que morreu ainda está contigo:
Perder alguém querido é das coisas mais difíceis que nos podem acontecer, e por isso as pessoas que morrem ficam ao lado dos seus entes queridos durante algum tempo pois querem confortá-los e cuidar deles.
Podes cheirá-los

Quando um espírito está próximo, tem várias maneiras de se manifestar. O mais comum é através do cheiro, pois o cheiro é a maior ligação com os outros. Pode ser tabaco, perfume ou mesmo o cheiro da sua comida favorita.

Aparecem nos teus sonhos

Esta é uma das formas mais comuns dos espíritos comunicarem connosco porque o nosso subconsciente encontra-se mais aberto ao mundo espiritual. Muitas vezes, estes sonhos são demasiado reais para ser um sonho, por isso deves ter cuidado e tentar perceber o que significam pois podem tratar-se de uma mensagem do além.

Perdes objetos teus

Pode parecer absurdo mas alguns seres do além gostam de brincar connosco, então decidem mover algumas das nossas coisas para gastarmos tempo a procura-las. Se perderes muito tempo, diverte-te apenas e ri!

Tens pensamentos estranhos

Se por vezes tens monólogos internos que não sentes como teus, pode ser alguém que te está a tentar comunicar contigo e proteger-te, portanto presta atenção.

Sinais no funeral

Segundo James Van Praagh, um especialista, os espíritos vão aos funerais e caminham por lá para tentar acalmar os outros e transmitir-lhes que está tudo bem. Geralmente, isto não é sentido pelas pessoas que estão de luto. 

Se estás a passar por uma situação parecida, ou conhece amigo ou familiar que tem a mesma sensação, compartilha esse artigo com eles!

Via: http://www.semprequestione.com/2016/05/especialistas-revelam-5-sinais-que-te.html#.VylHnoSDGko

Veja também: Homem perde pulso por 45 minutos e acorda com íncrivel visão da vida após a morte

Magno Malta cala ex-presidente da OAB na Comissão do Impeachment


Janot denuncia Lula e pede investigação contra Aécio e Cunha: Entenda o que há contra cada um

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Quase 50 dias após a homologação da delação premiada do senador Delcídio do Amaral (ex-PT-MS), Rodrigo Janot, procurador-geral da República, deu início à entrega dos pedidos de abertura de inquérito contra políticos implicados pelo parlamentar.
E, na noite desta terça, segundo a imprensa, Janot ofereceu denúncia contra Luiz Inácio Lula da Silva ao STF - se a denúncia for aceita, o ex-presidente viraria réu.
Como esses personagens têm foro privilegiado – são congressistas e ministros –, o Ministério Público precisa pedir ao Supremo Tribunal Federal autorização para investigá-los. Isso, porém, não significa que eles sejam considerados culpados, mas sim que Janot viu indícios de crimes e acredita ser necessário apurar melhor as acusações.
A lista parcial inclui o ministro petista Edinho Silva (Comunicação Social), o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o senador Aécio Neves (PSDB-MG), um dos principais líderes da oposição, o deputado Marco Maia (PT-RS) e o ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Vital do Rego, que até pouco tempo era senador pelo PMDB.

ATENÇÃO PARA O GOLPE!!! Bandidos disfarçados de agentes de saúde assaltam residências, em Diadema, na Grande São Paulo.


PGR pede para incluir Lula e cúpulas do PT e PMDB em inquérito sobre quadrilha do petrolão

O procurador-geral da República Rodrigo Janot pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, diversos políticos do PT e do PMDB, além de ministros de Estado, empresários e o atual chefe de gabinete da presidente Dilma, Jaques Wagner, passem a integrar o inquérito que investiga a atuação de uma quadrilha no mega esquema de corrupção instalado na Petrobras - o chamado 'quadrilhão'. Segundo o Ministério Público Federal, as investigações da Operação Lava Jato reuniram informações sobre 31 pessoas e que escancaram a "atuação da organização criminosa de forma verticalizada", com dois flancos principais de articulação tanto dentro do PT quanto do PMDB. As evidências foram colhidas, entre outros, na compartilhamento de provas sobre investigações já em tramitação contra o presidente da Câmara Eduardo Cunha, nos grampos em que o ex-presidente aparece em conversas pouco republicanas com a presidente Dilma Rousseff, por exemplo, e em delações premiadas como as do senador Delcídio do Amaral e do ex-presidente da construtora Andrade Gutierrez Otávio Marques de Azevedo.
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