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quarta-feira, 23 de março de 2016

SÃO PAULO REGISTRA 157 CASOS DE H1N1 NOS TRÊS PRIMEIROS MESES DO ANO

O número de casos registrados de H1N1 no Estado de São Paulo durante os três primeiros meses de 2016 já é superior ao que foi contabilizado em todo o país, durante todo o ano passado. Até agora, foram identificados no Estado 157 pacientes com a infecção pelo vírus. Durante os doze meses de 2015, foram contabilizados 141 casos em todos os Estados do país.

O número de mortes também surpreende. Até agora, foram identificados 30 óbitos no Brasil - nos 12 meses de 2015, foram 30. "Há de fato um aumento de casos da infecção, sobretudo no centro-oeste paulista", afirmou o diretor de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch. "Por enquanto, no entanto, não é uma situação de alerta. Estamos acompanhando a situação em todos os Estados", observou.

O número de casos em São Paulo é muito superior ao que foi identificado em outros Estados. Santa Catarina até o momento contabilizou 10 infecções, o mesmo número que a Bahia. Minas Gerais teve três registros, enquanto Rio de Janeiro e Pernambuco contabilizaram dois casos, cada um. Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, tiveram também o mesmo número de registros: 1 caso.

Depois de ser identificado e de provocar uma pandemia em 2009, o H1N1 nunca mais saiu de cena. Ele continua presente em vários países do mundo. Justamente por isso, ele sempre é incluído na fórmula da vacina contra gripe, preparada com as cepas mais frequentes em determinadas regiões.

A vacina deste ano contra gripe deverá mais uma vez incluir o H1N1. O imunizante, no entanto, ainda não está disponível. "Justamente por ser feita com as cepas que mais circulam nos meses anteriores, a vacina é feita sempre numa corrida contra o relógio", conta Maierovitch.

O imunizante que será usado no país levará em sua composição as cepas que mais circularam no hemisfério norte. "Não há perspectivas de o produto ficar pronto antes de abril", disse.

Maierovitch afirma haver uma tendência de se tentar, todos os anos, antecipar a vacinação. "Mas não há como isso ser feito. É preciso se aguardar o preparo do imunizante." Não há ainda uma explicação para São Paulo apresentar um aumento de casos, sobretudo nos primeiros meses do ano. Tradicionalmente, o aumento de casos começa nos meses do outono.

O diretor descartou a ligação entre o aumento de casos e a redução da cobertura vacinal. De acordo com ele, as vacinas contra gripe geram uma imunidade que varia entre seis meses e um ano. "Teoricamente, parte das pessoas que se vacinaram já podem estar agora suscetíveis."

Via: UOL

Suruba Institucional e judicialização da politicagem

2a Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

É preciso colocar um ponto final, urgentemente, na suruba institucional brasileira, agravada pela judicialização da politicagem promovida pelo regime nazicomunopetralha. O plenário do Supremo Tribunal Federal terá a grande chance de colaborar com este processo de limpeza das instituições, na sessão da semana que vem que apreciará o caso Lula. Se o STF ceder aos caprichos e pressões da petelândia, que levanta uma tese absurda de golpe, enquanto ensaia um novo golpe, o Brasil entrará em profundo colapso político e econômico.

Vale repetir por 13 x 13, até que os mais imbecis consigam entender: Está muito caro este raio de suruba institucional, em ritmo de ruptura violenta ou conchavo canalha de sempre. O desastre nacional já contabiliza 277 indústrias fechadas em 2015, milhões de desempregados, recessão, inflação e aumento do custo de vida, enquanto o desgoverno do crime só pensa em aumentar impostos para sustentar as sacanagens. As pessoas de bem não aguentam mais! Os "deuses" do STF deveriam saber disto...

Os poderes republicanos têm batido cabeça. Precisam parar com isto. A começar pelo Judiciário. Os magistrados, sobretudo os deuses do Supremo, estão mais legislando que aplicando a lei com clareza constitucional. Muita gente se lembra da provocação do ministro aposentado e poeta Eros Grau, que certa feita proclamou, com fina ironia: "Se o juiz quiser legislar, deve candidatar-se a atravessar a Praça dos Três Poderes". Seria até conveniente complementar a observação de Grau, com a lembrança de que os políticos, mal ou bem, podem ser substituídos pelo voto popular. Os supremos magistrados, não...

Os holofotes agora se voltam para a decisão de Teori Zavascki, aparentemente favorável a Lula, livrando-o, momentaneamente, do juiz Sérgio Moro (inimigo número 1 da Petelândia). A situação é muito feia, como me lembra o advogado Welinton Reis. Se deixar o processo do Lula com Moro, ele poderá decidir pela prisão do ex-Presidente, e o País pega fogo. Se o Moro não prender, perante a opinião pública anti-petista, pode perder a moral. Se deixar o Ptitanic seguir em frente, com dezenas de recursos contra a posse de Lula na Casa Civil, o STF pode ficar desmoralizado e dividido, considerando que a decisão de Gilmar Mendes tenha sido política. Assim, aparentemente, Teori agiu com prudência, para que o plenário do STF tome a decisão.

A guerra midiática se aprofunda com lembranças providenciais. Em 2010, quando estava no Superior Tribunal de Justiça, Teori Zavascki votou contra o pedido de prisão do então governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda. Também rejeitou recurso do Ministério Público contra o ex-ministro da Casa Civil (sempre ela!) Antônio Palocci, pelos problemas que ele teve nos tempos da Prefeitura de Ribeirão Preto. Ou seja, se ele votar a favor de Lula não será nenhuma surpresa histórica...

Enquanto nada se resolve, ou tudo tende a ficar do mesmo jeito, precisamos nos mobilizar a protestar. É urgente debater o funcionamento do judiciário e do ministério público no País das injustiças, da impunidade, do rigor seletivo e das jagunçagens promovidas pelas variadas pelas variadas "gestapos" estatais. Precisamos discutir a implantação da Democracia verdadeira, a segurança do Direito, no Brasil. Do contrário, a suruba institucional só vai ganhar mais adeptos...

O jogo promete ficar bem divertido... Ainda mais com a "colaboração" da Odebrecht. A listinha de mais de 200 políticos beneficiados pela grana da empresa, em diversos negócios públicos, vai alimentar a "guerra do fim dos imundos", de todos contra todos. O País inteiro ficará sabendo parte do que se passa nos bastidores econômicos da politicagem. Atacar a demagogia e a corrupção será fundamental para a construção de Democracia.

Releia a primeira edição desta quarta: Suruba Institucional: Dilma parte para judicialização da politicagem, e STF começa a salvar Lula do Moro  

Releia a segunda edição de ontem: A Cadeia da Legalidade e a Legalidade da Cadeia: Lula e Dilma desafiam espírito de corpo do Judiciário


Faca de dois legumes

Do jornalista Merval Pereira, uma advertência para Dilma:


"A reclamação da AGU no STF a respeito das gravações da conversa entre o ex-presidente Lula e a presidente Dilma pode ter sido um tiro no pé para ela. O ministro Teori Zavascki vai mandar para a PGR todos os audios e o procurador-geral vai dizer se houve ilegalidade por parte do juiz Moro ou se houve um crime constatado no áudio. O procurador pode pedir uma punição administrativa contra o juiz, mas pode também abrir um processo contra a presidente Dilma por obstrução da justiça".



Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 

A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 23 de Março de 2016.

http://www.alertatotal.net/2016/03/suruba-institucional-e-judicializacao.html

Delação de Delcídio só comfirma envolvimento de Dilma e Lula na corrupção da petrobrás.


Cachorros e alguns primatas podem ver campos magnéticos, sugere estudo

Alguns animais têm um sentido adicional que os ajuda a detectar campos magnéticos, algo chamado de “magnetorrecepção”. E cientistas europeus descobriram que a molécula responsável por isto também pode ser encontrada nos olhos de cachorros e de alguns primatas, sugerindo que eles são capazes de ver campos magnéticos.

Existe um tipo especial de proteína que permite a certos animais – como aves, insetos, peixes e répteis – regular o “relógio biológico” (ritmo circadiano) e também detectar campos magnéticos, percebendo sua direção, altitude e localização. Essas moléculas sensíveis à luz se chamam “criptocromos”.

Humanos são incapazes de ter esse tipo de percepção, mas alguns mamíferos – como morcegos, toupeiras e ratos – parecem ter essa capacidade; no entanto, a extensão disso ainda é desconhecida.

No primeiro estudo do tipo, pesquisadores do Instituto Max Planck e várias outras instituições investigaram a presença de uma versão desta molécula (chamada criptocromo 1) em retinas de 90 espécies de mamíferos.


Imagens da camada do fotorreceptor nas retinas de cachorros e orangotangos. O criptocromo 1 (Cry 1) pode ser visto na imunofluorescência verde. Crédito: Christine Niessner et al., 2016/Nature Scientific Reports

Eles acharam esta molécula em cones sensíveis à cor azul de carnívoros como cachorros, lobos, ursos, raposas e texugos, mas não a encontraram nos olhos de gatos, leões e tigres (felinos têm uma forma diferente de olhar o mundo).

Entre os primatas, foi descoberta a presença do criptocromo 1 em orangotangos, macacos Rhesus e macacos-cinomolgos. Os detalhes foram publicados na Nature Scientific Reports.

Embora seja considerada uma espécie de sexto sentido, a magnetorrecepção é ligada ao sistema de visão dos animais. Os campos magnéticos ativam o criptocromo 1 na retina, ajudando os animais a verem como a inclinação dos campos se alinham com a superfície da Terra.

Como o criptocromo 1 ativo está na parte sensível à luz das células cones dos mamíferos, os pesquisadores suspeitam que isso auxilia na magnetorecepção, e não no ritmo circadiano ou na visão em si.

Ainda não sabemos como cachorros e primatas usam a magnetorecepção, mas as raposas podem dar uma pista: ao caçar, elas têm mais sucesso ao pegar ratos quando eles vão na direção norte. Para os primatas, isto pode ajudá-los com a orientação corporal, ou pode ser um vestígio evolucionário que não é usado.

O próximo passo será provar se esses mamíferos estão influenciando o poder do criptocromo 1, ou se as moléculas estão agindo de outras formas na retina.

[Nature Scientific Reports]

FONTE: GIZMODO BRASIL


Via: http://ufos-wilson.blogspot.com.br/2016/03/alguns-animais-tem-um-sentido-adicional.html

Atolada no Petrolão, Gleisi parte para o sacrilégio e cita Cristo para defender Dilma, o PT e os “pixulecos”

A falta de bom senso e a ausência de compostura da senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR) descambou agora para o desrespeito religioso. Acusada de corrupção por cinco delatores da Operação Lava-Jato e atolada na Operação Pixuleco II, Gleisi resolveu citar Cristo para defender Lula, Dilma, o PT e o “direito sagrado” dos políticos petistas de embolsarem seus “pixulecos”.
Gleisi subiu à tribuna do Senado e, visivelmente transtornada, bradou uma passagem da Bíblia (João 8:1-11), em que Cristo impede uma mulher, apanhada em flagrante de adultério, que está prestes a ser morta a pedradas. Na versão sacrílega de Gleisi, a passagem serviria também para defender os amantes dos “pixulecos”. Afinal, ninguém poderia “atirar a primeira pedra”, porque, no fundo, todos estariam em pecado.
Alvo de tantos inquéritos e prestes a sofrer as consequências legais de seus atos, Gleisi e o PT não tentam mais provar que são inocentes. Contentam-se com a possibilidade esmaecida de tentar provar que todos são tão corruptos quanto os petistas.

"Quanto mais sabemos sobre o zika, as coisas parecem piores"

Afirmação é da diretora-geral da OMS, Margaret Chain; em menos de um ano, estado do vírus passou de "curiosidade médica para doença com sérios impactos na saúde pública"; zika circula por 38 países.
Jovem brasileira de 15 anos segura bebê com microcefalia. Foto: Unicef/Ueslei Marcelino
Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.
A diretora da Organização Mundial da Saúde, OMS, afirmou que em menos de um ano, o estado do zika vírus passou de "mera curiosidade médica para uma doença com sérios impactos na saúde pública".
Margaret Chan declarou que "quanto mais se sabe sobre o zika, as coisas parecem piores". Ela concedeu uma coletiva de impensa na tarde de terça-feira, hora local em Genebra.
Crise Severa
Chan agradeceu aos países e aos cientistas que trabalham coletando evidências sobre o vírus, que está circulando em 38 nações e territórios. A diretora da OMS explicou não ser possível prever se o vírus irá para outros locais do mundo e causar má formações em fetos ou desordens neurológicas em pacientes infectados.
Mas Margaret Chan foi clara: "se essa tendência for confirmada além da América Latina e do Caribe, o mundo enfrentará uma crise severa de saúde pública".
Segundo a OMS, o mundo soube do zika quando o Brasil confirmou em maio do ano passado um "surto misterioso de milhares de casos" de pessoas com o vírus. Em outubro, o país reportou um "aumento raro do número de recém-nascidos com microcefalia".
A chefe da OMS disse que os cientistas ficaram surpresos com a possibilidade da picada de um mosquito estar ligada à severa má formação fetal, fato que também deixou o público alarmado.
Brasil
A associação do zika com a síndrome de Guillain-Barré fez com que o grupo de risco se expandisse além das mulheres e dos bebês. Margaret Chan lembrou ainda que já foi confirmada a transmissão do vírus durante relações sexuais.
Brasil e Panamá já reportaram casos de microcefalia, enquanto a Colômbia está investigando a possível ligação de bebês com microcefalia e o zika vírus. Em outros países, o vírus ainda não circulou por tempo suficiente para que as gestações se completem.  Na África, uma equipe da OMS está em Cabo Verde investigando o primeiro relato de microcefalia.

Impeachment sem provas tem "outro nome", diz Renan Calheiros

O presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) sinalizou neste terça-feira (22) ser contra a saída da legenda da bancada de apoio do governo. Após se reunir com os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, que se encontra em Brasília desde segunda-feira para mobilizar aliados e tentar evitar o impeachment, e José Sarney, Renan afirmou que a aprovação do impeachment de um presidente sem "a caracterização do crime de responsabilidade" não pode ser chamado de impeachment mas sim por um outro nome e que nenhum Poder pode querer "grilar" a função de outro Poder, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo.

Impeachment pode eventualmente implicar suspensão do Mercosul, diz chanceler

Bloco pretende divulgar "o mais rápido possível" nota de apoio institucional ao governo brasileiro

Em caso de impeachment de Dilma, chanceler argentina diz que "poderia existir" desvinculação temporária do Brasil do Mercosul (Wilson Dias/Agência Brasil)


BUENOS AIRES - A chanceler argentina, Susana Malcorra, afirmou na tarde desta segunda-feira (21) que o Mercosul pretende divulgar "o mais rápido possível" uma nota de apoio institucional ao governo brasileiro. Questionada se o bloco cogita suspender o País em caso de impeachment da presidente Dilma Rousseff, a ministra de Mauricio Macri respondeu que "poderia existir" uma desvinculação temporária, mas salientou que essa hipótese "ainda" não foi discutida com outros chanceleres. Uma reunião de emergência entre chanceleres está sendo organizada para tratar da crise brasileira.

"Há uma cláusula democrática no Mercosul e é preciso ver se algum dos requisitos existe e pode ser aplicado. Não estou segura de - e não discutimos ainda - quais seriam as condições. Não está, agora, em nossa agenda que se aplique uma desvinculação temporária de Brasil do Mercosul, mas poderia eventualmente existir", disse Malcorra.

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Em 2012, o Congresso paraguaio destituiu em menos de 48 horas Fernando Lugo, razão pela qual o país foi punido com a suspensão, que só pode ser aplicada com voto unânime dos sócios. A equipe de política externa do macrismo, na época oposição a Cristina Kirchner, considerou válido o processo e criticou o castigo. No ano passado, Macri ameaçou pedir o uso contra a Venezuela da mesma cláusula democrática, que pune nações que saem da normalidade institucional. O argentino exigia a libertação de presos políticos por Caracas. A Argentina recuou depois que uma vitória da oposição venezuelana na eleição parlamentar, em 6 de dezembro, foi reconhecida pelo presidente Nicolás Maduro.

"É preciso ser muito cuidadoso porque a situação institucional está em um ponto de grande fragilidade. O presidente (Macri) disse publicamente que apoia a presidente que foi eleita democraticamente e não pode haver nenhuma forma de mudança que não seja a institucional e democrática", sustentou Malcorra. Diante do argumento de que a oposição e parte da sociedade brasileira consideram institucional uma mudança de governo por meio do Parlamento, Malcorra reconheceu a complexidade da situação. "É complexo porque há muitas contradições e opiniões nisso tudo. Nossa mensagem é 'não se pode fazer nada contra o que as instituições democráticas e a Constituição estabelecem'", acrescentou.

Vizinhos

Os líderes de vizinhos do Brasil não unificaram posição sobre o tema. O uruguaio Tabaré Vázquez, que preside a União de Nações Sul-Americanas (Unasul), o boliviano Evo Morales e o equatoriano Rafael Correa foram os mais enfáticos defensores da permanência de Dilma no cargo, em declarações dadas no fim da semana passada. O uruguaio quer que a Unasul emita um comunicado favorável à presidente. Evo pressiona por uma manifestação mais forte: a convocação de uma reunião de emergência no Brasil para "evitar qualquer golpe do Congresso ou judicial". A reação do Paraguai e da Argentina tinha sido a mais discreta. Malcorra rejeitou em entrevista à Rádio Belgrano na semana passada a insinuação de que seu país tenha dado um apoio frio a Dilma.

Uma punição efetiva do Brasil no Mercosul em razão de um processo de impeachment seria improvável porque o atual governo paraguaio considera normal a deposição pela qual passou Lugo e tende a adotar a mesma linha. No ano passado, a chancelaria paraguaia reclamou formalmente do uso por Dilma em uma entrevista da expressão "golpe paraguaio", por não considerar que tenha havido um golpe em 2012. Uma ameaça de suspensão, entretanto, poderia ser usada pelos integrantes do bloco como forma de pressão para interferir no processo brasileiro.

A reunião entre chanceleres do Mercosul mencionada por Malcorra não deve produzir resultado no curto prazo. Segundo a diplomacia paraguaia, o chanceler Eladio Loizaga chegaria às 3 horas desta terça-feira, 22, a Tóquio. O encontro deve ser feito por videoconferência.

Macri

No domingo, 20, o presidente argentino foi questionado sobre a crise brasileira em três entrevistas publicadas pelos jornais Clarín, La Nación e Perfil em razão de seus 100 dias de governo. O ocupante da Casa Rosada foi assertivo ao citar como exemplo a Justiça brasileira, em razão da condenação de empresários acusados de corrupção na Operação Lava Jato.

"Gostaria muito que pudéssemos caminhar para um processo de transparência, gerar definitivamente a consciência de que as leis estão para serem cumpridas. Acho que o Brasil deu esse passo", afirmou ao Perfil. Macri opinava sobre a condenação de Marcelo Odebrecht, citado na reportagem como "dono da maior construtora do País, equivalente ao que foi o grupo Macri nos anos 80". "Falta que nossa Justiça atue de forma independente e com celeridade", complementou o presidente argentino, filho de um dos maiores empresários e empreiteiros do país, Franco Macri.

Ao Clarín, Macri se disse preocupado pelo processo de impeachment aberto contra a presidente Dilma. Questionado se no Brasil haveria a oposição entre populismo e institucionalidade que ele diagnosticou na Argentina, foi seco: "Não quero opinar sobre isso". "Brasil é um povo muito querido para mim e para a maioria do povo argentino. É nosso principal sócio e claramente esta crise econômica e política nos afeta. Mas tenho que respeitar a política interna de outro país", declarou.

Ao jornal La Nación, Macri afirmou ser dos poucos argentinos que torce pelo Brasil quando seu país é eliminado em um Mundial de futebol. "São nossos irmãos, têm uma energia muito bonita, de muito otimismo, e dói vê-los assim, tão pessimistas e paralisados nessa discussão política. Espero que se resolva logo."</

FONTE:

OAB-SP declara ‘repúdio’ à nomeação de Eugênio Aragão para Ministério da Justiça

A Ordem dos Advogados do Brasil, seccional de São Paulo, manifestou ‘repúdio’ à nomeação do subprocurador-geral da República Eugênio Aragão para o cargo de ministro da Justiça. A Corte máxima entendeu que a Constituição proibiu o deslocamento para cargos no Executivo de promotores e procuradores que ingressaram no Ministério Público após 1988. No entanto, o presidente da seccional paulista da Ordem, Marcos da Costa, aponta para duas situações que, em sua avaliação, justificam sua manifestação. O novo ministro foi o responsável por falar em nome do Ministério Público Eleitoral junto ao Tribunal Superior Eleitoral, ‘sendo de sua competência a análise das contas de campanha da presidente da República’. O presidente citou ainda o maior empreiteiro do país, preso desde junho de 2015 na Operação Lava Jato. “Não bastasse isso, (Aragão) oficiou também em nome do Ministério Público Federal, perante o Supremo Tribunal Federal em pelo menos uma situação ligada à operação que está abalando os alicerces da República brasileira, chamada Lava Jato, no caso de Marcelo Odebrecht, conhecendo, assim, detalhes que talvez nem mesmo o público em geral conheça”, afirmou o presidente da OAB-SP. 

Argentina: Héctor Giuliano expõe a armadilha da dívida perpétua com os fundos abutre

O especialista argentino em dívida pública, Héctor Giuliano, expõe suas observações e críticas aoacordo com os fundos abutre no Senado, antes de sua aprovação, na segunda-feira 21 de março de 2016. Vídeo obrigatório para entender como governos corruptos colocam nações em dívida perpétua (usura) com os mega especuladores e banca sionista internacional.



O objetivo deste endividamento criminoso na argentina, promovido por Mauricio Macri e sua gangue sionista, é entregar parte do território argentino, a Patagônia, como pagamento dos juros da dívida.
O mesmo está sendo preparado para o Brasil e o “pacote bomba” inclui a entrega do pré-sal, privatização de tudo que for estatal, aumento da dívida pública com a banca Rothschild e a transferência do poder público, o próprio Estado, para as mãos privadas. Se o governo atual não transferir o Estado para o controle privado, será derrubado e em seu lugar assumirá um regime privatizador cujos Ministros serão formados por CEO’s. Uma vez que o Estado passa a ser controlado diretamente pelos bancos e corporações, poderão abolir as eleições e inserir o país em um Governo Mundial centralizado e privado.
Precisam de um “Macri” no Brasil para cumprir esta missão.

Todos os Ministros nomeados por Mauricio Macri na Argentina são CEO’s (Chief Executive Officer) de bancos e multinacionais ou estão relacionados com Think Tanks e organizações globalistas.

Existem diversos livros que explicam como funciona este esquema de dominação e usurpação da banca internacional, um deles é o “Colonialismo Financeiro – vampiros e abutres” de Adrián Salbuchi.
Ou se governa para o povo ou para os usureiros internacionais, não é possível estar com os dois. Chegou a hora dos povos, como já disse o ex-presidente argentino, Juan Domingo Perón, em seu ensaio político de 1968: “La Hora de los Pueblos
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