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terça-feira, 15 de março de 2016

Mercadante Incrimina Dilma. Ela Planeja Golpe com Lula


O passo a passo das articulações para o Golpe do PT, os detalhes da reunião entre Lula e Dilma Rousseff e o impacto da gravação que incrimina Mercadante e Dilma. Segue a análise das notícias do dia feita ao vivo. Compartilhem pra valer, pessoal e assine meu canal! #VejaJoice

URGENTE!!! ÁUDIO que DERRUBOU DILMA ROUSSEFF


EXCLUSIVO: governo tentou comprar o silêncio de Delcídio do Amaral

O senador Delcídio do Amaral cumpria uma jornada dupla quando era líder do governo. Em público, presidia a poderosa Comissão de Assuntos Econômicos do Senado e negociava a aprovação das medidas de ajuste fiscal consideradas prioritárias pela presidente Dilma. Nos bastidores, era peça-chave na estratégia destinada a impedir que a Operação Lava Jato descobrisse a cadeia de comando do petrolão. Longe dos holofotes, Delcídio atuava como bombeiro. Conversava com empreiteiros, funcionários da Petrobras e políticos acusados de participar do esquema de corrupção, anotava suas demandas e informações de bastidor e, depois, relatava-as em detalhes a Dilma e a Lula. Sua missão era antever dificuldades e propor soluções. Foi ele quem alertou a presidente de que a Odebrecht tinha feito pagamento no exterior ao marqueteiro João Santana por serviços prestados a campanhas presidenciais do PT. Foi ele quem falou para Lula que petistas estrelados estavam reclamando de abandono e falta de solidariedade. Aos dois chefes, Delcídio fazia o mesmo diagnóstico: "Enterramos nossos cadáveres em cova rasa. É um erro. Precisamos enterrá-los com dignidade".

Dilma participou da indicação de Nestor Cerveró para BR Distribuidora, afirma Delcídio

Depois da desastrada compra da refinaria de Pasadena, no Texas, empreendimento que resultou em prejuízo de quase 800 milhões de dólares à Petrobras, a hoje presidente e então ministra da Casa Civil Dilma Rousseff participou das conversas para alocar o ex-diretor da área internacional da petroleira, Nestor Cerveró, na BR Distribuidora. As revelações constam de acordo de delação premiada do senador Delcídio do Amaral e desmentem as afirmações da petista de que Cerveró não foi indicação sua e nem seria uma pessoa de sua relação.
Dilma já havia atribuído a Cerveró a autoria de um "parecer falho" que teria induzido o Conselho de Administração da Petrobras a aprovar a aquisição da unidade de refino no Texas. A petista sempre tentou se descolar do ex-dirigente, apontado pelo Ministério Público como um dos responsáveis pelo esquema de pagamento de propina a políticos do PMDB.

STF homologa delação premiada de Delcídio do Amaral

O ministro Teori Zavascki, relator dos processos do petrolão no Supremo Tribunal Federal (STF), homologou o acordo de delação premiada do ex-líder do governo no Senado Delcídio do Amaral (afastado do PT-MS). Entre as revelações feitas pelo senador nos depoimentos de colaboração com a justiça estão a de que a presidente Dilma Rousseff teria aparelhado o Poder Judiciário, com a nomeação do ministro Marcelo Navarro Ribeiro Dantas para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), para libertar empreiteiros enrolados no petrolão, e a de que a petista tinha completo conhecimento da inviabilidade e teria feito ingerência para a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.

JUIZ ITALIANO COMPARA OPERAÇÃO "MÃOS LIMPAS" E "LAVA-JATO" - POLIBIO BRAGA


Ameaças de morte elevam segurança em torno de Moro

Mesmo com a Operação Lava Jato já debruçada sobre políticos influentes e empresários poderosos, o juiz Sergio Moro sempre resistiu a qualquer mudança de rotina. Apesar dos alertas para cuidar da própria segurança, prosseguiu fazendo rigorosamente tudo o que fazia antes de assumir os processos e enfrentar a corrupção. Moro ia trabalhar de bicicleta. Frequentava restaurantes e shoppings de Curitiba e corria, sozinho, pelas ruas da cidade. Com o passar do tempo, aceitou fazer algumas concessões. Aposentou a bicicleta, passou a evitar programas familiares em lugares públicos e trocou o cooper ao ar livre pela esteira de uma academia. Mas nunca admitiu andar com escolta, embora estivesse no centro de uma atividade naturalmente fadada a despertar rancores. Por mais de uma vez, a Polícia Federal lhe ofereceu proteção. Sempre que ouvia a sugestão, o magistrado repetia uma pergunta: "Há alguma ameaça concreta?". Não havia, mas aparentemente agora há. Desde a semana passada, Moro está sob a proteção de uma equipe de agentes altamente treinados.
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