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sábado, 12 de março de 2016

Manuscrito de doleiro traz nome de Dilma ligado a valores, diz revista

Um bilhete escrito pelo doleiro Alberto Youssef de próprio punho, entregue à Polícia Federal em 2014, traz o nome da presidente Dilma Rousseff próximo de valores financeiros. O manuscrito traz a referência a Dilma como o segundo item abaixo do registro "1.000.000 Bsb" (um milhão Brasília). Ao lado do nome da presidente aparece o número 17, a palavra "viagem" e, ao que parece, um horário (16h30). No primeiro item, imediatamente abaixo do número, aparece o termo "novo embaixador".

SÉRGIO MORO E FAMÍLIA SÃO AMEAÇADOS DE MORTE

O problema é que a Operação Lava Jato está apenas no começo e já ameaça os interesses de gente muito poderosa. Sérgio Moro, membros de sua equipe e até mesmo familiares já sofreram ameaças de morte. A vida destes homens está em perigo e apenas uma mobilização maciça da sociedade poderá garantir não apenas sua segurança, mas que possam prosseguir com seus propósitos de livrar o país dos corruptos.
O  ex-delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz já havia denunciado no ano passado que o juiz Sergio Moro vinha recebendo telefonemas, ameaças e pressões. Ainda de acordo com o relatos, a mãe do juiz, que mora numa grande cidade do interior do Paraná, anda deprimida, reclusa em casa e só circula na rua sob escolta policial.

Chapecoenses protestam contra presidente Dilma neste sábado

Cartazes com as inscrições “Fora Dilma”, “Fora PT” e moradores com com roupas verde e amarelo, com a bandeira nacional em punho, tomaram as ruas do Centro de Chapecó, no Oeste, às 9h deste sábado (12). Conforme informações da Polícia Militar, até as 11h, eram cerca de 5 mil pessoas, já os organizadores da manifestação informaram que eram de 25 a 30 mil participantes. 


Eles são do movimento Chapecó e o Brasil Contra a Corrupção que reuniu representantes de entidades e moradores para protestar contra a “conjugação das crises econômica e política que ameaça o futuro da República brasileira”, como afirmaram em nota. 




Os participantes do evento saíram também divulgando apoio ao juiz Sergio Moro que conduz os processos da Lava Jato, a operação que investiga esquemas de corrupção da Petrobrás. 

Em carreata, máquinas agrícolas também carregaram faixa em apoio a Moro, enquanto pedestres questionavam com cartazes: “Aumento de impostos, até quando?”. Até as 10h40, o movimento ainda persistia nas ruas da cidade.

Fonte: G1

99.5% dos promotores NÃO ASSINA nota contra pedido de PRISÃO de LULA. Vejam o show da esquerda. Decepção com alguns articulistas.

Só em Minas Gerais existem mais de 1.500 promotores. No Brasil inteiro são cerca de 14 mil (*). Portanto, 60 é uma amostra insignificante que de maneira alguma representa o pensamento da categoria.
Poderíamos então dizer, bem a moda esquerdista, que 99.5% dos PROMOTORES não assinaram manifesto condenando PEDIDO DE PRISÃO de Lula? Ou que 99% dos promotores APOIAM pedido de PRISÃO de LULA?
Todo promotor sabe de uma coisa. NÃO é ilegal, se de acordo com a visão do Ministério Público houver indícios para isso, pedir a prisão de qualquer pessoa. É uma ação inteiramente subjetiva. O profissional entende que há risco de fuga, risco para alguma testemunha ou outro motivo e decide pedir a prisão. Por isso existem os juízes. Aprovam ou não de acordo com seu juízo.


O esquema Erenice

Como a ex-ministra da Casa Civil e fiel escudeira de Dilma operou em Belo Monte, ao lado de Palocci e Silas Rondeau, um propinoduto de R$ 45 milhões para abastecer as campanhas eleitorais de 2010 e 2014


Além de fornecer um dossiê explosivo sobre as tentativas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente Dilma Rousseff para tentar barrar as investigações da operação Lava Jato, o ex-líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS), revela, em acordo de deleção premiada, um sofisticado esquema de corrupção nas obras da usina de Belo Monte. As informações estão dispostas no anexo sete da delação, obtido por ISTOÉ na quarta-feira 9. 
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Antiga companheira: Erenice Guerra está com Dilma desde que a atual presidente
ocupou o Ministério de Minas e Energia 
 
Segundo o senador, um “triunvirato”, formado pelos ex-ministros Erenice Guerra, Antônio Palocci e Silas Rondeau, movimentou cerca de R$ 25 bilhões e desviou pelo menos R$ 45 milhões dos cofres públicos diretamente para as campanhas eleitorais do PT e do PMDB em 2010 e 2014. Nas duas disputas presidenciais os partidos estavam coligados na chapa liderada por Dilma Rousseff. “A propina de Belo Monte serviu como contribuição decisiva para as campanhas eleitorais de 2010 e 1014”, afirmou o ex-líder do governo no Senado aos procuradores.

ENQUANTO LULA JÁ PODE DESFRUTAR DO TRIPLEX EM GUARUJÁ, MAIS DE TRÊS MIL FAMÍLIAS NÃO CONSEGUIRAM O TÃO SONHADO APARTAMENTO!

BANCOOP ENTREGA TRIPLEX DE LUXO DO LULA NO GUARUJÁ, MAS CALOTE DO VACCARI DEIXOU 3.100 COMPANHEIROS SEM APARTAMENTO. 
ENQUANTO LULA JÁ PODE DESFRUTAR DO TRIPLEX, MAIS DE TRÊS MIL FAMÍLIAS ASSOCIADAS À BANCOOP NÃO CONSEGUIRAM O TÃO SONHADO APARTAMENTO COMPRADO NO INÍCIO DOS ANOS 2000. A COOPERATIVA DOS BANCÁRIOS LEVANTOU 57 EMPREENDIMENTOS, MAS 14 ESTÃO INACABADOS.
 
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já pode passar o reveilon  na Praia das Astúrias, no Guarujá, área nobre do litoral de São Paulo. De sua ampla sacada, poderá ver a queima de fogos, que acontece na orla bem defronte do seu prédio, feito pela OAS, empresa investigada pela Operação Lava-Jato. É que na semana passada terminaram as obras de reforma do apartamento triplex no Edifício Solaris, que ele e dona Marisa Letícia, sua mulher, compraram por meio da Bancoop  a Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo , ainda na planta, em 2006. Acusada de irregularidades e em crise financeira, a Bancoop deixou três mil famílias sem receber os sonhados apartamentos.
Por isso, o então presidente da cooperativa, João Vaccari Neto, tesoureiro do PT e investigado na Lava-Jato pela suspeita de operar parte do esquema de corrupção na Petrobras, precisou contratar a OAS para terminar pelo menos cinco prédios da Bancoop. Um deles foi o prédio onde Lula tem o triplex.
O Edifício Solaris, onde a família Lula da Silva tem apartamento, ficou pronto em dezembro do ano passado. A reforma do apartamento 164 é tocada por seu filho Lulinha, segundo funcionários do edifício, e foi vistoriada por dona Marisa o tempo todo. Ela mesmo providenciou a decoração do local, visitado por Lula apenas três vezes.
A família Lula construiu um elevador privativo para levá-los do 16º ao 18º, que no projeto original tinha apenas escadas internas. Lulinha usou também parte do quarto de empregada e um canto da sala para fazer um escritório. Mandou também colocar porcelanato em tudo. A cobertura com piscina também recebeu uma boa área gourmet.
Bons tempos em que a Bancoop pagava as campanhas e mordomias dos bons companheiros.
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Na declaração de bens do ex-presidente em 2006, quando disputou a reeleição, ele confirmava ter pago naquele ano R$ 47.695,38 à Bancoop pelo apartamento do Guarujá. As obras no prédio de Lula só terminaram porque a empreiteira OAS foi contratada por João Vaccari Neto, ex-presidente da Bancoop até 2010, para concluir o projeto. Para a OAS terminar o prédio de Lula, cada morador teve que pagar um adicional de R$ 120 mil. O apartamento de Lula, de 297 m2, no 16º andar, beira-mar, é avaliado pela Imobiliária Factual, que ainda vende apartamentos no local, por algo entre R$ 1,5 milhão e R$ 1,8 milhão.
A assessoria de Lula afirma que o imóvel está declarado. O ex-presidente informou que o imóvel, adquirido ainda na planta, e pago em prestações ao longo de anos, consta na sua declaração pública de bens como candidato em 2006.
O triplex de Lula no Guarujá: obra começada pela caloteira Bancoop que foi finalizada pela OAS da Operação Lava Jato.
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Enquanto Lula já pode desfrutar do triplex, mais de três mil famílias associadas à Bancoop não conseguiram o tão sonhado apartamento comprado no início dos anos 2000. A cooperativa dos bancários levantou 57 empreendimentos, mas 14 estão inacabados. Cinco mil famílias já receberam seus apartamentos.
O João Vaccari Neto, que está sendo processado por estelionato, é o  responsável por esse pesadelo dos associados da cooperativa dos bancários. O mínimo que pode lhe acontecer é a cadeia  diz Marcos Sérgio Migliaccio, presidente da Associação das Vítimas da Bancoop, que esta semana entregou ao Ministério Público Federal (MPF) um documento relacionando o caso Bancoop com a Lava-Jato.
A cooperativa habitacional dos companheiros do PT, como a Bancoop é  chamada por adversários, foi fundada em 1996 tendo o ministro das Relações Institucionais do governo Dilma Rousseff, Ricardo Berzoini, como diretor técnico, e João Vaccari Neto como diretor do conselho fiscal. Nos anos 2000, passou a ter oito mil associados, dos quais três mil ainda não receberam seus apartamentos. Isso levou João Vaccari Neto a ser denunciado por estelionato, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.
Por não ter entregue os apartamentos vendidos, a juíza Cristina Ribeiro Leite Balbone Costa, da 5ª Vara Criminal de São Paulo, aceitou no final de 2010, denúncia contra Vaccari. E mandou quebrar o sigilo bancário e fiscal do tesoureiro do PT nos dez anos anteriores à denúncia. Além de Vaccari, foram acusados outros quatro ex-funcionários da Bancoop, entre eles Edson Botelho Fraga, o primeiro funcionário da cooperativa e que foi contratado pelo ministro Berzoini.
Vaccari agora é réu na ação criminal. Embora tenha sido denunciado em  2010, Vaccari não foi localizado para ser “citado” judicialmente, o que  só aconteceu no dia 6 de fevereiro do ano passado. O processo ainda não  teve uma sentença judicial. O promotor do caso, José Carlos Blat, que fez a denúncia contra Vaccari, acha que uma sentença deverá sair por volta de agosto de 2015, porque ainda segue os ritos processuais.
Na quebra de sigilo de Vaccari e da Bancoop, o promotor conseguiu provas de que, na gestão do ex-tesoureiro do PT, empresas fantasmas foram criadas para interceptar parte dos R$ 460 milhões captados pela cooperativa ao longo dos anos. O promotor Blat estima que a cooperativa deu um prejuízo aos oito mil associados de pelo menos R$ 100 milhões, que teriam ido para o PT e seus dirigentes.
Quebrada, a cooperativa deixou uma dívida total no mercado avaliada hoje em R$ 86 milhões. Entre  as empresas estavam a Mizu, Germany e Mirante. Quando Vaccari era dirtetor financeiro da Bancoop, a Mizu tinha sede dentro da sede da Bancoop.  A Bancoop era um verdadeiro balcão de negócios a serviço de uma organização criminosa. Uma arapuca que deixou mais de 3.100 vítimas (os que não receberam os imóveis já pagos há uma década)  diz Blat.
Até Freud Godoy, braço direito de Lula e que chegou a ser citado em 2006 na operação em que petistas foram suspeitos de “comprar” um dossiê contra o ex-ministro da Saúde, José Serra (PSDB), aparece nessa investigação. Depois que a cooperativa teve a quebra de sigilo determinada judicialmente, apareceram pagamentos de R$ 1,5 milhão da Bancoop para Freud Godoy, de 2005 a 2007. Na CPI da Assembleia de São Paulo, aberta para investigar os desvios da cooperativa habitacional, Vaccari disse que contratou Godoy para dar segurança a empreendimentos da Bancoop (Godoy tem uma empresa de segurança armada, que já prestou inclusive serviços à sede nacional do PT).
Nessa CPI da Bancoop, o engenheiro Ricardo Luiz do Carmo disse que, quando as obras da cooperativa começaram, no início dos anos 2000, havia um computo de despesas por empreendimento, mas como a situação começou a sair do controle por volta de 2004, criou-se um pool de despesas, unindo os gastos de todos os 57 imóveis em obras, dos quais apenas 20 foram totalmente finalizados.
A conta única virou uma bola de neve e tudo virou uma incógnita  disse Carmo à CPI. O promotor afirma que entre as despesas pagas pela Bancoop houve pagamentos para um centro espírita, para pesque e pague, para um hotel cinco estrelas onde o PT promovia reuniões, e até compra de convites para a Fórmula 1.
Vaccari informou, por meio de sua assessoria, que não iria comentar o assunto porque já deixou a Bancoop há quatro anos e que a cooperativa é que deveria responder. Já a Bancoop diz que a denúncia contra a Bancoop não procede e não tem fundamento. Isso está sendo demonstrado no processo.

Que país é este? - Professor Dr. René Dotti

05/03/20016: discurso histórico do Professor René Dotti, 82 anos, Professor Titular de Direito Penal da UFPR, Jurista e um dos maiores criminalistas do Brasil, defensor de políticos, sindicalistas e jornalistas durante o regime militar.
"Que país é este que precisa de um Juiz de Direito para impedir o prosseguimento de um golpe de Estado praticado ao longo dos últimos anos por uma organização criminosa...que um ex-presidente da República afasta um Ministro da Justiça para impedir que se investigue o crime praticado por ele e pelos seus filhos...que inflama as Universidades com partido e mina os alunos..."
"A esperança é a mais doce companheira da alma...SE UM PARTIDO DECLARA A GUERRA NÓS VAMOS À GUERRA".

Manifestação de domingo contará com mais de 2 quilômetros de motos no Rio

Um trem gigante, centenas de motociclistas e a manifestação agendada para o dia 13 março, no Rio de Janeiro. Ao contrário do tradicional "uniforme" preto e roupas de couro, desta vez os "malvadões" estarão vestidos com as cores verde e amarelo na luta pelo fim da corrupção que assola a política brasileira. Com a concentração marcada para as 9h, na Barra da Tijuca, os amantes de motocicletas sairão em formação por diversos bairros da cidade, passando pela Orla da Barra, São Conrado, Lagoa, Leblon e terminando em Copacabana. O grupo, inclusive, promete muito barulho durante o trajeto.

Delator acusa líder do governo na Câmara de receber propina

A presidente Dilma Rousseff nunca teve uma vida estável no Congresso. Extensa na teoria, sua base de apoio parlamentar não só deixa a desejar nos momentos decisivos, como joga a favor de um pedido de impeachment de Dilma. Na semana passada, parlamentares mostraram que seu governo não está em condições de organizar qualquer coisa no Legislativo. Parte disso se deve ao fato de Dilma ter perdido um de seus principais articuladores no Senado, o líder do governo Delcídio do Amaral (PT-MS). A Operação Lava Jato levou Delcídio, preso em novembro ao tentar obstruir a investigação, e hoje convertido em colaborador. Agora, a Lava Jato ameaça carregar o outro líder de Dilma, também petista. O deputado José Guimarães, do PT do Ceará, aparece em uma delação premiada acertada com os procuradores da Força Tarefa do Ministério Público Federal. 

'Temos o dever de evitar que eles acabem com tudo', diz editorial devastador da revista IstoÉ

Às vesperas de uma megamanifestação, a revista IstoÉ publica editorial intitulado "O escárnio do PT ao Brasil". Assinado por Carlos José Marques, o texto afirma que é hora do povo brasileiro rebelar-se contra a "bandalheira desmedida" que o texto descreve, e conclui que "o engajamento contra tanto descalabro é fator decisivo para o resgate da dignidade e do caráter de um povo abatido, que sonha ver renascer o orgulho de ser brasileiro".

Leia abaixo o texto do editorial:

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