Siga este Blog

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Sem dinheiro, Estados cortam 47% dos investimentos no primeiro bimestre

No início de 2015, Dilma visitou um trecho da linha de metrô do Rio que ligará a Zona Sul à Barra da Tijuca; meses depois, obras empacaram(Ricardo Moraes/Reuters)
A penúria enfrentada pelos Estados era uma crise anunciada. Com uma estrutura inchada pelo aumento da dívida e crescimento das despesas com pessoal, as receitas tinham de ser crescentes para fechar a conta. A recessão econômica, no entanto, mudou esse roteiro e colocou as finanças estaduais numa rota trágica. Hoje, sem dinheiro até para pagar o funcionalismo público, a alternativa de boa parte dos governadores tem sido sacrificar os investimentos. Só no primeiro bimestre deste ano os recursos aplicados caíram 47% em relação a 2015, de R$ 2,1 bilhões para R$ 1,1 bilhão.
O resultado da paralisia dos Estados é um amontoado de obras interrompidas em todo o Brasil, sem previsão para serem concluídas. São projetos de várias áreas: de metrô a hospitais, de estradas a creches, de esgoto a escolas. Algumas foram interrompidas no meio e viraram grandes esqueletos; outras estão suspensas até a situação melhorar. E há ainda aquelas que estão sendo tocadas, mas num ritmo lento, com cronogramas a perder de vista.
NÃO DEIXE DE CLICAR NOS ANÚNCIOS DESTE, VOCÊ ESTARA AJUDANDO A PERMANENCIA DO MESMO. OBRIGADO