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domingo, 10 de abril de 2016

DE SAÍDA DO PODER, PT EMPURRA APROVAÇÃO DA ‘IDENTIFICAÇÃO CIVIL NACIONAL’

Antes de sair, parece que o PT tem como “dívida” para com os globalistas, aprovar esta identificação única chipada... seria a porta de entrada para a possível “marca da besta”?
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Depois do repúdio ao Registro Civil Único (RCU), ao Registro Civil Nacional (RCN) e ao Registro de Identidade Civil (RIC), o PT mudou o nome de seu projeto de controle total da vida do brasileiro para ‘Identificação Civil Nacional (ICN)’.

As informações são de Lauro Jardim, de O Globo:

“José Dias Toffoli e Júlio Lopes (PP-RJ), relator do Registro Civil Nacional, entraram em consenso e acertaram como será o projeto que criará um registro único.

O novo número mudou de novo: agora vai se chamar Identificação Civil Nacional. Os números do CPF e do título de eleitor serão mantidos por pelo menos dez anos, enquanto o TSE coleta os dados biométricos de toda a população. Já os registros permanecerão sob controle dos cartórios.

O comitê que vai gerir o ICN terá integrantes indicados por Congresso, CNJ, governo federal e TSE.

A ideia é que a votação na Câmara e no Senado ocorra nas semanas após o impeachment, por consenso.”
ATENÇÃO: TODOS OS PRESIDENTES E CORREGEDORES DOS 27 TRIBUNAIS DE JUSTIÇA REPUDIAM O ICN!

Relembre nosso texto de outubro de 2015:

Presidentes e Corregedores dos 27 Tribunais de Justiça repudiam novo Registro Civil Nacional

Todos os presidentes e todos os corregedores-gerais dos Tribunais de Justiça do Brasil repudiaram a iniciativa do ministro Dias Toffoli, presidente do TSE, de criar em parceria com o governo federal o Registro Civil Nacional (RCN), através do PL 1775/15.

O Registro Civil Nacional é uma versão igualmente tenebrosa do Registro Civil Único (RCU) ou Registro de Identidade Civil (RIC). Sobre o RCU, o ex-secretário Nacional de Justiça do governo Lula, Romeu Tuma Jr., declarou em seu livro Assassinato de Reputações:

“Eles tentaram criar um projeto de erigir um banco de dados único nacional, com proposta interessante para o público que não conhece o plano de fundo da criação desse Registro de Identidade Civil: era o sonho pelo qual você teria o RG, passaporte, CPF, certidão de nascimento, título de eleitor, tudo no mesmo documento. Eles queriam centralizar em seu banco de dados todas as informações relativas ao cadastro de identidade civil e federal. A PF com isto nas mãos seria maior que a CIA e a KGB juntas. Se esse sonho se realizasse eles teriam acesso, num clique, a todas as informações sobre a carteira de habilitação, carro, imposto de renda, Ministério da Fazenda, nota fiscal paulista, tudo sem ordem judicial. E sob o pretexto de se criar um registro único (…)


Não é para menos que Marcio Thomaz Bastos me sugeria, antes mesmo que eu assumisse, a idéia de se criar a Super Secretaria Nacional de Justiça, absorvendo a Senad, o Coaf, o Arquivo Nacional e, a depender das condições políticas, até a Abin, além de criar o documento único de identidade, sob o nome de Registro de Identidade Civil-RIC. Eu não viabilizei as mudanças porque temia a aglomeração e a concentração demasiada e absoluta de Poder num mesmo órgão. Parece até que eu já pressentia os riscos e acontecimentos futuros.

“Eles” já vinham tentando fazer algumas dessas mudanças antes da minha chegada (…) mas quem tinha conhecimento técnico e força política para isso era eu. Voltando ao ponto: justamente por conhecer a matéria e poder fazer é que não fiz! Podem ter certeza de que prestei um relevante serviço ao Estado de Direito e à Democracia deste país. Imaginem um aloprado comandando uma estrutura dessas?

Ademais, no meu ponto de vista alguns deles funcionavam adequadamente e na estrutura correta, e a idéia do RIC, que recusei, acabou indo para a PF: CPF, RG, CNPJ, carteira nacional de habilitação, título de eleitor, tudo num número só, num só documento, num único arquivo ou banco de dados.”

E você? Vai deixar todo esse poder nas mãos do PT e do Estado?

Confira a Carta de Curitiba, manifesto dos 27 presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil.

Confira a Carta do Rio de Janeiro, manifesto dos 27 corregedores-gerais dos Tribunais de Justiça do Brasil.


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