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sábado, 9 de abril de 2016

As consequências da quebradeira dos estados e municípios para o desgoverno do crime organizado

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Alguém ainda tem dúvida de que se esgotou o modelo capimunista, rentista, fisiológico, patrimonialista e corrupto no Brasil? A maioria esmagadora da desqualificada classe política, componente fundamente do desgoverno do crime organizado, tem certeza que não. O projeto imediato dela é apenas promover reformas pontuais, para que a estrutura não mude de verdade. O plano canalha tem chances de dar certo porque a maioria do povo brasileiro, que deseja mudanças, não consegue ter clareza sobre o que precisa ser urgente e efetivamente mudado. O paradoxo cultural impede o Brasil de adotar os paradigmas corretos.

Mudanças (para melhor) geralmente acontecem quando a vontade política consegue hegemonia. Mudanças (geralmente para pior) podem ocorrer por inércia das pessoas em solucionar problemas históricos - que contaminam a cultura da sociedade. A notícia boa para uns e péssima para outros é que o Brasil está mudando pelos dois motivos combinados. As pessoas interligadas em redes sociais compartilham insatisfações, desejos de mudança e debatem propostas (inclusive inviáveis). Ao mesmo tempo, a bagunça estatal obriga os cidadãos a se virarem, sobretudo na economia informal, conspirando, quase que naturalmente, para a destruição do modelo que as sacaneia, explora, rouba e corrompe.

Um fenômeno da crise estrutural brasileira merece uma atenção especial das pessoas comprometidas, de forma consciente, com mudanças para melhor. Os entes federativos (União, Estados e municípios) estão falidos, quebrados, moral, cultural e economicamente. A máquina estatal, uma monstra leviana, começa a ser autodestruída por seus próprios vícios, defeitos e ineficiências. A gastança, desperdício e roubalheira não conseguem mais se financiar com a cobrança extorsiva de 93 impostos, taxas, contribuições e multas, previstas em centenas de milhares de leis, decretos e instruções normativas.

A pergunta é pertinente: Quais as consequências da quebradeira da União, estados e municípios para o desgoverno do crime organizado? Resposta óbvia ululante: a incompetência e roubalheira ganham evidência e começam a ser combatidas pela maioria dos cidadãos diretamente afetados e prejudicados. Os empresários brasileiros perdem a paciência e reagem. Uns fecham os negócios e "fogem" para um exílio forçado. Outros se unem e partem para o enfrentamento contra a jagunçagem oficial. Eles se rebelam porque vêm sendo tratados como "corruptores ativos", como se os políticos fossem, inocentemente, os meros agentes passivos da corrupção".

Na hora em que União, Estados e Municípios entram "em falência" (não conseguem mais se financiar assaltando o cidadão a tributo armado), e a quebradeira gera um efeito cascata na economia, o ambiente para mudanças se viabiliza por inércia. A regra pragmática, de sobrevivência, é: "Mudar ou morrer". Vivemos o momento em que a crise estrutural brasileira força a própria mudança do modelo. O resultado final vai depender de quem tem mais chances de conquistar hegemonia: os políticos de sempre que desejam manter o Cassino do Al Capone funcionando ou os cidadãos-eleitores-contribuintes que têm a obrigação de mudar a Constituição do jogo, neutralizando a ação dos agentes estatais criminosos.

Caminhamos para uma Intervenção Cívica Constitucional no Brasil. A ruptura institucional do modelo criminoso em vigor é inevitável. O desgoverno do crime prepara seus golpes reformistas, para pouco ou nada mudar. Os segmentos esclarecidos da sociedade, junto com a grande massa de prejudicados diretamente pelo caos político, econômico e moral, provocam as mudanças na base da pressão. A Democracia brasileira, com segurança do Direito, livre debate civilizado e exercício da razão pública, começa a nascer deste entrechoque.

Dilma Rousseff caindo ou não caindo, o fenômeno é irreversível. O equilíbrio mundial - geopolítico e econômico - não combina com um Brasil Capimunista mergulhado no caos, violência, corrupção e improdutividade. Os bandidos institucionais e institucionalizados já perceberam que correm risco de perder a hegemonia. O cidadão de bem só precisa acertar a cabeça da jararaca e de outros bichos canalhas. A guerra de todos contra todos já começou e se intensifica. Igualzinho ao programa do Chacrinha, só acaba quando termina... 

Que vençam os melhores e não os piores...

Releia a segunda edição de sexta: Moreira Franco denuncia que Lula repete prática do Mensalão para impedir impeachment da Dilma


Tudo exposto



Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!


O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 

A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 9 de Abril de 2016.
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