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terça-feira, 22 de março de 2016

Continua a guerra contra a fosfoetanolamina sintética

Citando um recente relatório divulgado pelo MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) a mídia corporativa divulgou que a fosfoetanolamina “não cura o câncer” e que a substância “não teve efeito algum em células tumorais”. Esta matéria da sionista Época, propriedade dos irmãos Marinho, conhecidos promotores de golpes de estado, repercutiu o relatório.


Os primeiros relatórios do grupo de trabalho que analisa as cápsulas que eram distribuídas como a “cura” do câncer sugerem que a substância não tem efeito contra células tumorais. As análises mostram que, dentro das cápsulas, não havia apenas fosfoetanolamina sintética, como descrito no rótulo das embalagens, mas um composto que contém várias substâncias. É um indício da falta de um padrão de qualidade na produção das cápsulas […]

Primeiro, a fosfoetanolamina sintética não combate diretamente as células tumorais, é apenas um marcador destas células. Quem combate é o próprio sistema imunológico.
Segundo, a fosfoetanolamina sintética sempre foi apresentada pelo Dr. Gilberto Chierice e sua equipe como um COMPOSTO, o que indica claramente que as cápsulas não possuem SOMENTE fosfoetanolamina. Portanto, não há nenhuma “falha no padrão de qualidade”.



Terceiro, a matéria se dedica a divulgar algo que não é responsabilidade da fosfoetanolamina sintética, ou seja, atacar diretamente as células cancerígenas. E usaram apenas uma linha para resumir uma parte importante da conclusão do relatório: “existe a possibilidade de que a ação da substância só apareça dentro do organismo. Por isso, serão feitos novos testes“. Esta parte foi resumida e colocada no meio do texto, para que o leitor não perceba. Mais à frente veremos a conclusão na íntegra, extraída do relatório do MCTI.
Este tipo de propaganda contra a fosfoetanolamina evidencia como os meios corporativos trabalham na proteção dos interesses financeiros do cartel sionista de laboratórios internacionais, a industria do câncer.
A matéria diz que a fosfoetanolamina “não mostra ação anticâncer”. Será que os estúpidos que criam este tipo de material não sabem que a fosfoetanolamina sintética é apenas um MARCADOR  de células tumorais? O que esperavam que acontecesse testando o composto em células cancerígenas isoladas e na ausência de um sistema imunológico? Acaso não entenderam ainda que a fosfo marca as células cancerosas para que o próprio sistema imunológico se encarregue de atacá-las e provocar a apoptose(morte celular)? O “efeito anticâncer” desejado ocorre DENTRO do corpo humano, não fora como feito pelo MCTI.

O presente estudo avaliou a atividade citotóxica e antiproliferativa dos principais compostos presentes nas análises químicas da amostra fosfoetanolamina produzida pelo Sr. Salvador Claro Neto (Fosfoetanolamina, Monoetanolamina e Fosfobisetanolamina), sobre células humanas de carcinoma de Pâncreas e Melanoma in vitro. Visando fornecer maior robustez aos resultados gerados, foram empregadas três diferentes metodologias para avaliar a possível ação antitumoral com cada uma das substâncias mencionadas acima.

Parece que o Dr. Chierice e os pesquisadores da fosfoetanolamina falam um idioma e os do MCTI falam outro. No vídeo abaixo podemos ver qual é a função da fosfoetanolamina sintética. Ela não é um “remédio”, não é um “medicamento”, é apenas um MARCADOR de células tumorais.



As células tumorais vão dar risadas com esses testes in vitro, pois não é a fosfo a responsável direta pela destruição das células cancerígenas. Além disto, as células em teste estão isoladas e na ausência de um sistema imunológico que as detecte e ataque.
O relatório divulgado pelo MCTI aponta para algo que não é a função da fosfoetanolamina sintética, é um relatório inútil. Só teria utilidade para alguma substância que prometesse destruir diretamente as células cancerígenas, o que não é o caso da fosfo. Como dito antes, o conceito de como o composto funciona é simples, qualquer estudante de 2º grau entenderia, mas os “doutores” da Universidade Federal do Ceará possuem uma evidente dificuldade em entender este conceito.
Se sabem que a fosfoetanolamina sintética é apenas um marcador de células cancerígenas, por que testam a substância em ambiente isolado esperando que ela destrua estas células? Se sabem que é o próprio sistema imunológico quem ataca as células cancerígenas, por que fazem teste in vitro com células isoladas?
Querem fazer o público de idiota e convencer a opinião pública de que a substância é “placebo”.
A máfia do câncer já está comemorando as “notícias” divulgadas(financiadas por eles), dizendo que a fosfoetanolamina sintética “não funciona” e alguns “Youtubers” cretinos já estão preparando novo material citando este relatório.
Certamente não leram e não vão informar ao público a conclusão do relatório do MCTI:

Com base no protocolo do NCI, os compostos FS e FSNE não são considerados citotóxicos, visto que apresentam valores de CI 50 que variaram de 8,6 a 75,9 mM. No entanto, foi possível observar, a partir dos dados obtidos, que a fosfoetanolamina sintética quando encapsulada apresentou seletividade para células tumorais.
É importante ressaltar que os estudos in vitro são utilizados para triagem inicial de moléculas promissoras. No entanto, uma molécula não citotóxica ou citotóxica em altas concentrações pode apresentar, conforme evidenciam os trabalhos publicados com a fosfoetanolamina, potencial antitumoral in vivo, possivelmente por depender de rotas metabólicas para desencadear sua ação. Com isso, sugerimos que testes adicionais in vivo sejam realizados para verificação da atividade antineoplásica da fosfoetanolamina.

Ou seja, a “seletividade para células tumorais” significa que ela age como um MARCADOR e ainda concluem que o composto DEVE ser estudado in vivo, indicando que sem o sistema imunológico não é possível ver como age o composto.
O resultado desta propaganda canalha contra a fosfoetanolamina é a continua recusa dos Tribunais de concederem liminares a milhares de doentes que poderiam ter a chance de salvar suas vidas. Querem manter os doentes reféns dos quimioterápicos e a industria do câncer de pé! E as Organizações Marinho, como sempre, atuam como o Ministério da Propaganda das multinacionais e banqueiros internacionais(Rothschild, Rockefeller).

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