NÃO DEIXE DE CLICAR NOS ANÚNCIOS DESTE, VOCÊ ESTARA AJUDANDO A PERMANENCIA DO MESMO. OBRIGADO

Siga este Blog

domingo, 13 de dezembro de 2015

O FUTURO AGORA: EMPRESA CHINESA COMEÇARÁ CLONAGEM DE HUMANOS EM 2016

A empresa chinesa Boyalife fez um anúncio que parece ficção científica: segundo seu diretor, Xu Xiaochun, em sete meses será aberta uma enorme fábrica que possuirá tecnologia para a clonagem de seres humanos.

A fábrica, localizada na cidade de Tianjin, no norte do país, foi apresentada com o objetivo de abrigar um banco de genes com capacidade de cerca de 5 milhões de mostras de células congeladas em nitrogênio líquido. Esse banco funcionaria como uma espécie de Arca de Noé da biodiversidade, já que preservaria a informação genética das espécies em perigo de extinção para fins de regeneração. 

A clonagem humana, segundo Xiaochun, não está atualmente dentro dos planos, já que ela ainda não é autorizada por lei e causaria uma reação negativa nas pessoas, embora a Boyalife já possua a tecnologia para realizá-la. Mas, após ser legalizada, a empresa promete colocar em funcionamento essa tecnologia que poderá mudar radicalmente o mundo da genética e da reprodução.

“Infelizmente, até agora, a única maneira de ter um filho é com a intervenção de um pai e de uma mãe. Mas, talvez, no futuro, haja três possibilidades em vez de uma (...) com 100% do DNA do pai ou 100% do DNA da mãe”, explica o diretor, que comentou seu plano de clonar um milhão de vacas antes de 2020, além de cavalos puro-sangue, cães policiais e animais domésticos.

Via: http://seuhistory.com/
http://www.libertar.in/2015/12/o-futuro-agora-empresa-chinesa-comecara.html


QUAL O POTENCIAL DE DESTRUIÇÃO DA SUPOSTA BOMBA H NORTE COREANA?

Nem todo mundo acredita nos anúncios do líder da Coreia do Norte, mas é fato que muitos ficaram preocupados quando Kim Jong-un afirmou que seu país estava pronto para detonar uma bomba atômica e uma bomba de hidrogênio.

A razão é simples: a bomba de hidrogênio, mais conhecida como Bomba H, é a arma mais poderosa existente no planeta, como contou à BBC Mundo, serviço em espanhol da BBC, o cientista Matthias Grosse Perdekamp, que dá aulas sobre o controle de armamentos nucleares da Universidade de Illinois, nos EUA.

Até hoje, nenhuma explosão superou a potência da "Bomba-Czar", uma bomba de hidrogênio de 50 megatons (o equivalente a 50 milhões de toneladas de dinamite) detonada durante um teste do governo soviético em outubro de 1961.

Essa bomba, por sinal, era 3.000 vezes mais poderosa que a lançada sobre Hiroshima em agosto de 1945, naquela que foi a primeira vez que uma arma nuclear foi usada em situação de conflito.

A "Little Boy" "(Pequeno Garoto", em tradução literal), como foi batizada a bomba que devastou a cidade japonesa, foi feita a partir de urânio em um processo de fissão nuclear, no qual átomos são "partidos" e liberam incrível quantidade de energia. Os limites são de 500 kilotons, ou meio milhão de toneladas de dinamite.

As bombas de hidrogênio, porém, são fabricadas por meio da fusão nuclear, processo em que diversos átomos se juntam antes de explodir.

"A potência que pode ser alcançada com a fusão nuclear basicamente não tem limites", conta Perdekamp.

O especialista, porém, explica que esse processo é extremamente complexo e, por isso, duvida que os norte-coreanos tenham desenvolvido uma Bomba H. Especialmente, diz, porque antes disso eles deveriam também controlar o procedimento de fissão.

"Basicamente, cada bomba de fusão inclui também uma pequena bomba de fissão", explica o físico.

A primeira explosão nuclear se encarrega de gerar a elevadíssima temperatura necessária para que os isótopos de hidrogênio se fundam, o que explica porque a Bomba H também é chamada de termonuclear.

A potência final é determinada pelo volume de hidrogênio, mais precisamente seus dois isótopos radioativos, o deutério e o trítio.

"A energia nuclear liberada na fusão tem a mesma origem que a energia que sustenta a vida na Terra: o Sol", explica Perdekamp.

No caso da bomba de hidrogênio, porém, o objetivo é apenas a destruição.

Site venezuelano transcreve carta de Fidel à Maduro orientando-o a matar opositores se for preciso

A Carta foi transcrita pelo site venezuelano http://noticiasvenezuela.org/ e demonstra o que seria uma carta assinada por Fidel Castro enviada à Nicolas Maduro, orientando-o a promover guerra contra opositores, matando-os se for preciso.
Confira a íntegra da carta, divulgada pelo portal http://noticiasvenezuela.org/ abaixo:
Querido Nicolás:
Me uno a la opinión unánime de los que te han felicitado por tu brillante y valiente discurso la noche del 6 de diciembre, apenas se conoció el veredicto de las urnas. En la historia del mundo, el más alto nivel de gloria política que podía alcanzar un revolucionario correspondió al ilustre combatiente venezolano y Libertador de América, Simón Bolívar, cuyo nombre no pertenece ya solo a ese hermano país, sino a todos los pueblos de América Latina. Otro oficial venezolano de pura estirpe, Hugo Chávez, lo comprendió, admiró y luchó por sus ideas hasta el último minuto de su vida. Desde niño, cuando asistía a la escuela primaria, en la patria donde los herederos pobres de Bolívar tenían también que trabajar para ayudar al sustento familiar, desarrolló el espíritu en que se forjó el Libertador de América. Los millones de niños y jóvenes que hoy asisten a la mayor y más moderna cadena de escuelas públicas en el mundo son los de Venezuela. Otro tanto puede decirse de su red de centros de asistencia médica y atención a la salud de un pueblo valiente, pero empobrecido a causa de siglos de saqueo por parte de la metrópoli española, y más tarde por las grandes transnacionales que extrajeron de sus entrañas, durante más de cien años, lo mejor del inmenso caudal de petróleo con que la naturaleza dotó a ese país. La historia debe dejar también constancia de que los trabajadores existen y son los que hacen posible el disfrute de los alimentos más nutritivos, las medicinas, la educación, la seguridad, la vivienda y la solidaridad del mundo. Pueden también, si lo desean, preguntarle a la oligarquía: ¿saben todo eso? Los revolucionarios cubanos —a pocas millas de Estados Unidos, que siempre soñó con apoderarse de Cuba para convertirla en un híbrido de casino con prostíbulo, como modo de vida para los hijos de José Martí— no renunciarán jamás a su plena independencia y al respeto total de su dignidad. Estoy seguro de que solo con la paz para todos los pueblos de la Tierra y el derecho a convertir en propiedad común los recursos naturales del planeta, así como las ciencias y tecnologías creadas por el ser humano para beneficio de todos sus habitantes, se podrá preservar la vida humana en la Tierra. Si la humanidad prosigue su camino por los senderos de la explotación y continúa el saqueo de sus recursos por las transnacionales y los bancos imperialistas, los representantes de los Estados que se reunieron en París, sacarán las conclusiones pertinentes. La seguridad no existe hoy ya para nadie. Son nueve los Estados que cuentan con armas nucleares, uno de ellos, Estados Unidos, lanzó dos bombas que mataron a cientos de miles de personas en solo tres días, y causaron daños físicos y psíquicos a millones de personas indefensas. La República Popular China y Rusia conocen mucho mejor que Estados Unidos los problemas del mundo, porque tuvieron que soportar las terribles guerras que les impuso el egoísmo ciego del fascismo. No albergo dudas que por su tradición histórica y su propia experiencia revolucionaria harán el máximo esfuerzo por evitar una guerra y contribuir al desarrollo pacífico de Venezuela, América Latina, Asia y África. Fraternalmente, Fidel Castro Ruz Diciembre 10 de 2015 6 y 42 p.m.

Venezuela proíbe líderes latinos de acompanharem eleições no país por criticarem governo

Interminável transposição do São Francisco envolta por corrupção, tem primeiras prisões

Maior vitrine política do PT desde a campanha eleitoral que precedeu o primeiro mandato de Lula, as intermináveis obras do São Francisco, que, segundo Lula, estariam totalmente concluídas em 2012, até hoje não foram e agora estão na mira da Polícia Federal, e logo no início das investigações a PF já constatou desvios de R$ 200 milhões.
(Reuters) – A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira o presidente da OAS, Elmar Varjão, e outros três executivos em operação contra esquema de superfaturamento nas obras de transposição do rio São Francisco, em uma fraude que teria desviado 200 milhões de reais com participação de empresas fantasmas do doleiro Alberto Youssef, já condenado como um dos operadores na Lava Jato.

Veja o vídeo em que Lula [ainda presidente] afirmou com inteira convicção e orgulho que as obras do São Francisco estariam todas concluídas em 2012

Via: http://www.revoltabrasil.com.br/corrupcao-2/8328-interminavel-transposicao-do-sao-francisco-envolta-por-propinas-e-corrupcao.html

Tentar encurralar os russos é arriscar-se à 3ª Guerra Mundial

Todos nós conhecemos a narrativa na qual nós (o ocidente) estamos sitiados. É a narrativa da Guerra Fria: EUA contra o "Império do Mal". E, como o professor Ira Chernus escreveu, dado que nós somos "humanos" e eles (a URSS ou, hoje, o ISIS) não são, continuamos a ter de ser o oposto polar deles.
"Se eles são o mal absoluto, temos de ser o oposto absoluto. É o velho conto do apocalipse: o povo de Deus versus Satã. E esse conto assegura que jamais teremos de admitir qualquer conexão que faça algum sentido, com o inimigo." É a base da autoproclamação, por EUA e Europa, ao mundo, de que são os "líderes", "excepcionais".
E "enterrada sob o pressuposto de que o inimigo não é em nenhum sentido, humano como nós, aí já está uma absolvição preventiva por qualquer participação que possamos ter tido no gerar ou no contribuir para a geração e a disseminação do mal. Como poderíamos ter fertilizado o solo para o mal absoluto ou ter alguma responsabilidade no sucesso do mal absoluto? Esse é um dos postulados básicos das guerras contra o mal: o povo de Deus tem de ser inocente," (e não há mediação possível onde haja o mal, porque ninguém de modo algum poderia dialogar com o mal).
Os ocidentais podemos pensar em nós mesmos como racionalistas e (na maioria) seculares, mas os modos cristãos de conceitualizar o mundo ainda permeiam a política externa contemporânea.
É essa narrativa da Guerra Fria da era Reagan, com seus correlatos de que os EUA simplesmente demoliram o Império Soviético com força militar e – igualmente importantes –, com "pressões" financeiras, e, tudo isso, sem jamais ter feito qualquer concessão ao inimigo.
O que tantas vezes se esquece é como os neoconservadores de Bush deram seu 'empurrão' a essa narrativa para o Oriente Médio, escalando secularistas nacionais árabes e ba’athistas como encarnações de "Satã": David Wurmser advogava em 1996, "que se apressasse o colapso caótico" do nacionalismo árabe secular em geral, e do baathismo em particular. Concordou com o rei Hussein da Jordânia, para quem "o fenômeno do baathismo" sempre foi, desde o surgimento, "agente de forças estrangeiras, a saber, da política soviética."
Sobretudo, além de serem agentes do socialismo, esses estados opunham-se também a Israel. Assim, sob o princípio segundo o qual se esses eram o inimigo, então o inimigo do meu inimigo (os reis, emires e monarcas do Oriente Médio) tornaram-se amigos dos neoconservadores de Bush. E assim persistem até hoje – não importa o quanto seus interesses divirjam hoje dos interesses dos EUA.
O problema, como o professor Steve Cohen, o mais destacado especialista em Rússia nos EUA,lamenta, é que é essa a narrativa que impediu os EUA de alcançar qualquer real habilidade para encontrar um modus vivendi com a Rússia, que os dois lados aceitassem – e de que os EUA tanto precisam se é que querem mesmo tratar com seriedade o fenômeno do jihadismo wahhabista (ou resolver o conflito sírio).
Além disso, a "narrativa da Guerra Fria" simplesmente não reflete a história; em vez de refletir, a narrativa apaga a história: assim somos privados da capacidade para realmente compreender o "tirano cruel e insensível" – seja o presidente (russo) Vladimir Putin ou presidente (ba’athista) Bashar al-Assad –, porque, simplesmente, ignoramos a história verdadeira de como cada estado chegou a ser o que é; e a nossa participação [dos EUA] em cada estado ter-se tornado o que se tornou.
Verdade é que o estado, ou seus líderes, muito frequentemente não são, absolutamente não, o que pensamos que fossem. Cohen explica:

"A chance de uma parceria estratégica durável entre Washington-Moscou foi perdida nos anos 1990s, depois do fim da União Soviética. Na verdade começou a ser perdida antes, porque foram [o presidente Ronald] Reagan e [o líder soviético Mikhail] Gorbachev que nos deram a oportunidade para uma parceria estratégica entre 1985-89.
"E com absoluta certeza acabou no governo Clinton, e não acabou em Moscou. Acabou em Washington – foi desperdiçada e perdida em Washington. E foi tão gravemente perdida que hoje, e já, no mínimo há vários anos (em minha opinião desde a guerra na Geórgia em 2008), vivemos literalmente numa nova Guerra Fria com a Rússia.
"Muita gente na política e na mídia-empresa não quer aceitar essas denominações, porque, se aceitam que 'Sim, estamos numa Guerra Fria', ficam obrigados a explicar o que fizeram durante os últimos 20 anos. Então, se põem a repetir sempre que 'Não, não é uma Guerra Fria'.
"Meu outro ponto é o seguinte. Essa nova Guerra Fria tem todo o potencial para ser ainda mais perigosa que a dos últimos 40 anos, por várias razões. Em primeiro lugar, pensem. O epicentro da primeira Guerra Fria era Berlin, não era perto da Rússia. Havia vasta zona de amortecimento entre a Rússia e o ocidente na Europa Oriental.
"Hoje, o epicentro é na Ucrânia, literalmente nas fronteiras da Rússia. Foi o conflito ucraniano que disparou a atual Guerra Fria, e a Ucrânia lá permanece, como bomba-relógio. O confronto de hoje não está só nas fronteiras da Rússia, mas no próprio coração da 'civilização eslava' russo-ucraniana. É guerra civil tão profunda quanto, em alguns sentidos, a Guerra Civil nos EUA."
Cohen continuou:
"Meu ponto seguinte é ainda pior – Vocês hão de lembrar que, depois da Crise dos Mísseis Cubanos, Washington e Moscou desenvolveram algumas regras mútuas de conduta. Os dois lados perceberam o quão perigosamente próximos haviam estado de uma guerra nuclear, e adotaram "nãos-e-nãos", estivessem formalizados em tratados ou só informalmente, em acertos não oficiais. Cada lado ficou sabendo exatamente quais eram as linhas vermelhas do outro lado. Os dois lados passavam às vezes de um lado para o outro das tais linhas vermelhas, mas imediatamente recuavam, porque havia um entendimento mútuo de que, sim, havia linhas vermelhas.
"HOJE NÃO HÁ LINHAS VERMELHAS. Uma das coisas que o presidente Putin e seu predecessor o ex-presidente Medvedev viviam dizendo a Washington é: 'Vocês estão cruzando nossas Linhas Vermelhas'. E Washington dizia e continua a dizer 'Vocês não têm linhas vermelhas. Só nós temos linhas vermelhas e nós podemos ter todas as bases militares que quisermos em torno das fronteiras de vocês, mas vocês não podem ter bases no Canadá ou no México. As linhas vermelhas de vocês não existem.' Quero dizer: vê-se claramente que hoje já não há regras de conduta fixadas por acordo mútuo.
"Outro ponto importante: Hoje não há absolutamente, de modo algum, qualquer força política ou movimento organizado anti-Guerra Fria ou pró-détente, nos EUA – nem em nossos partidos políticos, nem na Casa Branca, nem no Departamento de Estado, nem na grande mídia-empresa, nem nas universidades ou em think-tanks. (...) Nada disso existe hoje (...).
"Meu ponto seguinte é uma pergunta: Quem é responsável por essa nova Guerra Fria? Não pergunto isso porque queira apontar dedo acusatório a alguém. A posição do atual establishment de mídia-empresa política nos EUA é que essa nova Guerra Fria seria integralmente culpa de Putin – toda ela, tudo. Nós nos EUA não fizemos nada errado. Em todos os estágios somos virtuosos e sábios, e Putin foi agressivo e homem mau. Assim sendo, o que teríamos a repensar? Putin é que tem de repensar tudo, não nós."
Essas duas narrativas, a narrativa da Guerra Fria e a subsequente 'divulgação' que os neoconservadores lhe deram: a saber, a formulação de Bill Kristol (em 2002) segundo a qual, precisamente por causa de sua 'vitória' na Guerra Fria, os EUA podiam e deviam converter-se no 'hegemon benevolente global', garantindo e sustentando a nova ordem global de autoria dos EUA – 'não se pode fazer omelete sem quebrar os ovos' – converge e conflita na Síria, nas pessoas do presidente Assad e do presidente Putin.
O presidente Obama não é neoconservador, mas está limitado pelo legado do hegemon global, que ele tem de sustentar, ou será denunciado como o arquiacelerador do declínio dos EUA. E o presidente também está cercado por divulgadores da R2P ("responsabilidade de proteger"), como Samantha Power, que parece ter convencido o presidente de que a saída do "tirano" Assad ferirá de morte e levará ao colapso o balão do jihadismo wahhabista, permitindo assim que jihadistas 'moderados' como o Ahrar al-Sham deem afinal cabo dos retalhos murchos do balão ISIS que terá sido furado.
Na prática, uma saída forçada do presidente Assad só fará dar mais poder ao ISIS, não o fará explodir, e as consequências varrerão como raios todo o Oriente Médio – e além dali. O presidente Obama talvez compreenda privadamente a natureza dos perigos da revolução cultural wahhabista, mas parece não conseguir livrar-se da convicção de que tudo mudaria se, apenas, o presidente Assad deixasse o governo.
Isso, precisamente, era o que os Estados do Golfo diziam sobre o primeiro-ministro Nouri al-Maliki no Iraque. Foi-se ele (por enquanto), mas... o que mudou? O ISIS fortaleceu-se.
Claro que se se pensa no ISIS como o mal, o mal pelo mal em si mesmo, propenso ao massacre mais total, mais sem sentido, "que tarefa realmente idiota seria, obviamente, pensar sobre as reais motivações do inimigo. Afinal, para fazê-lo, seria preciso ameaçá-los no plano humano, nos seus objetivos humanos nascidos da história. "Claro" – continua o Professor Chernus,
"isso significa que, pensemos o que for de suas ações, nós sempre ignoramos a montanha de provas que há de que os combatentes do Estado Islâmico podem ser mais humanos ou ter motivações mais compreensíveis."
É bem evidente que o ISIS e outras forças do Califato têm muito claras motivações humanas e objetivos políticos claramente articulados, e nada disso tem qualquer coisa a ver com o tipo de 'estado sírio' que os EUA dizem que querem para a Síria. Isso, precisamente, reflete o perigo de se deixar fazer refém de uma determinada narrativa, em vez de examinar mais criticamente o quadro conceitual prevalecente.[1]
Os EUA estão distantes demais da Síria e do Oriente Médio e, como observa o professor Stephen Cohen, "hoje, infelizmente, os relatos parecem indicar que a Casa Branca e o Departamento de Estado pensam só em reagir contra as ações da Rússia na Síria. Estão preocupados, como se lê, por a Rússia estar conseguindo abalar a liderança dos EUA no mundo."
É o mesmo meme da insegurança nacional perpétua, de perpétuos medos norte-americanos, de se os EUA conseguirão aguentar os desafios à sua dominação sobre o mundo, sugere o professor Chernus.
Mas a Europa não está "muito distante", está ali, junto à porta da Síria. Também é vizinha da Rússia. E por isso mesmo vale muito a pena considerar o último ponto da argumentação do professor Cohen: a evidência de que Washington parece pouco inclinada a 'permitir' que a Rússia dê qualquer passo na direção de melhorar a própria posição na Europa ou no mundo não ocidental, mediante as iniciativas russas para derrotar estrategicamente o jihadismo wahhabista na Síria, não é só brincar com fogo dentro do Oriente Médio. Esse movimento de Washington é também brincar com o fogo de um perigo muito maior: brincar com fogo nessas duas frentes ao mesmo tempo parece extraordinariamente imprudente.
Cohen, novamente:
"A ideia falsa [já fincou raízes] de que a ameaça nuclear teria terminado, quando terminou a União Soviética: Na verdade, a ameaça nuclear diversificou-se e tornou-se mais difícil. Aí está algo que a elite política esqueceu. Mais um desserviço do governo Clinton (e, em certa medida, também do primeiro presidente Bush na campanha de reeleição), dizendo que os perigos nucleares da velha Guerra Fria já não existiriam depois de 1991. A verdade é que a ameaça nuclear aumentou, seja por acidente ou por falta de atenção, e é hoje mais perigosa do que jamais antes."
Com a Europa tornando-se cúmplice dos EUA no processo de aumentar as pressões contra a Rússia na Síria – economicamente, pelas sanções e outras medidas financeiras; na Ucrânia e na Crimeia; e arrastando Montenegro, Geórgia e o Báltico para a OTAN –, parece que nos estamos enredando no paradoxo segundo o qual quanto mais a Rússia dedica-se firmemente a evitar a guerra, mais todos andamos diretamente rumo à guerra.
Os chamamentos russos, que procuram a cooperação dos estados ocidentais na luta contra a praga do ISIS; as respostas dos russos, sempre brilhantemente construídas para as mais terríveis provocações (como a emboscada que derrubou seu bombardeio SU-24 na Síria); e a retórica sempre calma do presidente Putin... tudo isso está sendo usado por Washington e Londres para pintar a Rússia como se não passasse de um "tigre de papel", que não se precisa nem respeitar nem temer.
Em resumo, o ocidente só está oferecendo à Rússia uma escolha binária: ou os russos ajoelham-se ante o hegemon "benevolente", ou preparem-se para a guerra. *****
[1] Precisamente o que o presidente Putin fez e ensinou a fazer, no discurso à 70ª Assembleia Geral da ONU:
"Não duvidem: os senhores estão lidando com gente dura e cruel, mas não são pessoas 'primitivas' ou 'atrasadas'. São exata e precisamente tão espertos quanto os senhores. Na relação com eles, ninguém jamais saberá quem manipula quem. Perfeita prova disso está nos dados recentes sobre destino final do armamento doado àquela oposição suposta 'moderada'"
(Presidente Vladimir Putin, Discurso à 70ª Assembleia Geral da ONU) [NTs].
Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu
Alastair Crooke, Conflicts Forum, Consortium News
Blog do Alok
Via: http://noticia-final.blogspot.com.br/2015/12/tentar-encurralar-os-russos-e-arriscar.html

Número recorde de judeus brasileiros volta para Israel

Fuga da crise e da violência urbana estimula a aliyah

Jarbas Aragão
O jornal Jerusalém Post, um dos mais influentes de Israel, deu destaque nesta terça (8) ao número recorde de judeus brasileiros imigrando para o Estado judeu.
Segundo a reportagem, a motivação deles não é o antissemitismo enfrentado por judeus em muitos outros países, mas a opção de escaparem da crise atual e, sobretudo, da violência urbana.
A imigração para Israel, ou aliyah, a partir do Brasil mais do que dobrou nos últimos quatro anos, de 191 em 2011 para mais de 400 este ano. Para efeitos de comparação, o crescimento médio da aliyah da América Latina, no mesmo período, foi de apenas 7%.
Embora tenha aproximadamente a metade da população judaica da vizinha Argentina, o Brasil foi o país latino que enviou mais imigrantes para Israel por dois anos consecutivos. Calcula-se que 120.000 judeus vivem no Brasil. No ano passado foi fundada a Beit Brasil, organização não governamental sediada em Israel para ajudar os brasileiros que pretendem mudar para Israel.
O jornal entrevistou vários brasileiros que optaram em viver em Israel, mostrando que a preocupação da maioria é um “futuro melhor”.  Embora viver em solo israelense signifique conviver com a constante ameaça por parte dos palestinos, os brasileiros acreditam que estão mais seguros por lá do que no país em que nasceram.
Para o Jerusalém Post, o Brasil é “um dos países mais sangrentos na Terra”, lembrando as estatísticas de que mais de 58.000 pessoas tiveram uma morte violenta por aqui em 2014. O analista Robert Muggah, declara: “Mais pessoas são mortas a cada ano no Brasil por meio da violência intencional do que em qualquer outro lugar do planeta, incluindo a maioria das zonas de guerra do mundo combinados”.
O jornal também mostra como a crise econômica que se acentua está estimulando os judeus brasileiros a procuraram uma estabilidade maior. Afinal, a volta da inflação, a desvalorização do real frente ao dólar e o desemprego galopante criam grande incerteza do que ocorrerá no país.

Zika vírus ~ Dr. Renan Marino

12 de dez de 2015

Em 12.12.15 por Dr. Renan Marino     
As recentes descobertas sobre o Zika Vírus pelo Laboratório de Flavivírus da IOC/FIOCRUZ, mostram seu acentuado neurotropismo , passagem transplacentária e presença no líquido amniótico, o que explica satisfatoriamente a fisiopatologia da malformação do Sistema Nervoso Central que decorre de sua ação neuropática. Assim, a ação deste flavivírus retardando o processo de multiplicação neuronal, ao infectar o cérebro no final do 3º trimestre de gestação, tem como consequência direta a microcefalia fetal. Mas não somente isto, também esclarece a elevada incidência dos quadros da Síndrome Paralisante de Guillain Barré, principal co-morbidade verificada em crianças e adultos que apresentam a Febre Zika, podendo levar a sequelas ou até mesmo a óbito!

A Zika pode não ser um legado da Copa...

"O mundo tem hoje 6,8 bilhões de pessoas. E está dirigindo-se para cerca de nove bilhões. Agora, se fizermos um ótimo trabalho em novas vacinas, cuidados de saúde, serviços de saúde reprodutiva, poderemos diminuir, talvez 10 ou 15 por cento."
Bill Gates
 "Há um único tema por trás de todos o nosso trabalho - nós precisamos reduzir os níveis de população. Ou os governos fazem do nosso jeito, através de métodos limpos e agradáveis, ou eles vão obter os tipos de confusão que dispomos no El Salvador, no Irã ou em Beirute. População é um problema político. Uma vez que a população está fora de controle, exige um governo autoritário, até mesmo fascista, para reduzí-la..."
 Thomas Ferguson
Ex-funcionário do Departamento de Estado dos EUA, Escritório de Assuntos da População
Bom, o que vim fazer aqui não é trazer respostas, nem falar dos sintomas associados a Zika nesse país. Vim trazer alguns links. Links importantes que a própria mídia liberou em off e que, sem dúvida alguma, devem ser levados em consideração. Tudo o que está aqui podem parecer informações soltas... mas acredite - em um sistema como esse em que vivemos, não há pontas soltas! O que falta é um elo, uma ponte que pode ter passado desapercebido por mim ou que ainda irá se revelar no futuro. De qualquer maneira, quero compartilhar com vocês e mesmo que não fasentido agor, guarde a informação. 

Pois bem, vírus da Zika ou Zica é um vírus da família dos Flaviviridae, gênerolavivirus o mesmo gênero pertence outro vírus, o causador do WNV  - West Nile Virus ou vírus do oeste do Nilo ou encefalite do Nilo e este último é considerado potencialmente perigoso e é inclusive passado da gestante para o bebê causando problemas ao sistema nervoso central. O vetor do WNV é o culex - nosso bem conhecido pernilongo, enquanto que a dengue e o Zika vírus é transmitido especialmente pelo mosquito Aedes aegpti. Existem hoje, 4 tipos de vírus conhecidos da dengue mas quanto a Zika ... isso é novidade para nós, pelo me

A Zika foi registrada pela primeira vez na década de 40, na Uganda desde então, NUNCA ESTEVE ASSOCIADA A CASO DE MICROCEFALIA,  não até agora. Mas mutações podem acontecer... embora no caso, acredito que seja algo bem remoto. 


Um dado que não vem sendo divulgado pela mídia, e acredito eu que não será, é a presença dos conservantes da vacina.As vacinas contm conservantesSei que isso soa estranho, mas é um fato. E um deles é o Timerosl. Só que o timerosal contém um composto orgânico denominado de etilmercúrio, muito similar ao metilmercúrio.  metilmercúrio, é comprovadamente um potente neurotóxico que afeta o desenvolvimento do sistema nervoso e seu funcionamento. No entanto, pesar de não ter sido pesquisado tão profundamente, mediante a semelhança en etilmercúrio metilmercúrio existe a real preocupação de que este possa ter algum  efeito no desenvolvimento das crianças expostas as vacinas  com este conservante.

Eis o link do que acabei de falar sobre o Timerosol :https://saudesemdano.org/america-latina/temas/mercurio-nas-vacinas   

Mas não é por isso que vim aqui. Não podemos afirmar que houve alguma mutação no Zika ou que são as vacinas que estão causando os casos de microcefalia e a sindrome de Guillain-Barré...

O que quero é levantar alguns acontecimento sincronizados! 
Ano passado, foram lançados na Bahia  em especial, vários mosquitos transgênicos, com a intenção de reduzir os casos de dengue. A princípio, a proposta seria a grande solução... só que não foi. Recentemente, o Centro Nordestino de Medicina popular divulgou uma nota com o alarmante aumento dos casos de dengue na cidade, como podemos ver:
Mesmo sabendo dos possíveis problemas, problemas esses conhecidos pela CTNBio, os mosquitos foram liberados e CONTINUAM SENDO. O último local a ocorrer tal coisa foi a cidade do Rio de Janeiro. 

Falemos agora da empresa que desenvolveu tais mosquitos: Oxitec...

Oxitec, segundo ela mesma, é uma empresa pioneira no controle de insetos transmissores de doenças e causadores de danos nas culturas agrícolas. Também tem como prioridade o controle do mosquito Aedes aegypti. Segundo eles, essa doença infecta mais de 390 milhões de pessoas, especialmente nos países tropicais como o Brasil. Em 2013 cerca de 9800 casos foram confirmados. Dados como esse, diante de mais de 140 morte diárias por homicídio no Brasil em 2014, faz com que milhões de pulgas façam uma orquestra atrás de minhas orelhas...
Pois bem, continuando aqui.
Essa empresa tem alguns casos complicados inclusive com liberação de mosquitos em outros países sem a permissão do próprio governo, que não é o caso do Brasil, onde tudo aparentemente é permitido... 
Um dos principais financiadores da Oxitec é a fundação  Bill & Melinda Gates. Não sei se vocês lembra, mas há algum tempo, em  uma de suas conferências sobre a emissão de carbono e o aquecimento global, Bill Gates suger que a população deve ser reduzida em pelo menos 15% através de alguns métodos, dentre eles - a vacinação em massa(link para o vídeo no fim).

Vale também citar que o mesmo Bill Gattes também é um grande colaborador da empresa da empresa  Sa Pasteur 
Essa empresaproduziu a vacina H1N1 para o Brasil, mesmo com  estudos comprovando possíveis efeitos colateraisdentre eles a síndrome de Guillain-Barré  - que além de ter um crescente números de casos no país desde que a vacina começou a ser ministrada agora está sendo associada a Zika. Eu falei ZIKA e não Dilma, gente, calma.
A Sa Pasteur também é fabricante da vacina Gardasil, contra o famoso HPV . Lembrando que o HPV imuniza apenas contra meia dúzia de vírus dentre os mais de cem causadores da doença. A empresa também vem respondendo a vários processos por conta dos efeitos colaterais associados a Gadasil. Vale no entanto citar, que se cada organismo reage de maneira diferente a determinados  remédios, o mesmo ocorre com as vacinas; no entanto, quando mais o caso começa a se tornar recorrente , é necessário se levar em consideração  esses dados... o que não vem acontecendo. No Rio de Janeiro, por exemplo, as meninas dentro da faixa etária indicada são vacinadas na própria escola, nem sendo necessário ir ao postinho mais próximo. 

A mais nova agora é que a Sanofi  Pasteur desenvolveu uma vacina contra a dengue ... enquanto que  a xitec continua a liberar seus mosquitos transgênicos para tentar salvar a nossa pele... ou não.
 Bill Gates financiando os mosquitos e a vacina... São os bilionários tentando fazer do planeta, um lugar melhor.
 Bom, disse que não ia trazer respostas e sim links
Opinião pessoal? Bom, não acho que os casos de microcefalia estejam associados a Copa, nem a Haitianos e também não acho que estejam relacionados a Zika... não mesmo Eis as fontes, quem tiver interesse, divirta
Fontes:
https://www.youtube.com/watch?v=Bst6qJYNw5o (foquem no Bill Gates
https://saudesemdano.org/america-latina/temas/mercurio-nas-vacinas
http://odia.ig.com.br/noticia/mundoeciencia/2015-05-15/virus-da-zika-chegou-ao-brasil-durante-a-copa-do-mundo.html
http://www.cnmp.org.br/index.php/noticias/saude/96-unicipio-que-recebeu-testes-com-mosquito-transgenico-vive-nova-emergencia-de-dengue
http://br.oxitec.com
http://noticias.terra.com.br/brasil/para-reduzir-dengue-biofabrica-solta-mosquitos-transgenicos,923efb9780e91410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html
http://www.sanofi.com.br/l/br/pt/layout.jsp?scat=75FD3F06-2066-44AE-8D09-83703A7BD5BB
http://www.sanofipasteur.com/en/articles/sanofi-pasteur-announces-vaccine-discovery-collaboration-with-the-bill-melinda-gates-foundation.aspx
http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/07/estudo-diz-que-cacina-de-gripe-h1n1-pode-ter-relacao-com-doenca-neural.html
http://www.ebc.com.br/noticias/2015/10/ctnbio-aprova-liberacao-comercial-da-vacina-contra-dengue-da-sanofi-pasteur
http://g1.globo.com/bemestar/dengue/noticia/2015/12/mexico-aprova-vacina-contra-dengue-da-francesa-sanofi.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADrus_Zika
http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2013/11/25/vacina-contra-hpv-e-alvo-de-processo-apos-jovem-relatar-efeitos-colaterais.htm
Links relacionados:
https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Guillain-Barr%C3%A9
https://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADrus_do_oeste_do_Nilo

http://www.saude.go.gov.br/index.php?codLetra=4028&id=80923

http://brasil.babycenter.com/a25013237/zika-na-gravidez 


Via: http://buscandoaverdadenomundo.blogspot.com.br/2015/12/a-zika-pode-nao-ser-um-legado-da-copa.html
NÃO DEIXE DE CLICAR NOS ANÚNCIOS DESTE, VOCÊ ESTARA AJUDANDO A PERMANENCIA DO MESMO. OBRIGADO