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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Maior revista de economia do mundo prevê “2016 desastroso” para o Brasil

Segundo a revista ‘The Economist’, o Brasil deixou de lado o clima de euforia com a aproximação das Olimpíadas e, em vez disso, enfrenta um desastre na política e na economia.
Na primeira edição impressa da revista de 2016, na capa Dilma aparece com a cabeça baixa, olhos fechados em postura de submissão com a frase “A queda do Brasil” (Brazil’s fall, em inglês). 

Economista afirma que economia está sendo destruída e Brasil caminha para ‘o fim’

A revista faz uma recapitulação dos péssimos resultados econômicos e políticos do Brasil em 2015 e alerta para um 2016 desastroso para o país.
A capa da revista foi notícia nos principais jornais e sites do Brasil, como G1 e Infomoney
O que resta é apertar os cintos. Grandes emoções nos aguardam no ano que há de vir.

Estudo prevê estagnação econômica até 2020 e PIB per capita despencando 27% em 2015


Via: http://www.revoltabrasil.com.br/politica/8613-maior-revista-de-economia-do-mundo-preve-2016-desastroso-para-o-brasil.html

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Trem da alegria do governo Dilma PT - Mais um Decreto.



Trem da alegria do governo Dilma PT - Mais um Decreto.Se não vai de um jeito vai de outro...Encerrem suas contas em bancos públicos e parem de abastecer os cofres para que não tenham mais de onde tirar.
Posted by Guarulhos Direita Conservadora on Segunda, 28 de dezembro de 2015

Argentinos vão às ruas contra Macri: “Há um gorila solto na Casa Rosada”

Depois do sucesso do “decime que se siente” na Copa 2014 no Brasil, esta é a nova canção que toma conta das ruas argentinas para protestar contra o regime Macri.

Macri cagoooon! Macri cagoooon!
Hay un gorila suelto en la Rosada,
Piensa que este pueblo no va hacer nada,
Nosotros militamos con el alma y el corazón
Che gorila, esa casa es de Peron!”
Macri Cagooooooooon  ♪ ♪ ♫

Visto emviomundo.com.br





Vale ressaltar que por trás destes protestos está a militância kirchnerista, mas que inevitávelmente terão adesão de outros grupos que não queriam os Kichner e nem Macri. Afinal, os candidatos já estavam pré-selecionados na sionista Americas Society dos Rockefeller/Rothschild.
Se a revolta popular crescer contra o atual regime, Macri poderá ser o segundo presidente a fugir da Casa Rosada de helicóptero.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

PAPA FRANCISCO DIZ EM DISCURSO SOMBRIO QUE ESTE PODE SER O ÚLTIMO NATAL

Em um discurso sombrio, o papa Francisco disse que o atual estado caótico do mundo inaugura os “últimos dias” e que no próximo ano o mundo é susceptível de ser irreconhecível. “Estamos perto do Natal. Haverá luzes, haverá festas, árvores brilhantes, enquanto o mundo ainda está em guerra”, “Enquanto o mundo está morrendo de fome, queimaduras, e desce ainda mais no caos, temos de perceber que as celebrações de Natal este ano para aqueles que optam por celebrar pode ser sua última.”

Francis, que já anunciou o a Terceira Guerra Mundial, tinha marcado o Natal deste ano como uma “farsa”, durante uma missa na Casa Santa Maria no início do mês.

“Estamos perto do Natal. Haverá luzes, haverá festas, árvores brilhantes, até mesmo presépios – todos decorado – enquanto o mundo continua a travar uma guerra “, disse ele no início de dezembro.

O pontífice, que completou 79 nesta quinta-feira, elaborou sobre seus pontos de vista neste fim de semana, contando a uma multidão: “Enquanto o mundo passa fome, queimaduras, e desce ainda mais no caos, devemos perceber que as celebrações de Natal deste ano para aqueles que optam por celebrar pode ser a sua última “. 

“A menos que o caminho para a paz é reconhecido, devemos chorar por essas vítimas inocentes que crescem a cada dia, e pedir perdão a Deus. Como Jesus e Deus chora, eu também “.
Via: http://yournewswire.com/pope-says-this-may-be-our-last-christmas/ e ApocalipseNews
Via: http://www.libertar.in/2015/12/papa-francisco-diz-em-discurso-sombrio.html

sábado, 19 de dezembro de 2015

Veja o escândalo que está nosso país.



Se você é brasileiro de coração, vai assistir e compartilhar .Veja o escândalo que está nosso país.A suprema maior...
Posted by Pensa Brasil on Sexta, 18 de dezembro de 2015

Após decisões do STF, entenda como fica o processo de impeachment contra Dilma

Decisões do Supremo determinaram os próximos passos do processo de impeachment
O Supremo Tribunal Federal votou, durante esta quinta-feira (17), a validade das normas que regulamentam o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.
Entre os pontos votados sobre as regras de tramitação do processo estão: derrubada da chapa alternativa; o poder do Senado para decidir se instaura ou não o processo de impedimento; o voto aberto na eleição da comissão especial; a decisão pela maioria simples dos senadores para determinar a instauração do processo pelo Senado, e a negação da possibilidade da presidente apresentar defesa prévia, além da votação do processo no Senado.
Mas e agora, como fica o rito do impeachment após a decisão do STF? A Jovem Pan separou os próximos passos do processo de impeachment. Confira:

Lula diz que "é um luxo para o Brasil ter uma presidente da qualidade da Dilma"



Lula diz que "é um luxo para o Brasil ter uma presidente da qualidade da Dilma". Reinaldo Azevedo ironiza o...
Posted by Jovem Pan Online on Sexta, 11 de dezembro de 2015

Deputado Capitão Augusto põe no paredão o líder do MST na CPI



Deputado Capitão Augusto põe no paredão o líder do MST na CPI - Maus Tratos de Animais. sobre a invasão de terras e...
Posted by Regime Militar EU APOIO on Quinta, 17 de dezembro de 2015

QUE PAÍS É ESSE



2015 entra para a história do país como o ano em que a Operação Lava Jato desnudou toda a roubalheira e as mentiras...
Posted by Onyx Lorenzoni on Sexta, 18 de dezembro de 2015

Lula atribui a Dirceu indicação de diretores para a Petrobras

O ex-presidente Lula atribuiu a José Dirceu, ex-ministro chefe da Casa Civil do seu governo, responsabilidade pela indicação de diretores da Petrobras. Em depoimento à Polícia Federal na quarta-feira (16) Lula disse que ‘cabia à Casa Civil receber as indicações partidárias e escolher a pessoa que seria nomeada’.

Dirceu chefiou a Casa Civil durante parte do primeiro mandato do petista, entre 2003 e 2005, quando estourou o escândalo do Mensalão - Dirceu foi condenado a 7 anos e onze meses de prisão no Mensalão e está preso desde 3 de agosto como alvo da Operação Lava Jato, que desmontou esquema de propinas na estatal petrolífera.

Investigadores já suspeitavam que Dirceu havia indicado o engenheiro Renato Duque - preso da Lava Jato desde março - para a Diretoria de Serviços da estatal petrolífera. Mas Dirceu sempre negou. "Que o nome de Renato Duque foi levado à Casa Civil da Presidência da República, à época chefiada por José Dirceu", disse Lula à PF.

O governo respira... os gases envenenados da corrupção, diz Fernando Gabeira

Fernando Gabeira, em texto publicado no jornal O Estado de S. Paulo, comenta a percepção de que o governo Dilma conseguiu um espaço para "respirar", com a decisão do STF que levou o impeachment praticamente de volta à estaca zero. Gabeira chama a atenção para o absurdo de se considerar que o simples "respiro" se tornou uma qualidade do governo. Para ele, ainda que Dilma respire, o ar está contaminado pela corrupção que se revela por todos os lados, e não se vê uma busca de soluções efetivas para a crise. 

Estaleiro investigado fabrica embarcações inúteis para Petrobras

Alvo da Operação Catilinária, deflagrada ontem, terça-feira (15), o Estaleiro Rio Tietê se tornou uma grande dor de cabeça para a Transpetro, subsidiária da Petrobras que foi comandada por Sergio Machado.
Fruto de uma licitação de R$ 432 milhões, o estaleiro é tema de uma ação de improbidade administrativa proposta pelo Ministério Público Federal e fabrica embarcações que ainda não têm utilidade para a estatal.
O estaleiro foi contratado em 2010 para construir 20 comboios para o transporte de etanol, cada um formado por quatro barcaças e um rebocador. No total, 80 barcaças e 20 rebocadores.

domingo, 13 de dezembro de 2015

O FUTURO AGORA: EMPRESA CHINESA COMEÇARÁ CLONAGEM DE HUMANOS EM 2016

A empresa chinesa Boyalife fez um anúncio que parece ficção científica: segundo seu diretor, Xu Xiaochun, em sete meses será aberta uma enorme fábrica que possuirá tecnologia para a clonagem de seres humanos.

A fábrica, localizada na cidade de Tianjin, no norte do país, foi apresentada com o objetivo de abrigar um banco de genes com capacidade de cerca de 5 milhões de mostras de células congeladas em nitrogênio líquido. Esse banco funcionaria como uma espécie de Arca de Noé da biodiversidade, já que preservaria a informação genética das espécies em perigo de extinção para fins de regeneração. 

A clonagem humana, segundo Xiaochun, não está atualmente dentro dos planos, já que ela ainda não é autorizada por lei e causaria uma reação negativa nas pessoas, embora a Boyalife já possua a tecnologia para realizá-la. Mas, após ser legalizada, a empresa promete colocar em funcionamento essa tecnologia que poderá mudar radicalmente o mundo da genética e da reprodução.

“Infelizmente, até agora, a única maneira de ter um filho é com a intervenção de um pai e de uma mãe. Mas, talvez, no futuro, haja três possibilidades em vez de uma (...) com 100% do DNA do pai ou 100% do DNA da mãe”, explica o diretor, que comentou seu plano de clonar um milhão de vacas antes de 2020, além de cavalos puro-sangue, cães policiais e animais domésticos.

Via: http://seuhistory.com/
http://www.libertar.in/2015/12/o-futuro-agora-empresa-chinesa-comecara.html


QUAL O POTENCIAL DE DESTRUIÇÃO DA SUPOSTA BOMBA H NORTE COREANA?

Nem todo mundo acredita nos anúncios do líder da Coreia do Norte, mas é fato que muitos ficaram preocupados quando Kim Jong-un afirmou que seu país estava pronto para detonar uma bomba atômica e uma bomba de hidrogênio.

A razão é simples: a bomba de hidrogênio, mais conhecida como Bomba H, é a arma mais poderosa existente no planeta, como contou à BBC Mundo, serviço em espanhol da BBC, o cientista Matthias Grosse Perdekamp, que dá aulas sobre o controle de armamentos nucleares da Universidade de Illinois, nos EUA.

Até hoje, nenhuma explosão superou a potência da "Bomba-Czar", uma bomba de hidrogênio de 50 megatons (o equivalente a 50 milhões de toneladas de dinamite) detonada durante um teste do governo soviético em outubro de 1961.

Essa bomba, por sinal, era 3.000 vezes mais poderosa que a lançada sobre Hiroshima em agosto de 1945, naquela que foi a primeira vez que uma arma nuclear foi usada em situação de conflito.

A "Little Boy" "(Pequeno Garoto", em tradução literal), como foi batizada a bomba que devastou a cidade japonesa, foi feita a partir de urânio em um processo de fissão nuclear, no qual átomos são "partidos" e liberam incrível quantidade de energia. Os limites são de 500 kilotons, ou meio milhão de toneladas de dinamite.

As bombas de hidrogênio, porém, são fabricadas por meio da fusão nuclear, processo em que diversos átomos se juntam antes de explodir.

"A potência que pode ser alcançada com a fusão nuclear basicamente não tem limites", conta Perdekamp.

O especialista, porém, explica que esse processo é extremamente complexo e, por isso, duvida que os norte-coreanos tenham desenvolvido uma Bomba H. Especialmente, diz, porque antes disso eles deveriam também controlar o procedimento de fissão.

"Basicamente, cada bomba de fusão inclui também uma pequena bomba de fissão", explica o físico.

A primeira explosão nuclear se encarrega de gerar a elevadíssima temperatura necessária para que os isótopos de hidrogênio se fundam, o que explica porque a Bomba H também é chamada de termonuclear.

A potência final é determinada pelo volume de hidrogênio, mais precisamente seus dois isótopos radioativos, o deutério e o trítio.

"A energia nuclear liberada na fusão tem a mesma origem que a energia que sustenta a vida na Terra: o Sol", explica Perdekamp.

No caso da bomba de hidrogênio, porém, o objetivo é apenas a destruição.

Site venezuelano transcreve carta de Fidel à Maduro orientando-o a matar opositores se for preciso

A Carta foi transcrita pelo site venezuelano http://noticiasvenezuela.org/ e demonstra o que seria uma carta assinada por Fidel Castro enviada à Nicolas Maduro, orientando-o a promover guerra contra opositores, matando-os se for preciso.
Confira a íntegra da carta, divulgada pelo portal http://noticiasvenezuela.org/ abaixo:
Querido Nicolás:
Me uno a la opinión unánime de los que te han felicitado por tu brillante y valiente discurso la noche del 6 de diciembre, apenas se conoció el veredicto de las urnas. En la historia del mundo, el más alto nivel de gloria política que podía alcanzar un revolucionario correspondió al ilustre combatiente venezolano y Libertador de América, Simón Bolívar, cuyo nombre no pertenece ya solo a ese hermano país, sino a todos los pueblos de América Latina. Otro oficial venezolano de pura estirpe, Hugo Chávez, lo comprendió, admiró y luchó por sus ideas hasta el último minuto de su vida. Desde niño, cuando asistía a la escuela primaria, en la patria donde los herederos pobres de Bolívar tenían también que trabajar para ayudar al sustento familiar, desarrolló el espíritu en que se forjó el Libertador de América. Los millones de niños y jóvenes que hoy asisten a la mayor y más moderna cadena de escuelas públicas en el mundo son los de Venezuela. Otro tanto puede decirse de su red de centros de asistencia médica y atención a la salud de un pueblo valiente, pero empobrecido a causa de siglos de saqueo por parte de la metrópoli española, y más tarde por las grandes transnacionales que extrajeron de sus entrañas, durante más de cien años, lo mejor del inmenso caudal de petróleo con que la naturaleza dotó a ese país. La historia debe dejar también constancia de que los trabajadores existen y son los que hacen posible el disfrute de los alimentos más nutritivos, las medicinas, la educación, la seguridad, la vivienda y la solidaridad del mundo. Pueden también, si lo desean, preguntarle a la oligarquía: ¿saben todo eso? Los revolucionarios cubanos —a pocas millas de Estados Unidos, que siempre soñó con apoderarse de Cuba para convertirla en un híbrido de casino con prostíbulo, como modo de vida para los hijos de José Martí— no renunciarán jamás a su plena independencia y al respeto total de su dignidad. Estoy seguro de que solo con la paz para todos los pueblos de la Tierra y el derecho a convertir en propiedad común los recursos naturales del planeta, así como las ciencias y tecnologías creadas por el ser humano para beneficio de todos sus habitantes, se podrá preservar la vida humana en la Tierra. Si la humanidad prosigue su camino por los senderos de la explotación y continúa el saqueo de sus recursos por las transnacionales y los bancos imperialistas, los representantes de los Estados que se reunieron en París, sacarán las conclusiones pertinentes. La seguridad no existe hoy ya para nadie. Son nueve los Estados que cuentan con armas nucleares, uno de ellos, Estados Unidos, lanzó dos bombas que mataron a cientos de miles de personas en solo tres días, y causaron daños físicos y psíquicos a millones de personas indefensas. La República Popular China y Rusia conocen mucho mejor que Estados Unidos los problemas del mundo, porque tuvieron que soportar las terribles guerras que les impuso el egoísmo ciego del fascismo. No albergo dudas que por su tradición histórica y su propia experiencia revolucionaria harán el máximo esfuerzo por evitar una guerra y contribuir al desarrollo pacífico de Venezuela, América Latina, Asia y África. Fraternalmente, Fidel Castro Ruz Diciembre 10 de 2015 6 y 42 p.m.

Venezuela proíbe líderes latinos de acompanharem eleições no país por criticarem governo

Interminável transposição do São Francisco envolta por corrupção, tem primeiras prisões

Maior vitrine política do PT desde a campanha eleitoral que precedeu o primeiro mandato de Lula, as intermináveis obras do São Francisco, que, segundo Lula, estariam totalmente concluídas em 2012, até hoje não foram e agora estão na mira da Polícia Federal, e logo no início das investigações a PF já constatou desvios de R$ 200 milhões.
(Reuters) – A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira o presidente da OAS, Elmar Varjão, e outros três executivos em operação contra esquema de superfaturamento nas obras de transposição do rio São Francisco, em uma fraude que teria desviado 200 milhões de reais com participação de empresas fantasmas do doleiro Alberto Youssef, já condenado como um dos operadores na Lava Jato.

Veja o vídeo em que Lula [ainda presidente] afirmou com inteira convicção e orgulho que as obras do São Francisco estariam todas concluídas em 2012

Via: http://www.revoltabrasil.com.br/corrupcao-2/8328-interminavel-transposicao-do-sao-francisco-envolta-por-propinas-e-corrupcao.html

Tentar encurralar os russos é arriscar-se à 3ª Guerra Mundial

Todos nós conhecemos a narrativa na qual nós (o ocidente) estamos sitiados. É a narrativa da Guerra Fria: EUA contra o "Império do Mal". E, como o professor Ira Chernus escreveu, dado que nós somos "humanos" e eles (a URSS ou, hoje, o ISIS) não são, continuamos a ter de ser o oposto polar deles.
"Se eles são o mal absoluto, temos de ser o oposto absoluto. É o velho conto do apocalipse: o povo de Deus versus Satã. E esse conto assegura que jamais teremos de admitir qualquer conexão que faça algum sentido, com o inimigo." É a base da autoproclamação, por EUA e Europa, ao mundo, de que são os "líderes", "excepcionais".
E "enterrada sob o pressuposto de que o inimigo não é em nenhum sentido, humano como nós, aí já está uma absolvição preventiva por qualquer participação que possamos ter tido no gerar ou no contribuir para a geração e a disseminação do mal. Como poderíamos ter fertilizado o solo para o mal absoluto ou ter alguma responsabilidade no sucesso do mal absoluto? Esse é um dos postulados básicos das guerras contra o mal: o povo de Deus tem de ser inocente," (e não há mediação possível onde haja o mal, porque ninguém de modo algum poderia dialogar com o mal).
Os ocidentais podemos pensar em nós mesmos como racionalistas e (na maioria) seculares, mas os modos cristãos de conceitualizar o mundo ainda permeiam a política externa contemporânea.
É essa narrativa da Guerra Fria da era Reagan, com seus correlatos de que os EUA simplesmente demoliram o Império Soviético com força militar e – igualmente importantes –, com "pressões" financeiras, e, tudo isso, sem jamais ter feito qualquer concessão ao inimigo.
O que tantas vezes se esquece é como os neoconservadores de Bush deram seu 'empurrão' a essa narrativa para o Oriente Médio, escalando secularistas nacionais árabes e ba’athistas como encarnações de "Satã": David Wurmser advogava em 1996, "que se apressasse o colapso caótico" do nacionalismo árabe secular em geral, e do baathismo em particular. Concordou com o rei Hussein da Jordânia, para quem "o fenômeno do baathismo" sempre foi, desde o surgimento, "agente de forças estrangeiras, a saber, da política soviética."
Sobretudo, além de serem agentes do socialismo, esses estados opunham-se também a Israel. Assim, sob o princípio segundo o qual se esses eram o inimigo, então o inimigo do meu inimigo (os reis, emires e monarcas do Oriente Médio) tornaram-se amigos dos neoconservadores de Bush. E assim persistem até hoje – não importa o quanto seus interesses divirjam hoje dos interesses dos EUA.
O problema, como o professor Steve Cohen, o mais destacado especialista em Rússia nos EUA,lamenta, é que é essa a narrativa que impediu os EUA de alcançar qualquer real habilidade para encontrar um modus vivendi com a Rússia, que os dois lados aceitassem – e de que os EUA tanto precisam se é que querem mesmo tratar com seriedade o fenômeno do jihadismo wahhabista (ou resolver o conflito sírio).
Além disso, a "narrativa da Guerra Fria" simplesmente não reflete a história; em vez de refletir, a narrativa apaga a história: assim somos privados da capacidade para realmente compreender o "tirano cruel e insensível" – seja o presidente (russo) Vladimir Putin ou presidente (ba’athista) Bashar al-Assad –, porque, simplesmente, ignoramos a história verdadeira de como cada estado chegou a ser o que é; e a nossa participação [dos EUA] em cada estado ter-se tornado o que se tornou.
Verdade é que o estado, ou seus líderes, muito frequentemente não são, absolutamente não, o que pensamos que fossem. Cohen explica:

"A chance de uma parceria estratégica durável entre Washington-Moscou foi perdida nos anos 1990s, depois do fim da União Soviética. Na verdade começou a ser perdida antes, porque foram [o presidente Ronald] Reagan e [o líder soviético Mikhail] Gorbachev que nos deram a oportunidade para uma parceria estratégica entre 1985-89.
"E com absoluta certeza acabou no governo Clinton, e não acabou em Moscou. Acabou em Washington – foi desperdiçada e perdida em Washington. E foi tão gravemente perdida que hoje, e já, no mínimo há vários anos (em minha opinião desde a guerra na Geórgia em 2008), vivemos literalmente numa nova Guerra Fria com a Rússia.
"Muita gente na política e na mídia-empresa não quer aceitar essas denominações, porque, se aceitam que 'Sim, estamos numa Guerra Fria', ficam obrigados a explicar o que fizeram durante os últimos 20 anos. Então, se põem a repetir sempre que 'Não, não é uma Guerra Fria'.
"Meu outro ponto é o seguinte. Essa nova Guerra Fria tem todo o potencial para ser ainda mais perigosa que a dos últimos 40 anos, por várias razões. Em primeiro lugar, pensem. O epicentro da primeira Guerra Fria era Berlin, não era perto da Rússia. Havia vasta zona de amortecimento entre a Rússia e o ocidente na Europa Oriental.
"Hoje, o epicentro é na Ucrânia, literalmente nas fronteiras da Rússia. Foi o conflito ucraniano que disparou a atual Guerra Fria, e a Ucrânia lá permanece, como bomba-relógio. O confronto de hoje não está só nas fronteiras da Rússia, mas no próprio coração da 'civilização eslava' russo-ucraniana. É guerra civil tão profunda quanto, em alguns sentidos, a Guerra Civil nos EUA."
Cohen continuou:
"Meu ponto seguinte é ainda pior – Vocês hão de lembrar que, depois da Crise dos Mísseis Cubanos, Washington e Moscou desenvolveram algumas regras mútuas de conduta. Os dois lados perceberam o quão perigosamente próximos haviam estado de uma guerra nuclear, e adotaram "nãos-e-nãos", estivessem formalizados em tratados ou só informalmente, em acertos não oficiais. Cada lado ficou sabendo exatamente quais eram as linhas vermelhas do outro lado. Os dois lados passavam às vezes de um lado para o outro das tais linhas vermelhas, mas imediatamente recuavam, porque havia um entendimento mútuo de que, sim, havia linhas vermelhas.
"HOJE NÃO HÁ LINHAS VERMELHAS. Uma das coisas que o presidente Putin e seu predecessor o ex-presidente Medvedev viviam dizendo a Washington é: 'Vocês estão cruzando nossas Linhas Vermelhas'. E Washington dizia e continua a dizer 'Vocês não têm linhas vermelhas. Só nós temos linhas vermelhas e nós podemos ter todas as bases militares que quisermos em torno das fronteiras de vocês, mas vocês não podem ter bases no Canadá ou no México. As linhas vermelhas de vocês não existem.' Quero dizer: vê-se claramente que hoje já não há regras de conduta fixadas por acordo mútuo.
"Outro ponto importante: Hoje não há absolutamente, de modo algum, qualquer força política ou movimento organizado anti-Guerra Fria ou pró-détente, nos EUA – nem em nossos partidos políticos, nem na Casa Branca, nem no Departamento de Estado, nem na grande mídia-empresa, nem nas universidades ou em think-tanks. (...) Nada disso existe hoje (...).
"Meu ponto seguinte é uma pergunta: Quem é responsável por essa nova Guerra Fria? Não pergunto isso porque queira apontar dedo acusatório a alguém. A posição do atual establishment de mídia-empresa política nos EUA é que essa nova Guerra Fria seria integralmente culpa de Putin – toda ela, tudo. Nós nos EUA não fizemos nada errado. Em todos os estágios somos virtuosos e sábios, e Putin foi agressivo e homem mau. Assim sendo, o que teríamos a repensar? Putin é que tem de repensar tudo, não nós."
Essas duas narrativas, a narrativa da Guerra Fria e a subsequente 'divulgação' que os neoconservadores lhe deram: a saber, a formulação de Bill Kristol (em 2002) segundo a qual, precisamente por causa de sua 'vitória' na Guerra Fria, os EUA podiam e deviam converter-se no 'hegemon benevolente global', garantindo e sustentando a nova ordem global de autoria dos EUA – 'não se pode fazer omelete sem quebrar os ovos' – converge e conflita na Síria, nas pessoas do presidente Assad e do presidente Putin.
O presidente Obama não é neoconservador, mas está limitado pelo legado do hegemon global, que ele tem de sustentar, ou será denunciado como o arquiacelerador do declínio dos EUA. E o presidente também está cercado por divulgadores da R2P ("responsabilidade de proteger"), como Samantha Power, que parece ter convencido o presidente de que a saída do "tirano" Assad ferirá de morte e levará ao colapso o balão do jihadismo wahhabista, permitindo assim que jihadistas 'moderados' como o Ahrar al-Sham deem afinal cabo dos retalhos murchos do balão ISIS que terá sido furado.
Na prática, uma saída forçada do presidente Assad só fará dar mais poder ao ISIS, não o fará explodir, e as consequências varrerão como raios todo o Oriente Médio – e além dali. O presidente Obama talvez compreenda privadamente a natureza dos perigos da revolução cultural wahhabista, mas parece não conseguir livrar-se da convicção de que tudo mudaria se, apenas, o presidente Assad deixasse o governo.
Isso, precisamente, era o que os Estados do Golfo diziam sobre o primeiro-ministro Nouri al-Maliki no Iraque. Foi-se ele (por enquanto), mas... o que mudou? O ISIS fortaleceu-se.
Claro que se se pensa no ISIS como o mal, o mal pelo mal em si mesmo, propenso ao massacre mais total, mais sem sentido, "que tarefa realmente idiota seria, obviamente, pensar sobre as reais motivações do inimigo. Afinal, para fazê-lo, seria preciso ameaçá-los no plano humano, nos seus objetivos humanos nascidos da história. "Claro" – continua o Professor Chernus,
"isso significa que, pensemos o que for de suas ações, nós sempre ignoramos a montanha de provas que há de que os combatentes do Estado Islâmico podem ser mais humanos ou ter motivações mais compreensíveis."
É bem evidente que o ISIS e outras forças do Califato têm muito claras motivações humanas e objetivos políticos claramente articulados, e nada disso tem qualquer coisa a ver com o tipo de 'estado sírio' que os EUA dizem que querem para a Síria. Isso, precisamente, reflete o perigo de se deixar fazer refém de uma determinada narrativa, em vez de examinar mais criticamente o quadro conceitual prevalecente.[1]
Os EUA estão distantes demais da Síria e do Oriente Médio e, como observa o professor Stephen Cohen, "hoje, infelizmente, os relatos parecem indicar que a Casa Branca e o Departamento de Estado pensam só em reagir contra as ações da Rússia na Síria. Estão preocupados, como se lê, por a Rússia estar conseguindo abalar a liderança dos EUA no mundo."
É o mesmo meme da insegurança nacional perpétua, de perpétuos medos norte-americanos, de se os EUA conseguirão aguentar os desafios à sua dominação sobre o mundo, sugere o professor Chernus.
Mas a Europa não está "muito distante", está ali, junto à porta da Síria. Também é vizinha da Rússia. E por isso mesmo vale muito a pena considerar o último ponto da argumentação do professor Cohen: a evidência de que Washington parece pouco inclinada a 'permitir' que a Rússia dê qualquer passo na direção de melhorar a própria posição na Europa ou no mundo não ocidental, mediante as iniciativas russas para derrotar estrategicamente o jihadismo wahhabista na Síria, não é só brincar com fogo dentro do Oriente Médio. Esse movimento de Washington é também brincar com o fogo de um perigo muito maior: brincar com fogo nessas duas frentes ao mesmo tempo parece extraordinariamente imprudente.
Cohen, novamente:
"A ideia falsa [já fincou raízes] de que a ameaça nuclear teria terminado, quando terminou a União Soviética: Na verdade, a ameaça nuclear diversificou-se e tornou-se mais difícil. Aí está algo que a elite política esqueceu. Mais um desserviço do governo Clinton (e, em certa medida, também do primeiro presidente Bush na campanha de reeleição), dizendo que os perigos nucleares da velha Guerra Fria já não existiriam depois de 1991. A verdade é que a ameaça nuclear aumentou, seja por acidente ou por falta de atenção, e é hoje mais perigosa do que jamais antes."
Com a Europa tornando-se cúmplice dos EUA no processo de aumentar as pressões contra a Rússia na Síria – economicamente, pelas sanções e outras medidas financeiras; na Ucrânia e na Crimeia; e arrastando Montenegro, Geórgia e o Báltico para a OTAN –, parece que nos estamos enredando no paradoxo segundo o qual quanto mais a Rússia dedica-se firmemente a evitar a guerra, mais todos andamos diretamente rumo à guerra.
Os chamamentos russos, que procuram a cooperação dos estados ocidentais na luta contra a praga do ISIS; as respostas dos russos, sempre brilhantemente construídas para as mais terríveis provocações (como a emboscada que derrubou seu bombardeio SU-24 na Síria); e a retórica sempre calma do presidente Putin... tudo isso está sendo usado por Washington e Londres para pintar a Rússia como se não passasse de um "tigre de papel", que não se precisa nem respeitar nem temer.
Em resumo, o ocidente só está oferecendo à Rússia uma escolha binária: ou os russos ajoelham-se ante o hegemon "benevolente", ou preparem-se para a guerra. *****
[1] Precisamente o que o presidente Putin fez e ensinou a fazer, no discurso à 70ª Assembleia Geral da ONU:
"Não duvidem: os senhores estão lidando com gente dura e cruel, mas não são pessoas 'primitivas' ou 'atrasadas'. São exata e precisamente tão espertos quanto os senhores. Na relação com eles, ninguém jamais saberá quem manipula quem. Perfeita prova disso está nos dados recentes sobre destino final do armamento doado àquela oposição suposta 'moderada'"
(Presidente Vladimir Putin, Discurso à 70ª Assembleia Geral da ONU) [NTs].
Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu
Alastair Crooke, Conflicts Forum, Consortium News
Blog do Alok
Via: http://noticia-final.blogspot.com.br/2015/12/tentar-encurralar-os-russos-e-arriscar.html

Número recorde de judeus brasileiros volta para Israel

Fuga da crise e da violência urbana estimula a aliyah

Jarbas Aragão
O jornal Jerusalém Post, um dos mais influentes de Israel, deu destaque nesta terça (8) ao número recorde de judeus brasileiros imigrando para o Estado judeu.
Segundo a reportagem, a motivação deles não é o antissemitismo enfrentado por judeus em muitos outros países, mas a opção de escaparem da crise atual e, sobretudo, da violência urbana.
A imigração para Israel, ou aliyah, a partir do Brasil mais do que dobrou nos últimos quatro anos, de 191 em 2011 para mais de 400 este ano. Para efeitos de comparação, o crescimento médio da aliyah da América Latina, no mesmo período, foi de apenas 7%.
Embora tenha aproximadamente a metade da população judaica da vizinha Argentina, o Brasil foi o país latino que enviou mais imigrantes para Israel por dois anos consecutivos. Calcula-se que 120.000 judeus vivem no Brasil. No ano passado foi fundada a Beit Brasil, organização não governamental sediada em Israel para ajudar os brasileiros que pretendem mudar para Israel.
O jornal entrevistou vários brasileiros que optaram em viver em Israel, mostrando que a preocupação da maioria é um “futuro melhor”.  Embora viver em solo israelense signifique conviver com a constante ameaça por parte dos palestinos, os brasileiros acreditam que estão mais seguros por lá do que no país em que nasceram.
Para o Jerusalém Post, o Brasil é “um dos países mais sangrentos na Terra”, lembrando as estatísticas de que mais de 58.000 pessoas tiveram uma morte violenta por aqui em 2014. O analista Robert Muggah, declara: “Mais pessoas são mortas a cada ano no Brasil por meio da violência intencional do que em qualquer outro lugar do planeta, incluindo a maioria das zonas de guerra do mundo combinados”.
O jornal também mostra como a crise econômica que se acentua está estimulando os judeus brasileiros a procuraram uma estabilidade maior. Afinal, a volta da inflação, a desvalorização do real frente ao dólar e o desemprego galopante criam grande incerteza do que ocorrerá no país.

Zika vírus ~ Dr. Renan Marino

12 de dez de 2015

Em 12.12.15 por Dr. Renan Marino     
As recentes descobertas sobre o Zika Vírus pelo Laboratório de Flavivírus da IOC/FIOCRUZ, mostram seu acentuado neurotropismo , passagem transplacentária e presença no líquido amniótico, o que explica satisfatoriamente a fisiopatologia da malformação do Sistema Nervoso Central que decorre de sua ação neuropática. Assim, a ação deste flavivírus retardando o processo de multiplicação neuronal, ao infectar o cérebro no final do 3º trimestre de gestação, tem como consequência direta a microcefalia fetal. Mas não somente isto, também esclarece a elevada incidência dos quadros da Síndrome Paralisante de Guillain Barré, principal co-morbidade verificada em crianças e adultos que apresentam a Febre Zika, podendo levar a sequelas ou até mesmo a óbito!

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