Siga este Blog

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

China revela arma a laser na TV


ALERTA: Rio de Janeiro tem número expressivo de casos de microcefalia

Estado registrou 21 ocorrências este ano - 15 delas só entre julho e novembro; não foi possível identificar relação com o zika vírusEstadão Conteúdo
O Rio de Janeiro tem 21 casos de microcefalia diagnosticados este ano - 15 deles entre os meses de julho e novembro, informou a Secretaria de Estado de Saúde. O número supera a média histórica anual do Estado (13) e o recorde de 2013, quando 19 bebês foram identificados com a malformação. Todos os casos estão sendo investigados e não foi possível ainda identificar se algum deles tem relação com o zika vírus.
Os dados foram atualizados pelo Rio nesta segunda-feira, 30, por isso são diferentes dos divulgados pelo Ministério da Saúde para o Rio de Janeiro, que levava em conta os dados disponíveis até a semana passada.
O zika começou a circular no Rio em abril. Desde o dia 18, tanto a rede pública quanto a privada tem de fazer a notificação obrigatória de grávidas com manchas vermelhas no corpo (exantemas). Houve 75 casos de pacientes com esses sintomas no Estado. O exame de uma mulher, no segundo trimestre de gestação, deu positivo para zika vírus. Ainda não há evidência se o bebê tem microcefalia.
"Até o momento o bebê não tem microcefalia. A notificação compulsória nos permite acompanhar a gestação e avaliar o desfecho. Poderemos fazer melhor correlação entre o momento em que a mãe foi infectada e alterações precoces ou tardias no feto", afirmou o subsecretário de Vigilância Sanitária, Alexandre Chieppe.
Ele alertou que mulheres na primeira metade da gravidez devem intensificar os cuidados para proteção contra os mosquitos transmissores da zika (Aedes aegypti e Aedes albopictus), principalmente na parte da manhã e no fim da tarde, quando esses insetos têm atividades mais intensa.
"Estamos preocupados com o que está acontecendo. Não há nada na literatura científica que explique o que está acontecendo. O Brasil é o primeiro local com população desse tamanho em que o vírus está circulando com essa força. Não há na literatura científica artigo que explique a ligação entre zika e microcefalia", afirmou Chieppe.
A notificação para síndromes neurológicas, como a de Guillain-Barré, também se tornou obrigatória no Estado por causa de registros da doença em pacientes que tiveram zika na Polinésia Francesa e na Bahia. De acordo com Chieppe, não houve aumento dos casos de síndromes neurológicas e nenhum ligado à zika, até agora. Houve um caso de Guillain-Barré com relato de manchas vermelhas pelo corpo, mas ainda não houve confirmação pelo zika.
FONTE:

Menino de 5 anos lê mentes, fala diversas línguas e resolve problemas de álgebra

Além de ter algumas habilidades incríveis em linguagem e matemática, este gênio de 5 anos de idade, de Los Angeles, também tem poderes psíquicos.

Residente de Los Angeles, Califórnia, Ramsés Sanguino foi diagnosticado com autismo. Ele também está sendo descrito como uma "criança savant", já que ele é capaz de resolver equações matemáticas complexas e falar várias línguas estrangeiras diferentes desde que ele era mais jovem.

O vídeo postado no YouTube pela mãe do menino, Nyx Sanguino, mostra Ramses falando russo aos 13 meses de idade, falando japonês com a idade de 2 e resolvendo álgebra complexa agora com 5.

Depois de ser treinada na Universidade John Hopkins, Dra. Powell abriu um consultório particular na cidade de Medford, Oregon. Ela decidiu trabalhar e estudar Ramses como parte de seu projeto de pesquisa de ponta em telepatia.

Dr. Powell acredita que a telepatia pode ser mais comum em crianças com autismo porque fornece uma forma alternativa de comunicação entre as crianças e seus pais, que "querem desesperadamente se comunicar uns com os outros, mas não conseguem".

A Dra. Powell é pesquisadora e neurocientista, e também disse:

"Se você pensar sobre isso, se você tiver seu idioma principal comprometido então isso seria uma configuração perfeita para a telepatia.
"Eu encontrei muitas crianças autistas que foram relatadas como sendo telepáticas e eu queria ver por mim mesmo e ver se ele pode ser avaliado e realmente testado sob condições rigorosas, controladas."

Ela afirma já estar vendo os primeiros sinais de habilidade telepática em pelo menos 7 pessoas diferentes.

Dr. Powell testou as habilidades telepáticas de Ramses usando um gerador de números aleatórios. Ela então pediu a Sra. Sanguino para pensar sobre o número aleatório e, em seguida, pediu que Ramses lesse a mente de sua mãe e dissesse o número que ela estava pensando.


O experimento foi filmado pelo grupo americano Barcroft no youtube e Ramses foi capaz de dizer com precisão 3 dos 5 números corretamente.

"Para acertar três deles seria um em cada nove, vezes um de nove, vezes um de nove, que é um a cada 729", a Dra. Powell disse salientando igualmente que os resultados não são conclusivos.

"É muito arriscado dar credibilidade a um indivíduo como este", ela também disse. "Estou tão confiante que a telepatia existe como eu estou de um monte de coisas que são atualmente aceitas pela ciência."

A mãe de Ramses, Ms. Sanguino, diz que não está preocupada que seu filho possa ler sua mente. Ela está trabalhando em tentar colocar Ramses em uma escola para crianças que são dotadas.

"Ele é tão inteligente que às vezes ele me assusta", disse Nyx Sanguino. "Eu realmente quero que ele tenha a melhor educação no mundo e seja feliz."

A mãe também disse que ele pode compreender e recitar partes de vários idiomas diferentes, incluindo japonês, árabe, hebraico e grego.

Ele tem um dom para a matemática e pode resolver problemas de álgebra rudimentares. Ele sabe como trabalhar com raízes quadradas e pode desenhar toda a tabela periódica de memória.

Ramses está sendo educado em casa por sua mãe agora, já que ele teve problemas em ficar corrigindo seus professores.
"Eu sabia que, mesmo antes de ele nascer, ele seria alguém especial que mudaria o mundo.
"Mesmo quando ele era um bebê, ele não gostava de brinquedos, ele só gostava de ler. Ele começou a ler quando ele tinha 12 meses de idade e poderia até dizer palavras em Inglês, espanhol, grego e algumas japonesas.
"Quando ele tinha 18 meses de idade, ele sabia todas as tabelas de multiplicação em Inglês e Espanhol e tinha aprendido a tabela periódica e todos os números atômicos.
"Ensinei-lhe algumas das línguas, mas não tenho idéia de como ele aprendeu partes do Hindi, árabe ou hebraico pelo tempo que ele tinha três anos. Pode ter sido através do computador de casa que muitas vezes é deixado ligado.
"Eu coloquei ele em uma escola, mas foi um pesadelo. Ele era o único filho que podia ler na classe.
"O professor gostava dele no início e chamou-o de pequeno professor. Mas logo Ramsés começou a corrigi-lo em um pouco de sua ortografia e matemática e o professor começou a isolar-lo de outros alunos.
"Eu tive que tirá-lo da escola e trazê-lo para casa comigo.
'Ele estava muito à frente de aprender alguma coisa lá.
"Ele é diferente e as pessoas não podem entender a forma como ele pensa. Ele é obcecado por números e vai contar tudo, casas, livros, cartas, e ele não vai passar até que ele tenha contado todos eles."

Veja o vídeo:



Via: http://noticias-alternativas.blogspot.com.br/2015/11/menino-de-5-anos-le-mentes-fala.html

O real começo do Fim? Putin adverte Obama de que os "tempos do Messias" já começou

Um relatório sensacional elaborado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) afirma que o presidente Putindurante uma reunião privada com o presidente Barack Obama mais cedo hoje em Paris, apresentou ao líder da América um documento  de 23 de novembro escrito pelo Conselho Supremo da Igreja  Ortodoxa Russa sob a autoridade de Sua Santidade o Patriarca Kirill de Moscou e de Toda a Mãe Rússia proclamando que os "Tempos do Messiasjá começaram.
Presidente Vladimir Putin e o presidente Barack Obama, Paris, França, 30 de novembro de 2015
Sua Santidade o Patriarca Kirill (extrema direita) em 23 de novembro de 2015 em  reunião do Conselho Supremo da Igreja

De acordo com este relatório MNEeste  documento extraordinário menção do Conselho Supremo da Igreja  sobre o "fim dos tempos"  foi iniciado cerca de 5 anos atrás a mando do líder religioso de Israel, o rabino Chaim Kanievsky, que antes mesmo deste documento ser concluído na semana passada, tornou-se tão preocupado com que ele advertiu aos povos judeus de todo o mundoem julho passadode que o Messias estava prestes a chegar, e nomeouuma data de importância para ser o 12 Setembro de 2015, a data exata onde o  Presidente Putin formalmenteautorizou as  forças aeroespaciais para começar os bombardeios na Síria -e que começou no dia 30 de Setembro.

O rabino Chaim Kanievsky (centro, sentado)em julho de 2015com uma advertência a seus seguidores que A chegada do Messias é iminente

A principal substância deste documento  "fim dos tempos" apresentado ao presidente Obama pelo presidente Putin, hoje, este relatório continua, diz respeito às profecias feitas no século 18 por uma das histórias eruditos judeus mais poderosas , Elias ben Shlomo Zalman (Rabino Elija ben Salomão ), que também é conhecido como Vilna Gaon-a genialidade de Vilna. E o mais crítico dessas profecias feitas por Vilna Gaon que pertence exatamente aos acontecimentos mundiais da atualidade, este relatório estatal, e examinados em profundidade tanto pelo ConselhoSupremo da Igreja e pelo rabino Kanievskyera a que ele deu pouco antes de sua morte, em 1797, quando avisou:
 “Quando você ouvir que os russos capturaram a cidade da Crimeia, você deve saber que ostempos do Messias já começaram, que seus passos estão sendo dadosE quando você ouvirque os russos tenham atingido a cidade de Constantinopla (Istambul de hoje), você deve colocar sua roupa de Shabat e não tirá-lasporque isso significa que o Messias está prestes a chegar a qualquer minuto 



Bloco de madeira contemporânea na representação impressa do Vilna Gaon cerca de 1790

Importante notar sobre esta profecia  do Vilna Gaon também, este relatório diz, é que há duas traduções de que, sendo a segunda:
Juntamente com o Mar de Mármara e o Bósforo, este relatório explica, o Dardanelos conecta o Mar Negro ao Mar Mediterrâneo, que é uma rota de trânsito vital para os navios da Marinha russa na  realização de sua missão contra os terroristas do Estado Islâmicoe que muitos acreditam que a Turquia pode estar a fechá-los se isso acontecersignificaria uma invasão imediata da Turquia pela Rússia para reabri-la.

Quanto aos métodos empregados por Vilna Gaon em fazer esta profecia, este relatório continua, centra sobre o seunível de inteligência gênial exibido pela primeira vez quando ele era uma criança, e pelo tempo que ele era um adultofez dele um dos maiores estudiosos da matemático-judaica  e estudos religiosos que o mundo já conheceu-uma arte que só foi redescoberta recentementeem 1994, com a publicação do artigo científico intitulado "seqüências de letraseqüidistantes no Livro de Gênesis".

Conhecido popularmente na cultura de hoje, como o Código da Bíblia (ou Código Torah), este relatório explica ainda,Vilna Gaon descobriu um conjunto de mensagens secretas codificadas dentro do texto hebraico da Torá e este código oculto tem sido descrito como um método pelo qual específico letras do texto pode ser selecionado para revelar uma mensagem de outra forma obscurecida.

Contribuiu para documento deste Conselho Supremo da Igreja agora na posse do presidente Obama, este relatório concluifoi o Museu do Estado judeu Vilna Gaon em Vilnius, na Lituânia, e os Serviços de Segurança Federais (FSB)arquivos e históricos que sobre estes documentos que estão sendo descobertos em 2014 por  pesquisadores russosdo FSBforam então fornecidos não só à Igreja, mas também para o bisneto de Vilna Gaon, Rabi Moshe Shternbuch.E mesmo que este relatório não especula sobre o que o presidente Obama vai fazer com esse documento "Os temposdo Messias" , é importante notar que, com retomada da Rússia da Criméia, em março de 2014, e agora a guerraaparecendo provável de ocorrer aqualquer momento entre a Rússia e a Turquiaseria certamente a  esperar que, mesmo no mundo de hojeavisos e mensagens de Deus para a humanidade sejam atendidos. 

WhatDoesItMean.Com.

UND2

http://noticia-final.blogspot.com.br/2015/11/o-real-comeco-do-fim-putin-adverte.html

Este homem quer colocar um robô no seu bolso

O que falta para que os robôs se tornem uma parte tão essencial de nossas vidas quanto nossos smartphones, TVs e computadores? Pergunte para o roboticista Tomotaka Takahashi. O célebre professor de Tóquio sonha em ser o “Steve Jobs da robótica”; para tanto, ele planeja se afastar de questões técnicas para priorizar o design e o charme de seus robôs.

Mas como ele quer fazer isso? Em poucas palavras, seu plano é construir robôs pequenos, fofos e comunicativos. E, é claro, conectados à internet; um smartphone, mas com rosto e membros. Para realizar esse feito, Takahashi tem um ás na manga: ele está se preparando para lançar um robô de bolso com todos os recursos da Siri, projetado para agir como seu melhor amigo.

“Infelizmente, a maioria dos profissionais no ramo da robótica não compartilha meu ponto de vista”, diz Takahashi. “Minha estratégia é: comprem smartphones humanoides em uma loja de celulares, em vez de comprar um robô caro em uma loja de robôs e tentar inseri-lo em nossas vidas.”

Takahashi, um renomado cientista e professor associado da Universidade de Tóquio, acredita que robôs amigáveis capazes de coexistir pacificamente com humanos são a chave para transformar os robôs pessoais na próxima febre do mercado. Essa é uma tendência antiga na indústria robótica japonesa: o Japão é o local de nascimento do Pepper, o androide que lê emoções humanas; do PaPeRo, o assistente pessoal fofinho criado em 2011; e dos cachorros robóticos da Aibo, que cativaram tanto o público que algumas pessoas chegaram a organizar funerais para esses bichinhos mecânicos.

“O futuro será divertido”, diz Takahashi. “Nem um pouco parecido com O Exterminador do Futuro.”

O Exterminador do Futuro destruiu nossa área
Mas nos Estados Unidos, um grande obstáculo ameaça o sucesso dos robôs pessoais: a imagem cultural dos robôs como máquinas mortíferas loucas para massacrar a humanidade (ou pelo menos roubar nossos empregos). Tudo isso graças à cultura pop e a décadas de investimentos na robótica militar.

“Enquanto a indústria de entretenimento do Japão retratava robôs como brinquedos superlegais, os Estados Unidos criavam robôs que queriam dominar o mundo e destruir a humanidade”, diz Richard Alan Peters, professor de robótica da Universidade Vanderbilt.

No Japão, a opinião pública em relação aos robôs é um pouco diferente. Os japoneses veem os robôs com mais naturalidade do que os americanos. A Honda, a Sony e a Fujitsu, grandes empresas japonesas, investem em projetos que visam produzir robôs trabalhadores, âncoras de jornal robóticos e até mesmo animais de aço. As preferências dos consumidores impulsionam pesquisas na área da robótica e a competitividade do mercado — dois fatores essenciais para colocar mais robôs nas lojas.

Até 2008, a maior parte do financiamento na área da robótica dos Estados Unidos vinha do Departamento de Defesa, que investia em robôs destinados para o uso militar. O Japão, no entanto, vende robôs para a população civil há décadas.

Há alguns meses, o mais sofisticado desses robôs pessoais, o Pepper, foi lançado, vendendo mais de 1.000 unidades em menos de um minuto. Os robôs estão ganhando cada vez mais espaço na sociedade: existem ursos polares robóticos que cuidam de idosos; o Aeroporto Haneda, em Tóquio, está prestes a instalar robôs que irão ajudar seus funcionários humanos, e muitas lojas japonesas estão interessadas em contratar representantes de venda robóticos.

Mas embora o Japão crie Peppers e Aibos, os robôs americanos costumam ser maiores, mais assustadores e voltados para a indústria. O Technology Review, um site do MIT, publicou um ótimo artigo em 2010 intitulado “Por Que os Japoneses Amam Robôs (e os Americanos os Temem)”. Nele, Chistopher Mims escreve:

O carinho de uma certa ilha em relação à toda a produção robótica — desde robôs guerreiros de centenas de metros de altura a robozinhos terapêuticos para crianças — é bem conhecido. Essa afeição se contrapõe fortemente com o medo de autômatos incutido na sociedade ocidental, começando com a invenção do termo “robô”, cunhada numa peça tcheca estreada em 1921 na qual os robôs, logicamente, se rebelavam e matavam seus mestres humanos.

“Robôs grandes e poderosos como o Big Dog são a especialidade americana”, diz Takahashi. “Nós nos especializamos em criar robôs comunicativos, pequenos, precisos e com muita personalidade.”

Peters sugere que essa dualidade tem origem nas diferenças culturais entre os dois países: o Japão é um país monocultural e coeso que valoriza a coletividade; já os Estados Unidos valorizam o individualismo, a independência e a ascensão social. “O Japão desenvolve máquinas segundo sua cultura, isto é, máquinas que podem trabalhar com eles”, diz Peters. “Os americanos criam máquinas que trabalham para eles.”

Seu próximo celular será um robô


O exército de robôs de 30 centímetros de Takahashi dança em um café no distrito de Ginza, em janeiro. Os Robis reconhecem mais de 200 frases em japonês, andam, chutam bolas e dançam. Crédito: AP

Esse é um momento decisivo para o futuro dos robôs. Takahashi está prestes a lançar o que ele acredita ser o app mais importante da robótica; além disso, ele espera que sua mais recente criação inspire uma nova recepção entre os consumidores.


Astroboy, o ícone dos animes/mangás, foto via Wikia

Takahashi já projetou mais de 40 tipos de robozinhos humanoides, todos construídos na sua oficina em Kyoto, a Robo Garage. Eles são uma graça; falam, correm, apostam corrida e dançam. Seus designs são todos parcialmente inspirados no Astroboy, o robozinho herói de um mangá dos anos 60. Ele crê que isso incentiva às pessoas a interagirem com seu produto.

As invenções de Takahashi já lhe renderam vários recordes do Guinness, incluindo a maior distância percorrida por um carrinho de controle remoto movido à bateria, o primeiro robô doméstico a ir para o espaço, e a maior altura na qual um robô teve uma conversa.

Suas expectativas para o futuro são ainda mais ambiciosas. Deixe sua imaginação fluir. Que tal um robô de 30 centímetros que varre o chão, anuncia a previsão do tempo, é um despertador, toca suas músicas do Spotify, distrai seus filhos durante festas, e ainda por cima funciona como um sistema de segurança doméstica? Ah, sem contar que ele sabe quando você está triste e conta piadas para te animar.

Em outras palavras, os próximos robôs de Takahashi serão smartphones humanoides que poderão substituir seu Galaxy. Mas esse robô será muito mais do que uma secretária automatizada. Takahashi quer que ele seja um amigo que acumule informações que irão te ajudar em todos os aspectos da sua vida, desde suas escolhas à sua relação com seus colegas de trabalho.

“Meu novo robô é um celular, e, como tal, será vendido por empresas telefônicas. Ele é um pouquinho maior do que o iPhone 6 Plus”, diz Takahashi. “Nós queremos que ele seja uma grande plataforma, como a Nintendo ou o iPhone”. O Huffington Post publicou mais alguns detalhes:

Em vez de compartilhar uma linda foto no Instagram ou sua opinião sobre um filme interessante no Twitter, você poderia falar sobre isso com seu robô. Não apenas isso, mas seu robô iria lembrar de todos esses momentos, mesmo anos depois. Sua relação com seu robô se fortaleceria ao longo dos anos através das memórias que vocês compartilham, disse Takahashi.

Você poderia usar seu robô para muitas outras coisas. Se você diz para seu robô que está com fome, ele poderia lembrar da última vez que você comeu, ou te informar que existe um restaurante japonês (seu tipo favorito de restaurante, como ele bem sabe) logo na esquina. Seu robô também poderia te ajudar a se aproximar de outros humanos, disse Takahashi. Por exemplo, se você estiver prestes a conhecer um novo colega de trabalho, seu robô poderia — após pesquisar na internet ou se comunicar com o robô da outra pessoa — te dizer que você e seu novo colega compartilham o mesmo hobby.

E ainda existe um grande potencial comercial. Quanto mais informação um dispositivo recolhe, mais lucrativo ele é. Suas recomendações na Amazon seriam sempre exatas, disse o Takahashi.

Resumindo, Takahashi está criando um canivete suíço que quer ser seu melhor amigo. Caso isso soe improvável, gostaria de lembrá-los que robôs estão cada vez mais presentes em convenções, lojas, e, pouco a pouco, em nossas casas.

Inspirados no movimento das casas inteligentes, esses pequenos robôs são muitas vezes criados para cumprir uma função específica, como molhar seu jardim ou limpar sua churrasqueira. Vários robôs desse tipo foram apresentados aos participantes da CES desse ano. Não há dúvida de que existe um crescente setor de empresas que querem comercializar robôs pequenos e convenientes. Essa tendência mostra que nem todos os robôs americanos são criados para a guerra ou para as linhas de montagem. (Da mesma forma que nem todos os robôs japoneses são simpáticos e fofinhos, variando entre máquinas industriais pesadas e robôs realistas desconcertantes.)


Takahashi posa com robôs que correm, nadam e andam de bicicleta em uma coletiva de imprensa em 2011. Crédito: Getty Images



Takahashi (à esquerda) com Kirobo, robô de sua criação que foi mandado para a Estação Espacial Internacional em 2013, tornando-se o primeiro robô desse tipo no espaço. Robôs como o Kirobo podem nos ajudar a estudar como os humanos reagem à longos períodos de isolamento. Crédito: RoboGarage

Quando as lojas de eletrônicos começarão a vender robôs?
De volta ao presente, em quanto tempo o sonho de Takahashi se tornará realidade? Por enquanto, os Estados Unidos e o Japão são os dois maiores produtores de robôs. (Supostamente, em breve nós veremos um duelo entre um robô gigante japonês e outro americano.) Logo, a chave para tornar os robôs irresistíveis para os consumidores americanos — ou ocidentais em geral — pode estar na junção das filosofias robóticas dos dois países.

“A pesquisa sobre Inteligência Artificial dos Estados Unidos está sempre um passo à frente”, diz Peters. “Já os japoneses entendem como os robôs devem interagir com as pessoas, como eles devem ser prestativos e simpáticos.”

Atingir um certo nível de conforto do consumidor, e ao mesmo tempo disponibilizar produtos inteligentes que resolvam problemas ou ofereçam serviços é absolutamente necessário para colocar os robôs na lista dos grandes dispositivos eletrônicos de nossos tempos: o iPhone, o Kindle, o Game Boy, a TV, a lâmpada.

O marketing tem um papel decisivo nessa missão. Noções preconcebidas sobre o que os robôs devem ser podem impedir que os robôs se tornem tão comuns quanto os smartphones, diz Stephen Baker, vice-presidente do setor de análise de mercado de eletrônicos de consumo da NPD. “O termo “robô” vai dificultar muito o processo de marketing”, diz Baker. “As pessoas iriam lembrar do Robby, o robô de O Planeta Proibido, ou o robô de Perdidos no Espaço.”

A opinião pública não é o único desafio. Peters diz que embora ele acredite que Takahashi esteja no caminho certo, ele não tem tanta certeza de que os robôs invadirão as casas americanas como os laptops, os DVRs e os videogames fizeram antes.

“Na minha humilde opinião, é bem improvável que os robôs se tornem tão populares quanto os smartphones”, disse Peters. “Por mais frustrante que lidar com um computador seja, pelo menos ele não interage fisicamente com nosso mundo. Já os robôs pessoais, apesar de terem suas qualidades, trarão outro tipo de frustração. Quando eles entrarem em pane, poderão quebrar coisas fisicamente… As pessoas irão, pelo menos no começo, acreditar que os robôs são mais inteligentes do que eles de fato são, e ficarão frustradas com sua incapacidade de entender um comando.”


Muitos robôs japoneses são fofos e humanoides, como o Pepper, o robozinho que reconhece sentimentos e expressões faciais criado pela empresa de telecomunicação japonesa SoftBank. Crédito: AP

Como sempre, o dinheiro também é um problema. Para fazer o salto de fãs de tecnologia para o grande público, do nicho para o mainstream, os robôs precisam ser vendidos a um preço acessível. Pepper, por exemplo, é um robô que identifica emoções, criado para conversar e divertir seus donos, sejam eles uma família ou funcionários de um escritório. Mas ele também custa US$2000, o que é muito se levarmos em consideração os preços acessíveis da maioria dos eletrônicos (um iPhone, por exemplo, custa US$200 com contrato de dois anos).

Recapitulando: os robôs precisam de um ótimo marketing, precisam solucionar um problema único, e precisam ter um preço acessível. Baker menciona alguns produtos eletrônicos que não conseguiram fazer tudo isso, como os porta-retratos digitais e as TVs 3D.

Mas ele também aponta uma tecnologia emergente que está conseguindo cada vez mais espaço no grande mercado: os drones. Os drones resolveram um problema único — dar um acesso seguro, remoto e sem precedentes ao céu. Mas no início, eles custavam milhares de dólares, eram extremamente limitados ao uso militar, e eram fabricados por poucas empresas. Hoje, é possível comprar um drone no eBay.

Talvez algum dia os robôs façam muito sucesso; quem sabe no futuro você comprará robôs em miniatura para seus parentes? Pode ser só uma questão de tempo até que os robôs entrem em nossas vidas. Mas quando eles entrarem, será difícil lembrar como vivíamos antes deles.

Ilustração do topo por Sam Woolley

FONTE: GIZMODO BRASIL
Via: http://ufos-wilson.blogspot.com.br/2015/11/este-homem-quer-colocar-um-robo-no-seu.html

Tecnologia LiFi: internet 100 vezes mais rápida a caminho

O professor Harald Hass, um dos criadores da técnica Li-Fi, em seu experimento pioneiro - do laboratório ao mercado em cerca de três anos.[Imagem: University of Edinburgh]

LiFi

A popular tecnologia de transmissão de dados sem fio WiFi está com um concorrente nos calcanhares.

Isto é o que indicam os primeiros testes de uma nova tecnologia, chamada de LiFi, que consegue transmitir 1Gbit de dados por segundo.

Isto representa uma velocidade 100 vezes maior que o atual WiFi. E pode ficar ainda mais rápido: a empresa de tecnologia Estonia Velmenni, que realiza estes experimentos, afirma que testes realizados em laboratórios na Universidade de Oxford alcançaram 22GB por segundo.

E isto pode aumentar conforme os pesquisadores comecem a tirar proveito do laser branco.

A tecnologia Li-Fi, abreviação para Light Fidelity usa ondas de luz para a transmissão, empregando diodos emissores de luz (LEDs).

"Criamos uma solução de iluminação inteligente para uma área industrial na qual a comunicação de dados se realiza através da luz. Também estamos fazendo um projeto-piloto, criando uma rede de LiFi para acessar a internet no escritório," disse Deepak Solanki, diretor-geral da Velmenni.

Transmissão de dados com luz

O criador desta tecnologia, o cientista Harald Haas, da Universidade de Edimburgo, demonstrou que com apenas um LED é possível transmitir mais dados do que com uma antena de telefonia.

O LiFi permite que uma lâmpada tenha duas funcionalidades: iluminar e garantir a conectividade com o roteador.

A tecnologia foi apresentada em 2012, na feira Consumer Eletronics Show, evento internacional com tecnologias para consumo, em Las Vegas. Em uma demonstração, dois celulares a uma distância de 10 m trocaram dados entre si através da variação da intensidade da luz de suas telas.

Demonstrou-se, também, que o LiFi é mais seguro que o WiFi e não interfere com outros sistemas, mas que poderia ser usado sem problemas em um avião, por exemplo.

Mas há um inconveniente: a luz não consegue atravessar paredes, por isso o novo sistema não deverá substituir o WiFi por completo.

Ambas as tecnologias poderão ser usadas em conjunto para criar redes mais seguras e rápidas.

Rumo ao mercado

Pesquisadores e empresas estão trabalhando na adaptação dos atuais dispositivos, para que sejam compatíveis com a LiFi.

A PureLifi, empresa criada por Haas e sua equipe, oferece um aplicativo para um acesso sem fio seguro.

A empresa francesa de tecnologia Oledcomm está instalando o seu próprio sistema de LiFi em hospitais.

Ao mesmo tempo, empresas como Samsung, LG e outras fabricantes de dispositivos eletrônicos estão interessadas em criar smartphones com sensores de luz LiFi.

FONTE: SITE INOVAÇÃO TECNOLOGICA
Via: http://ufos-wilson.blogspot.com.br/2015/11/tecnologia-lifi-internet-100-vezes-mais.html

Estudo financiado pela NASA descobre que dezenas de civilizações entraram em colapso antes de nós

Será possível que, bem como muitas outras civilizações avançadas no passado, a nossa também está indo em direção de um colapso inevitável? Seria eminente o colapso da sociedade?  Estas são algumas perguntas que um estudo da NASA almeja responder. O estudo, parcialmente patrocinado pelo Centro de Voo Espacial Goddard, sugere que civilizações, tal como as conhecemos, poderiam chegar um final abrupto nas próximas décadas, devido a vários fatores.
Se olharmos para a história, 3.000 – 5.000 anos, encontraremos um registro histórico que claramente mostra como civilizações avançadas e complexas foram tão susceptíveis ao colapso quanto somos hoje.  Este padrão repetitivo levou os pesquisadores a questionarem a existência da sociedade e civilização, tal como as conhecemos.
colapso de uma civilização
Se olharmos mais atrás no tempo, mais de 10.000 anos, encontraremos evidências de civilizações avançadas, possivelmente anteriores às civilizações Pre-Inca, Olmec e do Antigo Egito, sem mencionar ainda outras civilizações da antiga Mesopotâmia.
É difícil ignorar os padrões repetitivos identificados pelos estudiosos na maioria destas civilizações, e o estudo financiado pela NASA é uma evidência clara do caminho que as civilizações antigas na Terra tomaram por milhares de anos.  Isto é considerado por muitas pessoas como um sinal que claramente declara que as civilizações antigas têm zerado por várias vezes.
Estes fatores têm se repetido nas civilizações antigas antes de nós.  Num relatório, o matemático Safa Motesharri e seu modelo de “Dinâmica Humana e da Natureza” afirma que “o processo de ascensão-e-colapso é na verdade um ciclo recorrente, encontrado por toda a história“.
“A queda do Império Romano, e os igualmente avançados Impérios, Han, Máuria e Gupta, bem como tantos avançados Impérios da Mesopotâmia, são todos testemunhos ao fato de que civilizações avançadas, sofisticadas, complexas e criativas podem tanto ser frágeis quanto temporárias.”
O estudo chegou à conclusão de que há duas características sociais chave, as quais contribuíram para o colapso de toda civilização avançada do passado: “a exaustão de recursos devido a tensão colocada na capacidade da ecologia de suprir”, e “a estratificação econômica da sociedade em Elites e as Massas (ou os ‘Comuns’)”.  Estes fenômenos sociais tem tido “um papel central no caráter ou no processo do colapso”, em todos estes casos “nos últimos cinco mil anos”.
Embora nossa civilização esteja a um estágio tecnológico avançado, isto não significa necessariamente que estejamos salvos do caos eminente.  No estudo vemos que a “mudança tecnológica pode elevar a eficiência do uso dos recursos, mas ela também tende a elevar tanto o consumo dos recursos per capita, quanto a escala da extração dos recursos, assim, na ausência de políticas, os aumentos em consumo muitas vezes vai além da eficiência aumentada do uso dos recursos“.
Um dos melhroes exemplos do desaparecimento da antigas civilizações avançadas pode ser encontrado na Mesoamérica.
Se dermos uma olhada nos antigos Maias, que eram uma civilização extremamente avançada, descobriremos que vários fatores tiveram um papel crucial para este império finalmente sucumbir.  Embora a maioria dos pesquisadores concordam que o desflorestamento, a fome e a seca foram alguns dos componentes chave no fracasso dos antigos maias, foram descobertos outros padrões similares em outras civilizações, não somente nas Américas, mas também ao redor do globo.
Motesharrei e seus colegas concluem que sob condições “refletindo proximamente à realidade do mundo hoje… descobrimos que o colapso é difícil de ser evitado”.  No primeiro destes cenários, a civilização “…parece estar numa trajetória sustentável por um período muito longo, mas mesmo usando uma taxa de depleção otimizada e começando com um número pequeno de Elites, estas finalmente consumirão demais, resultando na fome entre os ‘Comuns’, o que finalmente causa o colapso da sociedade.  É importante notar que este colapso do Tipo-L se dá devido à fome induzida pela iniquidade, o que causa a perda de trabalhadores, ao invés do colapso da Natureza.”
Em resumo, só conseguiremos chegar ao ponto de sermos uma civilização viajante das estrelas, quando superarmos este ciclo vicioso.  E para isto, teremos que deixar a ganância de lado e gerenciar nossos recursos de forma mais inteligente.
Vale lembrar que esta semana, em Paris, está ocorrendo a Conferência do Clima, onde as nações estão debatendo questões para o controle climático.  Contudo, nenhuma delas está disposta a reduzir seu ritmo produtivo para tal.  Assim, os ingredientes da receita para o colapso da nossa civilização já estão “assando no forno”.
Fonte das informaçõeswww.ancient-code.com
Via: http://ovnihoje.com/2015/12/01/estudo-financiado-pela-nasa-descobre-que-dezenas-de-civilizacoes-entraram-em-colapso-antes-de-nos/
NÃO DEIXE DE CLICAR NOS ANÚNCIOS DESTE, VOCÊ ESTARA AJUDANDO A PERMANENCIA DO MESMO. OBRIGADO