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sábado, 21 de novembro de 2015

Presença da IV Frota dos EUA no Estreito de Magalhães

Tradução: Caminho Alternativo
Mapa de localização do Estreito de Magalhães
Estas imagens foram tomadas da página oficial do Comando Sul dos EUA e estão datadas em 01/11 deste ano, há poucos dias. Nomeadas como “exercícios de rotina” ou “visitas de cortesia”. Que cada um tire suas conclusões, o certo é que temos a presença do porta-aviões USS George Washington – CVN 73, um símbolo do poder militar norteamericano, pisando o dedo do pé dos argentinos e chilenos.
Comentário do blog
Estão esperando que a guerra global comece a partir do Oriente Médio para avançar sobre os recursos(petróleo, gás, água, minérios) da América do Sul, inclusive o território da Patagônia argentina/chilena. O estreito é a maior e mais importante passagem natural entre os oceanos Pacífico e Atlântico, uma região estratégica. E justamente alí, numa das regiões mais ricas da Argentina os norteamericanos colocam o seu porta-aviões.
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Categorias:Mundo Tags: petróleoww3

O Rio Doce, agora, é apenas uma fotografia na parede

"São impactos socioambientais irreversíveis, que poderiam ter sido evitados e acontecem exatamente no momento em que governo e poder econômico tentam alterar as regras do licenciamento ambiental", escreve Márcia Brandão Carneiro Leão, professora de Direito Internacional da Faculdade de Direito da Universidade a Mackenzie Campinas e mestre e doutora em Direito Internacional pela USP, em artigo publicado por EcoDebate, 20-11-2015.

Eis o artigo.

Márcia Brandão Carneiro Leão

Difícil estabelecer um corte na linha do tempo para começar a falar dos absurdos, horrores e irresponsabilidades envolvidos no rompimento das barragens de rejeitos de mineração da Samarco (empresa controlada pela Vale e pela BHP Biliton). Mais difícil ainda mensurar a dimensão exata dos impactos do desastre.

O ideal talvez seja começar pelo licenciamento: a Barragem de Santarém (a segunda que se rompeu em Bento Rodrigues, Mariana, em seguida à do Fundão, na mesma data) está com a Licença de Operação vencida desde 2013 (assim como a Mina do Germano, que faz parte do mesmo complexo). No mesmo ano, o Ministério Público Federal (baseado em laudo produzido pelo Instituto Prístino) alertou para os riscos de desestabilização e da potencialização de processos erosivos, provocados pelo contato entre a pilha de rejeitos e a barragem do Fundão.

As autoridades ambientais do Estado de Minas Gerais, apesar das advertências, asseveraram, na oportunidade, que tudo estava “na mais perfeita ordem” e dentro da legalidade.

Em 5 de novembro deste ano acontece o desastre liberando, ao todo, 62 milhões de metros cúbicos de água e rejeitos de mineração (equivalentes a um terço da capacidade plena da Represa de Guarapiranga), diretamente no Rio Doce.

Para se ter uma idéia do alcance territorial da tragédia, basta lembrar que a Bacia do Rio Doce – localizada na Região Sudeste e a 5ª maior bacia hidrográfica brasileira – abrange dois Estados (Minas Gerais e Espírito Santo), com uma área de 83.400 km² (quase o tamanho da Áustria), desaguando no mar (em Regência Augusta, município de Linhares, no Espírito Santo).

A partir daí, tem início uma sucessão de eventos, na qual é difícil de acreditar:

Logo nas primeiras horas, enquanto a Defesa Civil, bombeiros e voluntários tentavam socorrer as vítimas do desastre, quem se encarregou de preservar a “cena do crime” e “investigar” os acontecimentos foi a empresa de segurança privada da própria Samarco, sob o olhar agradecido e conivente das autoridades responsáveis. Não era possível obter nenhum tipo de informação da Assessoria de Imprensa e muito menos, do Governo do Estado de Minas.

O Governo Federal emitiu uma fria e distante nota na qual lamenta o acidente e trata de liberar o FGTS da população afetada para que ela trate de “se socorrer” com suas próprias reservas para o futuro. Generosidade? Não, apenas transferiram à população o ônus de pagar, com seus próprios recursos, os prejuízos causados pela Samarco. O que acontecerá a essas pessoas quando se aposentarem e não tiverem mais o Fundo de Garantia é algo que sequer foi pensado.

Foram necessários 3 dias para que o Governador do Estado de Minas – eleito com financiamento das mineradoras – se pronunciasse sobre o acontecido, numa coletiva de imprensa convocada que teve lugar nas dependências da sede da Samarco. Não bastasse o insólito da situação, em sua fala, o Chefe do Executivo mineiro saiu em defesa da empresa, afirmando que todas as providências estavam sendo tomadas pelo empreendedor.

Daí em diante começaram a brotar de todos os lados os defensores da mineradora: o Senador Aécio Neves – cuja campanha teve financiamento da Vale – exorta a que não se procurem os culpados e o Secretário de Governo de Desenvolvimento Econômico, Altamir Roso, classifica a Samarco como vítima.

Em meio a toda essa onda de “solidariedade”, em nenhum momento, nenhum CEO da Vale, Samarco, ou BHP Biliton – objetivamente responsáveis pela situação e seus desdobramentos, do ponto de vista ambiental, civil e provavelmente, penal – apareceu diante das câmeras para prestar nenhum tipo de esclarecimento, ou oferecer qualquer tipo de informação. O mínimo que uma empresa decente e ética deveria fazer em circunstâncias desesperadoras como essa, seria montar um centro de atendimento e de informações às vítimas e aos familiares dos desaparecidos, e isso não aconteceu.

Na Assembleia Legislativa de Minas, no último dia 10 novembro, foi formada uma Comissão para investigar as causas e impactos do “acidente”, composta por 15 Deputados Estaduais, sobre sete dos quais existem informações de que as campanhas foram financiadas pelo setor de mineração.

O tempo continua a passar e até às 22h do dia 12 de novembro, nem a Presidente da República, nem a Ministra do Meio Ambiente foram a público para se pronunciarem a respeito da tragédia. Somente nessa data, a Presidente encontrou uma brecha na agenda para sobrevoar a região onde o caos impera.

Enquanto isso, o “mar de lama” alcançou o Espírito Santo e já comprometeu o abastecimento de água de mais de 500.000 pessoas, ao longo dos 23 municípios ribeirinhos. Entre eles estão grandes cidades, como Valadares, por exemplo.

Mas a extensão da tragédia não se restringe às vidas perdidas, aos desaparecidos, à falta d’água, à impossibilidade de recuperar cidades, campos e ecossistemas soterrados pela lama – cujo conteúdo potencialmente tóxico ninguém explicitou – ou mesmo, à constatação do tamanho da enfermidade que toma conta de nosso Estado Democrático de Direito. Ela é muito maior do que se pode imaginar e apenas começa a ser estimada e sentida.

A lama que “chega”, não “passa” totalmente. Ela fica, em boa parte, depositada no fundo do Rio Doce, conformando um novo leito para o rio, preenchendo o fundo com um substrato inerte e estéril, onde a vida será praticamente impossível por aproximadamente 100 anos, segundo estimativas do biólogo Andre Ruschi.

André avalia, ainda, que cerca de 10 mil quilômetros quadrados do litoral capixaba serão afetados por alguns anos, enquanto parte da lama termina de descer, atingindo três Unidades de Conservação Ambiental, entre as quais Santa Cruz, um dos mais importantes criadouros marinhos do Oceano Atlântico.

Não será possível retornar às condições preexistentes.

São impactos socioambientais irreversíveis, que poderiam ter sido evitados e acontecem exatamente no momento em que governo e poder econômico tentam alterar as regras do licenciamento ambiental.

A “Agenda Brasil”, que pretende renovar o fôlego econômico do país, proporcionou as condições ideais para que proliferassem os projetos de “flexibilização”, “simplificação” e “desburocratização” do processo de licenciamento ambiental.

Como reporta Maurício Guetta – advogado do ISA – Instituto Socioambiental -, ao receber a notícia do desastre, durante o encerramento do seminário “Licenciamento Ambiental: realidade e perspectivas”: “o licenciamento ambiental é uma conquista do povo brasileiro e deve ser aprimorado” e as propostas legislativas que se apresentam, claramente “consideram o meio ambiente e as populações afetadas, meros entraves ao desenvolvimento”.

Não bastasse essa movimentação perversa, ainda existe a ameaça representada pelo PL n°37/2011, que pretende instituir o novo Código de Mineração e que tem como relator, o deputado federal Leonardo Quintão (PMDB-MG), que teve quase metade de sua campanha eleitoral financiada por mineradoras. Nas palavras de Guetta, “a proposta, vale registrar, não traz qualquer medida preventiva ou protetiva ao meio ambiente e às populações afetadas”.

Um meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida parece, neste momento, apenas um “sonho” constitucional.

Em meio a tanta desinformação e descaso, só uma certeza dilacera o coração dos brasileiros: o Rio Doce, agora, é apenas uma fotografia na parede…mas como dói!!!

Gilson Sampaio

 IHU

Via: http://noticia-final.blogspot.com.br/2015/11/o-rio-doce-agora-e-apenas-uma.html

Astrônomos se contradizem e Gliese 581d pode mesmo ser um planeta similar à Terra

De acordo com astrônomos, os sinais anômalos que foram descartados cedo demais como sendo ‘explosões estelares’ estão vindo de um planeta similar à Terra, localizado a 22 anos luz daqui.  O objeto celestial foi descoberto há cinco anos, mas foi mais tarde descartado como sendo um pulso estelar e não um planeta.
Agora, após mais testes, cientistas chegaram à conclusão de que os sinais anômalos estão mesmo vindo de um planeta que chamaram de Gliese 581d, o qual está localizado na zona habitável de uma estrela, o que significa que é apropriado para a vida humana.
Cientistas dizem que a pesquisa de 2014 foi baseada em ‘dados inadequados’ e que este planeta de fato existe, e poderia ser o próximo melhor candidato para a vida humana.
De acordo com um estudo pelos astrônomos britânicos, estamos perante um pequeno planeta localizado na zona habitável de sua estrela.  Especialistas acreditam que os estudos anteriores pela Universidade Estadual da Pennsylvania foram inadequados, devido à metodologia de testes utilizada.  Agora, uma pesquisa pelo Universidade de Queen Mary, em Londres, alega ter melhores dados, os quais apontam para a existência do planeta.
“A existência (ou não) de GJ 581d é significante, porque ele foi o primeiro planeta similar à Terra na zona habitável ao redor de outra estrela e é um ponto de referência para a técnica Doppler“, disse o autor chefe, Dr. Guillem Anglada-Escudé.
Gliese 581 (a estrela brilhante no centro), que está a 22 anos luz de distância, possui outros três planetas confirmados, mas nenhum destes em sua zona habitável.
Gliese 581 (a estrela brilhante no centro), que está a 22 anos luz de distância, possui outros três planetas confirmados, mas nenhum destes em sua zona habitável.
“Sempre há discussões entre os cientistas sobre as formas que interpretamos dados, mas estou confiante que o GJ 581d tem estado em órbita ao redor de Gliese 581 o tempo todo. De qualquer forma, a força de suas declarações foi demasiadamente forte. Se a forma com que trataram os dados tivesse correta, então alguns projetos de pesquisa planetárias, em vários observatórios com base no solo, precisariam ser significativamente revisados, pois todos eles estão almejando detectar até mesmo planetas menores.”
Segundo especialistas, Gliese 581d é um dos primeiros planetas fora de nosso sistema solar, localizado na zona habitável ao redor de sua estrela, que é basicamente uma área onde não é tão quente, nem tão frio, para vida existir.
A NASA acredita que nos próximos 15 anos encontraremos uma réplica exata da Terra, em algum lugar do Universo.  Isto também significa que é muito provável que nos próximos 15 anos aproximadamente, a vida inteligente será descoberta em algum lugar do cosmos, se, é claro, já não foi encontrada (ou nos encontrou).
Curiosamente, RDF e a rede social BEBO usou um conjunto de telescópios na Ucrânia para enviar um facho de dados focados, com aproximadamente 500 mensagens da população em forma de ondas de rádio, em direção ao Gliese 581.
http://ovnihoje.com/2015/11/21/astronomos-se-contradizem-e-gliese-581d-pode-mesmo-ser-um-planeta-similar-a-terra/

AUSTRALIANOS SÃO PRESOS COM EXPLOSIVOS EM VOO ENTRE BOLÍVIA E BRASIL

Então quer dizer que eles já estão "preparando terreno" trazendo este "medo terrorista" para o Brasil, visando a Olimpíada do ano que vem no Rio de Janeiro?
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Três australianos foram detidos na última quinta-feira (12) no aeroporto de Viru Viru, em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, quando tentavam embarcar em um voo da Gol, com destino ao aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, portando explosivos.

A TV Globo apurou que um dos passageiros, Julian Giovani Vincenzo, levava dinamite, localizada por policiais bolivianos em uma revista aleatória. Ele estava acompanhado de outros dois australianos, Liam Mark Eales e Jusrtin Maurice Wei Kwon.

Segundo informou a empresa áerea Gol (leia nota da companhia ao final desta reportagem), um dos passageiros do voo G3 7601 foi flagrado transportando “objeto não permitido em sua bagagem de mão”.
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Investigadores afirmaram que os três jovens australianos passaram pela fiscalização e conseguiram chegar até a sala de embarque do aeroporto – última etapa antes de entrar no avião.

Devido ao flagrante, todos os outros passageiros do voo foram vistoriados, assim como a aeronave.

Em nota, a Gol explicou que “seguindo um procedimento normal de segurança, as autoridades locais fizeram uma vistoria em toda a aeronave e nos demais passageiros. O voo seguiu em segurança, com 1h36min de atraso”.

Investigadores disseram à TV Globo que, apesar de ter sido evitada, a ocorrência assustou porque os australianos estavam prestes a entrar em um avião de uma companhia brasileira com destino a São Paulo.

As investigações sobre os motivos pelos quais o grupo pretendia embarcar com explosivos para o Brasil ainda estão em andamento.

Autoridades ligadas a órgãos de inteligência estão acompanhando de perto os detalhes porque há uma política permanente de prevenção de riscos a atentados, especialmente por causa das Olímpiadas de 2016, no Rio.

Essas autoridades querem saber especialmente se os australianos já têm algum antecedente policial.

Nota da Gol
Leia abaixo a nota da companhia aérea Gol sobre o episódio:

Antes do procedimento para embarque do voo G3 7601, de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, para Guarulhos, em São Paulo, no dia 12/11, a polícia local identificou que um dos passageiros transportava objeto não permitido em sua bagagem de mão. Seguindo um procedimento normal de segurança, as autoridades locais fizeram uma vistoria em toda a aeronave e nos demais passageiros. O voo seguiu em segurança, com 1h36min de atraso.

Via: G1

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