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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Voo Kogalymavia 9268: a bomba israelo-saudita

Afinal o avião russo desintegrado no Sinai teve um acidente ou foi vítima dum atentado?

O voo Kogalymavia 9268 (KGL 9268/7K-9268) era operado pela companhia aérea russa Kogalymavia e que caiu no norte de Sinai no passado 31 de Outubro de 2015 às 04:13 UTC, após a decolagem do Aeroporto Internacional de Sharm el-Sheikh, tendo como destino o Aeroporto de Pulkovo. 

A aeronave, um Airbus A321-231, transportava 217 passageiros e sete tripulantes: todos a bordo eram turistas, 219 eram russos, quatro eram ucranianos, e um era bielorrusso. Não houve sobreviventes.

Em 16 de Novembro de 2001, enquanto era operada pela Middle East Airlines, a aeronave tinha sofrido um tailstrike (a extremidade traseira do meio atingiu a pista) no Cairo, depois foi reparado e voltou em serviço em 2002; isso nas primeiras horas após o último acidente, fez pensar a um colapso estrutural, devido a uma reparação inadequada. Todavia, nos dias seguintes emergiram novos detalhes e agora o cenário parece bem diferente.
A bomba saudita
Segundo a inteligência dos EUA, a destruição do avião russo foi provocada por uma bomba do ISIS, isso enquanto a Rússia não faz declarações acerca do assunto.

Mais interessante ainda é o artigo de Veterans Today, que merece particular atenção porque assinado pelos dois administradores do site, Gordon Duff e Jim W. Dean, com um colaborador em Damasco, Nahed o Husaini. Gordon Duff é um ex-oficial dos Marines, com bastante experiência em operações secretas, com comprovados contactos nos serviços de intelligence e fortes amizades nos serviços secretos da Síria e, provavelmente, moscovitas.

O artigo é muito explícito:
Uma fonte dos serviços russos acaba de confirmar que o governo não tornará públicas as suas primeiras descobertas sobre o A321 precipitado no Sinai. No entanto, a inteligência tem firmemente indicado a Arábia Saudita como responsável do ataque que matou 244 pessoas. Com a total cumplicidade dos serviços egípcios. A fonte disse: "Metade dos egípcios trabalham para Israel, a outra metade para a Arábia Saudita. O Egipto não tem um verdadeiro serviço secreto, tem apenas espiões estrangeiros assalariados".
Nem é possível esquecer o resultado das investigações no local: isso fornece pistas que mais uma vez indicam os sauditas, juntamente com outros serviços secretos, muitos sofisticados e para os quais a Península do Sinai é uma espécie de quintal. Não é difícil entender de quem estamos a falar, pois não?

A razão está contida no vídeo difundido alegadamente pelo ISIS poucas horas após o acidente:
O vídeo era acompanhado pela reivindicação da paternidade do atentado: segundo o ISIS, tinha sido o mesmo Estado Islâmico a abater o avião com um míssil. Isso representava um absurdo, pois o ISIS não dispõe da tecnologia suficiente para atingir um avião que voa a mais de 10.000 metros de altitude nos céus do Sinai, pelo que o vídeo foi liquidado como um falso.

E isso foi um erro. Porque analisando as imagens é possível perceber que o vídeo é real, no sentido que mostra a queda dum avião comercial em chamas após uma explosão: é mesmo o Kogalymavia 9268. Só que não foi atingido por um míssil, explodiu no ar. Obviamente, este facto tem importantes implicações. Significa que quem gravou as imagens (mais provavelmente um grupo de indivíduos) se encontrava na área onde transitava o voo russo, à espera do momento exato da explosão. A equipe que capturou o vídeo sabia com antecedência a hora e a zona onde o avião teria explodido.

Então as possibilidades duas:
  1. a bomba foi acionada remotamente
  2. a bomba foi colocada no aeroporto de Sharm el-Sheikh pronta para explodir uma vez o avião ter atingido uma determinada altitude (ou velocidade) ou com um timer; em ambos os casos, foi precisa uma equipa no aeroporto em contacto com a equipa de gravação para avisar de eventuais atrasos na partida.
Portanto, para explodir a bomba na mesma área da equipe de vídeo tem sido necessário um certo grau de sofisticação. Isso é confirmado também pela qualidade das imagens.
Arábia & C.
O alegado vídeo do ISIS quer para dar a impressão de ter sido realizado com um aparelho simples, como um smartphone. Mas é claro que nem os smartphonesmais caros podem capturar a explosão de um avião que voa a 10.000 metros de altitude. É preciso ter uma verdadeiras câmara, posicionada num tripé para utilizar o zoom.

Veterans Today tentou localizar o ponto onde pode ter sido posicionado o grupo da gravação. Para o efeito, tem obtido os dados do radar com base na velocidade, altitude e algoritmos de desaceleração e tem analisado o lugar do impacto. A pesquisa indica como provável ponto de filmagem um local dentro de cerca de 24 milhas (a partir dos restos do avião): um uadi (o leito seco dum pequeno rio) que tem ligação directa com a rodovia utilizada como via de infiltração na Jordânia. Trata-se dum percurso usado constantemente por grupos de operações especiais que trabalham com os terroristas do Sinai. Falamos, portanto, de serviços israelitas e sauditas.

A seguir, Veterans Today concentrou-se no grupo que, uma vez gravada a cena e antes do alarme geral fechar as fronteiras, fugiu. Há duas passagens na fronteira israelita, duas aberturas na grade que vigia os confins pouco quilómetro a Leste. Todavia, há muito pouco tráfego nestas zonas e teria sido relativamente simples identificar os culpados. Portanto, é mais provável que o grupo tenha seguido até o porto jordano de Aqaba, numa estrada cheia de tráfego pesado (onde há também uma curta passagem de barco) no meio do qual é fácil confundir-se. E Aqaba é a versão moderna do Café de Rick no filme Casablanca, transbordando de espiões muito ativos: CIA, sauditas, israelitas. Entre o lugar do acidente e Aqaba, a distância não ultrapassa os 60 km em linha recta.

Um indício de que esta reconstrução pode ser a mais acertada é a notícia, divulgada logo no início, segundo a qual o piloto tinha relatado dificuldades técnicas para solicitar uma aterragem no Cairo. A notícia, totalmente falsa, teve como finalidade dar tempo à equipa de vídeo (talvez os mesmos a accionar o controlo remoto) para fugir sem levantar suspeitas. A fonte de falsa notícia? Al Jazeera TV do Qatar, o regime que financia pesadamente o ISIS e que utiliza a sua televisão como fachada para os seus serviços.
É bastante claro que os sauditas podem ter sido os autores do atentado mas também é óbvio que não podem ter actuado sem o conhecimento de israel, não tão perto da fronteira dele. Portanto é preciso entender qual a razão: e aqui abre-se a caixa de Pandora, porque venenos e razões não faltam.

A data do ataque indica que o objectivo pode ter sido provocar o fracasso da reunião de Viena, um sucesso diplomático do ponto de vista de Putin. Mas o massacre de civis pode também ter sido uma simples retaliação contra as escolhas da Rússia em apoiar o Síria. E nem podemos esquecer os Estados Unidos, que ao mesmo tempo combatem o ISIS (sem muita convicção) econtinuam a fornecer armas ao Estado Islâmico no Iraque, como não se cansa de denunciar o governo iraquiano mesmo nestes dias.

Assim, uma outra página "gloriosa" tem sido escrita no Oriente Médio. Mais uma vez, civis inocentes (dos quais 24 eram crianças) pagam um jogo de guerra no qual encontramos de tudo um pouco: geopolítica, terrorismo, petróleo, sionismo, imperialismo americano e Rússia.

Entretanto, Putin não fala. E quando Putin não fala, diz muitas coisas que é melhor ouvir com atenção.


Ipse dixit.

Fontes: no texto (em inglês).

Via: http://informacaoincorrecta.blogspot.com.br/2015/11/voo-kogalymavia-9268-bomba-israelo.html

Washington se prepara para a III Guerra Mundial

Global Research, 5 de Novembro, 2015
usa-war-crusade
O complexo militar-de inteligência dos EUA está envolvido nos preparativos sistemáticos para a III Guerra Mundial. Tanto quanto o Pentágono está em causa, um conflito militar com a China e / ou a Rússia é inevitável, e essa perspectiva se tornou a força motriz de seu planejamento tático e estratégico.Três sessões do Congresso terça-feira demonstravam  esta realidade. Na parte da manhã, o Comitê de Serviços Armados do Senado realizou uma audiência extenso sobre guerra cibernética. Na parte da tarde, um subcomitê do Comitê de Serviços Armados da Câmara discutiu o atual tamanho e implantação da frota de porta-aviões dos EUA, enquanto a outra subcomissão a noite sobre o mesmo painel discutiu a modernização das armas nucleares americanas.O World Socialist Web Site irá fornecer um relato mais detalhado dessas audiências, que foram atendidos por um repórter do WSWS. Mas certas observações preliminares podem ser feitas.Nenhuma das audiências discutiram as implicações mais amplas dos preparativos dos EUA para a guerra, ou o que uma grande guerra entre as potências com armas nucleares poderia significar para a sobrevivência da raça humana, e até mesmo da vida em nosso planeta. Pelo contrário, as audiências eram exemplos do que pode ser chamado a rotinização da III Guerra Mundial. A guerra dos EUA com a China e / ou a Rússia foi tomada como dado, e depoimentos de testemunhas e perguntas de senadores e deputados, democratas e republicanos igualmente, em causa os melhores métodos para prevalecente em tal conflito.As audiências foram componentes de um processo contínuo. As testemunhas que se refere aos seus escritos e declarações anteriores. Os senadores e deputados que se refere o testemunho anterior por outras testemunhas. Em outras palavras, os preparativos para a guerra mundial, usando armas cibernéticas, porta-aviões, bombardeiros, mísseis e do resto de uma vasta gama de armas, têm sido em curso por um período prolongado de tempo. Eles não são uma resposta a acontecimentos recentes, quer no Mar do Sul da China, Ucrânia, Síria ou qualquer outro lugar.Cada uma das audiências presume um grande conflito dos EUA com outra grande potência (às vezes sem nome, às vezes explicitamente designado como China ou Rússia) dentro de um prazo relativamente curto, anos em vez de décadas. O perigo do terrorismo, sensacionalistas incessantemente para efeitos do estouro da opinião pública, foi subestimado e até certo ponto descontado. Em um ponto na audiência do Senado sobre guerra cibernética, em resposta a uma pergunta direta a partir democrata Jeanne Shaheen de New Hampshire, as testemunhas do painel de todos declarou que sua maior preocupação era estados-nação, não terroristas.Uma das testemunhas na audiência que era o Dr. Peter W. Singer listado como um "estrategista e Senior Fellow" para a New America, um think tank de Washington. Ele intitulou sua apresentação, "As Lições de uma 3ª guerra mundial" Ele começou sua declaração preparada com a seguinte descrição do que se imaginava conflito:

    
Os navios de guerra norte americanos e chineses em batalha no mar, disparando canhões para tudo, desde mísseis de cruzeiro para lasers. Aviões de combate russos e americanos furtivos duelo no ar, com drones robóticos voar como suas alas. Hackers em Xangai e do Vale do Silício duelo em playgrounds digitais. E lutas no espaço exterior decidir quem ganha abaixo na Terra. São estas cenas de uma novela ou o que realmente poderia acontecer no mundo real depois de amanhã? A resposta é ambos. "Nenhuma das audiências viu qualquer debate sobre quer a probabilidade de uma grande guerra ou a necessidade de ganhar essa guerra. Ninguém contestou a suposição de que a "vitória" em uma guerra mundial entre potências com armas nucleares é um conceito significativo. A discussão foi totalmente dedicada às quais tecnologias, ativos e recursos humanos foram necessários para os militares dos EUA a prevalecer.Este foi tão verdadeiro para os senadores democratas e representantes como para os seus homólogos republicanos.Por costume, os dois partidos estão sentados em lados opostos os presidentes comissão ou subcomissão. Sem esse acordo, não haveria maneira de detectar, a partir de suas perguntas e manifestações de opinião, qual o partido a que pertenciam.Ao contrário do que o retrato de mídia de Washington como profundamente dividido entre os partidos com visões políticas opostas intransigentemente, houve acordo bipartidário sobre este mais fundamental das questões, a elaboração de uma nova guerra imperialista mundial.A unanimidade dos representantes políticos das grandes empresas de modo algum sugere que não existem obstáculos no caminho desta unidade para a guerra. Cada uma das audiências lutaram, de diferentes maneiras, com a profunda crise confrontando o imperialismo americano. Esta crise tem dois componentes principais: o poder econômico em declínio dos Estados Unidos em comparação com seus principais rivais, e as contradições internas da sociedade americana, com o aprofundamento da alienação da classe trabalhadora e particularmente a juventude.Na audiência subcomitê da Câmara em porta-aviões, o presidente observou que uma das testemunhas, um top almirante da Marinha, tinha expressado preocupação sobre ter "uma marinha de 11 transportadora em um mundo 15 porta aviões ." Havia tantos desafios enfrentados Washington, continuou ele, que o que foi realmente precisava era de uma frota de 21 transportadoras duplas de aeronaves do tamanho atual, e um que teria falido mesmo um país com muito mais recursos do que os Estados Unidos.A audiência no Senado sobre cibersegurança brevemente sobre o desafio interno ao militarismo americano. A principal testemunha, o general da reserva Keith Alexander, ex-diretor da Agência de Segurança Nacional e ex-chefe de CyberCommand do Pentágono, lamentou o efeito de vazamentos por NSA contratante Edward Snowden e exército privado Chelsea Manning, declarando que "ataques internos" eram um dos as mais graves ameaças que pesam sobre os militares dos EUA.O senador democrata Joe Manchin da Virgínia Ocidental perguntei-lhe directamente, referindo-se Snowden, "Devemos tratá-lo como um traidor?" Alexander respondeu: "Ele deve ser tratado como um traidor e tentou como tal." Manchin acenou cordialmente, de acordo evidente.Enquanto as testemunhas e senadores escolheu para usar os nomes de Snowden e Manning a personificar o "inimigo interno", eles estavam claramente conscientes de que a oposição doméstica à guerra é muito mais amplo do que alguns denunciantes individuais.Esta não é uma questão simplesmente do repulsa profunda entre as pessoas que trabalham em resposta a 14 anos de intervenções imperialistas sangrentos no Afeganistão, Iraque, Somália, Líbia, Síria, Iêmen e em toda a África do Norte, importante que isso seja.Uma guerra entre os Estados Unidos e uma grande potência como a China ou a Rússia, mesmo que fosse possível para evitar a sua escalada em uma troca nuclear all-out, implicaria uma mobilização colossal dos recursos da sociedade norte-americana, tanto econômico e humano. Isso significaria mais reduções dramáticas nas condições de vida do povo norte-americano, combinado com um pedágio enorme sangue que inevitavelmente recaem sobretudo sobre os filhos da classe trabalhadora.Desde a Guerra do Vietnã, os militares dos EUA tem operado como uma força só de voluntários, evitando o serviço militar obrigatório, o que provocou uma oposição ampla e desafio direto na década de 1960 e início de 1970. A guerra não-nuclear com a China ou a Rússia significaria a restauração do projecto e trazer o custo humano da guerra para toda a família na América.Sob essas condições, não importa quão grande o acúmulo de poderes da polícia e do resort de medidas repressivas contra os sentimentos anti-guerra, a estabilidade da sociedade americana seria posta à prova. A elite governante dos EUA está profundamente com  medo das consequências políticas. E deve ser.A fonte original deste artigo é 
World Socialist Web Site
Via: http://undhorizontenews2.blogspot.com.br/2015/11/washington-se-prepara-para-3-gm.html

Aviso! O desastre financeiro é iminente diz o ex-funcionário do governo Reagan

By Michael Snyder
Disaster - Public Domain
Por que o povo americano não vai ouvir as advertências? David Stockman foi um membro da Câmara dos Representantes dos EUA 1977-1981, e serviu como o diretor do Escritório de Administração e Orçamento sob a presidência de Reagan, de 1981 a 1985. Hoje em dia, ele está correndo um site chamado "Contra Canto "que eu recomendo que você dê uma olhada. Stockman acredita que um "super-ciclo da dívida" global que tem vindo a construir ao longo de décadas está agora a estourar, e ele está convencido de que as consequências para os EUA e para o resto do planeta será absolutamente catastrófico. Seus resultados são muito consistentes com o que eu tenho escrito sobre o colapso no Blog Económico, e se Stockman está correto de que os tempos pela frente vão ser extremamente dolorosos.Mas agora, a maioria das pessoas não parecem estar no clima para ouvir esses tipos de avisos. Mesmo que haja uma montanha de evidências de que  economias globais já mergulham em recessão, os mercados norte-americanos tiveram um grande mês em outubro, e assim a maioria dos americanos parecem pensar que a crise já passou.É claro que a verdade é que o mercado de ações não é um barômetro preciso da economia e que nunca foi. Em 2008, quase tudo começou a ir ladeira abaixo antes de stocks fez, ea mesma coisa está acontecendo mais uma vez. Em um artigo recente, Stockman explicou que as ações estão subindo para níveis absolutamente ridículas mesmo que os lucros das empresas são, na verdade, caminho ...

Neste momento, 75% do S & P 500 empresas têm relatado resultados Q3, e os ganhos são chegando a $ 93,80 por ação em uma base LTM. Que passa a ser de 7,4% abaixo do pico $ 106 por ação reportado em setembro passado, e significa que o mercado hoje está valorizando esses lucros encolhendo na proporção spritely 22.49X PE.

E, sim, há uma razão para a precisão de dois dígitos. Parece que no 4º trimestre de 2007 lucro LTM ficou em 22.19X o preço índice S & P 500. Nós sabemos o que aconteceu a seguir!Por que tantos se recusam a ver os paralelos?Esta crise está se desdobrando de modo semelhante a 2008, e ainda a maioria dos "experts" são voluntariamente cego.Grande parte da compra de ações que tem acontecido em 2015 tem sido alimentado por recompras de ações e pela M & A (fusões e aquisições). Muitas empresas têm sido até mesmo entrar em dívida para comprar de volta suas próprias ações, mas agora fontes de financiamento estão começando a secar. Este ano já vimos a maioria dos downgrades de  dívida de empresas desde 2009, e grandes instituições financeiras estão agora se tornando muito mais hesitantes em emprestar pilhas gigantes de dinheiro para essas grandes empresas a taxas de juro super baixos.Por isso, é muito, muito difícil ver como os mercados de ações vão se mover muito mais elevados do que são agora.Enquanto isso, a economia global está começando a desvendar bem na frente de nossos olhos. Em seu artigo recente, Stockman discutiu alguns destes pontos de dados ...

Nos últimos dois dias nós postamos os dados mais recentes sobre dois marcadores cruciais da direção econômica global --- embarques das exportações da Coreia e encomendas de exportação entrando nas fábricas de máquinas de alta performance da Alemanha.

Em uma palavra, eles eram péssimas, e as provas arma fumegante que os suseranos de Beijing não pararam a implosão na China, e que suas últimas incursões vagão desgovernado - prende a cabeça do terceiro dos  maiores vários gestores de fundos de hedge-cuffing em  mão bancários e da China incluindo um suposto"Warren Buffett" da China - são sinais de estabilização, mas de puro desespero.

Portanto, não é surpreendente que as exportações da Coréia de Outubro - os primeiros tais dados de qualquer lugar do mundo, caíram por uma gritante 16% do ano passado, e já fora do ar por 10 meses seguidos. Escusado será dizer que a China é o destino número um para exportações coreanas.

Da mesma forma, ordens de exportação alemãs caíram em 18%, em setembro, e este não foi um som de um mês.Para muitos mais recentes estatísticas apenas como estes, por favor, veja meu artigo anterior intitulado "18 números que gritam que uma recessão global  destrutiva chegou".Se a economia global realmente estava fazendo "muito bem", como Barack Obama e outros sugerem, então por que é a maior linha de transporte no mundo eliminando empregos e dimensionamento de volta capacidade? ...

AP Moeller-Maersk A / S está reduzindo a capacidade e cortar postos de trabalho em maior linha de transporte do mundo para se adaptar a uma queda na demanda.

A empresa dinamarquesa, que no mês passado reduziu sua previsão de lucro para 2015 citando uma perspectiva mais sombria para o mercado de transporte marítimo global, vai  dispensar  4.000 empregos em sua unidade Maersk Line como parte de um programa para "simplificar a organização," ele disse em um email- enviado comunicado na quarta-feira.E por que alguns dos maiores bancos do mundo ocidental demitindo dezenas de milhares de trabalhadores? ...

Standard Chartered Plc tornou-se o terceiro banco europeu em menos de duas semanas para anunciar cortes de empregos de forma arrebatadora, elevando o total de reduções planejadas para mais de 30.000, ou quase um em sete posições.

A empresa, com sede em Londres, disse terça-feira que vai eliminar 15.000 postos de trabalho, ou 17 por cento de sua força de trabalho, como subindo maus empréstimos em mercados emergentes ganhos ferido. Deutsche Bank AG, com sede em Frankfurt, anunciou na semana passada planos para 11.000 cortes de empregos, enquanto o Credit Suisse Group AG disse que iria cortar até 5.600 funcionários.E se as coisas são tão grandes nos Estados Unidos, por que então  de repente fecham lojas?A verdade, é claro, é que as coisas não são grandes. PIB mundial expressa em dólares norte-americanos é para baixo de 3,4 por cento até agora este ano, eo comércio total mundial tem plummeted8.4 por cento.Entramos em uma grande desaceleração econômica global, e como de costume, os mercados de ações será o último para obter o memorando.Mas quando eles finalmente fazer reagir, que é provavelmente vai acelerar consideravelmente os nossos problemas. Assim como vimos em 2008, quando há medo e pânico nos mercados financeiros que tende a fazer com que o fluxo de crédito para congelar-se. E isso é algo que nós simplesmente não pode pagar, porque o fluxo de crédito tornou-se a força motriz da economia global.Então, não, não é sobre "a crise" Em vez disso, a verdade é que "a crise" está apenas começando, e ela logo estará fazendo manchetes de primeira página em todo o planeta.

Fonte:http://theeconomiccollapseblog.com

Via: http://undhorizontenews2.blogspot.com.br/2015/11/aviso-o-desastre-financeiro-e-iminente.html

Sem precedentes: morre um colombiano que contraiu um câncer "não humano", que foram transmitidas por intermedio de uma tênia que estava em seu corpo

A revista acabou de descrever um caso sem precedentes na medicina. Um homem de nacionalidade colombiana morreu de células cancerosas que form transmitidas por intermedio de uma tênia que estava em seu corpo.
O caso detalhado na revista New England Journal of Medicine 'tem confundido os médicos. Pela primeira vez na história da medicina, um parasita humano, tais comum, tais como células cancerosas tênia transmitida de seu câncer para seu convidado. É um colombiano de 41 anos cujo sistema imunológico havia sido enfraquecida por HIV, permitindo que o parasita de crescer no seu intestino delgado.
Médicos colombianos foram incapazes de diagnosticar o câncer raro em 2013 ele tinha desenvolvido o paciente.Colegas americanos ficaram intrigados para examiná-lo."Este foi o caso mais incomum", disse o Dr. Atis Muehlenbachs.
De acordo com os médicos, um estudo exaustivo concluiu que as células infectadas no corpo do paciente fosse dez vezes menor do que as células cancerosas humanas.Testes moleculares identificados níveis elevados em tumores tinham DNA. Infelizmente, os médicos não têm tempo para tratá-lo: o homem morreu três dias após a descoberta.
De acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC), um parasita canceroso é muito raro e pode evitar a infecção cozinhar legumes e lavar as mãos.
FONTE:

Investidores internacionais vão denunciar à SEC dos EUA lista de "pecados capitais" da CVM brasileira

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão  serrao@alertatotal.net
A Comissão de Valores Mobiliários do Brasil (CVM) será alvo de uma queixa formal na Securities and Exchange Commission (SEC). Investidores norte-americanos e brasileiros da Petrobras e Eletrobras juntaram elementos comprobatórios para denunciar que a CVM brasileira (uma autarquia do Ministério da Fazenda) tem cometido falhas gritantes na fiscalização de empresas, agindo com "rigor seletivo" (punindo uns, e salvando outros, com prejuízos finais a quem "joga" com ações ou aplica seus recursos conscientemente em empresas de capital aberto no País).
O caso pode abrir uma guerra econômico-diplomática com os EUA. Vai tornar ainda mais energético o julgamento que a Corte de Nova York fará contra a Petrobras, a partir do ano que vem. Na demanda, investidores cobram da petrolífera brasileira prejuízos bilionários. Se novas denúncias surgirem, a partir da provável condenação internacional da Petrobras, uma eventual e inédita ação do Xerife do mercado de capitais nos EUA contra a autarquia tupiniquim causará um abalo econômico - que pode ser benéfico para o arremedo de capitalismo (com exagerada intervenção estatal) no Brasil dos 92 impostos, taxas e contribuições, além das infindáveis instruções normativas do fisco e inúmeras portarias de 33 ministérios.
A temida SEC será provocada diretamente por alguns investidores. Outros preferem apelar ao famoso Programa Whistleblower - uma delação anônima que pode render premiação financeira, caso a queixa seja acolhida e a ação tenha um veredicto favorável à SEC. Investidores questionam decisões de conselheiros da CVM (suspeitos de não respeitar o devido processo legal). Alguns deles afirmam ter provas capazes de anular processos investigatórios claramente abusivos.
A CVM será denunciada na SEC por vários "pecados capitais". O principal deles serão as falhas de omissão ou inação nas fiscalizações de empresas economia mista (vulgo: estatais), por ignorar reclamações documentadas por investidores, inclusive em assembleias de acionistas. Os denunciantes pretendem usar uma decisão da própria CVM no Processo Administrativo Sancionador 11/2012, para comprovar que a autarquia nunca responsabiliza a União por evidente abuso de poder de controle. Tal inação lança a suspeita de influência política na decisão, já que os conselheiros da CVM são nomeados pelo Ministério da Fazenda (da própria União).
Os denunciantes da CVM na SEC citam a impunidade no resultado final da condenação a fundos de pensão pela participação em separado da eleição para conselheiros nas vagas de minoritários e titulares de ações preferenciais sem voto, na Petrobras, em 2011 e 2012. Os queixosos investidores têm provas de que o mesmo modelo já condenado, em favor do acionista controlador (a União), continua acontecendo em outras assembleias de estatais, sem que a CVM promova qualquer punição ou deixe claras as regras do jogo. Em outras palavras, investidores avaliam que a CVM passa a impressão de que prefere ser cúmplice dos desmandos políticos favorecedores da corrupção, à usar suas prerrogativas institucionais para coibir o a dilapidação continuada do patrimônio público.
A CVM também será denunciada na SEC pelo crime de excesso de exação, típico de servidor público, que atua e autua de forma abusiva um cidadão investigado ou multado. Investidores reclamam que a CVM tem agido sem imparcialidade e isenção previstas na Lei 9.784/99 - que regula o processo administrativo no âmbito da administração pública federal (regra tão elementar que costuma ser tema frequente de provas de concursos públicos).
Investidores avaliam que a denúncia na SEC certamente causará problemas até para a atuação do Ministério Público Federal brasileiro, por causa de um detalhe familiar que pode alimentar a tese de conflito de interesses. Eles vão questionar à SEC como a CVM mantém em sua Procuradoria Especializada Julya Sotto Mayor Wellisch. A servidora é casada com Honder João Bressan Wellisch - desconhecido advogado de gigantes empresariais em conflito direto com a CVM. Os investidores pretendem questionar à SEC: como fica a isenção de quem tem o "custos legis" (dever de fiscal da lei) quando o marido dela advoga para empresas alvos de processos sancionadores na autarquia?
Investidores sustentam que a CVM corre o risco concreto de acabar denunciada por negligência e conflito escancarado de interesses na hora de apreciar questões ligadas às estatais. Na prática, embora não seja, a CVM é uma autarquia que parece funcionar subordinada ao Ministério da Fazenda.A CVM foi criada pela Lei 6385, de 7 de setembro de 1976, como uma entidade autárquica vinculada ao Ministério da Fazenda, sem natureza jurídica própria.
Em 26 de fevereiro de 2002, com a Lei 10.411, a CVM passou a ser "uma entidade autárquica em regime especial, vinculada ao Ministério da Fazenda, com personalidade jurídica e patrimônio próprios, dotada de autoridade administrativa independente, ausência de subordinação hierárquica, mandato fixo e estabilidade de seus dirigentes, e autonomia financeira e orçamentária". Ou seja, a CVM pode ser ré em ações judiciais nas quais for demandada. Até porque, sua "independência" parece ser apenas letra morta na legislação...
Investidores apresentarão à SEC norte-americana uma prova concreta de que a CVM brasileira não afronta o governo. Ocorreu em abril de 2014. Acionista controladora da Eletrobras, a União fez uma indecorosa proposta à Comissão de Valores Mobiliários para compensar a condenação em um processo sancionador que gerou alto prejuízo ao setor elétrico. Como "compensação", ou talvez como piada, a penalidade estipulada foi o obrigar o então ministro da Fazenda, Guido Mantega, a proferir palestra em um evento para educar o mercado de capitais contra práticas de conflito de interesses.
A gestora norueguesa Skagen, no papel de acionista minoritária, acusou a União de ter votado "em situação de conflito de interesses" na assembleia da Eletrobras, em 2012, que aprovou a renovação das concessões no setor elétrico.Se a União fosse julgada pela CVM e considerada culpada, estaria criado mais um problema contra Dilma Rousseff. Poderia ser pedido seu impeachment (por abuso de poder e confisco de propriedade). A gravidade da implicação explica porque nada aconteceu... Investidores citam o episódio para comprovar que a CVM decide ou se omite em favor do governo federal (a União). Recordam também que foi Mantega quem nomeou a atual diretoria da CVM...
No mesmo "judô jurídico", investidores pretendem usar contra a autarquia brasileira uma reclamação pública feita pelo seu próprio presidente, Leonardo Pereira, em novembro de 2014. Em entrevista ao jornal Valor Econômico, Pereira detonou a "falta de preparo dos funcionários que ficam na linha de frente da fiscalização da CVM". O dirigente teria admitido que casos mal fundamentados pelos escalões mais baixos da autarquia atrapalham o dia-a-dia das companhias abertas, atormentam executivos, elevam gastos das empresas com advogados e, por fim, ainda acabam sendo considerados improcedentes pelo colegiado da CVM.
Os investidores vão reclamar, com provas temporais, que a CVM demora demasiadamente (anos a fio) para analisar e julgar indícios gritantes de irregularidades. Embarcando na tese do presidente Leonardo Pereira, os denunciantes à SEC vão citar um documento enviado à Câmara dos Deputados, em 17 de junho de 2015, pelo Superintendente Regional de Brasília da CVM, Thiago Paiva Chaves. O material, em dois gráficos, detalha a baixa formação escolar dos 581 servidores da autarquia.
Apenas 7 têm doutorado, 49 mestrado, e 63 especialização, além dos 365 com curso superior completo, 86 com ensino médio e 11 com apenas o fundamental. Um outro documento da própria CVM com a relação dos cargos e a especialidade, disponível no site da autarquia, também chama a atenção dos investidores para a deficiência técnica de 234 analistas e 111 inspetores. Apenas três analistas e cinco inspetores têm formação no Mercado de capitais. Mesmo problema na formação em Direito: 14 analistas e apenas cinco inspetores. Idêntica deficiência em Finanças: só 11 analistas e 4 inspetores. A maioria é formada em Engenharia, Contabilidade e Administração - o que foge ao foco regulador da CVM.   
Em resumo, os injuriados investidores estrangeiros e brasileiros vão denunciar à SEC que a CVM não está cumprindo seu slogan institucional: "Protegendo quem investe no futuro do Brasil". Se realmente se efetivar, a briga da Xerife SEC contra a xerife CVM tem tudo para representar um choque profundo no modelo capimunista tupiniquim, para ajudar a sociedade brasileira na revolução contra um Estado centralizador, cartelizado, cartorial, cooptador, corrupto e canalha que favorece a governança do crime organizado e suas "gestapos" - máquinas de triturar inimigos de ocasião com o rigor seletivo absolutamente ilegítimo.
O Brasil precisa de uma CVM que funcione. Um projeto de lei deveria ser amplamente debatido com o mercado tornar a CVM uma instituição independente de verdade, com mandados de três anos para seus diretores e de quatro anos para seu presidente. As funções da CVM poderiam ser supervisionadas por um órgão regulador composto de acionistas minoritários.
A CVM deveria ter sede em Brasília ou em São Paulo, não funcionar providencialmente (como hoje) no Rio de Janeiro, longe da principal Bolsa de Valores do País (a BM&F Bovespa). Poderia ter escritórios regionais nas capitais e prazos fixos para responder às reclamações e solicitações de investidores, em audiências públicas. Também deveria aplicar multas mais pesadas aos infratores - como ocorre nos Estados Unidos com a SEC e na Europa com a CONSOB.
O mercado brasileiro precisa de uma CVM independente, com orçamento próprio, sem nenhuma vinculação a qualquer ministério ou órgão do Poder Executivo da União, para que não haja conflito de interesses na hora de julgar queixas contra as empresas estatais de economia mista ou contra empresários eventualmente "eleitos como inimigos do Estado". O problema é que uma CVM assim vai contra o projeto capimunista nazicomunopetralha que depende do aparelhamento da máquina estatal. Será que o Brasil vai precisar de uma desmoralizante condenação em tribunais dos Estados Unidos para mudar o seu modelo econômico?
Se uma ação da SEC contra o Capiminismo tupiniquim prosperar, a economia de Bruzundanga jamais será a mesma. Terá de se tornar capitalista de verdade, com segurança jurídica para um País que tem tudo para ser desenvolvido. Só falta "assassinar" seu governo do crime organizado...
Correndo contra o tempo...
O filho caçula do ex-presidente Lula, Luis Claudio Lula da Silva, prestou depoimento nesta quarta-feira à Polícia Federal, em Brasília, e negou irregularidade no dinheiro repassado pela Marcondes & Mautoni, empresa suspeita de lobby, para uma de suas empresas, a LFT Marketing Esportivo.
Mera coincidência
Sabe aquela juíza que autorizou a busca e apreensão de documentos na firma do Luis Cláudio?
Célia Regina Ody Bernardes, que estava de substituta na 10a Vara Federal Criminal, retornou para a 21a Vara, que trata de processos civeis.
Até então cedido ao STJ, o juiz titular Vallisney de Souza Oliveira voltou ao cargo, reassumindo todos os processos, inclusive os da Operação Zelotes, dando a seguinte justificativa ao jornal O Globo:
"Meu trabalho no STJ acabou e eu estou retornando às minhas atividades aqui na 10ª Vara. Não voltei por causa desse processo (Operação Zelotes) e nem por causa de nenhum outro. A Vara tem mais de dois mil processos. Também quero dizer que não houve pressão de ninguém
Dilma tomando no TCU, de novo
O Tribunal de Contas da União vai avaliar a responsabilidade da presidente da República Dilma Rousseff e demais ex-conselheiros da Petrobras pelo prejuízo de R$ 2,8 bilhões no projeto de implantação das refinarias Premium I, no Maranhão, e Premium II, no Ceará.
Na visão da área técnica do TCU, o conselho de Administração da Petrobras, na época em que Dilma o presidiu, foi “negligente” por não acompanhar de perto o desenvolvimento do projeto e as decisões da diretoria executiva, suspeita de "gestão temerária":
“Diante de tais fatos, constata-se que houve comportamento, no mínimo, negligente e omisso por parte do Conselho de Administração da Petrobras no período das decisões determinantes para o prejuízo verificado nas Refinarias Premium I e II”.
Enrolados
Além de Dilma, são citados no processo como “responsáveis” e podem ser chamados a responder pelos prejuízos apontados os ex-presidentes da Petrobras Sérgio Gabrielli e Graça Foster, os ex-diretores da companha no período de 2006 a 2014, além de funcionários de escalão inferior.
O acórdão aprovado ontem, por unanimidade, proposto pelo ministro José Múcio Monteiro, afirma que é preciso verificar se houve “omissão” do conselho no dever de fiscalizar as decisões da diretoria executiva sobre o caso:
“Determinar à SeinfraPetróleo que constitua fiscalização, em autos específicos, para a avaliação da responsabilidade do Conselho de Administração da Petrobras, nos termos de suas obrigações corporativas relacionadas à Lei 6.404/1976 (Lei das S.A.), tendo em vista a constatação de possível omissão desse órgão em relação a seu dever estatutário e legal de fiscalizar a gestão da Diretoria Executiva, observada no período das decisões relacionadas ao prejuízo verificado nas Refinarias Premium I e II”.
Era Dilma
Dilma presidia o Conselho em 2006 quando os projetos foram incluídos pela primeira vez em um plano de negócios da companhia.
Ela ocupou o cargo até abril de 2010, quando deixou o ministério da Casa Civil para disputar a presidência da República.
A Petrobras decidiu naquele ano cancelar os projetos e reconheceu no seu balanço de 2014 um prejuízo contábil de R$ 2,8 bilhões.
Moeda de troca


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O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.

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© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 5 de Novembro de 2015.

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