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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

ANOMALIAS HAARP: Brasil se prepara para um verão de temperaturas extremas


O próximo verão promete ser um dos mais insuportáveis de todos os tempos no Brasil, com as temperaturas ultrapassando facilmente os 40ºC por vários dias seguidos nos locais tradicionalmente mais quentes, como Rio de Janeiro, Piauí e Tocantins. Segundo meteorologistas, os termômetros podem registrar calor até 4ºC acima da média.
E, diante de uma primavera que já teve dias de calor intenso em algumas regiões, muita gente já se prepara para o pior.
É que, pela primeira vez, se registra uma combinação inédita: a elevação da temperatura média do planeta por conta do aquecimento global e um fenômeno El Niño muito intenso.
De acordo com especialistas, o mundo já está 0,8ºC mais quente por conta do aquecimento global provocado pela ação humana. E tudo indica que 2015 deverá ser o ano mais quente já registrado.
Para piorar, a previsão para este ano é de que tenhamos um super El Niño, ou mesmo um El Niño monstro, como já vem sendo chamado; dos mais intensos já registrados.
O fenômeno está relacionado ao aquecimento das águas do Pacífico Sul e, em geral, à elevação das temperaturas globais. De acordo com a Organização Meteorológica Mundial, o EL Niño deste ano pode ser tornar um dos quatro mais quentes dos últimos 65 anos.
"Podemos esperar um verão mais quente, com temperaturas até quatro graus Celsius acima da média", diz o meteorologista José Antonio Marengo, coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).
"Isso ocorre por uma combinação de fatores: o aumento da temperatura por conta do aquecimento, as ilhas de calor das cidades e um El Niño intenso que estará em sua atividade máxima justamente em novembro, dezembro e janeiro."
O climatologista Carlos Nobre, atualmente na presidência da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), diz que já é possível saber que o próximo verão será seco em várias partes da Amazônia e também registrará menos chuvas do que a média no Nordeste. O Sul do país, por sua vez, será castigado por chuvas mais intensas. A grande incógnita para os especialistas é o que acontecerá no Sudeste.
"O verão terá temperaturas mais altas no Sudeste, isso podemos dizer, por conta da influência do El Niño. Mas não dá para saber ainda como será o regime de chuvas", diz Nobre.
A estiagem registrada nos últimos dois anos - com graves consequências para os níveis dos reservatórios de água - pode agravar ainda mais o problema, se voltar a se repetir. Setembro foi de chuvas na região, mas, novamente, não há ainda como prever como será o próximo mês.
O Rio de Janeiro está entre as cidades com o verão mais quente do país, ao lado de Teresina, no Piauí, e Palmas, no Tocantins. E mesmo São Paulo, tradicionalmente mais frio, terá temperaturas mais altas.
"Na Europa, na onda de calor de 2003, mais de 30 mil mortes foram atribuídas ao calor", lembra Nobre. "E as temperaturas foram de três graus acima da média. Claro, eles lá não tinham muitos locais com ar-condicionado, nem estão adaptados ao calor, mas, ainda assim."
No Sul e no Sudeste, as cidades têm planos apenas para enchentes. No Nordeste, para a seca.
Mas, até agora, por incrível que pareça, nenhuma cidade brasileira tinha um plano emergencial para lidar com o calor. Pela primeira vez, o Centro de Operações da Prefeitura do Rio - que reúne diferentes secretarias e órgãos municipais com o objetivo de responder à emergências de forma integrada – elabora um plano para ondas de calor intenso, como as que atingiram recentemente a Índia e o Paquistão, deixando milhares de mortos.
"A falta de previsão é motivo para estarmos ainda mais preparados. Não podemos correr riscos, não podemos esperar duzentas pessoas morrerem para começarmos a agir", afirma o diretor do Instituto Pereira Passos, Sérgio Besserman, que integra a força-tarefa da Prefeitura.
Leitos extras em hospitais, atendimento de emergência e campanhas públicas educativas incentivando a hidratação são algumas das medidas que fazem parte do plano de ação. As pessoas mais vulneráveis ao calor são os idosos e os bebês, cujos organismos têm menos capacidade de adaptação e defesa.
Segundo os especialistas, o maior problema do calor para a saúde não é o pico de temperatura mais elevada, mesmo que acima dos 40ºC. O grande risco é quando, ao longo de pelo menos três dias consecutivos, a temperatura máxima passa dos 36ºC e a mínima não cai abaixo dos 21ºC. Quando isso ocorre, o corpo não consegue se resfriar e tende ao superaquecimento, o que pode levar a paradas cardíacas e derrames.
FONTE:http://www.radioriovermelho.com.br/site/noticia.php?id=12236

Via: http://olharparaofim.blogspot.com.br/2015/10/anomalias-haarp-brasil-se-prepara-para.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+Olharparaofim+(olharparaofim)

Irã mostra ao mundo base subterrânea com mais de 100 mísseis balísticos

Hoje as TVs estatais iranianas exibiram imagens de um base de mísseis subterrâneas, a qual era desconhecida das agências de inteligências ocidentais e israelenses.

A base fica sob uma montanha, cerca de 500 metros abaixo da superfície.

O brigadeiro-general Amir Ali Hajizadeh, comandante das Força Aeroespacial do Pasdaran (Guarda Revolucionária), pisou nas bandeiras dos EUA e Israel na companhia de outros altos oficiais iranianos.

A base em forma de túnel, tem centenas de metros e estava repleta de mísseis balísticos (cerca de 100 exemplares).

Segundo o próprio brigadeiro-general Amir Ali Hajizadeh, o Irã tem dezenas de bases semelhantes em todo o país.

Domingo (11), se eu não me engano, os militares iranianos testaram um novo míssil balístico. Batizado de "Emad", o novo míssil é o primeiro míssil de longo alcance iraniano.
O Informante
http://noticia-final.blogspot.com.br/2015/10/ira-mostra-ao-mundo-base-subterranea.html

Crise Síria: aviões de combate dos EUA e da Rússia voando dentro de milhas um do outro

As nações vão tentar  manter novas conversações sobre segurança aérea
A Russian Su-34 strike fighter releases a bomb over Syria
 
AUmSu-34 Strike Fighter russo libera uma bomba sobre a Síria AP
Aviões de combate russos e norte americanos ficaram apenas 10 ou 20 milhas um do outro nos céus sobre a Síria, no sábado, isso vindo a público.O porta-voz militar coronel Steve Warren disse que dois aviões de combate pilotados por EUA e dois outros pela Rússia "entraram no mesmo espaço de batalha" e estavam em contato visual com os outros, informou a BBC.Col Warren também disse que aviões russos haviam quebrado repetidamente patrulhas aéreas, chegando perto de veículos aéreos não tripulados ou drones dos EUA, mas a Rússia não respondeu a essas acusações.

Devemos ser capazes de, pelo menos, concordar em garantir que nossos aviadores estejam tão seguros quanto possívelSecretário da Defesa dos EUA Ash CarterAs duas potências estão agora configuradas para realizar uma videoconferência para discutir formas de evitar um conflito, enquanto a Rússia realiza ataques aéreos dirigidos ao Isis na Síria - um movimento que os EUA marcam como "irresponsável" e "equivocado".
Secretário da Defesa dos EUA Ash Carter disse que espera um acordo "em breve", mas marca a abordagem da Rússia "estrategicamente míope"."Mesmo enquanto continuamos a discordar sobre a política Síria, que devemos ser capazes de, pelo menos, concordar em garantir que nossos aviadores estejam tão seguros quanto possível", acrescentou ele, conforme relatado pelo IB Times.
As discussões irão formar a terceira rodada de conversações entre as duas nações, como o Ministério da Defesa russo disse que tinha "propostas atualizadas sobre a Síria para os EUA".
Forças do Presidente Putin começaram uma campanha de ataques em 30 de setembro, dizendo que foi dirigida a grupos jihadistas após um pedido de ajuda do presidente sírio, Bashar al-Assad.
Mas a Rússia tem sido acusada de atingir alvos não-militantes - uma reivindicação que Moscou nega.
 http://www.independent.co.uk
http://noticia-final.blogspot.com.br/2015/10/crise-siria-avioes-de-combate-dos-eua-e.html

OTAN convoca às armas

O Conselho do Atlântico Norte reuniu-se ontem em Bruxelas, reunião de urgência, dos ministros da Defesa, “num momento decisivo para nossa segurança”. A OTAN está “fortemente preocupada ante a escalada da atividade militar russa na Síria”, especialmente o fato de que “a Rússia não está lá para atacar o grupo Estado Islâmico (EI), mas para atacar a oposição síria e civis.”
A OTAN não especifica qual a “oposição síria” que estaria sendo atacada pela Rússia. Dia 16 de setembro o Pentágono teve de admitir que conseguira treinar na Turquia, ao custo de 41 milhões de dólares, não mais de 60 combatentes cuidadosamente selecionados, os quais, contudo, no instante em que foram infiltrados na Síria sob a sigla “Novo Exército Sírio” foram “quase completamente varridos pelas forças da Frente al-Nustra”. 
A “oposição síria” que a OTAN tanto cuida de proteger é constituída dessa galáxia de grupos armados, a maioria dos quais são mercenários ex-combatentes de vários exércitos pelo mundo, pagos pela Arábia Saudita e outras monarquias do Golfo, muitos dos quais passaram pelos campos de treinamento da CIA e das Forças Especiais dos EUA na Turquia. 
A fronteira entre esses grupos e o EI é muito fluida, a ponto de frequentemente as armas entregues à “oposição” acabarem em mãos do grupo Estado Islâmico. O único objetivo que os une é o objetivo, que se harmoniza com a estratégia de EUA/OTAN, de derrubar o governo eleito de Damasco.
A acusação feita à Rússia, de que estaria atacando deliberadamente civis na Síria (mesmo que não se possa excluir a morte de civis nos ataques concentrados contra o Estado Islâmico) brotam de uma OTAN que em várias guerras é responsável por vários massacres de civis (dos quais o mais recente aconteceu em Kunduz no Afeganistão). 
Basta recordar que, contra a Iugoslávia em 1999, a OTAN empregou 1.100 aviões que, durante 78 dias, fizeram 38 mil ataques, nos quais foram lançadas 23 mil bombas e míssies, que até hoje causam vítimas e mortos civis por causa do urânio baixo enriquecido e substâncias químicas liberadas das refinarias bombardeadas. 
Na guerra contra a Líbia, em 2011, a aviação de EUA/OTAN realizou 10 mil ataques, com mais de 40 mil bombas e mísseis. E às vítimas desses bombardeios devem-se somar outras, ainda mais numerosas, do caos resultante da demolição do Estado líbio.
A OTAN que denuncia a penetração acidental de aviões russos no espaço aéreo turco, chamando-a de “violação do espaço aéreo da OTAN”, nem assim consegue esconder o verdadeiro problema: o fracasso de seus próprios planos, que foi determinado pela decisão dos russos de realmente atacarem o grupo Estado Islâmico, que a Coalizão dos EUA (oficialmente, não é a OTAN quem promove a atual intervenção na Síria) finge que ataca, mas só seleciona alvos secundários.
Não se pode explicar de outro modo como colunas de centenas de caminhões e caminhonetes carregadas de mantimentos continuem a ser entregues da Turquia, diretamente para os centros controlados pelo Estado Islâmico (como o comprovam inúmeras imagens de satélite), nem como colunas de veículos militares do EI continuem a deslocar-se livremente, a descoberto.
Sobre esse cenário, os ministros do Exterior da OTAN, reunidos ontem em Bruxelas, anunciaram que o Plano “Prontidão para a Ação” [orig. Readiness Action Plan] será reforçado. 
Depois de ativar em setembro seis “pequenos quartéis-generais” na Bulgária, Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia e Romênia, destinados a uma integração mais estreita de forças, agora a OTAN decidiu abrir mais dois, na Hungria e na Eslováquia, e “pre-posicionar material militar na Europa Oriental, para poder reforçar rapidamente, se necessário, os aliados orientais”. Também ficou decidido reforçar a “força de resposta”, aumentada com 40 mil homens.
O secretário-geral Stoltenberg fez, quanto a isso, anúncio importante: a Alemanha assumirá em 2019 o comando da “Força de ponta de alta rapidez operacional”, a qual, como o demonstra o exercício Trident Juncture 2015, pode ser projetada em 48 horas “em qualquer local a qualquer momento”. E a Grã-Bretanha “enviará mais tropas em rotação para os países Bálticos e para a Polônia para treinamentos e exercícios”. O engajamento suplementar anunciado pela Alemanha e Grã-Bretanha na OTAN, por ordem dos EUA, confirma que as grandes potências europeias, que vez ou outra têm interesses específicos contrários aos dos EUA, rapidamente se enquadram, quando a hegemonia do ‘ocidente’ é ameaçada. 
Os ministros da Defesa da OTAN anunciam “passos suplementares para reforçar a defesa coletiva”, não só na direção oriental mas também para o sul. “Nossos comandantes militares” – comunica Stoltenberg – “confirmaram que temos o que é preciso para deslocar a Força de Resposta também para o sul”.
A OTAN portanto está pronta para outras guerras no Oriente Médio e no Norte da África.*****
Naval Brasil

http://noticia-final.blogspot.com.br/2015/10/otan-convoca-as-armas.html

ATENÇÃO PARA ESTA NOTÍCIA! Pesquisador acredita que substância desenvolvida na USP cura o câncer

Via:



11 de outubro de 2015

‘A fosfoamina está aí, à disposição, para quem quiser curar câncer’, diz. Pacientes entraram na Justiça para obter cápsulas em São Carlos, SP.

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Em recente matéria publicada pelo Portal G1, no dia 28/08/2015 10h53, o cientista Gilberto Orivaldo Chierice, desabafou em uma entrevista concedida ao repórter Rafael Castro, a má vontade do governo, por intermédio da ANVISA, de proibir a distribuição do medicamento.
Entenda o caso
No dia 17, o Portal G1 mostrou que pacientes com câncer brigam na Justiça para que a USP forneça cápsulas de fosfoetanolamina sintética. De acordo com usuários, familiares e advogados, a substância experimental acumula resultados satisfatórios no combate à doença, inclusive com relatos de cura, mas não possui registro junto à Anvisa e, por isso, só está sendo entregue por decisão judicial.
A droga, cuja cápsula é produzida por menos de R$ 0,10, levou ao surgimento de discussões na internet e um morador de Santa Catarina que a distribuía gratuitamente foi preso. Em entrevista ao G1, Carlos Kennedy Witthoeft afirmou que está “com a consciência em paz”.
Durante uma visita a São Carlos (SP), ele contou como conheceu a substância, apontada por pesquisadores como um tratamento alternativo para o câncer, por que quis doá-la e o que aconteceu após ser preso e indiciado por falsificação de medicamento. “Não tem como mensurar o que a gente sentia a cada pessoa que vinha falar que estava curada”, disse.
Como tudo começou
Um professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP) acredita que conseguiu desenvolver uma substância que pode curar o câncer. Gilberto Orivaldo Chierice coordenou por mais de 20 anos os estudos com a  fosfoetanolamina sintética, que imita uma substância presente no organismo e sinaliza células cancerosas para a remoção pelo sistema imunológico. “A fosfoamina está aí, à disposição, para quem quiser curar câncer”, disse o especialista.
A droga era fornecida gratuitamente em São Carlos, mas uma portaria da universidade proibiu a distribuição até o registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pacientes que tinham conhecimento dos estudos entraram na Justiça para obter as cápsulas. Procurada, a Anvisa disse que não identificou um processo formal para a avaliação do produto em seus registros e que não houve por parte da instituição de pesquisa nenhuma iniciativa ou atitude prática no sentido de transformar o produto em um medicamento. Segundo a agência, para obter o registro, além da requisição, é preciso apresentar documentos e análises clínicas.
Mas, de acordo com Chierice, a substância, também conhecida como fosfoamina, não chegou ao mercado por “má vontade” das autoridades. Ele disse que procurou a Anvisa quatro vezes e foi informado que faltavam dados clínicos. “Essa é a alegação de todo mundo. Mas está cheio de remédios neste país que não têm dados clínicos”, desabafou.
Pediu então à agência um hospital público onde pudesse realizar novos testes – os pesquisadores afirmam que, nos anos 90, a substância foi testada em um hospital de Jaú -, mas contou que não obteve retorno. A Anvisa nega que tenha sido procurada formalmente.
Ação
O professor aposentado explicou que, com a ingestão das cápsulas, as células cancerosas são mortas e o tumor desaparece entre seis e oito meses de tratamento. “Mas é evidente que um caso é diferente do outro”, afirmou, reforçando que o período pode variar de acordo com cada sistema imunológico.
Contou ainda como a substância age e afirmou que já há outro país interessado em fabricá-la. “Nós podemos ter que comprar esse medicamento a custo de mercado internacional porque já está começando a aborrecer ficar todo esse tempo tentando e não conseguir”, disparou na entrevista, concedida ao repórter Rafael Castro e reproduzida a seguir.
Acompanhem a entrevista do cientista Gilberto Orivaldo Chierice
EPTV – Que substância é essa?
É a combinação de uma substância muito comum, utilizada em muitos xampus de cabelo, chamada monoetanolamina, e o ácido fosfórico, que é um conservante de alimentos. A combinação dessas duas substâncias gera uma substância chamada fosfoetanolamina, que é um marcador de células diferenciadas, que são as consideradas células cancerosas.
EPTV – Como ela age no organismo?
Essa substância nós mesmos fabricamos dentro das células de músculo longo e no fígado, no retículo endoplasmático. Então, não podemos chamar de produto natural porque é sintetizado, mas o seu organismo já fabrica com o mesmo propósito: defender você durante todo o tempo da sua vida de células que se diferenciam.
EPTV – Na prática, essa substância reforça a que a gente já tem? Como ela age na célula cancerosa?
Primeiro, ela passa do trato digestivo para o sistema sanguíneo, vai até o fígado e forma uma reação junto com o ácido graxo. O que é esse ácido graxo? É a substância que vai alimentar o tumor. É a energia do tumor. E ela entra junto com essa substância dentro da célula. Quando ela entra, essa célula está relativamente parada, ou seja, a organela principal dela, chamada mitocôndria, está parada. Ela obriga a mitocôndria a trabalhar e, quando ela obriga, ela se denuncia para o sistema imunológico e a célula é liquidada, é a chamada apoptose (veja o processo no vídeo abaixo).
 EPTV – A eficácia da substância foi mais evidente em algum tipo de tumor?
Os tumores têm células parecidas no seu mecanismo, chamadas de anaeróbicas. Células de tumor anaeróbico, todas elas cediam pela ação da fosfoamina.
EPTV – Não houve um tipo de tumor em que a eficácia foi maior?
Não é possível fazer essa medida porque, primeiro, nós não somos médicos. Teria que ter uma parceria com o médico para ele mostrar a eficácia de cada um. Isso nunca foi feito.
EPTV – Tem alguma contraindicação? A cápsula tem que ser ingerida antes de a pessoa fazer quimioterapia?
Não existe “antes” porque ela não funciona como coadjuvante. Se você detona o sistema imunológico da pessoa, os resultados não são bons porque a ação da fosfoamina necessita que o sistema imunológico esteja intacto. Se existir uma quimioterapia que não destrói o sistema imunológico, perfeito, pode ser combinado.
EPTV – O senhor tem uma ideia de quantas pessoas foram beneficiadas por essa substância nos últimos 20 anos?
Nos últimos tempos nós fazíamos cerca de 50 mil cápsulas por mês. Isso equivale, a 60 cada pessoa, a 800 pessoas ou próximo de mil pessoas por mês. Agora quantas pessoas foram beneficiadas eu não sou capaz de dizer porque muitas delas, que eram pacientes terminais, estão aí, vivas. Então não sei dizer quantas pessoas foram curadas.
EPTV – O senhor publicou esse estudo em diversas revistas científicas. Quantas no total?
Hoje eu suponho que há de nove a dez trabalhos nas melhores revistas de oncologia do mundo, que são revistas internacionais, junto com o pessoal do [Instituto] Butantan, e explicam o mecanismo de ação da fosfoamina.
EPTV – Houve interesse de outro país nessa fórmula. O que pode acontecer?
Nós podemos ter que comprar esse medicamento a custo de mercado internacional porque já está começando a aborrecer ficar todo esse tempo tentando e não conseguir, criam dificuldades que eu não sei explicar. Eu sou um homem de ciência de 25 anos, eu não sou nenhum amador e, por não ser amador, eu conheço os trâmites das coisas, como funciona. Se não for possível aqui, a melhor coisa é outro país fazer porque beneficiar pessoas não é por bandeira. A humanidade precisa de alguém que faça alguma coisa para curar os seus males.
EPTV – A cura do câncer existe?
Não só pela fosfoamina, deve existir por uma dezena de outras coisas, mas a fosfoamina está aí, à disposição, para quem quiser curar câncer.
EPTV – E por que a aprovação está demorando tanto? Por que a Anvisa está demorando tanto para liberar?
A razão é muito simples: eu acho que existe uma má vontade. Porque, se existisse boa vontade, isso já tinha sido aplicado em hospitais do governo, como dados experimentais, fase I, fase II, fase III, tudo isso já está pronto. Agora o que falta é dentro das normas da lei, os dados clínicos, assim me disseram na Anvisa todo esse tempo. Eu acho que existe uma má vontade.
EPTV – E, enquanto essa “má vontade” continuar, muita gente com a doença, e a cura está mais próxima do que muita gente imagina, não é?
É, eu penso que sim. A cura está bem mais perto. E se dissessem ainda que falta aprimorar alguma coisa, teria que ser aprimorado daqui para frente, não daqui para trás. Daqui para trás está tudo pronto.
EPTV – Essa substância é a cura do câncer?
Eu acredito que sim, eu acredito que sim. Não só essa como um monte delas que poderiam vir de derivados.
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O que há de novo nesse caso? 
Hoje, 09/10/2015 às 10h 43,  Supremo Tribunal Federal (STF) liberou a uma paciente do Rio de Janeiro, o acesso à substância contra o câncer fosfoetanolamina sintética, fornecida pela Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos.
O órgão concedeu uma liminar suspendendo decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) do dia 29, que impedia a mulher de conseguir a substância porque, segundo o desembargador José Renato Nalini, não havia comprovação de que ela produzisse qualquer efeito no combate à doença. A decisão abre precedente para outros pacientes buscarem o STF.
No entendimento do STF, o tema relativo ao fornecimento de medicamentos sem registro na Anvisa ainda aguarda pronunciamento da corte, o que permite a distribuição da substância. “A ausência de registro não implica, necessariamente, lesão à ordem pública”, afirmou o ministro Edson Fachin.
A paciente afirma estar em fase terminal de doença grave e, ante a ineficácia de todos os procedimentos médicos recomendados, foi-lhe indicada, por meio de laudo médico, o uso do medicamento fornecido pela USP de São Carlos, a fim de mitigar os sintomas apresentados.
A suposta eficácia da fosfoetanolamina contra o câncer vem sendo discutida há vinte anos, desde que uma formulação foi desenvolvida e testada pela equipe do pesquisador Gilberto Orivaldo Chierice, ex-professor da universidade, no início dos anos 90. Durante mais de uma década, ela foi distribuída gratuitamente. Em 2014, uma portaria do Instituto de Química da USP São Carlos suspendeu a entrega de substâncias experimentais sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Pacientes foram à justiça e conseguiram liminares para manter o tratamento, mas o TJ-SP derrubou as decisões em setembro.
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Estudos
O médico Fernando Maluf, diretor de oncologia clínica do Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes, em São Paulo, faz ressalvas sobre a liberação da fosfoetanolamina. “Como é uma droga que ainda está em fase de pesquisa e experimentação, não deveria ter uma liminar que a libera ou que obriga alguém a dar essa medicação a um paciente porque ela ainda não tem aprovação em órgãos nacionais ou internacionais, então não tem nenhuma evidência de benefício”, afirma.
Segundo ele, a substância está em fases extremamente precoces de estudo para câncer como leucemia e tratamento de tumores renais, e estudos maduros em serem humanos ainda não foram feitos.
Anvisa informa que é necessária a avaliação de ensaios clínicos antes de qualquer medicamento ser disponibilizado para uso no Brasil. No caso da fosfoetanolamina, a agência diz não ter recebido qualquer pedido de avaliação para registro dessa substância, nem mesmo pedido de pesquisa clínica, que é a avaliação com pacientes humanos. “Isto significa que não há nenhuma avaliação de segurança e eficácia do produto realizada com o rigor necessário para a sua validação como medicamento”.
Fica a critério do paciente a responsabilidade do uso, a redação da Redetvwebmais.com, entende que pacientes sem condições de tratamento da doença, devido muita das vezes por rasões econômicas, acabam morrendo pela falta de acesso a políticas públicas de saúde. Diferente das alegações do médico do Hospital das Clinicas de São Paulo, ‘porque ela ainda não tem aprovação em órgãos nacionais ou internacionais,’ o cientista Gilberto Orivaldo Chierice, já comprovou a cura de doentes terminais e ainda acusa a Anvisa de má vontade.Será que o governo brasileiro tem interesses de não disponibilizar o remédio a população? Em qualquer outro país, já haveria uma mobilização dos órgãos competentes para ajudar nos estudos da descoberta do medicamento que tem custo de R$ 0,10 centavos. Não dá para entender, enquanto isso:
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Política do Câncer no Brasil 
No Brasil, a estimativa para o ano de 2014, que será válida também para o ano de 2015, aponta para a ocorrência de aproximadamente 576 mil casos novos de câncer, incluindo os casos de pele não melanoma, reforçando a magnitude do problema do câncer no país. O câncer de pele do tipo não melanoma (182 mil casos novos) será o mais incidente na população brasileira, seguido pelos tumores de próstata (69 mil), mama feminina (57 mil), cólon e reto (33 mil), pulmão (27 mil), estômago (20 mil) e colo do útero (15 mil).
Sem considerar os casos de câncer de pele não melanoma, estimam-se 395 mil casos novos de câncer204 mil para o sexo masculino e 190 mil para sexo feminino. Em homens, os tipos mais incidentes serão os cânceres de próstata, pulmão, cólon e reto, estômago e cavidade oral; e, nas mulheres, os de mama, cólon e reto, colo do útero, pulmão e glândulatireoide. É incontestável que o câncer é hoje, no Brasil, um problema de saúde pública, cujos controle e prevenção deverão ser priorizados em todas as regiões, desde as mais desenvolvidas – cultural, social e economicamente – até às mais desiguais. As abordagens orientadas para enfrentar esse problema de saúde são, necessariamente, múltiplas, incluindo: ações de  educação para saúde em todos os níveis da sociedade; prevenção orientada para indivíduos e grupos; geração de opinião pública; apoio e estímulo à formulação de legislação específica para o enfrentamento de fatores de risco relacionados à doença; e fortalecimento de ações em escolas e ambientes de trabalho.
De outro lado, atividade fundamental é o monitoramento continuado dos programas de prevenção e controle implementados para combater o câncer e seus fatores de risco.
Esse monitoramento incorpora a supervisão e a avaliação dos programas como atividades necessárias para o conhecimento do andamento e do impacto no perfil de morbimortalidade da população, bem como a manutenção de um sistema de informações oportuno e de
qualidade, que subsidie análises epidemiológicas como produto dos sistemas de vigilância.
Informações do INCA permanece mobilizado em prover gestores, profissionais da saúde e da comunicação e a sociedade em geral de informações sobre câncer, contribuindo a cada biênio com as estimativas, que serão a base para a tomada de decisões, em todas as esferas
de atuação, para o enfrentamento dessa doença.
Onde se encontra políticas de pesquisas para desenvolvimento de cura da doença? Talvez o cientista Chierice, possa dar sua contribuição ao País.
Assista ao vídeo com reportagem da EPTV na ocasião da proibição
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