NÃO DEIXE DE CLICAR NOS ANÚNCIOS DESTE, VOCÊ ESTARA AJUDANDO A PERMANENCIA DO MESMO. OBRIGADO

domingo, 20 de setembro de 2015

A Rússia exibe os músculos na Síria

Vladimir Putin, Angelina Jolie, David Cameron e a campeã juvenil de supino são os personagens dessa edição do Mundo Livre, que explica a estratégia da Rússia na guerra civil síria na análise dos jornalistas Diogo Schelp, Vilma Gryzinski e Duda Teixeira. Acompanhe.

Pterossauro vivo foi visto sobrevoando a cidade de Idaho

Vídeo amador mostra um suposto pterossauro voador recentemente sobre Boise, Idaho, EUA. É o trabalho de edição de vídeo, ou talvez o retorno do réptil extinto

Brasil rejeita nomeação de terrorista israelense como embaixador de Israel


(20-09-2015) A presidente Dilma Rousseff enviou uma mensagem a Israel no qual rejeita a nomeação de um antigo dirigente colono, Dani Dayan, como embaixador israelense em Brasília devido à mensagem que a medida poderia ser transferida
Dilma transmitiu a Israel seu incômodo com a designação porque Dayan vive em um assentamento no território ocupado palestino e foi o máximo representante de um movimento que a comunidade internacional rejeita plenamente, informou hoje o jornal “Yedioth Ahronoth”.
A mensagem foi transmitida através dos canais diplomáticos e põe o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em uma posição incômoda devido a que a nomeação foi aprovada por seu governo no dia 6 de setembro.
Após saber a decisão no mês passado, movimentos sociais brasileiros questionaram a nomeação como representante em Brasília de Dayan, empresário de origem argentina acusado de violar o direito internacional nas comunidades palestinas, e pediram que não fossem concedidas a ele as credenciais diplomáticas.
Nascido em Buenos Aires há 59 anos e formado em Finanças, Dayan foi presidente do Conselho Yesha – de assentamentos judaicos na Cisjordânia – entre 2007 e 2013, e esteve envolvido na diplomacia pública israelense dentro e fora do país, informou após ser divulgada sua nomeação o Escritório do primeiro-ministro israelense.
Fontes diplomáticas citadas pelo “Yedioth asseguraram que quando se designa um embaixador o governo transfere seu nome ao país que o receberá para sua aprovação e que a rejeição à nomeação é um fato quase insólito, embora em caso de não querê-lo o país anfitrião costuma enviar mensagens através de canais diplomáticos para evitar uma rejeição oficial que provoque uma crise entre os dois países.
No caso de o primeiro-ministro israelense continuar insistindo na nomeação o caso poderia voltar contra si e representar uma barreira para seu governo e Israel, porque o Brasil poderia exercer sua rejeição de maneira aberta e oficial, constata o meio.
O Brasil é um país que Netanyahu considera estratégico nas relações de seu país com a América Latina, da mesma forma que o terreno econômico com um atrativo mercado para qualquer investidor.
No último tempo, assegura o jornal, se registrou uma melhoria nas relações bilaterais entre ambos os países, e prova do fato é que o Brasil se absteve esta semana em uma votação no seio da Conferência Geral da Agência Internacional de Energia Atômica promovida pelo Egito e que contava com o apoio dos países árabes, que chamava à supervisão internacional das instalações nucleares israelenses.
Fonteterra.com.br
Artigo relacionado
Comentário do blog
Rejeitar a nomeação deste terrorista é o primeiro passo, falta que os fantoches em Brasília parem de obedecer ao sionismo internacional e destruam qualquer relação entre o Brasil e o regime israelense criminal.
A mídia sempre alivia os títulos das notícias quando se trata de sionista judeu, os chamam de “colonos”, quando na verdade são terroristas e assassinos de orientação nazista. Já quando a manchete é sobre muçulmanos, estampam “terroristas islâmicos”.
Outro exemplo claro de como uma nação é destruída e colonizada pelo sionismo Rothschild é a Argentina. Lá existem lobbies políticos como a DAIA(Delegação de Associações Israelitas Argentinas) e OSA(Organização Sionista Argentina), que controlam a política nacional e determinam a política externa do país, da mesma forma como o AIPAC o faz nos EUA. Sempre à favor de Israel e do sionismo e contra os interesses da população local. Por sorte, estão sendo denunciadas e processadas por conspirar contra o país, o que significa que representam uma ameaça à soberania e integridade territorial.
O Brasil segue a mesma linha, obedece às ordens de Tel Aviv e permite que o regime sionista permaneça com seu arsenal nuclear clandestino sem supervisão alguma da AIEA. Era para ter votado à favor das inspeções nas plantas nucleares israelenses. O mundo precisa saber que Israel possui centenas de ogivas nucleares e que estão prontas para serem usadas contra a humanidade.
Já quando o assunto é Irã, o país que a banca sionista Rothschild quer atacar, a pressão é total em cima do seu programa nuclear civíl. Usam o programa nuclear iraniano como pretexto para atacá-lo, o objetivo como sempre é pilhar o petróleo, gás e tomar o controle do seu Banco Central.
Nenhuma nação é independente ou soberana quando suas decisões sobre política externa são tomadas por ordens de organizações estrangeiras ou embaixadas. Pior ainda quando a ordem vêm de um país fictício criado pelos Rothschild através de uma organização globalista que também foi criada por eles. Esta fachada sionista é conhecida como “ONU”Israel não existe, o que existe é uma nação chamada Palestina, que foi invadida e está ocupada.
A decisão brasileira de rejeitar o nazi-sionista de Israel foi corretíssima, mas ainda falta cortar qualquer relação com este regime de psicopatas que patrocina o terrorismo e comete genocídio contra os palestinos.

Chegada de refugiados muçulmanos muda cidades do interior do Brasil

Refugiados e migrantes em fuga da guerra e da fome na Ásia, na África e no Oriente Médio estão se organizando em enclaves multiétnicos que começam a redefinir a cultura, a economia e a demografia em pequenas cidades do interior do Paraná. A contínua chegada de muçulmanos para trabalhar no abate halal tem propagado os locais sagrados para o islã no Estado.

O que acontecerá se EUA e China entrarem em conflito no Pacífico?

Enquanto os Estados Unidos continuam ações provocatórias no Mar da China Meridional, vale a pena perguntar: O que aconteceria em um hipotético confronto militar entre Washington e Pequim? Um novo relatório da organização não-governamental Corporação RAND compara as capacidades dos dois países em 10 campos separados.
O relatório de 430 páginas, elaborado por 14 especialistas em estratégia militar, se concentra estritamente nas capacidades militares. Ignorando as questões políticas, o relatório considera dois cenários hipotéticos — uma campanha nas ilhas Spratly e uma invasão chinesa de Taiwan — para avaliar que parte iria ganhar.
Ataque a base aérea dos EUA
Enquanto em 1997 os militares chineses tinham poucos mísseis balísticos de curto alcance, esse número subiu acentuadamente agora. Com quase 1.400 mísseis no seu arsenal, Pequim poderia facilmente paralisar a base aérea de Kadena, uma instalação dos EUA na ilha de Okinawa.
"Um ataque desses pode fechar a única base durante várias semanas", diz o relatório, consequentemente, aumentaria drasticamente a distância que a Força Aérea dos Estados Unidos seria obrigada a cobrir. Forçando os militares dos EUA a operar a partir do Alasca, Guam ou Havaí, a China terá mais tempo para reagir às manobras ofensivas.
EUA contra China no espaço aéreo
Pequim tem vindo a melhorar rapidamente na sua Força Aérea, modernizou metade de seus caças. De acordo com a RAND, as capacidades dos dois países no ar são quase comparáveis, com uma ligeira vantagem dos EUA.
Ainda assim, na proteção de Taiwan, em caso de uma hipotética invasão em 2017, "os comandantes americanos seriam incapazes de encontrar uma base adequada para as forças dos EUA a manter a superioridade em uma campanha de sete dias", diz o relatório. 
Embora os EUA possam ganhar vantagem se transformarem essa operação em uma campanha mais longa, a ação também poderia colocar as tropas terrestres e navais em um risco maior.
Penetração dos EUA no espaço aéreo
Os militares chineses incorporaram m grande número de mísseis terra-ar desde 1997. Pequim possui agora cerca de 200 mísseis deste tipo em seu arsenal, bem como novos sistemas aéreos de deteção. Por isso, os aviões dos EUA teriam dificuldades operando no cenário de Taiwan, dada a sua proximidade ao continente chinês e a essas defesas.
No entanto, no cenário de Spratly, uma aeronave furtiva americana poderia ganhar, dada a distância de 800 milhas do arquipélago a partir do continente chinês.
Ataque americano a bases aéreas
As armas de longo alcance americanas poderiam dar os EUA a capacidade de “desligar” bases aéreas chinesas, tornando-as inoperacionais. Olhando para as 40 bases dentro do alcance de Taiwan, os EUA seriam capazes de fechar pistas de pouso por aproximadamente oito horas. Em 2017, esses encerramentos poderão durar de dois a três dias.
Ainda assim, o relatório reconhece que esta vantagem se baseia em um arsenal de mísseis limitado.
Guerra antissuperfície chinesa
Enquanto Washington dependeria inevitavelmente de porta-aviões se a guerra se desencadeasse no mar do Sul da China, o desenvolvimento de Pequim de mísseis balísticos antinavio poderia representar uma ameaça significativa para as forças navais dos EUA.
Enquanto os porta-aviões podem ser capazes de se defender com sucesso contra qualquer mísseis balísticos antinavio através de contramedidas a bordo, os EUA também têm de lidar com a melhoria da inteligência e da frota de submarinos da China.
Guerra antissuperfície americana
No cenário de Taiwan, a RAND estima que os EUA teriam sucesso em repelir assaltos anfíbios chineses. Capaz de eliminar cerca de 40% da frota anfíbia, a China poderia sofrer "perdas que provavelmente causariam estragos na integridade organizacional de uma força de desembarque."
A China, no entanto, já duplicou as suas capacidades anfíbias desde 1997, e está melhorando rapidamente seu potencial antisubmarino.
Campanha antiespacial americana
Washington tem vindo a melhorar as suas capacidades antiespaciais desde 2002, e possui um sistema que pode neutralizar satélites inimigos. Aviões de intercepção também poderiam ser usados para derrubar satélites de inteligência.
A RAND também recomenda que os EUA criem sistemas de laser de alta energia que poderiam sobrecarregar o programa espacial chinês.
Campanha antiespacial chinesa
O relatório considera como "grave" a ameaça chinesa para os satélites americanos de comunicação, se baseado em uma série de testes de mísseis antisatélite bem sucedidos realizados por Pequim desde 2007.
"Mais preocupante" é a posse pela China de sistemas de interferência de sinais de fabricação russa.
Ciberguerra 
A RAND estima que a sofisticação do Comando Cibernético dos Estados Unidos e a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos daria uma vantagem em tempo a Washington.
Ambas as partes, no entanto, "enfrentariam surpresas significativas." O relatório também aponta que os EUA dependem muito de redes da Internet não classificadas, que poderiam ser facilmente violadas por hackers inimigos.
Estabilidade nuclear
Enquanto a China tem vindo a melhorar suas forças nucleares desde 1997, não é ainda suficientemente robusta para evitar um ataque de retaliação dos EUA, que têm uma reserva significativa. A RAND dá aos EUA uma vantagem nuclear de 13 para um.
Conclusão
O relatório prevê que o crescente poder militar da China poderia criar uma grande diminuição da influência dos EUA na região do Pacífico. Pequim poderia, hipoteticamente, "alcançar objetivos limitados sem derrotar as forças dos EUA."
Embora ambas as partes pudessem vir a sofrer pesadas perdas, os Estados Unidos não mantêm o mesmo tipo de domínio do Pacífico que o país já teve em tempos.

http://br.sputniknews.com/defesa/20150919/2169390.html#ixzz3mHzF8xT7

Via: http://noticia-final.blogspot.com.br/2015/09/o-que-acontecera-se-eua-e-china.html

O Pentágono está preparando novos planos de Guerra para um confronto no Báltico contra a Rússia

Pela primeira vez desde o colapso da União Soviética, o Departamento de Defesa dos EUA está revisando e atualizando seus planos de contingência para o conflito armado com a Rússia.

O Pentágono gera planos de contingência continuamente, o planejamento para todos os cenários possíveis - qualquer coisa de confronto armado com a Coreia do Norte a ataques de zumbis. Mas esses planos também são classificados e trabalhou em acordo com a prioridade e probabilidade. Depois de 1991, planos militares para lidar com a agressão russa caiu fora do radar do Pentágono. Sentaram-se na prateleira, acumulando poeira como Rússia tornou-se cada vez mais integrado para o Oeste e passou a ser visto como um parceiro em potencial sobre uma série de questões. Agora, de acordo com vários funcionários atuais e antigos nos departamentos Estado e da Defesa, o Pentágono está tirando a poeira desses planos e re-avaliar-los, atualizá-los para refletir uma pós-Criméia-anexação realidade nova, geopolítico em que a Rússia não é mais um potencial parceiro, mas uma ameaça potencial.

"Dado o ambiente de segurança, tendo em conta as ações da Rússia, tornou-se evidente que precisamos de ter a certeza de atualizar os planos que temos em resposta a qualquer agressão potencial contra quaisquer aliados da Otan", disse um funcionário da Defesa sênior familiarizado com o atualizado planos.

"Invasão do leste da Ucrânia da Rússia fez os EUA poeira seus planos de contingência", diz Michèle Flournoy, ex-subsecretária de defesa para a política e co-fundadora do Centro para uma Nova Segurança Americana. "Eles estavam muito fora da data."

Projetando uma contra-ofensiva

Os novos planos, de acordo com o oficial de defesa sênior, tem duas faixas. Um se concentra no que os Estados Unidos podem fazer como parte da NATO se a Rússia ataca um dos Estados membros da OTAN; a outra variante considera a ação americana fora do guarda-chuva da OTAN. Ambas as versões dos planos de contingência atualizados concentrar em incursões russas para os países bálticos, um cenário visto como o mais provável frente para nova agressão russa. Eles também estão se concentrando cada vez mais não em guerra tradicional, mas sobre as táticas usadas híbridos Rússia em Crimea e leste da Ucrânia: "homenzinhos verdes", os protestos manufaturados e ciberguerra. "Eles estão tentando descobrir em que circunstâncias [o Departamento de Defesa dos EUA] responderiam a um ciberataque", diz Julie Smith, que até recentemente serviu como vice-conselheiro de segurança nacional do vice-presidente. "Há um debate animado sobre isso acontecendo agora."

Esta é uma saída significativa de política de defesa pós-Guerra Fria dos EUA.

Depois que a União Soviética implodiu, Rússia, seu principal herdeiro, tornou-se cada vez mais integrada na NATO, que tinha sido originalmente criado para combater as ambições da União Soviética na Europa. Em 1994, Moscou assinou com a parceria da OTAN para a Paz. Três anos depois, em maio de 1997, a Rússia ea NATO assinaram um acordo mais detalhadas sobre a cooperação mútua, declarando que eles não eram adversários mais longos. Desde então, como a NATO absorvido mais e mais países do Pacto de Varsóvia, também intensificou sua cooperação com a Rússia: exercícios militares conjuntos, consultas regulares, e até mesmo a abertura de um ponto de trânsito da OTAN em Ulyanovsk, Rússia, para material de ir para a luta em Afeganistão. Mesmo que o Kremlin estava cada vez mais irritado com a expansão da OTAN, das coisas Oeste parecia bastante animadoras.

Após a guerra da Rússia de 2008, com a vizinha Geórgia, a NATO ligeiramente modificado seus planos vis-à-vis a Rússia, de acordo com Smith, mas o Pentágono não o fez. Ao preparar a 2010 Revisão Quadrienal da Defesa, o escritório do Pentágono para o planejamento vigor - isto é, a alocação de recursos de longo prazo com base em prioridades de defesa dos Estados Unidos - propôs ao então secretário de Defesa, Robert Gates, para incluir um cenário que iria contrariar um agressivo Rússia. Gates, descartou essa possibilidade. "O julgamento de todos na época era que a Rússia está a prossecução de objetivos alinhados com a nossa", diz David Ochmanek, que, como vice-secretário assistente de Defesa para o desenvolvimento da força, correu que o escritório no momento. "O futuro da Rússia parecia estar cada vez mais integrada com o Ocidente." Smith, que trabalhou sobre a política europeia e da OTAN no Pentágono, na época, me disse: "Se você perguntasse o militar, há cinco anos," Dá-nos um sabor do que você 're pensando,' que teria dito: 'O terrorismo, o terrorismo, o terrorismo -. e China' "

Aquecendo Moscou

O pensamento em torno de Washington era que, Mikheil Saakashvili, então presidente da Geórgia, provocaram os russos e que a resposta de Moscou foi um one-off. "A sensação foi que, enquanto houve complicações e Rússia entrou em Georgia", diz Smith, "Eu não acho que ninguém antecipou que nada como isso iria acontecer novamente.", Diz um alto funcionário do Departamento de Estado: "A suposição era de que havia nenhuma ameaça na Europa. "A Rússia raramente foi trazido até o secretário de Defesa, diz o oficial sênior de defesa.

Depois veio de reinício da administração Obama de relações com a Rússia, e com ela uma maior cooperação com Moscou sobre tudo, de voos espaciais para o desarmamento nuclear. Houve contratempos (como a Rússia está tentando cotovelo os Estados Unidos fora da base de Manas no Quirguistão) e menos do que o total cooperação em pressionar os conflitos no Médio Oriente (o melhor dos Estados Unidos chegou da Rússia sobre a Líbia foi uma abstenção na das Nações Unidas do Conselho de Segurança). Mas, no geral, a Rússia não era nem um perigo nem uma prioridade. Foi, diz uma política externa sênior Senado funcionário, "ocasionalmente, uma dor na bunda, mas não uma ameaça."

Ochmanek, por sua vez, não tinha pensado sobre a Rússia por décadas. "Como um planejador vigor, posso dizer-lhe que a perspectiva de agressão russa não estava em nosso radar", ele me disse quando eu o conheci em seu escritório na Rand Corp. no norte da Virgínia, onde ele é agora um analista sênior de defesa "Certamente não desde 1991, mas mesmo nos últimos anos de Gorbachev." Em 1989, Ochmanek pensou que Washington deveria estar centrada na ameaça do Iraque invadir o Kuwait, não sobre a probabilidade cada vez menor de agressão militar soviética. Para os últimos 30 anos, Ochmanek tem transportado entre Rand, onde ele tem foco no planejamento militar, e o Pentágono nas proximidades, onde ele fez o mesmo em uma capacidade oficial: pela primeira vez em meados de 1990, quando ele era o vice-secretário assistente de defesa para a estratégia, e, em seguida, para os primeiros cinco anos da administração de Barack Obama, quando ele correu planejamento vigor no Pentágono.

Foi lá que, em fevereiro de 2014, o presidente russo, Vladimir Putin pego Ochmanek e praticamente todos os oficial desprevenido Ocidental enviando homenzinhos verdes em Crimeia e leste da Ucrânia. "Nós não planejamos para ela, porque nós não pensamos que a Rússia iria mudar as fronteiras da Europa", diz ele. Crimeia, diz ele, foi uma "surpresa".

Jogos de guerra e de derrotas

Em junho de 2014, um mês depois de ter deixado o seu trabalho de planeamento das forças no Pentágono, a Força Aérea pediu Ochmanek para o conselho em bairro da Rússia antes da visita de setembro de Obama de Tallinn, Estónia. Ao mesmo tempo, o Exército tinha abordado outro dos colegas de Ochmanek no Rand, e os dois se uniram para executar um exercício de pensamento chamado de "top mesa", uma espécie de jogo de guerra entre duas equipes: a equipe vermelha (Rússia) e do equipe azul (NATO). O cenário foi semelhante à que jogado para fora na Criméia e leste da Ucrânia: aumento da pressão política da Rússia sobre a Estónia ea Letónia (dois países da OTAN que compartilham fronteiras com a Rússia e que têm minorias de língua russa consideráveis), seguido pelo aparecimento de provocadores, demonstrações , ea apreensão de prédios do governo. "Nossa pergunta era:? Será que a OTAN seja capaz de defender esses países" Ochmanek lembra.

Os resultados foram desanimador. Dadas as recentes reduções nos orçamentos da defesa dos países membros da OTAN e pullback americano da região, Ochmanek diz que a equipe azul estava em desvantagem de 2 para 1 em termos de mão de obra, mesmo que todas as tropas dos EUA e da OTAN estacionadas na Europa foram enviados para os países bálticos - incluindo a 82ª Divisão Aerotransportada, que é suposto estar pronto para ir em 24 horas de antecedência e é baseado em Fort Bragg, Carolina do Norte.

"Nós simplesmente não têm essas forças na Europa", explica Ochmanek. Depois, há o fato de que os russos têm melhores mísseis do mundo superfície-ar e não têm medo de usar artilharia pesada.

Depois de oito horas de jogo para fora vários cenários, a equipe azul foi para casa deprimido. "A conclusão," Ochmanek diz, "foi que nós somos incapazes de defender os países bálticos."

Ochmanek decidiu correr o jogo em um segundo dia. As equipas jogaram o jogo novamente, desta vez trabalhando com a suposição de que os Estados Unidos e a OTAN já tinha começado a fazer mudanças positivas para a sua postura de força na Europa. Será que alguma coisa seria diferente? A conclusão foi um pouco mais otimista, mas não por muito. "Podemos defender as capitais, podemos apresentar Rússia com problemas, e nós podemos tirar a perspectiva de um coup de main", diz Ochmanek. "Mas a dinâmica continua a mesma." Mesmo sem levar em conta os recentes cortes de defesa dos EUA, devido ao seqüestro, e o plano do Pentágono para reduzir o tamanho do Exército por 40.000 soldados, a logística de distância ainda estavam assustadora. Batalhões dos EUA ainda iriam demorar de um a dois meses para mobilizar e torná-lo através do Atlântico, e os russos, Ochmanek observa, "pode ​​fazer um monte de danos nesse tempo."

Ochmanek foi executado a dois dias do exercício top  oito vezes agora, incluindo no Pentágono e na Base Aérea de Ramstein, na Alemanha, com oficiais militares da ativa. "Nós a tocamos 16 vezes diferentes com oito equipes diferentes," Ochmanek diz, "sempre com a mesma conclusão."

O Departamento de Defesa tem consignado os resultados do exercício em seu planejamento, diz o funcionário da Defesa sênior, "para entender melhor uma situação que poucos de nós já pensou em em detalhes para um número de anos." Quando perguntado sobre as conclusões de Ochmanek, o funcionário expressou confiança de que, eventualmente, a OTAN garra do território de volta. "No final, eu não tenho nenhuma dúvida de que a OTAN vai prevalecer e que irá restaurar a integridade territorial de qualquer membro da OTAN", disse o oficial. "Eu não posso garantir que vai ser fácil ou sem grande risco. Meu trabalho é garantir que podemos reduzir esse risco. "

Proteja os países bálticos

Ou seja, o Pentágono não prevê um cenário em que a Rússia não consegue pegar algum território Báltico primeiro. O objetivo é deter - O secretário de Defesa Ashton Carter anunciou neste verão que os Estados Unidos seriam o envio de dezenas de tanques, veículos blindados, obuses e para os Países Bálticos e Europa Oriental - e, se isso falhar, a meticulosamente recuperar o território da OTAN.

O Pentágono também está mastigando em vários cenários de guerra híbridos, e até mesmo um nuclear. "Como você olhar para publicado doutrina russa, eu acredito que as pessoas estão pensando sobre o uso de armas nucleares táticas de uma forma que não tinha sido pensado por muitos anos", diz o oficial sênior de defesa. "A doutrina fala claramente sobre isso, de modo que seria irresponsável não, pelo menos, ler essa doutrina, entender o que significa.Doutrina certamente não significa que eles fariam isso, mas seria irresponsável, pelo menos, não estar pensando por essas questões. Toda vez que há barulho sabre nuclear, é sempre uma preocupação, não importa de onde vem ".

Há um forte elemento de decepção entre os seniores de política externa e de segurança funcionários nessas discussões, de descrença que acabamos aqui depois de todos esses bons anos - décadas, mesmo - nas relações dos Estados Unidos com a Rússia.

"Um monte de pessoas no Pentágono estão descontentes com o confronto", diz o funcionário do Departamento de Estado. "Eles estavam muito satisfeitos com a cooperação militar-a-militar com a Rússia." Há também aqueles, disse o oficial, que sentem que a Rússia é uma distração da verdadeira ameaça - China - e outros que pensam que trabalhar com a Rússia sobre armas controle é mais importante do que proteger a soberania ucraniana. Não só não eles sim tem que pensar em Moscou como um inimigo, mas muitos também são ofendido que mesmo fazendo esses planos joga para a direita em fantasias paranóicas de Putin sobre um confronto entre a Rússia ea NATO ou entre a Rússia e os Estados Unidos - o que torna essas fantasias , de facto, uma realidade. Em os EUA planejam para o confronto com a Rússia, diz o funcionário do Senado, Putin "está recebendo a coisa que ele sempre quis."

No entanto, apesar desta mudança de política, o otimismo distintamente americano é confoundingly difícil de abalar."Gostaríamos de ser parceiros da Rússia. Nós pensamos que é o curso preferido - que nos beneficia, beneficia Rússia, e beneficia o resto do mundo ", diz o oficial sênior de defesa. "Mas, como o Departamento de Defesa, não estamos pago para olhar as coisas através de óculos cor-de-rosa e, portanto, deve estar preparado no caso de nós está errado sobre ações e plano para se a Rússia se tornar um adversário direto da Rússia. Mais uma vez, eu não prever isso e eu certamente não quer isso, mas temos de estar preparados para o caso que poderia acontecer. "

Provocação ou preparação?

Até agora, os planos do Pentágono são apenas isso - os planos. Mas eles são também sinaliza: a Rússia que os Estados Unidos não está sentado em suas mãos, e ao Congresso que as prioridades da política externa dos Estados Unidos mudaram drasticamente desde a última Defense Review Quadrienal, que foi lançado como a crise na Ucrânia foi se desdobrando e mal Rússia mencionado. É também um sinal de que o Pentágono considera que o sequestro atrapalha a sua capacidade de lidar com o novo cenário de ameaças. Em sua audiência de confirmação de Julho a ascender à presidência do Joint Chiefs of Staff, o general Joseph Dunford fez manchetes quando ele disse que a Rússia representava uma "ameaça existencial" para os Estados Unidos e disse que os Estados Unidos devem fazer mais para se preparar para o híbrido guerra da Rússia tipo implantado na Ucrânia.

"É claramente um sinal para o Hill," diz Smith. "Quando eu chegar e pedir uma presença permanente na Europa ou dinheiro para uma presença europeia, eu não quero que você diga, 'Nossa, isso é uma surpresa. Eu pensei que era tudo sobre [o Estado Islâmico]. '"A declaração de Dunford irritou a Casa Branca, que a viram como potencialmente provocador para Moscou, mas foi também um sinal para todos os outros. O comandante-em-chefe tem a palavra final sobre a possibilidade de utilizar estes novos planos de contingência, mas os dias de Obama no cargo estão contados, e que o Pentágono não está tomando nenhum risco.
NATALIA KOLESNIKOVA/AFP/Getty Images


Via: http://noticia-final.blogspot.com.br/2015/09/o-pentagono-esta-preparando-novos.html

O TOQUE DO SILÊNCIO - SUA VERDADEIRA HISTÓRIA




Eu chorei.... Emocionante!
Posted by Sargento Neri on Quinta, 6 de agosto de 2015

GUERRA: ISRAEL REVIDA BOMBARDEIO DE GRUPO LIGADO AO ESTADO ISLÂMICO

Durante as últimas semanas cresceu muito o clima de guerra entre israelenses e palestinos. Primeiramente foram ataques individuais a judeus e turistas que visitavam o Monte do Templo.

O governo de Israel acabou coibindo os militantes palestinos e mulheres que tentavam diariamente impedir o acesso ao local de “não muçulmanos”. Poucos dias depois, ataques contra a polícia israelense resultaram em um princípio de incêndio nas mesquitas de Al Aqsa.

Uma vez que o local onde ficam o que os muçulmanos chamam de “Nobre Santuário” oficialmente permanece sob o domínio da Jordânia, as reações foram imediatas.

O rei jordaniano Abdullah II afirmou que a ação é uma ameaça à paz no Oriente Médio. Por sua vez, o rei da Arábia Saudita, Salman bin Abdul Aziz, condenou o que chama de “violação dos locais sagrados dos muçulmanos”. O presidente egípcio, Abdel Fatah al Sissi, quase imediatamente fez coro, criticando a ação israelense.

Essas críticas e ameaças veladas remetem os judeus à Guerra de 1967 ou Guerra dos seis dias, quando Israel foi atacado pela coalizão formada por Jordânia, Egito, Síria e Iraque.

No momento, Síria e Iraque estão, em parte, dominados pelo Estado Islâmico, grupo extremista que tem ameaçado constantemente atacar Israel. Em julho fez seus primeiros bombardeios a partir do Egito.

O líder do Hamas, Fathi Hamad, disse ontem, em um comício que seu grupo não tem comprometimento com a trégua feita com Israel em 2014. “O Hamas libertará a Mesquita de al Aqsa daqui, no máximo, três anos”.

Enquanto o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, pedia calma a israelenses, a violência atingiu um novo patamar nos últimos dois dias. Na noite de sexta, a Jihad Islâmica, grupo palestino aliado do Estado Islâmico em Gaza lançou foguetes contra a região sul de Israel.

Neste sábado (19), Israel revidou com ataques aéreos na Faixa de Gaza, tendo como alvo locais estratégicos de terroristas da Jihad Islâmica, e não deixou pessoas feridas. Com informações de Jerusalém Post

Via: Jarbas Aragão - Gospel Prime

Alinhamento Planetário em Setembro, Assemelha-se ao Alinhamento de 50 anos Atrás Com Terremoto de 9.3 no Alasca

No primeiro vídeo abaixo você verá uma notável semelhança entre os próximos alinhamentos planetários no dia 23 de setembro. Em seguida, compará-lo com o alinhamento que teve lugar 50 anos a Devastação que se seguiu foi inacreditável!

Este alinhamento muito original irá prender a sua atenção! Carregando uma semelhança notável com o alinhamento planetário que ocorreu há 50 anos. Um enorme terremoto de 9,3 dividindo a terra no Alasca e enviando uma onda enorme tsunami. A proximidade e a combinação dos planetas envolvidos são tão assustadoramente semelhante a este próximo evento, mas invertida. Nós já tivemos o recente terremoto de 8,3 no Chile

Com toda essa energia que vai ter lugar entre os planetas e quando você toma um olhar para o anel de fogo, olhando as boias, está olhando como os grãos estão prontos para começar a estalar ?
Veja:http://www.ndbc.noaa.gov/ 

No segundo vídeo abaixo algo inacreditável está acontecendo ao anel da área de incêndio e além.

Com este alinhamento planetário chegando no dia 23 e a possibilidade de HAARP funcionando a todo vapor melhor se preparar para uma MEGA TERREMOTO?
Planetas estão se movendo para uma posição em que estavam 50 anos atrás, quando o segundo maior terremoto na história da humanidade registrado ocorreu, uma mega impulso 9,3 em 28 de março de 1964. erupções vulcânicas também vai estar em alta nos próximos dias também. Ligações 9.3spaceweather.com 
Um movimento sem precedentes parece estar em curso com quase todas as bóias oceânicas do Pacífico que montam as linhas de falha que compõem o 'Anel de Fogo' ter ido para 'Modo Evento'! 2015/09/17 @ 17:00 MST.Http://www.ndbc.noaa.gov  
Fonte:http://beforeitsnews.com 
Mais um post by: UFOS ONLINE
NÃO DEIXE DE CLICAR NOS ANÚNCIOS DESTE, VOCÊ ESTARA AJUDANDO A PERMANENCIA DO MESMO. OBRIGADO

Disso Você Sabia ? no Facebook