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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Como prevenir, detectar e combater os cistos no ovário

Cistos no ovário. 
O problema é muito comum, mas nem todo mundo sabe como prevenir.
Este post vai orientar você.
Os cistos no ovário são um problema sério que pode atingir as mulheres desde a fase inicial da puberdade até a menopausa.

No entanto, o risco de surgirem cistos no ovário depois da menopausa é baixíssimo.
Eles são como pequenas bolsas cheias de líquidos, que podem nascer tanto fora, quanto dentro do ovário.
Esse processo ocorre quando a mulher atravessa o período de ovulação e desenvolvem, naturalmente, pequenos folículos.
Quando essas bolsas não são removidas, tendem a aumentar e iniciar a formação dos cistos ovarianos. 
Uma dor aguda no abdome pode ser um sinal de que este mal está por perto.
Além desse sintoma, há outros, como:
- Náuseas ou vômitos 
- Sensibilidade nos seios
- Problemas de micção
- Aumento de peso
- Inchaço abdominal ou pélvica
- Dor nas costas e nos músculos 
- Febre
Assim, caso desconfie que esteja com cistos no ovário, procure seu ginecologista.
Possivelmente ele pedirá um exame de ultrassonografia e enxame de sangue.
Para evitar todo esse transtorno, siga essas dicas:
- Tenha uma dieta saudável: procure enriquecer seu cardápio com vitaminas do complexo B e  vitamina C, além alimentos ricos em fibras.
Legumes e frutas são sempre uma excelente escolha.
- Beba chás de camomila. 
Essas bebidas têm efeito calmante e ajuda a diminuir o estresse. 
Procure bebê-las antes de dormir.
- Tome bastante água: beber oito copos de água por dia vai permitir que seu corpo se mantenha hidratado e resistente em períodos do dia que exigem mais energia.
- Beba chá de dente-de-leão: ele tem propriedades diuréticas e elimina toxinas do fígado.
- Pratique exercícios regularmente: a prática de exercícios estabiliza o ciclo hormonal , além de aliviar o estresse e acabar com a dor abdominal.
Um excelente tratamento para prevenir e combater os cistos no ovário é feito com as plantas uxi-amarelo e unha-de-gato.
Faça pela manhã o chá de unha-de-gato.
Ferva meio litro de água (de preferência em panela de vidro ou inox), adicione uma colher de sopa da erva e leve ao fogo até ferver. 
Consuma pela manhã, morno, em duas doses. 
À tarde ou à noite, faça o chá de uxi-amarelo, da mesma forma como você fez o outro.
Espere amornar e beba em duas doses. 
Estas plantas você encontra em lojas de produtos naturais. 


Fonte:





Poderá também gostar de:

Lula: “Nós, da CUT e do PT, precisamos voltar a ter orgulho de vestir a camisa vermelha”

Durante lançamento do “Memorial da Democracia”, um portal na internet criado pelo Instituto Lula para contar um pouco da história e dos “avanços” da democracia (claro, segundo sua visão) desde a ditadura até os tempos atuais, Lula, o ultimo orador da noite, chamou a militância para renovar seu ânimo e voltar a “vestir a camisa vermelha”.

falou indiretamente dos escândalos envolvendo o Partido dos Trabalhadores citando os mais de 1 milhão de militantes registrados pelo PT para justificar os “erros” de alguns. Segundo ele, é claro que entre tantos é normal alguns errarem, mas ratificou que o PT nasceu com o compromisso de mudar o Brasil.


FONTE:

Joaquim Barbosa: “A política brasileira é baseada na fraude e na violação de leis”

O principal palestrante da Expoagas, evento ocorrido em Porto Alegre no ultimo dia 31, Joaquim Barbosa, ditante de um auditório lotado, fez severas críticas ao tenebroso “jeitinho” brasileiro do fazer política, que segundo ele, é baseado na fraude e violação de leis.
Confira o vídeo:
FONTE:
http://www.revoltabrasil.com.br/corrupcao-2/7416-joaquim-barbosa-a-politica-brasileira-e-baseada-na-fraude-e-na-violacao-de-leis.html

Você sabia que a Terra possui uma segunda Lua? Saiba qual é!

A Lua não é o único satélite da Terra. O asteroide 2006 RH120 é também um satélite natural da Terra, descoberto em 2006 pelo Catalina Sky Survey, um observatório do Arizona, nos EUA. Esse corpo celestial gravita em torno do Sol, porém, depois de cumprir um ciclo de aproximadamente 20 anos, sua trajetória o faz orbitar ao redor da Terra, em um ciclo que dura 13 meses. Assim, nossa segunda lua orbitou a Terra pela última vez entre setembro de 2006 e junho de 2007.
Tecnicamente, é chamado de lua qualquer corpo celeste que orbite ao redor de outro, devido à força gravitacional que o segundo exerce sobre o primeiro. Ao não existir um requisito mínimo de tamanho, qualquer corpo celeste do universo que se localize naturalmente na órbita de um planeta é considerado uma lua.

Dessa forma, o 2006 RH se transforma temporariamente em um segundo satélite natural da Terra quando, a cada 20 anos, modifica sua trajetória graças à força gravitacional terrestre, para nos orbitar por 13 meses.

Fonte: The Daily Mail
Via: http://libertesuamente13.blogspot.com.br/2015/09/voce-sabia-que-terra-possui-uma-segunda.html

O mistério das crianças Verdes

Os Filhos de Woolpit é um conto  antigo que remonta ao século 12, que conta a história de duas crianças que apareceram à beira de um campo na aldeia de Woolpit na Inglaterra.  A menina  e o  menino tinham a pele verde e falavam uma língua desconhecida.  As crianças ficaram doentes e o menino morreu, mas a menina se recuperou e ao longo dos anos veio para aprender Inglês. Mais tarde, ela repassou a história de suas origens, dizendo que eles vieram de um lugar chamado Terra de St Martin, que existiu em uma atmosfera de crepúsculo permanente, e onde as pessoas viviam no subsolo.  Enquanto alguns veem a história como um conto popular que  descreve um encontro imaginário com habitantes de outro mundo debaixo dos nossos pés ou até mesmo extraterrestres,  outros aceitam  como um conto real,  mas  que merece uma investigação mais aprofundada.
A História
Segundo o relato das crianças verdes, um menino e sua irmã foram encontrados por ceifeiros trabalhando em seus campos na época da colheita perto de algumas valas que tinham sido escavadas como armadilhas para lobos.  Sua pele estava tingida com uma tonalidade verde, suas roupas eram feitas de materiais estranhos,  e sua fala era ininteligível para os ceifeiros.  Elas foram levadas para a aldeia,  onde foram eventualmente aceitas na casa do proprietário de terras local, Sir Richard de Caine em Wilkes.
As crianças não comiam qualquer alimento que lhes eram apresentados,  mas pareciam famintas.  Eventualmente, os aldeões trouxeram uma  rodada de  grãos colhidos recentemente por seus filhos e as  crianças então se interessaram por feijão e  sobreviveram apenas com isso  durante muitos meses até que adquirirem  um gosto por  pão.
O menino ficou doente e logo sucumbiu à doença e morreu, enquanto a menina permaneceu em bom estado de saúde e acabou perdendo sua pele esverdeada. Ela aprendeu a falar Inglês e mais tarde foi casada com um homem em Lynn do rei, no condado vizinho de Norfolk.  De acordo com alguns relatos, ela tomou o nome de “Agnes Barre ‘e o homem com quem se casou foi um embaixador de Henry II, embora esses detalhes não foram verificados.  Depois que ela aprendeu a falar Inglês, ela repassou a história de suas origens.
Representação do artista da Children Verde de Woolpit
A menina relatou que ela e seu irmão veio do “Land of Saint Martin”, onde não havia sol, mas um perpétuo crepúsculo, e todos os habitantes eram verdes como eles. Ela descreveu uma outra terra “luminosa”, que poderia ser visto através de um rio.
Ela e seu irmão estavam cuidando de rebanho de seu pai, quando chegaram a uma caverna. Eles entraram na caverna e peregrinaram  na escuridão por um longo tempo até que saíssem  do outro lado, entrando em luz solar brilhante, e ficaram maravilhados. Foi então que eles foram encontrados pelos ceifeiros.
Explicações
Ao longo dos séculos, muitas teorias foram propostas para explicar esse conto estranho.  Em relação a sua coloração verde,  uma proposta é que as crianças sofriam de anemia hipocrômica, originalmente conhecida como Clorose (que vem da palavra grega ‘Chloris “, que significa amarelo-esverdeado).  A condição é causada por uma dieta muito pobre que afeta a cor dos glóbulos vermelhos e resulta numa sombra visivelmente verde da pele.  Em apoio a esta teoria , é o fato da  menina ter voltado a uma cor normal após a adoção de uma dieta saudável.
Com relação à descrição da terra estranha, Paul Harris sugeriu em Fortean Estudos 4 (1998) que as crianças eram órfãs flamengos,  possivelmente a partir de um lugar nas proximidades conhecido como Fornham St. Martin, que foi separada da Woolpit pelo rio Lark.  Um monte de imigrantes flamengos haviam chegado durante o século 12, mas foram perseguidos sob o reinado do Rei Henrique II.  Em 11
Os Filhos de Woolpit é um conto  antigo que remonta ao século 12, que conta a história de duas crianças que apareceram à beira de um campo na aldeia de Woolpit na Inglaterra.  A menina  e o  menino tinham a pele verde e falavam uma língua desconhecida.  As crianças ficaram doentes e o menino morreu, mas a menina se recuperou e ao longo dos anos veio para aprender Inglês. Mais tarde, ela repassou a história de suas origens, dizendo que eles vieram de um lugar chamado Terra de St Martin, que existiu em uma atmosfera de crepúsculo permanente, e onde as pessoas viviam no subsolo.  Enquanto alguns veem a história como um conto popular que  descreve um encontro imaginário com habitantes de outro mundo debaixo dos nossos pés ou até mesmo extraterrestres,  outros aceitam  como um conto real,  mas  que merece uma investigação mais aprofundada.
A História
Segundo o relato das crianças verdes, um menino e sua irmã foram encontrados por ceifeiros trabalhando em seus campos na época da colheita perto de algumas valas que tinham sido escavadas como armadilhas para lobos.  Sua pele estava tingida com uma tonalidade verde, suas roupas eram feitas de materiais estranhos,  e sua fala era ininteligível para os ceifeiros.  Elas foram levadas para a aldeia,  onde foram eventualmente aceitas na casa do proprietário de terras local, Sir Richard de Caine em Wilkes.
As crianças não comiam qualquer alimento que lhes eram apresentados,  mas pareciam famintas.  Eventualmente, os aldeões trouxeram uma  rodada de  grãos colhidos recentemente por seus filhos e as  crianças então se interessaram por feijão e  sobreviveram apenas com isso  durante muitos meses até que adquirirem  um gosto por  pão.
O menino ficou doente e logo sucumbiu à doença e morreu, enquanto a menina permaneceu em bom estado de saúde e acabou perdendo sua pele esverdeada. Ela aprendeu a falar Inglês e mais tarde foi casada com um homem em Lynn do rei, no condado vizinho de Norfolk.  De acordo com alguns relatos, ela tomou o nome de “Agnes Barre ‘e o homem com quem se casou foi um embaixador de Henry II, embora esses detalhes não foram verificados.  Depois que ela aprendeu a falar Inglês, ela repassou a história de suas origens.
A menina relatou que ela e seu irmão veio do “Land of Saint Martin”, onde não havia sol, mas um perpétuo crepúsculo, e todos os habitantes eram verdes como eles. Ela descreveu uma outra terra “luminosa”, que poderia ser visto através de um rio.
Ela e seu irmão estavam cuidando de rebanho de seu pai, quando chegaram a uma caverna. Eles entraram na caverna e peregrinaram  na escuridão por um longo tempo até que saíssem  do outro lado, entrando em luz solar brilhante, e ficaram maravilhados. Foi então que eles foram encontrados pelos ceifeiros.
Explicações
Ao longo dos séculos, muitas teorias foram propostas para explicar esse conto estranho.  Em relação a sua coloração verde,  uma proposta é que as crianças sofriam de anemia hipocrômica, originalmente conhecida como Clorose (que vem da palavra grega ‘Chloris “, que significa amarelo-esverdeado).  A condição é causada por uma dieta muito pobre que afeta a cor dos glóbulos vermelhos e resulta numa sombra visivelmente verde da pele.  Em apoio a esta teoria , é o fato da  menina ter voltado a uma cor normal após a adoção de uma dieta saudável.
Com relação à descrição da terra estranha, Paul Harris sugeriu em Fortean Estudos 4 (1998) que as crianças eram órfãs flamengos,  possivelmente a partir de um lugar nas proximidades conhecido como Fornham St. Martin, que foi separada da Woolpit pelo rio Lark.  Um monte de imigrantes flamengos haviam chegado durante o século 12, mas foram perseguidos sob o reinado do Rei Henrique II.  Em 1173, muitos foram mortos perto de Bury St Edmunds.  Se eles tinham fugido para a floresta de Thetford,  pode  ter parecido um  crepúsculo permanente para as crianças assustadas. Eles também podem ter entrado uma das muitas passagens de minas  subterrânea na área, que finalmente levaram a Woolpit.  Vestida com roupas flamengos estranhas  e falando outra língua, as crianças teriam apresentado um espetáculo muito estranho para os moradores Woolpit.
Outros comentadores têm sugerido uma origem mais ‘outro mundo’ para as crianças. Robert Burton sugeriu em seu livro 1621 “The Anatomy of Melancholy” que as crianças verdes “cairam do céu”,  levando outros a especular que as crianças podem ter sido extraterrestres. Em um artigo de 1996 publicado na revista Analog,  o astrônomo Duncan Lunan citou a hipótese de que as crianças foram acidentalmente transportaas para Woolpit de seu planeta natal, apresentando as condições de vida somente em uma zona de penumbra estreita entre uma superfície ferozmente quente e um lado escuro congelado.
A história das crianças verdes tem sofrido alterações por  por mais de oito séculos desde os primeiros contos contados.  Embora os fatos reais por trás da história nunca poderam  ser conhecidos , ela continua  a inspirar  numerosos poemas, romances, óperas  e continua a capturar a imaginação de muitas mentes curiosas.
73, muitos foram mortos perto de Bury St Edmunds.  Se eles tinham fugido para a floresta de Thetford,  pode  ter parecido um  crepúsculo permanente para as crianças assustadas. Eles também podem ter entrado uma das muitas passagens de minas  subterrânea na área, que finalmente levaram a Woolpit.  Vestida com roupas flamengos estranhas  e falando outra língua, as crianças teriam apresentado um espetáculo muito estranho para os moradores Woolpit.
Outros comentadores têm sugerido uma origem mais ‘outro mundo’ para as crianças. Robert Burton sugeriu em seu livro 1621 “The Anatomy of Melancholy” que as crianças verdes “cairam do céu”,  levando outros a especular que as crianças podem ter sido extraterrestres. Em um artigo de 1996 publicado na revista Analog,  o astrônomo Duncan Lunan citou a hipótese de que as crianças foram acidentalmente transportaas para Woolpit de seu planeta natal, apresentando as condições de vida somente em uma zona de penumbra estreita entre uma superfície ferozmente quente e um lado escuro congelado.
A história das crianças verdes tem sofrido alterações por  por mais de oito séculos desde os primeiros contos contados.  Embora os fatos reais por trás da história nunca poderam  ser conhecidos , ela continua  a inspirar  numerosos poemas, romances, óperas  e continua a capturar a imaginação de muitas mentes curiosas. 
Via: http://verdademundial.com.br/2015/09/o-misterio-das-criancas-verdes/

Brasil – 515 Anos de Mistérios

Posted by Thoth3126 on 03/09/2015
Vem surgindo UMA NOVA RAÇA … Vem sendo gestada nos últimos 515 anos em terra brasilis … O Sagrado e Santo GRAAL do planeta é aqui, em nosso país. A atual crise política por causa da CORRUPÇÃO é apenas o processo de LIMPEZA se acelerando !! 
“A história do Brasil que nossos avós e  professores não conheciam está repleta de referências à presença de fenícios e outros povos em nossa terra milênios antes da chegada de Cabral.“
Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
Gilberto Schroeder:  O Brasil não foi descoberto em 1500(há 515 anos no passado…). Nem a América do Norte em 1492.
Milhares de anos antes de Colombo e Cabral colocarem seus pés no chamado Novo Mundo, povos de várias partes do mundo antigo já haviam se estabelecido no continente. Os sinais dessa presença são perceptíveis em inúmeros pontos do Brasil e outros países das américas, em inscrições na rocha ou nos restos das cidades que haviam construído.
Essa teoria é aceita por muitos arqueólogos, antropólogos, paleontólogos, filólogos e pesquisadores autônomos que se dedicaram a descobrir e interpretar esses sinais, elaborando uma história que não é contada nas escolas e muito menos tida como oficial.


O misterioso e acuradíssimo Mapa de PIRI REIS, mostrando com exatidão a costa leste do Brasil e a Antártica em 1513 ???
É verdade que um número crescente de historiadores rejeita por completo a versão portuguesa e espanhola da descoberta, ou do achamento, apresentando evidências de que tanto Cristóvão Colombo quanto Pedro Álvares Cabral sabiam muito bem para onde se dirigiam e o que poderiam encontrar do outro lado do oceano.  Cartas náuticas (ainda remanescentes de Atlântida via Biblioteca de Alexandria) que, na época, já eram conhecidas há séculos — segundo alguns, há milênios-, indicavam o caminho da mina, literalmente.
Outra linha de estudos levanta uma nova proposta: que os sinais encontrados no Brasil e outros pontos das Américas não foram deixados por civilizações que vieram da África, Europa ou Oriente Médio, mas sim, de povos que se desenvolveram por aqui mesmo e, por alguma razão, desapareceram. As idéias mais radicais, ou apenas mais ousadas, afirmam que o território brasileiro poderia ser o berço de algumas das grandes civilizações do planeta, ou que na América Central estaria a verdadeira Atlântida.
Ondas de colonos teriam se espalhado pelo planeta a partir da América e, apesar de terem florescido em outras regiões, não tiveram o mesmo sucesso aqui. Levanta-se também a possibilidade de que o mundo antigo era um tanto diferente do que imagina a maioria dos historiadores, e que a comunicação entre os povos era bem difundida, com as mais diferentes culturas interagindo e negociando, uma influenciando a outra.
Um dos raciocínios lógicos que levou pesquisadores a pensarem no Brasil como o centro de desenvolvimento de uma sociedade refere-se à idade geológica do nosso terreno, em alguns pontos (o grande planalto central que vai desde a serra gaúcha até Palmas, em Tocantins) superior a 650 milhões de anos, com rochas que chegam a atingir 2,5 bilhões de anos. Segundo os cientistas calculam, o planalto central brasileiro já havia se elevado acima do nível do mar, enquanto a maior parte das terras do planeta ainda estava submersa ou formando pequenas ilhas (como é o caso da Europa, muitíssimo mais recente).
É verdade que um número crescente de historiadores rejeita por completo a versão portuguesa e espanhola da descoberta, ou do achamento, apresentando evidências de que tanto Cristóvão Colombo quanto Pedro Álvares Cabral sabiam muito bem para onde se dirigiam e o que poderiam encontrar do outro lado do oceano. Cartas náuticas (provavelmente ainda remanescentes de Atlântida) que, na época, já eram conhecidas há séculos — segundo alguns, como Charles Hapgood, há milênios —, indicavam o caminho da mina. literalmente.


Em 9 de novembro de 1929, enrolado em uma prateleira empoeirada do famoso Museu Topkapi, em Istambul, dois velhos mapas foram encontrados.
Tratava-se das cartas de um almirante turco, Piri Reis, célebre capitão da marinha turca, que nos deixou um extraordinário livro de memórias intitulado Bahrye, onde relata como ele próprio preparou estes mapas.
Outra linha de estudos levanta uma nova proposta: que os sinais encontrados no Brasil escritos em pedra e outros pontos das Américas não foram deixados por civilizações que vieram da África, Europa ou Oriente Médio, mas sim, de povos que se desenvolveram por aqui mesmo e, por alguma razão, desapareceram.
As idéias mais radicais, ou apenas mais ousadas, afirmam que o território brasileiro poderia ser o berço de algumas das grandes civilizações do planeta, ou que na América Central estaria a verdadeira Atlântida.
Os Colonizadores
Por volta de 1844, o naturalista e arqueólogo dinamarquês Peter Wilhelm Lund descobriu ossadas humanas e de animais em Lagoa Santa, Minas Gerais, cuja idade atribuída é de 20 a 40 mil anos, dependendo dos especialistas que se manifestem a respeito. Alguns estudiosos entendem que esses homens eram os Laguidas, os mesmos cujas ossadas também foram encontradas em Tiahuanaco, Peru, o que confirmaria a antigüidade da civilização sulamericana e, em especial, da brasileira. Da mesma forma, essa datação levou alguns cientistas a recusar a tradicional suposição de que as Américas foram colonizadas a partir do estreito de Behring.
Seguindo nessa linha, vários pesquisadores entendem que os sinais de qualquer provável cultura autóctone só podem ser encontrados em lendas, artefatos e inscrições existentes no território brasileiro, e são mais numerosos do que se imagina. Esses mesmos sinais, gravados nas rochas, também são mostrados como prova da presença de fenícios, sumérios e egípcios por aqui.
Estudando vestígios encontrados na região amazônica e em outros pontos da América do Sul, o historiador paraguaio Marcelino Machuca Martinez entendeu que navegadores fenícios teriam vindo para a foz do rio Amazonas, onde fundaram um reino ao qual ele (Martinez) deu o nome de Mairubi. Segundo Martinez, informações a esse respeito podem ser encontradas em textos do historiador Selênio, dirigidos ao rei da Frigia, em 1329 a.C., nos quais ele informava ao monarca sobre o estabelecimento da colônia em terras distantes.
Por volta de 1100 a.C. os colonizadores teriam partido em dois grupos de exploração: um seguindo pela costa do Brasil até a região do Rio da Prata, e o outro, penetrando na Amazônia até atingir os Andes e o lago Titicaca, onde deram origem à civilização de Tiahuanaco.  Os sinais que Martinez viu são os mesmos estudados por Peregrino Vidal ou Bernardo da Silva Ramos, e podem ser vistos em locais como a Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, em Itapeva, Itaquatiá, Arruoca, Lapa Vermelha, Sete Cidades, Pouso Alto, Monte Alegre e muitos outros lugares.
manipulação-ocidente
Estudos Antigos
Não é de hoje que se acredita que as Américas tenham sido colonizadas a partir do Oriente Médio. Em 1571, o pesquisador espanhol Arius Montanus, ou Arias Montano, publicou um mapa-múndi onde era levantada a proposta de que o povo de Jectão, descendente de Noé, ( Gênesis, cap 10, vers. 29) teria sido guiado para cá por um homem chamado Ophir, que chegou até o Peru e fundou um reino com seu nome. Outro grupo, liderado por Jobal, teria permanecido no Brasil. Alguns estudiosos desenvolveram teses semelhantes, como Manassés ben Israel, Lorde Kingsborough e Gregório Garcia, este último em 1607.
Já o historiador Onffroy de Thoron afirmava que o reino de Ophir existiu, mas no alto Amazonas, de onde embarcações fenícias partiam levando madeira e metais preciosos para o rei Salomão, que havia feito um pacto com o rei fenício Hiram, de Tiro (cerca de 970–936 a.C.) para a construção do Templo de Jerusalém. Os fenícios eram os grandes navegadores da época e já tinham um contato anterior com o rei Davi. O Livro de Mórmon, a bíblia da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos  Dias, também cita a colonização das Américas por tribos de Jerusalém, a mais antiga tendo chegado na época em que “o Senhor confundiu as línguas na Torre de Babel”, o que recuaria o descobrimento da América em mais de mil anos.
Diz-se que essa torre foi reconstruída por Nabucodonosor II entre 604 e 562 a.C., mas C.W. Ceram — autor de “Deuses, Túmulos e Sábios” — afirmou não ter dúvidas de que na época de Hamurabi (1955–1913 a.C.) a torre d Babel original já havia desaparecido. Na segunda viagem, por volta de 600 a.C., teriam se estabelecido no Peru e construído a civilização conhecida hoje como Chavín de Huánta. A história e a arqueologia oficialmente não reconhecem a validade dessas especulações, e nem dos estudos do filólogo Peregrino Vidal, que dedicou grande parte de sua vida ao tema.
Ele acreditava que o nome original do Brasil seria Be-ra-zil, significando o domínio dos cantores escuros, e que duas levas de colonos chegaram aqui, a segunda de tribos hamitas. As lendas vão ainda mais longe ao se referirem a Tupi e Guarani como dois irmãos que vieram de uma região distante para povoar o Brasil (a lenda é correta mas a origem dos irmãos seria Atlântida, ao norte). Hoje em dia, antropólogos e historiadores confirmam a existência da lenda e também o fato de que, na época em que os portugueses chegaram ao Brasil, os grupos tupi e guarani já se encontravam há anos em fase de migração para o nordeste. Segundo suas lendas, eles estavam retornando ao local de onde tinham vindo, uma terra mítica além do oceano.
Inscrições gravadas em pedra em Língua Aramaica emLos Lunas, Novo México-EUA
Acima: As Inscrições em Aramaico encontradas em Los Lunas- INTERIOR do Novo México-EUA – http://nyudraa.blogspot.com
Esta rocha foi encontrada no estado norte americano do Novo México e possui escrita inscrições em hebraico antigo e o mais surpreendente na tradução dos caracteres gravados na rocha é que o significado em tudo e por tudo é semelhante aos dez mandamentos dados ao provo hebreu, por Moisés, aos pés do monte Sinai, durante o êxodo conforme descrito na bíblia, o que demonstra a autenticidade e antiguidade das inscrições e o conhecimento que os povos semitas tinham do que viria a ser descoberto mais tarde e denominado de “Novo Mundo”.
  1. Data da inscrição:  cerca 700 a.C; – 
  2. Localização dos Descobrimentos: Região de Los Lunas, Novo México, EUA;  
  3. Data da Descoberta : Desconhecida; levadas ao conhecimento dos estudiosos no ano de 1850. 
  4. Língua: Hebraico/aramaico antigo;  
  5. Escrita Superfície: na rocha:
Tradução dos caracteres:
1. Eu sou YHWH seu Elohim (plural para deuses), que trouxe você para fora da terra
2. Nenhum (outro) Elohim terás diante de mim
3. E uma casa de servos? Não fazem a você? Não fazem
4. YHWH o nome em vão. lembre o dia de
5. Shabat para torná-lo santo honra teu pai e tua mãe, para que
6. Seus dias mais longos ser sobre a terra que YHWH teu Elohim
7. Dá para você, não matar, não cometerás adultério, não roubar, não
8. Humilhar seu vizinho, um falso testemunho. Não cobice a mulher do teu próximo
9. E tudo o que pertence ao teu próximo
A seguir uma tabela comparativa do Tetragramaton (as quatro letras do nome divino hebraico) de Los Lunas  com alguns outros encontrados em velhas inscrições históricas: 
Tetragramaton de Los Lunas  
 amostra tetragrama
Registro Moabita (Moab) em pedra do nono século antes de Cristo 
 amostra tetragrama
Cerâmica Lachish do sétimo século antes de Cristo 
 amostra tetragrama
Manuscritos do Mar Morto do terceiro século antes de Cristo 
amostra tetragramaModerna Inscrição hebraica do Tetragammaton
Há outra inscrição em uma pedra menor no Pináculo sul da mesa em Los Lunas. Ela pode ter servido como um altar. A foto foi tirada por David Moore em uma viagem de campo para Hidden Mountain em 1993. A primeira linha contém o Tetragrama em letras paleo-hebraico. As letras são semelhantes em estilo à inscrição na pedra Decálogo de Los Lunas, mas parecem estarem mais gastas pela erosão.
Para comparação de tamanho foi colocada uma moeda ao lado.A inscrição do Decálogo de Los Lunasusa o Tetragrammaton em três lugares. Eles são esculpidos na superfície da rocha em letras hebraicas antigas. E eles são, provavelmente, uma das mais antigas (cerca de três mil anos) amostras de escrita do Tetragrammaton sobreviventes do mundo! E ESTÃO LOCALIZADAS NA AMÉRICA DO NORTE !!!!!
Foto: David Moore em 1993
Abaixo está um desenho da mesma inscrição e uma tradução interlinear:
 amostra tetragrama
Tradução: Jeová, o nosso deus.
 Fenícios e Hebreus no Brasil há mais de 3 mil anos?
Ludwig Schwennhagen, outro pesquisador que passou muito tempo investigando os sinais encontrados no norte e nordeste do Brasil, acreditava que os fenícios tinham chegado à América por volta de 1100 a.C., estabelecendo-se e realizando uma série de expedições exploratórias ao interior. Além disso, nas constantes viagens que faziam pelo oceano, traziam pessoas de outras nacionalidades, como os etruscos, que teriam criado a riquíssima cerâmica marajoara.
Schwennhagen também viu nos nomes de algumas localidades brasileiras uma origem lingüística distante, especialmente fenícia. Assim seria com a cidade de Tutóia, no litoral do Maranhão, tida como a mais antiga da região cujo nome original o pesquisador entende que seria Tur-Tróia.
Os fenícios apoiaram os troianos na guerra contra os gregos e, após a derrota, teriam ajudado levando milhares de sobreviventes para suas colônias, algumas das quais receberam o nome da cidade original. O nome Tur seria referente à metrópole dos fenícios. Também na Argentina, na região de Santiago del Estero, foram realizadas escavações que revelaram vasos e pratos considerados iguais aos encontrados em Tróia, conforme os arqueólogos Emilio e Duncan Wagner publicaram no livro La Civilización Chaco-Santiagueña, em 1935.
Além dos troianos, os fenícios também teriam trazido as amazonas, originalmente residentes na África. Os egípcios teriam sido trazidos por volta de 940 a.C.. As lendas dizem que as amazonas eram as responsáveis pela fabricação dos muiraquitãs, pedras talhadas com figuras variadas e utilizadas como amuletos, encontradas na região amazônica. J. Barbosa Rodrigues, estudioso dos muiraquitãs, via nos amuletos a prova de um relacionamento entre a Ásia e a América num período anterior à chegada dos conquistadores, uma vez que essa técnica de entalhe não era conhecida na região.
Schwennhagen desenvolveu uma linha de pensamento complexa, mas que chamou a atenção de muitos estudiosos. Segundo ele, a Atlântida original seria a região das Antilhas, onde, em meados do século XX, descobriram-se as ruínas submersas de Bimini — local conhecido na época pelo nome de Caraiba, significando terra dos caras ou caris, o povo que estaria ligado aos cários do Mediterrâneo. Saindo das Antilhas, eles se estabeleceram na Venezuela e eram as sete tribos da nação tupi. Schwennhagen propôs que a língua tupi seria um ramo do sumério e que existiriam provas disso nos textos do rei Urgana, gravados em placas de barro e guardados no Museu Britânico.
No entanto, a base histórica para a ligação com os cários não é facilmente sustentada. O domínio dos fenícios no Brasil teria se estendido até cerca de 146 ou 147 a.C., quando os romanos destruíram Cartago durante as guerras púnicas, a poderosa colônia fenícia, e interromperam o contato marítimo. Segundo Schwennhagen, nessa época iniciou-se o êxodo de fenícios e egípcios no Brasil em direção ao norte e oeste, chegando ao Peru, Bolívia e México.
Milhares de Inscrições em rochas
O arqueólogo Bernardo de Azevedo da Silva Ramos trabalhou durante 30 anos na identificação e catalogação de sinais e inscrições do Brasil, coletando cerca de 1500 que foram reunidos no livro Inscrições e Tradições da América Pré-Histórica, publicado pela Imprensa Oficial do Rio de Janeiro. Essa obra foi examinada pela Comissão de Arqueologia, em 1919, que chegou à conclusão de que os desenhos correspondiam a caracteres fenícios, gregos, hebraicos e árabes.

Acima: A PEDRA DO INGÁ, no Brasil e suas misteriosas inscrições.  A Pedra de Ingá, ou Itacoatiara, é formada por blocos de gnaisse divididos em três paineis, tendo o bloco principal dimensão de 24 metros de comprimento por 3,8 m de altura
Uma das gravações mais famosas do país está na Pedra do Ingá, na Paraíba.  A rocha, que tem 20 metros de comprimento, foi descoberta em 1598 e estudada pelo cientista Elias Eckerman, em 1641, a mando de Maurício de Nassau (Um judeu holandês interessado na história de seu povo semita). Em 1874 o historiador Vernhagen também estudou as inscrições e, mais recentemente, o professor José Anthero Pereira Jr.. Alguns pesquisadores dizem que não foi possível decifrá-las — entre as inscrições existe uma representação da Constelação de ÓRION.
Há muitos sulcos e pontos capsulares seqüenciados, ordenados, que lembram constelações, embarcações, serpentes, fetos e variados animais e simbologia ainda desconhecida em seu significado, todas parecendo o modo que os indígenas ou os visitantes de outras latitudes (ou de outros planetas) tinham para anunciar idéias ou registrar fatos e lendas, que apresenta um grande potencial turístico e cultural, entretanto explorado de maneira extremamente irregular.
Outras inscrições foram pesquisadas por Marcel Homet, na Pedra Pintada, em Roraima. No local, próximo à divisa com a Venezuela, os desenhos espalham-se por uma área de 600 metros quadrados, muitas vezes apresentando perfis, como era costume na arte egípcia.
Homet dizia que os indígenas encontrados pelos portugueses no Brasil seriam incapazes de fazer tais representações de cavalos, carros, rodas e alfabetos desconhecidos.Inscrições semelhantes surgem na pedra de Itamaracá, no Xingu, analisadas por Ladislao Neto.
A rocha somente é visível em época de seca, o mesmo ocorrendo no Rio Negro, quando a escassez de água descobre grutas em cujos tetos estão figuras de animais, homens, círculos e outros sinais que, segundo Ladislao Neto, lembram os alfabetos semíticos. Existem desenhos também em Itacoatiara, no rio Amazonas, estudados por Silva Ramos e, posteriormente, por Roldão Pires Brandão, para quem tratava-se de escrita fenícia relacionada a uma civilização extinta há 3 mil anos.


Acima: A Pedra Pintada, em Roraima próximo à divisa com a Venezuela, os desenhos espalham-se por uma área de 600 metros quadrados, muitas vezes apresentando perfis, como era costume na arte egípcia.
Cidades Perdidas
As inscrições misteriosas estendem-se por todo o território brasileiro, mas em nenhum lugar são tão visíveis quanto na Pedra da Gávea, um dos cartões postais do Rio de Janeiro. Ali podem ser encontrados sinais que alguns pesquisadores consideram como inscrições fenícias, enquanto outros se recusam a aceitá-los como algo feito por mãos humanas. A própria pedra apresenta a forma de um rosto imenso esculpido, interpretação também recusada por muitos estudiosos, que vêem nela um fenômeno natural de erosão, como o atribuído a Sete Cidades, no Piauí.
Possíveis vestígios de uma cidade pré-descobrimento podem ser encontrados em Paraúna, cerca de 160 quilômetros de Goiânia, onde existem muralhas feitas de pedras com formato hexagonal. As explicações são as mais variadas, e existem mais histórias do que estudos científicos sobre o local, mas tudo indica que se trata efetivamente de algo construído por uma civilização bem antiga.
Também em Monte Alto, na Bahia, no local conhecido como Riacho das Pontas, foram encontradas o que podem ser ruínas de uma cidade desaparecida. O arqueólogo Angyone Costa, que estudou o local, disse existir ali um alinhamento de pedras com cerca de um metro e meio de altura, colocadas eqüidistantes numa extensão de um quilômetro, além de outras ruínas. Não se sabe se essa descoberta está ligada a uma outra, ainda mais sensacional, relatada por exploradores em 1753, na Serra do Sincorá, e dada a público em 1838, quando um funcionário do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro encontrou um relato da viagem e da descoberta na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
Acima a misteriosa Pedra da Gávea no Rio de Janeiro. (Uma esfinge semita dos fenícios?)
A expedição liderada pelo bandeirante Francisco Raposo encontrou uma cidade impressionante, repleta de construções imensas, templos, praças e estátuas. Um dos membros da expedição teria encontrado moedas de ouro com a imagem de um jovem e algumas inscrições.
Depois disso, a cidade jamais pôde ser encontrada novamente. Os sinais da existência de civilizações desenvolvidas no Brasil são inúmeros e dão pano para muitas mangas. Mas chama a atenção que os estudos a respeito parecem não avançar, mantendo uma desnecessária aura de mistério em torno das inscrições, objetos e ruínas.
Independente de serem culturas de outras partes do mundo trazidas para cá, ou de civilizações que aqui se desenvolveram, parece cada vez mais claro que a história do Brasil precisa ser reavaliada. Especialmente aquelas anteriores à chegada dos europeus que, segundo um grande número de pesquisadores acredita, nada descobriram. Apenas tomaram posse de um território há muito conhecido pelo mundo (muito) antigo. 
Publicado originalmente em setembro de 2012
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