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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Planalto em pânico, Dilma, Instituto Lula e Lideres da base estão em reunião urgente

A decisão do TSE deixou o Planalto e todos os seus aliados em pânico. Os ministros Luiz Fux e Henrique Neves, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), se manifestaram nesta terça-feira (25) em favor da continuidade de uma ação apresentada pelo PSDB que pede a impugnação dos mandatos da presidente Dilma Rousseff e do vice Michel Temer.

No Planalto o clima é de pânico pois já se sabe que não tem reversão de votos, 4 ministros dos 7 já votaram a favor do processo pela cassação de Dilma e Michel Temer.
O correspondente Daniel Esfera direto de Brasilia disse que nesta manhã vários ministros, pessoas ligadas ao Instituto Lula, chegaram ao Planalto para encontro com a presidente da republica.
Informações ainda dão conta de que estão aguardando o ex-presidente LULA para uma reunião de emergência e secreta, buscando uma saída para decisão já concreta do TSE.

Com os votos, formou-se maioria de quatro ministros, dentre os sete da Corte, favoráveis ao andamento do processo. O julgamento, no entanto, foi interrompido por um pedido de vista da ministra Luciana Lóssio e a retomada, com a decisão final, ainda não tem data para ocorrer.

Em outras sessões, já haviam votado pela continuidade os ministros Gilmar Mendes e João Otávio de Noronha; somente a relatora, Maria Thereza de Assis Moura, votou pelo arquivamento. Além de Lóssio, ainda precisa votar o ministro Dias Toffoli, que preside o TSE.

Além de pedir a continuidade da ação, Fux também propôs que a ação analisada nesta terça, conhecida como Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (“Aime”), incorpore outras ações em trâmite no TSE, apresentadas pelo PSDB com fatos e acusações semelhantes, e que também pedem a cassação do mandato de Dilma e Temer.

O partido aponta abuso de poder político, econômico e fraude na campanha do PT do ano passado, o que, segundo os tucanos, tornaria “ilegítima” a eleição de Dilma.

Suposta doação com dinheiro de propina
A acusação mais grave aponta “financiamento de campanha mediante doações oficiais de empreiteiras contratadas pela Petrobras como parte da distribuição de propinas”, suspeita investigada na Operação Lava Jato.

Na prática, a proposta de Fux de juntar todos os processos num só levaria a relatoria do caso para a ministra Maria Thereza de Assis Moura, que defende o arquivamento do caso.

Durante a sessão, o ministro João Otávio de Noronha, que relata outras duas ações contra Dilma mais adiantadas, questionou a proposta. Assim, a decisão sobre a reunião ou não dos processos ficou pendente de decisão final. 

A ação de impugnação do PSDB foi protocolada em fevereiro e arquivada no mesmo mês pela relatora, ministra Maria Thereza de Assis Moura. O julgamento atual se dá sobre um recurso do PSDB para reverter o arquivamento e manter a ação em andamento.

PT nega irregularidades
Desde a deflagração da Operação Lava Jato, o PT afirma em notas oficiais que todas as doações para a campanha de Dilma recebidas pelo partido foram legais e declaradas nas prestações de contas ao TSE.

“O Partido dos Trabalhadores refuta as acusações de que teria realizado operações financeiras ilegais ou participado de qualquer esquema de corrupção. Todas as doações feitas ao PT ocorreram estritamente dentro da legalidade, por intermédio de transferências bancárias, e foram posteriormente declaradas à Justiça Eleitoral”, diz nota divulgada no último dia 4.

A ação de impugnação tramita em conjunto com outras na Corte que também questionam a campanha de Dilma. A que está em estágio mais avançado – chamada Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) – foi apresentada também pelo PSDB em dezembro do ano passado, no mesmo dia em que Dilma recebeu o diploma que certificou sua vitória nas urnas.

O objetivo da ação é o mesmo: cassar Dilma e o vice-presidente Michel Temer e empossar Aécio Neves e Aloysio Nunes Ferreira, candidatos a presidente e vice na eleição do ano passado. O relator dessa ação é o ministro João Otávio de Noronha.

Esse processo encontra-se em fase mais adiantada por já ter colhido depoimentos do doleiro Alberto Youssef, considerado operador do esquema de corrupção da Petrobras; e do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, acusado de desviar recursos de contratos superfaturados.

Noronha já adiantou que pedirá agora acesso à delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa, outro colaborador da Operação Lava Jato. O objetivo é juntar elementos para o julgamento, previsto para ocorrer ainda neste ano.
Pessoa é considerado o chefe do cartel de construtoras que fraudava licitações na Petrobras mediante pagamento de propina a políticos. Em seu acordo de colaboração com a Justiça, ele afirmou que realizou doações de R$ 7,5 milhões para a campanha de Dilma no ano passado, com a finalidade de não perder contratos com a estatal, segundo reportagem da revista “Veja”.


FONTE:

Como o DNA pode substituir os discos rígidos

A capacidade dos nossos dispositivos de armazenamento digital cresceu exponencialmente nos últimos anos. Mas há um meio de armazenamento que ainda deixa até os excelentes SSDs comendo poeira, e ele não foi criado por seres humanos. Ele se chama DNA.

Uma equipe de cientistas tenta entender se as moléculas de dupla hélice que codificam todos os vegetais, animais e micróbios desse planeta Terra podem ser usadas para armazenar nossos dados por milhares de anos. Durante uma reunião da American Chemical Society, o cientista Robert Grass, do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, apresentou uma demonstração de prova de conceito da tecnologia. Sua equipe de pesquisadores conseguiu codificar um DNA com 83 kilobytes de texto da Carta Federal Suíça de 1291 e do Método de Arquimedes do século 10.

Como computadores, só que melhor
“Um pouco depois da descoberta da arquitetura de dupla hélice do DNA, as pessoas perceberam que a linguagem de códigos da natureza é muito parecida com a linguagem binária que usamos nos computadores”, disse Grass.

Em discos rígidos, usamos zeros e uns para representar dados. O DNA, por sua vez, usa quatro bases químicas (A, T, C e G). São quatro letras em vez de dois números, mas os dois sistemas conseguem armazenar permutações infinitamente complexas de informação.

Exceto que o DNA, diz Grass, é muito, mas muito melhor. Hoje em dia, um disco rígido com o tamanho de um pequeno livro pode conseguir armazenar até cinco terabytes de dados, e os componentes deste disco devem durar por cerca de 50 anos. Enquanto isso, uma gota microscópica de DNA consegue guardar o “manual de instruções” completo – bilhões e bilhões de letras – para milhares de organismos. Em teoria, diz Grass, uma pequena quantidade de DNA pode guardar mais de 300.000 terabytes de informação. E o que é ainda melhor, é que segundo estudos arqueológicos e paleontológicos, o DNA pode durar centenas de milhares de anos.

Cápsulas do tempo


Todos os seus dados em uma gota

DNA congelado preso dentro de células pode durar alguns milênios, mas Grass não vê motivos para não conseguirmos fazer algo melhor. É por isso uqe a sua equipe está empacotando DNA em pequenas esferas de sílica resistentes ao calor. Depois de cozinhar algumas dessas esferas a 70 graus Celsius por uma semana – o equivalente a manter a 10 graus Celsius por 2.000 anos – o DNA continuava funcionando sem problemas. Mantido em armazenamento frio, uma dessas cápsulas pode durar dezenas de milhares, ou até mesmo milhões de anos.

Isso soa bastante promissor, mas a tecnologia experimental ainda precisa enfrentar alguns obstáculos. Para começar, os arquivos em DNA não são buscáveis, o que cria um grande problema em questão de usabilidade. Imagine o pesadelo que seria recuperar um arquivo perdido em um disco de backup se você precisasse vasculhar por todos os documentos até encontrá-lo. E também tem a questão do preço: Grass reconhece que codificar e armazenar alguns megabytes de dados hoje em dia custaria alguns milhares de dólares.

Mas os cientistas estão confiantes de que superarão esses obstáculos. A equipe de Grass já trabalha em métodos para classificar partes específicas de DNA, o primeiro passo em direção à criação de um arquivo pesquisável. E conforme esses métodos forem refinados e automatizados, o custo do armazenamento genético deve cair substancialmente.

Que tipo de dados vamos querer guardar no DNA? Grass imagina que isso poderia ajudar a preservar nossa sempre crescente montanha de informação online – por exemplo, histórico de mudanças em arquivos da Wikipedia. Ou toda a experiência humana em Starcraft, ou todos os episódios de Doctor Who até o fim dos tempos.

Na minha cabeça, eu saltei direto para o potencial de armazenamento biológico. Pense que você não apenas poderia colocar seu genoma em uma cápsula, mas também toda a sua biografia junto com ele. No futuro, humanos talvez sejam capazes de clonar não só o corpo de uma pessoa como também reconstruir todas as suas memórias. Assustador ou sensacional? Você decide.

FONTE: http://gizmodo.uol.com.br/

Via: http://ufos-wilson.blogspot.com.br/2015/08/como-o-dna-pode-substituir-os-discos.html

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Preparativos para um atentado nuclear de falsa bandeira nos EUA


(21-08-2015) A Oficina de Detecção Nuclear Nacional (DNDO) dos EUA realizou um exercício de treinamento em terra e no mar perante um possível atentado com armas nucleares.
As manobras, chamadas Prominent Hunt 15-2, foram realizadas por um grupo de forenses nucleares, e têm o objetivo de treinar os técnicos para que recolham provas forenses vitais no período imediatamente posterior a uma detonação nuclear, para ajudar a identificar os responsáveis do atentado.
O grupo de trabalho está integrado por membros do Departamento de Defesa (DoD), o Departamento de Energia (DOE), e a Oficina Federal de Investigações (FBI) e recolhe amostras de escombros perto do local da detonação para a análise em laboratórios designados.


O exercício ocorreu na Califórnia a princípios de agosto e pela primeira vez, o grupo de trabalho teve que coordenar a coleta de provas forenses no mar.
Estas análises, combinadas com dados das agências de inteligência, permitem identificar a fonte do dispositivo e as pessoas ou grupos responsáveis de seu uso em atos de terrorismo nuclear.


Poucos dias depois, mais de 600 soldados procedentes de diversas bases militares dos EUA, começaram na sexta-feira 21 de agosto, alguns treinamentos de cinco dias de duração, preparando-se para implementar medidas de emergência perante um possível ataque químico, biológico ou um atentado nuclear, realizado dentro dos EUA e especificamente no sul da Flórida.
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Comentário do blog
Muito previsível, é praticamente um ataque de falsa bandeira “telegrafado”. Aqui está um possível roteiro para implementar o próximo ataque terrorista de falsa bandeira nos EUA:
  • O sionismo internacional destruirá o acordo nuclear entre o G5+1 e o Irã;
  • Mossad israelense, com o suporte do Mi6 inglês e CIA, detonarão uma bomba nuclear nos EUA;
  • As “provas” do ataque apontarão para uma “bomba suja” fabricada e implantada pelo Irã com a ajuda do ISIS;
  • Será divulgado que o motivo do ataque foi uma “vingança do Irã pela quebra do acordo”, e finalmente;
  • Os EUA ataca o Irã conforme desejado pela banca Rothschild e planejado pelos extremistas em Israel.
Lema do Mossad israelense: “Através do engano, você deve fazer a guerra“.


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