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terça-feira, 11 de agosto de 2015

O que você deve fazer se o seu filho se engasgar com comida

Boa parte dos pais não sabe o que fazer se o filho sofre asfixia/ sufocamento por engasgo com objeto ou alimento.
Nos Estados Unidos, esse percentual de papais e mamães desinformados sobre como agir em caso da criança ficar asfixiada/engasgada chega a 40%, segundo pesquisa.
Existe um procedimento que deve ser feito nesses casos para salvar a vida da vítima.
É a manobra de Heimlich.
Essa técnica é extremamente eficaz, mas precisa ser aplicada da forma certa.
O modo de execução da técnica vai variar se for feita com bebê ou uma criança um pouco maior.
No caso de bebês, o procedimento certo é colocar a criança sobre o colo, com a cabeça levemente mais baixa que o tronco e dar cinco tapas firmes nas costas dela (com a parte mais dura das mãos), mais ou menos na altura dos ombros.
Para facilitar o entendimento, veja o vídeo a seguir.
É uma animação feita nos Estados Unidos e, por isso, está em inglês.
Mas logo abaixo dele vamos explicar tudinho em português.
Assista e leia a seguir:
Vamos à explicação da manobra de Heimlich em bebês:
- Segure a vítima de cabeça para baixo, apoiando-o nas coxas.
- Bata nas costas utilizando a parte mais saliente da palma de sua mão (até cinco vezes) para desalojar o alimento ou o objeto preso nas vias vias respiratórias (traqueia).
- Se o alimento/objeto permaner alojado, vire o bebê ao contrário e aplique até cinco compressões torácicas.
- Continue o ciclo até que o alimento/objeto sair das vias respiratórias.

Se ficar com dúvida, veja o vídeo de novo.
Se o seu filho tem mais de um ano, posicione-se atrás dele, incline-o para frente, envolva-o com seus braços e una os punhos, fazendo pressão na boca do estômago da criança, com muito cuidado, porque os ossos dele, por ser criança, estão sendo formadas e o excesso de força pode fraturar algum. 
A manobra é realizada conforme a figura abaixo:
É muito importante que os pais saibam aplicar essa técnica.
Por isso divulgue e compartilhe esta informação para o maior número de pessoas nas suas redes sociais, pois ela pode salvar uma vida um dia.


Fonte: 



Notas relacionadas

Novo OVNI teria sido filmado por câmera da Estação Espacial Internacional

Outro OVNI foi avistado próximo da Estação Espacial Internacional, alegam teóricos da conspiração.+
Uma filmagem supostamente feita pela NASA mostra um objeto rosa e branco pairando no espaço.  Este último avistamento segue um outro vídeo da NASA, feito da Estação Espacial em junho passado, o qual mostra luzes misteriosas deixando a Terra, antes da filmagem ser cortada pela agência espacial.+
De acordo com Streetcap1, um usuário do YouTube, o vídeo prova que a NASA está tentando evitar o máximo possível de sabermos sobre a realidade extraterrestre. Contudo, uma explicação mais mundana que pode ser apresentada pela NASA é a de que podem ocorrer cortes de filmagem causados por problemas na câmera, ou por um fragmento de lixo espacial.  Mas a NASA se recusou a comentar sobre esta filmagem.+
Streetcap1 menciona no vídeo: “Durante um período quando a câmera está se movendo por volta de dois minutos, a NASA captura um objeto rosa e dourado à distância.  Capturado em 3 de agosto de 2015.  Precisamos que eles comecem a apontar as câmeras da ISS par fora e parem de nos tratar como crianças”.+
+
Muitos comentaristas acusam a Streetcap1 de ter manipulado a filmage.  Streetcap1 admite ter ajustado o brilho para ‘realçar’ e ‘clarificar’ certas qualidades da imagem, mas insiste que o restante é produto da NASA.+
n3m3+
 Fonte das informações: www.dailymail.co.uk+

TUFÃO SOUDELOR MATA 17 E DESALOJA 671 MIL PESSOAS NA CHINA

O mais potente tufão de 2015 no planeta, Soudelor, que no final de semana causou a morte de 17 pessoas e desalojou mais de 670 mil pessoas no sudeste da China, também deixou sete mortos, 400 feridos e cinco desaparecidos em Taiwan.
O Soudelor, que segundo as previsões meteorológicas será o tufão mais potente neste ano no mundo todo, chegou ao litoral de Taiwan na sexta-feira e à vizinha China no sábado.Foto: EFE

Segundo a agência oficial chinesa "Xinhua", a zona mais afetada pelas fortes chuvas foram os arredores da cidade de Wenzhou, na província litorânea sudeste de Zhejiang, onde um deslizamento de terras deixou 12 mortos e quatro desaparecidos em zonas rurais próximas à cidade.

As outros duas mortes ocorreram na próxima cidade de Lishui, enquanto calcula-se que o tufão afetou mais de dois milhões e meio de pessoas em Zhejiang e nas vizinhas províncias de Fujian e Anhui, as que mais sofreram as consequências deste fenômeno meteorológico.

Por enquanto, não há informações sobre onde morreram as outras três vítimas.

Mais três milhões de pessoas e 110 mil hectares de cultivos foram afetados, enquanto 1,5 mil casas ficaram destruídas nas três províncias por inundações ou deslizamentos de terra, causando perdas avaliadas em mais de US$ 1,4 bilhão, segundo números provisórios.

Em Fujian, província vizinha à ilha de Taiwan, o Soudelor obrigou o fechamento de três aeroportos provinciais, o que afetou 530 voos e deixou milhares de viajantes na mão, enquanto cerca de três milhões de pessoas ficaram no sábado sem abastecimento elétrico, embora este foi tenha sido restaurado no domingo.

Entre os mortos em Taiwan durante o fim de semana está uma menina de 8 anos e sua mãe, que foram arrastadas pela correnteza quando brincavam em uma praia da zona de Yilan, no leste da ilha taiuanesa.

Os fortes ventos e chuvas provocaram na ilha a queda de várias árvores, semáforos e postes elétricos, deixando sem luz cerca de 3,27 milhões de famílias, o maior número de afetados por este tipo de desastres meteorológicos na história de Taiwan.

O tufão forçou o fechamento de escolas, escritórios e shoppings, assim como o cancelamento dos serviços ferroviários e de todos os aeroportos, embora na ilha o tufão se degradou em tempestade tropical e as zonas afetadas vão recuperando pouco a pouco a normalidade.

O tufão atravessou as Ilhas Marianas do Norte há uma semana, causando grandes danos materiais, embora não tenham sido reportadas vítimas mortais nessas ilhas do Pacífico.

Via: Terra
http://www.libertar.in/2015/08/tufao-soudelor-mata-17-e-desaloja-671.html

Como saber se o azeite de oliva é falso

O azeite de oliva é um dos alimentos mais saudáveis.
Ele é um componente essencial da dieta mediterrânea e é, segundo pesquisas, rico em atioxidantes e importante para uma vida saudável e longa.
Infelizmente, estão falsificando nosso azeite.
A falsificação do produto parece estar fora de controle, e não podemos confiar nem nas marcas mais famosas.
E ela ocorre em escala mundial.
Somente nos Estados Unidos, análises indicam que cerca de 70% das marcas estejam adulteradas,
E, para complicar, os falsificadores de azeite tornaram-se muito bons em fazer isso e até mesmo os especialistas estão tendo dificuldade para detectar a adulteração.
O melhor e mais caro azeite é o extravirgem.
O pior de todos nem sequer serve para o consumo humano e é utilizado normalmente para fabricar sabão ou outros produtos similares. Um golpe comum dos falsificadores é adicionar outro óleo de baixa qualidade (e mais barato), como o óleo de canola.
O gosto é por vezes ajustado com aditivos artificiais e a cor "aperfeiçoada" com corantes artificiais.
Para descobrir se o azeite de oliva que você comprou é falso,  faça o seguinte teste caseiro:
coloque a quantidade de meio copo de azeite de oliva em uma jarra de vidro e, em seguida, leve para o freezer.
Se o azeite NÃO foi adulterado, deve congelar parcialmente ou totalmente em 7 dias.
Se após 7 dias ainda não houver sinais de congelamento no azeite de oliva, é muito provável que ele seja falso. A dica é da UC Davis Olive Center, um dos mais importantes centros de pesquisas sobre azeite de oliva, localizado na Califórnia, Estados Unidos.
A taxa de confiabilidade do teste é alta, mas não é de 100%, pois, como dissemos no início, alguns falsificadores têm desenvolvido método cada vez mais avançados para burlar a lei e enganar os consumidores.
O fato é que a tecnologia está facilitando a criação de produtos alimentícios, como o azeite, totalmente falsificados.
E isso é muito preocupante.
Para nós, só existe uma solução: a pressão da sociedade para que os governos invistam em laboratórios superavançados para a análise de alimentos e a criação de certificações rigorosas de qualidade.
Isso certamente inibiria a ação dos maus produtores e ia diminuir consideravelmente a falsificação.
Antes de finalizar a reportagem, mais uma dica: o custo de produção de um bom azeite de oliva é alto.
Desconfie, portanto, de marcas muito baratas. 

Fonte: 
Measure
Measure

As cidades fantasmas da China.

Em vez de alargar as cidades existentes, na China opta-se muitas vezes por construir cidades a partir do nada. Resultado: há mais de 500 de cidades vazias e outras centenas vão surgir até ao final da década.

Um fantasma no deserto

Kangbashi está no meio das estepes da Mongólia, a cerca de 23 km de Dongsheng, distrito de Ordos.
Apelidada de “Texas chinesa”, Ordos despertou interesse na região no início do século, com o descobrimento de carvão, gás natural e dos metais conhecidos como terras raras, cruciais para a indústria.
Graças a esta riqueza, a região passou a ser uma das mais prósperas do país, com um PIB superior ao da Coreia do Sul. Com a bonança, as autoridades decidiram em 2003 pela construção de uma nova cidade, Kangbashi, a um custo superior a US$ 160 bilhões (R$ 518 bilhões).
A cidade tem reservas abundantes de água, um recurso escasso em Donsheng, a capital regional. Por isso, calculou-se que Kangbashi serviria como uma cidade-satélite que atrairia moradores da capital e de outras regiões, em um país que tem mais de 200 milhões de migrantes internos.
A diferença entre os atuais 50 mil e o milhão de pessoas que podem viver na cidade mostram um cálculo exageradamente otimista, que se reflete no ambiente fantasmagórico das avenidas longas e vazias.
Kangbashi tem avenidas amplas, edifícios enormes, parques muito limpos e centros comerciais e esportivos gigantescos. No entanto, nota-se uma diferença marcante em relação a outras cidades chinesas: falta gente.
Situada na Mongólia Interior, território no norte da China, a cidade foi construída para um milhão de pessoas, mas abriga apenas 50 mil: o vazio a transformou em uma das “cidades fantasma” do país.
Enquanto o resto dos moradores esperados não chega, os habitantes de Kangbashi têm benefícios impensáveis em outras cidades, como transporte público gratuito e contas de gás subsidiadas.
Segundo o economista Alistair Chan, que trabalha na consultoria Moody’s Analytics e é autor do livro O efeito de um colapso no mercado imobiliário na China, Kangbashi é um exemplo extremo da explosão da bolha imobiliária chinesa.
“As cidades fantasma foram um dos mecanismos mais básicos da modernização da China”, disse à BBC Mundo.
“O problema com Kangbashi foi um mal planejamento em termos da demanda que existiria para um lugar tão isolado. É uma amostra clara dos problemas deste tipo de urbanização planificada.”



FONTES:
http://www.bbc.com/
http://www.tsf.pt/
Via: http://verdademundial.com.br/2015/08/as-cidades-fantasmas-da-china/#prettyPhoto
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