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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

OBAMA DIZ QUE BOMBAS CHOVERÃO EM ISRAEL SE EUA REJEITAR ACORDO NUCLEAR

O presidente americano Barack Obama sabe que pode ter problemas caso o Congresso norte-americano vete o acordo nuclear com o Irã. Inimigo político do primeiro-ministro Benjamin Netayanu, o presidente americano fez uma ameaça velada ao Estado judeu em um discurso nesta semana.

Em um encontro com os 22 líderes judeus que ele convidou à Casa Branca, advertiu que caso o Congresso derrube o acordo nuclear iraniano, “foguetes do Hezbollah vão chover sobre Tel Aviv”.

Desde a guerra do Líbano de 2006, uma grande quantidade dos mísseis e foguetes lançados contra o território israelense foram fornecidos pelo Irã. O grupo terrorista Hezbollah é reconhecidamente ligado a Teerã.

Para Obama, o acordo nuclear irá manter a paz no Oriente Médio, pois os iranianos serão vigiados constantemente. Curiosamente, no mesmo dia, unidades do Hezbollah sob o comando de oficiais iranianos estavam disparando pesados mísseis Zelzal 3 contra os rebeldes sírios na cidade de Zabadani, que fica a apenas 200 km de Tel Aviv.

Em seu discurso no encontro que durou duas horas, Barack Obama declarou que se não houver acordo, dentro de pouco tempo haverá guerra entre os EUA e o Irã. Neste caso, quem pagará o preço será o Povo de Israel, pois seria impossível impedir os mísseis iranianos de atingirem Tel Aviv.

O presidente sabe que o lobby judeu é muito forte nos Estados Unidos e o fato dele não ter revelado todos os detalhes do acordo até agora, só aumentou as suspeitas.

O encontro do presidente ocorreu horas depois de o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ter participado de uma conferência on-line, onde dialogou com influentes judeus americanos, membros da Federação Judaica da América do Norte e os presidentes das principais organizações judaicas dos EUA.

“Eu não me oponho a este acordo porque quero guerra. Eu me oponho a este acordo porque quero evitar a guerra. Todo este acordo trará guerra”, enfatizou Neanyahu. Segundo os organizadores,mais de 10 mil pessoas assistiram a conferência.

Ao contrário do que afirma Netanyahu, Obama disse que chamou o primeiro-ministro para conversar. Também enfatizou que os EUA vão continuar a apoiar e ajudar a fortalecer a segurança de Israel.

A votação do congresso americano ocorrerá em setembro, e a imprensa americana tem divulgado que a Casa Branca poderá ter dificuldades em conseguir a maioria.

Hoje (5) pela manhã, Obama fez um discurso nos mesmos termos, exortando o Congresso a aprovar o acordo nuclear com o Irã. Afirmou ainda que Netanyahu é sincero, mas está “errado”. Deixou claro que Israel está sozinho em sua oposição ao acordo.

O presidente alertou que “Se matar este acordo, o Congresso não irá apenas pavimentar o caminho do Irã para a bomba nuclear, mas acelerá-lo”. Com informações de Times of Israel [2] e Haaretz
Via: Gospel Prime - Por Jarbas Aragão
http://www.libertar.in/2015/08/obama-diz-que-bombas-choverao-em-israel.html

Economista: "Tenha Dinheiro em Espécie Quando as Instituições Entrarem em Colapso"

O controverso economista americano Martin Armstrong, que na época previu o colapso dos mercados de valores de todo o mundo em 1987, deu sua opinião sobre quanto dinheiro necessitariam os americanos na concretização da crise econômica em grande escala que está prevista para o próximo outubro e que afetará praticamente todos os países.

Nenhuma instituição é seguro para todos pode ser fechado por decreto, incluindo cooperativas de crédito. Eles podem não confiscar o dinheiro, mas podem negar o acesso aos bancos. Portanto, apenas para sobreviver em condições "nas quais deixariam de funcionar inclusive os cartões de crédito", é necessário uma quantidade determinada de dinheiro em espécie suficiente para sobreviver durante pelo menos um mês, ou três meses limitando-se a compra de produtos de primeira necessidade e não ter que pagar hipotecas nem priorizar outras necessidades, escreve Armstrong em seu site.

Leia também: 10 Fatos que Precederam a Última Crise Financeira e que Estão se Repetindo Agora

"As moedas em ouro ou prata não ajudarão, [...] não servirão para nada nos supermercados", prevê o economista. "Estamos falando de possuir uma reserva de emergência para viver em caso de necessidade de dinheiro em espécie, o qual todos nós aceitamos", ressalta.

Leia também: Analista Financeiro: Se Aproxima o Estouro da Bolha da Dívida

Se os Estados Unidos continuar no caminho da Grécia e o governo introduzir um controle de capital, há de se esperar longas filas nos bancos e nos caixas eletrônicos para poder sacar diariamente da conta entre 50 a 100 dólares. Uma quantidade que não é suficiente para cobrir os gastos mais básicos dos americanos, como o pagamento de hipotecas, alimentação e outras necessidades, comenta o portal informativo Infowars sobre as palavras do guru das finanças.

Leia mais:




Estranha Advertência de um Investidor: "Guardem Dinheiro Debaixo do Colchão"







Segundo Especialistas: "Se Aproxima o Colapso Econômico e Somente se Salvarão os que Possuem Ouro e Terras"







Fontes:
Periodismo Alternativo: Economista: “Tenga dinero en metálico cuando todas las instituciones colapsen”
RT: Economista: “Tenga dinero en metálico cuando todas las instituciones colapsen”
Infowars: TOP ECONOMIC FORECASTER WARNS: HAVE CASH ON HAND TO SURVIVE FOR THREE MONTHS: “NO INSTITUTION IS SAFE”

Leia mais: http://www.anovaordemmundial.com/2015/08/economista-tenha-dinheiro-em-especie-quando-as-instituicoes-entrarem-emcolapso.html#ixzz3hzeA2RgY


Via: http://www.anovaordemmundial.com/2015/08/economista-tenha-dinheiro-em-especie-quando-as-instituicoes-entrarem-emcolapso.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+anovaordemmundial%2FPNpa+%28A+Nova+Ordem+Mundial%29

Deputado diz que Lula é cúmplice no ‘esquema’ de Dirceu e com certeza será o próximo a ser preso


Chegou a vez do Lula, conta tudo Léo Pinheiro

Em troca de benefícios legais, Léo Pinheiro promete revelar, em delação premiada, o que viu, ouviu e fez nos anos em que compartilhou da intimidade do ex-presidente Lula.

Presidente do PT defende Dirceu de nova prisão: “inocente até que se prove o contrário”

Recentemente, em vídeo divulgado em rede nacional, o PT afirmou que todos os envolvidos em corrupção serão excluídos da sigla.
Na segunda-feira, um dos maiores líderes e mitos do PT foi preso NOVAMENTE, desta vez, suspeito de estar a frente do maior escândalo de corrupção da história da humanidade, o PETROLÂO. Para quem não sabe, Dirceu ainda está cumprindo pena, em regime aberto, pelo Mensalão.
Pois bem, o PT, através de seu Presidente Nacional, Rui Falcão, se manifestou sobre nova prisão de um petista, aliás, mais uma prisão de Dirceu (o corrupto já condenado por um dos maiores esquemas de corrupção da história deste país).
Indo totalmente na contramão de sua propaganda vinculada na TV, em que o partido prometeu expulsar da sigla os petistas envolvidos em corrupção, Falcão defendeu energicamente Dirceu:
“Pra mim, qualquer pessoa que seja acusada é inocente até que provem o contrário”, declarou. “Dirceu e todos os acusados são inocentes, não são réus, até que se prove o contrário”
O dirigente petista manifestou preocupação com que o cenário leve à criação de um ambiente “embrião do Estado de exceção” e insistiu que os indícios precisam ser transformados em provas. “Não estamos abandonando nenhum companheiro nosso”, respondeu.
Pra não esquecer, veja o vídeo, em que o próprio Rui Falcão afirma que excluirá da sigla qualquer envolvido em corrupção.
Com informações: Diário do Poder
Via: http://www.revoltabrasil.com.br/videos/7068-presidente-do-pt-defende-dirceu-de-nova-prisao-inocente-ate-que-se-prove-o-contrario.html

Islamismo é grupo religioso com maior crescimento do mundo

Próxima geração verá um perfil mundial bastante diferente

Islã é grupo religioso com maior crescimento

O crescimento esperado do Islã em todo o mundo é talvez a descoberta mais surpreendente no recente relatório do Pew Research Center sobre o futuro dos grupos religiosos. Na verdade, os muçulmanos vão crescer duas vezes mais rápido que a população mundial global entre 2010 e 2050 e, na segunda metade deste século, provavelmente irá superar os cristãos como o maior grupo religioso do mundo.

Enquanto a população mundial deverá crescer cerca de 35% nas próximas décadas, o número de muçulmanos deve aumentar em 73%. Sairá de 1,6 bilhão (em 2010), chegando a 2,8 bilhões em 2050.

Atualmente, os muçulmanos são pouco mais de 23% da população mundial. Quatro décadas depois, devem beirar os 30%, ou seja, três em cada dez pessoas no mundo seguirão a Maomé.

A década de 2050 deverá marcar a “virada”, pois os muçulmanos serão quase tão numerosos quanto os cristãos, que segundo as projeções formarão 31,4% da população global.

As principais razões para o crescimento do Islã envolvem aspectos demográficos simples. Os muçulmanos têm mais filhos do que os membros das outras grandes religiões. A mulher muçulmana tem uma média de 3,1 filhos, enquanto o mais perto disso são os cristãos, com 2,7. Os demais grupos todos têm menos de 2.

O crescimento da população muçulmana também é ajudado pelo fato de terem a média de idade menor entre todos os principais grupos religiosos (23 anos em 2010). A maior percentagem de muçulmanos em breve estará no ponto de suas vidas em que as pessoas começam a ter filhos. Isto, combinado com altas taxas de fertilidade, vai acelerar o crescimento da população muçulmana.

Outro dado significativo é que mais de um terço dos muçulmanos estão concentrados na África e no Oriente Médio, regiões que segundo as projeções, terão os maiores aumentos populacionais. Apenas na América Latina e no Caribe os muçulmanos não terão um aumento significativo.

Na Europa, os imigrantes são na maioria muçulmanos, enquanto o índice de adeptos do cristianismo cai a cada ano. Entre 2010 e 2050, estima-se que o cristianismo terá uma perda líquida de mais de 60 milhões de adeptos em todo o mundo. Ao contrário do que afirmam os ateus, a maioria não se tornará ateísta, mas preferirá não estar ligado a um grupo religioso específico.

FONTE:

Via: http://illuminatielitemaldita.blogspot.com.br/2015/08/alerta-islamismo-e-grupo-religioso-com.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+IlluminatiAEliteMaldita+(ILLUMINATI:+A+ELITE+MALDITA)&utm_content=Netvibes

Israel exige a censura mundial da Internet

Depois de vários artigos alertando para a ascensão de um IV Reich Nazi-Sionista planetário, estas últimas notícias comprovam as denuncias feitas em diversos blogs e sites alternativos de informação. O sionismo internacional quer acabar com a liberdade de expressão e livre pensamento na internet e implantar uma ditadura sionista global.

(19-05-2015) O regime israelense exigiu, ao término de um foro celebrado na capital da Palestina ocupada, Al-Quds (Jerusalém), a implantação de medidas de censura da Internet a escala mundial, alertaram na segunda-feira militantes anti-sionistas franceses.
Eliminar as páginas da Internet que negam o Holocausto. cancelar os resultados de buscas que proponham o ódio (por exemplo, uma búsca do término ‘judeu’ em inglés redirecione a páginas antissemitas)”, são algumas das medidas que impulsa o autodenominado “ministério de assuntos exteriores israelene” em sua página oficial, ao término do foro.
O alcance mundial das pretensões sionistas se põe de manifesto com a terceira medida que defende “combater a incitação na Internet”: “estabelecer em cada país um organismo para fazer cumprir a legislação e exigir aos provedores de Internet que façam cumprir suas regras contra a hospedagem de conteúdo de ódio”.
As redes de influência que defendem o regime israelense tratam de desqualificar a seus adversários atribuindo sistemáticamente “ódio” a aqueles que oferecem resistência, da mesma forma que os tacham de “antissemitas”, por mais que careçam de característica racista ou simpatizem com povos árabes — e, portanto, “semitas” — como o palestino.
Estas redes defendem ademais uma suposta legitimidade da ocupação da Palestina impondo a crença num suposto plano de extermínio dos judeus durante a Segunda Guerra Mundial, conhecido como “o Holocausto”, crença estabelecida pelo Tribunal Militar Internacional formado pelos Aliados vencedores ao término da Segunda Guerra Mundial para condenar a seus vencidos.
O 5º foro mundial sobre a luta contra o “antissemitismo” se celebrou assim em Al-Quds, entre 12 e 14 de maio, com a assistência de ministros de diversos países: Heiko Maas, ministro alemão de Justiça; Tim Uppal, ministro canadense de Multiculturalismo; Todor Tanev, ministro búlgaro de Educação; e Robert-Marius Cazanciuc, ministro romeno de Justiça.
Além das medidas de censura mundial da Internet, os dirigentes israelenses colocam em relevo outras para combater o “antissemitismo” no continente europeu, como “adotar uma definição legal formal do antissemitismo” que inclua os ataques ao regime de Israel e a negação do Holocausto.
“Reforçar a legislação contra o antissemitismo e o treinamento da Polícia para fazer cumprir melhor as leis existentes”, é a segunda; e a terceira, que “os ministros de Educação da Europa devem promover a educação em tolerância religiosa e preservar a memória do Holocausto”.
De fato, distintos países europeus estão reforçando já de modo significativo a perseguição política e o castigo dos “delitos” de opinião que colocam em perigo a influência das redes sionistas.
Em fevereiro, o Senado italiano aprovou impôr penas de três anos de prisão a quem “negar o Holocausto total ou parcialmente”. Uma pesquisa difundida em 2005 pelo jornal britânico The Guardian mostra que 12% dos italianos acredita que “os judeus mentem quando sustentam que o nazismo exterminou a milhões dos seus em câmaras de gás”.
O novo Código Penal espanhol, que entrará em vigor no próximo 1 de julho, impõe de um a quatro anos de prisão a quem “públicamente negar, trivializar gravemente ou enalteça os delitos de genocídio, de lesa humanidade ou contra as pessoas e bens protegidos em caso de conflito armado, ou enalteça a seus autores”.
Isto, apesar de que em 2007, o Tribunal Constitucional da Espanha declarasse anti-constitucional castigar a difusão de ideias ou doutrinas que neguem genocídios, distinguindo a discussão histórica da incitação a cometer crimes.
Em fevereiro, um tribunal alemão condenou a 20 meses de prisão a advogada Sylvia Stolz por colocar em evidência a falta de defesa jurídica em que se encontram aqueles que discutem na Europa as circunstâncias e razões da alta mortalidade nos campos de concentração alemães ao final da Segunda Guerra Mundial.
Fontehispantv.com
O medo dos sionistas é que o tsunami de verdades sobre a indústria do “holocausto” seja amplamente difundido na internet.
No Brasil, o governo fantoche de turno acatou a ordem de Israel e lançou uma Lei que facilita a perseguição daqueles que investigam estes assuntos históricos.


Marco Civil: anonimato na internet brasileira pode estar com os dias contados
O Marco Civil da Internet, conjunto de regras e condutas para usuários e empresas de internet no Brasil, pode ganhar mais um ponto polêmico além da neutralidade de rede. Apresentado pelo deputado Silvio Costa (PSC-PE), o projeto de lei 1879/2015 insere no artigo 15º do Marco Civil (Lei 12.965/1) um trecho que promete acabar com o anonimato de qualquer pessoa na web.
De acordo com o documento, a nova regra poderia exigir nome e CPF dos internautas. O texto diz o seguinte: “O provedor de aplicações de internet previsto no caput, sempre que permitir a postagem de informações públicas por terceiros, na forma de comentários em blogs, postagens em fóruns, atualizações de status em redes sociais ou qualquer outra forma de inserção de informações na internet, deverá manter, adicionalmente, registro de dados desses usuários que contenha, no mínimo, seu nome completo e seu número de Cadastro de Pessoa Física (CPF)”.
Costa justifica a mudança porque, mesmo que o Marco Civil tenha avançado no que diz respeito à punição de ataques e crimes digitais, a lei ainda não é suficiente para punir os responsáveis. O deputado alega que identificar os acusados é mais difícil porque o documento obriga que provedores de acesso e aplicações guardem os registros e dados dos internautas.
“Exatamente por isso, é necessário estabelecer mecanismos adicionais, que efetivamente vedem o anonimato, permitindo a identificação daqueles que postem informações na rede”, alega o deputado, para quem “esta vedação é fundamental para que se possa punir aqueles que, por exemplo, se utilizem da liberdade de expressão para incitar o ódio, para caluniar pessoas ou para fazer apologia ao crime”.
Pela lei do Marco Civil, as empresas são obrigadas a guardar os registros de conexão dos usuários pelo período de seis meses em um ambiente seguro, controlado e de total sigilo, e a responsabilidade por esse controle não poderá ser delegada a outras companhias. Esses registros não contêm informações pessoais do internauta, mas sim o número de IP dos dispositivos que ele utilizou, bem como as datas e horários em que ele se conectou e desconectou.
Uma vez que as empresas guardam essas informações por seis meses, a disponibilização desses dados só poderá ser feita mediante ordem judicial ou para fins de investigação criminal, e a mesma regra vale para exclusão de conteúdo. Se o usuário se sentir ofendido por algum dado, foto ou vídeo no ambiente virtual, terá de procurar a Justiça e não as empresas que disponibilizam os dados, pois estas não são mais responsáveis pela exclusão do conteúdo.
A única exceção que não depende de uma ordem judicial é quando o usuário for vítima do chamado “pornô da vingança”, quando conteúdos íntimos são divulgados sem autorização na web, além de casos de racismo, violência ou pedofilia. Nos outros casos, o lesado pode recorrer aos Procons, à Justiça e ao Ministério Público, que abrirão inquérito para investigação.
Querem o CPF dos internautas para que a Polícia Federal consiga perseguir àqueles que o sionismo considera como inimigos. Ou seja, estão convertendo assunto histórico em dogma religioso e implantando uma nova inquisição a nível planetário em pleno 2015.
E na Argentina, o lobby sionista liderado pela DAIA(Delegação de Associações Israelitas Argentinas) aplica a mesma tática de censura para impedir que as notícias sobre Israel e o sionismo internacional chegue aos argentinos.

O Projeto de Lei propiciado pelos Deputados oficialistas “K” Carlos HellerRemo CarlottoDiana Conti e “Corvo” Larroque que pretende que comentários publicados na Internet possam conformar “atos discriminatórios” dentro do marco da Lei Anti-discriminação Nº. 23.592representa uma sórdida, inadmissível, vil e imoral tentativa de impôr a CENSURA nos meios de difusão públicos da Argentina.
Que estes quatro deputados, respaldados pelo Governo Kirchner, proponham semelhante legislação não surpreende, enquanto o “kirchnerismo” traiu o povo trabalhador argentino impondo doze anos de corrupção, decadencia, debilitamento, traição, injustiça, mentiras e ações delitivas de todo tipo.
É imprescindível que o povo argentino se defenda contra este tipo de medidas autoritárias, anti-democráticas e imorais.
Repudiar e recusar terminantemente toda pretensão de impôr a censura nos meios de informação vía internet, segundo o anticonstitucional projeto de lei da câmara dos deputados.
Adrian Salbuchi (Fundador do PSR / Projeto Segunda República – programa “Segunda República” por “Canal TLV1 – Toda La Verdad Primero” / Buenos Aires – Argentina)

Fonte: Petição em change.org do Projeto Segunda República
Vemos que as leis nos dois países são praticamente idênticas às implantadas na Europa, visam a censura e impôr o pensamento único. Querem silenciar os crimes contra a humanidade cometidos pelo regime israelense e as denúncias sobre a dominação financeira de um grupo de bilionários sionistas.
O lobby sionista está usando o “discurso de ódio” e “antissemitismo” como pretextos para mudar as leis em vários países e eliminar o livre pensamento e a liberdade de expressão amparados pela Constituição. Conseguindo esta aberração, se elimina automáticamente a soberania destas nações e catapulta-se um Governo Mundial centralizado controlado por banqueiros.
Isto vai começar com a internet, mas dentro de pouco tempo passará a valer no dia a dia de cada cidadão. Se algum universitário contestar a mentira sobre o “holocausto” será preso. Se alguém discordar da política genocida de Israel contra os semitas palestinos, será preso.
Se alguém disser que os banqueiros sionistas ashkenazis controlam os bancos e a mídia, será tachado de “antissemita” e será preso. Se alguém tentar revelar que a dívida pública é uma fraude para manter a população escrava dos juros extorsivos da banca sionista internacional, será preso por “antissemitismo”.
Esta é a intenção, que as pessoas em todo o mundo não saibam que bancos, mídia, corporações e emissão de moeda são sim controlados por um reduzido grupo de indivíduos criminosos e bilionários e que eles estão por trás dos governos.
Este ataque à liberdade de expressão deve ser encarado como uma declaração de guerra. Se trata de uma guerra psicológica contra povos em todo o planeta e que depois será expandida ao terreno físico. Uma “Gestapo” nazi-sionista será criada para perseguir a qualquer pessoa que o establishment sionista considerar uma “ameaça”, da mesma forma como hoje fazem na Alemanha, Espanha, Itália e nos EUA.
E quem será considerado “radical” nos EUA? Será colocado em campo de concentração aquele que:
  • Se posicione contra o envio de bilhões de dólares do contribuinte estadunidense ao regime sionista de Israel.
  • Proteste contra o genocídio palestino cometido por Israel.
  • Não concorde com o envio de armas à Israel.
  • Proteste contra o controle da emissão de moeda por parte do sionista Federal Reserve(FED).
  • Recuse o controle de sua nação por parte de lobbies sionistas israelenses como o AIPAC.
  • Discorde da versão oficial sobre os ataques de 9/11 ao World Trade Center.
  • Discorde da versão oficial sobre o “holocausto judeu”.
  • Recuse a ir à guerra por Israel quando este regime atacar o Irã.
Assim como alguns países europeus e os EUA, o sionismo internacional pretende fazer o mesmo com países da América do Sul e quem não estiver alinhado com Israel estará contra. Percebe-se o mesmo tom imperialista e supremacista do III Reich alemão e os EUA.
Como informado em outros artigos, o objetivo sionista é geopolítico também. A lei de censura na internet poderá ser utilizada contra aqueles que denunciam a forma como o sionismo vai tomando o controle de nações ricas em recursos energéticos e minerais, como é o caso do Brasil e Argentina.
Se você não concorda que petroleiras do cartel sionista Rockefeller tome o controle do pré-sal brasileiro, será considerado um “antissemita”. Se você não concorda que a Patagônia argentina seja entregue como pagamento de dívida pública à banca Rothschild para que eles criem um “Novo Israel” na região, será tachado de “antissemita”.
Já que o assunto é “discurso de ódio”,  vejamos o que diz o Talmud judaico/babilônico em relação aos “não-judeus”.

“É permitido tirar o corpo e a vida de um gentio.” – Sepher ikkarim III c 25
“Um gentio herético você pode matar com suas próprias mãos.” – Talmud, Abodah Zara, 4b
“Todo judeu, que faz jorrar o sangue dos sem-Deus (não-judeus), está fazendo o mesmo que um sacrifício a Deus.” – Talmud: Bammidber raba c 21 & Jalkut 772
“Os judeus são chamados seres humanos, mas os não-judeus não são humanos. Eles são bestas.” – Talmud: Baba mezia, 114b
“O Akum (não-judeu) é como um cachorro. Sim, a escritura ensina a honrar o cachorro mais do que ao não-judeu.” – Ereget Raschi Erod, 22 30
“Mesmo tendo sido criados por Deus os não-judeus ainda são animais em forma humana. Não cai bem para um judeu ser servido por um animal. Portanto ele será servido por animais em forma humana.” – Midrasch Talpioth, p. 255 Warsaw 1855
“Uma grávida não-judia não é mais do que um animal grávido.” – Coschen hamischpat 405
“Se você comer com um gentio, é o mesmo que comer com um cachorro.” – Tosapoth, Jebamoth 94b
“Relação sexual entre gentios é como relação sexual entre animais.” – Talmud Sanhedrin 74b
Visto emebrael.info
A fonte de ódio, terrorismo e antissemitismo é o sionismo internacional e Israel, as ferramentas utilizadas pela banca Rothschild para dominação planetária.
No artigo abaixo o leitor entenderá como judeus sionistas utilizam o rótulo “antissemita” para promover a política sionista em todo o mundo.
Vale ressaltar que estas leis são implantadas por políticos locais controlados por lobbies sionistas, o que revela algumas verdades. Que governos são meras administrações locais controladas por um poder supranacional e que o poder foi privatizado e está sob controle sionista há muito tempo.
Na Argentina o único grupo nacionalista que denuncia estes ataques sionistas contra o país e ao povo argentino é o Projeto Segunda República, liderado pelo analista político internacionalAdrian Salbuchi. Recentemente o advogado argentino Dr. Juan Gabriel Labaqué, outro membro do Projeto Segunda República, denunciou vários políticos argentinos, o promotor Nisman e organizações sionistas de conspirarem contra o país e à favor do sionismo israelense. Uma operação internacional financiada por Paul Singer, CIA e Mossad.
E no Brasil? Que organização brasileira denuncia esta conspiração sionista contra o Brasil e o povo brasileiro?
É hora de arregaçar as mangas, começar a se informar e preparar-se para esta guerra psicológica.

Caminho Alternativo
http://noticia-final.blogspot.com.br/2015/08/israel-exige-censura-mundial-da-internet.html

Netanyahu nomeia um terrorista como embaixador de Israel no Brasil

agosto 5, 2015
Tradução: Google Tradutor

(05-08-2015) O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu nomeou Dani Dayanpara ser o próximo embaixador de Israel no Brasil na quarta-feira.
Dayan anteriormente serviu como o chefe do grupo colono guarda-chuva, o Conselho Yesha.
Ao fazer a nomeação, Netanyahu disse: “A América Latina é uma das metas centrais de Israel em nossos esforços para desenvolver novos mercados que irão contribuir para nosso crescimento econômico.” Ele expressou confiança de que Dayan teria sucesso em fortalecer as relações com o país sul-americano.
Dayan disse ao aceitar a nomeação, “eu respondi o desafio que o primeiro-ministro deu-me a aprofundar e melhorar as relações entre Israel e Brasil.” Ele brincou que, apesar de sua nomeação, ele não tinha prometido trazer Israel uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro.
Fontejpost.com
Comentário do blog
Dani Dayan é um dos líderes da expansão de construções ilegais em terras palestinas, principalmente em West Bank. Foi chairman do sionista Conselho Yesha, grupo que promove a limpeza étnica na Palestina e é o responsável pela expulsão dos palestinos de suas casas, destruição de oliveiras e demolições de casas palestinas para colocar em seu lugar construções para colonos judeus. A função de Dayan foi promover o terror contra os palestinos, o que o torna um terrorista e antissemita, já que os palestinos são os verdadeiros semitas.
Além de promover o genocídio, este conselho edita material de propaganda pró-Israel(Wikipedia) baseado em mentiras com o fim de defender os crimes cometidos por Israel e combater o BDS(Boicote, Desinvestimento e Sanções).
BDS se tornou mundialmente conhecido por combater o regime genocida de Israel através do boicote e atualmente têm ganhado adesão de diversos setores da sociedade em todo o planeta.


O movimento global para uma campanha de Boicote, Desinvestimento eSanções (BDS) contra Israel até que ele esteja em conformidade com a lei internacional e os direitos dos palestinos foi iniciado pela sociedade civil palestina em 2005, e é coordenado pelo Comitê Nacional Palestino BDS(BNC), estabelecido em 2007. BDS é uma estratégia que permite que aspessoas de consciência desempenhem um papel eficaz na luta palestina pela justiça.
Durante décadas, Israel negou aos palestinos seus direitos fundamentais de liberdade, igualdade e autodeterminação através da limpeza étnica, a colonização, a discriminação racial e a ocupação militar. Apesar da condenação abundante das políticas de Israel por parte da ONUde outros organismos internacionaise organizações proeminentes de direitos humanos, a comunidade mundial não conseguiu responsabilizar Israel e fazer cumprir os princípios básicos do direitoOs crimes de Israel continuaram com impunidade.
Em vista da continuada incapacidade, a sociedade civil palestina exigiu uma resposta dos cidadãos globais. Em 9 de julho de 2005, um ano após parecer consultivo histórico da Corte Internacional de Justiça sobre a ilegalidade doMuro de Israel nos Territórios Palestinos Ocupados (OPT), uma clara maioria da sociedade civil palestina chamou seus colegas e as pessoas de consciênciaem todo o mundo para lançar boicotes gerais, implementar iniciativas dedesinvestimento, e exigir sanções contra Israelaté que os direitos dos palestinos sejam reconhecidos em plena conformidade com o direito internacional. […]

A quem interessa fazer relações comerciais com um regime que pratica o genocídio há quase 70 anos impunemente? Acaso o governo brasileiro não viu o massacre cometido por Israel em Gaza no ano passado?
É obrigação de todo brasileiro, assim como do próprio governo, aplicar o boicote total contra o regime nazi-sionista de Israel e expulsar este embaixador da morte.
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