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sexta-feira, 10 de julho de 2015

Israel inicia plano de ataque ao Irã

Um prazo auto-imposto veio e foi sem um acordo nuclear, mas Israel não está esperando para ver como os EUA e outros cinco países vão fixar o mundo da ameaça do Irã. Em vez disso, segundo o Walla! news, a Força de Defesa de Israel designou uma equipe especial para planejar um ataque potencial contra alvos nucleares da República Islâmica, se necessário.
Os países P5 + 1  tinha definido terça-feira como um prazo para chegar a um acordo final com o Irã a frear seu desenvolvimento nuclear e impedi-lo de desenvolver armas atômicas. No entanto, o Irã tem se recusado a permitir inspeções sem restrições de suas instalações nucleares secretas, dizendo que é injusto para segurá-la com padrões diferentes do que outros países.
Além disso, a República Islâmica ameaçou retornar ao seu programa nuclear completo deve os EUA ou outros países restabelecer as sanções econômicas depois de serem levantadas. O Irã também disse que iria utilizar centrífugas avançadas uma vez um acordo for alcançado, o que lhe permitiria obter, potencialmente, um arsenal nuclear dentro de semanas.
De acordo com o relatório, IDF Chefe de Gabinete Gadi Eizenkot havia nomeado Vice-Chefe do Estado-Maior Maj. Gen. Yair Golan para explorar opções militares para a proteção de Israel do Irã. A nomeação de um oficial sênior tal indica preocupação de Israel de que o acordo nuclear com o Irã iminente de alterar significativamente a situação na região e provavelmente iria exigir uma resposta militar.
Uma fonte próxima ao ministro da Defesa, Moshe Ya’alon foi citado como dizendo: “Nada mudou em relação à opção militar. Nossa hipótese de trabalho é que o Irã está mentindo o tempo todo, além do fato de que ele está a financiar e dirigir terror no Oriente Médio. Ele (o Irã) é o nosso mais amargo inimigo de hoje, mesmo que não compartilham uma fronteira física com ele, e não devemos adiar qualquer tipo de preparação contra ele. “
“No final, não acreditamos que o Irã. Nós não acreditamos que o projeto (nuclear) será interrompido. Portanto, a opção (militar) permanecerá … Precisamos estar prontos também para o dia em que Israel terá que tomar decisões sozinho. (O que) se torna-se claro que eles estão empurrando o envelope em violação do acordo? Ou, se o Irã vai para baixo no subsolo profundo (com as suas instalações nucleares)? E se novos sites são encontrados? Será que vamos esperar para os EUA para cuidar deles?. Você tem que se preparar para todas as ameaças. Não só para Gaza e no Líbano “, acrescentou a fonte. “A opção militar custa dinheiro, mas quanto mais o tempo passa, você está melhor preparado para realizar a missão.”
A necessidade de uma resposta militar forte contra um Irã nuclear potencialmente está sendo usado para argumentar contra o corte do orçamento da IDF . A maior parte do financiamento para a defesa contra o Irã é canalizada para os da Força Aérea ramos e inteligência.
Fonte: breakingisraelnews
Via: https://blogaultimatrombeta.wordpress.com/2015/07/09/israel-inicia-plano-de-ataque-ao-ira/

Analistas: EUA testam nova bomba nuclear para colocá-la na Europa

Os testes dos EUA de um novo projeto de bomba atômica fazem parte da modernização prevista do arsenal nuclear dos Estados Unidos na Europa, acreditam os especialistas internacionais.

A bomba B61-12 sem ogiva foi lançada pelo caça F-15E a partir do polígono de Tonopah em Nevada, no oeste do país. Os testes foram reconhecidos como bem sucedidos. Este é o primeiro de três testes da bomba previstos para este ano. A bomba, no entanto, é apenas uma modificação da amostra que foi criada em 1960, mas isso, de acordo com especialistas russos, não diminui a importância do evento.

O redator-chefe da revista Natsionalnaya Oborona (Defesa Nacional), Igor Korotchenko, acredita que o teste da nova bomba americana está relacionado com a modernização planejada da capacidade nuclear dos EUA.

"Esta modernização será usada principalmente no interesse das armas nucleares táticas dos EUA deslocadas na Europa. Assim, os EUA melhoram as suas capacidades de ataques nucleares tácticos contra o inimigo potencial em caso de uma guerra verdadeira com o uso da Força Aérea, incluindo dos Estados-membros da OTAN", disse o especialista à RIA Novosti.

Korotchenko notou que, atualmente, as armas nucleares táticas dos EUA são armazenadas no território de vários países-membros europeus da aliança.

Na opinião do diretor do Centro de Estudos Político-Militares da universidade russa Mgimo, Aleksei Podberezkin, os EUA querem desenvolver o potencial das suas forças armadas em conflitos militares de baixa intensidade e, por isso, eles precisam, em particular, dos tipos de armas que foram desenvolvidos para as guerras na Europa, ou seja, a munição tática, incluindo nuclear.

"Isso deve garantir a preservação da superioridade dos Estados Unidos em certos teatros de Guerra, por exemplo, no Sudeste Asiático no caso do conflito com a China <…> Nem os EUA, nem a China estão interessados em um conflito local ou em uma guerra nuclear global. Mas é impossível prever como ações militares vão se desenvolver no caso de, por exemplo, um conflito no Sudeste Asiático, ou um conflito com Taiwan", explicou Podberezkin.

O presidente da organização "Parlamentares pela não-proliferação nuclear e desarmamento", Jean-Marie Collin, disse à Sputnik que agora a В61 tem o significado mais político do que militar.

"Há uma questão sobre o uso de armas desse tipo no século XXI, enquanto isso fazia sentido durante a Guerra Fria na década de 1980. Em qualquer caso, estamos a falar de armas nucleares com todos os riscos. O teste nuclear nos Estados Unidos mostra que os países com capacidade nuclear não querem se desarmar", disse Collin.

Por sua vez, o presidente da Academia russa de Problemas Geopolíticos, Konstantin Sivkov, opina que o lançamento da modificação de B61-12 deverá ser um incentivo para a modernização do potencial nuclear da Rússia, porque é o único impedimento em caso de potencial agressão da OTAN.

http://br.sputniknews.com/mundo/20150710/1529627.html#ixzz3fV5roeZj

Via: http://noticia-final.blogspot.com.br/2015/07/analistas-eua-testam-nova-bomba-nuclear.html

Pútin sugere a Dilma uso de moedas nacionais em transações

Dilma: "Precisamos alcançar o objetivo de 10 bilhões nas trocas comerciais". Foto: Aleksêi Fillipov/RIA Nóvosti


Líder russo também se disse satisfeito com posição brasileira sobre a Ucrânia. Apesar de adiamento, encontro entre presidentes acabou ocorrendo na noite de quarta-feira (8), em Ufá, na Rússia central.

Apesar de ter sido anunciado um adiamento, o encontro bilateral entre o presidente russo Vladímir Pútin e Dilma Roussef acabou ocorrendo na noite de quarta-feira (8), a data prevista inicialmente.

Durante a reunião, Pútin ressaltou a necessidade de se esquivar das flutuações do dólar nas trocas bilaterais.

"Precisamos trabalhar em um meio possível de se usar moedas nacionais em acordos comerciais", disse Pútin.

Investimentos 

Além disso os presidentes se mostraram dispostos a cooperar mais ativamente no setor de investimentos e aumentar as trocas comerciais.
"Precisamos, sem dúvida, fazer mais pela parceria em investimentos", disse o presidente russo.

Ele ressaltou que o crescimento da balança comercial entre 2013 e 2014 foi de 15%, apesar de um ajuste ser observado em 2015. Mesmo assim, Pútin se disse esperançoso de que a tendência de crescimento continue.

Em contrapartida, Dilma afirmou que Brasil e Rússia devem fazer de tudo para aumentar as trocas comerciais. "Seus níveis são insuficientes, considerando-se seu potencial", disse.
"É necessário alcançar o objetivo de 10 bilhões de dólares nas trocas comerciais."

Comportamento satisfatório

Em coletiva à imprensa, o porta-voz de Pútin, Dmítri Peskov, afirmou que Dilma perguntou ao presidente russo sobre a situação na Ucrânia.

"Pútin deu explicações bem detalhadas e considerou muito positiva a posição dos colegas brasileiros quanto a problema ucraniano", disse Peskov.

Também foram levantadas questões sobre a Síria e o Estado Islâmico.
O líder russo relembrou Dilma sobre documentos que aguardam ratificação no Brasil, como acordos para evitar tributação dupla e para cooperação na OMC (Organização Mundial do Comércio).

Os chefes de Estado também comentaram a parceria com a Fifa, já que a Rússia também receberá uma Copa do Mundo, em 2018.

"Nossa relação se dá de maneira muito positiva", acrescentou Pútin.
Ele ressaltou que as relações entre os dois países em diversas áreas, como a parlamentar, já tem caráter regular.

Pútin também relembrou a premência de se dar continuidade ao trabalho em setores como o espacial e o aeronáutico.

"Somos gratos a vocês por já haver duas estações funcionando no território brasileiro com o sistema Glonass. Agora, acordamos a criação de um complexo para busca de lixo espacial. É um tema extremamente importante, e não apenas para o Brasil e a Rússia", disse.

Dilma se encontra em Ufá para a Cúpula dos Brics. Em sua comitiva, é acompanhada pelos ministros das Relações Exteriores, da Fazenda, da Defesa, da Agricultura, assim como chefe do Banco Central.

Com material das agências de notícias Interfax, Tass, do jornal econômico RBC e do portal TVC.

Gazeta Russa

Via: http://noticia-final.blogspot.com.br/2015/07/putin-sugere-dilma-uso-de-moedas.html
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