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sexta-feira, 10 de abril de 2015

BNDES, um escândalo gigantesco

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Liberato Póvoa

Li, estarrecido, um artigo do abalizado constitucionalista Leonardo Sarmento, publicado no “JusBrasil” do último dia 4 de fevereiro, que denuncia: “O BNDES patrocina ideologia partidária, enriquece protagonistas do sistema e empobrece o Brasil”. Acesse e leia a matéria, que vale a pena. O risco é você cair de costas.

Logo no encabeçar da matéria surge a imagem de um imenso “iceberg” em cuja ponta aparece o “mensalão” e, quase dez vezes maior, o “petrolão”, e - pasmem!  - na parte submersa, aparece o BNDES, com o tamanho no mínimo o suficiente para considerar o“petrolão” um mero troco, e o “mensalão”, uma insignificante gorjeta.

Discorre o articulista dizendo que nós sofremos uma crônica falta de infraestrutura, para cuja correção existe o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Mas ele financia portos, ferrovias, estradas e outras obras necessárias. Só que ele financia para outros países, como se estivéssemos fazendo algo em troca de um retorno que nunca virá, ou se tivéssemos uma espécie de colônias com o dever de desenvolvê-las.

Todos devem lembrar-se de que, desde o primeiro governo petista,o cenário é o mesmo para personagens que a cada hora desempenham papéis diferentes, mas dentro de um mesmo “script”. Mercadante saiu do ministério da Educação, mas encarapitou na Casa Civil; Guido Mantega presidiu o BNDES até 2006, quando pulou de galho e foi empoleirar-se no ministério da Fazenda. Na sua gestão o total de empréstimos do Tesouro para esse Banco saltou de menos de 10 bilhões para 414 bilhões de reais.

Esses empréstimos financiam atividades de empresas brasileiras no exterior, que, até bem pouco tempo, eram “segredo de Estado”, pois foram consideradas secretas pelo banco (o que já dava a impressão de maracutaia, para usar um vocábulo inventado por Lula, quando era oposição). Mas no início do segundo semestre do ano passado o Ministério Público Federal acionou a Justiça para liberar tais informações.

E a juíza federal Adverci Mendes de Abreu, da 20.ª Vara Federal de Brasília, considerou que a divulgação dos dados de operações com empresas privadas “não viola os princípios que garantem o sigilo fiscal e bancário” dos envolvidos (e a ilustre magistrada vem incomodando o PT com suas decisões: foi ela quem, esses dias, mandou deportar o terrorista Cesare Battisti, que Lula aninhara no Brasil, desafiando o Supremo).

A partir da decisão da intrépida juíza, o BNDES está obrigado a fornecer dados solicitados pelo Tribunal de Contas da União, o Ministério Público Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU). E aí é que a coisa começou a ganhar uma dimensão que até então era sequer imaginada: descobriu-se que o BNDES concedera mais de 3.000 empréstimos para a construção de usinas, portos, rodovias e aeroportos no exterior.

Só uma amostra para o leitor se estarrecer junto comigo: as obras que o banco considerou estarem aptas a receber investimentos financiados por recursos brasileiros são obras tocadas por empresas flagradas pela “Operação Lava-Jato”, figurinhas conhecidas no lamaçal da corrupção.

A Odebrecht obteve financiamentos de 957 milhões de dólares para o Porto de Mariel (Cuba), 243 milhões de dólares para a Hidrelétrica de San Francisco e 124,8 milhões de dólares para a Hidrelétrica de Manduruacu, ambas no Equador; 320 milhões de dólares para a Hidrelétrica de Cheglla, no Peru; um bilhão de dólares para o Metrô da Cidade do Panamá e 152,8 milhões de dólares para a Autopista Madden-Colón, ambas as obras no Panamá; um bilhão e 500 milhões para Soterramento do Ferrocarril Sarmiento, ambos na Argentina; 732 milhões de dólares para as Linhas 3 e 4 do Metrô de Caracas e 1 bilhão e 200 milhões para a segunda ponte sobre o rio Orinoco, na Venezuela; 200 milhões de dólares para o Aeroporto de Nacala e 220 milhões para o BRT de Maputo, ambas as obras em Moçambique. A OAS foi contemplada com 180 milhões de dólares para o Aqueduto de Chaco, na Argentina e a Andrade Gutiérrez, com 450 milhões de dólares para Barragem de Moamba Major, em Moçambique.

E assim, aparecem outras empreiteiras, como a Queiroz Galvão, com obra na Nicarágua (Hidrelétrica de Tumarin), ao custo de um bilhão e cem milhões de dólares, e 199 milhões de dólares em obra na Bolívia (Projeto Hacia El Norte – Rurrenabaque-El-Chorro), sem se falar em outras obras no Peru e no Uruguai. Percebe-se que a “Lava-Jato” vem apenas se antecipando na revelação dos colaboradores da quadrilha.

E isto foi apenas uma minúscula parte que se soube, pois o BNDES, alegando “sigilo necessário”, só revelou os beneficiários de18% dos empréstimos. E foram mais de três mil. E recentissimamente, Dilma esteve, de araque, na posse de um “companheiro” na presidência do Uruguai, quando, na verdade, foi acertar com o colega Tabaré Vasaquez a construção de um porto naquele país companheiro, ao custo de um bilhão de dólares, dinheiro do BNDES.

Com o Brasil atravessando uma crise sem precedentes, totalmente sucateado, é estranho que tais obras em países sem qualquer perspectiva de parceria útil, apenas unidos por ideologia, estejam jogando pelo ralo nosso minguado dinheirinho.

E o que nos assusta é saber que, malgrado a boa vontade do Ministério Público e o verdadeiro heroísmo da Polícia Federal, estamos desesperançados com tanta corrupção, sem saber a quem recorrer.

Em carta de 798 d.C, Alcuin de York advertiu Carlos Magno: “Vox populi, vox Dei”. Mas vamos provar muito em breve que “a voz do povo é a voz de Deus”. O povo que elegeu será o mesmo povo que tomará de volta o poder.

Liberato Póvoa é Desembargador aposentado do TJ-TO,

escritor, jurista, historiador e advogado. Originalmente ublicado no “Diário da Manhã” de 9 de fevereiro de 2015.

Via: 

Estranha movimentação em Yellowstone

O vídeo abaixo, gravado pelas câmeras instaladas em Yellowstone, mostra pessoas vestidas com roupas laranjas, supostamente trajes contra agentes químicos, inspecionando o Parque Yellowstone nos EUA e após alguns minutos a câmera é desligada.



De acordo com o site oficial do parque, os cientistas estão realizando de 9 a 13 de abril um estudo científico com a utilização de radar de penetração no solo(GPR) para estudar osGéisers.
Embora a informação tenha sido publicada pelo próprio parque, nos comentários do vídeo os estadunidenses não acreditam no que foi informado, pois a câmera flagra grande quantidade de gases sendo expelida desde o solo, indivíduos com roupas laranjas e em seguida a câmera é desligada. No site é informado que “estão experimentando problemas com as câmeras“.


No vídeo o foco é simplesmente desviado e o zoom aumentado, não há interrupção ou interferência.
E porquê estão desconfiando desta informação?
Há poucos dias foi publicado este artigo. (Tradução: Caminho Alternativo)


Especialista: Como poderia ser a última guerra da história dos EUA?
(07-04-2015) As bases e tropas da OTAN cercam a Rússia, mas não é Moscou senão Washington quem deveria pensar em como se poderia evitar uma guerra nuclear, porque seria um verdadeiro suicídio para a civilização estadunidense, em primeiro lugar, sugere Konstantín Sivkovespecialista militar russo e presidente da Academia de Assuntos Geopolíticos.
Sua opinião é simples: um ataque dos Estados Unidos contra qualquer país que disponha de um artefato nuclear o suficientemente forte seria um perigo de cataclismo natural e o fim da civilização estadunidense por razões puramente geofísicas.
Ao se referir a possíveis cenários de uma guerra nuclear, o analista indicou: “Entre estes processos chamam a atenção os fenômenos geofísicos. Excedendo muitas vezes o poder das armas nucleares, as catástrofes naturais podem ser causadas por artefatos relativamente débeis”, afirmou Sivkov.
A juízo dos especialistas, uma consequência devastadora é muito real dadas as características geofísicas dos territórios da Rússia e Estados Unidos, pelo que a maior potência militar do mundo deveria descartar qualquer possibilidade de guerra nuclear, a qual poderia ser a última guerra dos EUA.
O talão de Aquiles norteamericano
Uma área muito vulnerável norteamericana é a falha de San Andrés: situada numa grande depressão de terreno numa área limite transformante, com deslocamento direito entre a placa Norteamericana e a placa do Pacífico. Esta falha transformante é famosa por produzir grandes e devastadores terremotos e se extende ao longo da costa da Califórnia, tanto pela superfície terrestre como sob a água.
É uma zona de instabilidade que gera terremotos geofísicos com uma magnitude 8,5 na escala de Richter. Se recebesse o impacto de uma potente explosão nuclear, poderia ocorrer eventos catastróficos que destruiriam completamente a infraestrutura dos Estados Unidos na costa do Pacífico por um tsunami de enorme escala.
As zonas costeiras dos EUA, com uma ligeira elevação sobre o nível do mar, são o lar da maior parte da população estadunidense: mais de 80%. As mesmas zonas também abrigam a maior parte do potencial industrial dos EUA. Inclusive um tsunami relativamente pouco intenso, de várias dezenas de metros de altura, pode provocar consequências desastrosas para os Estados Unidos, fato que demonstrou muito claramente o furacão Katrina em Nova Orleans.
A geografía dos EUA apresenta um grande problema: no Parque Nacional de Yellowstone há um supervulcão que leva o mesmo nome e que está próximo a seu período de ativação, que se produz com uma frequência de 600.000 anos. Os geólogos acreditam que o supervulcão de Yellowstone poderia entrar em erupção a qualquer momento.
Portanto, bastaria dar um “pequeno empurrão”, de um megatón de potência, para ativar sua erupção, sugere Sivkov. As consequências serão catastróficas para os Estados Unidos. O país inteiro seria coberto por uma capa de cinza de dezenas de metros de grossura.
Consequências para o mundo
Inclusive uma potente explosão causaria uma poderosa erupção do Yellowstone. Os Estados Unidos deixarão de existir ou ficarão completamente destruídos, embora os efeitos para o resto do mundo serão catastróficos.
O menos propenso a sofrer será Rússia, devido a distância desde o lugar da erupção, o tamanho do território e a localização das principais populações. O dano aos países situados no lado oposto dos EUA também será relativamente pequeno. Porém, a erupção seria um desastre para toda a civilização humana.
Mas para isto deveria existir uma arma o suficientemente potente: a possibilidade mesma de seu uso deveria ‘reprimir’ qualquer ideia de atacar a Rússia, sugere o analista.
FonteRT
Enquanto vemos a Rússia ser cercada pelas bases dos EUA e da OTAN, além do envio de tanques, armas e tropas estadunidenses para os países bálticos e Ucrânia, a mídia sionista na Austrália diz que a ideia de que a Rússia possa ser atacada é mera “teoria da conspiração”. Tentam enganar a “comunidade internacional” de que não há nenhuma intenção de agredir a Rússia e começar a tão desejada 3ª Guerra Mundial dos banqueiros.
Curiosamente, Hollywood já mostrou um ataque com mísseis na falha de San Andrés. Foi no filme “Superman” de 1978, perpetrado pelo vilão terrorista Lex-Luthor. Ou seja, o militar russo não foi o primeiro a pensar num ataque a falhas geológicas, alguém em Hollywood já pensou nessa possibilidade durante a “Guerra Fria“.
Ninguém reparou que essas ideias de destruição em massa sempre saem da industria sionista do cinema, Hollywood? Basta reparar no filmes catástrofes, lá estão todas as possibilidades de ataques que podem ser usados como atentados de falsa bandeira para diversos propósitos. Nos filmes temos diversos exemplos de como a elite global poderá iniciar uma guerra mundial com arsenal nuclear e promover a redução populacional planetária. Se atreverão a concretizar estas criminosas ideias?
Portanto, o que fazem os “cientistas” em Yellowstone?
Algumas possibilidades:
  1. As pessoas que aparecem no vídeo são os cientistas que estão apenas estudando os Géisers;
  2. Os cientistas analisam a possível erupção do supervulcão Yellowstone;
  3. Os indivíduos no vídeo preparam a detonação de um artefato explosivo no supervulcão para iniciar a erupção e assim perpetrar um ataque de falsa bandeira;
A transferência do comando de Defesa Aeroespacial dos EUA para um bunker estaria relacionado a este assunto?
Julgue você mesmo através da análise das notícias.

Via: https://caminhoalternativo.wordpress.com/2015/04/10/estranha-movimentacao-em-yellowstone/

Comer ovos reduz risco de diabetes

Redação do Diário da Saúde
A aparentemente infindável novela sobre se comer ovos faz mal ou bem ganhou mais um capítulo.
A novidade mais recente é que a ingestão de ovos pode reduzir o risco de diabetes tipo 2.
Quem garante é o Dr. Jyrki Virtanen, que coordenou uma equipe da Universidade Leste da Finlândia na tentativa de esclarecer as consequências de comer ovos sobre a saúde humana.
Ovos e diabetes
Parece bem fundamentado o fato de que o aumento do número de casos de diabetes tipo 2 em todo o mundo está ligado aos hábitos e estilos de vida, com poucas atividades físicas e problemas de nutrição.
Em alguns estudos, são as dietas ricas em colesterol que têm sido associadas com distúrbios no metabolismo da glicose e, portanto, de um maior risco de diabetes tipo 2. Em contraste, em outros estudos experimentais, o consumo de ovos tem levado a um melhor equilíbrio da glicose, entre outros benefícios.
Quem tem razão?
Para tentar descobrir, a equipe finlandesa analisou os hábitos alimentares de 2.332 homens com idades entre 42 e 60 anos, durante um acompanhamento de 19,3 anos.
A conclusão é que o consumo de ovos está associado com um menor risco de diabetes tipo 2, bem como com níveis mais baixos de glicose no sangue.
Homens que comiam aproximadamente quatro ovos por semana apresentaram um risco 37% mais baixo de ter diabetes tipo 2 do que os homens que só comiam cerca de um ovo por semana.
A associação se manteve mesmo depois de serem eliminados possíveis fatores de confusão, como prática de atividade física, índice de massa corporal, tabagismo e consumo de frutas e verduras. O consumo de mais de quatro ovos por semana não trouxe benefícios adicionais significativos.
Valores nutricionais dos ovos
Além do colesterol, grande responsável por sua má fama, os ovos contêm muitos nutrientes benéficos que podem ter um efeito sobre o metabolismo da glicose, além de reduzir o grau de inflamação, o que pode ajudar a explicar a diminuição do risco de diabetes tipo 2.
A equipe também sugere que os efeitos globais dos alimentos sobre a saúde são difíceis de prever avaliando nutrientes individuais, tais como o colesterol, considerado isoladamente.
Por isso, recomendam, em vez de se concentrar em nutrientes individuais, as pesquisas de nutrição devem dar atenção aos efeitos sobre a saúde de práticas alimentares ao longo de um período de vários anos.

Fonte:


Notas relacionadas

Receita natural para acabar com pulgas e carrapatos em cães e gatos


Receita que elimina pulgas e carrapatos.
Esse é um pedido frequente de nossos leitores.
Mas não é fácil encontrar uma receita para que resolva o problema de pulgas e carrapatos e que seja verdadeiramente eficiente e natural.
Nós mesmos já publicamos algumas receitas que tiveram críticas de alguns, apesar de também receberem elogios.
O problema das receitas que havíamos publicados é que uma continha cânfora, outra sal, e alguns leitores nos disseram que essas substâncias eram prejudiciais.
Pesquisamos e vimos que não havia consenso sobre isso: uns diziam que cânfora e sal eram realmente agressivos, outros diziam que não...

Enfim, na dúvida, é melhor procurar outra receita.
Foi o que fizemos.
E encontramos uma receita muito legal.
Ela foi ensinada pela veterinária americana Karen Becker, que tem uma página muito boa na internet, cheia de dicas e receitas para cães e gatos, o <Healthy Pets>.
A receita da dra. Becker não contém nada que possa ameaçar a saúde dos nossos animais de estimação.
E o bom é que ela funciona mesmo.
Você vai ter que levar a fórmula a uma farmácia de manipulação para que ela avie os ingredientes.
A fórmula é inofensiva, é natural, mas pode ser que a farmácia peça a receita acompanhada da assinatura do médico e do número de inscrição dele no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV).
Para fazer a receita da dra. Becker e acabar com pulgas e carrapatos de forma natural, sem nenhum risco ao seu pet, você vai mandar aviar numa boa farmácia de manipulação os seguintes ingredientes:
Óleo essencial de capim-limão/capim-cidreira (4%)
Óleo de canela (1%)
Óleo de gergelim (1%)
Óleo de rícino (0,5)
Veículo q.s.p (250 ml)
Peça à farmácia que lhe entregue a fórmula, se possível, numa embalagem borrifadora.
O modo de usar é simples: agite sempre antes de aplicar no seu bichinho.
Borrife em boa quantidade em toda a pelugem, inclusive nas pernas e na região abdominal.
É muito importante aplicar bem a fórmula em toda a pelugem.
Nenhuma parte pode ficar sem receber o líquido.
Pode haver a necessidade de massagear os pelos para espalhar bem o produto, especialmente em cães e gatos com pelugens abundantes.
Tenha cuidado para que o produto não atinja as mucosas e certas regiões sensíveis.
Por isso, quando aplicar na cabeça, cubra a boca, os olhos e os ouvidos do animal.
A aplicação no rosto do animal deve ser feita com cuidado.
O ideal é que se use um pano limpo umedecido com o produto.
A aplicação pode ser diária ou num intervalo de 2/3 dias.
Se o seu animal se molhar (levar chuva, por exemplo), será necessário reaplicar.
Você pode borrifar na cama, no pente e na escova do seu cão ou gato.
A solução pode ser aplicada também em filhotes.


Fonte:
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