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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Nova ‘Guerra Fria’ começa a despontar no Ártico

As imagens são da restauração de uma antiga Base militar em Ilhas da Nova Sibéria no Mar de Laptev que é um mar marginal do oceano Ártico, ao norte da Ásia, entre a península de Taimyr, Severnaya Zemlya e as Ilhas da Nova Sibéria. – Fotos: Ministério da Defesas da Rússia
A cooperação e a rivalidade coexistem em proporções variáveis no Círculo Polar Ártico, a região que pode se tornar a maior fonte de petróleo e gás do planeta e na qual a Rússia tem o grosso de suas reservas de hidrocarbonetos (exploráveis e potenciais), além de 20.000 quilômetros de fronteira marítima.
Em 2007, o político Artur Chilingárov fincou no leito marinho do Polo Norte uma bandeira russa feita de titânio. Moscou ratificava assim sua reivindicação sobre uma área submarina reclamada em 2001, a partir da Convenção Internacional sobre o Direito do Mar da ONU (1982). Depois da anexação da Crimeia, que representa uma violação de tratados internacionais assinados pela Rússia, o gesto teatral de Chilingárov ganhou novo significado, e a desconfiança vem ganhando terreno sobre a cooperação, cujo modelo é o Conselho do Ártico, organização que integra os oito Estados limítrofes (Rússia, Canadá, Dinamarca, Noruega, Suécia, Islândia, Finlândia e Estados Unidos), cinco deles membros da aliança militar OTAN.
Desde 2008, as empresas Rosneft e Gazprom, controladas pelo Estado russo, têm o monopólio da exploração de hidrocarbonetos no Ártico e são parceiros compulsórios para todos os projetos na região. Em 9 de agosto de 2014, Igor Sechin, chefe da petroleira russa Rosneft, e Glenn Waller, diretor da norte-americana ExxonMobil na Rússia, mostravam-se otimistas em relação aos planos conjuntos criados em 2011. Naquele dia, no mar de Kara, Sechin e Waller inauguraram a perfuração submarina de petróleo mais ao Norte feita pela Rússia. De Sochi, no mar Negro, o presidente Vladimir Putin deu o sinal de partida e elogiou a cooperação internacional como motor do “sucesso comercial”. Tratava-se do “acontecimento mais importante do ano para a indústria de petróleo e gás”, nas palavras de Sechin, e o poço recém-perfurado foi batizado como Pobeda (vitória), por ser uma “vitória conjunta” da Rússia e de um grupo de “amigos e parceiros” internacionais. De Pobeda jorrou o primeiro fluxo de petróleo, mas no final de setembro, devido às sanções norte-americanas, a ExxonMobil teve que selar o poço e abandonar seus projetos na Rússia.
A Rosneft quis continuar sozinha, mas as sanções ocidentais dificultaram os projetos russos no Ártico, ao restringir a venda de tecnologia para a perfuração submarina e limitar o acesso ao capital. Os políticos e analistas russos se dividem entre os que acreditam que seja preciso forçar a exploração do Ártico para quando o preço do petróleo subir e os que recomendam que se concentre na Sibéria Ocidental, onde já existe infraestrutura de exploração e transporte.
Moscou restabelece a rede de bases que a URSS tinha no Ártico e constrói novas
A exploração do Ártico é a locomotiva das regiões setentrionais, estimulando o desenvolvimento da produção inovadora e a infraestrutura de transporte, incluindo o Corredor Marítimo do Norte, e não deve ser interrompida, escreveu o jornal Rossískaia Gazeta. Para o Kremlin, o Ártico é uma região de interesse estratégico que pela primeira vez foi incorporada de forma explícita na nova concepção da doutrina militar da Rússia, estabelecida por Putin em dezembro. Com nuances, Moscou retomou a política da União Soviética no Ártico, depois da decadência dos anos noventa, o que se traduz em militarização, adaptada aos novos tempos, e industrialização, em grande parte ainda a ser definida.
Vilarejos abandonados por seus habitantes, submarinos nucleares convertidos em perigosos focos de radiação, equipamento militar enferrujado, docas erodidas pelo mar e pistas de pouco inutilizáveis são a herança dos anos noventa, que Putin quer deixar para trás, e também cenário de algumas impressionantes obras do cinema russo atual. “A região tem grande importância estratégica para os Estados possuidores de frota de submarinos nucleares. Das posições submarinas no Nordeste do mar de Barents é possível alcançar a maioria dos alvos mais importantes do mundo, porque por ali passa a trajetória mais curta para os mísseis balísticos em qualquer hemisfério da Terra”, destaca uma monografia do Instituto Russo de Pesquisas Estratégicas.
A Rússia criou um novo comando militar para melhorar a coordenação e o alcance no Ártico e planeja a alocação de 6.000 soldados em duas brigadas de infantaria motorizada. Moscou está restabelecendo a rede de bases que a URSS tinha no Ártico, a região geográfica mais próxima aos EUA, mas também constrói novas bases, uma delas no arquipélago de Novosibirsk (ao Norte da Sibéria Oriental) e outra na ilha de Wrangler, uma reserva natural protegida pela Unesco. A pista de pouso do arquipélago de Nóvaia Zemliá foi reformada para poder receber caças de nova geração, além de ganhar novos sistemas de defesa antiaérea, e o Serviço Federal de Segurança aumenta o efetivo de vigilância das fronteiras.
Em março, a Rússia fez manobras militares para testar a capacidade de combate da frota do Norte, mobilizando cerca de 40.000 soldados, 41 navios e 15 submarinos, segundo a agência Ria-Novosti. O ministro da Defesa, Serguei Shoigú, afirmou então que os “novos desafios e ameaças militares exigem um aumento da capacidade das Forças Armadas”. Na semana passada, o Parlamento russo discutiu a necessidade de criar legislação sistemática sobre a região de interesse estratégico no Ártico. Viacheslav Shtyrov, presidente do conselho de especialistas em Ártico e Antártica, disse na ocasião que existe “uma grande possibilidade de que o Ártico russo seja a primeira linha de defesa em caso de um conflito militar global, porque essa é a direção mais provável de um ataque com mísseis nucleares do adversário”.
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A geopolítica da região

  • A geografia:
  • A área delimitada pelo Círculo Polar Ártico —o paralelo de latitude 66º 33′ 46— não tem extensão definida, por não ser um continente propriamente dito. São parte dela as regiões setentrionais extremas da Europa, da Ásia e da América do Norte. A capa de gelo que cobre o oceano Ártico chegou a 14,54 milhões de quilômetros quadrados, sua maior amplitude, em 2015, no dia 25 de fevereiro. É a maior marca desde o início do monitoramento desse dado.
  • Reservas energéticas:
  • O US Geological Survey calcula que o Ártico abrigue um quarto das reservas de petróleo e gás do mundo ainda não descobertas.
  • Conselho Ártico:
  • O organismo que coordena as políticas regionais foi fundado em 1996 pelos oito países árticos: Noruega, Suécia, Finlândia, Rússia, EUA (Alaska), Canadá, Dinamarca (Groenlândia) e Islândia. Dele fazem parte também seis países membros observadores —como a China— e seis países observadores, que incluem a Espanha. O Brasil tenta ser admitido como membro observador.
  • Regulamentação:
  • A Organização das Nações Unidas (ONU) criou um marco normativo em 1982 e estabeleceu que os países lindeiros têm direitos econômicos sobre 200 milhas náuticas (370 quilômetros) a partir de sua costa.
  • População:
  • Há quatro milhões de habitantes no Ártico. Cerca de 10% são indígenas, que vivem na região há milênios. Sua economia é baseada principalmente em antigas técnicas de caça e pesca. A esse grupo se foram somando recentemente migrantes de outras regiões.
Plano Brasil

Via: http://noticia-final.blogspot.com.br/2015/04/nova-guerra-fria-comeca-despontar-no.html

Rússia aumenta a defesa aérea em face da capacidade do Prompt Global Strike dos EUA


RT
Medidas ativas da Rússia para impulsionar suas capacidades de defesa aéreas e de mísseis são dirigidas contra a ameaça potencial de Prompt Global Strike que EUA "sob certas condições" podem decidir efetuar, diz vice-chefe das Forças de Defesa Aeroespacial da Rússia '.

O risco potencial de Prompt Global Strike pelos Estados Unidos contra a Federação Russa é um dos principais desafios para as Forças de Defesa Aeroespacial, Major General Kirill Makarov disse à rádio News Service russo.

A este respeito um sistema de defesa aérea e antimísseis eficaz continua a ser uma das principais prioridades da Rússia, uma vez que a iniciativa PGS pretende entregar um ataque aéreo arma convencional guiadas com precisão dentro de menos de uma hora após Washington considera o alvo a ser uma ameaça à segurança nacional.

"É justamente para combater esses meios aéreos que estamos construindo a defesa aérea e de mísseis do sistema da Rússia", disse Makarov, enfatizando que a liderança política e militar russo considera esta tarefa a ser de "extrema importância".
PGS de Washington tem uma estrutura geral semelhante ao de uma tríade nuclear. É antes de tudo, tem como objetivo realizar ataques rápidos a partir de terra e no mar usando mísseis balísticos e de cruzeiro inter-continentais e à base de submarinos já existentes. Mísseis hipersônicos atualmente em desenvolvimento lançaram-Air é uma segunda opção o Pentágono está trabalhando. Além disso, havia planos hipotéticos de bombardeios cinéticos a partir de uma plataforma espacial em órbita.

Rússia estima que, em 2020, os EUA terão até 8.000 mísseis de cruzeiro, cerca de 6.000 dos quais serão capazes de transportar ogivas nucleares. Com "algum grau de certeza" se poderia avaliar que "sob certas condições" esses ativos militares poderão ser mobilizados contra alvos no território da Federação da Rússia, disse Makarov.

Nova doutrina militar da Rússia, aprovada no ano passado, salienta que o exército do país continua a ser uma ferramenta defensiva, mas enumera o conceito PGS como uma das principais ameaças à segurança, juntamente com o acúmulo militar da OTAN ao longo das fronteiras russas. Os militares russos no entanto ainda pode ser forçado a para coincidir com as PGS com uma iniciativa rival. "A Rússia é capaz e terá que desenvolver um sistema semelhante", disse o vice-ministro da Defesa, Yuri Borisov no ano passado.

Para combater a ameaça, a Rússia está a desenvolver um sistema de nova geração móvel de mísseis superfície-ar - o S-500 - projetado entre outras coisas para interceptar alvos supersônicas. Enquanto o míssil para o sistema "ainda está em fase de desenvolvimento," Makarov diz que, uma vez concluído, seria capaz de interceptar qualquer perspectiva alvos balísticos e aerodinâmicas.

Nesse meio tempo, a Rússia realizou testes bem-sucedidos de um novo míssil teleguiado de longo alcance para o sistema de defesa aérea atual geração S-400 mísseis terra-ar. "Os testes estão atualmente em pleno andamento.Três dias atrás, realizou com sucesso o teste de um míssil terra-ar, que atingiu com sucesso o seu alvo ", disse Makarov.
Enquanto a capital russa tem quase 100 por cento de proteção contra todos os tipos de ataques aéreos, de acordo com o general,  as Forças de Defesa Aeroespacial estão trabalhando duro para garantir fronteiras distantes da Rússia.

Na região do Ártico, a Rússia já implantados mísseis de defesa aérea  sistemas de artilharia. O Ministério da Defesatambém planeja implantar 31 aeronaves interceptor para proteger navios russos que navegam ao longo da Rota do Mar do Norte.  já colocaram sistemas Pantsir no Ártico]. Implantação  31  aeródromos do Ártico da Rússia está previsto , disse Makarov.

Enquanto isso, uma nova estação de radar totalmente automático está em testes finais. De acordo com o porta-voz, a rede destas estações de trabalho  qualquer pessoal vai esticar para o Ártico, e exigirá a manutenção uma vez por mês.
UND2
http://noticia-final.blogspot.com.br/2015/04/russia-aumenta-defesa-aerea-em-face-da.html

RABINO ALERTA JUDEUS: “MUDEM-SE PARA ISRAEL ANTES DA GUERRA CIVIL NOS EUA; FUJAM TAMBÉM DA AMÉRICA DO SUL E DA EUROPA”

O Rabino Riminov visitou as comunidades judaicas da Flórida, e lhes deu um comando inequívoco para os judeus sairem e irem para Israel, dizendo que haverá uma guerra civil nos EUA.

BeHadrei Haredim informou que o Rabino disse: "Saia enquanto ainda pode. A situação vai piorar e vai ficar difícil de mover-se de um estado para o outro. Após a Segunda Guerra Mundial, os sobreviventes chegaram aos grandes homens de Israel e líderes hassídicos e perguntaram por que eles não tinham ditos aos judeus da Europa para sairem e imigrarem para Israel ou para os Estados Unidos antes da guerra eclodir? A verdade deve ser dita: eles o disseram, e muitas vezes eles o disseram, implorando aos judeus para, por favor, para fugirem da terra que queimava, mas pela parte do mal era que eles não estavam ouvindo.

"Hoje em dia", disse o Rabino Riminov, "Ouçam-me com atenção queridos judeus, quem quer que possa, levante-se e vá, vá para a Terra Santa, Israel, o mais rápido possível, enquanto ainda é possível, o que inclui deixar grandes partes da América do Sul e grande parte da Europa.

"Além disso, os EUA serão um lugar de perigo na guerra e ainda é muito cedo para dizer quais os estados de dentro dos Estados Unidos que irão sobreviver, mas muitas partes serão destruídas e envenenadas, até mesmo uma guerra civil eclodirá nos Estados Unidos e os estados vão isolar-se do governo federal. Os EUA não podem ser usados como um refúgio, mas existirão aqui sobreviventes. A terra de Israel será o lugar mais seguro para sobreviver à guerra, embora também haverá dificuldades terríveis lá".

"Se eu pudesse fazer isso sozinho eu me levantaria e iria para Israel e abençoaria a própria terra, mas eu não tenho permissão para fazer isso - do céu isto está ordenado, entretanto, que eu deveria ficar aqui nos EUA", foi citado como ele o dizendo.

Além disso, o Rabino explicou, dizendo: "Eu sou um dos poucos homens de nosso tempo que podem dizer, uma vez que isto tem sido publicado em todo o mundo, que os meus olhos vêem muito longe, assim como quando eu encontrei a criança Leibi Klecki, que o seu sangue possa ser vingado, e os três meninos em Halul e dezenas de outros que estavam desaparecidos, onde os outros não tem permissão para ver e dar ordem, e isto foi plantado em mim por Deus e Sua Divina Providência e quando eu tinha que falar com muitos e dar instruções, eu o faço e a Divina Presença fala pela minha garganta, e onde quer que o meu nome for, é sabido que aqueles que me escutam deverão estar seguros".

Associados do Rabino enfatizaram que a chamada foi feita para um pequeno punhado de fiéis após os cultos matinais na sinagoga local.

Tradução: Dionei Vieira

Via http://jpupdates.com/2015/03/26/rabbi-warns-of-civil-war-in-the-u-s-urges-jews-to-move-to-israel/

http://www.libertar.in/2015/04/rabino-alerta-judeus-mudem-se-para.html

Argentina se vende para China e Rússia

CRISTINA KIRCHNER: CHINA E RÚSSIA SÃO PARCEIROS ESTRATÉGICOS! “O TAMANHO DE SUAS AMBIÇÕES SEMPRE FOI PROPORCIONAL AO DE SEUS FRACASSOS”!
Um diplomata europeu saiu do ministério de relações exteriores (Argentina) aturdido por uma revelação. Seu interlocutor, um alto funcionário argentino, lhe havia notificado formalmente de uma novidade: “Os aliados estratégicos da Argentina são China e Rússia”, lhe disse. O diplomata sabia dessas proximidades, mas nunca imaginou que explicitariam de maneira tão clara e franca.
O realinhamento da Argentina cristinista não é só retórico. China se encarregará de construir no país duas centrais nucleares e a Rússia levantará uma terceira. Convênios assinados com a China são semelhantes aos que assinou na África. São quase coloniais. Cristina os aceitou porque os chineses a ajudam a recompor as reservas do Banco Central.
Rússia é mais inexplicável. Não é uma potência econômica, ainda que seja protagonista militar. Os 2 países estratégicos para a Argentina têm uma só coisa em comum: não são democracias clássicas, perseguem os opositores, negam a liberdade de expressão e ameaçam as minorias políticas e sociais dissidentes.
Com Chávez morto e Fidel Castro no final de sua vida, a presidenta argentina se imagina como a próxima referência da esquerda latino-americana. O tamanho de suas ambições foi sempre proporcional ao de seus fracassos
Fonte: Joaquim Morales Sola – La Nacion

Via: https://blogaultimatrombeta.wordpress.com/2015/04/06/argentina-se-vende-para-china-e-russia/

Mantenha os olhos no Iraque!

Babilônia: O Futuro Centro e Cabeça do Império Islâmico que Virá
Em Daniel 2:35, lemos que a pedra que vem do céu destrói todos os metais da imagem JUNTOS. Isto significa que a cabeça de ouro (Babilônia) novamente estará presente nos últimos dias como a cabeça do império de dez nações representadas pelos dez dedos de ferro e barro. Os dez dedos dos pés de ferro e barro não podem existir sem o resto do corpo, especialmente a cabeça de ouro onde está o cérebro do último império.
Em Apocalipse 13, lemos que uma das sete cabeças da besta é curada do que parece ser um ferimento na cabeça. Apocalipse 17, explica que as sete cabeças são sete montes que representam sete reis / reinos. Ele também diz que cinco tinha caído e um é (Império Romano) e um tinha que vir como o sétimo e último por um curto espaço. Muitos dizem que este foi o Império Otomano, mas poderia referir-se a confederação de dez nações da tribulação. A besta que era (antes de João), a que não é (não existia mais na época de João) retorna como o oitavo, e é um dos sete. Isso significa que uma das cinco montanhas-reinos antes de tempos de João tem de ser revivida como o oitavo. Em Jeremias 51:24-25, Deus se refere à Babilônia, na terra da Caldéia como um “monte destruidor” (império) que retorna para destruir a terra nos últimos dias.
Isaías 14:4 chama o anticristo de rei de Babilônia. Em Apocalipse 18, lemos que a Babilônia torna-se o centro político e econômico do império da besta (não confundir com a religiosa “Babilônia Misteriosa”, que o Anticristo destrói como sendo o cabeça da Babilônia política). Em Zacarias 5:5-11, lemos que “a iníquidade” é transportada de volta para a terra de Sinar, em sua própria base, que é a área geográfica onde a Babulônia era localizada. Sinar em Gênesis 10:9-11 é a terra onde Nimrod construiu as cidades de Babel (Babilônia) Akkad, Calneh e Nínive. Em Miquéias 5 o Anticristo Assírio está associado a esta terra de Ninrode de Gênesis 10:9-11.
Quando todos esses fatos são considerados, a imagem final emerge para o império do fim dos tempos: Babilônia será o centro e a cabeça do império da besta, islâmico, que virá. Isto significa que a nação moderna, que engloba a região geográfica da antiga Babilônia, Nínive e Sinar também conhecida historicamente como Mesopotâmia será a capital, cabeça e centro da vinda do império do fim desta era. O Iraque é a nação moderna que engloba todos esses territórios bíblicos antigos que são falados como sendo o centro, cabeça e capital do último império da história humana a ser revivido sob o Anticristo.
Jesus Cristo, o homem nascido em Belém da Judéia, em Miquéias 5:2, retorna para trazer a paz ao destruir a Assíria e a terra de Nimrod no resto de Miquéias 5. O Iraque é a terra de Nimrod. Você acha que é uma coincidência que o Iraque tornou-se o centro de maldade em nossos dias? Você acha que é uma coincidência que o embrião que está dando à luz ao califado islâmico reavivado está localizado no Iraque? Você acha que é uma coincidência que o Irã declarou ser um novo império com o Iraque como sendo a sua capital, assim como os antigos impérios mundiais fizeram da Babilônia (o Iraque moderno) como a sua capital?
A Bíblia é um conto de duas cidades – Jerusalém, em Israel e a Babilônia, no Iraque. Cristo é chamado o rei de Israel. O Anticristo é o rei de Babilônia (Isaías 14:4).
Mantenha os olhos no Iraque.
Fonte: The Coming Bible Prophecy Reformation

Via: https://blogaultimatrombeta.wordpress.com/2015/04/06/mantenha-os-olhos-no-iraque/

NOVA ORDEM MUNDIAL: ESTÃO CRIANDO UMA RELIGIÃO ÚNICA MUNDIAL?

Seria possível uma religião única mundial? Veja neste artigo como esta ideia vem sendo propagada por autoridades políticas como um suposto meio de combater o terrorismo, autoridades estas com um passado suspeito e sombrio.Veja ainda como o esquema problema-reação-solução é utilizado neste contexto.

Há algum tempo, podemos ver como o poder de decisão político e econômico tem sido usurpado tanto dos cidadãos como das nações e tem sido transferido às organizações globais multilaterais.

Da mesma forma, há sinais que indicam que eles estão trabalhando também em uma globalização da religião e na criação do que poderia ser classificada como "uma autoridade política mundial que controla a espiritualidade do mundo".
O sinal mais evidente disto aconteceu no último mês de setembro, quando o ex-presidente de Israel, Shimon Peres, se reuniu com o Papa para propor a formação de uma nova "ONU das religiões", comandada pelo Papa. Peres sugeriu que esta organização deveria exercer uma autoridade "inquestionável" que lhe permitiria proclamar " o que Deus quer e o que não quer", com o objetivo de combater o extremismo religioso.
As implicações desta ideia são enormes.

84% da população mundial possui uma fé espiritual de algum tipo.

Se juntarmos as religiões cristã, muçulmana, hindu e budista, encontramos que são seguidas por mais de 5,3 bilhões de pessoas, e uma mistura de diversas crenças populares e credos minoritários menores, desde Baha'i à Wicca, que representam quase meio bilhão de pessoas.

Se, como tudo indica, a espiritualidade desempenha um papel central na vida da maior parte da população mundial, é lógico deduzir que um "governo mundial", deverá ter em conta a religião, de forma inevitável.

Muitos teóricos da conspiração vêm advertindo há décadas o nascimento de uma "Religião Mundial" que surgiria como parte de uma "Nova Ordem Mundial".

Leia também: Previsões Mundiais Aterroradoras do Site Deagel.com! O que a Elite Pretende Fazer Conosco até 2025?

É possível que pessoas poderosas das elites mundiais busquem conseguir algum tipo de controle hegemônico sobre as crenças espirituais do mundo para influenciar as religiões e seus seguidores através de uma autoridade central?

Isto significaria seguir um modelo semelhante da globalização econômica, política e comercial, agora estendido ao campo da espiritualidade.

São realmente nobres as intenções dos que estão vendendo esta ideia?

Um exame mais detalhado do assunto sugere que dentro deste projeto se escondem elementos altamente suspeitos, que fazem parte de uma agenda muito mais ampla com consequências nefastas.

O plano para uma autoridade religiosa mundial
Antes de sua reunião em setembro com o Papa para discutir a formação de uma "ONU das religiões", Shimon Peres detalhou suas ideias em uma entrevista com a revista católica italiana Famiglia Cristiana:

"O que é necessário é uma Organização das Religiões, uma ONU das religiões.

Seria a melhor maneira de combater estes terroristas que matam em nome da fé. No passado, a maioria das guerras foram motivadas pela ideia de nação. Hoje, no entanto, as guerras são desatadas especialmente com sob o disfarce da religião".
Já existem iniciativas inter-religiosas globais, tais como a Iniciativa das Religiões Unidas, mas evidentemente Peres prevê uma "Organização das Religiões Unidas" construída de cima a baixo que concentre em si muito mais poder e autoridade, de forma centralizada:

"É necessário uma autoridade moral inquestionável que diga com voz forte: 'Não, Deus não quer isto e não permite'".

Peres sugeriu que o Papa deveria ser essa autoridade, porque segundo ele: "é talvez o único líder religioso que é respeitado verdadeiramente".

O Papa se mostrou favorável a ele, mas não tomou nenhuma "decisão ou compromisso pessoal", e isso continua a ser visto se finalmente este novo órgão se materializa ou não.
Cabe destacar que Peres não é a primeira alta figura política que defende esta abordagem.

A fundação de caridade do ex primeiro ministro britânico Tony Blair, "Faith Foundation" centraliza seus esforços na "fé e na globalização".
Em janeiro de 2014, Blair escreveu um ensaio amplamente republicado indicando os objetivos de sua fundação:

"... O propósito é mudar a política dos governos: começar a tratar este temo do extremismo religioso como um item que trata tanto de religião como de política; atacar a raiz do assunto do extremismo, que promulga uma falsa visão da religião. O objetivo é que se torne um ponto importante na agenda dos líderes mundiais, para que colaborem eficazmente para combater este extremismo. Esta é uma luta que somente está começando".

Como Peres, Blair argumenta que o extremismo religioso é a causa principal dos conflitos no mundo atual e sustenta que os líderes mundiais devem se unir para enfrentar. E também, como fez Peres, afirma que uma autoridade política deve ter a faculdade de determinar quais pontos de vista religiosos são "falsos" ou "certos".
Blair, também solicitou o apoio do Vaticano, que congrega a maior parte de seguidores a nível mundial.

No entanto, apesar de ser um católico recentemente convertido, Blair não teve muito êxito quando fez propostas ao Vaticano em 2011, e um proeminente erudito católico, o professor Michel Schooyans, chegou a declarar que acreditava que Blair tinha objetivos sinistros:

"Um dos objetivos da Faith Foundation de Tony Blair, era de reformar as principais religiões de uma forma paralela a que seu colega Barack Obama reformou a sociedade global. Com esta finalidade, a fundação em questão, tratará de ampliar os "novos direitos", utilizando as religiões do mundo para este fim e adotar à elas novas funções. As religiões teriam que ser reduzidas a um mesmo denominador comum, o que significaria esvaziar a sua identidade...



Michel Schooyans


Este projeto ameaça a nos levar à uma época em que ao poder era atribuído a missão de promover uma confissão religiosa, ou de mudá-la. No caso da fundação de Tony Blair, isto gira em torno de promover uma única denominação religiosa que anda de mãos dadas com um poder político global, que seria imposto ao mundo inteiro".

Ver como Blair tenta fazer o mundo crer que o extremismo religioso é a causa fundamental dos conflitos globais atuais, enquanto ao mesmo tempo justifica seu papel enganoso na invasão do Iraque e pede uma intervenção militar mais direta no Oriente Médio, apenas pode provocar indignação e descrença.
Dada sua falta de credibilidade como defensor da paz, não é surpreendente que tenha sido apartado desta função e que acabaremos vendo outro líder mundial jubilado pressionando o Vaticano para criar uma autoridade religiosa global.

É o caso de Shimon Peres, que se ajusta muito melhor na tarefa de criar as bases para essa entidade religiosa global, pois, diferente de Blair, não possui uma imagem tão agressiva e soube se transformar aos olhos da opinião pública em um pretenso pacificador em seus últimos anos no cargo, onde sempre pareceu muito mais conciliador em comparação com seus compatriotas sionistas da linha mais dura.
Francisco, que surgiu como um ás de relações públicas da Igreja e foi nomeado "Homem do Ano" para a revista TIME, também tem a credibilidade e a autoridade moral para começar uma iniciativa deste tipo, um fato que Peres parece ser muito mais consciente.

Conhecidos, pois, os autores principais até o momento, a pergunta chave é: Se trata de uma iniciativa autêntica de promover a paz mundial, ou esconde algo mais?
Alguns defensores inquestionáveis

Apesar de suas diferenças superficiais, o argumento central que oferecem Peres e Blair é o mesmo:

"O extremismo religioso é o responsável pelos conflitos atuais e uma autoridade política mundial deve exercer controle sobre todas as religiões".

Embora a violência por motivos religiosos, sobretudo no mundo islâmico, é sem dúvida um problema importante, este argumento é extremamente enganoso e fraudulento, porque ignora a mão oculta que inflama este problema e que trabalha ativamente para sustentá-lo.

O fato é que a causa principal da explosão da violência extremista no Oriente Médio, tem a sido a destrutiva política exterior dos governos da OTAN e de seus aliados.
A invasão do Iraque, que Blair co-dirigiu, se baseou em mentiras descaradas sobre a existência de armas de destruição em massa no país. A guerra causou a morte de um milhão de pessoas, destruiu seu governo, seu exército e suas infraestruturas. O caos resultante permitiu que os extremistas religiosos devastassem a região, primeiro sob o selo da Al Qaeda no Iraque (que não tinha presença no país antes da guerra) e agora através do autoproclamado Estado Islâmico, antes conhecido como ISIS.

Embora agora seja visto como um "defensor da paz", Peres também tem um passado repleto de pontos obscuros, entre eles poderia-se incluir estar associado com crimes de guerra e de atuar como um importante arquiteto do programa secreto de armas nucleares de Israel.

É segredo público que Israel possui um arsenal nuclear e outras armas de destruição em massa não revelados. Israel começou seu programa secreto de armas nucleares na década de 1950, roubando segredos nucleares e material de muitos países, inclusive do EUA.

O produtor de Hollywood, Arnon Milchan, se gaba de que Peres o recrutou como espião israelense e contrabandista de uma boate de Tel-Aviv em 1965, para impulsionar este programa nuclear.
Em meados dos anos 70, Israel tentou vender armas nucleares ao apartheid da África do Sul. Os documentos obtidos pelo The Guardian e publicados em 2010, revelam que em 1975, Shimon Peres, então ministro de Defesa de Israel, estava em negociações discretas com seu homólogo sul-africano e se ofereceu para vender armas nucleares "em três tamanhos diferentes".

Como podemos ver, tanto Blair como Peres tem vínculos ocultos com armas de destruição em massa.

Se vemos que agora convocam o mundo para uma globalização religiosa, que supostamente "promoverá a paz mundial", devemos nos perguntar: realmente podemos confiar em pessoas com um passado tão sujo e obscuro?

Uma Falsa Premissa
Os argumentos de Blair e Peres também ignoram deliberadamente como a política exterior do governo dos EUA e seus aliados tem fomentado o extremismo islâmico desde os anos 70, quando a CIA financiou e armou os Muyahidines no Afeganistão para expulsar os soviéticos, uma tática que deu lugar à criação dos talibãs e da Al Qaeda.

Veja também:
Imprensa Britânica Sobre Bin Laden em 1993: "Guerreiro Anti-Soviético no Caminho para a Paz"

Em uma linha semelhante, a atual política exterior do governo dos EUA e seus aliados criaram o ISIS e tem lançado bases para sua rápida expansão.

Após destruir o exército e o governo do Iraque, a OTAN dirigiu sua atenção à Líbia e a bombardeou até torná-la em um estado falido, enquanto apoiava os rebeldes jihadistas para derrotarem Gaddafi.
Curiosamente, ambos países, antes da intervenção da OTAN, tinham governos laicos que mantinham distante o extremismo religioso.

Quando a Líbia caiu, os combatentes jihadistas e seus armamentos começaram a inundar a Síria, outro governo secular que o EUA também tentou derrotar.

De fato, atualmente, na Líbia, o ISIS está sendo dirigido por um rebelde que na época recebeu o apoio da OTAN para derrotar Gaddafi.

Já o ISIS, agora autodenominado Estado Islâmico, cruzou a fronteira com a Síria no Iraque em 2014, e o país devastado pela guerra não pode impedir a incursão.

Veja também:
ISIS: Uma Criação da CIA para Justificar a Guerra no Oriente Médio e a Repressão no Ocidente

Na Síria, onde a guerra civil continua fazendo estragos, o governo do EUA e seus aliados tem armado e treinado os chamados rebeldes "moderados" para derrubar o governo de Assad, apesar de que estes rebeldes tem vínculos evidentes com os jihadistas.

Muitas destas armas e combatentes financiados pelo governo do EUA terminaram recrutados pelo ISIS, que estranhamente, também luta contra Assad.
Também há relatos recentes que informam que o governo iraquiano prendeu assessores dos EUA e Israel que ajudavam diretamente os terroristas islâmicos.

O que estamos vendo é um evidente jogo geopolítico duplo por parte dos EUA e de Israel.

E tudo segue um padrão pré-estabelecido.

Todos os regimes ameaçados por esta política exterior dos EUA, OTAN e Israel, são governos seculares e submersos na guerra e o caos somente favorece o surgimento de grupos extremistas como o Estado Islâmico, cujo aumento se vê reforçado ainda mais pelos ataques aéreos estrangeiros ou os ataques com aviões não tripulados que inevitavelmente matam civis e causam indignação entre a população local, que em resposta, passa a ser recrutada.

Ao mesmo tempo, estes extremistas "acidentalmente" recebem os benefícios do financiamento e as armas proporcionadas pelo governo do EUA e seus aliados.

Assim, é obvio que se alguém quiser terminar com o extremismo religioso, o lógico seria mudar esta política exterior tão destrutiva por parte do Ocidente, não?

Problema-Reação-Solução
O padrão de armar e apoiar os extremistas religiosos para poder lutar contra eles mais tarde, já se arrasta há muito tempo, o que é possível acreditar que este esquema é produzido de forma acidental.

"Problema, Reação, Solução" descreve um processo no qual os governantes criam um problema; esse problema provoca uma reação do público que exige que se faça algo a respeito, e isso permite que os governantes imponham sua "solução" pré-preparada para resolver o problema que eles mesmos criaram.

Leia também: Ação, Reação, Solução: Grupo Terrorista Boko Haram Financiado Pelo Ocidente

A guerra contra o terrorismo é um exemplo disso.

Ao alimentar continuamente o fogo do extremismo, se mantém a guerra em movimento. Isto justifica o gasto militar contínuo, as intervenções estrangeiras e a redução das liberdades civis, onde um estado de segurança e de controle é construído sobre a população.

Desde que conceitos de inimigo e "terrorismo" se tornem vagos e intercambiáveis, a guerra já não parece que vá ter um final.

Isto significa que viveremos um aumento do estado policial através de políticas de vigilância em massa, até que se tornem em algo permanente e arraigado na própria estrutura da sociedade.

Implicações "espirituais" da guerra contra o terrorismo
A "guerra contra o terror" serve para múltiplos fins.

Todo mundo parece compreender perfeitamente sua influência a nível político e militar, mas no entanto, a maioria das pessoas estão ignorando as implicações espirituais e religiosas desta "guerra global contra o terrorismo".

Esta grande manobra tem permitido alimentar o máximo do extremismo religioso, em sua forma de extremismo islâmico, o bode expiatório para o atual conflito global.

No caso das guerras no Oriente Médio, há uma evidente intenção de jogas as sociedades cristãs e muçulmanas uma contra a outra com o objetivo de provocar um "choque de civilizações", que serve ao complexo industrial militar.
Curiosamente, alguns ateus proeminentes, alguns dos quais se opõem com veemência a todas as religiões, tem apoiado este militarismo desenfreado.

Talvez seja das cinzas desta conflagração religiosa que uma religião única mundial vá emergir.

Como temos visto, é o argumento utilizado como desculpa para a criação e fabricação de um poder espiritual em uma escala global, que anda de mãos dadas com essa unificação política e econômica global.

Este é o lugar onde a agenda global em direção a espiritualidade se cruza com a guerra contra o terror na nova ordem mundial.

Além de manterem uma guerra perpétua, fornecem um pretexto para uma autoridade religiosa mundial.

Nada do que estamos vendo é casual... tudo tem sua função e foi planejado há muito tempo...

Fontes:
El Robot Pescador: LA RELIGIÓN DEL NUEVO MUNDO: ¿SE ESTÁ CREANDO UNA RELIGIÓN ÚNICA MUNDIAL?
The Conscious Reporter: Spirituality in the New World Order: Is a One World Religious Authority in Formation?

Via: anovaordemmundial.com
http://www.libertar.in/2015/04/nova-ordem-mundial-estao-criando-uma.html

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