Translate

Trabalhamos para divulgar notícias SOBRE: POLITICA, CURIOSIDADES, SAÚDE, ASTRONOMIA, UFOLOGIA, GUERRA, MISTÉRIOS E MUITO MAIS.Precisamos de sua ajuda, clique nas propagandas expostas no Blog, para manter nosso site no ar.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Carregamento de armas para CUBA. — Colômbia manterá em quartel a munição e armas apreendidas que se destinavam a CUBA.



O navio de bandeira chinesa transportando armas e explosivos destinados a Cuba continua nas águas da cidade colombiana de Cartagena . Mas, por motivos óbvios, as autoridades mantém em segredo o local onde está atracado, ou fundeado a embarcação.  
O navio Da Xia Dan fez escala no último 28 de fevereiro naquela cidade. Passaria apenas dois ou trez dias para descarregar tubos de metal. Mas, inexplicavelmente, a polícia colombiana resolveu realizar uma inspeção rigorosa na embarcação. Algumas pessoas acreditam que possa ter havido denuncia por parte de um dos tripulantes. Após dois dias de buscas a carga ilegal foi descoberta.
O capitão insistiu em dizer que o navio transportava apenas produtos químicos, máquinas, peças etc. A busca revelou um grande esconderijo de armas ilegais, 99 foguetes, canhões, 100 toneladas de dinamite de uso militar e 2,6 milhões de detonadores.
De acordo com o governo colombiano, um comitê será responsável por fazer o desembarque do material para “transportá-lo com segurança.” Esse material seria transferido para uma guarnição militar.  
O capitão do barco está detido em um hotel em Cartagena.
O navo Da Xia Dan estava transportando 100 toneladas de pólvora e grande equipamento militar, como munição e peças de artilharia.O regime em Havana não se pronunciou sobre o escândalo, o segundo sobre armas ilegais em que se envolve nos últimos meses. O que dá margens para especulações, como o possível reforço em material bélico no intuito de suprir uma empreitada em defesa de Nicolas maduro, ou de outro governo aliado que seja destituído por forças de oposição.
O general venezuelano, Antonio Rivero, disse que CUBA mantém na Venezuela cerca de 20 mil homens preparados para dar os primeiros combates contra uma suposta ação de militares venezuelanos contra Nicolás Maduro.
http://sociedademilitarcom.br

GRANDES EXERCÍCIOS MILITARES DA RÚSSIA SÃO AVISOS PARA OTAN!


Série de Exercícios militares russos, o mais recente em todo o país, assumiram uma postura ameaçadora.
Enquanto a parcela mais recente não é o maior exercício que Rússia realizou, as áreas envolvidas e as forças incluídas parecem ter sido escolhidas deliberadamente para enviar um aviso a OTAN; o exercício em si parece simular um confronto em larga escala com a OTAN através do destacamento avançado de submarinos nucleares armados, mísseis balísticos de operação e aeronaves bombardeiros estratégicos.
Sistemas de armas estratégicas, inclusive os ativos que fazem parte da capacidade nuclear da Rússia, também foram mobilizados para locais perto das fronteiras da OTAN.
De acordo com declarações russas, o exercício de pressão, o que não foi anunciado antes quando começou em 16 de março, vai durar cinco dias e vai envolver cerca de 45.000 militares, cerca de 3.000 veículos, mais de 40 navios de superfície, submarinos e 15 110 aeronaves. Os sistemas mais notáveis ​​envolvidos são os Iskander operação móvel de mísseis balísticos e aviões de caça que estão sendo implantados em Kaliningrado, bombardeiros estratégicos Tu-22M3 de longo alcance que são implantados para a Crimeia, e submarinos de mísseis balísticos que foram enviados para o mar com escoltas de proteção.
A declaração inicial sobre o exercício enfocou o papel da Frota do Norte, dizendo que o principal objetivo do treinamento era para testar o tempo de implementação de posições russas em Nova Zembla e Franz Josef Land. Rússia aumentou sua presença militar no Ártico e o exercício destaca os planos da Rússia para a região do Ártico. Esta parte dos exercícios parece demonstrar de uma forma bastante simples: as forças russas são levados de helicóptero para bases árticas da Rússia e vários exercícios navais estão ocorrendo, incluindo as operações anti-submarina e os seus procedimentos arrebatadoras que normalmente precedem as incursões de submarinos nucleares armados em tempos de crises.
No entanto, embora o foco declarado dos exercícios é no Ártico, as operações têm se expandido para incluir as atividades militares ao longo da fronteira com a Finlândia, a implantação de sistemas de armas estratégicas para Kaliningrado e para Criméia, e as posições em toda a frota do Báltico, Frota do Mar Negro, e nos distritos militares ocidentais e do sul. Esta combinação eleva o exercício além de um simples envio de forças terrestres e exercícios navais no Ártico e forma umanarrativa nuclear.
A implantação direta de mísseis balísticos e bombardeiros são provocantes indicadores de possível ação preventiva contra a OTAN e Europa Oriental. Dada a ações militares da Rússia na Ucrânia, a possibilidade, embora improvável, que o país poderia expandir operações não pode ser descartado. Por essa razão, e porque a Rússia projetou intencionalmente os exercícios para imitar um conflito potencial com a Europa, os exercícios são motivo de alarme na Europa.
Com a implantação do bombardeiro Tu-22M3, a Rússia também está invocando abertamente a ameaça de um confronto nuclear. Considerando-se as declarações de Moscou sobre a implantação potencial de armas nucleares para a Crimeia, a Rússia está claramente ligando a crise da Ucrânia e as suas intenções no Ártico para a dissuasão nuclear que possui .
A grande área geográfica que abrange este exercício o coloca fora do padrão habitual de outros exercícios, conduzidos pela Rússia. Ele também o coloca nas mesmas áreas onde a OTAN tem conduzido seus exercícios, incluindo os países bálticos, a Romênia e a Hungria. Exercícios mais notáveis da OTAN foram conduzidas pelos EUA na operação Atlântico Resolve, que tem visto a rotação da força do Exército dos EUA com dimensões de brigadas e com a chegada de maquinários e helicópteros para apoiar essa implantação. Rússia observou aumento de vôos de vigilância dos EUA sobre o Báltico e do funcionamento de policiamento aéreo expandido que a NATO realiza lá.
Um exercício incluindo partes dos militares russos que se estende desde as frotas do Norte, do Báltico e do Mar Negro através dos distritos militares ocidentais e do sul é notável. Rússia realizou exercícios ainda maiores no passado. No entanto, aqueles tendem a se concentrar em um determinado distrito militar ou da frota, ou uma combinação de setores estreitamente relacionadas. Realizando este único exercício na área que se estende da Noruega para os países bálticos através da Polônia e na Crimeia está claramente inclinado em direção a OTAN e os seus membros da Europa de Leste.
Considerando-se as tensões militares em torno da crise Ucrânia e seu frágil cessar-fogo, estes exercícios são um sinal agressivo, particularmente desde que siga imediatamente o misterioso desaparecimento de Putin na semana passada. A Rússia tem um interesse em flexionar seu músculo militar para lembrar a todos os estragos que poderia causar e para dissuadir qualquer pessoa de agir radicalmente na Ucrânia. Os Estados Unidos tem sido cuidadoso quando se trata de Ucrânia, mesmo atrasando a implantação de 300 soldados para o oeste da Ucrânia como parte de um exercício de treinamento. Os Estados Unidos mantêm, no entanto, que essa implantação ainda é uma opção e pode encomendá-lo no começo de abril.
Além da Ucrânia, Rússia também está respondendo a dinâmica do exercício militar na Europa Oriental, onde a crise de Ucrânia repercutiu. Um ritmo de aumento geral da Rússia em atividade militar (tanto no sentido de voos estratégicos de longa distância e exercícios militares em larga escala), um aumento na presença da OTAN e mais exercícios na Europa Oriental resultaram em um "vai e vem" da postura militar de demonstração de força e reminiscência da guerra fria.
Nesse contexto, exercícios da Rússia servem como ameaças às forças opostas, demonstrando capacidades e sugerindo a intenção. Mas eles são importantes ferramentas militares para os militares russos também. Para manter a prontidão, na verdade, executar operações ou implantações através de exercícios é uma obrigação. Além disso, os planejadores militares russos precisam ter uma compreensão realista dos recursos das forças russas. Não há outra melhor maneira de ganhar este entendimento do que deixar essas forças funcionando através de operações, ou partes deles, para determinar os parâmetros básicos que são viáveis. Como a Rússia testa seus próprios recursos, eles mostram ao resto do mundo o tipo de operações e os distritos militares considerados chaves em seu planejamento estratégico.

Video - Cuba e Brasil, tráfico de sangue e seres humanos


Adoramos falar sobre o tema "conspiração", desde que a conspiração e as armações sejam movidas por países notoriamente conhecidos como berço dos "repteis malditos". Mas quando a "conspiração" está debaixo do nosso nariz... a gente finge que não vê.

Sabemos como os deuses trabalham para produzir energia densa que os alimenta e os mantém invisíveis entre nós. 

Sabemos também que todo tipo de conflito, tensão e medo são gerados pela manutenção das guerras (religiosas), "epidemias", desestabilização econômica e social. 

Eles precisam  desesperadamente de grande fonte de abastecimento humano, pois com a aproximação do fim de um ciclo, muitos seres serão despertados e estarão atentos a manipulação do ambiente nesses aspectos - o que dificulta manter esse ser dependente das forças "ocultas". 

Se essas forças estão as claras e sabemos como eles agem... não estão mais nas sombras, estão nus e visíveis.

Mas nem TODOS conseguirão escapar das garras desses seres de baixa evolução espiritualque necessitam desesperadamente de "matéria" para dar seguimento a suas agendas. Muitos estarão agarrados aos deuses como um carrapato, que ao tentar retira-los à força, sem uma estratégia e inteligencia... eles explodirão

Você já deve ter observado a proliferação absurda de novas igrejas por todo o nosso país.
Na minha região, em uma só rua, há 3 igrejas evangélicas. Em todo o bairro é possível perceber que há mais igrejas do que farmácia ou padaria. 

Elas estão sempre de portas abertas e tem sempre alguém aguardando você passar na frente para puxa-lo para dentro da casa. Infelizmente eles não sabem o que fazem... não os culpo, pois "os cabeças" usam os seres de pouca informação para suas obras (obreiros - servos dos deuses).

Estes se transformam em base, alicerces, tijolos que sustentam toda a hierarquia divina e mantém por milhares de anos uma escravidão sem algemas, sem questionamentos, apenas obediência cega.

Quando a coisa religiosa não funciona para muitos, os deuses entram com a politica partidária. Partidos dividem opiniões e atendem aos mesmo grupos de sempre. 

Tal qual acontece com o dogma religioso - seja lá a seita que você siga - você estará sempre servindo aos deuses, não importa o nome da placa na porta.

Voltando a "conspiração", tema que adoramos, mas pouco entendemos, quero aqui alertar aos que acompanham meus pensamentos, que a coisa tá feia... muito feia. Os deuses não vão facilitar a fuga expressiva de energias. Eles precisam delas desesperadamente.

Os que já despertaram, eles não têm como fazer mais nada. Mas para os que ainda estão em desequilíbrio em cima do muro... é bom se preparar. O tombo vai ser feio. 

laura botelho


Diário de Cuba
"Em Cuba, sangue e órgãos, tecidos ou partes do corpo são obtidos a partir de dadores voluntários e não compensadas que ignoram o negócio multimilionário com eles pelo governo cubano.
Além disso, as práticas-e altamente antiética mesmo escandalosa utilizado na coleta de sangue e material humano de que a Organização Mundial da Saúde (OMS) e da comunidade internacional considerou inaceitável. Também há dúvidas sobre a segurança, qualidade e eficácia destes produtos e a possível pretexto político por trás de sua compra.
"Importação" de médicos cubanos provocou debate e extensa cobertura da mídia no Brasil, no entanto, o comércio de produtos relatado como derivados de sangue e partes do corpo não veio à luz. E, enquanto as autoridades brasileiras se esforçam para integrar a produção biomédica e farmacêutica no Brasil e Cuba, o controle absoluto do regime militar cubano sobre a indústria e as exportações de tecnologia de dupla utilização para os estados terroristas, como o Irã e a Síria ainda não gerou qualquer questionamento público no Brasil."






Russia: Os empregadores do país estão se preparando para a guerra nuclear

As empresas e os empregadores são obrigados a fornecer aos seus funcionários com equipamentos de proteção individual em caso de contaminação de radiação ou química - comprar máscaras de gás e kits especiais.
Autor: Paul Нетупский, Via Gisele Emerick.
Foto: Valentin Ilyushin, "BaltInfo"
O objetivo do ministro de Situações de Emergência assinou ordem Vladimir Puchkov, que produzirá efeitos a partir de hoje - a protecção da população em caso de contaminação química ou radioativa. Todo o território de St. Petersburg está relacionada a um (mais alto) determinado grupo de defesa civil, inclusive pode ser sujeito a contaminação radioactiva em caso de um acidente de Leningrado NPP. Portanto, 100 por cento dos cidadãos devem ser fornecidos com máscaras de gás, quase um em cada três de St. Petersburg - como "equipamentos médicos de protecção individual" (kits com preparações especiais - AI-2).
A responsabilidade primária para a gestão da defesa civil do Ministério de Situações de Emergência detém os empregadores. Eles têm que comprar máscaras de gás a todos os funcionários e para criar uma margem de 5 por cento. Na ausência de armazéns necessárias executivos têm o direito de distribuir máscaras de gás e kits para os próprios funcionários, acusando-os de responsabilidade pela segurança do imóvel. . E tudo isso - a expensas próprias 
Qualquer falha em cumprir estes requisitos qualificar infrações administrativas como suficientemente graves: pessoas jurídicas podem ser multados de 100 a 200 mil rublos, seus gerentes ou outros funcionários - até 20 mil.
Cumprir com as regras, é claro, rentável. Afinal de contas, a máscara mais fácil no mercado St. Petersburg vale 150 rublos, AI-2 kit - 240 rublos. Isso é para garantir o empreendimento coletivo de 50 pessoas custa cerca de 12 mil rublos. Tendo em conta que, de acordo com a Comissão de Trabalho e Proteção Social de São Petersburgo, a cidade tem cerca de 3,1 milhões de pessoas, as despesas totais de negócios será superior a 700 milhões de rublos.
No entanto, além da compra de PPE, empregadores treinamento responsabilidade pelas regras de defesa civil, a coordenação com as administrações locais planos abrangentes e assim por diante. Tudo isto não é muito caro, como eventos incômodos. Por exemplo, a cabeça de cada organização ou pessoa designada outro diretor (presidente da comissão) deve passar por treinamento especial e de cinco em cinco anos para melhorar as competências nas instituições do Ministério de Situações de Emergência (incluindo Centro de Treinamento em São Petersburgo). A anuidade é gratuita, mas você precisa se inscrever e obter instruções para a administração do distrito. Para os trabalhadores comuns deve conduzir as aulas no currículo aprovado seguido consolidar os conhecimentos e habilidades em exercícios e treinamentos.
Os próprios empregadores estão convencidos de que a imposição sobre eles em matéria de obrigações de defesa civil parece mais uma tentativa de estrangular negócio. "Eu acho que o equilíbrio entre orçamento e pressão augmentable a negócios a serem respeitados, e nenhum controle de massa da empresa em termos de fornecimento de equipamentos de proteção individual não será, - diz Dmitry Karev, COO da empresa de terceirização Acsour. - Ter ou não ter a proteção pessoal - para resolver cada empregador. Em princípio, eles são baratos, e você precisa para comparar os riscos, custos, e assim por diante ".
Mas o diretor-geral da PM NAI Becar em St. Petersburg Natalia Skalandis estima que o custo do fornecimento de EPI equipe de 50 pessoas em cerca de 250 mil rublos. "A solução mais eficaz seria a introdução da obrigação de fornecer remédios individualmente. Ou seja, cada cidadão que ele deve comprar uma máscara de gás e um kit de primeiros socorros, como motoristas são obrigados a ter um extintor de incêndio e primeiros socorros car kit "- acredita Natalia Skalandis. 
Onde grandes riscos para as novas regras são capturados recentemente na ONG (sem fins lucrativos) organizações Desonra - ONGs. De acordo com o chefe da ONG "Centro de Recursos de Direitos Humanos" Mary Kanev, a protecção civil deve o Estado. "Requisitos para a aquisição de EPI - um encargo adicional para as organizações que muitas vezes emprega um ou, no máximo, três funcionários.Nesta situação, a pressão sobre as ONGs, talvez para alguns, será a "gota d'água" em uma escolha de capacidade para implementar, por exemplo, a caridade. De acordo com meus cálculos práticos, o cumprimento de todas as exigências do Rospotrebnadzor, RTN, FEMA, e outras agências Roskomnadzora vai custar um total de 80-500 mil rublos - dependendo do número de funcionários, espaço físico e outras nuances ", - a Sra Maria Kaniewska.
Enquanto isso, a maioria dos entrevistados jornalistas Empregadores "BaltInfo" não poderia comentar sobre as novas exigências e disponibilidade para cumpri-las. "Nosso especialista é apenas em um seminário sobre esta questão," - ". Imperial Fábrica de Porcelana" confessou o serviço de imprensa
Especialistas lembram que o procedimento adotado pelo acúmulo de equipamentos de protecção individual instalado em 1998 e aprovado pela lei federal sobre a base das suas regras. Não é mais uma empresa St. Petersburg, ficou sob os controlos pista, foi multado e recebeu uma prescrição MOE.
Além disso, algumas empresas tentaram impugnar a legalidade da imposição do ônus financeiro da prestação de negócios de defesa civil. Depois de garantir a segurança das pessoas, da sociedade e do Estado, incluindo a protecção civil, é a obrigação constitucional do Estado. Mas os tribunais superiores não encontrou nenhuma violação. "A defesa civil está organizada com base no princípio da territorial-produção. A regulamentação jurídica contestada, cabe às obrigações devido às especificidades de medidas para assegurar a defesa civil contra catástrofes, desastres naturais, epidemias e para eliminar as suas consequências, não pode ser considerada discriminatória, incondicional e, portanto, viola os direitos constitucionais do requerente " - concluiu o Tribunal Constitucional da Rússia.
Entrará em vigor a partir de 16 março ordem reduz a responsabilidade das autoridades públicas. Por exemplo, os regulamentos existentes anteriormente obrigado as autoridades dos sujeitos da Federação da Rússia para fornecer todas as crianças com câmaras especiais de protecção ou máscaras. Considerando que o novo documento a geração mais jovem não é mencionado, e os governos em todos os níveis são obrigados a comprar PPE principalmente para seus próprios funcionários e empregados de estruturas subordinadas. As administrações regionais também devem fornecer máscaras e kits toda a população não-trabalho, mas que, isso significa que o - permanece um mistério.
O serviço da North-West Regional Centro de Emergência de imprensa ainda não é capaz de comentar sobre o procedimento de jornalista "BaltInfo" para a aplicação da nova ordem.
FONTE:
http://www.baltinfo.ru/2015/03/16/Rabotodatelei-gotovyat-k-yadernoi-voine-483354

Via: http://illuminatielitemaldita.blogspot.com.br/2015/03/russia-os-empregadores-do-pais-estao-se.html?

Atenção: novo golpe oferece recurso de ligações no WhatsApp

Atenção: novo golpe oferece recurso de ligações no WhatsApp
Já faz alguns dias que o WhatsApp começou a liberar o recurso de ligações entre contatos do aplicativo. Porém, a função ainda não está largamente difundida entre os usuários, então muitos criminosos estão aproveitando essa brecha para atacar.
Um desses golpes é a distribuição de convites falsos para usar a novidade. Ele acontece mais ou menos assim: você recebe uma mensagem no seu WhatsApp o convidando para usar as novas ligações, mas, na verdade, é um link publicitário. Assim que você toca para aceitar o convite, o spam envia a mensagem para mais 10 pessoas da sua agenda, formando um ciclo vicioso — e ninguém recebe o recurso de ligações.
Outra forma para se proteger: não divulgue o seu número para pessoas desconhecidas e também não coloque em fóruns ou chats — o recurso de ligações real só é ativado se uma pessoa que possui o serviço ligar para você.
Divulgar seu número na internet pode gerar várias reações, desde stalkers e trotes até parar na lista de cadastro de call centers.
fonte:
http://m.tecmundo.com.br/whatsapp/76855-atencao-novo-golpe-oferece-recurso-ligacoes-whatsapp.htm

Via: http://illuminatielitemaldita.blogspot.com.br/2015/03/atencao-novo-golpe-oferece-recurso-de.html?

Brasil - Coronel da PM ameaça Dilma: “Estamos prontos para a luta armada”

Depois dos pedidos de intervenção militar pelas ruas do país no último domingo, ex-comandante da PM de Goiás se diz pronto para a “luta armada”

O ex-comandante da Policia Militar de Goiás, Coronel Pacheco, divulgou um vídeo [ver acima] em que critica a presidente Dilma Rousseff e ao ex-presidente Lula, além de ameaçar “pegar em armas” para destituir do poder o atual governo federal – eleito através do voto.
Exaltado, Pacheco chama Dilma de “chefe de quadrilha” e o ex-presidente Lula de “ladrão”. Ele diz, ainda, que não tem medo dos “guerrilheiros” da petista.
“Quero dizer pra você Dilma, pra você Lula ladrão, que eu não tenho medo dos seus guerrilheiros, e tenho certeza que as centenas de milhares de policiais militares dos diversos Estados desse País também estão prontos para ir para a luta armada para defender esse País”, disse Camilo em seu vídeo.
“Nós, policiais militares da reserva, não aceitamos mais ser roubados e ainda por cima, agora, ser ameaçados e oprimidos. Nós vamos defender a nossa sociedade e estamos prontos para qualquer convocação, seja oficial ou não, para lutar contra os seus guerrilheiros”, completou Camilo, que informou ser coronel da reserva remunerada há três anos.
O material, inicialmente divulgado pelo Diário de Goiás, faz referência à fala de Lula, que disse que os movimentos sociais iriam às ruas defender o governo Dilma.
Vários pedidos de intervenção militar no Brasil estiveram presentes nas manifestações de domingo. Alguns manifestantes chegaram a escrever seus cartazes em inglês.

Clube Militar pede ‘vigilância’

Os pedidos de intervenção militar que se fizeram presentes nas manifestações do último dia 15 parecem estar chegando ao seu destinatário. Nesta segunda-feira (16), o Clube Militar postou em seu site uma nota oficial saudando os protestos contra o governo e sinalizando certo apreço pela ideia de que as Forças Armadas intervenham nas decisões do executivo.
“Havemos de ter, a partir de agora, uma onipresente vigilância quanto ao que o governo pretende nos impor e quanto às medidas a serem implementadas por ele, prometendo buscar soluções para os problemas que nos afligem, diga-se de passagem, gerados por ele próprio em sua sanha despótica”, afirma o texto.
FONTE:

Via: http://illuminatielitemaldita.blogspot.com.br/2015/03/brasil-coronel-da-pm-ameaca-dilma.html?

EUA bate os tambores de guerra contra o Irã e a Venezuela

Tradução: Caminho Alternativo
(17-03-2015) Iniciou no passado 9 de março, nos Estados Unidos, uma contagem regressiva à uma guerra no Oriente Médio e na América Latina. Existe alguma relação entre a agressão estadunidense contra Venezuela e a ameaça aberta de ataque militar unilateral de Israel contra o Irã?

Venezuela

A opinião pública mundial e latinoamericana se viu surpreendida no passado 9 de março quando os Estados Unidos anunciou que a República Bolivariana da Venezuela, governada pelo presidente Nicolás Maduro, representa uma “ameaça para a Segurança Nacional dos Estados Unidos” motivando o presidente Barack Obama a declarar um “estado de emergência nacional” em seu país.
Rápidamente, grande parte dos países latinoamericanos manifestaram sua solidariedade com a Venezuela, mas tamanho anúncio do colosso do norte em relação ao seu vizinho sulamericano não deve ser avaliado como um mero ato isolado da política exterior tradicionalmente intervencionista aos seus vizinhos do sul, que desta vez possui como alvo a Venezuela.
Vislumbramos metas mais amplas que se dirigem não só contra toda a América Latina, a que EUA parece acreditar pronta para receber uma dose de “primavera latinoamericana”, senão também a um (re)posicionamento no Oriente Médio.
Neste mundo globalizado, resulta necessário ampliar nossa visão e ajustar o foco geopolítico para poder melhor compreender o que realmente está ocorrendo e o que está aparentemente exagerado na medida dos EEUU contra a Venezuela poderia estar antecipando para um futuro muito próximo medido não em apenas meses, senão em semanas.

Estados Unidos e Israel ou Israel e Estados Unidos?

Uma revisão sobre a sequência de uma série de eventos poderá ajudar-nos a entender o que estaria sendo jogado. O anúncio estadunidense da suposta “ameaça” representada pela Venezuela – que interpretamos como uma medida prévia à imposição de “sanções” no estilo das dirigidas contra o Irã, Síria e Rússia – ocorreu um dia antes de acontecer o tão esperado discurso do primeiro ministro israelense Benjamin Netanyahu diante ambas câmaras do Congresso dos Estados Unidos, na terça-feira 10 de março.
O objetivo explícito do mediático discurso do chefe de Estado israelense que tanto “incomodou” ao presidente Obama e a boa parte dos democratas, foi explicar aos legisladores estadunidenses, aos norteamericanos, e a todo o mundo, que as negociações estabelecias por Obama com o Irã em torno a seu plano nuclear “estão erradas”. Netanyahu explicou muito solto de corpo que as mesmas “não só não fecham o caminho do Irã à bomba (atômica); senão que abrem o caminho ao Irã à bomba”.
Parece que o primeiro ministro israelense conhece muito melhor que o presidente norteamericano quais são as medidas de política exterior que mais – ou menos – lhe convêm aos EUA.
Não é todo dia que o chefe de Estado de uma potência militar estrangeira é convidada ao Congresso dos EUA – violando as mais elementais normas da diplomacia, protocolo e bons costumes nas relações entre os Estados – para que lhe explique aos legisladores que seu próprio presidente está errado.
Isto fez surgir pela enésima vez dentro e fora dos Estados Unidos uma pergunta de enorme transcendência geopolítica não só para esse país senão – considerando que EUA é a única superpotência global – para todo o mundo: no marco da tão falada “relação especial” que existe entre Estados Unidos e o Estado de Israel, qual dos dois têm a última palavra em certos temas chave, Estados Unidos ou o Estado de Israel?
Após o discurso de Netanyahu em Washington diante as orgásmicas ovações de pé por parte de todos os deputados e senadores republicanos – cuja paixão, lealdade e emoção se estenderam muito além do que deveria marcar a prudência e auto-estima – parece que essa pergunta ficou, uma vez mais, eloquentemente contestada.
Os alinhamentos essenciais da política exterior dos EUA claramente são controlados por Israel. Ou, para ser mais preciso, os aspectos essenciais da política exterior dos EUA são controlados através da enorme pressão exercida por uma nutrida rede de dezenas – senão centenas – de poderosíssimas instituições pró-sionistas que operam coordenada e juntamente à favor de objetivos mundiais em comum.
Entre elas, encontramos o AIPAC (American Israeli Public Affairs Committee – Comitê Estadunidense-Israelense de Assuntos Públicos, onde na semana passada Netanyahu fez seu primeiro discurso ao chegar aos EUA), o Comitê Judeu Estadunidense (American Jewish Committee), o Congresso Mundial Judeu, a Liga Anti-Difamação, a Comissão Trilateral, o Conselho de Relações Exteriores (CFR) e literalmente dezenas de seus homólogos em práticamente todos os países do Ocidente.
Ocorre também que nesta terça-feira 17 de março haverá eleições para primeiro ministro em Israel.
Sabido é que se o governante Partido Likud de Benjamin Netanyahu ganhar essas eleições, uma nova guerra generalizada no Oriente Médio pode estar perigosamente próxima.
Já é conhecido que se ocorrer o anunciado (desde 2006) ataque militar unilateral por parte de Israel contra as instalações nucleares iranianas, esse ataque terá uma resposta militar imediata e fulminante por parte do Irã de efeitos devastadores para Israel.
Também é sabido que quando isto ocorrer, as câmeras da CNN, BBC, FoxNews, DW e demais multimeios globais ocidentais alinhados com o sionismo se encarregarão de mostrar desgarradoras cenas de morte e destruição dentro de Israel, que gerarão poderosíssimas correntes de solidariedade, simpatia e apoio à favor da “pequena Israel”. Entre outros, isto terá o efeito de arrastar a opinião pública norteamericana e a de seus aliados, à favor da intervenção militar à favor de Israel, goste ou não a Casa Branca.
Entenda-se: por cima da Casa Branca, do 10ª Downing Street, do Paláis de Elysee e das demais sedes de governo da União Européia e da aliança anglo-saxónica, existe um poder privado muito mais forte, vasto, global e com capacidade de planejamento a longo prazo.

Preparados, prontos… já!

Em previsão de ver-se envolvido numa nova mega-guerra no Oriente Médio que ocasionará todo tipo de transtornos aos Estados Unidos e seus aliados, especialmente rupturas no vital abastecimento de petróleo proveniente da zona do Golfo Pérsico cujo estratégico Estreito de Ormuz é controlado pelo Irã, resulta previsível que Estados Unidos dirija em forma “preventiva” seu olhar a outras fontes de petróleo, mais próximas de casa. Em direção à Venezuela, por exemplo.
De maneira que declarar a Venezuela como uma “ameaça a sua segurança interna” (!) lhe “abre o caminho”, como diria Bibi Netanyahu, a um grande operativo de guerra psicológica dirigida contra o governo venezuelano de Maduro e têm dos claros objetivos.
Em primeiro lugar, pressionar a Venezuela para que siga entregando o milhão de barris de petróleo diários que até agora fluem desde a Venezuela.
Em segundo lugar, em caso de que as coisas fiquem muito feias e a Venezuela se solidarizar com o Irã e outras nações muçulmanas ou que pudesse derivar numa suspensão da provisão de seu petróleo aos Estados Unidos, então EUA – sempre “em defesa de sua ameaçada segurança nacional” – se considerará “justificado” de dar o golpe através de uma intervenção militar na Venezuela.
É claro que, perante o mundo, isto seria feito em nome da “democracia”, dos “direitos humanos” e da “liberdade”; mas terá os mesmos efeitos devastadores para a Venezuela que similares operações “democráticas” e “libertadoras” promovidas pelos EUA e seus aliados no Iraque, Líbia, Síria, Afeganistão e outras nações.
Além disto, devemos dar por descontado que infiltrados dentro da Venezuela – como em todos os países latinoamericanos – existem disfarçados grupos de mafiosos, traidores, narcos e criminais, sempre prontos a alinhar-se com os Estados Unidos em contra de seu povo e o governo legítimo do presidente Maduro. Da mesma forma como vimos com os “lutadores pela liberdade” na Líbia em 2011 e na Síria em 2012/13; hoje mutados em “ISIS / Estado Islâmico”, monstruoso “Frankenstein” criado pelos EUA e seus aliados, segundo a descrição do General Wesley Clark dos EUA.
Se por ventura Netanyahu não ganhar as eleições e em seu lugar o fizer o partido laborista do Sr. Herzog e sua aliada Tzipi Livni, isto talvez dê ao mundo uma trégua nesta guerra anunciada, mas não significa que o mundo possa respirar em paz.
O laborismo israelense claramente representa uma visão mais moderada e não fundamentalista do sionismo, mas igual identifica o Irã como seu principal inimigo na região.
Deve-se compreender que na Israel de Rothschild, a esquerda e a direita não representam tanto visões e projetos de governo diferentes nem antagônicos, senão que são duas caras de uma mesma moeda.
Ao igual que os republicanos e os democratas nos EUA, ambos sustentam e promovem guerras imperialistas no Oriente Médio e outras partes do mundo, embora o façam com diferentes estilos. George W Bush, Dick Cheney e Condoleeza Rice guerreavam em nome do “destino manifesto” quase religioso, próprio de fanáticos fundamentalistas da ultra-direita, enquanto que Barack Obama, John Kerry e Hilary Clinton o fazem segundo preceitos ideológicos de “democracia”, “direitos humanos” e “liberdade”.
Dois caminhos, com distintos níveis de hipocrisia, que possuem uma única meta que para os países vítima só termina em sangue, destruição e morte.
Quando as bombas e os drones chovem destruição sobre os povos do mundo, pouco importa saber se o botão o apertou um presidente democrata ou um republicano; um primeiro ministro do Likud ou um laborista.
De forma que a leitura que fazemos sobre as “tensões” que repentinamente surgem em torno à Venezuela conformam, entre outras coisas, parte dos preparativos logísticos para uma iminente guerra generalizada no Oriente Médio cujo alvo primário é o Irã.
Essa agressão injustificada contra o Irã também permite vislumbrar outro plano vasto dirigido contra nossa região: a intensificação de uma “primavera latinoamericana” da que estamos alertando há vários anos.
Hoje, Venezuela é o primeiro alvo. Tristemente, o segundo alvo o representa meu país, Argentina, especialmente após o assassinato do promotor da explosão da sede da AMIA/DAIA em Buenos Aires, Alberto Nisman, por volta de janeiro. Operando desde 2004 como agente israelense infiltrado no governo argentino, existem poderosos indícios de que Nisman deve ter sido eliminado pelos seus ao não conseguir evidência sobre uma suposta “pista iraniana” em torno àquele atentado de julho de 1994. Se Nisman tivesse declarado públicamente diante o Congresso Argentino em 19 de janeiro segundo estava previsto, isto teria representado o início do fim dessa falsa “pista iraniana”; mas esse é um capítulo separado dentro desta perigosa história.

Primeira Guerra Global

Voltemos ao Irã: se Israel ataca o Irã, este país responderá a sangue e fogo. Logo, EUA intervirá apoiando à “pequena Israel”, como desde sempre. Israel sabe muito bem que o controle que exerce sobre os Estados Unidos é tão completo que poderá seguir atuando como o proverbial menino malcriado e teimoso que costuma insultar e buscar pleitos com todo o mundo, lançando o grito aterrador de: “faça o que te ordeno; senão vou contar ao meu irmão maior!”.
O que ocorre é que por trás do Irã está a Rússia cujos líderes são plenamente conscientes que seu país é percebido como a maior cilada para o sonho messiânico de impôr um Governo Mundial – já não de fato como hoje senão de direito – com o qual vêm batalhando silenciosamente a aliança Rockefeller-Rothschild há muitas gerações.
Logo de ver o que o Ocidente é capaz de fazer e arriscar na Ucrânia, Rússia bem compreende que de maneira alguma pode ceder perante as potências ocidentais. Não o pode fazer na Síria, não o pode fazer na Ucrânia e muito menos poderá ceder no Irã.
Uma guerra entre Israel apoiada pelos EUA e seus aliados, contra o Irã respaldada pela Rússia? Isto seria o equivalente nem mais nem menos ao que chamamos uma “Primeira Guerra Global”. Suas consequências são quase imprevisíveis.
Dizemos “guerra global” e não mundial, pois se o século XX foi o das “guerras mundiais” entre Estados Nacionais Soberanos, neste complexo século XXI, porém, os principais e mais poderosos atores são entidades difusas e em grande medida privadas que se estabeleceram por cima dos Estados nacionais, os que em sua maioria deixaram de ser autenticamente soberanos.
Hoje a última palavra a têm uma rede supranacional de poderosíssimos bancos, empresas multinacionais, lobbies, ONGs, multimeios manipuladores de opinião pública, todos operando coordenadamente à favor dos objetivos distantes do interesse dos povos, dentro de uma intrincada rede de poder, pressão e choque.
Alerta vermelho, então, para Venezuela, Irã, América Latina e Oriente Médio.
Os tambores de guerra se ouvem cada vez mais forte.
Adrian Salbuchi
Adrian Salbuchi é analista político, autor, apresentador do programa de televisão “Segunda República” pelo Canal TLV1 da Argentina. Fundador do Projeto Segunda República (PSR) – http://www.proyectosegundarepublica.com/
voltar ao topo, inicio