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sábado, 14 de março de 2015

Jornalista, antigo conhecido de Dilma relata: “Se eu conheço bem a Dilma, ela renuncia”

Publicado por Revolta Brasil em 14 março, as 15 : 57 PM Print
Jornalista, antigo conhecido de Dilma relata: “Se eu conheço bem a Dilma, ela renuncia”


Políbio Braga, jornalista independente e antigo conhecido da atual e reeleita presidente do Brasil, Dilma Rousseff, em seu canal no youtube resolveu falar dos desmandos de seu governo e reprovação generalizada que tem feito com que sua popularidade caia mais a cada dia chegando a patamares próximos de um único dígito.
Analisando os  fatos e a comoção nacional apática ao governo petista, Políbio Braga foi enfático ao dizer: ”Se eu conheço bem a Dilma, ela renuncia”
Via: http://www.revoltabrasil.com.br/corrupcao-2/5784-jornalista-antigo-conhecido-de-dilma-relata-se-eu-conheco-bem-a-dilma-ela-renuncia.html

Veja o vídeo:


Veja também:

APROVAÇÃO de DILMA cai a menos de 10%. Planalto DESESPERADO. Castelo de cartas do PT pode ruir.

APROVAÇÃO de DILMA cai a menos de 10%. Planalto DESESPERADO. Castelo de cartas do PT pode ruir.


Se já existiu alguma vez um governo de coalizão, com Dilma Roussef isso definitivamente acabou. Contudo, o que os últimos escândalos mostram é que na verdade nunca houve qualquer coalizão, aparentemente o que fazia com que o governo conseguisse apoio e aprovação de seus projetos era o simples e nojento suborno.
Com a troca da maioria dos parlamentares federais e o deslanchar de operações como a lava – jato, aliado à atual intensa troca de informações da sociedade de oposição, que consegue a cada dia engajar mais pessoas no projeto de um novo país, deputados federais e senadores aos poucos percebem que estão sob intensa vigilância. Suas ações, seus bens e até sua agenda são minuciosamente vigiados. A onda de legalidade é avalassadora e aquele que ousar resistir deve ser arrastado.
Fernando Collor pouco antes do início do processo de IMPEAChMENT obteve índices de (im) popularidade similares aos que Dilma agora possui. Segundo o INFOMONEY, pesquisas encomendadas e realizadas durante os próximos dias mostrarão a aprovação de Dilma chegando a menos de 10%, mas só devem ser apresentadas no final de março.
Revista Sociedade Militar – Revista Verde e Amarelo.

Brasil, Pátria Educadora

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Clóvis Puper Bandeira
Em seu primeiro discurso após tomar posse no segundo mandato, a presidente Dilma, falando da maneira confusa como costuma se expressar, dedicou várias partes de sua fala a autoelogios e promessas impossíveis de cumprir. O que não é novidade.
Lançou, também, o lema de seu novo governo: “Brasil – Pátria Educadora”. Perfeito. Ninguém pensa em contestar a necessidade premente de grande esforço para melhorar nosso padrão educacional, motivo de vergonha em todos os testes nacionais e confrontos internacionais em que os estudantes brasileiros são avaliados.
Que bom se fosse verdade!
Poucos dias depois, a prioridade do governo federal para a educação começou a ser demonstrada.
Iniciou com um corte de sete bilhões de reais no orçamento da educação.
Prosseguiu com o fechamento do Museu Nacional, da UFRJ, a mais antiga instituição científica do Brasil e o maior museu de história natural e de antropologia da América Latina, criado por D. João VI em 1818. O Museu Nacional ficou fechado durante todo o Carnaval, quando centenas de turistas procuravam aproveitar a estada no Rio de Janeiro para visitar a renomada instituição.  Motivo do não funcionamento: falta absoluta de verbas para pagamento das empresas contratadas para os serviços de higiene e de segurança.
O mesmo problema atinge a totalidade das universidades federais, a maioria das quais ainda não começou seu ano letivo. Algumas pretendem fazê-lo em abril, se for possível. Todo o primeiro trimestre terá sido desperdiçado e as aulas serão condensadas ou substituídas por trabalhos de pesquisa que, em tempos de Internet, resumem-se a um copiar-colar sem nenhum efeito no aprendizado.
Como costuma acontecer em nossa Pátria mãe tão distraída, nenhum organismo representativo dos alunos, de seus pais, dos professores, faz qualquer pronunciamento sobre este desrespeito criminoso, este descaso com o futuro dos jovens e do país.
Mas somos uma Pátria educadora – belo mote.
Para demonstrar cabalmente a preocupação do governo Dilma com a educação, temos, finalmente, o caso do FIES – Fundo de Financiamento Estudantil, destinado a financiar a graduação na educação superior de estudantes matriculados em instituições não gratuitas.
Novos estudantes não conseguem inscrever-se no programa, pois o processo pela Internet é bloqueado antes do registro do candidato.
E os membros já participantes do FIES não receberam, até agora, a importância relativa às primeiras mensalidades do ano, estando inadimplentes em suas faculdades e sendo ameaçados de cobrança de multas e juros pelo atraso.             Também eles não conseguem nenhuma explicação sobre a situação, seja através do portal do MEC na Internet ou da central de atendimento telefônico.
As diversas bolsas e fundos beneficentes criados pelo governo nos tempos das vacas gordas começam a não funcionar na atual situação delicadíssima das finanças públicas.
E ainda vem nossa suprema mandatária proclamar majestosamente, do alto de seu trono de semideusa no Olimpo, que somos uma Pátria educadora.
Ainda bem que suas palavras merecem cada vez menos crédito, o que se reflete nas estrondosas vaias com que tem sido recebida, até mesmo em locais preparados para saudá-la.
Tristes tempos estes em que vivemos: a esperança em melhores dias desmorona, adiada cada vez mais para longe, a situação econômica, política e social degringola, a cada dia somos surpreendidos com novos escândalos, corrupções e falcatruas e as falas de nossas autoridades não merecem o menor crédito.
Só mesmo dizendo como o MEC autoriza: nóis merece, nóis votemo…
Clovis Purper Bandeira, General na reserva, é Editor de Opinião do Clube Militar.

STEDILE RECOMENDA QUE MILITANTES “ENGRAXEM AS BOTAS PORQUE O JOGO SÓ ESTÁ COMEÇANDO”

O principal dirigente do MST no país, João Pedro Stedile, apelou nesta quinta-feira em Porto Alegre, durante ato em defesa da Petrobras, para que a presidente Dilma Rousseff “não se acovarde” diante da pressão de setores do país “que querem tomar o poder no grito”. Diante de um público estimado em 5 mil pessoas pela Brigada Militar, Stedile comparou a situação política atual ao período da Legalidade, quando João Goulart foi impedido de assumir a Presidência com a renúncia de Jânio Quadros. Ele prometeu “botar o povo na rua” depois das manifestações do próximo domingo, para garantir que o país “faça as reformas necessárias”.

— Se a burguesia tentar dar um golpe, nós temos que assumir um compromisso de ocupar as praças, acampar, fazer vigílias e daqui do Rio Grande, como foi na campanha da Legalidade (em 1961), exigir respeito à democracia, manter o povo unido e marchar a Brasília para exigir que esses idiotas da Globo e do capital internacional, que querem botar a mão no pré-sal, respeitem a democracia e o povo possa avançar. Esperamos também que a nossa companheira Dilma tenha a coragem do velho Brizola. Dilma, não se acovarde. Não caia na esparrela do ajuste neoliberal – discursou.

E mandou um recado à militância:

— Engraxem as botas e as chuteiras, que o jogo só está começando. Quem não tiver barraca compre uma. Compre um tênis. Estamos aqui no vestiário, só nos preparando.

As declarações foram feitas durante ato em defesa da democracia, da constituinte da reforma política e da Petrobras. A manifestação fez parte da agenda de ações que ocorrem em várias outras cidades do país nesta quinta-feira. Desde as 7h militantes ligados à CUT, à CTB, ao MST e à Via Campesina, entre outras entidades, ocuparam ruas de cidades da Região Metropolitana com faixas em defesa da estatal e contra o ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

Segundo os organizadores, cerca de 50 ônibus locados transportaram militantes de várias cidades até Porto Alegre. Havia delegações de cidades da Serra, como Caxias do Sul e Farroupilha, e de regiões mais distantes da capital, como Lagoa Vermelha, no Norte.
Camponeses da Via Campesina participam de ato em Porto Alegre em defesa dos direitos dos trabalhadores e da Petrobras. - Divulgação/ MST
No mês passado, em ato em defesa da Petrobras, na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro, o ex-presidente Lula também conclamou os militantes a defender o governo e a democracia.

— Quero paz e democracia, mas também sabemos brigar. Sobretudo quando o Stédile colocar o exército dele nas ruas — disse durante o ato.

Na segunda-feira passada, Stédile esteve reunido em São Paulo com o ex-presidente Lula para definir a estratégia das manifestações em favor do governo petista. A liderança sem-terra afirmou que as manifestações vão continuar nesta sexta-feira em várias cidades do país e também na semana que vem, após os atos marcados pela oposição para este domingo.

O líder do MST usou o mesmo argumento do PT ao dizer que a corrupção é provocada diretamente pelo atual modelo de financiamento das campanhas eleitorais. Stédile afirmou que “meia dúzia de gerentes filhos da puta e ladrões” não podem comprometer o papel estratégico da Petrobras para a economia do país e que os casos de pagamento de propina são “endêmicos” em governos liberais.

Stedile também criticou a composição do Congresso que, de acordo com o dirigente sem-terra, foi 70% comprado pelo financiamento privado de campanhas.

— Hoje não temos mais parlamentares do PT, do PC do B, do PDT, do PMDB. Hoje nós temos a bancada ruralista, a bancada da Gerdau, a bancada da Vale, a bancada da Bala, a bancada dos filhos da puta, menos a bancada da classe trabalhadora — criticou.

O sem-terra também fez uma autocrítica ao dizer que os movimentos que têm deixado a presidente Dilma “acuada” são “fruto dos nossos erros” — citando a publicidade oficial em grandes veículos de comunicação que segundo ele fazem oposição ao governo como um desses erros. E completou, em referência ao governo:

— Quem planta pepino não colhe melancia, só colhe pepino.

Stédile também disse que não vê problema nas manifestações antiDilma e pró impeachment marcadas para este domingo em capitais do Brasil. Mas ressalvou que não aceitará “ameaças”. Durante o dia, a assessoria do MST divulgou uma nota afirmando que Stédile tem sofrido ameaças de morte e citou um anúncio que circula pela internet que pede o líder sem-terra “vivo ou morto” em troca de recompensa de R$ 10 mil. O caso foi denunciado à Polícia:

— Estão estimulando que o dia 15 vai ser não sei o quê. Não temos problema que a burguesia vá para as ruas no dia 15. Não é esse o problema, pode vir. Mas venham para discutir ideias, não para fazer ameaças. Porque nós vamos botar o povo na rua amanhã (hoje, quinta) e depois do domingo também. Isso significa que essa jornada só está começando. Depois do dia 15, dona Globo e dona burguesia, nós voltaremos às ruas para garantir os nossos direitos.

Em entrevista depois do ato, o líder sem-terra criticou a presidente Dilma e disse que ela foi eleita para fazer reformas populares, e não um ajuste neoliberal. Stédile criticou os cortes orçamentários na educação e na saúde e lembrou que desde outubro do ano passado nenhum novo contrato do programa Minha Casa Minha Vida foi assinado.

Também disse que o MST continua esperando pelos assentamentos prometidos por Dilma na campanha. Stédile pediu que a presidente oriente o Ministério do Desenvolvimento Agrário e o ministro Joaquim Levy a cumprirem as promessas eleitorais — ele citou que, nos dois últimos anos, apenas 17 mil famílias foram assentadas, das mais de 90 mil que continuam acampadas no país.

O sem-terra também defendeu a estatização da Companhia Brasileira de Alimentos (Conab), transformada pelo PTB, segundo ele, em paraíso para as “negociatas do agronegócio”.

— Dona Dilma, entregue a Conab aos camponeses porque nós sabemos produzir alimentos para o povo sem roubalheira — afirmou.

No mês passado, em ato em defesa da Petrobras, na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro, o ex-presidente Lula também conclamou os militantes a defender o governo e a democracia.

— Quero paz e democracia, mas também sabemos brigar. Sobretudo quando o Stédile colocar o exército dele nas ruas — disse durante o ato.
Fonte O Globo
Via: http://www.libertar.in/2015/03/guerra-civil-stedile-recomenda-que.html

EUA podem endossar oficialmente tese de fraude eletrônica nas nossas eleições 2014

Published on março 13, 2015 by Fim dos Tempos.Net   ·   No Comments
Em 29 de outubro de 2006 o poderoso matutino The New York Times denunciou que os EUA investigavam a presença das mãos do governo de Chávez num suposto golpe eletrônico em urnas, em vários países. O centro de tudo era a empresa venezuelana Smartmatic. Empresa essa que, aliás, também trabalhou no Brasil prestando seus serviços nas eleições presidenciais de 2014. Nas eleições presidenciais de 2014 a empresa recebeu um contrato junto ao TSE no valor  de R$ 136.180.633,71 (cento e trinta e seis milhões, cento e oitenta mil, seiscentos e trinta e três reais e setenta e um centavos)
Esse contrato foi revogado meses depois com sua publicação no Diário Oficial da União.
Sabem qual o problema de tudo isso, que muitos lerão como “mais uma teoria conspiratorial”?  É que no próximo dia 21 de março a presença da Smartmartic no Brasil vai ser discutida nos EUA, no prestigioso The National Press Club. Falarão sobre o tema o ex-presidente colombiano Alvaro Uribe, Olavo de Carvalho, o irmão do ex-presidente Bush, Jeb Bush, e o sempre sério e respeitado senador Marco Rubio. Confira:
Ou seja: os EUA passam a endossar, justamente nestes tempos bicudos, a tese de que o Brasil pode ter sofrido um golpe eletrônico chavista.
Tecnicamente isto é possível, como este blog já trouxe em primeira mão em Novembro passado.
Agora, os dois pontos polêmicos contra a Smartmatic:
1) O general venezuelano Carlos Julio Peñaloza que foi Comandante Geral do Exército da Venezuela e há alguns anos vive exilado em Miami, descreveu o controle dos resultados das eleições venezuelanas. Confira abaixo a tradução:
Cuba desenvolveu um Plano de Controle Eleitoral Revolucionário (PROCER) na Venezuela, que inclui a manipulação das máquinas de votar e cujo objetivo é estabelecer neste país um regime comunista sob uma fachada eleitoral democrática.
Em artigo anterior sobre a SMARTMATIC, afirmei que essa empresa, fundada por quatro inteligentes engenheiros venezuelanos recém-graduados, foi o cavalo de Tróia desenhado pelo G2 cubano para controlar as eleições venezuelanas. No presente escrito descreverei a forma como se formulou e desenvolve esse plano, cujo objetivo é perpetuar um governo comunista por trás de uma máscara democrática na Venezuela.
O que lerão na continuação não é ficção científica nem especulações, senão o produto de uma detalhada investigação sobre tão delicado tema. É parte de uma seqüência de artigos escritos na convicção de que quanto mais conheçamos a fraude eletrônica que se nos aplica, melhor poderemos combatê-la. O que não devemos fazer é ignorá-la ou, pior, negá-la.

O “Plano de Controle Eleitoral Revolucionário” (PROCER), é a primeira aplicação cibernética do “Projeto Futuro” de Fidel Castro. Este mega-plano foi formulado como parte da estratégia a utilizar no cenário internacional que Castro chamou de “a batalha das idéias”. O objetivo é construir o que eles chamam a “Pátria Grande Socialista”, dirigida vitaliciamente por Fidel e seus sucessores mediante o controle das mentes nos países dominados. Isto aparece escrito em detalhes no meu livro “O império de Fidel”, que circulará nos próximos dias. O plano PROCER é só uma faceta de um plano mestre que vai além do meramente eleitoral.
O “Plano PROCER” foi desenvolvido no máximo segredo por um seleto grupo dos mais brilhantes professores e alunos da Universidade de Ciências Informáticas (UCI) de Cuba, em conjunção com o G2. Seu objetivo foi controlar o sistema eleitoral venezuelano desde Havana para potencializar o carisma e popularidade de Chávez. Na Venezuela seria fácil desenvolver o plano, dada sua arraigada cultura do voto. Este país conta, além disso, com recursos financeiros para custear o investimento e tem predisposição ao uso de tecnologias avançadas.

A “Universidade de Ciências Informáticas” (UCI) de Cuba, foi fundada em 2002 como um projeto favorito de Fidel desde que o chefe do G2, Ramiro Valdés, lhe vendeu a idéia. Este centro de estudos tem seu pedigree na inteligência militar cubana porque foi criado nas antigas instalações da “Base Lourdes”. Esta instalação secreta era a sofisticada estação de rádio-escuta e guerra eletrônica soviética criada para espionar e atacar ciberneticamente os Estados Unidos durante a Guerra Fria. A instalação foi inicialmente operada exclusivamente por brilhantes técnicos em comunicações e computação da URSS, mas depois do colapso soviético passou para mãos cubanas. Antes de se retirar, os soviéticos deram treinamento técnico aos novos operadores do G2 cubano. Na UCI forma-se o creme e a nata dos experts em telemática e espiões eletrônicos cubanos. A telemática é disciplina que se ocupa da integração dos sistemas informáticos de controle e comunicações em projetos cibernéticos aplicados a sistemas sócio-políticos como o “PROCER”.
A UCI serve de fonte de pessoal técnico e cobertura para a “Operação Futuro”, a mais apreciada jóia da coroa cubana. “Futuro” é o nome-chave do desígnio hegemônico de Fidel na Hispano-América. Para conseguir esse objetivo, a UCI dirigida pelo G2 cubano desenha e executa uma série de projetos telemáticos super secretos, que vão desde o controle de identidade até aplicações eleitorais e controle cibernético do governo e do Estado. Estes projetos estão enquadrados em um cenário estratégico que Fidel chama “a batalha das idéias”.
O plano “PROCER” para a Venezuela complementa a política de infiltração de agentes e guerrilheiros que Fidel manteve desde que chegou ao poder em 1959. Constitui o passo decisivo que permitirá aos irmãos Castro dominar a Venezuela.

A arma cibernética tem como objetivo a penetração dos sistemas informáticos de alguns países vizinhos através de seus sistemas de comunicações. Esta estratégia permitiria obter informação classificada e eventualmente controlar os países escolhidos, em conjunção com os agentes cubanos infiltrados em seu seio e seus colaboradores. Depois do colapso soviético esta idéia permaneceu congelada por longo tempo por falta de recursos. A chegada de Chávez ao poder em 1999, permitiu a Fidel contar com financiamento adequado para desenvolvê-la. Naquela ocasião, o “PROCER” estava pronto.
2) A operação eleitoral levada a efeito pela Smartmatic na Venezuela, segundo o general, dispunha de uma “rede top secret”, uma espécie de intranet paralela que permitiria o controle da votação e encaminharia os dados da votação em tempo real para um data center provavelmente instalado em Cuba.
Este post alerta o leitor a algo bem simples: os EUA entraram de cabeça, agora, na tese de que nossas eleições foram fraudadas.
Diz algo, não?
FONTE: https://br.noticias.yahoo.com/blogs/claudio-tognolli/eua-passam-a-endossar-oficialmente-tese-de-fraude-151559066.html

Via: http://fimdostempos.net/eua-podem-endossar-oficialmente-tese-de-fraude-eletronica-nas-nossas-eleicoes-2014.html

Transplantes de cabeça poderão ser realidade em dois anos

Um novo projeto polémico e envolvido numa tempestade de questões éticas pretende realizar o primeiro transplante de cabeça humana em 2017.

Proposto pela primeira vez há dois anos pelo neurocientista Sergio Canavero do Turin Advanced Neuromodulation Group, em Itália, a ideia pretende melhorar a condição de pessoas que sofreram danos graves nos nervos por causa do cancro.
Os maiores desafios envolvem a conexão da medula espinhal cortada da cabeça transplantada na medula espinhal do destinatário, e descobrir como a introdução de uma parte tão grande sem o corpo rejeitar, serão estudados ao longo dos próximos dois anos, prevê Canavero.
Este mês, ele esboçou a técnica de transplante que pretende seguir na revista Surgical Neurology International, e irá anunciar o seu plano para colocar o projeto na conferência anual da Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos e Neurológicos (AANOS), nos EUA em junho. Já se passaram quase cinco décadas, desde o primeiro transplante de cabeça "bem sucedido".
E a última experiência foi terrível. Em 1970, a cabeça de um macaco foi colocada no corpo de outro na Escola da Universidade Case Western Reserve, nos EUA. Os cientistas não foram capazes de fundir as medulas espinhais, sendo que o macaco destinatário não conseguia mover o seu novo corpo, e teve que ter respiração assistida, morrendo apenas nove dias após o procedimento.

Como funciona o transplante

Mas Canavero pensa que atualmente existe tecnologia e experiência para fazer muito melhor. Ele descreveu o processo a Helen Thomson, na New Scientist. O processo começa com o arrefecimento tanto do corpo como da cabeça para que as células não morram quando forem privadas de oxigénio através do processo.
Em seguida, o pescoço é cortado e todos os vasos sanguíneos cruciais são ligado a tubos enquanto a medula espinal, que une a cabeça ao corpo é cortada. "A cabeça do destinatário é, então, mudada para o corpo do dador e as duas extremidades da medula espinhal - que se assemelham a dois feixes densos são fundidas". afirma Thomson.
"Para conseguir isso, Canavero pretende libertar a área com um químico chamado polietileno glicol, e acompanhar com várias horas de injecções da mesma substância. Assim como a água quente faz o esparguete seco prender-se, o polietileno glicol incentiva a gordura nas membranas das células a unirem-se, acrescentou Thomson.
Canavero disse a Thomson que a etapa final seria costurar os músculos, voltar a alimentar os tecidos com sangue e induzir um coma de três ou quatro horas para deixar o corpo a curar-se a si mesmo enquanto eletrodos embutidos estimulam a medula espinhal para reforçar as novas conexões nervosas.
O destinatário não será capaz de levantar-se e caminhar logo após a cirurgia, diz ele, sendo que o dano à medula espinhal levaria cerca de 12 meses a cicatrizar completamente. No entanto, o destinatário iria manter a sua antiga voz. Parece simples, mas é será realmente tudo o que há para fazer? Aparentemente não, uma vez que alguns dos procedimentos nunca foram testados antes.

Procedimento seguro?

De facto, não se sabe sequer se o plano para usar o polietileno glicol para fundir as medulas espinhais poderá funcionar. Da mesma forma, não há nenhuma evidência de que a conectividade de espinhal medula e do cérebro conduziria a função sensitiva ou motora útil após o transplante de cabeça, acdedita Richard Borgens, diretor do Centro de Pesquisa em Paralisia na Universidade de Purdue, nos EUA.
E depois há também o problema da rejeição. E se o corpo parar automaticamente rejeitando a cabeça?. Ainda assim esta é uma realidade com a qual os seres humanos terão de começar a preparar-se para viver, se não no prazo de dois anos, talvez na próxima década. O avanço da medicina e da tecnologia será eventualmente capaz de fazer transplantes de cabeça humana com sucesso? O que acha? Diga-nos o que pensa acerca disso nos comentários. 
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