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sábado, 5 de dezembro de 2015

Foto da Alma - A Tecnologia, a Mente e a Evolução Espiritual

Qualquer verdade passa por três estágios: Primeiro, é ridicularizada. Segundo, é violentamente combatida. Terceiro, é aceita como óbvia e evidente.Schopenhauer
Tal como as sociedades avançadas do espaço utilizam a tecnologia como um suporte e um trampolim para a Evolução Espiritual, tal como afirma Alex Collier neste vídeologo ao minuto 4.00, no Planeta Terra a tecnologia não serve apenas para embotar o ser humano numa hipnose coletiva que o insere ainda mais profunda e perigosamente, numa mentira milenar, trazendo dor e sofrimento a uma grande maioria da humanidade.
Serve também para aqueles que estão mais despertos se orientarem e evoluírem no caminho espiritual, porque neste mundo, plano dual, tudo tem duas faces... ou o seu oposto.
Sejamos otimistas e esperemos que desta vez a tecnologia não sirva apenas para nos destruir, porque infelizmente tudo tende a se repetir e os Media, não participam da Evolução Humana, muito pelo contrário, pertencem ao poder instituído milenarmente e são o obstáculo mais poderoso do qual dispõe... especialmente a televisão. A Televisão, (a caixa negra, não esquecendo que há uma guerra pela nossa consciência), impede o ser humano de desenvolver a sua imaginação, uma vez que as mensagens e imagens por ela transmitidas, não são imaginadas pelo telespectador, mas colocadas na frente  dele, impingidas, estando este com o cérebro em ondas alfa, portanto, num estado semi hipnótico e não no estado de vigília. Tanto é que a maioria vê filmes de ficção e acha que tudo aquilo é irreal, que não existe. Mas que grande ironia. Como não existe, se está na Mente? Só não existe para quem não sabe que o Universo é Mente.


Por Carlos Cardoso de Aveline:

«A mente humana é mais ampla do que o cérebro, seu principal instrumento no plano físico. Com um quilo e meio de peso e 14 bilhões de células, o cérebro tem uma possibilidade quase infinita de conexões e percepções. Ainda assim, é apenas uma ferramenta. A mente está presente em todo o corpo e sabe se expressar também de modos não-cerebrais. As células do corpo inteiro têm suas formas próprias de inteligência. Há na mente humana algo como uma tela receptiva por onde desfilam imagens e pensamentos. Algumas dessas imagens são de produção própria, outras apenas repetições. O grau de criatividade ou repetição varia conforme o momento e o temperamento da pessoa.

Em todos os casos cada ideia que passa por essa tela consciente traz consigo certa quantidade de energia e causa uma determinada impressão sobre o nosso estado de espírito. Esse, por sua vez, influencia o funcionamento de todo o corpo. Este motivo é suficiente para que seja correto observar, selecionar e dirigir o processo pelo qual as imagens mentais são produzidas em nossa consciência. Além disso, e mesmo que permaneçam subconscientes, as ideias e impressões que habitam nosso mundo interior estabelecem relações invisíveis com o mundo psicológico das outras pessoas. 
Conscientes ou subconscientes, as imagens felizes fazem com que nos sintamos física e emocionalmente bem. Elas nos conectam com mais força aos outros seres, desfazem nossos muros, despertam otimismo e nos possibilitam viver plenamente. Já as imagens negativas são úteis como indicações de que há sentimentos ou situações que devemos observar e compreender, e depois abrir mão deles. O ser humano tem a liberdade de controlar seus estados de espírito. A lei do Carma ensina que cada homem é o absoluto legislador e diretor do seu destino. Há milhares de anos o indivíduo humano busca o autoconhecimento e aprimora suas técnicas de autocontrole para alcançar uma felicidade estável, que não dependa dos altos e baixos externos da vida. A religião, a filosofia, a arte e a psicologia vêm buscando essa meta há muito tempo e com êxito lentamente crescente. A mente subconsciente é diferente da mente cerebral porque ocupa todo o corpo humano. Ela inclui a vitalidade de cada uma das suas células, e também tem consigo o poder da intuição e da criatividade. Através de decisões corretas, sugestões construtivas e ações acertadas, essa mente é alimentada e dirigida pelo caminho da auto libertação.

O estado hipnótico é uma espécie de sono em que só recebemos as sugestões do hipnotizador. Em porque, mesmo quando está acordado, o ser humano mantém a maior parte do seu ser interior adormecido e recebe, o tempo todo, sugestões e impressões inconscientes que vêm das mais variadas fontes. 
Émile Coué, psicoterapeuta, considera como principal, algo que é importante mas tratado como secundário: a existência de uma natureza receptiva em nossa consciência. 


A tarefa central não é fazer com que nossa natureza hipnotizável receba sugestões positivas: é desenvolver uma vontade elevada, que amplie nosso autocontrole consciente e elimine a possibilidade de sermos hipnotizados por qualquer fonte externa de sugestões. Assim nada suspenderá nosso discernimento independente e a nossa auto responsabilidade diante da vida ganhará força.

Há em nós níveis de consciência bastante diferentes entre si. Um deles é Supra consciente e Divino, e está acima da nossa consciência verbal. Outro é subconsciente, pertence ao mundo animal, e funciona como centro da nossa inteligência emocional.

O Nosso “eu” racional deve ser capaz de manter um pleno contato com o mundo subconsciente e com o mundo supra consciente. E deve poder alimentar com ideias e emoções positivas o nível subconsciente do mundo psicológico. Deste modo evitará cair em armadilhas. O autocontrole raramente é fácil. Quando aceitam uma vida de rotina e sem vontade firme, as pessoas tornam-se médiuns de seus próprios hábitos. O fortalecimento da vontade espiritual permite vencer o problema.

A humanidade enfrenta em seu estágio atual fortes nuvens de ignorância e negatividade criadas por ela própria no passado e presente. Cada indivíduo deve ter o talento e a determinação necessários para abrir um espaço luminoso em torno de si, que se somará à energia construtiva de outros. Émile Coué destaca que a vontade humana é útil para guiar o mundo consciente, mas que o mundo subconsciente é guiado pela imaginação. E, quando há conflito, a imaginação sempre predomina sobre a vontade consciente. Se imaginarmos que uma coisa é impossível, não obteremos êxito, por mais vontade que tenhamos. Se imaginarmos que a meta é alcançável, chegaremos a ela com naturalidade. Quando predomina a ignorância, a imaginação pode ser como um cavalo desgovernado que segue seus impulsos caóticos. Mas, com habilidade, podemos colocar um freio e conduzir para onde quisermos a imaginação.


O autocontrole é o oposto da passividade.

Quando o subconsciente não é alimentado de modo consciente e adequado, ele passa a acumular preocupações, sugestões negativas, ideias rancorosas e visões pessimistas. Em seguida, o indivíduo vê nascer em si um comportamento destrutivo, impulsivo e cego. A lei da vida é que colhemos o que plantamos e cada pensamento é uma semente. Cada imagem mental tem importância para o nosso comportamento e o nosso destino. É nossa tarefa zelar pela higiene da nossa “alma involuntária” para que ela seja uma fonte de saúde e bem-estar, não só para nós, mas para os seres com quem nos relacionamos. 

E só a vontade elevada é criativa e transcendente a ponto de dirigir a imaginação. “O subconsciente é a coisa mais maravilhosa da mente humana, e talvez de todo o mundo que conhecemos, porque é a parte omnipotente do homem”, escreveu David Bush. Um exemplo prático disso é alguém que vai dormir desejando acordar em uma determinada hora e acorda, de fato, exatamente no horário. Algo semelhante ocorre quando vamos dormir pensando em um problema e, ao acordar na manhã seguinte, a solução surge pronta em nossa mente. Fatos como esses ocorrem graças à parte omnisciente do homem, segundo Bush: “A mente subconsciente sabe tudo, embora, é claro, ela deva ser adequadamente dirigida.”»

Sobre a importância do papel da Imaginação e da Fantasia:
Tolkien sobre os Mitos, ou Lendas, aceda aqui


Sobre a Aura Humana escreveu Helena Blavatsky na Doutrina Secreta:

"Assim como os Planos são Sete em UM, assim nós somos Sete em UM, naquela mesma absoluta Alma do mundo, que é, ao mesmo tempo, material e imaterial, espiritual e "inespiritual", ser e não-ser. Todos os que estudam os mistérios do Eu, devem penetrar bem nesta ideia. Contando só com os sentidos físicos ao nosso serviço, nenhum de nós pode esperar perceber mais além da matéria grosseira. Para isso temos de valer-nos de alguns de nossos sentidos espirituais, já por educação e exercício, já por termos nascido videntes. No entanto por muito honrado que seja um clarividente desconhecedor das verdades ocultas, as suas visões da luz astral o induzirão a um falso conceito dos moradores da Esferas, ocasionalmente vislumbradas, como aconteceu a Swedenborg e muitos outros.
Estes Sete sentidos se correspondem com os Sete Princípios da Natureza e nós mesmos.

A Aura humana (o Amnios do homem em todas as épocas da vida) tem física, ainda que invisivelmente , sete capas (que são: vigília, Sonho, Sono natural, Sono hipnótico, Estado psíquico e Estado puramente espiritual) se correspondem com um dos Sete Planos Cósmicos, desenvolve e utiliza um dos sete sentidos espirituais e está diretamente relacionado no Plano terreno-espiritual, com o Cósmico e Divino centro de Força que o engendrou e que é o seu criador direto. Cada sentido físico também está relacionado e submetido à influência dos Sete Planetas Sagrados.

Sobre a Evolução, Consciência, Tecnologia e Espiritualidade. Kryon explica que a Natureza não é tão "natural" assim:
Fontes: Carlos C. de Aveline -excertos adaptados do post: Rompendo Com a Hipnose do Sofrimento Desnecessário
Helena Blavatsky - A Doutrina Secreta
Publicada por 
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