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domingo, 20 de setembro de 2015

Brasil rejeita nomeação de terrorista israelense como embaixador de Israel


(20-09-2015) A presidente Dilma Rousseff enviou uma mensagem a Israel no qual rejeita a nomeação de um antigo dirigente colono, Dani Dayan, como embaixador israelense em Brasília devido à mensagem que a medida poderia ser transferida
Dilma transmitiu a Israel seu incômodo com a designação porque Dayan vive em um assentamento no território ocupado palestino e foi o máximo representante de um movimento que a comunidade internacional rejeita plenamente, informou hoje o jornal “Yedioth Ahronoth”.
A mensagem foi transmitida através dos canais diplomáticos e põe o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em uma posição incômoda devido a que a nomeação foi aprovada por seu governo no dia 6 de setembro.
Após saber a decisão no mês passado, movimentos sociais brasileiros questionaram a nomeação como representante em Brasília de Dayan, empresário de origem argentina acusado de violar o direito internacional nas comunidades palestinas, e pediram que não fossem concedidas a ele as credenciais diplomáticas.
Nascido em Buenos Aires há 59 anos e formado em Finanças, Dayan foi presidente do Conselho Yesha – de assentamentos judaicos na Cisjordânia – entre 2007 e 2013, e esteve envolvido na diplomacia pública israelense dentro e fora do país, informou após ser divulgada sua nomeação o Escritório do primeiro-ministro israelense.
Fontes diplomáticas citadas pelo “Yedioth asseguraram que quando se designa um embaixador o governo transfere seu nome ao país que o receberá para sua aprovação e que a rejeição à nomeação é um fato quase insólito, embora em caso de não querê-lo o país anfitrião costuma enviar mensagens através de canais diplomáticos para evitar uma rejeição oficial que provoque uma crise entre os dois países.
No caso de o primeiro-ministro israelense continuar insistindo na nomeação o caso poderia voltar contra si e representar uma barreira para seu governo e Israel, porque o Brasil poderia exercer sua rejeição de maneira aberta e oficial, constata o meio.
O Brasil é um país que Netanyahu considera estratégico nas relações de seu país com a América Latina, da mesma forma que o terreno econômico com um atrativo mercado para qualquer investidor.
No último tempo, assegura o jornal, se registrou uma melhoria nas relações bilaterais entre ambos os países, e prova do fato é que o Brasil se absteve esta semana em uma votação no seio da Conferência Geral da Agência Internacional de Energia Atômica promovida pelo Egito e que contava com o apoio dos países árabes, que chamava à supervisão internacional das instalações nucleares israelenses.
Fonteterra.com.br
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Comentário do blog
Rejeitar a nomeação deste terrorista é o primeiro passo, falta que os fantoches em Brasília parem de obedecer ao sionismo internacional e destruam qualquer relação entre o Brasil e o regime israelense criminal.
A mídia sempre alivia os títulos das notícias quando se trata de sionista judeu, os chamam de “colonos”, quando na verdade são terroristas e assassinos de orientação nazista. Já quando a manchete é sobre muçulmanos, estampam “terroristas islâmicos”.
Outro exemplo claro de como uma nação é destruída e colonizada pelo sionismo Rothschild é a Argentina. Lá existem lobbies políticos como a DAIA(Delegação de Associações Israelitas Argentinas) e OSA(Organização Sionista Argentina), que controlam a política nacional e determinam a política externa do país, da mesma forma como o AIPAC o faz nos EUA. Sempre à favor de Israel e do sionismo e contra os interesses da população local. Por sorte, estão sendo denunciadas e processadas por conspirar contra o país, o que significa que representam uma ameaça à soberania e integridade territorial.
O Brasil segue a mesma linha, obedece às ordens de Tel Aviv e permite que o regime sionista permaneça com seu arsenal nuclear clandestino sem supervisão alguma da AIEA. Era para ter votado à favor das inspeções nas plantas nucleares israelenses. O mundo precisa saber que Israel possui centenas de ogivas nucleares e que estão prontas para serem usadas contra a humanidade.
Já quando o assunto é Irã, o país que a banca sionista Rothschild quer atacar, a pressão é total em cima do seu programa nuclear civíl. Usam o programa nuclear iraniano como pretexto para atacá-lo, o objetivo como sempre é pilhar o petróleo, gás e tomar o controle do seu Banco Central.
Nenhuma nação é independente ou soberana quando suas decisões sobre política externa são tomadas por ordens de organizações estrangeiras ou embaixadas. Pior ainda quando a ordem vêm de um país fictício criado pelos Rothschild através de uma organização globalista que também foi criada por eles. Esta fachada sionista é conhecida como “ONU”Israel não existe, o que existe é uma nação chamada Palestina, que foi invadida e está ocupada.
A decisão brasileira de rejeitar o nazi-sionista de Israel foi corretíssima, mas ainda falta cortar qualquer relação com este regime de psicopatas que patrocina o terrorismo e comete genocídio contra os palestinos.

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