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sexta-feira, 10 de abril de 2015

Estranha movimentação em Yellowstone

O vídeo abaixo, gravado pelas câmeras instaladas em Yellowstone, mostra pessoas vestidas com roupas laranjas, supostamente trajes contra agentes químicos, inspecionando o Parque Yellowstone nos EUA e após alguns minutos a câmera é desligada.



De acordo com o site oficial do parque, os cientistas estão realizando de 9 a 13 de abril um estudo científico com a utilização de radar de penetração no solo(GPR) para estudar osGéisers.
Embora a informação tenha sido publicada pelo próprio parque, nos comentários do vídeo os estadunidenses não acreditam no que foi informado, pois a câmera flagra grande quantidade de gases sendo expelida desde o solo, indivíduos com roupas laranjas e em seguida a câmera é desligada. No site é informado que “estão experimentando problemas com as câmeras“.


No vídeo o foco é simplesmente desviado e o zoom aumentado, não há interrupção ou interferência.
E porquê estão desconfiando desta informação?
Há poucos dias foi publicado este artigo. (Tradução: Caminho Alternativo)


Especialista: Como poderia ser a última guerra da história dos EUA?
(07-04-2015) As bases e tropas da OTAN cercam a Rússia, mas não é Moscou senão Washington quem deveria pensar em como se poderia evitar uma guerra nuclear, porque seria um verdadeiro suicídio para a civilização estadunidense, em primeiro lugar, sugere Konstantín Sivkovespecialista militar russo e presidente da Academia de Assuntos Geopolíticos.
Sua opinião é simples: um ataque dos Estados Unidos contra qualquer país que disponha de um artefato nuclear o suficientemente forte seria um perigo de cataclismo natural e o fim da civilização estadunidense por razões puramente geofísicas.
Ao se referir a possíveis cenários de uma guerra nuclear, o analista indicou: “Entre estes processos chamam a atenção os fenômenos geofísicos. Excedendo muitas vezes o poder das armas nucleares, as catástrofes naturais podem ser causadas por artefatos relativamente débeis”, afirmou Sivkov.
A juízo dos especialistas, uma consequência devastadora é muito real dadas as características geofísicas dos territórios da Rússia e Estados Unidos, pelo que a maior potência militar do mundo deveria descartar qualquer possibilidade de guerra nuclear, a qual poderia ser a última guerra dos EUA.
O talão de Aquiles norteamericano
Uma área muito vulnerável norteamericana é a falha de San Andrés: situada numa grande depressão de terreno numa área limite transformante, com deslocamento direito entre a placa Norteamericana e a placa do Pacífico. Esta falha transformante é famosa por produzir grandes e devastadores terremotos e se extende ao longo da costa da Califórnia, tanto pela superfície terrestre como sob a água.
É uma zona de instabilidade que gera terremotos geofísicos com uma magnitude 8,5 na escala de Richter. Se recebesse o impacto de uma potente explosão nuclear, poderia ocorrer eventos catastróficos que destruiriam completamente a infraestrutura dos Estados Unidos na costa do Pacífico por um tsunami de enorme escala.
As zonas costeiras dos EUA, com uma ligeira elevação sobre o nível do mar, são o lar da maior parte da população estadunidense: mais de 80%. As mesmas zonas também abrigam a maior parte do potencial industrial dos EUA. Inclusive um tsunami relativamente pouco intenso, de várias dezenas de metros de altura, pode provocar consequências desastrosas para os Estados Unidos, fato que demonstrou muito claramente o furacão Katrina em Nova Orleans.
A geografía dos EUA apresenta um grande problema: no Parque Nacional de Yellowstone há um supervulcão que leva o mesmo nome e que está próximo a seu período de ativação, que se produz com uma frequência de 600.000 anos. Os geólogos acreditam que o supervulcão de Yellowstone poderia entrar em erupção a qualquer momento.
Portanto, bastaria dar um “pequeno empurrão”, de um megatón de potência, para ativar sua erupção, sugere Sivkov. As consequências serão catastróficas para os Estados Unidos. O país inteiro seria coberto por uma capa de cinza de dezenas de metros de grossura.
Consequências para o mundo
Inclusive uma potente explosão causaria uma poderosa erupção do Yellowstone. Os Estados Unidos deixarão de existir ou ficarão completamente destruídos, embora os efeitos para o resto do mundo serão catastróficos.
O menos propenso a sofrer será Rússia, devido a distância desde o lugar da erupção, o tamanho do território e a localização das principais populações. O dano aos países situados no lado oposto dos EUA também será relativamente pequeno. Porém, a erupção seria um desastre para toda a civilização humana.
Mas para isto deveria existir uma arma o suficientemente potente: a possibilidade mesma de seu uso deveria ‘reprimir’ qualquer ideia de atacar a Rússia, sugere o analista.
FonteRT
Enquanto vemos a Rússia ser cercada pelas bases dos EUA e da OTAN, além do envio de tanques, armas e tropas estadunidenses para os países bálticos e Ucrânia, a mídia sionista na Austrália diz que a ideia de que a Rússia possa ser atacada é mera “teoria da conspiração”. Tentam enganar a “comunidade internacional” de que não há nenhuma intenção de agredir a Rússia e começar a tão desejada 3ª Guerra Mundial dos banqueiros.
Curiosamente, Hollywood já mostrou um ataque com mísseis na falha de San Andrés. Foi no filme “Superman” de 1978, perpetrado pelo vilão terrorista Lex-Luthor. Ou seja, o militar russo não foi o primeiro a pensar num ataque a falhas geológicas, alguém em Hollywood já pensou nessa possibilidade durante a “Guerra Fria“.
Ninguém reparou que essas ideias de destruição em massa sempre saem da industria sionista do cinema, Hollywood? Basta reparar no filmes catástrofes, lá estão todas as possibilidades de ataques que podem ser usados como atentados de falsa bandeira para diversos propósitos. Nos filmes temos diversos exemplos de como a elite global poderá iniciar uma guerra mundial com arsenal nuclear e promover a redução populacional planetária. Se atreverão a concretizar estas criminosas ideias?
Portanto, o que fazem os “cientistas” em Yellowstone?
Algumas possibilidades:
  1. As pessoas que aparecem no vídeo são os cientistas que estão apenas estudando os Géisers;
  2. Os cientistas analisam a possível erupção do supervulcão Yellowstone;
  3. Os indivíduos no vídeo preparam a detonação de um artefato explosivo no supervulcão para iniciar a erupção e assim perpetrar um ataque de falsa bandeira;
A transferência do comando de Defesa Aeroespacial dos EUA para um bunker estaria relacionado a este assunto?
Julgue você mesmo através da análise das notícias.

Via: https://caminhoalternativo.wordpress.com/2015/04/10/estranha-movimentacao-em-yellowstone/
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