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quarta-feira, 18 de março de 2015

RÚSSIA ENVIA 20 NAVIOS DE GUERRA NO BÁLTICO, ASSINA TRATADO COM OSSÉTIA DO SUL E TENSÕES EM TRANSNÍSTRIA!

Russia continua um dos maiores jogos de guerra da sua história recente, envia mais de 20 navios no tabuleiro do Báltico, assina integração com a Ossétia do Sul e ameaça de guerra na Transnístria, região separatista da Moldávia, parceira da Ucrânia e Romênia!
SPUTNIK - Mais de 20 navios de guerra russos saíram ao mar Báltico para manobras
Mais de 20 navios da Frota do Báltico saíram ao mar para manobras de defesa aérea e antissubmarina, disse na quarta-feira o serviço da imprensa do Distrito Militar Ocidental da Rússia.
“No mar, os navios da Frota do Báltico se reuniram em vários grupos táticos e estão prontos para executar a missão colocada — praticar a defesa aérea e antissubmarina e proteção contra minas. Os navios realizam disparos de mísseis contra vários tipos de alvos simulados, marítimos e aéreos”, se diz no comunicado.
Os grupos integram corvetas do projeto 20380, submarinos diesel-elétricos, navios leves antissubmarino equipados com mísseis, dragadores de minas, bem como vários navios auxiliares da frota.
Os exercícios de prontidão da Frota do Norte, das unidades do Distrito Militar Ocidental e das tropas paraquedistas começou em 16 de março e vão durar até 21 de março.
DW - Rússia assina tratado com Ossétia do Sul
A Rússia reforçou nesta quarta-feira (18/03) seu controle sobre a Ossétia do Sul, região separatista da Geórgia. O líder da região, Leonid Tibilov, e o presidente russo, Vladimir Putin, assinaram o chamado Tratado de Aliança e Integração, apesar da condenação por parte do Ocidente.
Segundo o pacto, a Rússia passa ser oficialmente responsável pela defesa da Ossétia do Sul. Milhares de soldados russos estão estacionados na república autodeclarada desde uma guerra contra a Geórgia em 2008.
Autoridades da Geórgia condenaram o tratado – semelhante ao que foi firmado entre Moscou e o enclave separatista da Abkázia no ano passado –, considerando-o uma anexação de facto de seu território por parte da Rússia. As regiões da Ossétia do Sul e da Abkázia se separaram da Geórgia após guerras civis nos anos 1990, depois do fim da União Soviética.
SPUTNIK - Ucrânia quer ressuscitar conflito na Transnístria e provocar a Rússia?
O presidente ucraniano Pyotr Poroshenko anunciou planos de descongelar o conflito na Transnístria, uma região de população maioritariamente russa e ucraniana que no início dos anos noventa do século passado declarou sua independência da Moldávia.
Segundo relata a Interfax, esta declaração foi feita na coletiva de imprensa conjunta com o seu homólogo romeno Klaus Iohannis.
Segundo as palavras do presidente ucraniano, ele já chegou a um acordo com o lado romeno sobre a coordenação de ações quanto à Transnístria – “para contribuir para a descongelação deste conflito, para ajudar a Moldávia independente e soberana a restabelecer sua integridade territorial e reintegrar a região transnistriana”.
Não se especificam os meios como a Ucrânia e Romênia alcançarão este objetivo. 
Geograficamente, a Transnístria fica situada entre a Ucrânia e a Moldávia.
Lavrov destaca necessidade de acabar com bloqueio ao Leste da Ucrânia
Na altura, o conflito armado entre independentistas transnistrianos e o exército moldavo foi parado com a ajuda de contingentes russos. A República Transnistriana conseguiu manter a independência da Moldávia mas não recebeu reconhecimento internacional. 
Na zona do conflito congelado têm forças de paz, inclusive militares moldavos, russos e transnistrianos. Os políticos moldavos apelaram repetidamente para a retirada das tropas russas, considerando sua presença como ocupação mas Rússia e Transnístria negaram estas acusações frisando que militares russos são garantes da paz nesta região.
Assim, parece que, se a Ucrânia quiser descongelar o conflito transnistriano para ajudar a Moldávia a restabelecer o controle sobre este território, terá que enfrentar os militares russos do contingente de paz. Tomando em conta o conflito com as milícias independentistas em Donbass no leste da Ucrânia, que somente agora começa a ser regularizado, a decisão de Kiev de envolver-se no conflito transnistriano seria uma ideia puramente precipitada. 

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