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sábado, 28 de março de 2015

Governo tentou obter nomes de brasileiros no escândalo do HSBC para uso eleitoral

No ano passado, marqueteiro e ministros de Dilma Rousseff fizeram pressão para que lista com os nomes de correntistas do banco na Suíça fosse repassada ao governo. Queriam saber se dela constavam adversários
O marqueteiro João Santana e Dilma Rousseff durante a campanha de 2014: fazendo o diabo
O marqueteiro João Santana e Dilma Rousseff durante a campanha de 2014: fazendo o diabo(Ivan Pacheco/VEJA.com)
Manter contas bancárias no exterior não é crime. Crime é possuir as contas e não declará-las à Receita Federal - o que configuraria, no mínimo, evasão de divisas. Simples assim. No Brasil, porém, nem sempre as coisas simples são tratadas como tal. A depender da vontade dos que estão no poder, de repente um rato pode virar elefante. Ou vice-versa. Desde a chegada do PT ao Palácio do Planalto, sempre que o partido está acuado por algum escândalo a receita é a mesma: criar, ainda que artificialmente, mais um escândalo, de modo a mostrar que os petistas não inventaram a corrupção. E são, na pior das hipóteses, iguais aos outros. Foi assim no mensalão e em outras tramoias de menor proporção que eclodiram nos últimos anos. E precisava ser assim também no bilionário escândalo de corrupção da Petrobras. Em setembro do ano passado, quando começavam a ruir as bases do esquema da estatal, ministros do governo souberam da existência de uma lista com o nome de milhares de brasileiros que manteriam contas bancárias no exterior. A relação incluiria adversários políticos. Era o que faltava.
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