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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Mercado começa a precificar fragilidade política do governo

Análises recentes feitas por consultorias e bancos de investimento começam a levar em conta a possibilidade, ainda que remota, de impeachment da presidente Dilma

Ana Clara Costa
Eduardo Cunha e Dilma Rousseff
Eduardo Cunha e Dilma Rousseff: relação atribulada com a base aliada deve paralisar reformas (Divulgação)
O mercado financeiro avalia o Brasil sob diversas óticas. As principais são os fundamentos econômicos, como a inflação e as contas públicas, os aspectos regulatórios, que envolvem as votações no Congresso Nacional, e a situação política. Este terceiro era o grande diferencial entre o Brasil e a maior parte dos países emergentes. A democracia brasileira era vista como mais sólida que a de muitas nações poderosas, como China, Índia e Rússia. Essa característica fazia com que os investidores desconsiderassem, de certa forma, pontos negativos, como a enorme burocracia, na hora de aportar seus recursos por aqui. As coisas, no entanto, começaram a mudar. Análises recentes feitas por consultorias e bancos de investimento começam a precificar o que, no jargão dos analistas de mercado, é chamado de 'risco político'. Essa avaliação leva em conta, inclusive, a possibilidade, ainda que remota, de impeachment da presidente Dilma.
http://veja.abril.com.br/noticia/economia/mercado-comeca-a-precificar-fragilidade-politica-do-governo
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