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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

PETROLÃO - VENINA VELOSA REPETIU O QUE FOI DITO EM CPI DE 2009 - ÁLVARO DIAS


Crescente número de escândalos na Petrobras está horrorizando o mundo inteiro


Presidente da China adverte: Preparem-se para a Guerra , assim como a China prepara para ajudar a Rússia!

Presidente da China comunista, Jinping emitiu uma forte advertência ao seu Exército de Libertação do Povo, preparem-se para a guerra" Nesta nova história extraída abaixo a partir da semana que ficamos a saber que os vizinhos da China próximos  e tão longe quanto Washington não tem idéia de toda essa preparação por parte da China  para algo.
China President Warns Prepare For War
A China está se preparando para "tomar" o que eles sentem "deles" aqui na América segundo vídeo abaixo a partir Money ~  o Autor expõe a verdade nos diz que a China pode estar se preparando para salvar a Rússia, o seu novo parceiro estratégico que nos leva a perguntar se tudo isso é uma preparação para  a contra os EUA como vemos apontando primeiro vídeo compilação abaixo mainstream e relatos das mídias alternativas ao longo dos últimos anos.

O líder da China está dizendo ao Exército Popular de Libertação para se preparar para a guerra

As recentes declarações do presidente chinês, Jinping foram alarmantes para vizinhos da China O que há por trás disso?

Ao longo dos últimos meses, o líder chinês Jinping   lideranças do Partido Comunista Chinês têm repetidamente exortado O Exército Popular de Libertação estar pronto para ganhar uma guerra tem apelando repetidamente para uma maior modernização militar, o aumento da formação, e maior disponibilidade global do exército chinês, marinha força aérea

Essas chamadas repetidas estão alarmando os vizinhos da China a partir de Nova Deli para Washington. A questão na mente de todos: o que será toda essa preparação

a liderança chinesa se preparando para alguma coisa? Eles estão se preparando para uma operação militar ou simplesmente a opção de levar um ataque ? uma explicação mais inocente de tudo isto
Via: http://undhorizontenews2.blogspot.com.br/2014/12/china-volta-advertir.html



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Seis invenções avançadas da antiguidade que estão além da compreensão de nossa época

Nada a ver com OVNIs, mas um pouco de conhecimento geral sempre é bem-vindo:
Perdemos o segredo da fabricação de invenções úteis da nossa história, e apesar de toda a nossa esperteza e nossas descobertas, nossos ancestrais de milhares de anos atrás ainda nos deixam abismados com suas espertezas e descobertas.  Temos desenvolvido um equivalente moderno de algumas destas invenções, mas somente há pouco tempo.

1. Fogo Grego: Armamento Químico Misterioso

Image from an illuminated manuscript, the Madrid Skylitzes, showing Greek Fire in use against the fleet of the rebel Thomas the Slav. The caption above the left ship reads,
Os bizantinos do século VII até o século XII jogavam uma misteriosa substância em seus inimigos durante as batalhas navais.  Este líquido, ejetado de tubos e sifãos, queimava na água e podia somente ser extinguido com vinagre, areia e urina.  Ainda não sabemos do que era feita esta arma química, conhecida como Fogo Grego.  Os bizantinos guardavam o segredo a sete chave, assegurando que somente uns poucos seletos o conheceriam.  Assim, esse conhecimento foi finalmente perdido.

2. Vidro Flexível: Uma Substância Preciosa Demais

Três relatos antigos de uma substância conhecida como vitrum flexile (vidro flexível), não são claros o suficiente para determinar se esta substância realmente existiu.  A história desta invenção foi primeiramente contada por Petronius, em 63 D.C.
Ele escreveu sobre um fazedor de vidros que presenteou o Imperador Tiberius (que reinou entre 14 a 37 D.C.) com um vaso de vidro.  Ele pediu ao imperador para lhe devolver o vaso e então jogou o objeto no chão.  O vaso não quebrou, somente amassou.  Após, o fazedor de vidro teria martelado o vaso de volta a sua forma original.  Temendo a desvalorização dos metais preciosos, Tiberius ordenou que o fazedor de vidro fosse decapitado, assim o segredo do vidro flexível teria morrido com ele.
A marble statue of Emperor Tiberius Marble, 37 A.D. (Wikimedia Commons)
Pliny, o ancião, (79 D.C.) contou esta história também.  Ele disse que, embora a história tenha sido contada várias vezes, ela pode não ser inteiramente verdadeira.
Na versão contada um par de centenas de anos mais tarde por Dio Cassius, o fazedor de vidro foi substituído por um tipo de mago.  Quando o vaso foi jogado ao chão, ele quebrou e o mago o consertou com suas mãos nuas.
Em 2012, a empresa de vidros Corning introduziu seu “Willow Glass” flexível.  Resistente ao calor e flexível o suficiente para ser enrolado, ele se tornou especialmente útil na fabricação de painéis solares.  Se o desafortunado fazedor de vidros romano realmente inventou vitrum fexile, parece então que ele estava milhares de anos à frente de seu tempo.

3. Antídoto para Todos os Venenos

O assim chamado “antídoto universal” contra todos os venenos teria sido desenvolvido pelo Rei Mitrídates VI de Pontus (que reinou entre 120 a 63 A.C.) e foi aperfeiçoado pelo médico pessoal do Imperador Nero.  A fórmula original foi perdida, explicou Adrienne Mayor, uma folclorista e historiadora de ciências da Universidade de Stanford, num trabalho de 2008, intitulado “Greek Fire, Poison Arrows & Scorpion Bombs: Biological and Chemical Warfare in the Ancient World.”   Mas os antigos historiadores nos dizem que entre os ingredientes estavam o ópio, víboras picadas em pedaços e uma combinação de venenos e seus antídotos.
A depiction of King Mithridates VI of Pontus. (Wikimedia Commons)
A valiosa substância era conhecida como Mithridatium; nome dado em homenagem ao Rei Mitrídates VI.
Mayor mencionou que Serguei Popov, um renomado ex-pesquisador de armamentos biológicos no massivo programa Biopreparat da União Soviética, que desertou para os Estados Unidos em 1992, estava tentando replicar o Mithridatium.

4. Armamento de Raio de Calor

O matemático grego Arquimedes (212 A.C.) desenvolveu um armamento de raio de calor, que desafiou as habilidades dos ‘Mythbusters‘ do Discovery Channel, os quais tentaram replicar a arma.  Mayor descreveu o armamento como “fileiras de escudos de bronze polido, que refletiam os raios solares em direção aos navios inimigos.
A depiction of how Archimedes set on fire the Roman ships before Syracuse with the help of parabolic mirrors. (Wikimedia Commons)
Embora os ‘Mythbusters‘ falharam em reproduzir este armamento antigo e o declaram como sendo um mito, os alunos da MIT obtiveram sucesso em 2005.  Eles colocaram um barco em chamas no cais de São Francisco, usando o armamento de 2.200 anos de idade.
Um armamento de raio de calor apresentado em 2001 pela Agência de Pesquisa Avançada de Defesa (EUA) – sigla em inglês DARPA – usou microondas para penetrar “a pele de uma vítima, aquecendo-a a 54 ºC, criando a sensação de que a pessoa estaria em chamas“, explicou Mayor.

5. Concreto Romano

Grande parte das estruturas romanas, que tem durado por milhares de anos, são prova das vantagens que o concreto romano tem sobre o concreto que usamos hoje em dia, o qual mostra sinais de degradação após 50 anos.
Concrete nearly 2,000 years old in Rome. (Xerones/Flickr, CC)
Os pesquisadores tem trabalhado em recente anos para descobrir o segredo da longevidade deste antigo concreto.  O ingrediente secreto é a cinza vulcânica.
Um artigo publicado em 2013, pela Universidade da Califórnia – Centro de Notícias de Berkely, anunciou que os pesquisadores da universidade descreveram pela primeira vez como este composto extraordinariamente estável de cálcio-alumínio-silicato-hidrato (C-A-S-H) liga o material.  O processo de fabricá-lo criaria emissões mais baixas de dióxido de carbono do que o processo para a fabricação do concreto moderno.  Porém, algumas desvantagens de seu uso são que ele demora mais para secar, embora dure mais tempo, e é mais fraco do que o concreto moderno.

6. O Aço de Damasco

Na era medieval, as espadas feitas de uma substância chamada de ”Aço de Damasco’ estavam sendo produzidas no Oriente Médio, a partir de uma matéria prima chamada de ‘Aço Wootz’, da Ásia.  O material era extremamente forte.  Não foi até a época da Revolução Industrial que um metal tão forte foi forjado novamente.
O segredo da fabricação do Aço de Damasco somente emergiu novamente sob a inspeção de microscópios de elétron nos laboratórios modernos.  O aço foi usado pela primeira vez por volta de 300 A.C. e o conhecimento parece ter sido inexplicavelmente perdido por volta da metade do século XIII.
A sword made of Damascus steel. (NearEMPTiness/Wikimedia Commons)
A nonotecnologia estava envolvida na produção do Aço de Damasco, no sentido de que os materiais eram adicionados durante a produção do aço, para criar reações químicas à nível quântico, explicou o perito em arqueologia, K. Kris Hirst, num artigo escrito para o About Education.  Se tratava de algum tipo de alquimia.
Hirst citou um estudo liderado por Peter Paufler na Universidade de Dresden e publicado na Nature em 2006.  Paufler e sua equipe lançaram a hipótese de que as propriedades naturais da fonte do material da Ásia (o Aço Wootz), quando combinadas com materiais adicionados durante a o processo de produção no Oriente Médio, causavam uma reação: “O metal desenvolvia uma microestrutura chamada de ‘nanotubos de carboneto,’ que são tubos de carbono extremamente rígidos, os quais são expressados na superfície, assim criando a rigidez da lâmina“, explicou Hirst.
Entre os materiais adicionados durante a produção do Aço de Damasco estavam a casca de Cassia auriculata, serralha, vanádio, cromo, manganês, cobalto, níquel e alguns raros elementos, traços dos quais presumiu-se terem vindo das minas na Índia.
Hirst escreveu: “O que aconteceu na metade do século XIII foi que a constituição química do matéria bruta se alterou – as pequenas quantidades de um ou outro mineral desapareceram, talvez devido ao fato de um veio em particular ter se exaurido.”

Via: OVNI HOJE
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Quem inventou a festa de Réveillon?

Por: Juliana Miranda
O dia 31 de dezembro é marcado por uma grande confraternização mundial. As pessoas celebram a chegada de um novo ano e fazem suas resoluções, promessas e desejos para o ano que começa. A festa de reveillon é marcada por muitas tradições e costumes, como usar roupas brancas, soltar fogos, beber champanhe e celebrar com alegria o dom da vida.

Mas quem terá inventado a festa de reveillon? A verdade, é que todas as comemorações e tradições do último dia do ano são importadas de outros países. A palavra Réveillon vem do francês réveiller, que significa “acordar”, “despertar”. Este termo surgiu no século 17, numa referência aos eventos populares dos nobres franceses, como jantares chiques, que passavam da meia-noite.

Os banquetes franceses foram a primeira inspiração para as festas de reveillon e, por isso, podemos dizer que a festa de reveillon foi inventada pelos franceses. No século 19, o Réveillon se tornou popular na França. Aos poucos, a tradição foi se espalhando para outros países.

Culturas como a dos portugueses, italianos, africanos e gregos influenciaram o modelo de reveillon que temos nos dias de hoje. A passagem do ano é um momento de muita alegria e esperança.




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5 fatos estranhos sobre o Natal

O Natal é uma época de paz e tradição. Mas você sabia que há muitos fatos estranhos sobre o Natal? Conheça aqui alguns deles.

Em época de festas de final de ano, não falta gente para dizer que devemos lembrar do “real significado” do Natal.
Porém, será que essas pessoas sabem o tipo de tradição que estamos perpetuando quando nos reunimos ao redor da árvore ou quando colocamos presentes dentro de uma meia?
Estas são práticas que remontam a milhares de anos – muito antes do cristianismo ter entrado nessa mistura. Tradições pagãs, ou não cristãs, aparecem neste feriado, uma consequência de líderes da igreja primitiva fundindo celebrações do nascimento de Jesus com festivais pré-existentes.
Desde então, as tradições de Natal têm se deformado ao longo do tempo, chegando ao seu estado atual, que remota pouco mais de um século atrás.

5. Os primeiros cristãos tinham um gosto por pagãos

Segundo Ronald Hutton, historiador da Universidade de Bristol, no Reino Unido, é um erro dizer que as nossas tradições de Natal modernas vêm diretamente do paganismo pré-cristão. No entanto, é igualmente errado acreditar que o Natal é um fenômeno moderno.
Conforme os cristãos espalharam a sua religião na Europa nos primeiros séculos depois de Cristo, eles encontraram pessoas que viviam com uma variedade de credos religiosos locais e regionais. Missionários cristãos aglomeravam todas essas pessoas juntas sob o termo genérico “pagão”.
O termo está relacionado com a palavra latina que significa “campo”, explica Philip Shaw, pesquisador de línguas germânicas e inglês antigo na Universidade de Leicester, também no Reino Unido. Esta conexão linguística faz sentido porque o cristianismo europeu primitivo foi um fenômeno urbano, enquanto o paganismo persistiu por mais tempo em áreas rústicas.
Os primeiros cristãos queriam converter pagãos, mas também ficaram fascinados com suas tradições. “Os cristãos desse período são bastante interessados no paganismo”, disse. “Obviamente é algo que eles achavam que era uma coisa ruim, mas também é algo que achavam que vale a pena lembrar. É o que seus antepassados fizeram”.
Talvez seja por isso que as tradições pagãs permaneceram mesmo com o cristianismo se tornando majoritário. A árvore de Natal é uma invenção alemã do século XVII, mas deriva claramente da prática pagã de trazer vegetação dentro de casa para decoração no meio do inverno – como sabemos, no hemisfério norte, 25 de dezembro é uma data gelada.
O moderno Papai Noel é um descendente direto do Pai Natal da Inglaterra, que não era originalmente um doador de presentes. No entanto, o Pai Natal e as suas outras variações europeias são encarnações modernas de ideias pagãs antigas sobre espíritos que viajavam pelo céu no meio do inverno.

4. Todos nós queremos o brilho do Natal

Mas por que essa fixação em festar no meio do inverno do hemisfério norte (onde teria surgido a tradição), afinal? Segundo os historiadores, é um momento natural para uma celebração. Em uma sociedade agrícola, o trabalho de colheita é feito para o ano, e nesta época não há mais nada a ser feito nos campos.
“É um momento em que você tem algum tempo para se dedicar a sua vida religiosa”, conta Shaw. “Mas também é um período em que, francamente, todo mundo precisa se animar”. Os dias escuros que culminam com o dia mais curto do ano – o solstício de inverno – podem ser iluminados com festas e decorações.
“Se acontecer de você viver em uma região na qual o inverno traz uma escuridão impressionante, frio e fome, então o desejo de ter uma festa no coração dele para não enlouquecer ou cair em depressão profunda é muito, muito forte”, disse.
“Mesmo agora, quando solstício não significa tanto assim, porque você pode se livrar da escuridão com o toque de um interruptor de luz elétrica, mesmo agora esta é uma temporada muito poderosa”, concorda Stephen Nissenbaum, autor do finalista do Prêmio Pulitzer “The Battle for Christmas”.
3. A Igreja demorou a abraçar Natal
Apesar da expansão do cristianismo, levou centenas de anos para que os festivais de inverno se tornarem o Natal. A Bíblia não dá nenhuma referência a quando Jesus nasceu, o que não era um problema para os primeiros cristãos. “Nunca lhes ocorreu que eles precisavam para comemorar seu aniversário”, explica Nissenbaum.
Com nenhuma diretiva bíblica para fazê-lo e nenhuma menção da data correta nos Evangelhos, não foi até o quarto século que os líderes da igreja em Roma abraçaram o feriado. Neste momento, muitas pessoas se voltaram para uma crença que a Igreja considerava herética: que Jesus nunca tivesse existido como homem, mas como uma espécie de entidade espiritual.
“Se você quer mostrar que Jesus foi um verdadeiro ser humano como qualquer outro ser humano, e não apenas alguém que apareceu como um holograma, então qual a melhor maneira de pensar nele nascendo de uma forma humana normal, humilde do que comemorar o seu aniversário?”, diz Nissenbaum.
Festivais de inverno, com as suas raízes pagãs, já eram amplamente celebrados e a data tinha um agradável ajuste filosófico com a comemoração do alongamento dos dias após o solstício de inverno (que cai em 21 de dezembro deste ano).

2. Os Puritanos odiavam o feriado

Mas, se a Igreja Católica passou gradualmente a abraçar o Natal, a Reforma Protestante deu um belo soco de direita no feriado. No século XVI, o Natal se tornou uma vítima desta ruptura da igreja, com reformistas protestantes o considerando pouco melhor do que o paganismo.
De acordo com Nissenbaum, isso provavelmente tinha algo a ver com o “estridente, turbulento e às vezes obsceno jeito” em que o Natal era comemorado. Na Inglaterra, sob o governo de Oliver Cromwell, Natal e dias de outros santos foram proibidos, e na Nova Inglaterra foi ilegal celebrar o Natal por cerca de 25 anos em 1600.

1. Os presentes são uma tradição nova (e surpreendentemente controversa)

Embora a oferta de presentes possa parecer inextricavelmente ligada ao Natal, esta prática costumava acontecer no dia de Ano Novo. “Eles eram uma benção para as pessoas se sentirem bem com o final do ano”, conta Hutton. Não foi até a era vitoriana, em 1800, que os presentes se deslocaram para o Natal.
De acordo com a Royal Collection, filhos da rainha Vitória receberam presentes na véspera de Natal em 1850, incluindo uma espada e armadura. Em 1841, Victoria deu a seu marido, o príncipe Albert, um retrato em miniatura dela com 7 anos de idade; em 1859, ela lhe deu um livro de poesias.
Toda essa oferta de presentes, junto com a aceitação secular do Natal, deixou alguns grupos religiosos enfurecidos, disse Nissenbaum. O consumismo de compras de Natal parece, para alguns, contradizer o objetivo religioso de comemorar o nascimento de Jesus Cristo.
Em alguns aspectos, pondera Nissenbaum, gastos excessivos são o equivalente moderno do orgias e bebedeiras que horrorizavam os puritanos. “Sempre houve um empurra e puxa, e isso toma diferentes formas”, explica.


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