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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Caixa Econômica vai abrir capital, diz Dilma

O governo da presidente Dilma Rousseff (PT) pretende abrir o capital da Caixa Econômica Federal, operação que não deve ocorrer no curto prazo, mas que garantirá recursos aos cofres públicos pela redução da participação da União no banco. "Vou (abrir o capital da Caixa), mas é um processo demorado", disse Dilma a jornalistas nesta segunda-feira ao ser questionada sobre notícia de que o governo planeja uma Oferta Pública Inicial (IPO, na sigla em inglês) de ações do banco.


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Praias Do Rio E De Outras Partes Do Mundo Correm Risco De Serem ‘Varridas’ Do Mapa.

RIO – As praias do Rio e de diversas outras cidades do planeta correm o risco de serem “varridas do mapa”. O alerta vem de dois importantes nomes da geologia marinha mundial que assinam o livro recém-lançado “The last beach” (“A última praia”), ainda sem previsão para chegar ao Brasil.
Os especialistas Andrew Cooper, professor de Estudos Costeiros da Universidade de Ulster, no Reino Unido, e Orrin Pilkey, professor de ciências da terra e dos oceanos na Universidade de Duke, nos EUA, defendem a teoria de que as intervenções humanas a beira-mar, junto com a elevação dos níveis de oceanos e as tempestades cada vez mais fortes por conta das mudanças climáticas, estão provocando vasta erosão de areia em direção ao fundo dos oceanos, num efeito de “varredura” do solo costeiro.
Na semana passada, tempestades nos oceanos Atlântico e do Pacífico geraram ondas de mais de 15 metros de altura que destruíram defesas marítimas de concreto em praias na Europa, América do Norte e nas Filipinas.
“A sentença de morte já soou para grandes extensões de praias ao longo de costas densamente povoadas, como a da Florida, da Costa del Sol, na Espanha, a Golden Coast da Austrália e o litoral do Rio de Janeiro” disse Orrin Pilkey ao jornal britãnico “The Guardian”.
Em “The Last Beach”, os geólogos também afirmam que, ironicamente, as paredes de concreto erguidas pelo homem para proteção contra as tempestades e elevação das águas servem apenas para acelerar o processo de erosão da linha costeira.
Pilkey e Cooper também argumentam que o ideal seria preservar ao máximo as praias como ambiente natural, longe da intervenção humana. Segundo eles, dunas e longas faixas de areia das praias funcionam muito melhor na contenção de tempestades do que paredes de concreto.
“A praia é uma defesa natural maravilhosa contra as forças do oceano. Elas absorvem a energia das ondas do mar, reduzindo-as a um movimento oscilante suave ao longo no litoral. Tempestades não destroem praias; apenas mudam sua forma e localização, movendo-se em torno da areia para maximizar a absorção de energia das ondas e, em seguida, recuperar a linha costeira nos dias, meses e anos que se seguirem”, garante Pilkey.
Como o aumento do nível do mar contribui para os danos causados pelas tempestades, cada vez mais freqüentes devido às mudanças climáticas, o recuo das habitações ao longo do litoral se tornaria um “imperativo, mas quase impossível”.
“Vamos ter de recuar [a partir da costa]. Não há escolha. Em termos puramente econômicos, será impossível defender tudo. A defesa de cidades como Londres ou Rotterdam na Europa indicam que não haverá dinheiro para todas as outras habitações menores”, Cooper. 

Fonte: http://codonoticias.com.br/praias-do-rio-e-de-outras-partes-do-mundo-correm-risco-de-serem-varridas-do-mapa/

Via: http://verdademundial.com.br/praias-do-rio-e-de-outras-partes-do-mundo-correm-risco-de-serem-varridas-do-mapa/
Measure
Measure

Temperaturas e degelo aumentam no Ártico à medida que planeta esquenta

Temperaturas recorde no Alasca, cobertura de neve abaixo da média no Ártico e degelo excessivo no verão da Groenlândia foram observados este ano por cientistas, despertando novas preocupações sobre o aquecimento global.
O Arctic Report Card, desenvolvido por 63 cientistas em 13 países e atualizado a cada ano desde 2006, foi divulgado nesta quarta-feira (17) na reunião da União Geofísica Americana, em São Francisco (Califórnia, EUA).
O relatório constatou que o Ártico continua esquentando numa taxa duas vezes maior do que em baixas altitudes, indicando a permanência de uma tendência conhecida como Arctic Amplification.
“Não podemos esperar recordes todos os anos. As constantes mudanças na região não precisam ser espetaculares, disse o autor principal Martin Jeffries, consultor científico do Ártico e oficial do programa pelo Arctic and Global Prediction no escritório de Pesquisa Naval no Condado de Arlington, na Virgínia, Estados Unidos.
A temperatura do ar continua esquentando em comparação à média dos últimos 30 anos, o que é importante porque essas temperaturas agem como indicadores e responsáveis pelas mudanças regionais e globais, alterando os habitats de ursos polares que lutam pela sobrevivência com o gradativo desaparecimento de oceanos congelados.
“A mudança climática está causando um efeito desproporcional no Ártico. Nos últimos 30 anos, a região vem se tornando mais verde, quente e acessível a embarcações, extração energética e pesca”, disse Craig McLean, administrador assistente no National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA, na sigla em inglês).
“Essas transformações, causadas pelas emissões de gases do efeito estufa, estão trazendo enormes desafios”, prosseguiu.
-Variáveis naturais -
Houve algumas melhoras significativas, inclusive um ligeiro espessamento do gelo no Ártico e o registro de apenas a sexta menor quantidade de mares congelados desde as observações de satélite iniciadas em 1979.
No entanto, cientistas informaram que estudos em curso verificaram que as diferenças regionais das temperaturas do ar ao longo do tempo ocorrem muitas vezes “devido a variáveis aleatórias naturais”.
O relatório abrange um período entre outubro de 2013 e setembro de 2014. Nesse intervalo de tempo, houve temperaturas extremas de frio no leste da América do Norte e região central da Rússia, juntamente com o ar excepcionalmente quente no Alasca e norte da Europa.
“O Alasca registrou anomalias em sua temperatura, que foi 10º C mais alta do que a média de janeiro”, afirma.
A cobertura de neve no Ártico durante a primavera foi abaixo das médias entre 1981 e 2010, e novos mínimos históricos foram observados em abril na Eurásia.
Já na América do Norte, a cobertura em junho foi a terceira mais baixa registrada, quando “a neve desapareceu três ou quatro semanas antes que o normal na Rússia Ocidental, Escandinávia, sub-ártico canadense e Alasca Ocidental devido a um acúmulo abaixo da média e acima das temperaturas normais da primavera”.
Apesar de um sutil aumento na espessura do gelo no Ártico em comparação com 2013, ainda “há uma quantidade muito menor do gelo mais antigo, mais espesso (com mais de 4 metros) e mais resiliente do que 1988″.
Naquela época, o gelo mais antigo compunha até 26% do bloco de gelo; agora, compõe apenas 10%.
As temperaturas da superfície do mar em todo o Ártico aumentaram especialmente no Mar de Chukchi, a noroeste do Alasca, onde as temperaturas estão aumentando a um ritmo de 0,5° C por década.
Na maior parte do verão, o derretimento da camada de gelo ao longo da Groenlândia foi acima da média, embora sua massa total tenha permanecido inalterada entre 2013 e 2014.
Conforme o gelo derrete, a sua capacidade de refletir a luz solar enfraquece, o que leva a uma perda ainda maior de gelo.
O gelo na Groenlândia neste verão foi o segundo mais escuro desde o ano 2000 e agosto estabeleceu uma nova baixa de reflexibilidade.

Via: http://verdademundial.com.br/temperaturas-e-degelo-aumentam-no-artico-a-medida-que-planeta-esquenta/
Measure
Measure

Queda do petróleo agrava escassez de produtos na Venezuela

Produtos básicos, como fralda e leite, sumiram e pessoas fazem filas para tentar comprá-los
Eugenia Martinez disse ter acordado às 3h para comprar dois pacotes de fraldas para a filha.
“Em nenhum lugar em Caracas você consegue encontrar fraldas”, diz a dona de casa. “Então quando alguém me avisa sobre onde encontrá-las, tenho que ir”.
A falta de produtos básicos, como a fralda para a filha de Eugenia, tem se agravado na Venezuela com a forte queda no preço do petróleo nos últimos meses.
O país é altamente dependente dos recursos da exportação do produto – segundo estimativas, 96% das receitas de exportação são provenientes do produto. Petróleo mais barato significa menos dinheiro nos cofres do país para garantir acesso a moeda estrangeira e importações de produtos.
Assim, filas para itens simples têm se espalhado pelo país.
Mesmo tão cedo, Eugenia conta ter enfrentado um metrô lotado, antes de se juntar a mais uma fila. Achadas as fraldas, o desafio agora é encontrar leite.
“Todos os dias eu tenho que ficar na fila para encontrar o que eu preciso. Agora, eu não consigo encontrar uma lata de leite. Não acho em nenhum lugar. Estou preocupada porque só tenho uma lata em casa”.
“Não consigo imaginar como serão as coisas em janeiro. Desse jeito, vamos passar fome”.
Em junho, o preço do barril do petróleo venezuelano – mais pesado para os padrões internacionais – estava ao redor de US$ 100. Na semana passada, o preço chegou a US$ 57,53.

‘Economia de guerra’

A queda do preço do petróleo significa menos dólares nos cofres do governo da Venezuela e para o pagamento de importações.
Para o empresário Alex Hernández, a queda do preço do petróleo tornou ainda mais difícil o acesso a moeda estrangeira necessária para comprar os produtos importados que ele vende.
“Não temos guerra mas é uma economia de guerra. Porque mesmo quando você tem dinheiro você não consegue encontrar o que quer. Empresários estão sob risco”, diz ele.
Reuters
Homem mostra senha escrita en seu braço para marcar seu lugar numa fila para comprar alimentos em um mercado do governo em Caracas
Em 2003, o governo venezuelano definiu uma taxa fixa para o câmbio. A medida foi adotada para que o governo mantivesse o controle sobre os preços e
garantir que alguns itens básicos, como pão e arroz, ficassem mais acessíveis aos pobres.
Diante do controle cambial, pessoas e empresas podem receber dólares na taxa oficial somente através de uma agência do governo – e somente para fins de importação de bens ou pagamento de viagens ao exterior.
Como Hernández disse, o preço de produtos na Venezuela tem subido. A taxa de inflação oficial do governo está em 63,4% e o país está beira da recessão.
Foi a primeira vez desde maio que o Banco Central local divulgou o índice de inflação. Críticos acusam o governo de omitir dados por razões políticas.
O BC também não divulgou o índice de escassez, que revela os produtos que estão em falta. Mas é evidente que a dificuldade de se obter produtos básicos tem gerado descontentamento entre muitos.
“Todos os venezuelanos têm sentido no bolso a queda do preço do petróleo. Evidentemente está custando muito para a gente. Porque quando o preço cai há menos moeda estrangeira para os importadores”, disse Hernández.
“Aqui na Venezuela 90% dos produtos são importados. Quase tudo o que se consome na Venezuela é importado. E lamentavelmente isso colabora para que a alta dos produtos seja maior”.
O mecânico Enrique Moreno também se diz afetado pela escassez de produtos – no caso dele, de peças de reposição importadas.
“Nos dizem que este país tem as maiores reservas de petróleo do mundo. Mas para mim isto é mentira, porque se fosse verdade, não deveríamos estar onde estamos”, disse.
“Estamos num período de insatisfação. Você sente nas ruas, falando com as pessoas”.
Fonte: BBC Brasil/Plano Brasil

Via: http://noticia-final.blogspot.com.br/2014/12/queda-do-petroleo-agrava-escassez-de.html
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Coreia do Norte ameaça EUA com ataques contra Casa Branca e Pentágono

Pyongyang ameaçou atacar a Casa Branca, o Pentágono e "todo o território dos Estados Unidos". Essa mensagem apareceu no site da agência estatal de notícias norte-coreana KCNA.

Assim, a Coreia do Norte respondeu à promessa do presidente norte-americano, Barack Obama, de "responder de forma simétrica" ao ciberataque contra a empresa Sony Pictures. Os Estados Unidos estão convencidos que esse ataque foi levado a cabo por Pyongyang em resposta à criação do filme "Interview" ("A Entrevista") que fala do assassinato do atual líder norte-coreano, Kim Jong-un.
A Coreia do Norte está pronta para um confronto com os Estados Unidos em todas as "frentes", incluindo no ciberespaço, afirma um comunicado da KCNA. Sublinha-se que as medidas de respostas já foram tomadas. "Nosso objetivo são todas as cidadelas dos imperialistas norte-americanos, cujas ações tenham causado descontentamento merecido de todos os coreanos", afirma o comunicado.
Voz da Rússia

Via: http://noticia-final.blogspot.com.br/2014/12/coreia-do-norte-ameaca-eua-com-ataques.html

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