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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Parlamentares reajustam seus próprios salários em 26%. Salário-Mínimo só deve ter 8,8% de reajuste

Publicado por Revolta Brasil em 18 dezembro
Parlamentares reajustam seus próprios salários em 26%. Salário-Mínimo só deve ter 8,8% de reajuste
É justo? 
Essa decisão te agrada, brasileiro? Afinal de contas, quem decidiu sobre isso são seus representantes e estão no congresso unica e exclusivamente para atender aos interesses do povo, e não aos próprios interesses.
Na ultima quarta-feira a Câmara dos Deputados aprovou o projeto que prevê aumento em seus próprios salários de 26%, passando de R$ 26,7 mil para R$ 33,7 mil.
Também votaram o aumento de 15,7% para o executivo e para os ministros do STF, 14,6%. Enquanto isso a previsão orçamentária  para reajuste do salário-mínimo para o “resto” dos brasileiros é de 8,8%, previsão esta que foi apresentada ao presidente do Congresso Federal Renan calheiros pela ministra do Planejamento de Dilma, Miriam Belchior, em agosto deste ano.
Os representantes que privilegiam a si mesmos em desfavor dos seus representados. Essa é a triste realidade do nosso querido Brasil.
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Russos querem criar fábrica de avião no Brasil independente da Embraer

Os russos mostraram o porquê são chamados de ‘homens gelados’ quando assunto é negócios e conflitos. A negativa da direção da Empresa Brasileira de Aeronáutica (EMBRAER) em receber a comitiva de 13 autoridades e assessores do governo russo, dirigida pelo vice premier Dmitry Rogozin, sequer foi entendida pelos europeus orientais como um incidente ou incômodo na missão por parcerias nas áreas de defesa, aeronáutica, espacial no Brasil.

Rogozin, um dos maiores inimigos do governo dos Estados Unidos, um gigante de pele muito clara e sorriso fácil, é determinado e pragmático. Ao saber do fim das barreiras diplomáticas e comerciais entre os Estados Unidos e Cuba, determinou que sua rota mudaria.  Não iria retornar diretamente para Moscou. Depois de visitar São José dos Campos, reprogramou sua passagem pelas Américas e partiu as 14h30 desta quinta (18) para Cuba, num claro enfrentamento ao presidente Barack Obama.

A resposta à Direção da EMBRAER veio em seguida e por meio de seus assessores, numa política de preservar o premiê que coleciona polêmicas com o mundo ocidental desde a invasão da Ucrânia e anexação da Criméia.

“Não tem incômodo algum, só ficou para nós estranha a posição da Embraer de não quer ampliar seus negócios. Íamos propor a produção conjunto de um avião civil. A Embraer é na verdade uma empresa norte americana, entendemos isso. Mas vamos procurar nos estabelecer no mercado aeronáutico daqui”, observou um dos porta-vozes do premiê.

Segundo os assessores, isso se dará com uma empresa ou com um grupo empresarial nacional, que passaram a prospectar imediatamente após a recusa da Embraer em atender a comitiva do vice premier.

Pragmático, o vice premier - um ex piloto de caça da força aérea soviética- quer, além do interesse concreto por parte do governo brasileiro de elevar o Brasil a condição de segundo maior polo fabricante de aeronaves do mundo, que o ingresso no setor aeronáutico se dê com a capacitação existente no país, com um nível de investimento capaz de suportar as necessidades de uma fábrica competitiva, e a possibilidade de produção, além de desenvolvimento e pesquisa.

A visita ao Brasil começou pelo Rio de Janeiro, onde foram visitados as instalações da Marinha, passando por Brasília num encontro com o vice presidente Michael Temer e com membros do Ministério da Defesa, nesta quinta-feira, o premiê e homem forte de Vladimir Putin desembarcou com o embaixador da Rússia no Brasil, Sergey Akopov, de uma imenso jato branco com frisos pretos ondulados na cauda, no aeroporto civil-militar de São José dos Campos para visitar o INPE, a AVIBRAS e a ODT-Mectron.

Compenetrado, escutou as exposições da direção da ODT- Mectron e dos executivos da AVIBRAS, além do prefeito local, Carlinhos de Almeida (PT) que lhe garantiu ser a cidade o melhor local para investimentos neste gênero em todo país.  “Falei do potencial da cidade para recebê-los, não existe outro lugar no Brasil para ter investimentos nesta área, principalmente com nosso parque tecnológico e a ampliação do ITA”, reforçou o político ao vice premiê, que ainda pediu que fortaleça o BRICS.

Um dos pontos praticamente descartados pela comitiva russa foi a produção em solo nacional de helicopteros. Além da competição direta com a Helibras e a chegada de novos concorrentes, a crise está encolhendo esse mercado. Já o setor de defesa, os russos dão como certas as parcerias com a MECTRON na produção de um míssil Ar-Ar de longo alcance(BVR) e a DENEL, da África do Sul.  Mas esse processo, esperado para 2015, ainda está em fase de negociação com o governo brasileiro.

“Esse será o primeiro projeto que envolverá três países do BRICS, é um grande projeto de cooperação. Estamos buscando a aproximação entre os países do próprio BRICS para sair da crise.

Estamos numa missão de conhecimento, a próxima será de aproximação mais prática com desenvolvimento de novos projetos e de novas tecnologias”, salientaram os assessores do vice premier.

O fechamento e assinatura de grandes acordos é esperado para a visita da presidente Dilma Rousseff na Rússia, no ano que vem. Nesta ocasião já se espera firmar com o governo brasileiro a construção de uma fábrica de aviões para usos civil e militar, além de empreendimentos no setor naval, espacial e de cooperação no segmento nuclear e em eletrônica avançada.

“Para o ingresso de uma empresa russa no setor aeronáutico depende do governo brasileiro, com essa cooperação nós temos condições de elevar o Brasil ao segundo lugar na produção mundial de aeronaves”, afirmou determinado.


Defesa Net

Banqueiros ocidentais cometeram dois atos de guerra contra a Rússia

Nos últimos , os banqueiros ocidentais dois atos explícitos  ir a  guerra contra a Rússia  nosderivados, ou seja, o mergulho dos preços do petróleo e do recente corte de todas as liquidez aos bancosrussos. Isso me faz lembrar  dias antes da eclosão da  Guerra Mundial nos Estados Unidos a seguiu uma doutrina chamada Expirado o ponto em que  aviões foram concebidos para provocar o Japão aatacar a América e  que  Roosevelt poderia usar isso como uma desculpa para  envolver-se na  Guerra Mundial.   Twain disse uma vez: "A hostória se repete, bebeu algo azedo será que rima."
War Against Russia
Afundamento  Rublo

Será que o público norte-americano recebeu qualquer explicação razoável sobre a forma como os preços do petróleocaíram em uma época do ano em  historicamente chegaram ao pico, a fim de viajantes de férias nem saber o preço É claro que não vai se ter nenhuma das novas revelações sobre este ponto. Aqui está a verdadeira história por trás queda dos preços do petróleo.

Hedge relatada pela primeira vez que os corretores estão agora a aconselhar os seus clientes de que quaisquer posições  em rublo russo existentes será encerrada sem qualquer aviso prévio, devido a preocupações relacionadas com a falta de russos "controles de capital". Pelo menos essa é a desculpa de que os bancos ocidentais estão usando para executar a partir do rublo. A verdade da questão é que o Ocidente declarou guerra à Rússia e seus parceiros do BRICS  minar a Petrodollar.
No Turning Back

Afundamento  Rublo marca uma mudança na estratégia bancária ocidental dirigida aos russos. Esta mudança foi necessária porque o esquema do Ocidente para mergulhar o preço do petróleo  está a ter um efeito imediato sobreas ações econômicas russas. Embora os consumidores norte-americanos estão festejando em sua recente  sorteno que diz respeito ao colapso dos preços do petróleo, que resultaram em preços mais baratos na bomba, há algumasconsequências muito nefastas ligadas a boa fortuna do consumidor americano.

O preço do barril de petróleo está chegando ao ponto em que ele não vai ser rentável até mesmo a  enviar o  porquepara enviar o  está se tornando mais caro do que  homens de meio transporte de agentes podem fazer. Isto iráresultar em  escassez artificial de gasolina disponível. Nos Estados Unidos, a escassez em breve irá aparecer e os preços vão cravar a níveis inimagináveis. , sem dúvida, entrar em colapso a nossa economia frágil.

A estratégia de deixar cair os preços do petróleo, a fim de trazer os russos de joelhos, não vai funcionar, diz Walker. Em uma conversa relatada com o meu colega,  Martin, disse  Martin que os baixos preços do petróleonão vai fazer Putin piscar por causa de  a inflação  Putin  reservas de petróleo e de caixa de um anoimediatamente. Em outras palavras,  pavio foi aceso   Guerra Mundial. Alguém acredita  Putin  permitir que seus reservas  ser esgotado?
 Parâmetros de Tempo para a III Guerra Mundial

A situação financeira da Rússia está prestes a ir crítica, apesar de sua capacidade para resistir temporariamente a tempestade relacionada à queda dos preços do petróleo.   está relatando, o próximo motorista da crise russa , sem dúvida, vai começar no sistema bancário russo porque, como o  afirmou: "... bancos globais estão reduzindo o fluxo de dinheiro para entidades russas, uma resposta a mais acentuada liquidação do rublo uma vez que na  crise financeira de 1.998 "Em outras palavras, os bancos ocidentais estão cortando toda liquidez financeira para a Rússia. breve paralisará a economia russa.

Bancos da Rússia estão agora isolados do mundo ocidental. Este é um ato de guerra! A única questão que permaneceé quando Putin  lançar um ataque nuclear preventivo sobre o Ocidente, a fim de preservar a sua economia? Será quePutin esperará até  de suas reservas de petróleo já se forem? Será que ele vai esperar até  de suas reservas de petróleo sejam gastos? Antes de responder, tenha em mente que Putin vai precisar de  reservas de petróleopara combater na  Guerra Mundial.

Depois de receber esta notícia, ontem, eu estendi a mão  meus contatos com as informações na esperança de terestes desenvolvimentos desmascarados. Infelizmente, minhas fontes forneceram informações que parecem colaborar o fato de que estamos indo para a guerra total.
Desenvolvimentos perturbadores

Soube que as folhas dos militares críticas foram cancelados em vigor em 1º de janeiro de 2015. As folhas não são uniformemente canceladas  a atravessar a amplitude dos militares. No entanto, tenho sabido que as folhas de militares para o pessoal que presta serviço  estrutura de comando nuclear  elementos específicos da frota de submarinos nucleares estão cancelados agora. A implicação deveria ser óbvia, como o que alguém como o que o Pentágonoacredita que está chegando.

Schlumberger International é a maior corporação do campo petrolífero do mundo que emprega 126 mil pessoas em 85 países. Recentemente, a filha de um Texano apresentador de talk show, Vinnie , afirmou que Schlumbergercancelou todas as viagens em qualquer parte do mundo.  proibição de viagem começou imediatamente após o feriado. Claramente, Schlumberger está antecipando que algo grande que  está pronto para acontecer. Pode-se suporque o que está chegando e está relacionada com  uma vez que este é o negócio da Schlumberger.  interessante notar como um aparte, que há quatro anos no meu talk show, pesquisadora Dianne Hunter relatou as interconexões entreSchlumberger   cp,  Nature Conservancy e, finalmente,  a rainha da Inglaterra. Essas conexões são dignas deuma investigação mais aprofundada, que será o passo seguinte. 
conclusão

Claramente, algo grande está se  antecipando por pessoas / empresas que estão em posição de saber algo. Tenho esperança de que este artigo vai abalar os arbustos um pouco a fim de obter uma melhor compreensão da naturezaparticular do que está por vir no mundo. Uma coisa é certa, nível de tolerância de Putin a essas sanções em breve serãoultrapassada.
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A história (oficial) da Apolo 17 e do porquê de não termos voltado à Lua

Publicado por n3m3 em 17/12/2014 
The Real Story Of Apollo 17... And Why We Never Went Back To The Moon
Abaixo, a explicação oficial do porquê da NASA não ter retornado à Lua, escrita por Andrew Liptak:
Em 11 de dezembro de 1972, a Apolo 17 pousou na Lua.  Oficialmente, este não só foi o nosso pouso final na Lua, mas também foi a última vez que o homem deixou a órbita baixa da Terra.  Com o lançamento de sucesso da cápsula Orion, a NASA finalmente está se preparando para ir mais longe novamente.  Assim, é importante lembrar como chegamos até a Lua – e porque deixamos de ir até lá.
Tripulada pelo Comandante Eugene A. Cernan, Comandante de Módulo Piloto Ronald E. Evans e Piloto de Módulo Lunar Harrison P. Schmitt, a missão Apolo 17 foi a primeira a incluir um cientista.  Os objetivos científicos primários incluíam o levantamento geológico e amostragem de materiais e características da superfície em áreas pré-selecionadas da região Taurus-Littrow; a liberação e ativação de experimentos de superfície; e a condução de experimentos em voo e tarefas fotográficas durante a órbita lunar e ao redor da Terra.
The Real Story Of Apollo 17... And Why We Never Went Back To The Moon
Harrison ‘Jack’ Schmitt obteve seu PhD em Geologia da Universidade de Harvard em 1964, e havia trabalhado na Pesquisa Geológica dos Estados Unidos e na Universidade de Harvard, antes de passar pelo treinamento para ser astronauta em 1965.  A Apolo 17 foi sua primeira missão espacial e seria a primeira vez que uma astronauta cientista pisaria na superfície lunar.  Acompanhando ele estavam Eugene ‘ Gene’ Cernan, um astronauta veterano que voou pela primeira vez ao espaço no programa Gemini IX, uma missão ocorrida em 1966, e mais tarde serviu como Piloto do Módulo Lunar para a missão Apolo 10 em maio de 1969, onde ele chegou até 140 quilômetros da superfície da Lua.
Schmitt pousou o Módulo Lunar Challenger no vale lunar Taurus-Littrow, logo ao sudeste de Mare Serenitatis, uma região de significância geológica na Lua.  Os planejadores da missão esperavam que a região fosse fornecer uma gama de informações sobre a história da superfície lunar.  Ao pousar, a dupla começou as observações da superfície da Lua:
04 14 37 05: Cernan: “Você sabe, eu notei muita diferença no brilho da Terra e – e na sombra dupla…  …é difícil de ver as estrelas mesmo se você não tiver a Terra lá.”
04 14 23 28: Cernan: “Oh, cara. Olhe aquela rocha lá.”
Schmitt: “Absolutamente incrível. Absolutamente incrível.”
Após várias horas de preparação, Cernan pisou na superfície lunar:
04 18 31 0: “Estou no último degrau. E, Houstou, ao pisar na superfície em Taurus-Littrow, gostaria de dedicar este primeiro passo da Apolo 17 a todos aqueles que tornaram isto possível.  Jack, eu estou fora.  Oh, puxa vida. Inacreditável. Inacreditável, mas como é claro no Sol.  OK. Pousamos numa depressão rasa. Por isso que ficamos num leve ângulo.  Muito rasa, como um prato.”
Os dois astronautas descarregaram o jipe lunar e começara a montar os instrumentos científicos ao redor do seu local de pouso: um pacote de experimentos e explosivos (para completar os experimentos sísmicos que haviam começado em outras missões Apolo, em outras localidades da Lua).  Em sua primeira excursão no jipe lunar obtiveram numerosas amostras de rocha lunar.  Nos próximos dias, os astronautas completaram duas caminhadas adicionais na Lua, onde continuaram a dirigir pela superfície lunar e coletar amostras.
Mais tarde Schmitt descreveu o local de pouso para a Historiadora da NASA, Carol Butler: “”
O porquê de termos ido ao espaço
As missões científicas da Apolo 17 foram o ápice da um programa massivo que havia começado em 1963, após os sucessos do Programa Mercúrio.  Como resultado da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos e a União Soviética começaram a competir numa corrida armamentista que viu ganhos significativos militarmente para ambos os lados, finalmente culminado com o desenvolvimento de foguetes capazes e atingir o território inimigo do outro lado do mundo.  O próximo passo para a superioridade armamentista pulou da atmosfera para a órbita baixa da Terra, indo após até a Lua.  Quando isso aconteceu, cada país capitalizou nos avanços na tecnologia de foguetes para assim experimentar com missões de voo espacial com humanos.  A União Soviética obteve sucesso colocando Yuri Gagarin no espaço em 1961, somente um par de anos após o lançamento do primeiro satélite em órbita.
Seguido de perto pelos Estados Unidos, o espaço se tornou uma demonstração incrivelmente pública do poder militar e tecnológico.  O desenvolvimento da viagem espacial não ocorreu no vácuo político: o propulsor para os Estados Unidos desenvolverem foguetes e veículos que podiam viajar mais alto e mais rapidamente do que os da União Soviética ocorreu ao longo de tensões entre os dois países, especialmente em crises geopolíticas, tais como a Crise de Mísseis em Cuba e o envio de mísseis estadunidenses até a Turquia, fatos estes que demonstraram o quão prontos cada país estava para aniquilar o outro.
Imagem via Universe Today
À medida que o programa espacial decolava, ele era apoiado por outros esforços científicos e de pesquisa de um amplo complexo industrial militar, cujo o Presidente Dwight Eisenhower tinha se preocupado a respeito há somente alguns anos antes. (Eisenhower não apoiava o desenvolvimento da viagem espacial que começou sob sua gestão, e tinha tentado diminuir o significado do lançamento do satélite Sputnik.)  O ambiente crítico da Guerra Fria permitiu significativos gastos políticos e governamentais de capital, que apoiavam uma estrutura de ‘atacar primeiro’, e em parte escoou aos campos científico e aeronáutico, que mantinham uma mensagem de paz e otimismo.
Em 1966, a corrida espacial chegou ao pico: a NASA recebeu seu maior orçamento, a somente 4,5% do orçamento federal total dos EUA, que seriam US$ 5,933 bilhões (por volta de US$ 43 bilhões hoje).  Os Estados Unidos tinham tornado claro os ganhos no espaço através desta argumentação: O Projeto Gemini tinha completado sua missão final, e com os esforços tomando rumo em direção à nova fase Apolo em pleno vapor.  Neste ponto, a infraestrutura social e política, e o apoio para ir até o espaço tinham diminuído, e finalmente cairiam por terra após o pouso de sucesso da Apolo 11 em julho de 1969.  Após, a NASA continuou com as missões planejadas e finalmente pousou mais cinco missões Apolo na Lua (a Apolo 13 não foi capaz de pousar, após ter tido problemas mecânicos).
Mudando as prioridades.
Logo após o pouso da Apolo 11, a NASA começou a mudar as prioridades: planos para uma estação espacial foram revitalizados, e em 1970 eles anunciaram que a Apolo 20 seria cancelada em favor da criação de uma nova aventura: o Skylab.  Em 2 de setembro de 1970, a agência anunciou as três missões Apolo finais: Apolo 15, 16 e 17.  A agência foi forçada a ceder às pressões políticas também: Em 1971, a Casa Branca pretendia cancelar completamente o programa Apolo após a Apolo 15, mas finalmente as duas missões restantes foram mantidas.  Harrison Schmitt, que tinha sido treinado para a Apolo 18, foi trazido para a Apolo 17, após a NASA sofrer pressão dos cientistas para que fosse enviado um deles até a Lua.
Em 14 de dezembro de 1972, Cernan se tornou o último humano a pisar na superfície da Lua:
07 00 00 47: “Bob, aqui é o  Gene, e estou na superfície, e à medida que dou os últimos passos do homem na superfície, de volta para a casa, por algum tempo, acredito que não num futuro distante.  Eu gostaria de simplesmente relacionar o que eu acredito que a história irá registrar, de que o desafio dos EUA de hoje forjou o destino do homem de amanhã.  E, ao sair da Lua naTaurus Littrow, partimos como viemos, se Deus quiser, pois devermos voltar, em paz e esperança para toda a raça humana.  Boa viagem tripulação da Apolo 17.”
Em 42 anos desde que essas palavras foram ditas, ninguém mais pisou na Lua.  Os níveis de gastos federais que a NASA tinha recebido antes de 1966 tinham ficado inatingíveis para um público que tinha se tornado financeiramente desconfiado, particularmente quando passavam pela enorme crise do petróleo de 1973, a qual mudou as prioridades da nação.  Gastos nos programas espaciais era algo que podia ser feito, mas com grandes restrições fiscais, limitando as pesquisas e missões científicas da NASA nos próximos anos.  Tais programas incluíam o desenvolvimento do programa Skylab em 1973, e do programa do Ônibus Espacial, bem como um número de sondas robóticas e satélites.
The Real Story Of Apollo 17... And Why We Never Went Back To The Moon
Esta mudança em prioridades impactou profundamente a vontade dos fazedores de normas na implementação de novas missões exploratórias até a Lua e além.  Sonhos otimistas de alcançar Marte tinha há muito tempo morrido, e à medida que a NASA focava no Ônibus Espacial, a infraestrutura física que apoiava as missões lunares desaparecia: Os foguetes Saturno V não mais eram fabricados, e os foguetes que não foram utilizados se tornaram amostras de museu.  Todo o aparelho técnico e de fabricação, que havia apoiado tanto as operações civis quanto militares, também estava começando a desaparecer. O acordo Strategic Arms Limitation Talks (SALT) e seus sucessores começaram a congelar o número de mísseis que poderiam ser fabricados, tanto pelos Estados Unidos, quando pela União Soviética em 1972, e cada país começou a reduzir suas operações.  A urgência que alimentava a corrida armamentista da Guerra Fria começou a esfriar, e junto dela o apoio para muitos dos esforços requeridos para levar as pessoas ao espaço e à Lua.
Desde aquele tempo, os presidentes dos EUA têm falado sobre seus desejos de retornarmos até a Lua, mas sempre em termos de décadas, ao invés de anos.  É fácil ver porque: até recentemente, as operações de voo espacial dos EUA estavam focadas inteiramente em atividades de órbita baixa da Terra, bem como programas de cooperação internacional, tais como a Estação Espacial Internacional e importantes instrumentos científicos, como Mars Pathfinder, Opportunity/Spirit e Curiosity. Outras importantes preocupações têm redirecionado as atenções dos EUA: A Guerra Contra o Terror, que espera-se custar US$ 5 trilhões ao longo do tempo.
O lançamento da Orion no topo de um foguete Delta IV foi empolgante de assistir, bem como novos membros no campo de lançamentos espaciais, a SpaceX e a Orbital Sciences Corporation, o que sugerem que a nova geração de infraestrutura está sendo construída.  As razões para visitar a Lua e potencialmente outros planetas e corpos em nosso sistema solar são numerosas: elas poderiam ser as maiores missões científicas de nossa existência, permitindo-nos a compreender ainda mais sobre a criação de nosso planeta e sistema solar.  Mais importante, tais missões contribuem para o caráter da nação, demonstrando a importância da ciência e tecnologia para a nossa civilização, que irá finalmente nos ajudar a processar e tratar assuntos de grande preocupação: a saúde de nosso planeta.  Esperançosamente, as palavras de Cernan quanto a esperança de que nossa ausência na Lua seja breve tornar-se-ão realidade, e mais uma vez exploraremos novos mundos durante nossos tempos de vida.
- Andrew Liptak
Fonteio9.com
Colaboração: Sofia De Marchi Thomaz

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