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terça-feira, 16 de setembro de 2014

EUA ATACAM ESTADO ISLÂMICO EM BAGDÁ E AMEAÇA ASSAD

Começam os planos dos EUA para Iraque e Síria. EUA lançam o primeiro ataque contra o Estado Islâmico em Bagdá. Americanos ameaçam Assad, caso ataque os caças dos aliados. Aliados de 30 países se unem militarmente para a guerra no Iraque e na Síria!

Os Estados Unidos lançaram nesta segunda-feira (15) um ataque aéreo contra alvos do grupo Estado Islâmico(EI) ao sul de Bagdá, capital do Iraque, afirmou o Comando Central dos EUA nesta segunda. Foi o primeiro ataque aéreo contra o EI na região de Bagdá, informou um funcionário da secretaria de Defesa à agência France Presse.

Segundo disse o funcionário à AFP, aviões de guerra norte-americanos lançaram ataques perto de Bagdá enquanto outras aeronaves atacavam as montanhas de Sinjar a oeste de Mosul, no norte do país.

A defesa aérea dos militares sírios enfrentaria retaliação se a Síria tentar responder a ataques aéreos norte-americanos contra alvos do Estado Islâmico na Síria, disseram altos funcionários dos Estados Unidos nesta segunda-feira.

A autorização do presidente Barack Obama para uso do poder aéreo norte-americano contra as fortalezas do Estado Islâmico na Síria levantou a questão se o presidente sírio, Bashar al-Assad, responderia de alguma forma.

Altos funcionários dos EUA que falaram com jornalistas disseram que Assad não deve interferir e que os Estados Unidos têm uma boa noção de onde as defesas aéreas sírias e instalações de comando e controle estão localizadas.

Um funcionário disse que os militares de Assad apenas atuariam se houvesse ameaça sobre a capacidade dos EUA de operar na área, que colocassem as defesas aéreas da Síria na região em risco.

Os Estados Unidos reforçaram que não irão coordenar com o governo Assad de nenhuma forma, em sua luta contra o Estado Islâmico. A posição de Obama tem sido de que ele gostaria de ver Assad fora do poder, especialmente depois de usar armas químicas contra seu próprio povo, no ano passado.

Mas ataques aéreos contra o Estado Islâmico na Síria poderiam ter o efeito indireto de beneficiar Assad, uma vez que os extremistas têm lutado contra o governo sírio, durante o que é agora uma guerra civil de três anos.

Washington quer treinar e equipar os rebeldes sírios que são considerados moderados para manter o território livre para os ataques aéreos norte-americanos.

Cerca de 30 países presentes na Conferêbncia de Paris sobre o Iraque concordaram nesta segunda-feira (15) em fornecer ajuda militar apropriada a Bagdá para combater insurgentes do grupo radical estado Islãmico, em um comunicado divulgado após o início das conversas. Segundo o texto, emitido por autoridades francesas, combater o grupo é "uma questão de emergência", embora não haja ainda detalhes sobre o tipo de ajuda militar que seria enviada.

Os EUA revelaram esta semana um plano geral para combater os militantes islâmicos simultaneamente no Iraque e na Síria. O governo norte-americano acredita poder forjar uma aliança sólida, apesar da hesitação entre alguns parceiros e questões sobre a legalidade das ações, especialmente na Síria, onde o grupo militante tem uma base de poder.

Ministros das Relações Exteriores dos principais países europeus, os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, os vizinhos do Iraque, mais o Catar, Arábia Saudita, Kuwait e Emirados Árabes Unidos (países do Golfo Pérsico), se reuniram para discutir os aspectos humanitários, políticos e de segurança no combate ao Estado Islâmico.

O Irã, que é muito influente no Iraque, país vizinho, não está participando da conferência.

Com o objetivo de apoiar o combate ao grupo extremista "Estado Islâmico" (EI), a França anunciou voos de reconhecimento sobre o Iraque a partir desta segunda-feira (15/09). Os voos devem partir da base francesa em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, disse o ministro do Exterior da França, Laurent Fabius, à emissora de rádio France Inter.

Segundo o ministro, seis aviões de combate franceses estão estacionados na base. Fabius fez o anúncio antes de uma conferência internacional em Paris, para discutir o avanço do EI e a estabilidade do Iraque. O principal tema do encontro deve ser uma ação conjunta contra o EI, que controla grandes áreas do Iraque e da Síria.

A Austrália vai começar a enviar tropas e aviões para o emirado de Abu Dhabi nesta semana, tornando-se o primeiro país que apoia por terra a ofensiva dos Estados Unidos contra o Estado Islâmico no Iraque, anunciou nesta segunda-feira a agência local AAP.

O primeiro-ministro australiano, Tony Abbot, detalhou no domingo que seu país enviará até 600 soldados e dezenas de aviões, entre eles sofisticados caças Super Hornet. O premier reconheceu em declarações à imprensa local que a guerra contra o grupo extremista pode estender por muitos meses.

Combatentes curdos sírios recuperaram o controle de 14 povos da Província setentrional de Al Hasaka na Síria após choques com o grupo jihadista EI (Estado Islâmico), informou nesta segunda-feira (15) a milícia Unidades de Proteção do Povo Curdo.

Em comunicado divulgado em seu site, esta força curdo-síria explicou que seus milicianos iniciaram em 13 de setembro uma operação contra os "terroristas", em referência ao EI, que ameaçavam tomar a cidade de Qameshli, e desde então retomaram o domínio de 14 locais.


Via: 

Brasil está em lista dos países ‘mais miseráveis’ do mundo, segundo instituto americano

O Brasil foi considerado o nono país mais miserável do mundo, segundo um ranking divulgado, nesta semana, pelo Instituto Cato. De acordo com o centro de pesquisas apartidário norte-americano, para a classificação dos 90 países apontados na listas, foram considerados números do desemprego, empréstimos e taxas de inflação, menos a variação percentual do Produto Interno Bruto (PIB) per capita de cada nação. O resultado da classificação foi chamado de “índice de miséria”. As informações são do The Telegraph.


O Brasil, que recebeu nota 37.3 no “índice de miséria”, foi prejudicado principalmente pelas altas taxas de juros existentes no país. A Venezuela, por sua vez, liderou o ranking, com 79.4 pontos. Segundo o Cato, o motivo de tanta miséria seria a alta inflação que assola a nação.

No caso da nossa “vizinha” Argentina, que teve nota 43.1 e ficou em 4º lugar no ranking, a inflação também foi a razão de entrar na lista dos 10 países mais miseráveis do mundo. Apenas esses três países representam as Américas nos 10 primeiros lugares do ranking.

Confira a seguir a lista dos 10 países mais miseráveis do mundo - ao lado de suas notas no “índice de miséria”, de acordo com o Cato.

1. Venezuela (79.4)
2. Irã (61.6)
3. Sérvia (44.8)
4. Argentina (43.1)
5. Jamaica (42.3)
6. Egito (38.1)
7. Espanha (37.6)
8. África do Sul (37.4)
9. Brasil (37.3)
10. Grécia (36.4)

Extra
Editado por Folha Polític
http://julearauju.blogspot.com.br/2014/09/brasil-esta-em-lista-dos-paises-mais.html

Carta de militares veteranos israelenses para o governo de Israel

Em uma carta enviada aos comandantes e ao primeiro-ministro de Israel43 oficiaisveteranos da Unidade 8200 de inteligência disseram o porquê se recusam em cumprir a exigência de servir na reserva e atacar os palestinos.
A carta será publicada na íntegra em inglês para que não exista erro na interpretação. Negritos e sublinhados colocados pelo blog para máxima atenção do leitor.

11.09.2014
To:
Prime Minister, Mr. Benjamin Netanyahu
Chief of General Staff, Benny Gantz
Military Intelligence Director, Major General Aviv Kochavi
Commander of Unit 8200,
We, veterans of Unit 8200, reserve soldiers both past and present, declare
that we refuse to take part in actions against Palestinians and refuse to
continue serving as tools in deepening the military control over the
Occupied Territories.
It is commonly thought that the service in military intelligence is free of
moral dilemmas and solely contributes to the reduction of violence and harm
to innocent people. However, our military service has taught us that
intelligence is an integral part of Israel’s military occupation over the
territories. The Palestinian population under military rule is completely
exposed to espionage and surveillance by Israeli intelligence. While there
are severe limitations on the surveillance of Israeli citizens, the
Palestinians are not afforded this protection. There’s no distinction
between Palestinians who are, and are not, involved in violence. Information
that is collected and stored harms innocent people. It is used for political
persecution and to create divisions within Palestinian society by recruiting
collaborators and driving parts of Palestinian society against itself. In
many cases, intelligence prevents defendants from receiving a fair trial in
military courts, as the evidence against them is not revealed. Intelligence
allows for the continued control over millions of people through thorough
and intrusive supervision and invasion of most areas of lifeThis does not
allow for people to lead normal lives, and fuels more violence further
distancing us from the end of the conflict.
Millions of Palestinians have been living under Israeli military rule for
over 47 years. This regime denies the basic rights and expropriates
extensive tracts of land for Jewish settlements subject to separate and
different legal systems, jurisdiction and law enforcement. This reality is
not an inevitable result of the state’s efforts to protect itself but rather
the result of choice. Settlement expansion has nothing to do with national
security. The same goes for restrictions on construction and development,
economic exploitation of the West Bank, collective punishment of inhabitants
of the Gaza Strip, and the actual route of the separation barrier.
In light of all this, we have concluded that as individuals who served in
Unit 8200, we must take responsibility for our part in this situation and it
is our moral duty to act. We cannot continue to serve this system in good
conscience, denying the rights of millions of people. Therefore, those among
us who are reservists, refuse to take part in the state’s actions against
Palestinians. We call for all soldiers serving in the Intelligence Corps,
present and future, along with all the citizens of Israel, to speak out
against these injustices and to take action to bring them to an end. We
believe that Israel’s future depends on it.
Senior academic officer Or
First sergeant Ori
Sergeant Ella
Sergeant ***
Sergeant first class Amitai
Captain Assaf
Lieutenant Assaf
First sergeant Ariel
First sergeant Guy
Sergeant first class Galia
Lieutenant Gilad
First sergeant Doron
Captain D
Professional academic officer H
First sergeant T
First sergeant Tal
Sergeant first class Yair
First sergeant Yoav
First sergeant Yuval
Lieutenant Yonatan
Sergeant first class Lior
Sergeant Liron
Sergeant Maya
Sergeant Michal
First sergeant Menahem
First sergeant Nadav
Sergeant Noa
First sergeant Sa’ar
First sergeant Eden
Sergeant Idan
Professional academic officer Amir
First sergeant Amit
Sergeant K
Sergeant Keren
Sergeant first class Regev
First sergeant Roi
Sergeant R
First sergeant Rotem
First sergeant Shira
Major Shmulik
First sergeant Schraga
Sergeant Sheri
Senior academic officer Tomer

O que ficou claro na carta é a confirmação de que a Palestina foi invadida e ocupada, além de admitirem que massacram o que resta da população palestina diariamente e injustamente. É a confirmação do genocídio palestino,
Israel não passa de um “porta-aviões” armado até os dentes colocado no Oriente Médio pelos anglo-sionistas para controlar o Petróleo e gás dos árabes, além de obter uma posição estratégica para atacar a Rússia e China.
Se esta carta foi escrita refletindo o real sentimento desses “soldados”, então o sionismo em Israel está perdendo influência. Mais pessoas poderão aderir ao boicote total contra os psicopatas que lideram o governo.
O que pode estar acontecendo é que os sionistas perceberam que Israel é um projeto inviável e a criação de um “Grande Israel” pode não ser concretizada. Devem ter percebido que chegou a hora de abandonar o barco, porque “Israel” não iria sobreviver a uma 3ª Guerra Mundial. A Palestina está cercada por árabes e muçulmanos e no caso de uma guerra generalizada o primeiro a ser varrido do mapa seria Israel.
O grande problema é que no caso de uma guerra de grandes proporções a liderança sionista em Israel queira transferir os “judeus” para outros países. E um país que sempre esteve na mira do movimento sionista foi a Argentina.
Isto está documentado no livro do fundador do sionismo, Theodor Herlz, em seu livro de 1895 titulado “O Estado Judeu“.

O Plano


O plano é, em sua forma primeira, extremadamente simples e deve sê-lo se se quer que todos o compreendam.
Que se nos dê a soberania sobre um pedazo da superfície terrestreque satisfaça nossas justas necessidades como povo; todo o resto proveeremos nós mesmos.

O nascimento de uma nova soberania não é ridícula nem impossível. Podemos apreciá-lo, em nossos dias, em povos que não são, como nós, povos burgueses, senão mais pobres, incultos e, portanto, mais débeis. É do interesse dos governos de países em cujo seio reside o antissemitismo, conceder-nos a soberania.

Para esta tarefa, simples a princípio, mas complicada na realização, devem ser criados dois grandes órgãos: a Society of Jews e a Jewish Company. O que a Society of Jews preparou científica e politicamente, o realiza a Jewish Company.

A Jewish Company atende à liquidação de todos os interesses dos judeus emigrantes e organiza, no novo país, as relações econômicas.

Como já foi dito, não há que imaginar a emigração dos judeus em forma repentina. Será gradual e durará várias decadas. Em primeiro lugar, irão os pobres e deixarão a terra cultivável; construirão estradas, pontes, ferrovias, erguerão telégrafos, regularão o curso dos ríos e se construirão, eles mesmos, suas casas de acordo com um plano pre-estabelecido. Seu trabalho fará surgir o comércio; o comércio os mercados; os mercados atrairão a novos colonos, já que todos virão espontâneamente, por própria conta e risco. O trabalho que invertido na terra fará subir seu valor.

Os judeus alertarão, rápidamente, que foi aberto diante deles um novo e duradouro campo, onde poderão deslocar seu espírito empreendedor que, até então, tinha sido odiado e desprezado. Se hoje se quer construir uma nação, não há que fazê-lo da maneira que fosse possível há mil anos. É uma insensatez voltar a velhos graus de cultura, como gostariam muitos sionistas. Por exemplo, se resolvêssemos aniquilar as feras de um país, não o faríamos da maneira dos europeus do século V. Não nos colocaríamos em campanha em forma isolada contra os ursos, armados com dardos e lanças,senão que organizaríamos uma grande e alegre caçada, acusaríamos as bestas até tê-las reunidas e recém então jogaríamos uma bomba de melinita.

Se queremos edificar, não plantaremos desoladas habitações lacustres, mas o faremos em lugares onde se costuma fazer hoje. Edificaremos com maior audácia e magnificência do que foi feito até agora. Já que dispomos de meios que não existiam antes.
Em nossas camadas sociais do mais baixo nível econômico seguirão gradualmente, as imediatas superiores. Os que atualmente se encontram mergulhados no desespero marcham na frente. Os conduzirão nossos intelectuais medios, perseguidos em todas partes e que produzimos com excesso.

O problema da migração dos judeus será submetido, por meio deste escrito, a uma discusão geral. Mas isto não quer dizer que será por votação. De fazê-lo assim, o assunto estará perdido de antemão. Aquele que não quiser aderir ao movimento, pode ficar. A oposição de indivíduos isolados nos é indiferente. Quem quiser nos acompanhar, que se ponha atrás de nossa bandeira e lute por ela com a palavra, a pena e a ação.

Os judeus que aceitam nossa ideia de um Estado se agrupam em torno à Society of JewsEsta obtêm, assim, a autoridade de falar e deliberar com os governos em nome dos judeusO poder da Society, segundo uma analogia tomada do direito internacional, é o da autoridade capaz de constituir um Estado. E ao declará-lo, o Estado já estaria constituídoEntão, se os poderes estão dispostos em conferir ao povo judeu a soberanía de um território neutro, a Society deliberará sobre o país a ser ocupadoDois países podem ser tomados em contaPalestina e Argentina. Em ambos países foram realizados notáveis ensaios de colonização segundo o falso critério da infiltração paulatina dos judeus. A infiltração têm que acabar mal, pois chega sempre no instante em que o governo pressionado pela população que se sente ameaçada, proibe a imigração de judeus. Portanto, a emigração só têm sentido quando se assenta sobre nossa afiançada soberania.

A Society of Jews tratará com as atuais autoridades superiores do país e sob o protetorado das potências européias, se o assunto lhes resulta claro. Podemos proporcionar enormes benefícios às atuais soberanias, nos responsabilizar por uma parte das dívidas do Estado, construir vias de comunicação que nós mesmos necessitamos e muitas coisas mais. Mas, o mero surgimento do Estado Judeu trás proveito aos países vizinhos porque, em grande como em pequeno, a cultura de um país eleva o valor dos países que o rodeiam.

Palestina ou Argentina?


Qual escolher: Palestina ou Argentina? A Society tomará o que for dado e ao que se inclinar a opinião geral do povo judeu. A Society regulamentará ambas coisas. A Argentina é, por natureza, um dos países mais ricos da terra, de superfície imensa, população escassa e clima moderado. A República Argentina teria o maior interesse em nos ceder uma parte de seu território. A atual infiltração dos judeus os desagradou, naturalmente; teriamos que explicar à Argentina a diferença radical da nova emigração judia.
Palestina é nossa inesquecível pátria histórica. Somente seu nome seria, para nosso povo, um chamado poderosamente comovedor. Se S.M. o Sultão nos desse a Palestina, poderiamos comprometer-nos a regularizar as finanças da Turquía. Para Europa formaríamos ali um baluarte contra a Ásia; estaríamos à serviço dos postos de avançada da cultura contra a barbárieEnquanto Estado neutro, manteríamos relação com toda a Europa, que teria que garantir nossa existência. Em relação aos Santos Lugares do cristianismo, se poderia encontrar uma forma de autonomia, isolá-los do território, de acordo ao direito internacional.

Formaríamos a guarda de honra ao redor dos Santos Lugares,assegurando com nossa existência o cumprimento deste dever. Esta guarda de honra seria o grande símbolo para a solução do problema judaico, depois de dezoito séculos, cheio de sofrimento para nós.

Uma possibilidade que ganha cada vez mais força é a transferência dos “judeus” de Israel(e de outros países) para a Patagônia Argentina, o “Plano Andinia”. Seria a concretização do plano sionista de criar um “Novo Israel” após o fracasso do projeto nazi-sionista na Palestina.
A Argentina, assim como todos os países latinoamericanos, sempre recebeu a imigração de braços abertos. Os latinos convivem com pessoas de todas partes do mundo, de diferentes etnias e religiões. Nunca ouve nenhum tipo de conflito por questão religiosa da forma como nos vende a mídia corporativa em relação ao Oriente Médio. Até porque a guerra atual não têm nada a ver com religião e sim com interesses geopolíticos e financeiros de uma elite de mega-banqueiros sionistas.
O grande problema nesta possível  imigração é o tipo de pessoas que a Argentina iria receber. Os israelenses são em sua esmagadora maioria fascistas, racistas e extremamente violentos. Consideram os palestinos, incluídos os não-judeus, como uma “raça inferior”. Foram doutrinados na escola do ódio, assassinatos e roubo dos Rothschild.
Isto se confirma observando o comportamento dos israelenses e também dos sionistas nos EUA.
A base militar nuclear inglesa não está nas Malvinas à toa, de lá os anglo-sionistas observam toda a América Latina e se o lobby sionista precisar, esta base estará disponível para tomar as medidas necessárias para a imigração israelense à “Nova Terra Prometida”.
O problema da dívida argentina com os banqueiros usureiros, “Fundos Abutre”, pode ser usado como pretexto para que a Argentina ceda o controle de seu território para os “judeus”. Afinal, quem mais possui terras na Argentina é a família judaica Elsztain e um dos usureiros que está cobrando juros da dívida argentina é o judeu Paul Singer.

Eduardo Elsztain com a presidente argentina Cristina Fernández de Kirchner.

Eduardo Elsztain é o símbolo da nova e poderosíssima oligarquia e possuidores de terras na argentina. O governo nacional e popular de Cristina Fernández de Kirchner o define como “um grande desenvolvedor imobiliário que aposta no crescimento do país”. Sua fortuna cresceu da mão de George Soros nos anos 90. Têm sob seu poder um milhão de hectáres, a maioria dos shoppings em nosso país e controla o Puerto Madero. Preside o Banco Hipotecário e de lá mostra sua gratidão com a gestião K apoiando o programa PRO.CRE.AR.
É algo mais que um empresário desconhecido para a maioria da sociedade. Representa o poder que não requer de massividade porque o ostenta. É um aliado estratégico do governo de Cristina Fernández de Kirchner. Para Jorge Rulli, membro do Grupo de Reflexão Rural, Elsztain é um exímio representante da moderna oligarquia, a dominante, a que encontrou na terra o fruto para realizar uma voracidade ilimitada, tudo sob o título de progresso, desenvolvimento, tecnologia e negócios. É o número 2 do Congresso Mundial Judeu e preside o poderoso Grupo IRSA, dedicado a investimentos, imobiliárias e agropecuárias associando-se a grandes empresários a nível mundial. Mas Eduardo Elsztain é muito mais que isso. Preside o Banco Hipotecário, entidade fundada em 1886 sob a presidência de Roca.
Em pleno menemismo deixou de cumprir sua função social quando foi privatizado em 1997. Sob o mando de Elsztain opera como uma sociedade anônima, com participação estatal maioritária, dedicando-se a várias atividades financeiras, além do financiamento subsidiado que recebe da ANSES pelo Programa PRO.CRE.AR. Já na presidência Kirchner, o Grupo IRSA possui 21% das ações do Hipotecário. “Com a ANSeS temos uma relação muito boa”, disse Eduardo Elsztain, numa nota assinada por Mariano Gorodisch.
ANTECEDENTES
Elsztain é, possivelmente, o empresário argentino com maiores contatos no mundo dos negócios. Há vários anos têm uma assistência perfeita ao Foro Econômico de Davos. IRSA é reconhecida no mundo como a empresa argentina que assegura os melhores negócios em bens raízes. O salto da IRSA se produz quando Elzstain, graças a seus contatos dentro da coletividade judia, conhece o banqueiro húngaro George Soros. Durante mais de dez anos, todo o período peronista – menemista, Elsztain trabalhou junto com Soros, fazendo-o ganhar a módica cifra de 500 milhões de dólares através de “investimentos imobiliários”. É claro, Eduardo conseguiu o seu: além dos contatos, deixou para trás o insignificante capital da IRSA, ao redor de 100 mil pesos, quando tomou a empresa a começos dos dourados anos 90.
Como tantos outros empresários argentinos que tentam ganhar em escala,Elsztain agora também colocou na mira o Brasil. Para a IRSA, na realidade, se trata de um retorno, já que a mediados dos noventa a empresa tinha estado lá, associada com um grupo local nos negócios dos shoppings e a administração de edifícios de escritório. A volta ao mercado brasileiro, desta vez, se concretiza com a Cresud, a companhia de investimentos agropecuários do grupo, que já comprou campos no sócio maior do Mercosul.
Para financiar todos estes projetos, o lugar que tinha Soros dentro do esquema de negócios do Grupo IRSA foi ocupado por outros três dos empresários mais ricos do mundo: Sam Zell – um dos cinco maiores proprietários de imóveis dos Estados Unidos-, Michael Steinhardt – dono de um dos principais fundos de investimento e Edgar Bronfman, dono dos estudios Universal.
A quem pertence o campo argentino?
O campo mudou de mãos, é uma empresa de soja extraordinária. Falamos da apropriação sionista da terra, disto não há dúvidas, porque se trata de influentes personagens vinculados com o Estado de Israel que são manejados com o dinheiro de George Soros. O paradóxo disto é que quando em alguma parede de Buenos Aires surge o nome de Eduardo Elsztain questionando-o, essa crítica não têm nenhuma relação com o milhão de hectáres que possui senão por sua relação com os Shoppings que ele gerencia.

A tensão em Israel pode gerar uma emigração urgente, então é necessário atenção em relação a esta ideia de criar um “Novo Israel” na Patagônia Argentina.
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ÁRTICO É ESPELHO DA TENSÃO ATUAL ENTRE ESTADOS UNIDOS E RÚSSIA

Sempre no segundo semestre do ano, Estados Unidos, Canadá e Rússia conduzem exercícios militares no Polo Norte, próximo ao estado do Alasca. Dentro do cenário fictício, aeronaves de caça dos três países interceptam um avião comercial “sequestrado”, que passa do espaço aéreo russo para  o americano.

Mas neste ano as manobras conjuntas não vão acontecer – é o que afirma o Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (NORAD), organização conjunta das autoridades americanas e canadentes. Segundo o jornal canadense Fairbanks Daily News-Miner, as atividades foram canceladas pelo Departamento de Defesa (DoD) dos EUA e pelo primeiro-ministro canadense, Stephen Harper, por conta da intervenção de Moscou na Ucrânia.

O topo do planeta se tornou rapidamente um espelho das tensões globais bem mais ao sul. Na mesma época, no ano passado, o secretário de Defesa americano, Chuck Hegel, declarava que as forças militares dos EUA reforçariam os laços com a Rússia – um plano que não parecia tão absurdo. Afinal, em 2013 o Ártico supostamente não era mais campo de batalha político da Guerra-Fria.

Porém, em 2014, relações desgastadas entre Washington e Moscou por conta da situação ucraniana congelaram os planos de cooperação entre as duas partes no Ártico. Logo após a Rússia ter anexado a península da Crimeia, em março deste ano, os EUA suspenderam excercícios navais que aconteceriam no Oceano Ártico, cancelaram um encontro bilateral para operações com Guardas Costeiras e deixaram em aberto a parceria para resgate de submarinos na região.

Uma ruptura na cooperação com nações do Ocidente, no entanto,  não desacelerou a busca russa por interesses nacionais. Moscou já tem o maior contingente militar de todos os países com litoral voltado para o Polo Norte, e está reforçando essa presença em ritmo bem mais veloz que EUA e Canadá. A Frota do Norte da Marinha russa contará com novos submarinos de ataque nucleares, e já está em andamento a restauração de instalações militares da era soviética. Segndo o jornal Moscow Times, nesta semana, o governo do país anunciou o início da construção de um complexo de bases militares na região – as primeiras estruturas novas desde que os postos soviéticos foram abandonados no fim da Guerra Fria.

Esse último desdobramento preocupa algumas autoridades americanas por conta dos interesses dos EUA na região, como a senadora republicana Lisa Murkowski, cujo estado de origem, o Alasca, é bem próximo às futuras bases russas. “Ainda que o investimento de Moscou em infraestrutura militar não signifique necessariamente hostilidades futuras, é mais do que evidente que os Estados Unidos não estão agilizando apropriadamente seus trabalhos no Ártico e investindo nessa área do globo onde atividades comerciais e internacionais estão aumentando”, declarou a senadora ao National Journal. Nesta semana, Murkowski compareceu à Conferência dos Parlamentares da Região do Ártico, um encontro semestral de representantes das nações polares sediado no Canadá.

Nenhuma das cinco nações com litoral no Ártico – Estados Unidos, Rússia, Canadá, Noruega e Dinamarca (via Groenlândia) – têm reivindicação propriamente dita sobre a área, que guarda 15% do petróleo mundial e um terço das reservas de gás ainda inexploradas. Porém, a Rússia já tentou expandir sua soberania, o que exige pedido junto às Nações Unidas comprovando que a plataforma continental do país avança mais de 230 milhas adentro do Oceano Ártico. O Canadá também considerou fazer o pedido formal.

No ano passado, China, Índia, Itália, Japão, Coreia do Sul e a União Europeia – também pensando em oportunidades econômicas – pediram formalmente por um lugar no Conselho do Ártico – um fórum para as nações polares. A senadora Lisa acredita que o interesse dessas nações deva forçar o governo americano a tomar uma postura mais séria acerca da prórpia política para o Ártico. “Estou preocupada com o fato de nós, como nação, estarmos rumo a um novo “momento Sputnik”, ela diz, se referindo à corrida espacial da década de 1960. “mas dessa vez estamos atrás de todos os países da região e mesmo de nações fora do Ártico, como China e Índia, que já investem em navio quebra-gelo e reconhecem o valor da região”, completa.

Os quebra-gelos da Guarda Costeira dos EUA, projetados para navegar e cortar águas congeladas, operam há anos além da via útil prevista de 30 anos, e estão deteriorando-se lentamente. Especialistas navais preveem que a frota de quebra-gelos expire até 2020.

Mas, os Estados Unidos já tomaram medidas para reforçar as políticas para o Polo Norte neste ano, em preparação para assumir a chefia do Conselho do Ártico em 2015. Em julho, o Departamento de Estado apontou o ex-comandante da Guarda Costeira, almirante Robert Papp, como representante do país para a região. Em agosto, o deputado do Partido Democrata, Rick Larsen, do estado de Washingrton e o republicano Don Young, do Alasca, pediram às autoridades, empresários e formadores de opinião das áreas ambiental, de segurança nacional, petróleo e gás para que atuem como conselheiros nas questõe nas propostas do Conselho do Ártico.

Para Larsen, não é surpresa que os russos invistam pesadamente no norte do globo. “Els reconhecem o potencial e as oportunidades lá”, declarou em entrevista por e-mail. “Os EUA continuam atrás... Os canadenses estão trabalhando em uma nova base naval e estão muito à frente de nós em termos de navios quebra-gelo”, explica.

Já Young – que insistiu para que se nomeasse um embaixador americano para o Ártico, não apenas representante – se dirigiu ao governo de Obama para aumentar os investimentos nas questões da região. “Infelizmente, quando tomarmos nosso assento na chefia do Conselho do Ártico em 2015, estaremos chefiando numa situação de atraso”, declarou o parlamentar por email.

Os Estados Unidos ainda não ratificaram a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, o que significa que, diferente de Rùssia e Canadá, o país não pode emitir reivindicações formais sobre o Ártico. A chefia de dois anos sobre o Conselho, no entanto, pode dar aos americanos alguma influência acerca do que os russos podem ou não fazer na região polar – coisa que não conseguem fazer em outras partes do globo.
Defesa Net
http://noticia-final.blogspot.com.br/2014/09/artico-e-espelho-da-tensao-atual-entre.html

[Vídeo] Presidente Equatoriano Fala Abertamente sobre Chemtrails

O Presidente equatoriano Rafael Correa, depois de sofrer uma tentativa de Golpe de Estado orquestrado pelos EUA, finalmente toma uma posição coerente e solta o verbo. Fala de chemtrails e dá nome aos bois, afirmando que a DynCorp – que possui um slogan mais do que clichê para a NOM: Servimos hoje para um amanhã melhor… – empresa americana que faz a proteção da fronteira colombiana, entre otras cositas más, e é a que faz a pulverização naquela região. E avisou, que se um avião entrar em espaço equatoriano, vai ser interceptado e forçado a pousar.

 Mas nossos presidentes, desde muito tempo, não são como Rafael Correa. Não estão do lado do povo. Até uma criança já consegue entender isso.


Olhem um dos porquês do governo brasileiro não incentivar a relação com nossos hermanos: saberíamos de muito mais coisas, mas o Estado e seus controladores não querem que saibamos que as mesmas coisas que ocorrem com os hermanos, ocorrem aqui também. Isso nos agitaria mais, algo que não é bom para eles.

Leia mais:




6/8/14: Segundo dia Forte de Chemtrails em Santa Catarina









Mega Ataque Geoquímico com Chemtrails no dia 03/08/2014 em SP, PR, e SC








'Ordem Mundial é injusta e imoral!' Dispara Rafael Correa, presidente do Equador, sobre o caso Snowden



Fontes:
Blog Contagem Regressiva: Presidente Equatoriano fala abertamente sobre chemtrails - (vide vídeo)

Via: http://www.anovaordemmundial.com/2014/09/video-presidente-equatoriano-fala-abertamente-sobre-chemtrails.html#ixzz3DUUmZlSA

Adeus privacidade!!! FBI finalizou o desenvolvimento de um imenso sistema de reconhecimento facial

Após seis anos e mais de um bilhão de dólares gastos em desenvolvimento, o FBI anunciou que seu novo sistema biométrico de reconhecimento facial enfim está completo. Isso significa que, em breve, dezenas de milhões de rostos de moradores dos EUA serão capturados pelo sistema nacional diariamente.

O programa Next Generation Identification (NGI) vai registrar todos os rostos, e fará referência a eles em seu banco de dados crescente em caso de um crime. Não são apenas rostos, no entanto. Graças a um banco de dados compartilhado chamado Interstate Photo System (IPS), até tatuagens e cicatrizes de pessoas serão consideradas para fazer identificação. O FBI estima que o NGI vai incluir até 52 milhões de faces no ano que vem, coletando faces identificadas em fotos de rosto e até de quem se candidatou a vaga de emprego. Qualquer pessoa que se candidata a um emprego que exige impressão digital, por exemplo, entrará no banco de dados do governo norte-americano.

O sistema ainda não está perfeito, e muitas câmeras espalhadas pelos EUA não contam com a resolução necessária para reconhecimento facial preciso. Mas não significa que não funcione de jeito nenhum – há algumas semanas, um foragido foi capturado ao entrar com pedido de visto no Nepal. E a precisão do sistema só deve melhorar com o tempo.

De acordo com o release do FBI:

Desde a implantação da fase um em fevereiro de 2011, o sistema NGI foi reforçado com impressão digital automatizada e capacidades de busca latentes, identificação de impressão digital móvel, e armazenamento eletrônico de imagens, tudo isso ao mesmo tempo que adicionou velocidade de processamento e automação para troca eletrônica de impressão digital para mais de 18.000 agências policiais e outros parceiros autorizados de justiça criminal 24 horas por dia, 365 dias por ano.

Conforme as câmeras são atualizadas e mais informação é injetada no já imenso banco de dados, o anonimato – e a privacidade como um tudo – vai se tornar cada vez mais difícil de se manter nos EUA. 

FONTE: GIZMODO.COM


http://ufos-wilson.blogspot.com.br/2014/09/adeus-privacidade-fbi-finalizou-o.html
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