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domingo, 14 de setembro de 2014

Brasil dá incentivos fiscais para armamento banido pela ONU

Bomba Cluster israelense para destruição de estradas
O governo brasileiro concede, desde novembro de 2013, incentivos fiscais à produção de foguetes que utilizam munição “Cluster”, um tipo de armamento banido pela ONU.
Entidades ligadas à defesa dos direitos humanos alertam para os danos causados por essas munições e para os riscos de elas serem usadas por grupos terroristas como o Estado Islâmico.
Os armamentos “Cluster” são bombas ou foguetes ‘recheados’ com minibombas. Quando estão a caminho do alvo, os foguetes principais, também chamados de contêineres, se abrem e espalham as munições por áreas que podem atingir o tamanho de quatro campos de futebol.
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Aquelas que não explodem ao tocar o solo podem permanecer ativas e explodir a qualquer momento quando tocadas por acidente, a exemplo das minas terrestres comuns, colocando em risco a vida de civis em áreas urbanas ou rurais.
O fato de continuarem ativos mesmo após o fim do conflito e a falta de precisão em relação às áreas atingidas são as principais críticas a esse tipo de armamento.
As bombas e munições “Cluster” foram utilizadas durante a Guerra do Vietnã, na ocupação do Líbano por tropas israelenses e, mais recentemente, durante a guerra civil na Síria.

Saiba como funcionam as bombas Cluster:



Em 2008, a ONU implementou uma convenção que bane a produção, a estocagem, o uso e a venda de munições “Cluster” que não tenham dispositivos sofisticados de autodestruição ou autodesativação e que pesem menos de 4 quilos.
O UOL apurou que as munições produzidas no Brasil oscilam entre 1,8 kg e 2,5 kg — mais leves, portanto, do que o que determina a convenção da ONU.
O Brasil, assim como países como a Rússia e China, não aderiu à proibição imposta pela ONU, o que tecnicamente o libera da proibição imposta pela entidade. Até o momento, 113 países aderiram à convenção.
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Bomba cluster que não explodiu após ser lançada é encontrada em uma área a pouco mais de 40 quilômetros da cidade iraquiana de Arbil, em 2003. FOTO:Shamil Zhumatov/Reuters

Incentivos

Os incentivos fiscais dados pelo Governo Federal para a produção dos foguetes que transportam as munições “Cluster” fazem parte do Retid (Regime Especial Tributário para a Indústria Nacional de Defesa), um sistema que isenta empresas previamente selecionadas e que produzem bens ou serviços considerados estratégicos pelo Governo Federal.
Na prática, o governo deixa de arrecadar tributos para baratear os custos de produção desse tipo de produto. Segundo a Receita Federal, em 2014, o programa vai conceder R$ 60 milhões em incentivos fiscais.
A empresa que fabrica os foguetes de fragmentação no Brasil é a Avibras Divisão Aérea e Naval S.A, empresa sediada em Jacareí, a 84 km de São Paulo. Segundo dados do Ministério da Defesa, ela fabrica ao menos três modelos de foguetes do tipo: o SS-40, SS-60 e o SS-80.
O SS-60 e o SS-80 (com alcance de até 60 km e 80 km, respectivamente) podem carregar ogivas de até 150 quilos com 70 minibombas, cada uma pesando menos de 4 quilos.
Para o coordenador da CMC (Cluster Munition Coalition), Gabriel Silva, a concessão de incentivos fiscais para a produção desse tipo de armamento vai contra a imagem internacional do Brasil.
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Crianças libanesas participam de uma ação de conscientização promovida pela ONU na cidade de Naqoura, no sul do Líbano. FOTO: Ali Hashisho/Reuters
“O Brasil tenta passar uma imagem de país pacífico, mas se beneficia com a produção e o comércio desse tipo de arma, que é tão prejudicial às populações civis. Os danos humanitários são enormes, e o Brasil parece ignorar isso.
“É contraditório que o Brasil seja parte da convenção contra minas terrestres e não seja da convenção contra munições ‘Cluster’. A maior parte das vítimas desse tipo de munição são crianças e mulheres”, afirma.
“O Governo, o Exército e a Avibras afirmam que as bombas “Cluster” produzidas no Brasil atendem às demandas das Nações Unidas, mas o fato é que eles dizem isso com base em testes em áreas extremamente controladas, no interior de Goiás. Num cenário de conflito real, não há como garantir que essas munições serão manuseadas de forma correta. Não temos como garantir que elas vão atender às determinações da ONU”, diz ainda Gabriel.
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Palestinos de Bilin, vilarejo perto de Ramallah, na Cisjordânia, mostram o jardim atípico, com flores plantadas em cápsulas vazias de bombas de gás lacrimogêneo usadas em confrontos com as forças de segurança de Israel. O local onde as flores são cultivadas foi escolhido após a morte de um morador do vilarejo ali, ao ser atingido no peito por um projétil de bomba. FOTO:Atef Safadi/EFE

Outro lado

Procurado pelo UOL, o Ministério das Relações Exteriores diz que o Brasil não aderiu à convenção da ONU por entender que a medida tinha elementos discriminatórios ao permitir que munições “Cluster” tecnologicamente mais avançadas continuassem a ser produzidas.
O Ministério diz ainda que a convenção “não bane efetivamente a produção ou o uso de munições “Cluster” e que “sua relevância é, portanto, questionável”.
A Avibras, por meio de nota, afirmou que as bombas produzidas no Brasil “atendem 100% as regras das Nações Unidas”.
FONTE:UOL Notícias/defesa aérea & naval
Via: http://noticia-final.blogspot.com.br/2014/09/brasil-da-incentivos-fiscais-para.html

Ascensão e queda dos EUA.: O mistério chamado 'Shemitá'

Quando Jonathan Cahn escreveu seu best-seller "The Harbinger", Deus começou a mostrar-lhe uma nova esfera de mistérios. Eles estão por trás de tudo - desde guerras mundiais à ascensão e queda de nações, à recessão econômica e até mesmo colapso financeiro. Sim, isso afeta o seu/nosso futuro!

É possível que exista um mistério de 3.000 anos a partir das páginas da Bíblia que ...

*Tem determinado o curso da sua vida sem você saber?

*Revelado as datas e as horas das maiores quedas da história da Bolsa de Wall Street, antes que acontecessem?

*Determinado o tempo do ataque de 11 de setembro de 2001?

*Está por trás da origem da América como superpotência global ... e TAMBÉM DE SUA QUEDA?

*Previu a ascensão e queda do mercado de ações do mundo ao longo dos tempos modernos?

O mais importante: O SHEMITÁ AMPLAMENTE ESQUECIDO DETÉM A CHAVE PARA O QUE ESTÁ POR VIR AO MUNDO ?

Jonathan Cahn diz o Shemitá já está afetando sua vida, e isso afetará o seu futuro.

"*Como a Grande Depressão e outros eventos econômicos se encaixam no Shemitá?
*Como o "padrão dos sete" previu o 11 de setembro para a hora exata?
*Como o World Trade Center foi concebido, começou sua construção e terminou por ser destruído, nos anos do Shemitá ?
*Como a ascensão e, possivelmente, a queda da América podem estar ligados ao exercício da Shemitá ?

O próximo Shemitá vai ocorrer a partir de setembro 2014 (nesse mês) a setembro de 2015. Será que Deus já nos deu pistas sobre o que vai acontecer a seguir? Junte-se a Jonathan Cahn como ele decodifica O Mistério da Shemitá e sua relevância para os nossos tempos."

Shemitá (hebraico): שמיטה, literalmente "libertação"), também chamado de Ano Sabático, é o sétimo ano do ciclo de sete anos da agricultura ordenado pela Torá para o povo de Israel.
Assim como o sábado é o descanso semanal das pessoas e dos animais, a terra também tem o seu sábado: seis anos são para a semeadura, mas o sétimo ano é de descanso.
Neste sétimo ano, é proibido semear o campo, podar a vinha, segar o que nascer da seara e colher as uvas da vinha não podada.
Apenas o produto do descanso da terra servirá como alimento, inclusive o gado e os animais da terra.
Após sete períodos de sete anos, o quinquagésimo ano é santificado - este é o ano do jubileu.

Elul 29


Referência:Sidroth

Fonte: Youtube - fconst42 

Via: http://www.nosdiasdenoe.com/2014/09/ascensao-e-queda-dos-eua-o-misterio.html

O que Bíblia diz sobre o Futuro da Faixa de Gaza?

Joel Richardson
Como o foco do mundo está fixo agora na Faixa de Gaza, os que estudam a Bíblia fariam bem em parar e considerar o que os antigos profetas hebreus tinham a dizer sobre o futuro deste pequeno pedaço de terra. Vamos considerar algumas passagens. Primeiro, de acordo com as Escrituras, o retorno de Jesus e o julgamento subseqüente será em grande parte ao redor do que o profeta Isaías chamou de “a causa jurídica”, ou “a controvérsia de Sião”:
“Pois o Senhor tem um dia de vingança, um ano de retribuições pela causa de Sião… (Isaías 34:8)”
Sem dúvida, hoje a “controvérsia de Sião” atinge a todas as nações, como o Estado de Israel tenta esmagar o domínio do Hamas sobre Gaza, um grupo que tem como objetivo declarado exterminar o povo judeu e criar a sua capital em Jerusalém.
Segundo vários profetas, a polêmica só vai se intensificar à medida em que se aproximar o retorno de Jesus, quando uma vasta coalizão de nações invadirá Israel e cercará a cidade de Jerusalém, buscando cometer o genocídio final contra o povo judeu. O profeta Joel nos diz que o Senhor executará julgamento contra todas as partes envolvidas nessa invasão e, especificamente, qualquer um que forçar a divisão de Sua terra:
“Vou reunir todas as nações e trazê-las para o vale de Josafá. Então eu entrarei em juízo contra elas por causa do meu povo e da minha herança, Israel, a quem elas espalharam entre as nações; repartindo a minha terra entre si. (Joel 3:2) “
Josafá é o vale que vai do norte ao sul, entre o Monte do Templo, e o Monte das Oliveiras. Em Mateus 25, quando Jesus estava fisicamente sentado no Monte das Oliveiras, olhando para o vale de Josafá, Ele declarou que quando Ele voltar, Ele mesmo vai se sentar como o juiz das nações. Ele declarou que Ele iria julgar as nações especificamente com base no modo como eles trataram seus “irmãos”. É claro que Jesus estava fazendo referência ao texto de Joel 3, na verdade, inserindo-se na passagem como o juiz divino. Devemos também observar que Joel também nos informa que o julgamento será baseado no modo como as nações trataram “O meu povo e minha herança, Israel”, e também sobre elas tendo “, dividido a minha terra.”
Conforme a profecia segue, ela continua a falar do Senhor executando a vingança contra aqueles das regiões do Líbano e de Gaza que se envolveram em violência contra o povo de Israel:
“Que tendes vós comigo, ó Tiro, Sidon (Líbano) e todas as regiões da Filístia (Gaza)? É isso vingança que quereis contra mim? Se assim me quereis vingar, farei, sem demora, cair sobre a vossa cabeça a vossa vingança. (Joel 3:4)”
Onde diz “Tiro, Sidon,” e “as regiões da Filístia” pode-se quase inserir o Hezbollah e o Hamas. É quase como se isso fosse lido das manchetes de hoje.
A profecia, é claro, não está falando de cada habitante do Líbano e Gaza. A ênfase específica da profecia é sobre aqueles que têm procurado “violência” para “derramar sangue inocente” na terra de Judá:
“Edom se fará um deserto assolado, por causa da violência contra o povo de Judá, em cuja terra derramaram sangue inocente. Mas Judá será habitada para sempre e Jerusalém, de geração em geração. E eu vou vingar o sangue dos que não foram vingados, porque o Senhor habitará em Sião. (Joel 3:19-21)“
Como Joel, assim também o profeta Ezequiel revela que Jesus vai voltar para executar julgamento contra aqueles que abraçam e fomentam o “ódio antigo”, voltado ao povo judeu, e aos que derramam o sangue dos “filhos de Israel”:
“Porque guardaste um ódio antigo e abandonaste os filhos de Israel à violência da espada, no tempo da calamidade e do castigo final … portanto, tão certo como eu vivo”, diz o Senhor Deus: “Eu te fiz sangrar, e o sangue te perseguirá; visto que não aborreceste o sangue, o sangue te perseguirá. (Ezequiel 35:5-7)”
Embora seja claro que Jesus ama apaixonadamente todos os povos e se entristece com a perda de vidas inocentes em ambos os lados do conflito atual, as Escrituras também são dolorosamente claras de que, quando Ele voltar, por causa da violência e do ódio acima mencionado, a região de Gaza será devastada. O profeta Sofonias, especificamente falando do Dia do Senhor, adverte aos habitantes de Gaza a se arrependerem; “Buscai a justiça, buscai a mansidão … Talvez você será escondido no dia da ira do Senhor”. Em seguida, vem uma descrição muito gritante do que está por vir para Gaza quando Jesus voltar:
“Porque Gaza será desamparada. … Ai dos habitantes do litoral, a nação dos quereítas! A palavra do Senhor é contra vós, ó Canaã, terra dos filisteus; e eu vou destruí-lo de modo que não haverá nenhum habitante. Assim, o litoral será de pastagens, com refúgios para pastores e currais para os rebanhos. E o litoral será para o restante da casa de Judá, nele apascentarão os seus rebanhos. Nas casas de Asquelon eles vão deitar-se à noite; Pois o Senhor, seu Deus vai cuidar deles e restaurar a sua sorte. (Sofonias 2:4-7)”
Agora, para aqueles que estão buscando assumir uma posição mais neutra (sobre o muro, por assim dizer), pode ser difícil de engolir que grande parte da Faixa de Gaza se tornará devastada e deserta, sendo deixado para o remanescente justo de Judá. Isso, no entanto, é exatamente o que a profecia declara. Esta não é uma profecia histórica. A profecia é em última análise, referente ao Dia do Senhor e o retorno de Jesus.
Será que não choca a ninguém que os eventos mundiais estão agora se alinhando cada vez mais com o estado de coisas que os antigos profetas hebreus falaram um pouco antes do retorno de Jesus? Ao ponderar todas essas coisas, todos nós devemos tremer. Pois, na verdade, através desta passagem o Senhor não está apenas alertando os habitantes de Gaza, mas todos – judeus, palestinos, você e eu – para a justiça, a humildade e o arrependimento. Se ouvir este aviso e genuinamente levá-lo ao coração, então como diz o profeta: “Talvez [nós] seremos escondidos no dia da ira do Senhor.”
Leitura recomendada:
Israel: o maior aliado do povo palestino
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