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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Tratar pacientes com ebola é tão perigoso quanto 'andar no trânsito do Rio'

Hanrrikson de Andrade
 


  • O médico carioca Paulo Reis, 42, trabalhou por um mês com pacientes infectados com o vírus ebola em um hospital de Serra Leoa
O médico carioca Paulo Reis, 42, que trabalhou por um mês com pacientes infectados com o vírus ebola em um hospital do MSF (Médicos Sem Fronteiras) em Serra Leoa, afirmou nesta quinta-feira (21) que, se cumpridos todos os protocolos de segurança, entrar nas áreas de isolamento "não é mais arriscado do que andar no trânsito do Rio".
Segundo ele, há bastante confiança na roupa impermeável utilizada pelas equipes médicas. O traje é capaz de vedar qualquer contato com o ambiente externo. "Temos uma bota de borracha, sobretudo e capuz impermeável, um avental de borracha, máscara e óculos de segurança", explicou.

"Quando você tem conhecimento do problema e possui mecanismos para se proteger, não considero mais arriscado do que andar no trânsito do Rio de Janeiro, por exemplo. A gente tem uma visão bem clara e os pacientes infectados ficam em isolamento", disse.
Reis afirmou ainda que, no período em que trabalhou na cidade de Kailahun, no leste de Serra Leoa, viu pelo menos 70 pessoas morrerem em razão do ebola. "Todo dia tinha gente morrendo", declarou.

Epidemia de ebola na África provoca temor mundial

145 / 148Sia Kambou/ AFP

4.set.2014 - Manifestantes andam com cartazes contra o vírus Ebola durante um protesto feito nesta quinta-feira (4), em Abidjan, capital da Costa do Marfim. A Organização Mundial da Saúde (OMS) apresentou ao grupo de estudos da entidade oito novos tratamentos experimentais e duas novas vacinas para combater o ebola. A equipe está reunida em Genebra para avaliar o uso em massa desses medicamentos
"Nunca antes a gente teve uma única epidemia [de ebola] com tantos pacientes. Essa não é uma epidemia localizada. Ela está se espalhando em uma área que a gente não consegue controlar. Ela está afetando uma área muito grande", afirmou Reis, citando Libéria e Guiné. Nesses países, o MSF realiza o que diz ser "a maior operação de sua história na resposta ao Ebola, com a mobilização de 1.086 profissionais nacionais e internacionais. Até dezembro, serão investidos 16 milhões de euros.
O caso mais trágico, de acordo com o médico, foi o de um menino de 12 anos que lutou contra a morte por semanas. Pouco antes de morrer, o vírus chegou a ser neutralizado no organismo. Porém, ele já estava muito debilitado e acabou não resistindo.
"A família toda desse jovem morreu e ele ficou muito tempo no centro de isolamento. Ele ficou em coma, ficamos muito tempo com ele, tentamos fazer tudo... Até colocar um tubo gástrico para alimentá-lo, já que ele não estava consciente. Infelizmente, ele morreu", relatou.
"Quando isso aconteceu, ele não estava mais com o vírus. Ele morreu porque o corpo já estava debilitado, já tinha falência de órgãos. Mas o último teste dele foi até negativo. Isso chocou muito a gente. Ele conseguiu se livrar do vírus, mas infelizmente veio a óbito. A gente tentou de tudo", completou.

 

Vida normal

Reis afirmou também que levava uma vida normal, apesar das limitações, e que voltará à África no fim de agosto para retomar o trabalho de atendimento a pacientes contaminados pelo ebola. "Nós morávamos em uma espécie de hotel com todos os funcionários de órgãos internacionais", comentou o médico, que disse ainda estar ansioso para tirar alguns dias de folga. "Acho que eu mereço."
A unidade em que Reis atuava conta com 80 leitos e tem obras de expansão para mais oito. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), 783 pessoas já foram infectadas em Serra Leoa, sendo que a minoria recebe tratamento. O brasileiro citou dificuldades no processo de atendimento, em especial a falta de organização e logística.

"Risco de importação"

Na visão do médico, o "risco de importação" não pode ser descartado, pois ele "sempre existe". No entanto, ele disse considerar que, em caso de contaminação com o vírus ebola no Brasil, o problema não seria tão grave quanto na África.
"Não seria um problema mais sério, já que temos hábitos culturais diferentes. Seria controlado rapidamente. Estamos falando de uma população diferente, com hábitos diferentes, e é difícil convencer uma população grande de que eles têm de se prevenir. Por exemplo, nas práticas de enterro, eles têm muito contato com o corpo, coisa que não acontece no Brasil", afirmou.

Calor, o grande desafio

Reis disse que a combinação entre o calor de Serra Leoa --a temperatura gira em torno de 40ºC em dias quentes-- e o traje especial de proteção, que contém peças impermeáveis e que pesam bastante, era o maior desafio da equipe de médicos.
Segundo ele, o equipamento não possibilita a transpiração, já que a ideia é justamente impedir o contato com o ambiente externo. Com isso, não há liberação de suor. "Quando tiramos a roupa, estamos ensopados", comentou. Reis disse ainda que não chegou a perder peso durante o período em que trabalhou em Serra Leoa. "Sempre fui magrinho mesmo."
"Dentro da roupa é sempre muito quente. Se tiver sol, você rapidamente vai ficar exausto. É bastante comum que o óculos fique embaçado por dentro, por conta da condensação. Às vezes, você tem que sair porque não enxerga mais. Você tem um limite. Em dia quente, não dá para ficar mais de 40 minutos com aquela roupa", declarou.

http://noticias.uol.com.br

Via: http://julearauju.blogspot.com.br/2014/09/tratar-pacientes-com-ebola-e-tao.html

O fantasmagórico exército russo avança sobre sudeste da Ucrânia

Há coisas estranhas acontecendo em Kholodnoye. Nesse vilarejo tranquilo com poucas dezenas de casas, embalado pelas ondas do Mar de Azov, pela primeira vez foram vistos drones passando pelo céu. Era dia 24 de agosto, e ainda que a região até o momento tivesse se mantido prudentemente afastada da guerra e de suas bizarrices, Natalia e Galina não se espantaram.

Natalia passou para ver Galina, que cuida da loja desse vilarejo de fim de mundo, situado a 500 metros da fronteira russa. Uma se diz pró-ucraniana, a outra pró-russa. Mas as duas mulheres, corroboradas por uma terceira que não quis dar seu nome, fazem o mesmo relato dos acontecimentos da semana.

Estupefação e princípio de pânico em Kiev

Um dia depois da passagem dos drones, caíram projéteis perto do vilarejo, sobre as posições dos soldados encarregados de vigiar essa parte da fronteira do extremo sudeste ucraniano --na verdade, algumas trincheiras cavadas às pressas nos campos. Os soldados fugiram e, no dia seguinte, outros apareceram brevemente no vilarejo, depois de atravessarem a estrada principal. Jovens de capacete e todos vestidos com o mesmo uniforme impecável: nada que lembrasse os uniformes incompletos dos combatentes separatistas que se veem normalmente na região de Donbas.

"Eram soldados russos", afirmam as três mulheres sem hesitar. Entre 30 e 50, além de um blindado transportando tropas com o número de identificação recoberto de tinta branca. Eles deram "bom dia" ao passarem e seguiram seu caminho. À noite, outros habitantes viram tanques a algumas centenas de metros nos campos. Tropas e blindados vinham do lado russo e avançavam na direção do oeste, para Novoazovsk, a primeira cidade ucraniana da costa, a dez quilômetros de lá.

Nesse domingo (31), ainda eram visíveis os rastros das lagartas, que saíam do posto alfandegário situado dois quilômetros ao norte de Kholodnoye, antes de penetrar nos campos. O posto foi tomado na segunda-feira, mas os combatentes separatistas que hoje vigiam o local não sabem quem fez o trabalho. Eles simplesmente receberam ordens de se instalar ali.

Novoazovsk caiu no dia 27 de agosto. A tomada da cidade provocou estupefação e um princípio de pânico em Kiev. Essa zona ao sul da região de Donetsk havia sido até então poupada pelos combates, e a abertura repentina de uma nova frente, após semanas de avanço ininterrupto do exército ucraniano, mostrou a seriedade da contraofensiva separatista. Kiev acredita que essa reviravolta foi resultado de uma intervenção direta do exército russo.

"Nós tomamos esses tanques em uma base ucraniana"

Em Novoazovsk, não se vê nenhum sinal dessas colunas, somente sombras de uma presença russa, como a desses dois homens de uniforme que se esquivam rapidamente e cujo aspecto corresponde à descrição feita pelas mulheres de Kholodnoye. Há uma dezena de tanques visíveis, posicionados no centro e nas diferentes rotas de acesso que levam até a cidade. Principalmente tanques de design soviético T-72, sem pintura branca e não muito novos.

"Nós tomamos esses tanques em uma base ucraniana da região de Lugansk", diz Gyurza, um dos comandantes separatistas que estão dominando a cidade. Esse veterano da Legião Estrangeira afasta a hipótese de qualquer apoio russo. Os únicos russos que estão combatendo ao seu lado são voluntários, ele afirma. E faz várias semanas que não chega nenhum.

Então quem são os ocupantes desse jipe que parou pouco depois que Gyurza foi embora, e cujo condutor pôs a cabeça para fora da janela para perguntar em voz alta aos combatentes que descansavam à sombra: "Onde se pode trocar rublos por hryvnias aqui?"

Pouco antes da queda da cidade, projéteis caíram em frente à casa de Liouba, na entrada da cidade. A jovem se refugiou no porão com seus filhos; ela ouviu cinco ou seis explosões. A fachada de sua casa, toda esburacada pelo impacto dos estilhaços, dá toda para o leste, na direção da Rússia, a dez quilômetros de lá. É impossível saber se os tiros vieram do lado russo ou ucraniano da fronteira.

Algumas posições ucranianas, 200 metros abaixo, pareciam estar na mira. Encontramos na floresta vestígios de um acampamento improvisado, rações do exército americano que Washington fornece ao exército ucraniano. Esses soldados também fugiram sem combater, provavelmente para se refugiarem em Mariupol

Mariupol, próximo objetivo dos separatistas

A grande cidade da costa do Mar de Azov fica a 30 quilômetros dali. Cidade portuária sufocada pela fumaça das siderúrgicas, Mariupol é o próximo objetivo dos separatistas. Gyurza, o ex-legionário, chegou a pensar em convidar Marine Le Pen para lá, "porque é a única na França que entende por que estamos lutando."

Enquanto espera um possível ataque, Mariupol vai cavando. Foram pedidas escavadeiras das fábricas para instalar trincheiras e grandes blocos de concreto. Mas quase não se vê o exército ucraniano, deixando o terreno para os batalhões de voluntários, sobretudo o batalhão "Azov", no qual estão combatendo vários europeus. Esses homens não têm armamentos pesados: o que eles farão diante dos tanques dos separatistas, enquanto as posições ucranianas ao norte vão caindo uma após a outra?

Em frente ao principal "canteiro", no sábado, centenas de pessoas se reuniram para formar uma corrente humana com mais de um quilômetro de extensão. As pessoas agitavam bandeiras ucranianas, cantavam o hino nacional, encorajavam os combatentes e os operários que cavavam as trincheiras. Esses habitantes de Mariupol mostravam o rosto para as câmeras e as máquinas fotográficas. Se a cidade deles for tomada, eles correm um grande risco, assim como todos aqueles que, na "República Popular de Donetsk", ousaram exibir abertamente suas posições pró-ucranianas.

"Geralmente, em Mariupol multidões de operários são organizados em fileiras, a quem dizem o que fazer, em quem votar. Só pelo espetáculo desses cidadãos prontos a se levantarem por uma causa coletiva, estou disposto a assumir o risco", cochicha Taras, um metalúrgico desempregado.

O Informante

Via: http://noticia-final.blogspot.com.br/2014/09/o-fantasmagorico-exercito-russo-avanca.html

EUA: poder militar NWO-Illuminati “invade” o planeta…

Posted by  on 04/09/2014
Os EUA têm 761 bases militares em todo o planeta
Os EUA têm 761 bases militares em todo o planeta e simplesmente nunca ninguém internamente no país fala ou discute algo a respeito da sua existência.
As Bases militares da América “guarnecem” o mundo de formas que são verdadeiramente sem precedentes, mas se você mora nos Estados Unidos, raramente você ouve uma palavra sobre isso. 
O inferno esta vazio. Todos os demônios estão aqui na Terra   Shakespeare (Saint Germain)
Tradução, acréscimos e imagens: Thoth3126@gmail.com
Na AlterNet  o ensaio de Tom Engelhardt sobre a disseminação de bases militares americanas e do seu império global, publicado em setembro
FOREIGNPOLICy  - TomDispatch.com By Tom Engelhardt 
Aqui está, e tão simples como pode ser colocado: No curso da passagem de um ano, deve haver relativamente poucos países deste planeta em que os soldados dos EUA não colocaram os pés, seja com armas disparando, com ajuda humanitária nas mãos, ou apenas para uma visita amigável. 
São números surpreendentes a quantidade de países em que os nossos soldados não só chegam, mas ficam interminavelmente, se não indefinidamente.
Às vezes, eles vivem em bases militares construídas sob a melodia de custo de bilhões de dólares e tamanhos consideráveis de cidades americanas (com amenidades de acompanhamento), às vezes em bases bem despojadas na frente operacional de batalha que não podem sequer  ter chuveiros. Mesmo quando os soldados dos EUA não ficam, muitas vezes, eles deixam equipamento militar americano  – cuidadosamente armazenados para posterior utilização em locais pequenos, como “segurança cooperativa”, conhecidos informalmente como “almofadas de lírios” (a partir do qual as tropas norte-americanas, como uma invasão de rãs, assumidamente poderia saltar rapidamente em uma região envolvida “em uma crise”).
No auge do Império Romano, as legiões romanas tinham um número estimado de 37 grandes bases militares espalhadas ao redor de seus domínios globais. No auge do Império Britânico, o exército britânico teve 36 bases espalhadas pelo globo. Dependendo apenas de quem você ouve e como  lhe é contado, nós temos centenas de bases. De acordo com os próprios registros do Pentágono, de fato, há 761 bases militares ativas no exterior.
O fato é que nossas (dos EUA) forças armadas guarnecem e vigiam o planeta de norte a sul e de leste a oeste, e até mesmo sobre os sete mares, graças às nossas várias frotas navais e nossos enormes porta-aviões que, com 5.000 a 6.000 militares a bordo e 100 aviões de ataque em média – ou seja, a população de uma pequena cidade norte americana – são funcional e verdadeiramente bases militares flutuantes (algumas nucleares como alguns dos 11 porta aviões).
{ n.T. A Marinha dos EUA é disparada a maior marinha do mundo, com uma frota de embarcações de batalha que é maior do que as demais frotas marinhas de treze países combinadas/reunidas. A Marinha dos EUA também tem a maior frota mundial de Porta Aviões, com 10 em serviço , um em construção (e mais dois previstos), e dois na reserva. O serviço naval dos EUA tem 318.406 militares na ativa e 108.718 na Reserva da Marinha, totalizando 427.124 homens. Ela opera288 navios em serviço ativo, sendo onze porta aviões NUCLEARES, 9 navios de assalto anfíbio, 8 docas de transporte anfíbio, 12 navios de desembarque, 22 cruzadores, 62 contratorpedeiros, 26 fragatas, 71 submarinos, três navios de combate em litoral,  e mais de 3.700 aeronaves Possui ainda 50.000 veículos,  75.200 edifícios militares em 3.300.000 acres (13,400 km²). Planeja no futuro, cortar a dependência de combustíveis fósseis. http://www.navy.mil/}
E aqui está a outra metade da simples  verdade: Nós não nos importamos em sabermos mais sobre essas bases militares. Nós, o povo norteamericano, ajudados (enganados) pelos nossos políticos, pelo Pentágono, pelo governo e pelos principais meios de comunicação (controlados), estamos até os joelhos na negação dos fatos. Agora, essa é a essência da verdade. Se isso tudo, como a maioria dos (ignorantes) norteamericanos, já é mais do que você gostaria de saber, pare por aqui.
Onde o sol nunca se põe
Vamos enfrentar a verdade, nós estamos em uma atitude imperial para com os demais países do planeta e ela esta sendo uma noite muito longa. Mesmo agora, mesmo às altas horas da madrugada, o Pentágono continua a sua expansão maciça dos últimos anos; nós gastamos militarmente como se não houvesse um amanhã, nós ainda estamos construindo bases como se o mundo fosse inteiramente nosso, e ainda estamos negando esse fato. Alguém deveria telefonar para o equivalente imperial dos Alcoólicos Anônimos.
Mas vamos começar em um ensolarado tempo no passado, menos de duas décadas atrás, quando parecia que haveria muitos amanhãs, tudo pintado de vermelho, branco e azul. Lembre-se dos anos 1990, quando os EUA foi saudado – ou talvez mais precisamente, quando o (des)governo instalado em Washington saudou a si mesmo – não apenas como a “única superpotência” existente no planeta, ou mesmo como uma única “hiperpotência”, como a sua “polícia global”, mas como o único policial no “quarteirão” todo (o planeta inteiro)?
Como isso aconteceu, os nossos “líderes políticos de Washington” tomaram esse rótulo a sério e a nossa sede central de polícia, passou a ser o Pentágono, o famoso edifício de cinco lados em Washington DC, prontamente começou a criar “delegacias” – aka bases militares – perto dos redutos de petróleo de todo o planeta (desde Kosovo, Arábia Saudita, Qatar, Kuwait, Paquistão Afeganistão Iraque) após o sucesso obtido nas guerras na ex-Iugoslávia e no Golfo Pérsico e na Ásia, no Paquistão e Afeganistão.
Porta Aviões da Marinha dos EUA, o USS Enterprise (CVN-65) foi o primeiro super porta-aviões de propulsão nuclear a fazer parte da frota da Marinha de Guerra dos Estados Unidos, foi também o primeiro a ser construído no mundo com este tipo de propulsão, com oito reatores nucleares e quatro hélices. Com os seus 342,3 metros de comprimento e 75,6 metros de largura e 40 metros de altura (equivalente a um prédio de 13 andares) é a maior embarcação militar em operação no mundo. O super navio pertence a Classe de mesmo nome. Pode levar de 70 a 90 aviões, possui 2 plataformas de lançamento de mísseis mar-mar Sea Sparrow, 3 canhões Phalax antiaéreos 20 mm e tripulação de cerca de 6 mil homens. Seu peso total é de 93.384 toneladas.
Na medida em que essas bases militares foram se multiplicando, parecia que nós estávamos embarcando em uma nova versão pós-soviética de “contenção”. Como a URSS se foi, acabou, no entanto, o que nós estávamos “contendo” cresceu de forma muito mais vaga e, antes do ataque às torres gêmeas de 11 de Setembro, não se falava sequer o seu nome. No entanto, foi, em essência, os muçulmanos que aconteceu de viverem em muitas  terras petrolíferas chave do planeta(n.T. E assim os países e povos muçulmanos passaram a substituir a URSS como os “inimigos” do povo norte americano.)
Sim, por enquanto também mantivemos intactas as nossas antigas bases militares de nossa triunfante mega-guerra contra o Japão e a Alemanha nazista, e em seguida, com o impasse da “ação policial” na antiga Coréia (por causa disto então dividida em duas a do Sul e a do Norte) em 1950-1953 nós mantivemos vastas estruturas militares que se somaram hoje em algo como uma versão americana imperial do antigo British Raj (Império Britânico).
De acordo com o Pentágono, ainda temos um total de 124 bases militares no Japão, até 38  bases na pequena ilha de Okinawa, e 87 bases militares na Coréia do Sul. (É claro, houve retrocessos, poucos na verdade. As bases gigantes que construímos no Vietnã do Sul foram perdidas na Guerra em 1975, e fomos pacificamente ejetados de nossas principais bases militares nas ilhas das Filipinas, em 1992.) (n.T. O governo das Filipinas iniciou negociações para um tratado de defesa com os EUA em Janeiro de 2012 para a reabertura de bases militares norte americana naquele país)
Mas imagine a arrogância e prepotência envolvida na ideia de ser uma “polícia global” ou “o xerife” e marchando em Dodge City, que seria nada menos do que todo o Planeta Terra. Naturalmente, com um bando inteiro de “bandidos” lá fora, com um “pântano” global a ser “esvaziado” (leia-se países sendo saqueados em suas riquezas, nos seus recursos minerais, como petróleo e gás), como os principais funcionários da então administração (do açougueiro) George Bush gostava de descrever o resto do mundo  após o 11 de Setembro, assim nós nos armamos a nos mesmos para matar, não para dar choques. E as “delegacias de polícia” bem, elas foram muitas vezes algo para se cuidar – e elas ainda são.
Vamos começar com o básico: Quase 70 anos após a Segunda Guerra Mundial, o sol ainda é incapaz de se por sobre o “império de bases militares” norte americanas – nafrase de Chalmers Johnson - que neste momento se estende da Austrália para a Itália, Japão e Qatar, do Iraque para a Colômbia, Groenlândia para o Oceano Índico, na ilha de Diego Garcia, desde a Romênia para Okinawa.
E novas bases de vários tipos estão surgindo o tempo todo (sempre com rumores de mais bases por vir). {n.T. – No ano fiscal de 2010, o Exército Regular dos Estados Unidos relatou possuir em sua fileiras uma força ativa de 561.979 soldados, a Guarda Nacional do Exército (ARNG) relatou possuir 362.015 homens, e o Exército da Reserva (USAR) relatou 205.281 soldados, colocando o total de componentes de forças combinadas do exercito dos EUA em 1.129.275 soldados. O Quartel General do exército norte americano fica no prédio conhecido como “o Pentágono“, em Washington DC}
O Pentágono, com o rio Potomac e o monumento de Washington ao fundo. O Pentágono é a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O prédio já famoso em todo o mundo abriga todas as forças armadas dos EUA (exército, marinha, aeronáutica, fuzileiros navais e guarda costeira) sob um mesmo “telhado”. Assim surgiu o conceito atual do Pentágono.
Por exemplo, um sistema de mísseis americanos está previsto para entrar na Polônia (para cercar a temida e poderosa Rússia) e um sistema de radar em Israel. Isso significa mais militares norte americanos estacionados em ambos os países e, sem dúvida, mais construção de Bases (“delegacias”) Militares modestas de um tipo ou de outro para ir junto com eles. (Uma base militar israelense – “a primeira Base Militar norte americana em território israelense” - relata Aluf Benn do jornal Haaretz , será no deserto de Negev.)
 194 países no planeta (mais ou menos), e oficialmente 39 deles têm americanas “instalações militares”, grandes e / ou pequenas. Mas essas são apenas as bases que o Pentágono reconhece oficialmente. Outra bases militares simplesmente não são contadas , quer porque, como no caso da Jordânia, um país (muçulmano) que acha politicamente preferível não reconhecer que tais bases existem, quer porque, como no caso do Paquistão, as bases militares norte americanas que estão oficialmente no Paquistão são divididas com esse país, ou porque existem bases militares em zonas de guerra, não importa quão elaboradas sejam, de alguma forma, elas não contam oficialmente.
Em outras palavras, esse número oficial de apenas 39 bases não inclui nem mesmo o Iraque ou o Afeganistão. Em 2005, de acordo com o jornal Washington Post , havia 106 bases militares norte americanas no Iraque, que vão desde pequenos postos avançados para mega-bases como as Base Aérea de Balad e do Camp Victory que abriga dezenas de milhares de soldados, empreiteiros privados, civis do DoD-Departamento de Defesa , têm rotas de ônibus, semáforos, estações de rádio, grandes nomes de restaurantes fast-food, e assim por diante.
A gigantesca Base Aérea de Bagram, na estratégica região do norte do Afeganistão em uma região grande produtora de papoulas, matéria prima para produzir ópio e heroína.
Algumas dessas bases são, com efeito, “cidades americanas” em solo estrangeiro. No Afeganistão, a Base Aérea de Bagram, anteriormente utilizada pelos soviéticos em sua ocupação do país, é a maior e mais conhecida.
Há, no entanto, muitas mais, grandes e pequenas, incluindo a Base Aérea de Kandahar,  localizado no que já foi a capital não oficial do movimento guerrilheiro do Talibã, que ainda tem uma grande pista de hóquei (evidentemente para o seu contingente de tropas canadenses).
Você poderia pensar que tudo isso poderia ser noticiado verdadeiramente, de que o estabelecimento de novas bases militares pelo mundo, regular e geralmente seriam notícias significativas, de que livros denunciariam a versão norte americana de controle imperial. Mas aqui está uma coisa muito estranha:
Nós “guarnecemos o mundo” com nossas bases militares de um modo que realmente é (há muito tempo) – sem colocar um ponto demasiado fino sobre o assunto – sem precedentes, e ainda, se acontecer de você viver nos Estados Unidos, basicamente você não sabe nada a respeito , ou, pensando de forma diferente, você não tem que saber isso.
A gigantesca Base Aérea de Kandahar, dos EUA, no Afeganistão.
Em Washington DC, a nossa guarnição do mundo está se tomado tão comum e certo que ninguém parece piscar quando bilhões de dólares são gastos  na construção de uma nova base militar em algum exótico e aguerrido país (sempre com recursos naturais abundantes, como petróleo, gás, urânio) uma terra devastada pela guerra. Não há discussão, não há debate.
As notícias sobre nossas bases militares no exterior, e na estratégia básica do Pentágono, é, no máximo, coisas guardadas dentro das dobras dos papéis, destinado apenas à sabichões da política e jóqueis de notícias. Não pode haver nenhum assunto menos comentado, em Washington, atendido com menos seriedade, ou mais merecedor de cobertura.
{ n.T. – A USAF (United States Air Force) é a maior e mais poderosa força aérea do planeta, tem cerca de 6.013 aviões tripulados em serviço (4.282 USAF, 1.321 na Guarda Aérea Nacional e 410 da Reserva da Força Aérea), 32 SATÉLITES, aproximadamente 160 veículos aéreos não tripulados, 2.161 Mísseis de cruzeiro de lançamento por ar e 500 Mísseis Balísticos Intercontinentais-ICBM , e em torno de 2006 possuía 334.200 militares no serviço ativo, 120.369 nas Reservas Prontas Selecionadas e Individuais e 107.000 na Guarda Nacional Aérea. Existem ainda 10. 675 militares adicionais na Reserva para além dos 168.558 empregados civis que trabalham para a Força Aérea dos EUA (USAF)totalizando 740.802 homens a serviço da força aérea dos EUA. http://www.af.mil/ }
Bases militares desaparecidas
Os norte americanos têm, é claro, sempre se orgulhado de si mesmo por “exportar democracia” para outros países, não a do império, a imperialista. Então nada se fala do império, não é um assunto norte americano e, talvez por isso, todas essas bases provam ser um assunto complicado de trazer à tona ou para se concentrar muita atenção pela frente e analisá-lo mais profundamente.
Vista aérea parcial de Kandahar, uma imensa Base Aérea da USAF no Afeganistão.
Quando a conversa em geral chegou sobre o imperialismo dos EUA, houve um breve período após os eventos de 11 de Setembro, quando os neoconservadores (os neocons de George Bush), em plenos pulmões gritando em triunfo, começaram a nos comparar a Roma Imperial e a Grã-Bretanha em sua altura imperial (embora se acreditasse que nós somos incomparável e singularmente muito mais poderosos).
Foi, na frase do tempo, um “momento unipolar”. Mesmo falcões de guerra liberais começaram a falar sobre tomar sobre nós o “fardo” de império ou, na frase de Michael Ignatieff, agora um político canadense, mas, nesse período, ainda em Harvard e considerado um intelectual norte americano de importância significativa, o império lite.”
No geral, no entanto, aqueles em Washington e na mídia não consideram ser pertinente para lembrar os norte americanos exatamente de como temos sido tentados  ser a “polícia” e controlar o mundo nos últimos anos. Eu tive dois encontros comigo mesmo com base na negação dos fatos:
Na primavera de 2004, um estudante de jornalismo com quem eu estava trabalhando me enviou um e-mail, datado de 20 de outubro de 2003 – menos de sete meses depois de as tropas americanas entraram em Bagdá – de uma revista de engenharia de prestígio.
Ele citou o tenente-coronel David Holt, o engenheiro do Exército “encarregado de desenvolvimento de instalações-bases militares” no Iraque, falando com orgulho dos vários bilhões de dólares (“Os números são incríveis”), que já havia sido afundados em construção de bases no país. Bem, eu estava cambaleando de qualquer maneira.
Os jornalistas norte-americanos, no entanto, quase não notaram, apesar de significativas somas já estavam derramando em uma série de mega-bases militares que  claramente se destinavam a ser equipamentos (quase cidades) permanentes na paisagem iraquiana. (O governo Bush cuidadosamente evitava usar a palavra “permanente” em qualquer contexto que seja, e essas bases foram primeiro apelidadas eufemisticamente de “campos duradouros.”)
Dentro de dois anos, de acordo com o Washington Post (em uma noticia que, normalmente, apareceu na página A27 do jornal), os EUA tinham estas 106 bases no Iraque a um custo que, embora desconhecido, deve ter sido astronômico, de fato. Apenas pare por um momento e considere o número: 106. Isso confunde a mente, mas parece  não afetar o jornal norte-americano ou o jornalismo de TV e o público.
TomDispatch.com tem coberto este assunto regularmente desde então, em parte porque estes maciços “fatos no terreno-bases militares”, esses zigurates modernos , são a principal e clara evidência dos planos de ocupação de longo prazo do governo Bush (n.T. e dos planos de domínio global do secreto governo das trevas -Illuminati-Nova Ordem Mundial-NWO- que controla os marionetes do governo formal dos EUA) e de suas intenções naquele país.
Não surpreendentemente, naquele ano, os negociadores norte-americanos finalmente ofereceram ao governo do então primeiro-ministro iraquiano Nouri al-Maliki seus termos para um estado chamado de acordo de forças, evidentemente inicialmente exigindo o direito de ocupar no futuro distante 58 das bases que os EUA construiu .
Sempre foi óbvio – para mim pelo menos – que qualquer discussão de política para o Iraque neste país, de prazos ou “horizontes de tempo”, levantamentos ou retiradas de nossos militares, fazia pouco sentido se esses gigantescos  “fatos implantados no terreno” – as bases militares – não foram tomadas em conta. E ainda assim você tem que procurar com cuidado na imprensa dos EUA (e demais países do planeta) para encontrar qualquer informação sobre o assunto, nem nunca falar sobre essas bases tem desempenhado qualquer papel real nos debates em Washington ou na nação sobre a política no Iraque e no Oriente Médio.
(n.T.) DRONES
Cerca de 60 bases de Drones dos EUA ao redor do mundo são dedicadas a operar essas letais máquinas robóticas voadoras sob o comando da CIA (Agência de Inteligência Americana). Existem cerca de 30 outros países que possuem  esses veículos aéreos robóticos não tripulados, mas a frota norte americana é disparada a maior e já tem 7.494 drones (dados de 2012) e sua atuação já foi atestada em conflitos no Afeganistão, Paquistão, Iêmen e na Somália, onde se destacaram como uma mortal arma.
Os EUA e Israel são os maiores produtores de drones do mundo. Israel foi o primeiro país a desenvolver a tecnologia com fins militares. Exporta e produz essas aeronaves em parceria com vários países. 
Um DRONE, um Veículo Aéreo Não Tripulado, também chamado UAV (do inglês Unmanned Aerial Vehicle) ou VANT e comumente conhecido como drone, é todo e qualquer tipo de aeronave que não necessita de pilotos humanos embarcados para ser pilotada. Esses aviões são controlados à distância, por meios eletrônicos e computacionais, sob a supervisão e governo humanos, ou sem a sua intervenção, por meio de Controladores Lógicos Programáveis (PLC). Também pode ser chamado como “Veículo Aéreo Remotamente Pilotado” (VARP). Inicialmente, os VANT foram idealizados para fins militares. Inspirados nas bombas voadoras alemãs nazista, do tipo V-1, o primeiro míssil teleguiado construído pelo homem.
Em seu último balanço estratégico, o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês), de Londres, mapeou as bases pelo mundo a partir das quais os drones americanos partem em vôos de reconhecimento ou em mortíferos ataques:
Base da Força Aérea Creech, em Nevada (EUA); Sigonella, Itália; Incirlik, Turquia;Arba Minch, Etiópia; Camp Lemonnier, em Djibouti; Al-Anad, no Iêmen; Al-Udeid, no Qatar; Al-Dhafra, nos Emirados Árabes Unidos; Mahe, nas Ilhas Seychelles; emShindand, Khost, Jalalabad e  Kandahar, as quatro no Afeganistão; Shamsi, no Paquistão; em Zamboanga, nas Filipinas e na Ilha de Guam no Oceano Pacífico.
Para saber mais veja em:
  1. http://thoth3126.com.br/e-u-a-o-exercito-dos-illuminatinova-ordem-mundial/
  2. http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua/;
  3. http://thoth3126.com.br/forcas-das-trevas-atuam-de-dentro-do-governo-dos-eua/
  4. http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua-ii/
  5. http://thoth3126.com.br/grupo-bilderberg-misterios-e-controle-alienigena/ 
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RÚSSIA ANUNCIA EXERCÍCIOS NUCLEARES DE GRANDE ESCALA EM RESPOSTA A UCRÂNIA!

O Ministério da Defesa da Rússia disse na quarta-feira que vai mobilizar mais de 4.000 soldados, 400 unidades técnicas e apoio aéreo principal para um exercício nuclear em grande escala, poucos dias depois do presidente russo, Vladimir Putin fazer uma ameaça velada sobre o arsenal nuclear da Rússia em meio à crise em curso na Ucrânia .
O exercício será realizado em Altai no centro-sul da Rússia,  de acordo com o The Moscow Times, e vem um dia antes do início de uma cúpula da Otan, no País de Gales. Ele irá incluir especificamente Supersonic MiG-31 caças-interceptores e Su-24MR aviões de reconhecimento, juntamente com Spetsnaz unidades de forças especiais role-playing como forças inimigas.  
O major Dmitry Andreev, das Forças de foguetes estratégicos, disse que a simulação terá unidades para "Realização de missões de combate em condições de interferência de rádio-eletrônica ativa e ações inimigas intensivos em áreas de envio de tropas" para combater "as unidades irregulares" e "armas de alta precisão", de acordo com o relatório.
Andreyev também disse que a escala do poder aéreo incluído seria inédito para tal exercício.
"Eu quero lembrá-lo de que a Rússia é uma das mais poderosas nações nucleares", disse Putin sexta-feira em um fórum da juventude,  news.com.au relata . "Esta é uma realidade, e não apenas palavras."
O ministro da Defesa ucraniano Valeriy Geletey escreveu no Facebook no início desta semana que a "grande guerra chegou à nossa porta, sensação de que a Europa não tem vivido desde a Segunda Guerra Mundial", acrescentando que poderia resultar em "dezenas de milhares de mortes."
Em uma teleconferência com jornalistas antes da cúpula da Otan desta semana, da Casa Branca, o diretor sênior para Assuntos Europeus, Charles Kupchan alertou a Rússia contra a interferência em outras ex-repúblicas soviéticas.
"A Rússia, nem sequer pode pensar em mexer na Estônia ou em qualquer uma das áreas do Báltico, da mesma forma que foram mexer na Ucrânia", disse Kupchan, de acordo com a al-Jazeera America .
FONTE: DAILY CALLER e outras fontes - http://dailycaller.com/2014/09/03/russia-announces-large-scale-nuclear-exercises-in-response-to-ukraine/#ixzz3CIPiPb9x

Via: http://sempreguerra.blogspot.com.br/2014/09/russia-anuncia-exercicios-nucleares-de.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+SempreGuerra+(Sempre+Guerra)
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