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domingo, 17 de agosto de 2014

Só para lembrar: Marina Silva já tinha data marcada para abandonar Eduardo Campos

O estilo desagregador, prepotente e arrogante de Marina Silva, que deixou um rastro de intrigas, desconfianças e desarmonia em suas passagens pelo PT e pelo Partido Verde, já tinha data para voltar a mostrar suas garras: em nota oficial publicada no dia 26 de junho, a Rede Sustentabilidade (o grupo que segue Marina) deixou clara [...]




OTAN VAI RESPONDER MILITARMENTE SE A RÚSSIA INTERVIR!

Se a Rússia tentar se infiltrar tropas para um país da OTAN, mesmo sem uniforme militar oficial, como fez antes anexando a região ucraniana da Crimeia, a OTAN vai responder militarmente, disse o principal comandante da aliança, em uma entrevista publicada no domingo.

Soldados vestidos com uniformes sem marcas nacionais foram mobilizados quando a Rússia entrou na Criméia desde o final de fevereiro. Apesar do presidente Vladimir Putin inicialmente negar o envolvimento, ele admitiu em abril que as forças russas haviam sido ativo lá.

Kiev e os governos ocidentais estão agora à espera para ver se Moscou vai intervir para apoiar os rebeldes sitiados no leste. Alguns especialistas em defesa disseram que Putin também pode olhar para as antigas repúblicas soviéticas do Báltico, que têm minorias russas étnicas, como a Estônia ou a Letônia.

O general Philip Breedlove, da  Força Aérea dos EUA, Comandante Supremo Aliado da Europa na OTAN, disse que apesar da OTAN não ter planos de intervir na Ucrânia, aliado não-membro da OTAN, os países da OTAN na Europa Oriental tem necessidade para iniciar a preparação para uma possível ameaça de "homenzinhos verdes" - referindo-se aos soldados em uniformes sem identificação.

"Como é que vamos agora treinar, organizar, equipar as forças policiais e as forças militares de (aliadas) nações para serem capazez de lidar com isso?" disse ele, de acordo com uma transcrição de suas observações em Inglês fornecidos pela OTAN.

"Se vemos essas ações que acontecem em uma nação da OTAN e somos capazes de atribuí-las a uma nação agressora, que é o artigo 5 Agora, é uma resposta militar", disse ele.

Cláusula de defesa mútua da Otan diz que um ataque a um Estado-Membro é considerado um ataque contra a aliança como um todo (Artigo 5).

A crise da Ucrânia tem arrastado as relações entre a Rússia e o Ocidente ao seu ponto mais baixo desde a Guerra Fria e desencadeou uma rodada de restrições comerciais que estão sacrificando economias em dificuldades tanto na Rússia e na Europa.

OTAN tomou uma série de medidas para reforçar a sua presença militar na Europa Oriental desde o início da crise. São esperadas medidas de longo prazo a ser acordado em uma cúpula da OTAN no País de Gales, em setembro.


O império colhe a tempestade do jihadismo

Abu Bakr al-Baghdadi, Califa do Estado Islâmico

Por mais de 3 décadas os EUA tem implantado substitutos fundamentalistas islâmicos para lutar e defender suas conquistas imperiais em terras muçulmanas. Agora, os jihadistas mais bem sucedidos do mundo voltaram-se contra seus senhores e, em breve perseguirão e conquistarão as monarquias produtoras de petróleo e gás no Golfo Pérsico. O Califado tomou à ideologia do capital seu quinhão de lógica e horror atrevendo-se a desafiar a legitimidade de seus fundadores, incondicionais aliados dos “Cruzados” (os EUA). Glen Ford (Nrc)

O problema é que os procuradores-fantoches do Pentágono estão evaporando.

A ascensão do Califato Islâmico no Iraque e na Síria desmontou o roteiro das políticas de guerras por procuração dos EUA na região, e pode acabar por derrubar as monarquias do petróleo cuja sobrevivência é indispensável à hegemonia dos EUA no mundo. No nível de coturnos em solo, a estratégia imperial por procuração já entrou em colapso, com a desintegração da (sempre efêmera) oposição armada “moderada” ao governo sírio e a defecção para as hostes do Califato de combatentes sunitas que os EUA cevaram no Iraque.

Os US$ 500 milhões que o presidente Obama requereu para usar contra a Síria já viraram pó, depois das espantosas vitórias políticas e militares do Califato; não há dinheiro que crie um exército, se à volta só há fantasmas. Os insurgentes sírios mais ativos já voaram para o autoproclamado Estado Islâmico, antes chamado ISIL, cujo líder, Abu Bakr al-Baghdadi, mandou recado a Washington:

Fiquem sabendo, defensores da cruz, que mandar outros lutarem por vocês de nada lhes serviu na Síria e de nada lhes servirá no Iraque.

A imprensa-empresa corporativa norte-americana interessou-se mais por outras partes da mensagem de al-Baghdadi, na qual avisava Washington de que

(...) antes do que esperam, vocês estarão, vocês mesmos, em confronto direto – forçados a lutar – se Deus quiser. E os filhos do Islã já se prepararam para esse dia. Portanto, aguardem, que nós também estaremos à espera.

Para os norte-americanos mais obcecados com a própria segurança, foi como uma ameaça de ataque direto à “pátria-mãe”. Mas o centro de Manhattan não está no mapa do líder do Califato. Al-Baghdadi referia-se à evidência de que a estratégia de os EUA financiarem fantoches muçulmanos para combater nas guerras do imperialismo está morta, e que, em breve, o Pentágono terá de fazer ele mesmo o seu serviço sujo, metido no uniforme de “Cruzado”.

Nessa linha que o Califato denuncia, os EUA estão mandando mais centenas de agentes “não combatentes” para o norte do Iraque – como se Marines e Forças Especiais não fossem soldados combatentes – para somarem-se aos mil e tantos elementos militares e de segurança dos EUA que, pelas contas oficiais divulgadas, já estão lá. Ao contrário de que muitos na esquerda norte-americana acreditam, os políticos e estrategistas dos EUA não morrem de desejo de mandar grandes legiões norte-americanas para terras árabes (curdos não são árabes), porque a presença de soldados norte-americanos é extremamente contraproducente. O problema é que os procuradores-fantoches do Pentágono estão evaporando, estão em fuga desabalada ou – no caso do Iraque árabe – confiam cada vez mais no Irã e (quem poderia prever?!) na Rússia, que colaboram para reconstituir a força aérea iraquiana.

O centro de Manhattan não está no mapa do líder do Califato.

Parte da esquerda nos EUA imagina, até, que Washington teria alcançado alguma espécie de vitória, com a iminente saída do primeiro-ministro, Nouri al-Maliki, o veterano serviçal dos EUA. Mas a saída de Maliki também foi apoiada pelo Irã, pelo grande aiatolá do Iraque Ali al-Husayni al-Sistani (que mobilizou milhões exigindo o fim da ocupação dos EUA), por Muqtada al-Sadr (cuja milícia já combateu duas guerras contra a ocupação) e até por grande parte do próprio partido Dawa, de Maliki.

Muqtada al-Sadr
Só os curdos permanecem na gaveta de Washington e de Israel – e também essa questão de conveniência pode mudar, conformem mudem os arranjos em torno do Curdistão.

Mas essa região, quero dizer, essa grande vizinhança mais ampla, inclui Arábia Saudita, Qatar, Emirados Árabes, Turquia e Jordânia. Al-Baghdadi do Califato mandou recado-resposta para eles, seus financiadores anteriores, no final de junho:

A legalidade de todos os emirados, grupos, estados e organizações torna-se nula pela expansão da autoridade do califa e a chegada de suas tropas àquelas áreas.

Milhares de combatentes do Estado Islâmico – e, igualmente decisivamente importante, a sua visão de mundo wahhabista fundamentalista – são indígenas, nativos da península árabe. Por isso o jornalista Patrick Cockburn, em seu novo livro, do qual Counterpunch publicou um capítulo [em tradução] diz que

Para EUA, Grã-Bretanha e potências ocidentais, a ascensão doISIL e do Califato é a pior das calamidades (...)

As vitórias do Califato ressoam muito além da população árabe sunita de Iraque e Síria. A legitimidade política da Arábia Saudita repousa no papel que o reino tem, como protetor dos locais sagrados de Meca e Medina – e da Religião Antiga. Mas essa família real, como o resto dos potentatos hereditários da região, está corroída e infinitamente corrompida pela riqueza. Os sauditas (e em modalidade não menos letal, também os Qataris) exportam Jihad contra os xiitas e os secularistas, sempre na esperança de controlar a Jihad dentro de casa. O Califato levou a ideologia até a sua mais lógica e aterradora conclusão, e atreve-se a desafiar a legitimidade dos antigos fundadores, hoje declarados aliados do “Cruzado”.

Patrick Cockburn
Nas palavras do próprio Cockburn:

A ressurgência de grupos de tipo al-Qa’eda não é ameaça limitada à Síria, Iraque e seus vizinhos. O que está acontecendo naqueles países, combinado com a intolerância cada dia mais dominante e as crenças exclusivistas do wahhabismo dentro da comunidade sunita mundial, implica que todos os 1,6 bilhão de de muçulmanos, quase um quarto da população do planeta, serão cada dia mais afetados. Além disso, parece pouco provável que população de não muçulmanos, inclusive muitos no ocidente, permaneçam sem ser tocadas pelo conflito. O jihadismo que vemos ressurgir hoje, que já mudou o terreno político no Iraque e na Síria, já está tendo efeitos de longo alcance sobre a política global, com consequências terríveis para nós todos.

Todos os 1,6 bilhões de muçulmanos, quase um quarto da população do planeta, serão cada dia mais afetados.

As consequências são, é claro, piores para aqueles muçulmanos (que incluem, mas não se limitam aos xiitas) rotulados de heréticos pelos takfiris do Califato em expansão, e por todas as minorias religiosas e forças seculares dentro de cada setor. Mas as galinhas salafistas estão já começando a voltar para seus poleiros nativos da península – motivo pelo qual os sauditas estão até hoje, tentando freneticamente re-enfiar para dentro da garrafa o gênio jihadista. Nas palavras de Cockburn:

Com medo do que ajudaram a criar, os sauditas agora tentam freneticamente remar na direção oposta, prendendo voluntáriosjihadi, em vez de fingir que não viam quando embarcavam para Síria e Iraque; mas pode já ser tarde demais.

É com certeza tarde demais para os EUA tentarem salvar um elemento criticamente decisivo de sua política externa para o mundo muçulmano: a guerra por procuração. Foi percurso longo e sangrento desde quando, no final dos anos 1970s, a CIA, a Arábia Saudita e o Paquistão inventaram a rede jihadista global, praticamente criada do nada, para que acertassem um direto no olho dos soviéticos no Afeganistão. Os islamistas forneceram toda a infantaria – “coturnos em solo”, como se diz hoje – de que a própria jihad imperial dos EUA tanto precisava em terras muçulmanas.

Nouri al-Maliki e Natanyahu 
(mural fotografado por Thierry Ehrmann)
Em 2011, quando jihadistas partiram em apoio aos levantes populares na Tunísia e no Egito, a matilha imperial entrou em pânico. Os EUA e seus aliados na OTAN montaram monstruoso assalto contra a Líbia – uma espécie de “Choque e Pavor” – assegurando cobertura aérea para um exército de jihadistas amplamente financiado pelas monarquias árabes do petróleo. Quando o golpe de mudança de regime afinal se completou, os milicianos líbios uniram-se aos camaradas salafistas para saquear a Síria, saque que ainda está em andamento.

Hoje, com a Líbia em absoluto caos, e com o governo Assad ainda firme na Síria, o Califato declarou-se independente dos padrinhos ocidentais e monárquicos – precisamente o que esse nosso Black Agenda Report (BAR) previra há três anos.

O imperialismo libertou sobre o mundo uma praga que – antes do que se suspeita – consumirá os reis, os emires e os sultões dos quais os EUA dependem para manter seguro seu império de petróleo. O trote do declínio do império acelerou-se.  

Redecastorphoto

Nutricídio Global – O que está acontecendo com a nossa alimentação?

Posted by Liberte Sua Mente on domingo, 17 Agosto, 2014
Elas já falsificaram quase tudo, de eletrônicos a remédios. Mas agora as fábricas chinesas piratas apresentam sua nova invenção: o ovo que não é ovo. Você está andando na rua, passa por um vendedor e vê a oferta: ovos pela metade do preço. Compra uma dúzia, leva para casa e põe na geladeira. A surpresa acontece quando vai prepará-los. Não são ovos de verdade. São ovos falsificados: uma mistura de gelatina, resina, parafina, gesso, corantes e outras substâncias, que engana o olhar, mas não o paladar – ao colocar o ovo na panela, surge um odor de produto químico sugerindo que aquilo não é comestível. Se mesmo assim alguém comer o ovo, corre risco de saúde – pois ele contém um ingrediente perigoso, óxido de alumínio. “Ele pode causar retardamento mental”, afirma a nutricionista Vivian Ragasso. A Universidade do Sul da China também estudou os ovos falsos e constatou que seu consumo pode gerar danos neurológicos. (Lobotomia Cerebral)
A venda de ovos químicos é um golpe típico do sul da China – tão lucrativa que existem até DVDs piratas ensinando a fazer o produto. Só na primeira metade do ano passado, foram registrados 15 mil casos de violação das leis de segurança alimentar no país, que vive uma epidemia de comida falsa ou adulterada. Tudo porque, na China, o trabalho humano é incrivelmente barato – mais barato até que o das galinhas.
A trapaça alimentar vai além dos ovos químicos. Nos últimos anos, uma fórmula de leite em pó adulterada com melamina (uma espécie de plástico) matou pelo menos seis bebês na China e deixou centenas hospitalizados. Também houve um caso em que melancias começaram a explodir. Motivo: para produzir – e ganhar – mais, agricultores chineses estavam usando florclorfenurão, um produto químico que acelera o crescimento do vegetal.
escândalos alimentos china 003 Nutricídio Global O que está acontecendo com a nossa alimentação?China descobre quadrilha que vendia carne falsificada
A polícia chinesa desbaratou uma quadrilha que vendeu mais de 1 milhão de dólares em carne de rato como se fosse de carneiro, disseram autoridades do Ministério da Segurança Pública em nota divulgada na noite de quinta-feira. Desde o começo de janeiro, 904 suspeitos já foram presos por produzirem ou venderem carnes falsificadas ou contaminadas. Ao todo, “foram descobertos 382 casos de carne injetada com água, falsa carne de carneiro ou bovina, carne estragada e produtos que continham carne tóxica e perigosa”, diz o relatório. Mais de 20 mil toneladas de produtos de carne fraudulentos ou de “qualidade inferior” foram confiscados.
Durante as operações, a polícia descobriu que um suspeito de sobrenome Wei havia usado aditivos para temperar e vender carnes não só de rato, mas também de raposa e marta como se fosse carnes bovinas e de carneiro, em mercados de Xangai e da província de Jiangsu. Em Guizhou (sul), outros comerciantes misturavam uma solução de peróxido de hidrogênio com pés de galinha.
A polícia deteve 63 suspeitos de ligação com a quadrilha, e estimou que o grupo tenha obtido mais de 10 milhões de yuans (1,6 milhão de dólares) com essa prática desde 2009. O ministério de Segurança de Segurança Pública ressaltou que a operação fazia parte de uma grande investigação sobre segurança alimentar, que incluiu a descoberta, em março, de milhares de porcos flutuando no rio de Xangai ou a venda de óleo de cozinha reciclado.
O anúncio da operação, realizada nos últimos três meses, ocorre quando o país ainda guarda na memória os escândalos vinculados à indústria alimentícia tais como o óleo reciclado ou o leite em pó para bebês contaminado com produtos químicos perigosos, revelado em 2008 e que provocou a morte de seis crianças e doenças em cerca de 300.000.
Recentemente a Europa viveu um escândalo parecida com a carne de cavalo, usada no lugar da carne bovina ou suína em pratos congelados e embutidos. A adulteração foi identificada primeiramente na França, mas as investigações apontaram casos, posteriormente, também na Rússia, Grã-Bretanha, Irlanda, Escócia, Itália, Espanha, Alemanha e Noruega. [Fonte]

http://verdademundial.com.br/nutricidio-global-o-que-esta-acontecendo-com-a-nossa-alimentacao/

A MELHOR MANEIRA DE AJUDAR É AJUDANDO A PENSAR

A Verdade sobre os Grandes Bancos Ocidentais…

Posted by  on 17/08/2014
GRANDES BANCOS OCIDENTAIS lavam bilhões de dólares do comércio ilícito de cocaína e outras drogas proibidas.
“A história de quem faz o dinheiro da cocaína colombiana é uma metáfora para o encargo/culpa desproporcional colocado em todos os sentidos nos países “produtores” como a Colômbia, como resultado da proibição de consumo de drogas”, disse um dos autores do estudo, Alejandro Gaviria, no lançamento de sua edição em Inglês na semana passada. “A sociedade civil colombiana não colhe quase nenhuma vantagem econômica do comércio das drogas, enquanto que os enormes lucros são feitos por redes de distribuição criminais nos países (ditos de primeiro mundo) consumidores, e reciclados pelos (GRANDES) BANCOS ocidentais (Europa-EUA) …
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com
The GuardianEnquanto a produção da cocaína causa estragos NOS países da América Central e do Sul, os consumidores dos EUA e da Europa estão ajudando as “economias ( E OS GRANDES BANCOS) dos países desenvolvidos” a LUCRAR MUITO com as rogas, afirma esse estudo.
Ed Vulliamy - guardian.co.uk
Os lucros enormes feitos com a produção e o tráfico de drogas são esmagadoramente recolhidos nos países ricos, os “grandes centros consumidores” – principalmente na Europa e nos EUA { n.t. mas também em países mais ao leste, como na China, em Honk Kong e no Japão}, – ao invés de nas nações como Colômbia e o Méxicopaíses produtores devastados pela guerra entre traficantes, revelou uma nova pesquisa. 
E os seus autores afirmam que os reguladores (governos) do sistema financeiro no ocidente relutam em ir atrás dos (grandes, mas muito grandes mesmo) bancos ocidentais em busca da enorme quantidade de dinheiro da droga que é lavado (legalizado) por meio dos seus sistemas.
(n.t. Caso contrário, se for investigado seriamente, o resultado vai apontar uma enorme conspiração dos serviços secretos dos EUA, através da CIA e da Grã-Bretanha, através do MI-6, que controlam o tráfico internacional de drogas no planeta).  
Soldados do exército colombiano incendeiam um laboratório de processamento de cocaína perto da cidade de Cucuta, no norte da Colômbia, como parte do combate do país na guerra contra as drogas. Foto: AFP / Getty Images
A análise mais abrangente e detalhada até o momento de como funciona a “economia das drogas” em qualquer país – neste caso, a Colômbia (um grande produtor) – mostra que apenas 2,6% do valor de venda de rua total da cocaína produzida permanecem dentro do país, enquanto que impressionantes 97,4% dos lucros de consumo das drogas são colhidos por organizações criminosas, e lavadas/legalizadas pelos GRANDES BANCOS, em países do primeiro mundo (leia-se grandes bancos da Europa e EUA).
“A história de quem faz o dinheiro da cocaína colombiana é uma metáfora para o encargo/culpa desproporcional colocado em todos os sentidos nos países “produtores” como a Colômbia, como resultado da proibição de consumo de drogas“, disse um dos autores do estudo, Alejandro Gaviria, no lançamento de sua edição em Inglês na semana passada. “A sociedade civil colombiana não colhe quase nenhuma vantagem econômica do comércio das drogas, enquanto que os enormes lucros são feitos por redes de distribuição criminais nos países (ditos de primeiro mundo) consumidores, e reciclados pelos (GRANDESbancos que operam sem respeitar nada parecido com as restrições e/ou leis a que o próprio sistema bancário da Colômbia está sujeito”. 
O co-autor do estudo, Daniel Mejía, acrescentou: “Todo o sistema legal e de repressão operado por autoridades dos países consumidores é baseado em torno de se ir atrás apenas do cara pequeno, o elo mais fraco da cadeia, e nunca no negócio grande ou no sistema financeiro onde o dinheiro é legalizado”.
O trabalho, desenvolvido por dois economistas da Universidade dos Andes, em Bogotá, é parte de uma iniciativa do governo colombiano para reformar a política de combate mundial às drogas e se concentrar na ação dos GRANDES BANCOS na lavagem de dinheiro, os grandes bancos na América do Norte e Europa, bem como a prevenção social do uso e disseminação da droga levando e consideração de opções para a descriminalização de algumas ou de todas as drogas.
Os economistas consultaram/pesquisaram toda uma gama de aspectos econômicos, sociais e políticos das guerras das drogas que devastaram a Colômbia. O conflito agora se mudou, com consequências mortais, para o México e teme-se, se estenderá em breve à América Central. Mas a conclusão mais chocante diz respeito ao que os autores chamam de “a microeconomia da produção de cocaína” em seu país, a Colômbia. Gaviria e Mejía estimam que o valor de mercado mais baixo possível das drogas na rua (em torno US$ 100,00 por grama, cerca de £$ 65,00) de “cocaína pura/líquida, após a interdição” produzida na Colômbia durante o ano estudado (2008) equivale a US$ 300 bilhões (!!!!!). 
Mas do qual apenas a soma de US$ 7,8 bilhões permaneceram no país colombiano. “É uma proporção minúscula do PIB”, disse Mejía, “que pode ter um impacto desastroso sobre a sociedade e a vida política, mas não sobre a economia colombiana. O grande valor em economia para a cocaína colombiana esta fora da Colômbia.”  Mejía disse ao Observer : “A maneira que eu tento colocar é esta: a proibição é uma transferência dos custos do problema da droga a partir do consumo para os países produtores.”
“Se países como a Colômbia se beneficiassem economicamente com o tráfico de drogas, haveria um certo sentido em tudo isso”, disse Gaviria. “Em vez disso, nós pagamos o preço mais alto para alguém obter UM ENORME LUCRO, até recentemente era a Colômbia, e agora é também o México”.
“Eu coloco a questão para os americanos assim: suponham que todo o consumo de cocaína nos EUA desaparecesse e se mudasse para o Canadá. Será que os americanos ficariam felizes em ver as taxas de homicídio subirem como um foguete em Seattle (faz fronteira com o Canadá), a fim de evitar que a cocaína e o dinheiro fossem para o Canadá. Posto dessa forma, eles começariam a entender um pouco o custo atual para a Colômbia e o México”.
Os mecanismos de lavagem de dinheiro da droga foram destaque no Observer no ano passado depois de um acordo raro feito em Miami entre as autoridades federais dos Estados Unidos e o WACHOVIA BANK, que admitiu a transferência de US$ 110 milhões do dinheiro das drogas para os EUA, mas são as mesmas autoridades que falharam ao não acompanhar as remessas no total ASSOMBROSO de US$ 376 bilhões trazidos para o WACHOVIA BANK através de pequenas casas de câmbio no México durante quatro anos. (o WACHOVIA BANK já teve comprado o seu controle pelo Wells Fargo, que tem cooperado com a investigação.)
{n.t.”Durante todo o período de 01 de maio de 2004 a 31 de Maio de 2007, o WACHOVIA BANK, dos EUA, processou transferências de pelo menos US$ 373.6 BILHÕES em CDCs, e mais US$ 4,7 bilhões em dinheiro em espécie” – um total de mais de US $ 378.3 BILHÕES, uma soma que supera os orçamentos debatidas por Estado dos EUA e autoridades locais do Reino Unido para fornecer serviços em geral aos seus cidadãos.}
Mas ninguém foi preso, e o banco agora está limpo. ”No geral, há grande relutância em ir atrás do dinheiro”, disse Mejía. ”Eles (os agentes dos governos) não têm como alvo atingir as partes da engrenagem onde há um grande valor acrescentado na Europa e na América o dinheiro está disperso -. Uma vez que atinge o país consome vai para o sistema, em cada cidade e estado Eles preferem ir. depois que a economia insignificante, os pequenos e os cultivos de coca na Colômbia, apesar de a economia é pequena. “
Os Bancos da Colômbia, entretanto, disse Mejía, “estão sujeitos a um rigoroso controle, para impedir a lavagem de dinheiro dos enormes lucros que poderiam retornar ao nosso país, mas que para se receber apenas $ 2.000 envolve uma enorme quantidade de papéis solicitados pelos nossos banco -. E muito disso é supervisionado pelos PRÓPRIOS norte americanos.”
“Na Colômbia”, disse Gaviria, “se fazem perguntas nos bancos que nunca seriam feitas nos EUA. Se o fizessem, seria contra as leis de sigilo bancário. Os EUA tem leis muito fortes sobre o sigilo bancário, mas na Colômbia não – embora a proporção de dinheiro lavado seja ao contrário à níveis absurdos. É uma espécie de hipocrisia, né?”(n.t. é absolutamente intencional, os recursos devem ficar nos países desenvolvidos”) 
Um soldado guarnece a incineração de drogas que está sendo feita em Tijuana, México. Fotografia: Guillermo Arias/AP
O Dr Mejia disse: “É uma extensão do modo de operar em sua própria “casa” (os EUA). Vá atrás das classes mais baixas, o elo fraco da cadeia – o pequeno, para novamente apenas mostrar resultados, transferindo o custo da guerra às drogas para os (países) mais pobres.. , mas não ao sistema financeiro (e os grandes bancos) e dos grandes negócios que movimentam tudo isso junto”. 
Com a Grã-Bretanha após ter ultrapassado os EUA e Espanha como o maior consumidor mundial de cocaína per capita, a investigação do WACHOVIA BANK mostrou que boa parte do dinheiro da droga também é lavado através da City de LONDRES (o centro financeiro da Europa), onde o principal denunciante/testemunha do  caso WACHOVIA BANK, Martin Woods, denúncia QUE foi feita baseado na própria política de anti-lavagem de dinheiro interna do banco. E ele foi injustamente DEMITIDO após soar o alarme.
Gaviria disse: Sabemos que as autoridades do Reino Unido e dos EUA sabem muito mais do que demonstram ao agirem. De acordo com as autoridades, eles percebem coisas sobre certas pessoas que sabem que estão movendo enormes somas de dinheiro para o tráfico de drogas – mas a DEA [Drugs Enforcement Administration dos EUA] atua somente em uma pequena fração do que eles sabem”.
“É um tabu ir atrás dos grandes bancos”, acrescentou Mejía. “É um suicídio político neste clima econômico, porque as quantidades de dinheiro recicladas são enormemente tão altas.” 
Políticas Anti-Drogas na Colômbia: sucessos, fracassos e desvios errados, editado por Alejandro Gaviria e Mejía Daniel, Ediciones UNIANDES, 2011.
Saiba como a CIA é a maior traficante de drogas do mundo em:
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Biochip, você ainda vai usar um

Implantado no organismo, o dispositivo eletrônico do tamanho de um grão de arroz promete ajudar em diagnósticos e tratamentos sofisticados. Por ora, ganha usos curiosos

Os wearables — gadgets usados como acessórios pessoais, como óculos, relógio e pulseira inteligentes — vêm ganhando terreno no planejamento das gigantes de tecnologia e também no coração dos usuários. Itens de fabricantes como LG, Motorola e Samsung (Apple também deve entrar no mercado em breve) já vêm equipados com sensores para coletar dados sobre a frequência cardíaca, consumo calórico e hábitos de sono. A ideia é cruzar informações e ajudar o usuário a levar uma vida mais saudável, além, é claro, de reunir detalhes sobre rotinas e preferências (de consumo, inclusive), o que pode render muito dinheiro. A oferta é, sem dúvida, atraente. Mas é pouco se comparado ao que vem por aí com os chamados biochips: este são, em certo sentido, a evolução dos wearables.

Com as dimensões de um grão de arroz, esses gadgets — na prática, pequenos circuitos eletrônicos envoltos em uma cápsulo de vidro cirúrgico — já podem ser implantados em seres humanos, mas, por ora, com funções limitadas. Nos próximos dez anos, contudo, eles poderão fornecer dados sobre o organismo que o abriga. Informações como níveis de glicose, ureia, oxigênio, hormônios e colesterol devem ser as primeiras a serem obtidas a partir de fluidos corporais, como o sangue. Essas substâncias serão analisadas ao passar pelos microcanais presentes na cápsula de vidro: microssensores eletrônicos vão identificar a presença de biomarcadores, parâmetros biológicos que sinalizam se a pessoa está doente ou saudável. Isso permitirá, por exemplo, detectar o trânsito de células cancerígenas ou identificar sinais de um infarto iminente. "Os biochips vão acelerar o diagnóstico das doenças, porque são ultrasensíveis. Isso vai permitir exames de análises clínicas mais rápidos e baratos", diz Idagene Cestari, diretora de bioengenharia do Instituto do Coração (Incor).

Para ter acesso às informações coletadas e analisadas pelo biochip, o médico precisará aproximar um gadget, como smartphone, do paciente: os dados serão transmitidos a partir do biochip por meio de ondas de radiofrequência e exibidos na tela do dispositivo externo. Além de tornar o diagnóstico mais eficiente, os biochips podem ajudar no tratamento de doenças crônicas, como diabetes. Os dispositivos diminutos poderão ser implantados no organismo com um "estoque" de insulina, que será liberada todos os dias, de forma automática. O mesmo pode ocorrer no caso de outras doenças, como pressão alta. "Poderemos fazer uma medicina personalizada", diz Idagene.

O projeto desenvolvido por uma startup ligada ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) é o que existe de mais palpável nesse setor. Um biochip implantado sob a pele ou no abdômen da mulher libera diariamente uma pequena dose do hormônio contraceptivo levonorgestrel. A administração do remédio, que pode se estender por até 16 anos, é programada pela paciente ou seu médico através de controle remoto. Caso a mulher decida engravidar, o chip pode ser desativado.

Segundo Ricardo Ferreira Bento, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), especialidades como otorrinolaringologia são pioneiras na exploração de recursos dos biochips. Bento é um dos primeiros responsáveis do Brasil pelo implante coclear, pelo qual o dispositivo é introduzido no ouvido de pacientes surdos — quando não é possível fixar o aparelho no fundo do ouvido, o implante é realizado no tronco cerebral. Esse chip libera impulsos elétricos, normalmente produzidos pela estrutura de um ouvido sadio, que estimulam diretamente o nervo auditivo: o cérebro então interpreta essa informação, e o usuário restaura a capacidade de perceber sons — ainda que eles sejam "robóticos". O paciente dificilmente consegue distinguir as vozes de pessoas diferentes, mas pode falar ao telefone ou acompanhar aulas normalmente. Estima-se que mais de 300.000 pessoas usem esse biochip no mundo.

Ulisses Melo, diretor do Laboratório de Pesquisas da IBM Brasil, afirma que a tecnologia por trás dos biochips já está muito evoluída, mas ainda demanda pesquisas médicas. "É preciso que médicos e cientistas avaliem como conectar esses pequenos implantes ao corpo sem causar reações adversas", diz o especialista. De acordo com Melo, os estudos mais avançadas de biochips estão sendo realizados na Universidade Stanford.

Nos Estados Unidos, a fabricante de biochips Veriteq Corp já tem aval da Food and Drug Administration (FDA), órgão do governo responsável por regulamentar remédios, produtos farmacêuticos, alimentos e cigarro, para vender três modelos de circuitos. O primeiro é o Unique Device Identification (UDI), que possui apenas um número de indentificação que pode ser "lido" por um gadget externo: esse código dá acesso a um banco de dados onde está armazenado o procotolo médico do usuário. O segundo modelo é um chip implantado junto a próteses mamárias, cateteres vasculares e articulações artificiais. O equipamento armazena o número de série e lote dos implantes, dados importantíssimos em caso de recall ou quando a FDA identifica alguma falha nos produtos. Por fim, entre os projetos mais avançados da empresa, está um biochip que monitora a dosagem de radiação recebida por uma pessoa durante tratamentos de radioterapia. Ele evita que pacientes sofram overdose de radiação durante o tratamento de câncer de mama e de próstata.

O número de pedidos de registros de biochips cresce no mercado americano, segundo confirmação do FDA. No Brasil, a competência é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que ainda não registrou nenhum biochip para uso humano. Entre os médicos, o tema ainda causa controvérsia, embora eles reconheçam o potencial da tecnologia. Para Mauro Aranha, vice-presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), os médicos podem implantar dispositivos, desde que sua eficácia esteja demonstrada pela literatura médica. "Antes de fazer o implante, é preciso consultar a comissão de ética do hospital ou o Conselho Regional de Medicina", diz Aranha.


Raio-x do americano Amal Graafstra: biochips de controle de acesso nas duas mãos

Enquanto as pesquisas seguem, usos mais simples do biochip se popularizam. Alguns fabricantes, por exemplo, investem na criação de biochips para automatizar tarefas do dia a dia. E vêm encontrando mercado. O americano Amal Graafstra, de 38 anos, implantou em sua mão um chip de identificação por rádio-frequência (RFID, na sigla em inglês) para substituir as chaves do carro e de casa. "Eu queria algo que fosse conveniente como a biometria e mais fácil e barato", diz o consultor de TI. O microchip só funciona a alguns centímetros do leitor. Como o chip de controle de acesso não tem serventia sem um receptor, Graafstra teve que adaptar a casa, o escritório, o carro e até seu PC para "conversar" com o biochip. Depois, ele implantou um novo chip compatível com NFC, tecnologia presente nos gadgets mais avançados. Agora, ele é capaz de transferir seu cartão de visitas ao aproximar o celular de sua mão.

Hoje, Graafstra mantém uma loja virtual para vender biochips. Chamado de Dangerous Things, o site oferece dispositivos, seringas especiais e bisturis. Até o momento, cerca de 4.000 pessoas de países como Austrália, China e Rússia já adquiriram o produto. O kit básico contém o microchip e instrumentos necessários para o implante e custa 99 dólares. "A loja ainda é um hobby e rende pouco dinheiro. Estou interessando em explorar as possibilidades, não em ganhar uma fortuna", diz Graafstra.

A moda já chegou ao Brasil. Um dos clientes da Dangerous Things é Raphael Bastos, de 28 anos, morador de Belo Horizonte, Minas Gerais. Depois de buscar, sem sucesso, médicos dispostos a implantar o biochip, ele realizou o desejo em um estúdio de piercing. Hoje, destrava computadores, passa por catracas, destranca portas e liga o carro apenas encostando sua mão esquerda em um leitor. "O procedimento dura 20 minutos. No primeiro dia senti dor, mas no segundo já não sentia mais nada", conta Bastos. Neste ano, ele vai abrir a Biotek, primeira revenda brasileira de biochips de controle de acesso.

Por aqui, já existe até uma profissional de piercing treinada por Graasftra para implantar os biochips para controle de acesso. Há um ano, Mary Jo, de São Paulo, foi procurada pelo americano para receber orientações sobre o procedimento. "A técnica é similar à aplicação de piercing. Cobro entre 1.000 e 1.200 reais pelo implante, além do custo do chip", diz Mary. Desde que aprendeu a colocar o chip, a profissional fez apenas um procedimento, mas foi procurada por diversos interessados. "Os geeks e fãs de tecnologia são os que vão ao estúdio em busca do implante de biochip."

A área de segurança também está de olho nos usos dos biochips. A empresa RCI First Security and Intelligence Advising, responsável pela segurança de 58 entre as cem famílias mais ricas do Brasil, trabalha há quase uma década no desenvolvimento de um modelo usado para rastreamento de usuários. "Implantamos o chip em 258 pessoas, sendo cerca de 48 brasileiros", diz Ricardo Chilelli, diretor-presidente da companhia. Os implantes foram feitos na região próxima à clavícula para impedir a retirada por meio de amputação de membros. Em 2007, porém, os testes foram suspensos: era necessário aumentar a potência do sinal de localização dos usuários, o que aqueceria excessivamente a pele, causando rejeição. Todos os biochips foram retirados. Recentemente, a dimensão dos biochips foi aumentada, permitindo a colocação de uma bateria maior. "Até o início do ano que vem, queremos encontrar a forma de aumentar a intensidade do sinal sem causar rejeição", diz Chilelli.

FONTE: REVISTA VEJA   

Ufos-Wilson
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