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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Virando piada: jornal britânico compara economia brasileira à dança da cordinha

A cada dia, as previsões feitas pelos economistas brasileiros ficam um pouco mais baixas.


Do G1:
dilmacaxirola2 Virando piada: jornal britânico compara economia brasileira à dança da cordinha

O jornal Financial Times comparou as perspectivas de crescimento da economia com a dança da cordinha, em que as pessoas têm que passar sob uma corda esticada que vai ficando mais perto do chão a cada rodada. Como na brincadeira, as previsões feitas pelos economistas brasileiros ficam a cada dia “um pouquinho mais baixas”, diz o jornal. Na segunda-feira (11), a pesquisa Focus mostrou que a previsão para o crescimento da economia no Brasil recuou pela 11ª semana seguida, com uma alta de 0,86% no PIB este ano.


Sacerdote com Ebola morre em Hospital espanhol - China pôs oito trabalhadores em quarentena

Infelizmente, o padre missionário espanhol que foram infectados com o Ebola tratamento de pacientes na Libéria morreu no hospital em Madrid. Conforme relata AP, Padre Miguel Pajares morreu apesar de receber a droga experimental ZMapp, e é um dos três pacientes para recebê-la (os médicos americanos em Atlanta sendo o outro 2). Esta manhã, a OMS confirmou o uso de "experimentais, não comprovadas" drogas Ebola como ZMapp era ético nessa situação, como o número de mortes no máximo 1000 em que a OMS chamou de "surto mais grave e mais complexo de doença vírus Ebola na história." Talvez mais preocupante de tudo, esta manhã é a notícia de que a China está colocando em quarentena 8 das suas enfermeiras do Oeste Africano (como o número de mortes entre os trabalhadores de saúde surtos).
Um padre missionário espanhol em tratamento para Ebola morreu terça-feira em um hospital de Madrid, disseram as autoridades.
Ministério da Saúde da Espanha disse no dia anterior que tinha obtido um curso experimental do Ebola ZMapp droga feitos nos EUA para o tratamento de Padre Miguel Pajares, 75.
Pajares morreu terça-feira no Hospital Carlos III, o hospital e sua ordem, disse. O hospital não confirmou que ele havia sido tratado com a droga, mas o seu fim, disse anteriormente que ele estaria.
Ele é um dos três únicos pacientes Ebola teria recebido a droga experimental. Os outros são dois americanos evacuados para Atlanta.
Pajares, que estava tratando as pessoas com Ebola em San Jose de Monrovia Hospital na Libéria, quando ele foi infectado, foi evacuado para a Espanha na quinta-feira. Ele trabalhou para o San Juan de Dios ordem hospitalar, um grupo humanitário católica com sede em Espanha, que corre hospitais em todo o mundo.


A Organização Mundial da Saúde confirma uso de drogas Ebola experimentais e não comprovados é ético:
  • * QUEM DIZ PAINEL ÉTICA a usar drogas não comprovada Ebola
  • * OMS: Olhando 3 tipos de produtos para tratar EBOLA
  • * OMS: espero que haja MAIS ZMAPP DOSES DE FIM DE ANO
  • * OMS: NÓS NÃO fazer escolhas sobre quem recebe o DROGAS Ebola
  • * OMS: É UMA FALHA DE MERCADO QUE NÃO droga aprovada para EBOLA
  • * OMS: PARECE QUE TEVE EFEITO ZMAPP `DRAMÁTICA 'ON dois americanos (mas não sobre o sacerdote espanhol)
  • * OMS: difícil dizer se ZMAPP OBRAS
  • * OMS: importante não dar falsas esperanças SOBRE DROGAS Ebola
Um painel de ética determinou que as drogas, que ainda não passaram ensaios clínicos, mas mostraram a promessa precoce na luta contra o vírus, poderia proporcionar um "ativo potente" na batalha para conter a epidemia, que ele chamou de "mais grave e mais complexa surto da doença de vírus Ebola na história ".
* * *
Talvez ainda mais preocupante é a da China quarentena suas enfermeiras do Oeste Africano (como o número de mortes entre os trabalhadores de saúde surtos):
Oito trabalhadores médicos chineses que trataram pacientes com Ebola foram colocados em quarentena em Serra Leoa, o embaixador de Pequim nesta segunda-feira, mas não seria elaborado sobre se eles estavam exibindo sintomas da doença.
Além disso, 24 enfermeiros foram colocados em quarentena, funcionários da saúde, disse, enquanto um médico sênior tinha contraído o Ebola, mas estava respondendo bem ao tratamento.
Único virologista da nação, que estava na vanguarda da sua luta contra a epidemia, morreu de Ebola no mês passado.
Como os países ao redor do mundo estavam em alerta, o Japão disse que estava evacuando duas dezenas de funcionários da Guiné, Libéria e Serra Leoa.
* * *
E aqui está o ajuntamento das últimas manchetes Ebola da Bloomberg:
  • Últimas OMS número de mortos: 1.013
  • Padre espanhol Pajares morre em hospital de Madrid
  • OMS diz painel ético usar drogas Ebola não comprovadas
  • Maiores lutas cidade da África "mentiras maliciosas" sobre mitos Ebola
  • EUA aprovam drogas experimentais Ebola por 2 médicos liberianos
  • Air passageiro doente turco não suspeitos de Ebola: Oficial
  • Ministério da Saúde diz Ruanda caso suspeito Ebola testa negativo
  • Japão puxa equipe ajuda da África Ocidental: ENCA
  • Experimental fornecimento de medicamentos Ebola esgotado, diz fabricante
  •  

FONTE:
http://www.prisonplanet.com/priest-with-ebola-dies-in-spanish-hospital-as-eight-chinese-workers-quarantined.html

http://illuminatielitemaldita.blogspot.com.br/2014/08/sacerdote-com-ebola-morre-em-hospital.html

Golfinho com duas cabeças deu à costa em praia da Turquia

Desde ténis até cachos de banana, há muitas coisas estranhas que costumam dar à costa e aparecer nas praias.
Mas uma das mais estranhas foi um golfinho de duas cabeças cuja carcaça foi encontrada recentemente numa praia na Turquia, de acordo com a imprensa turca. 
Um professor de ginástica encontrou os restos mortais dos golfinhos bebés siameses numa praia em Dikili, perto da cidade ocidental de Izmir, noticiou a agência de notícias privada Dogan.
A rara condição de ter duas cabeças é conhecido como policefalia, e é conhecida por ocorrer em seres humanos e outros animais. Animais com policefalia formam-se pelo mesmo processo dos gémeos siameses, quando um embrião se divide para formar parcialmente dois indivíduos.
Biólogos marinhos turcos planeiam estudar o golfinho com policefalia para tentar obter mais pistas sobre a condição e sobre a morte dos galfinhos informaram as agências de notícias.


A ética e o Ebola

" Vamos ser claros: só não existe solução para o ebola porque ele só mata africanos"

A mídia vem cumprindo maravilhosamente seu papel condicionando a mente humana com o Ebola. Observem que toda vez que você lê essa palavra, próxima a ela se encontra outra - a palavra letal ou mortal.  Fizeram isso com o H1N1 e a tática funcionou como uma maravilha!   O caos é gerado pelo medo, se você quer que a população faça algo que pode ser prejudicial pra ela mesma, introduza o medo. É a velha regra de três - AÇÃO - REAÇÃO - SOLUÇÃO. Já disse que NÃO É O EBOLA QUE DEVEMOS TEMER E SIM O QUE HÁ POR TRÁS DELE.
Não vou me estender, apenas acrescentar mais 3 links que não podem passar desapercebidos principalmente para os que buscam entender como é a industria farmacêutica , a OMS e outras entidade envolvidas e relacionadas a saúde humana.
No último post, eu levantei alguns pontos, um deles é sobre a questão do surgimento de uma vacina preventiva contra esse vírus  - possível  real  motivo desse Surto - ataque.





A outra questão é para a quantidade de vítimas necessárias para que esse  plano funcione e consiga o pânico mundial.  Quem morre, claro, não é a família real ou um Rothschild  amigo, com certeza, não!

Não há lógica que explique o motivo do empasse ético da OMS em usar ou não usar o soro  depois de dizer que o surto é emergência pública internacional e mediante o fato de que  praticamente todos os testes com vacinas que vão desde o "bichos do pé" até a versão mais perigosa da varíola são testadas em homens, mulheres e crianças africanas ou de outros países subdesenvolvidos e isso inclui o BRASIL!   NÃO É COM OS EFEITOS COLATERAIS QUE ESTÃO PREOCUPADOS e muito menos com a saúde das pobres pessoas... HÁ INTERESSES MAIORES POR TRÁS DISSO.  

Ver Bill Gates e outros eugenistas financiar vacinas em áreas onde as pessoas morrem de fome e sede e ouvir que sua preocupação é em manter a saúde dessas populações , é demais pra mim!  E o pior, é que ainda tem gente que acredita!! Será que ninguém percebe que há interesses maiores em manter a população doente, idiota e estéril? Há forças superiores que atuam nesse planeta que não permitem que ele evolua para atender às suas necessidade próprias. Mas não quero falar disso agora, voltando ao Ebola... 



Hoje li um artigo contendo a  entrevista com a especialista em ética médica e escritora Harriet Washington que fala sobre o interesse comercial por trás desse medicamento contra o Ebola (o que explica todo esse empasse da OMS) e de algumas outras doenças tipicamente africanas que NÃO RECEBEM ATENÇÃO E TEM   A SUA POPULAÇÃO CONSTANTEMENTE USADA PARA TESTES DE DROGAS PELA INDÚSTRIA FARMACEUTICA sem nenhum empasse ético da OMS é óbvio... Segue um pequeno trecho:




Vivemos um "apartheid médico-farmacêutico"...  
 Acho que não restam dúvidas de que o mundo não mudou muito. Continuamos a nos matar para atender a interesse de uma elite que caga e anda para o mundo, continuamos adorando aos mesmos deuses e nos exterminando em nome deles e continuamos achando que somos melhores do que o próximo, quando não somos.

Parem o planeta, por favor, que eu quero descer!

Para ler o restante da entrevista: http://www.anovaordemmundial.com/2014/08/zMapp-e-a-africa-as-politicas-do-soro-contra-o-ebola-parte-1.html#ixzz3ADATl2Se


Links das notícias:

http://www.folhavitoria.com.br/geral/noticia/2014/08/ebola-oms-discute-etica-de-uso-de-medicamentos-experimentais.html

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/08/oms-espera-ter-vacina-preventiva-contra-o-ebola-disponivel-ate-2015.html


http://buscandoaverdadenomundo.blogspot.com.br/2014/08/a-etica-e-o-ebola.html

Estranha Coincidência: Episódio de Family Guy com o Suicídio de Robin Williams vai ao ar Antes da Notícia da Morte do Ator

Espectadores da BBC ficaram chocados com a bizarra sincronicidade. Em uma coincidência bizarra, um episódio de Family Guy com Robin Williams, o qual incluiu uma fracassada tentativa de suicídio foi ao ar minutos antes do anúncio da morte do ator.


É interessante ponderar se tais sincronicidades são significativas e emergidas do inconsciente coletivo, como Carl Jung postulou, ou se são apenas coincidências aleatórias.



Leia mais:



Gravity Falls, O Desenho 'Illuminati' da Disney







[VIDEO] Desenho Liga da Justiça (Quase) Deixa Escapar a Verdade Sobre Conspirações




Fontes:
Infowars: Weird coincidence: Robin Williams Family Guy ‘suicide’ episode airs before news of actor’s death
Via: http://www.anovaordemmundial.com/2014/08/estranha-coincidencia-episodio-de-family-guy-com-osuicidio-de-robin-williams-vai-ao-ar-antes-da-noticia-da-morte-do-ator.html#ixzz3ADjNCaPS



Barack Obama: Segredos e mentiras sem fim

Posted by  on 12/08/2014
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Barack Obama: Segredos e mentiras sem fim
Por que, ao saber que alguém abrira um processo no Havaí solicitando a divulgação da sua certidão de nascimento, Obama repentinamente se lembrou de que sua avó estava doente em Honolulu – uma semana depois de ela ter saído do hospital – e, correndo para visitá-la sob a alegação de que talvez fosse sua última oportunidade de encontrá-la com vida, não levou junto a mulher e os filhos mas uma equipe de advogados?
Edição e imagensThoth3126@gmail.com
Diário do Comércio – Olavo de Carvalho

  1. -Onde Barack Obama realmente nasceu?
  2. -Ele é muçulmano?
  3. -Por que o agitador muçulmano Khalid al-Mansour pagou os estudos de Obama em Harvard?
  4. -Por que na sua infância ele viveu e estudou na Indonésia em guerra, quando só crianças nativas eram aceitas nas escolas locais? 
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O juiz federal Richard Barclay Surrick rejeitou o pedido do advogado democrata Philip J. Berg para que intimasse Barack Hussein Obama a apresentar sua certidão de nascimento original. A sentença baseou-se em dois argumentos: (1) pela lei americana, nada autoriza o simples eleitor a questionar a elegibilidade de um candidato presidencial; (2) Berg peticionou como simples eleitor, não como vítima, já que não comprovou qualquer dano pessoal sofrido em razão da candidatura Obama.
A Constituição americana determina que só cidadãos americanos natos têm o direito de concorrer à presidência, mas esse permanece um direito sem garantia nenhuma: por incrível que pareça, não há nenhuma instituição incumbida de exigir prova de nacionalidade dos candidatos. Se ao simples eleitor é também negado esse direito, aquele artigo da Constituição está virtualmente revogado.
Berg anunciou que vai recorrer à Suprema Corte: “O que está em questão é saber quem tem legitimidade para impor a obediência à Constituição. Se eu não tenho, se você não tem, se o seu vizinho não tem legitimidade para questionar a elegibilidade de um indivíduo à presidência dos EUA, então quem tem? Assim qualquer um pode simplesmente se afirmar elegível para o Congresso ou para a presidência sem que ninguém possa questionar o seu estatuto legal, a sua idade ou a sua cidadania.”
Enquanto isso, todos os canais possíveis para se averiguar a nacionalidade de Obama estão meticulosamente bloqueados. A governadora do Havaí, Linda Lingle, colocou a certidão de nascimento dele sob guarda do Estado, para que ninguém tivesse acesso ao documento sem autorização do próprio Obama ou de seus familiares. O mesmo fez o governo do Quênia com todo e qualquer documento referente a Obama, logo após expulsar do território queniano o repórter Jerome Corsi que estava ali investigando as atividades do candidato em prol do genocida Raila Odinga. 
Acima: Uma Certidão de nascimento de Barack H. Obama emitida por hospital em Mombasa, no Kenya.
Obama pessoalmente proibiu que todas as entidades detentoras de seus documentos os divulgassem sob qualquer maneira que fosse. Eis a lista dos papéis que permanecem secretos (v. NewsMax.com):
1) Registros médicos.
2) Correspondência enviada e recebida pelo seu gabinete no Senado.
3) Agenda dos encontros e demais compromissos atendidos por ele no Senado.
4) Lista dos clientes do seu escritório de advocacia e recibos dos respectivos pagamentos.
5) Histórico escolar do Occidental College, onde ele estudou por dois anos.
6) Histórico de seus estudos na Columbia University.
7) Histórico de seus estudos na Faculdade de Direito de Harvard.
8) Sua tese de doutoramento em Columbia.
9) Seu comprovante de registro na Ordem dos Advogados de Illinois.
10) Lista dos clientes que ele representou como advogado na firma Davis, Miner, Barnhill & Gallard (solicitado a apresentá-la, Obama forneceu em vez disso a lista de todos os clientes da firma, tornando impossível saber quais ele representava pessoalmente).
11) Lista das contribuições de menos de duzentos dólares oferecidas à sua campanha (essas contribuições somam mais de 63 milhões de dólares e, segundo repórteres que puderam espiar por instantes algumas páginas da lista no escritório de Obama, incluem doadores como Fred Simpson, Mickey Mouse e Family Guy).
12) Certidão de nascimento original ou cópia autenticada.
Não é preciso dizer que nenhum outro candidato presidencial jamais negou ao público os documentos equivalentes. O bloqueio torna-se ainda mais suspeito porque vários pontos essenciais da biografia de Obama estão cheios de contradições, tais como:
Obama e sua avó paterna no Kenya.
1) Sua avó queniana paterna (foto ao lado) assegura que estava presente na sala de parto quando ele nasceu num hospital em Mombasa, no Quênia. Ele assegura que nasceu em Honolulu, no Havaí, mas ele e a sua irmã dão os nomes de dois hospitais diferentes onde isso teria acontecido.
2) Ele viajou para o Paquistão quando a entrada de americanos era proibida nesse país. Usou, portanto um passaporte estrangeiro, quase certamente o da Indonésia, onde ele viveu e estudou numa época em que, estando o país em guerra, só criança de nacionalidade indonésia eram aceitas nas escolas. Mais ainda, a lei indonésia não aceitava dupla nacionalidade, de modo que para Obama tornar-se cidadão indonésio ele teve de renunciar (por meio de seu pai) à nacionalidade americana, só podendo, portanto voltar aos EUA como imigrante.
3) Obama afirmou várias vezes que jamais pertencera a um partido socialista. Os documentos do New Party provam que ele mentiu (v. AmericanThinker.com).
4) Obama disse que não tinha qualquer ligação com a Acorn, ONG responsável pela maior derrama de títulos de eleitor falsos já ocorrida nos EUA. Documentos e vídeos da Acorn provam que ele mentiu (v. NationalReview.comwww.youtube.com/watch?v=8vJcVgJhNaU ewww.youtube.com/watch?v=7NmaZIdz6Vo).
5) Obama disse que não tivera nenhuma conexão política com o terrorista William Ayers. Documentos liberados pela Universidade de Illinois provam que ambos trabalharam juntos em projetos destinados a subsidiar organizações esquerdistas (v. MichelleMalkin.com).
6) Ele disse que jamais soubera das idéias políticas do pastor Jeremiah Wright, mas como é possível ouvir todas as semanas durante vinte anos as pregações de um pastor que praticamente só fala de política, sem ficar sabendo do que ele pensa a respeito?  
Além das mentiras patentes, há os fatos nebulosos e mal explicados. Como Obama conseguiu viajar para o Paquistão quando a entrada de americanos era proibida no país? Por que ele jamais contou que é primo de Raila Odinga nem admite divulgar os documentos das atividades que desempenhou em favor desse assassino? Por que o agitador racista Khalid al-Mansour pagou os estudos de Obama em Harvard? Como pode Obama afirmar que não foi educado numa família muçulmana, se os documentos mostram que até numa escola católica, na Indonésia, ele se registrou como muçulmano?
Por que, ao saber que alguém abrira um processo no Havaí solicitando a divulgação da sua certidão de nascimento, Obama repentinamente se lembrou de que sua avó estava doente em Honolulu – uma semana depois de ela ter saído do hospital – e, correndo para visitá-la sob a alegação de que talvez fosse sua última oportunidade de encontrá-la com vida, não levou junto a mulher e os filhos mas uma equipe de advogados?
Para completar, há uma quantidade estonteante de pequenas mentiras, todas proferidas com aquela desenvoltura que, nos mitômanos, substitui a sinceridade, às vezes com vantagem: a história do tio que libertou os prisioneiros de Auschwitz (as tropas americanas nunca entraram lá), o pai pastor de cabras (só se as criou no escritório onde trabalhava), a balela de que jamais aceitou contribuições de companhias de petróleo (esqueceu a Exxon e a Shell), a conversa mole de que foi membro do Comitê de Bancos do Senado (jamais esteve lá), etc. etc. A coisa não tem mais fim. É alucinante (v. http://theobamafile.com/ObamaLies.htm). 
São só alguns exemplos, colhidos a esmo entre centenas. Nenhum desses fatos foi jamais eficazmente contestado, nem as perguntas daí decorrentes respondidas por quem quer que fosse. No entanto, qualquer dúvida quanto à nacionalidade de Obama ou à autenticidade da sua biografia de campanha é instantaneamente rotulada de “teoria da conspiração” e impugnada e ignorada como absurda pela grande mídia em peso, como se esta mesma não ignorasse as respostas tanto quanto as ignora o resto (ignorante) da população.
Jamais, na história americana, um candidato presidencial com uma conduta tão nebulosa, extravagante e suspeita teve segredos tão bem guardados quanto os de Barack Obama, nem com tanta gente importante empenhada em resguardar seu direito de guardá-los. A privacidade de Obama – a privacidade de um homem público – está acima da própria Constituição americana. Acreditar em Obama sem provas tornou-se obrigação incontornável, e questionar essa obrigação é sinal de racismo.
Tal como no Brasil uma gigantesca operação-sumiço elegeu e reelegeu Lula impedindo que a população soubesse de suas atividades no Foro de São Paulo, um esquema de ocultação mais vasto ainda foi montado para eleger Barack Obama. Com notável hipocrisia os esquerdistas de ambos os países clamam contra a “crescente concentração da mídia”, na verdade uma bênção para eles, sem a qual jamais teriam podido bloquear o acesso às notícias que vão contra os seus interesses. E a cada nova eleição o mesmo fato se repete.
No caso de Obama, o quadro da mais notável fraude eleitoral de todos os tempos é completado pela chantagem racial, pela distribuição maciça de títulos de eleitor falsos e pelo uso generalizado da intimidação e da agressão moral e física que transformou esta eleição americana de Barack Hussein Obama numa palhaçada de Terceiro Mundo. 
Saiba mais em:
  1. http://thoth3126.com.br/o-projeto-comunista-nos-eua-nwo-nova-ordem-mundial/
  2. http://thoth3126.com.br/o-futuro-colapso-dos-e-u-a-previsto-por-jornal-da-russia/
  3. http://thoth3126.com.br/obama-nasceu-em-mombasa-no-quenia/
  4. http://thoth3126.com.br/eua-a-beira-da-falencia/
  5. http://thoth3126.com.br/obama-nao-nasceu-nos-eua/ 
Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

Assange afirma que os EUA podem cortar o Brasil do resto do mundo em qualquer momento

Foto: © ANDREW WINNING / REUTERS
SÃO PAULO, 11 Ago. (Notimérica/EP)  

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, indicou que o Brasil é atualmente um país mais independente, mas que ainda necessita aumentar a sua independência em relação aos Estados Unidos, já que os norte-americanos "são capazes de cortar o Brasil do resto do mundo a qualquer momento que queiram", em uma entrevista ao diário brasileiro 'Estado de S. Paulo'. 

Assange, que completou dois anos no asilo político na Embaixada do Equador em Londres em julho, disse que o Brasil tentou mostrar a sua independência política em algumas ocasiões, como quando a presidenta brasileira, Dilma Rousseff, cancelou a sua viagem a Israel para deixar clara a sua posição crítica em relação aos ataques na Faixa de Gaza. 

Mas Assange apontou: "O país se mostra cada vez mais independente, mas sem chegar ao ponto de oferecer asilo a Edward Snowden, por exemplo". De acordo com ele, "o Brasil ainda precisa lutar para aumentar a sua independência. E isso é importante para toda América Latina". 

O fundador do WikiLeaks também explicou que a Agência de Segurança Nacional (NSA, pelas suas siglas em inglês) intercepta quase todas as telecomunicações brasileiras com outros países, o que "compromete a autonomia do Brasil". Por isso, acredita que é fundamental que os países da América Ñatina tenham vínculos de telecomunicações independentes com o resto do mundo.
 

Assange também indicou que o conflito na Ucrânia se converteu em uma guerra indireta entre os Estados Unidos e a Rússia, enquanto explicou que Google tem um "esquema de vigilância a escala industrial" e que Israel está atacando deliberadamente a população civil palestina. Sobre a sua situação de exilado no consulado do Equador, Assange mencionou que "o mais irritante é não ver o sol por mais de 20 minutos por dia ".

Fontes: Notiméria  , Estado de S. Paulo 

http://www.nosdiasdenoe.com/2014/08/assange-afirma-que-os-eua-podem-cortar.html

ZMapp e a África: Os Interesses Comerciais por Trás do Soro contra o Ebola

Nesta entrevista a especialista em ética médica e escritora Harriet Washington conversa sobre os interesses comerciais por trás de medicamentos contra o Ebola, das doenças tipicamente africanas que não recebem atenção e pesquisas, e de como as nações africanas, apesar de serem constantemente utilizadas para testes de drogas pelas indústrias farmacêuticas, dificilmente acabam se beneficiando por estas mesmas drogas.



Ebola está em todas as manchetes nos Estados Unidos. Depois que dois profissionais de saúde americanos foram infectados com o vírus mortal na Libéria, mais meios de comunicação começaram a prestar atenção a este surto que assola os países africanos ocidentais da Libéria, Serra Leoa, Guiné, e agora os relatos mostram que ele esteja se disseminando para a Nigéria. Não existe um tratamento comprovado ou vacina para o Ebola, que até o momento já infectou mais de 1.700 pessoas e matou mais de 930 na África Ocidental.

Mas o que sabemos é que esses dois profissionais de saúde norte-americanos infectados com o Ebola já estão de volta aos EUA se recuperando e recebendo um soro experimental conhecido como ZMapp. De acordo com a BBC, a Organização Mundial de Saúde (OMS) vai convocar uma reunião de especialistas em ética médica na próxima semana para decidir se aprova ou não o tratamento experimental para o Ebola.

Agora se juntando a nós de Nova York para desconstruir as questões em torno do vírus Ebola, a nossa convidada, Harriet Washington. Harriet é uma especialista em ética médica e autora do livro "Apartheid Médico: A História Negra da Experimentação Médica em Negros Americanos da Época Colonial até o Presente". Ela também é a autora do livro Deadly Monopolies: The Shocking Corporate Takeover of Life Itself - and the Consequences for Your Health and Our Medical Future (tradução livre "Monopólios Mortais: A Tomada Corporativa Chocante da Própria Vida - E as Consequências para a sua Saúde e seu Futuro Médico").

Obrigado por se juntar a nós, Harriet.

HARRIET A. WASHINGTON, autora de Apartheid médico: Obrigada por me receber.

Desvarieux: Então, Harriet, a grande novidade é que este soro, o ZMapp, que me referi na introdução, foi oferecido aos dois profissionais de saúde americanos, e agora eles parecem estar se recuperando. Por que ele não tem sido mais amplamente disponibilizado?

WASHINGTON: Bem, o que nos é dito é que não tem sido mais amplamente disponibilizado porque havia inicialmente apenas três doses. É claro, a minha primeira pergunta foi, por que não foi dada a Sheik Omar Khan, o profissional de saúde chefe do ebola em Serra Leoa, que morreu apenas a pouco mais de uma semana de Ebola?

Desvarieux: Então na raiz de tudo isso você diria - essencialmente, de quem é o interesse para que o ZMapp não fosse mais amplamente disponibilizado?

WASHINGTON: Bem, é uma questão muito complexa. E eu acho - eu não estou disposta a personalizá-la. Ao invés de perguntar se uma pessoa tem uma inclinação para negar a cura aos africanos, a minha pergunta é: que forças tendem a separar medicamentos como este dos africanos? Há redes, redes informais às vezes, de disponibilidade, que estão disponíveis para os ocidentais e não aos africanos.

E há também as pressões econômicas. As decisões sobre o custo de produzir uma grande quantidade suficiente de doses da droga para dar aos africanos é uma proposta cara, como sempre é, e isso é um fator também. Há uma percepção entre alguns que seria muito caro para produzir para os afro-americanos. Mas meu ponto que eu sempre observo é que eles falam sobre o custo, mas eles estão realmente se referindo é o preço: é a decisão de um fabricante para impor um determinado preço, e isso é o que o coloca fora do alcance de pessoas no mundo em desenvolvimento.

Leia também:
CEO da Bayer: “Não Criamos Este Medicamento para os Indianos, mas para Ocidentais que Podem Pagar”

Desvarieux: Sim. E estar fora do alcance de pessoas em um mundo em desenvolvimento, quero dizer, vão haver algumas consequências reais. Como mencionei na introdução, 1.700 pessoas foram afetadas. Mais de 900 pessoas morreram de Ebola. Então, podemos citar alguns nomes aqui? Quais tipos de empresas farmacêuticas nós estamos falando? 

WASHINGTON: Eu não estou disposta a individualizá-las pelo nome, porque o que é interessante sobre isso é que, embora a maioria das empresas farmacêuticas sejam culpadas de uma mentalidade econômica que lhes diz para não produzir medicamentos para as necessidades das pessoas no mundo em desenvolvimento, um economista de Harvard, Michael Kremer, escreveu há algum tempo sobre essa tendência das empresas farmacêuticas de até mesmo não testarem drogas para doenças das terras tropicais, porque as pessoas de lá, entre aspas, não podem comprá-las. Na verdade, se você olhar para os dados, entre 1975 e 1997, houveram 1.233 medicamentos desenvolvidos por empresas farmacêuticas. Adivinhe quantos foram destinados para o uso de pessoas que viviam em países em desenvolvimento?

Desvarieux: Quantos?

WASHINGTON: Quatro.

Desvarieux: Uau. Apenas quatro.

WASHINGTON: Sim.

Desvarieux: Então, para você, no final das contas, eles poderiam estar testando estas drogas em nações em desenvolvimento, mas certamente não está olhando para essas nações em desenvolvimento como sendo o seu mercado para essas drogas.

WASHINGTON: Exatamente. Eles certamente estão testando estas drogas em nações em desenvolvimento. De fato, dois de cada cinco ensaios clínicos montados pela indústria são realizados no mundo em desenvolvimento. Eles vão para o mundo em desenvolvimento não porque eles querem fazer medicamentos disponíveis para as pessoas de lá, mas porque o teste é mais barato e mais rápido, e tempo é dinheiro em testes. Eles têm uma janela estreita  na qual obtêm a aprovação. Por isso, é benéfico para estas empresas irem a estes países e obterem voluntários ingênuos para testes, que não têm qualquer tipo de cuidados de saúde, para que eles tenham pressões especiais para obter qualquer cuidado médico que eles possam ter, mesmo quando vem embrulhado em torno de um ensaio clínico. E eles podem fazer isso de forma mais barata, eles podem fazê-lo mais rapidamente, eles podem fazer mais ensaios de alta qualidade, pois os profissionais de saúde no mundo em desenvolvimento pedem e fazem menos dinheiro.

Então, eu sempre digo que, embora as pessoas retratem os africanos como pobres e falem sobre sua incapacidade de pagar os medicamentos, na realidade, somos os únicos que devemos a eles. Eles estão tornando essas drogas possível. Eles estão tornando o desenvolvimento destas drogas possível. Eles, no entanto, não têm acesso à elas. Então, nós estamos realmente em dívida com eles. Se tivermos que pagar uma grande quantia de dinheiro para tornar as drogas para o Ebola disponíveis para essas pessoas, é o que precisamos fazer, não só do ponto de vista ético, mas do ponto de vista econômico. Isso seria justiça econômica.

E não podemos, é claro, esquecer o fato de que não sabemos como e para onde o Ebola vai se espalhar. Ele nunca pode se tornar um problema no mundo ocidental, devido à nossa melhor estrutura de saúde e nossa melhor infra-estrutura de saúde pública, mas se isso acontecer, nós vamos precisar desses medicamentos. E você não prefere ter uma droga contra o Ebola que já foi testada em um ensaio clínico? Então, é a nossa vantagem, não importa como você olha para ela. É a coisa certa a fazer.

Desvarieux: Certo. Vamos girar e falar sobre a reação dos americanos sobre mais este vírus. Parece ser uma espécie deste nível de histeria aqui nos Estados Unidos. Por exemplo, o bilionário Donald Trump, ele twittou esta mensagem. Dê uma olhada nisso.

"As pessoas que vão para lugares distantes para ajudar são grandes, mas devem sofrer as conseqüências!"

Harriet depois de ouvir isso, qual é a sua resposta?

WASHINGTON: É Trump puro. Eu não sei por que nós damos atenção a esse palhaço, francamente. Quero dizer, eu espero que ele não represente a mentalidade da maioria das pessoas. Esta é apenas uma resposta especialmente insensível e, francamente, desinformada. Eu nem tenho certeza de que isso exija resposta.

Mas, para aquelas pessoas, eu acho que é uma pergunta interessante, e que ele conseguiu perder completamente, e isso é, quando falamos sobre quem vai obter o medicamento, eu acredito que as pessoas que são afetadas e em situação de risco na África, deveriam obter o medicamento. Muitas pessoas dizem que deveriam ser os profissionais de saúde que deveriam receber a droga primeiramente. Eu entendo o ponto deles. Eles dizem que os profissionais de saúde devem receber a droga em primeiro lugar, porque a África precisa de mais profissionais de saúde, precisa de mais pessoas para lidar com epidemias de Ebola. E também dizem que os trabalhadores da saúde estão lá por altruísmo e generosidade. Eles não tinham que estar lá e se exporem a danos, aqueles são heróis médicos. Eu não poderia concordar com isso mais. Mas também dizem que os profissionais de saúde que vão para o mundo em desenvolvimento para ajudar as pessoas lá, especialmente em uma crise como esta, devem ser agradecidos e devem ser enaltecidos, mas eles tomaram a decisão por razões próprias e eles precisam assumir os riscos inerentes a essa escolha.

Desvarieux: Certo. Vamos fazer uma pausa na conversa aqui, e na nossa segunda parte da entrevista, nós vamos entrar em como as nações do Oeste Africano estão tentando conter a propagação do vírus e os desafios que eles enfrentam.

Harriet Washington, muito obrigada por se juntar a nós.

WASHINGTON: Obrigada.

Desvarieux: E obrigado por se juntar a nós em The Real News Network.



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Fontes:
The Real News: The Politics of the Ebola Serum - Harriet Washington on the Ebola Outbreak (1/2)

Via: http://www.anovaordemmundial.com/2014/08/zMapp-e-a-africa-as-politicas-do-soro-contra-o-ebola-parte-1.html#ixzz3ABXWHrTe



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