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sábado, 31 de maio de 2014

Existe um ‘TRIÂNGULO DAS BERMUDAS’ por sobre a Terra?

Existe um região bizarra na órbita terrestre, bem sobre o Brasil, onde os computadores da Estação Espacial Internacional sofrem quedas de forma rotineira, os telescópios e satélites funcionam mal e os astronautas relatam ver estranhas luzes piscando diante de seus olhos. Embora a região seja tecnicamente referida como a Anomalia da América do Sul, alguns a chamam de “O Triângulo das Bermudas do Espaço”, relata o site New Scientist.


Porém, diferentemente do mítico Triângulo das Bermudas, cuja Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA desmentiu, não há nada de misterioso ou irreal sobre o Triângulo das Bermudas do Espaço – TBE. Os cientistas reconhecem que ele existe e começaram a mapear suas bordas.

A anomalia faz parte dos Cinturões de Radiação Van Allen, que é um anel de radiação solar preso entre aproximadamente 1.000 e 6.000 quilômetros acima da superfície terrestre. A razão dele existir é porque o campo magnético da Terra não é uniforme; há pontos fracos. Um desses pontos fracos existe onde o TBE está. A radiação do espaço é capaz de penetrar relativamente próxima da superfície da Terra aqui.

Recentemente uma equipe e cientistas italianos foram capazes de calcular as bordas do TBE, através da reanálise dos dados registrados pelo satélite de mais de uma década de idade, o BeppoSAX, que rotineiramente passa por sobre a região. Eles descobriram que os níveis de radiação na camada mais baixa do TBE eram menores do que os das camadas superiores, e que a anomalia estava indo vagarosamente para o leste. Cada ano ela se move aproximadamente 34 quilômetros mais perto da África, o que significa que em 2114 ela deverá estar centrada em algum lugar perto da costa da Namíbia.

Embora estes resultados foram pela maior parte congruentes com pesquisas anteriores, eles não oferecem uma visão mais detalhada do que esta acontecendo com a magnetosfera de Terra. Através da compreensão dos limites do TBE, as agências espaciais podem gerenciar mais efetivamente o equipamento sensível que existe na Estação Espacial Internacional e em satélites que por lá passam frequentemente.

As boas novas é que os frequentadores de praia no Brasil não têm nada a temer, apesar do fato que este perigo espacial esteja situado a somente algumas centenas de quilômetros sobre suas cabeças. Apesar da banda presente de radiação do TBE vir próxima à superfície da Terra de forma anormal, ela não vem até a terra firme. Os níveis de radiação abaixo dos 200 quilômetros de altitude aqui são, pela maior parte, os mesmos do resto da Terra.

Fontes: 
http://filosofiaimortal.blogspot.com.br/2014/05/existe-um-triangulo-das-bermudas-por.html

Indonésia: Forte erupção do vulcão Sangiang

Posted by  on May 31, 2014
*** EXCLUSIVE *** SANGEANG, INDONESIA - MAY 30: Mount Sangeang Api spews pyroclastic smoke on May 30, 2014, in Sangeang, Indonesia. MOUNT SANGEANG API can be seen spewing pyroclastic smoke high into the air from the window of a passing commercial flight. The pictures were taken by professional photographer Sofyan Efendi during a flight from Bali to Labuan Bajo in West Nusa Tenggara province. The flight offered Efendi the chance to get a unique vantage point on the volcanic activity, with the entire outline of the island of visible beneath the smoke. The volcano, located on one of the Lesser Sunda Islands, is one of 129 active volcanoes in Indonesia.  PHOTOGRAPH BY Sofyan Efend / HKV / Barcroft Media UK Office, London. T +44 845 370 2233 W www.barcroftmedia.com USA Office, New York City. T +1 212 796 2458 W www.barcroftusa.com Indian Office, Delhi. T +91 11 4053 2429 W www.barcroftindia.com*** EXCLUSIVE *** SANGEANG, INDONESIA - MAY 30: Mount Sangeang Api spews pyroclastic smoke on May 30, 2014, in Sangeang, Indonesia. *GC* PHOTOGRAPH BY Sofyan Efendi / HKV / Barcroft Media UK Office, London. T +44 845 370 2233 W www.barcroftmedia.com USA Office, New York City. T +1 212 796 2458 W www.barcroftusa.com Indian Office, Delhi. T +91 11 4053 2429 W www.barcroftindia.com
Vulcão Sangiang entra em erupção no sudeste da Indonésia
O vulcão Sangiang, no sudeste da Indonésia, entrou ontem em erupção e lançou uma coluna de cinza de vários quilômetros de altitude, informou o Centro de Vulcanologia e Mitigação de Ameaças Geológicas, que não tem informação sobre vítimas. Vários voos na Austrália e na Indonésia foram cancelados neste sábado (31) por causa do vulcão, que entrou várias vezes em erupção desde sexta-feira (30) e lançou nuvens de quilômetros de altura na província de Sonda Ocidental, informou a imprensa local. 
Edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com
Vários voos foram cancelados na Austrália e na Indonésia após erupção de vulcão Samgiang que lançou imensas nuvens de detritos com quilômetros de altura na região. Os voos para as ilhas de Darwin e Bali são os mais afetados.
31 de Maio de 2014, 09:46 - UTC
O diretor do centro, Hendrasto, declarou que a erupção ocorreu depois de um sismo de 5,4 graus de magnitude na escala de Richter na região, segundo a emissora de rádio El Shinta.
O especialista indicou que provavelmente será elevado o grau de alerta na ilha de Sangiang, onde se encontra o vulcão com o mesmo nome, que tem duas crateras, uma de 1.949 metros e outra de 1.795.
sangeang-vulcão-indonésia
O vulcão fica na famosa região conhecida como ‘Ring of Fire’ (Anel de Fogo) da Indonésia – uma área onde um grande número de terremotos e erupções vulcânicas ocorrem na bacia do Oceano Pacífico. Ela tem 452 vulcões – 75 por cento do total mundial.
A região estava em alerta desde junho do ano passado, quando se registou um aumento da atividade do vulcão Nusa Tenggara que preside à ilha do mesmo nome, com uma superfície de 215 quilómetros quadrados e pertencente ao arquipélago das ilhas Sunda menores.
A Indonésia está situada sobre o chamado Anel de Fogo do Pacífico, uma zona de grande atividade sísmica e vulcânica, e tem mais de 400 vulcões, dos quais pelo menos 129 continuam ativos e 65 estão classificados como perigosos.
Voos na Austrália e na Indonésia foram cancelados neste sábado (31) por causa do vulcão Sangiang, que entrou várias vezes em erupção desde sexta-feira (30) e lançou nuvens de quilômetros de altura na província de Sonda Ocidental, informou a imprensa local. 
sangeang-vulcão-indonésia.map
A nuvem de fumaça e cinza obrigou o cancelamento de vários voos na ilha de Darwin, no extremo norte da Austrália, sobretudo em direção a outras cidades australianas e à ilha indonésia de Bali. 
As companhias aéreas afetadas são Virgin, Jetstar, Qantas, Emirates e Airnorth, segundo o jornal “The Australian”. Tim Birch, do centro de meteorologia de Darwin, afirmou que uma nuvem afetou o Território Norte, o estado setentrional australiano. 
“A nuvem que afeta Darwin durará pelo menos 18 horas. Veremos a coluna começar a se movimentar em direção ao leste no Território Norte e seguir de forma contínua até o leste no Monte Issa (Queensland), e depois começará a se dissipar”, afirmou o meteorologista. 
“O vulcão ainda está entrando em erupção, como durante a maior parte do dia. Não de forma tão violenta como inicialmente, mas há uma coluna densa”, acrescentou. As autoridades temem que a fumaça possa afetar voos até a cidade de Brisbane, no sudeste da Austrália, nos próximos dias. 
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

Atlântida, ruínas teriam sido encontradas na costa de Cuba

Posted by  on May 31, 2014
Atlantida (ou partes) teria sido encontrada: esfinges  e pirâmides  gigantes no fundo do oceano no Triângulo das Bermudas foram encontrados e fotografados
Talvez a descoberta de Atlântida venha a eclipsar as descobertas de Troia e a tumba do rei Tutancamom. Agora, doisousados  cientistas, Paul Weinzweig e Pauline Zalitzki, afirmam que encontraram Atlântida. Eles descobriram as ruínas submersas da antiga cidade na costa de Cuba.  Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com
Partes de Atlântida teriam sido encontradas na região do Triângulo das Bermudas. No passado distante, a região era terra seca (e conectada com a Península do Yucatan, no México), mas agora só a ilha de Cuba permanece acima da linha d’água.
 A antiga cidade esta a 600 metros abaixo do oceano. A equipe de pesquisadores liderada por Weinzweig e Zalitzki estão convencidos de que é a lendária Atlantis/Atlântida (ou parte dela)  - a cidade perdida há mais de 10.000 anos.
As ruínas encontradas seriam finalmente a perdida, mas nunca esquecida Atlântida? Parece que eles tomaram os dados de sonar e com sucesso reconstruída uma imagem 3D da estrutura existente no fundo do oceano ao largo de Cuba. Isto é completamente sólido e muito convincente.
Dois cientistas, Paul Weinzweig e Pauline Zalitzki, trabalhando na costa de Cuba e usando um submarino robô, confirmaram que ruínas de uma cidade gigantesca existe no fundo do oceano. O local da antiga cidade - que inclui várias esfinges e pelo menos quatro pirâmides gigantes, além de outras estruturas , surpreendentemente fica dentro dos limites do lendário “Triângulo das Bermudas”.
De acordo com um relatório da Arclein da Terra Forming Terradenominado de Cuban Subsea Pyramid Complex , as evidências apontam para a cidade ter sido simultaneamente inundada com a subida das águas e pelo afundamento de terras sob o mar. Isso se correlaciona exatamente como relatado na lenda de Atlântida.
Abaixo: assista o filme Underwater City Off of Cuba Part 1 (The Discovery)
O desastre pode ter ocorrido no final da última Idade do Gelo. Como a calota do Ártico (Polo Norte) derreteu catastroficamente, o que causou para que o nível do mar subisse rapidamente em todo o mundo, afetando especialmente o Hemisfério Norte.Todas as linhas costeiras mudaram; terras foram perdidas; ilhas (continentes até insulares) desapareceram (n.t. mas novas terras também surgiram, como a maior parte da Europa).
  O filósofo grego Platão escreveu sobre a perdida Atlântida No final da última Idade do gelo os níveis do mar eram cerca de 400 metros mais baixo do que os níveis atuais. Uma vez que as águas começaram a subir, elas se levantaram rapidamente.  É concebível, sem tecnologia, então, ou mesmo agora, poder ter salvo a Atlântida de sua sepultura no oceano.
 A evidência de que havia terra no que é agora o Mar do Caribe que também afundaram no mar ao mesmo tempo parece bastante certo. Arclein observa: “Na época porções erguidas das montanhas submarinas do Atlântico Médio diminuiram incluindo também a mítica Lyonese, dos contos do Rei Arthur (https://en.wikipedia.org)  e as ilhas que a circundavam e a massa de terra ao redor dos Açores. Mesmo que isso não tivesse acontecido, este afundamento foi amplamente grande o suficiente. 
A descoberta das ruínas submersas foi publicada pelo jornal Sunday Reader, da Flórida-EUA, em entrevista dada pelos dois cientistas Paul Weinzweig e Pauline Zalitzki
Atlantis, o Continente perdido:
Isso teria produzido uma pressão ortogonal forçando subsidência a leste e a oeste. Desde que o topo da crista de montanhas submarinas entre Cuba e a Península do Yucatán é o ponto natural de fraqueza entre a bacia de subsidência do Golfo do México e da bacia de subsidência do Mar do Caribe, que naturalmente diminuiu profundamente. 
O gatilho para tudo isso foram as mudanças hidrostáticas trazidas pela movimentação da crosta do planeta (deriva continental)  de 12.900 anos atrás, que eu chamei de Não Conformidade do Pleistoceno e o soerguimento lento da Bacia do leito do rio Hudson provocada pelo fim da Idade do Gelo “.
Crise dos mísseis cubanos nos anos 60 pararam as pesquisas Segundo o jornalista Luis Mariano Fernandez a cidade foi descoberta décadas atrás, mas todos os acessos ao local da descoberta foi barrado durante e após a crise dos mísseis cubanos durante os anos de 1960.
Uma das pirâmides encontradas no local
“O governo dos EUA teria descoberto o lugar alegadamente durante a crise dos mísseis em Cuba, nos anos sessenta, os submarinos nucleares de cruzeiro no Golfo (em alto mar) encontraram estruturas piramidais. Eles imediatamente desligar o site e tomou o controle dele e dos objetos, a fim de que eles não caíssem nas mãos dos soviéticos russos. “ A equipe científica de especialistas de águas profundas do oceano, arqueólogos e oceanógrafos encontraram ruínas de edifícios antigos 600 metros abaixo do oceano. Eles dizem que a cidade é Atlantis/Atlântida. Olhe com cuidado, na água uma pirâmide gigante é visível .
No destaque o local das descobertas das ruínas submarinas ao largo da costa de Cuba, coordenadas 85º latitude Norte e 22º longitude Oeste.
Pirâmides e esfinges maiores que as do Egito
A prova de que a ilha de Cuba é o vestígio de uma cultura outrora poderosa é suportado pela descoberta de Zalitzki na ilha de símbolos extremamente antigos e pictogramas idênticos aos observados nas estruturas subaquáticas. Usando submersíveis de exploração, eles descobriram estruturas piramidais incrivelmente enormes e muito semelhantes (mas maiores do que) as pirâmides de Gizé, no Egito. Eles estimam que as pirâmides de Atlantis são construídas com pedras pesando centenas de toneladas.
Uma segunda pirâmide gigante foi fotografada pelo veículo R.O.V. 
Incrivelmente a cidade antiga também tem esfinges magníficas e “pedras que estão dispostos como em  Stonehenge, Inglaterra, e uma linguagem escrita gravada nas pedras”, relata Fernandez.
Pirâmide Atlante de Cristal também foi encontrada no Triângulo das Bermudas. Outra pirâmide gigante encimada com o que parece ser um cristal foi descoberto por mergulhadores no Triângulo das Bermudas [Ver: pirâmide gigante de cristal descoberta no Triângulo das Bermudas ]
A estrutura gigantesca, também, talvez maior do que a Grande Pirâmide de Quéops, no Egito, e inicialmente identificado por um médico na década de 1960, foi verificada independentemente por equipes de mergulho da França e dos EUA
Uma descoberta que reescreveria a história do mundo
Isso poderia ser visto como uma descoberta que provocaria mudança da história da Humanidade? Sim, poderia mudar tudo. Fernandez escreve : “Ele confirmou que as pedras foram cortadas, esculpidas e polidas para fazê-las se encaixarem e, assim, formar estruturas maiores. Sobre as estranhas inscrições, algumas delas semelhantes aos hieróglifos egípcios, muito pouco se sabe, exceto que elas são muito abundantes e encontradas em quase todas as partes do campo de pesquisa. Nele também apareceram símbolos e desenhos cujo significado ainda é desconhecido. “
Robotic Ocean Vehicle (ROV) utilizado nas filmagens.
A exploração da Atlântida, chamado Projeto Exploramar , está se expandindo para descobrir mais sobre os mistérios da mega-cidade encontrada. Falando com um cientista sobre a possibilidade de que as ruínas são realmente Atlantida, Fernandez relata que o perito respondeu: “ … nas culturas indígenas da península do Yucatan, hoje é possível encontrar o que ainda resta dos aborígenes desses lugares, talvez, dos olmecas ou alguma civilização muito primitiva da península do Yucatan, a parte norte da América Central - originada de acordo com suas lendas em uma ilha que afundou por um cataclismo. 
Esta ilha é chamada de Atlanticú“. Isso também se encaixa as histórias sobre o súbito desaparecimento das maravilhas de Atlântida.  O nome Atlanticú, Atlantis . Os nativos aborígenes ainda a chamam desse nome que é parte de sua história.  Durante uma entrevista sobre a exploração do mega-cidade, Fernandez perguntou à cientista Pauline Zalitzki sobre o civiização que a construiu.
“Quando publicamos a primeira notícia desta descoberta”, disse ela, “a Universidade de Veracruz ficou interessada em nosso trabalho e nós haviamos gravado imagens destas estruturas no fundo do mar. Especificamente, o Instituto de Antropologia da Universidade das escavações me convidou. Eles estavam fazendo [estudos] em peças e ruínas da civilização olmeca.
Outra imagem de uma mega-estrutura Atlante [Imagem: LMF ]
“Quando eles viram estas imagens submarinas [eles] encontraram semelhanças e paralelos com as ruínas encontradas em escavações que o Instituto estava empreendendo. “Os olmecas e outros povos nativos têm morfologia primária marcando a sua chegada vindos deste continente. Isso significa vindo da direção de Cuba, e teve que ocorrer após um terremoto muito grande, quando sua terra afundou. A sua morfologia indica que eles pertencem a três famílias que foram salvas. 
Uma dessas famílias vieram para a costa de Veracruz, que supostamente são os olmecas. Outros vieram para a América Central e viajaram para a costa do Pacífico, e essas famílias criaram a civilização das Américas como a conhecemos hoje, porque eles distribuíram todo o seu conhecimento. “Quando esses antropólogos viram imagens subaquáticas desta cidade , e viram alguns monólitos de pedra, alguns símbolos e inscrições, eles identificaram com motivos olmecas. Eles ficaram muito surpresos. “
Abaixo: Parte dois do filme Underwater City Off Cuba Part 2 (Atualizado) 
Os olmecas eram autônomos dos sobreviventes da Atlântida, uma cultura muito superior que foi destruída por inundações no fim da Idade do Gelo . O mundo foi reformulado e uma super civilização foi destruída, sendo lembrada por milênios somente pelas lendas e uma referencia  pelo filósofo Platão. Mas a Atlântida era real, é real: os cientistas Paul Weinzweig e Pauline Zalitzki alegam tê-la encontrado.
Mais informações sobre Atlântida em:
  1. http://thoth3126.com.br/uma-vida-em-atlantida/
  2. http://thoth3126.com.br/atlantida-e-os-deuses-da-antiguidade/
  3. http://thoth3126.com.br/atlantida-triangulo-das-bermudas/
  4. http://thoth3126.com.br/a-historia-secreta-do-planeta-terra/
  5. http://thoth3126.com.br/atlantida-o-continente-perdido/
  6. http://thoth3126.com.br/bimini-road-atlantida-misterios-nao-resolvidos-do-mundo/
  7. http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas/
  8. http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas-parte-2/
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

“Energia negra” foi ejetada do Sol em enorme explosão

Posted by  on May 31, 2014
Fogos de artifício negros (ejeção de plasma “frio”) na superfície do Sol (no centro da foto).
A escuridão do material ejetado é um sinal de que o plasma era relativamente denso efrio para a atmosfera circundante do sol. Esta não é a primeira vez que o sol produziu  uma explosão de energia negra .
Desde o lançamento do satélite SDO-Solar Dynamics Observatorycriado para estudar o sol,  em fevereiro de 2010, os pesquisadores já catalogaram muitos casos de plasma (NEGRO)frio emergentes dos locais de emissão de flares da superfície solar.
E, logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas“.  Mateus 24:29
Tradução,edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com
Uma Espiral de energia negra: A mancha solar (Sunspot) AR1667, em deterioração entrou em erupção em 06 de fevereiro de 2013, produzindo um duplo flare classe-C9, uma  erupção solar que durou mais de 10 horas desde o seu início até o fim. A explosão lançou uma lenta e enorme espiral, uma pluma de plasma de cor negro no espaço. O satélite SDO-Solar Dynamics Observatory da NASA gravou a ejeção da espiral de plasma negro:
Fogos de artifício negros (ejeção de plasma “frio”) na superfície do Sol em enorme Ejeção de Massa Coronal em 07 de junho de 2011, registrado pelo satélite SDO-Solar Dynamics Observatory.
A escuridão do material ejetado é um sinal de que o plasma era relativamente denso e frio para a atmosfera circundante do sol. Esta não é a primeira vez que o sol produziu uma explosão de energia negra . Desde o lançamento do satélite SDO-Solar Dynamics Observatory, em fevereiro de 2010, os pesquisadores já catalogaram muitos casos de plasma frio emergentes dos locais de emissão de flares da superfície solar.
“FRIO” nesse caso tem um significado especial, no entanto, quando é sobre o sol. A temperatura das gotas escuras é de  ”apenas” de cerca de 20.000 graus Kelvin em comparação com 40.000 a 1.000.000 de graus Kelvin para o gás no ambiente circundante ao Sunspot.
A deteriorada mancha solar AR1667 provavelmente não vai mais entrar em erupção novamente. Os Meteorologistas do clima espacial da NOAA colocam as probabilidades de um flare (M-classe ou mais forte) significativa hoje em 10% ou menos.
NASA-Science - AutorDr. Tony Phillips | Crédito: Science @ NASA
No dia 7 de junho de 2011, satélites em órbita da Terra  detectaram um flash de raios-X localizado e vindo do extremo oeste do disco solar. Foi registrado apenas um flare de classe “M” (de médio) na escala de labaredas solares-Flares, a explosão a princípio parecia ser mais uma erupção “normal” – isto é, até que os pesquisadores analisaram os filmes …
Nunca tinha visto nada parecido“, diz Alex Young, um físico solar no Goddard Space Flight Center. “Metade do sol parecia estar explodindo em pedaços.
A NASA então lançou novos vídeos de alta resolução do evento registrado pelo Solar Dynamics Observatory (SDO). Os vídeos são grandes, normalmente de 50 MB a 100 MB, mas vale a pena esperar para download. Clique na seta para lançar o primeiro filme, em seguida, desloque-se para comentários:
Abaixo um close-up da erupção ocorrida no sol em 07 de junho mostra a queda balisticamente de manchas escuras de plasma de retorno  em direção à superfície do sol. [ 99 MB Quicktime ] [ mais ]
Em termos de força bruta, esta realmente foi apenas uma erupção de classe média“, diz o cientista Alex Young, “mas tinha uma aparência  dramática e única causada por todo o material de cor NEGRA. Nós não costumamos ver isso rotineiramente.”
O físico solar Angelos Vourlidas do Laboratório de Pesquisa Naval em Washington DC chamou o evento de um caso de “fogos de artifício negros“.
A explosão foi provocada por um filamento magnético instável perto da superfície do sol“, explica ele.”Esse filamento estava carregado com plasma frio (1) plasma que explodiu em um spray de gotas escuras e serpentinas. ”
Fogos de artifício escuros (guiada, 200px)
Bolhas de plasma são canalizados para as manchas solares por campos magnéticos. [ 67 MB Quicktime ] [ mais ]
As bolhas de plasma eram tão grandes como o tamanho de planetas, muito maiores do que a Terra. Elas se ergueram da superfície solar e caíram balisticamente, movendo-se sob a influência da gravidade do Sol como bolas atiradas ao ar, explodindo “como bombas” quando atingiram a superfície estelar.
Algumas bolhas, no entanto, eram mais parecidas com mísseis teleguiados. Nos filmes do SDO podemos ver material “sendo pegado” por campos magnéticos e canalizados para grupos de manchas há centenas de milhares de quilômetros de distância, observa Young.
O satélite Solar Dynamics Observatory (SDO) também detectou a emissão de umaonda de choque de energia negra do local da explosão. O ‘tsunami solar’ se propagou para além da outra metade do sol, visivelmente tremendo com filamentos de magnetismo e gerando loops em sua rota.[91 MB Quicktime]
A ação de Longo Alcance tornou-se um tema-chave da física solar desde que o satélite Solar Dynamics Observatory (SDO) foi lançado em 2010 para acompanhar e registrar eventos solares. O observatório freqüentemente vê explosões em uma parte do sol afetando outras partes da nossa estrela. Às vezes, uma explosão provoca uma outra … e outra … com uma seqüência em dominó de erupções solares explodindo ao redor de toda a estrela.
A explosão de 7 de  junho de 2011 não pareceu desencadear quaisquer grandes explosões secundárias, mas certamente foi sentida muito longe“, diz Young.
Fogos de artifício escuros (onda circular, 558px)
Este  filme ultravioleta extremo da explosão com 13 MB mostra uma onda de plasma estilo “Tsunami solar” reverberando para longe do local da explosão. [ 13 MB Quicktime ] [ mais ]
É tentador olhar para os filmes e concluir que a maioria do material que explodiu na erupção caiu de volta no sol – mas isso não seria verdade, de acordo com Vourlidas. ”A explosão também impulsionou uma ejeção de massa coronal significativa (CME) da atmosfera do sol (para o espaço interplanetário).”
Ele estima que a nuvem de energia concentrava cerca de 4,5 x 10 15 gramas de massa, colocando-a entre as top das 5% de todas as maiores CMEs (Ejeção de Massa Coronal) registrados na Era Espacial. Para comparação, a CME mais maciça já registrada foi de 10 16 gramas, apenas um fator de ~ 2 maior do que a nuvem de energia gerada em 07 de junho(2). A quantidade de material que caiu de volta para o sol em 07 de junho foi aproximadamente igual ao montante que voou para longe , disse o físico Vourlidas.
Apesar de tão marcante quanto parece ser a erupção de 7 de junho de 2011, Alex Young diz que esse tipo de evento pode não ser tão raro afinal. ”Na verdade”, diz ele, “ele pode ser totalmente comum.
O Solar Dynamics Observatory (SDO) é um satélite da NASA que estuda processos do Sol que afetam diretamente a vida na Terra, e cujo lançamento ocorreu de Cabo Canaveral em 11 de fevereiro de 2010. É uma espaçonave construída com três eixos, com quatro telescópios embutidos em sua estrutura, dois painéis solares e duas antenas de longo alcance. Entre seus principais instrumentos estão o Extreme Ultraviolet Variability Experiment, que medirá a irradiação de raios ultravioleta do astro em alta definição, o Helioseismic and Magnetic Imager, que estudará a variação e as características do interior solar e os componentes da atividade magnética em sua superfície. Além disso, transporta o revolucionário Atmospheric Imaging Assembly, capaz de trasmitir imagens do disco solar inteiro, em faixas de ultravioleta e infra-vermelho não alcançadas antes por suas predecessoras. Após o lançamento, o satélite foi colocada pelo foguete Atlas numa órbita com o perigeu inicial de 2.500 km, que será mudada aos poucos, com periódicos ajustes, que a estabilizarão na sua planejada órbita geossíncrono circular a 36 mil km de altitude da Terra.
Antes do Solar Dynamics Observatory (SDO) ser lançado a apenas três anos, os observatórios espaciais observavam o sol com cadências relativamente lenta e / ou campo de visão limitado. Eles poderiam ter facilmente perdido a majestade de tal explosão de 07 de junho, pegando apenas um instantâneo único fora do centro, no início ou no final da explosão para poder sugerir o que realmente aconteceu.
Mais informações
Notas de rodapé: 1- “Frio” tem um significado especial no sol: As bolhas de plasma registraram uma temperatura de 20.000 Kelvin ou menos. Isso é relativamente frio (em termos solares). A maior parte do gás circundante tinha temperaturas entre 40.000 e 1.000.000 K. 2- Contendo cerca de 1015 gramas de matéria, as ejeções de massa coronal não são tão grandes como parecem. Seria preciso uma centena dos CMEs iguais à 7 de junho para fazer um cometa de tamanho decente; exemplo, o núcleo de massas o Cometa Halley cerca de 2 x 1017gramas. “Lembre-se que esta é apenas uma nuvem de gás magnetizada saindo da coroa solar muito tênue”, observa Vourlidas. “A nuvem é grande, mas realmente não é muito grande em relação a coisas como cometas, luas e planetas.”
Se o físico Alex Young estiver certo, mais fogos de artifício negros podem estar no horizonte solar. Fique atento.
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.
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