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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Outro helicóptero ucraniano é abatido em Slovyansk

As Forças de Autodefesa de Slovyansk abateram hoje um helicóptero de transporte ucraniano do tipo Mi-8. No ato, morreram 12 soldados ucranianos, incluindo um importante comandante militar. Um soldado sobreviveu, porém está em estado grave.

Em comunicado, o presidente interino da Ucrânia, Oleksandr Turchynov, disse que o helicóptero da Guarda Nacional foi abatido por um míssil antiaéreo portátil fornecido pela Rússia e que o general Serhiy Kulchytskiy estava entre as vitimas fatais.

O Informante

http://noticia-final.blogspot.com.br/2014/05/outro-helicoptero-ucraniano-e-abatido.html

Caças russos acompanham deslocamento de navios da OTAN

Aviões Su-24 da Frota do Mar Negro estão acompanhando o deslocamento de três embarcações da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em águas internacionais do Mar Negro. Segundo a marinha russa, encontram-se nesta região a fragata Surcouf e o navio de reconhecimento Dupuy de Lome, ambos da França, e o cruzador Vella Gulf, dos Estados Unidos.

O comando naval russo informou ainda que, nos últimos meses, a OTAN intensificou as suas atividades no local. O Secretário-Geral da aliança atlântica, o dinamarquês Anders Fogh Rasmussen, confirmou a informação e acrescentou que a atual situação da Ucrânia exige maior presença do organismo nos Mares Báltico e Negro.

FONTE: Diário da Rússia


http://noticia-final.blogspot.com.br/2014/05/cacas-russos-acompanham-deslocamento-de.html

Senador diz que Dilma é cúmplice de ameaça de morte a Joaquim Barbosa



Misteriosos sinais no espaço intrigam cientistas há anos

Estranhos sinais no espaço intrigam astrônomos há anos e podem estar sendo emitidos a milhões de anos-luz
Uma série de sinais enigmáticos que recentemente surgiram no céu têm deixado perplexos os astrónomos do mundo inteiro.
Baptizado de FRB, o fenómeno misterioso foi descoberto pela primeira vez em 2007 por um observatório australiano de nome Parkes.
No observatório, foram detectados raios brilhantes, captados como ondas de rádio com duração de frações de segundos e que não se repetem.
Uma vez que esse sinais são totalmente únicos, os cientistas consideram e especulam a possibilidade de se tratarem de ondas emitidas a milhões de anos-luz.
De fato, as misteriosas origens dos sinais FRB têm vindo a ser motivo de inúmeras discussões e debates nos últimos anos.
No entanto, em 2012, o telescópio Arecibo, em Porto Rico, estabeleceu as bases de refutação da hipótese de se tratar de um fenómeno causado pela interferência das mudanças climáticas.
Ainda assim, a discussão sobre os sinais FRB permanece com especial ênfase na sua procedência e distância original. Alguns cientistas teorizam que tais sinais podem ser causados por estrelas jovens de consistência diminuta, ou até mesmo pela colisão de estrelas de neutrões.
Como seria de esperar, inúmeros ufólogos afirmam que "a descoberta pode ter sido iniciada como uma forma de comunicação extraterrestre", teoria que Nigel Watson, autor de "Manual de Investigações sobre Óvnis", considera ser bastante plausível.

 [History]
http://www.ciencia-online.net/2014/05/misteriosos-sinais-no-espaco.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+ciencia-online+%28Ci%C3%AAncia+Online%29

Tecnologia de Controle do Tempo Usará Lasers para Causar Tempestades e Relâmpagos!

Natural News

Pesquisadores da Universidade do Centro da Florida (UCF) desenvolveram uma nova técnica que pode gerar chuva e relâmpagos em uma região por um disparo de laser em nuvens.HAARP 2.0?

Segundo o site britânico Daily Mail, a técnica envolve disparos de "laser duplo" dentro de uma nuvem para estimular certas partículas no seu interior. Os cientistas dizem que a técnica pode um dia ser usada para criar tempestades e até mesmo raios à vontade.

Cientistas da Faculdade de UCF de Óptica e Fotônica, bem como pesquisadores da Universidade do Arizona (UA), dizem que a chave para o sucesso de seus experimentos foi cercar o feixe de laser com um segundo feixe que atua como um reservatório de energia, tornando possível disparar o feixe central mais longe do que era possível anteriormente.

O feixe secundário externo é capaz de se reabastecer e, por conseguinte, impedir a dissipação de alta intensidade do feixe primário, o que, se disparado por conta própria, iria perder a força rapidamente. Um relatório sobre a experiência, "Filamentos Ópticos Reabastecidos Externamente", foi publicado recentemente na revista científica Nature Photonics .

'Uma sopa de elétrons'

"Os cientistas dizem que a condensação de água e atividade de relâmpagos em nuvens estão ligados a grandes quantidades de partículas carregadas estaticamente. Estimulando-os com um tipo certo de laser pode ser a chave para talvez um dia, causar uma tempestade de chuva quando e onde ela for mais necessária.

"Lasers já podem viajar grandes distâncias, mas 'quando um feixe de laser se torna intenso o suficiente, ele se comporta de forma diferente do que o habitual - ele entra em colapso em seu próprio interior'", disse Matthew Mills, um estudante de pós-graduação no Centro de Pesquisa e Educação em Óptica e Lasers (CREOl), de acordo com o Daily Mail .

"O colapso torna-se tão intenso que os elétrons do oxigênio e nitrogênio do ar são roubados criando o plasma - basicamente uma sopa de elétrons", disse ele.

Quando isso acontece, o plasma imediatamente tenta espalhar o feixe de volta, que faz com que uma luta entre a propagação e o colapso de um laser de pulso ultra-curto. A luta é chamada de "filamentação", e ela cria um filamento ou uma "seqüência de luz", que só se espalha um pouco antes das propriedades do ar fazerem a dispersão do feixe.

"Porque um filamento cria elétrons excitados em seu sulco conforme ele se move, ele artificialmente produz as condições necessárias para a chuva e relâmpagos ocorrerem", disse Mills.

Outros pesquisadores conseguiram criar "eventos elétricos" em nuvens, mas nenhum raio.

A equipe da UCF e UA está agora desenvolvendo uma maneira de chegar perto o suficiente para dirigir o feixe para dentro de uma nuvem sem que seja desintegrada por um raio. "O que seria bom é ter uma maneira sorrateira que nos permita produzir um arbitrária e longo cabo de extensão de filamento", disseram os pesquisadores.

Ficando cada vez mais fora dos feixes

"Acontece que, se você envolver um grande, de baixa intensidade, 'vestindo' o feixe como rosquinha ao redor do filamento e, lentamente, o move para dentro, você pode fornecer essa extensão arbitrária", explicou Mills. "Desde que tenhamos o controle sobre o comprimento de um filamento com o nosso método, pode-se semear as condições necessárias para uma tempestade de longe."

"Fundamentalmente, você pode controlar artificialmente a chuva e o relâmpago sobre uma grande extensão com tais ideias."

Até o momento, o Daily Mail relatou que Mills e outro estudante, Ali Miri, foram capazes de estender o pulso a partir de 10 polegadas a cerca de 7 metros de diâmetro. Eles estão trabalhando atualmente para estendê-lo ainda mais.

"Este trabalho poderia finalmente conduzir os ultra-longos filamentos induzidos opticamente ou canais de plasma que são impossíveis de estabelecer de outra maneira em condições normais", observou o professor Demetrios Christodoulides, um cientista que está trabalhando com os alunos de pós-graduação no projeto.

"A princípio esses filamentos vestidos poderiam propagar para mais de 50 metros mais ou menos, permitindo, assim, uma série de aplicações", disse Christodoulides. "Esta família de filamentos ópticos podem um dia ser usados para orientar seletivamente sinais de microondas ao longo dos canais de plasma muito longos, talvez por centenas de metros".

Leia mais:



Pentágono Está Gastando o Dinheiro dos Contribuintes na Preparação para o "Aquecimento Global"







Geoengenharia Pretende Controlar Clima na Terra





Fontes:
- Natural News: Weather control technology now using lasers to cause rainstorms and lightning
- Daily Mail: The laser that can make it rain: Researchers unveil radical system to start storms and create lightning on command
- The Guardian: Firing laser beams into the sky could make it rain, say scientists
CNN: Can we make rain with lasers?

Leia mais: http://www.anovaordemmundial.com/2014/05/tecnologia-de-controle-do-tempo-esta-usando-agora-laser-para-causar-tempestades-e-relampagos.html#ixzz338J5atfY

Além dos cubanos, IRANIANOS terão LIVRE acesso e permanência no Brasil

Vale lembrar que também estão querendo impor ENSINO OBRIGATÓRIO DO ISLAMISMO NO BRASIL!
Deputados aprovam acordo que isenta passaporte diplomático de visto para o Irã

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira o acordo entre Brasil e Irã que isenta de visto os portadores de passaportes diplomáticos. A medida está prevista no Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 1411/13.

A proposta será encaminhada ao Senado.

Conforme o Decreto 1983/96, que aprova o regulamento de documentos de viagem, os passaportes diplomáticos podem ser concedidos:
- ao presidente da República, ao vice-presidente e aos ex-presidentes da República;
- aos ministros de Estado, aos ocupantes de cargos de natureza especial e aos titulares de secretarias vinculadas à Presidência da República;
- aos governadores dos estados e do Distrito Federal;
- aos funcionários da carreira de diplomata, em atividade e aposentados, de oficial de chancelaria e aos vice-cônsules em exercício;
- aos correios diplomáticos;
- aos adidos credenciados pelo Ministério das Relações Exteriores;
- aos militares a serviço em missões da Organização das Nações Unidas e de outros organismos internacionais, a critério do Ministério das Relações Exteriores;
- aos chefes de missões diplomáticas especiais e aos chefes de delegações em reuniões de caráter diplomático, desde que designados por decreto;
- aos membros do Congresso Nacional;
- aos ministros do Supremo Tribunal Federal, dos tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União;
- ao procurador-geral da República e aos subprocuradores-gerais do Ministério Público Federal; e
- aos juízes brasileiros em Tribunais Internacionais Judiciais ou Tribunais Internacionais Arbitrais.

http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/ADMINISTRACAO-PUBLICA/468075-DEPUTADOS-APROVAM-ACORDO-QUE-ISENTA-PASSAPORTE-DIPLOMATICO-DE-VISTO-PARA-O-IRA.html

Via: https://www.facebook.com/jairmessias.bolsonaro
http://www.libertar.in/2014/05/alem-dos-cubanos-iranianos-terao-livre.html

Edward Snowden, como começou o escândalo de espionagem dos EUA …

Posted by  on May 29, 2014
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A Saga de Edward Snowden começa …
Um resumo do novo livro do jornalista Glenn Greenwald, No Place to Hide: Edward Snowden, the NSA and the US Surveillance State, foi lançado no dia 13 de maio de 2014 e tem como foco central o escândalo global da agência de segurança nacional dos EUA (NSA) revelado pelo seu ex funcionário Edward Snowden. 
Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com
Um livro recentemente lançado que conta a saga do maior e mais prejudicial vazamento de informações secretas da principal agência de inteligência dos EUA, a NSA,  que causou um escândalo internacional e colocou em cheque a política de vigilância total dos EUA
Por Glenn Greenwald, TomDispatch - 14, maio, 2014.
… Em 1º de dezembro de 2012, eu recebi a minha primeira comunicação de Edward Snowden, embora eu não tivesse ideia naquele momento que a comunicação era dele.
O contato veio na forma de um e-mail de alguém que se chamava de Cincinatus, uma referência a Lucius Quintius Cincinatus, o agricultor romano que, no século V a.C., foi nomeado ditador de Roma para defender a cidade contra ataques de invasores. Ele é mais lembrado pelo que fez depois de derrotar os inimigos de Roma: devolveu imediata e voluntariamente o poder político renunciando à ditadura e voltou à vida como um mero agricultor (sem nenhum demérito à esta nobre função de produzir alimentos). 
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Aclamado como um “modelo de virtude cívica”, Cincinatus se tornou um símbolo do uso (CORRETO) do poder político, no interesse público e a pena de limitar ou até mesmo abrir mão do poder individual para um bem maior (a defesa dos cidadãos contra invasores).
O e-mail começou: “A segurança das comunicações das pessoas comuns é muito importante para mim”, e seu objetivo declarado foi me indicar para que eu começasse a usar a criptografia PGP para que “Cincinatus” pudesse comunicar fatos que  ele tinha certeza que eu estaria interessado. Inventado em 1991, o programa PGP significa “Pretty Good Privacy”. Ele foi desenvolvido em uma ferramenta sofisticada para proteger e-mails e outras formas de comunicação on-line contra vigilância e hacking.
Neste e-mail, “Cincinatus” disse que tinha procurado por toda parte pela  ”chave pública” do meu PGP, um conjunto de códigos único que permite que as pessoas recebam e-mail criptografado, mas que ele não conseguiu encontrá-lo. A partir daí, ele concluiu que eu não estava usando o programa e me disse: “Isso coloca qualquer um que se comunica com você em risco. Eu não estou afirmando que todas as comunicações que você está envolvido tenham que ser criptografadas, mas você deve pelo menos procurar comunicantes com essa opção. “
“Cincinatus”, então se referia ao escândalo sexual do general David Petraeus, cujo caso extraconjugal com a jornalista Paula Broadwell terminou sua carreira e foi descoberto quando os investigadores encontraram troca de e-mails do Google entre os dois. Se Petraeus tivesse criptografado suas mensagens antes de enviá-los para o Gmail ou armazená-los em sua pasta de rascunhos, escreveu Cincinatus, os investigadores não teriam sido capazes de lê-los. ”A Criptografia é importante, e isso não é apenas para espiões e galanteadores.”
“Há pessoas lá fora que você gostaria muito de ouvir”, ele acrescentou, “mas voce nunca será capaz de contatá-las se souberem que as suas mensagens podem ser lidas em trânsito.” Então ele se ofereceu para me ajudar a instalar o programa. Ele assinou: “Obrigado. C. “
Usar um software de criptografia era algo que eu há muito tempo pretendia fazer. Eu já vinha escrevendo há anos sobre escândalos WikiLeaks, denunciantes, o movimento coletivo hacktivista conhecido como Anonymous, e também eu já tinha me comunicado com pessoas de dentro do establishment da segurança nacional dos EUA. 
A maioria delas estão preocupados com a segurança das suas comunicações e impedindo um indesejado monitoramento. Mas o programa é complicado, especialmente para alguém que tinha muito pouca habilidade em programação e computadores, como era o meu caso. Por isso, era uma daquelas coisas que eu nunca tinha chegado sequer próximo de fazer.
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Glenn Greenwald
O E-mail de “Cincinatus” não me moveu para a ação. Porque eu tinha me tornado conhecido por cobrir histórias que o resto da mídia (a tradicional) muitas vezes ignora, eu freqüentemente ouvia de todos os tipos de pessoas oferecendo-me uma “grande história”, e que normalmente acabava por ser nada. E em qualquer momento eu estou trabalhando normalmente sempre com mais histórias do que eu posso lidar. Então eu preciso de algo concreto para me fazer largar o que estou fazendo, a fim de buscar uma nova pista.
Três dias depois, eu ouvi de C. de novo, me pedindo para confirmar o recebimento do primeiro e-mail. Desta vez, eu respondi rapidamente. ”Eu o recebi e vou trabalhar nele. Eu não tenho um código de PGP, e não sei como fazer isso, mas vou tentar encontrar alguém que possa me ajudar. “
C. respondeu mais tarde naquele dia com um guia claro, passo-a-passo para se utilizar o PGP: Encryption for Dummies, em essência. No final das instruções, ele disse que estes eram apenas “o básico do mais básico.” Se eu não pudesse encontrar alguém para me acompanhar, através do sistema, acrescentou, “deixe-me saber. Posso facilitar o contato com pessoas que entendem de criptografia em quase qualquer lugar do mundo”. Este e-mail terminou com mais um pontudo sign-off: “seu criptograficamente, Cincinatus”.
Apesar de minhas intenções, eu não fiz nada, ocupado como eu estava naquele momento com outras histórias, e ainda convencido de que C. não tinha nada de bom para me dizer. Diante da minha falta de ação, C. intensificou seus esforços. Ele produziu um vídeo intitulado PGP em 10 minutos para Jornalistas.
Foi nesse ponto que C., como ele me contou mais tarde, tornou-se muito frustrado. ”Eis-me aqui”, ele pensou, “pronto para arriscar a minha liberdade, talvez até a minha vida, para entregar a esse cara milhares de documentos ultra-secretos da agência mais secreta (a NSA-National Security Agency) do país – um vazamento que irá produzir dezenas se não centenas de enormes manchetes jornalísticas. E ele não pode sequer ser incomodado para instalar um programa de criptografia. “
E foi assim que cheguei muito perto de perder um dos maiores e mais conseqüentes vazamentos de segurança nacional na história dos EUA. 
“Ele é Real”
O próximo momento que eu ouvi falar de novo disso foram 10 semanas mais tarde. Em 18 de abril, eu voei de minha casa no Rio de Janeiro para Nova York, e vi no desembarque no Aeroporto JFK, que eu tinha recebido um e-mail de Laura Poitras, uma produtora de documentários. “Qualquer chance de você estar nos EUA na próxima semana?”, Escreveu ela. “Eu adoraria conversar com base sobre alguma coisa, apesar do melhor para se fazer ser em pessoa.”
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Eu levaria a sério qualquer mensagem de Laura Poitras. Eu respondi imediatamente: “Na verdade, eu acabei de chegar nos EUA esta manhã … Onde está você?” Marcamos um encontro para o dia seguinte no lobby no meu hotel e procuramos por um bom lugar no restaurante. Por insistência de Laura, mudamos de mesas duas vezes antes de começar a nossa conversa para ter certeza de que ninguém poderia nos ouvir. Laura então foi direta ao assunto. Ela tinha uma “matéria extremamente importante e sensível” para discutir, ela disse, e a segurança era crítica.
Primeiro, porém, Laura pediu que eu removesse a bateria do meu celular ou o deixasse no meu quarto de hotel. ”Parece paranoico”, disse ela, mas o governo dos EUA tem a capacidade de ativar os telefones celulares e laptops remotamente como aparelhos de espionagem. Eu tinha ouvido sobre isso antes de ativistas sobre a transparência e de hackers, mas que eu pensava que tendiam ao exagero como excesso de cautela. Depois de descobrir que a bateria do meu celular não poderia ser removida, eu o levei para o meu quarto, então voltei para o restaurante com Laura.
Agora Laura começa a falar. Ela tinha recebido uma série de e-mails anônimos de alguém que parecia ao mesmo tempo honesto e sério. Ele alegou ter acesso a alguns documentos extremamente secretos e incriminatórias sobre o governo dos EUA que estaria espionando seus próprios cidadãos e quem mais quisesse no resto do mundo. Ele estava determinado a vazar os documentos para ela e tinha especificamente solicitado que ela trabalhasse comigo em liberar os relatórios sobre as informações.
Laura então puxou várias páginas da bolsa de dois dos e-mails enviados pelo informante anônimo, e eu os li à mesa do restaurante do início ao fim. No segundo dos e-mails, o informante chegou ao ponto crucial do que ele via como sua missão:
“O choque desse período inicial [após as primeiras revelações] irá fornecer o apoio necessário para construir uma internet mais igualitária, mas isso não vai funcionar para a vantagem da pessoa média a menos que a ciência supere a lei. Ao compreender os mecanismos pelos quais a nossa privacidade é violada, poderemos vencer aqui. Podemos garantir a todas as pessoas proteção igual contra a quebra irracional da privacidade (por parte do governo) por meio de leis universais, mas apenas se a comunidade técnica estiver disposta a enfrentar a ameaça e se comprometer a implementar mais soluções de engenharia para segurança. No fim das contas, temos de impor um princípio segundo o qual a única maneira do poderoso poder desfrutar de privacidade é quando ela for compartilhada também pelo homem comum: uma imposta pelas leis da natureza, em vez das impostas pelas leis políticas do homem.
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Laura Poitras
“Ele é de verdade”, eu disse quando eu terminei de ler. ”Não posso explicar exatamente por que, mas eu sinto intuitivamente que isso é sério, que ele é exatamente quem ele diz que é.” ”Eu também,” respondeu Laura. ”Eu tenho muito pouca dúvida.” Eu instintivamente reconheci a paixão política do autor. Senti uma afinidade com o nosso correspondente, com sua visão de mundo, e com o sentido de urgência que estava claramente consumindo ele.
Em uma das últimas passagens, o correspondente da Laura escreveu que ele estava completando as etapas finais necessárias para nos fornecer os documentos. Ele precisava de mais quatro a seis semanas, e deveríamos esperar para ouvi-lo novamente.
Três dias depois, Laura e eu nos encontramos de novo, e com outro e-mail do nosso informante anônimo, na qual explicou por que ele estava disposto a arriscar a sua liberdade, para submeter-se à alta probabilidade de uma pena de prisão muito longa, a fim de divulgar estes documentos. Agora fiquei ainda mais convencido: a nossa fonte era real, mas como eu disse ao meu parceiro, David Miranda, no vôo de volta ao Brasil, eu estava determinado a colocar a coisa toda para fora da minha mente. ”Não pode acontecer. Ele poderia mudar de ideia. Ele pode ser pego”. David é uma pessoa de forte intuição, e ele estava estranhamente certo. ”É muito real. Ele é real. Tudo vai acontecer”, declarou. “E vai ser de enorme repercussão.”
“Eu só tenho um medo”. Essa mensagem de Laura me disse que precisava falar urgentemente, mas apenas através de um bate-papo OTR (off-the-record), um instrumento criptografado para falar on-line com segurança.
Sua notícia foi surpreendente: poderemos ter de viajar para Hong Kong imediatamente para atender a nossa fonte. Eu tinha assumido que a nossa fonte anônima estava em Maryland ou Virgínia do norte. E que era uma pessoa com acesso a documentos ultra-secretos do governo dos EUA, assim, o que ela estaria fazendo em Hong Kong? O que Hong Kong teria a ver com tudo isso?
As respostas só viriam através da própria fonte. Ele estava chateado com o ritmo das coisas, até agora, e era importante que eu falasse com ele diretamente, para assegurá-lo e aplacar as suas preocupações crescentes. Dentro de uma hora, recebi um e-mail de Verax @ ******. Verax significa “contador da verdade” em latim. A linha de assunto dizia: “Precisamos conversar.”
“Eu estive trabalhando em um grande projeto com um amigo nosso em comum” o e-mail começava.”Você recentemente teve que recusar viagens de curta duração para se encontrar comigo. Você precisa estar mais envolvido nessa história”, escreveu ele. ”Existe alguma maneira de podermos nos falar no curto prazo? Eu entendo que você não tem muito de infra-estrutura segura, mas eu vou trabalhar em torno do que você tem. “Ele sugeriu que falássemos via OTR e providenciou o seu nome de usuário.
Meu computador parecia um carrilhão de sinos, sinalizando que a fonte tinha entrado online. Um pouco nervoso, eu cliquei em seu nome e digitei “Olá”. Ele respondeu, e eu me vi falando diretamente com alguém que eu assumi que iria, a partir daquele momento, revelar uma série de documentos altamente secretos sobre programas de vigilância dos Estados Unidos e que queria revelar mais ainda.
“Estou disposto a fazer o que tenho que fazer para denunciar isso”, eu disse. A fonte – cujo nome, local de trabalho, idade e todos os outros atributos ainda eram desconhecidos para mim – perguntou se eu poderia vir a Hong Kong para encontrá-lo. Eu não perguntei por que ele estava lá; Eu queria evitar parecer estar pescando informação e eu assumi que a sua situação era delicada. Seja lá o que fosse a verdade, eu sabia que essa pessoa resolveu realizar o que o governo dos EUA mais tarde iria considerar um crime muito grave.
“É claro que eu vou ir para Hong Kong”, eu disse.
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Uma nova geração de informantes está liberando importantes informações a respeito da “conduta” do (des)governo em Washington
Falamos em linha naquele dia por cerca de duas horas, conversando longamente sobre seu objetivo. Eu sabia desde os e-mails que Laura havia me mostrado que ele se sentiu obrigado a dizer ao mundo sobre o aparato de espionagem maciça que o governo dos EUA estava secretamente construindo e operando. Mas o que ele esperava alcançar?
“Eu quero acender um debate mundial sobre a privacidade, a liberdade na Internet e os perigos da vigilância do Estado”, disse ele. ”Eu não tenho medo do que vai acontecer comigo. Eu aceito que a minha vida como a conheço provavelmente vai acabar após eu fazer isso. Eu estou em paz comigo mesmo. Eu sei que é a coisa certa a fazer “Ele então disse algo surpreendente:” Eu quero me identificar como a pessoa por trás dessas divulgações de segredos. Eu acredito que eu tenho a obrigação de explicar por que estou fazendo isso e o que eu espero alcançar. “Ele me disse que tinha escrito um documento que ele queria postar na internet, quando ele saísse do armário e mostrasse a si mesmo como a fonte, um  manifesto pró-privacidade, anti-vigilância para as pessoas ao redor do mundo assinarem, mostrando que haveria apoio global para proteger a privacidade da informação.
“Eu só tenho um medo em fazer tudo isso”, disse ele, que é “que as pessoas vão ver estes documentos e dar de ombros, que eles vão dizer: ‘Nós assumimos que isso estava acontecendo e não nos importamos.”A única coisa que me preocupa é que eu poderei fazer tudo isso e acabar com a minha vida por nada. “
“Eu duvido seriamente que isso vá acontecer”, eu assegurei a ele, mas eu não estava convencido de que eu realmente acreditava nisso. Eu sabia desde os meus anos escrevendo sobre os abusos da NSA que poderia ser difícil para gerar séria preocupação com a vigilância secreta praticada pelo estado . 
Este caso era diferente, mas antes que eu voasse para Hong Kong, eu queria ver alguns documentos para que eu entendesse os tipos de divulgações que a fonte estava preparando para fazer. Passei então um par de dias on-line com a fonte me instruindo, passo a passo, como instalar e usar os programas que eu precisaria para ver os documentos secretos.
Eu ficava pedindo desculpas pela minha falta de proficiência, por ter que tomar horas do seu tempo para me ensinar os aspectos mais básicos da comunicação segura em computadores. ”Não se preocupe”, disse ele, “a maior parte disso faz pouco sentido. E eu tenho um monte de tempo livre agora”. Uma vez que os programas estavam todos instalados, recebi um arquivo contendo cerca de vinte e cinco documentos: “Apenas uma pequena amostra: a ponta da ponta do iceberg”, ele explicou tentadoramente.
Eu descompactei o arquivo, vi a lista de documentos, e, aleatoriamente, cliquei em um deles. No topo da página, em letras vermelhas, um código que aparece: “TOP SECRET / / COMINT / NO FORN /”.
Isto significou que o documento havia sido legalmente classificado como top secret, que pertencia a inteligência de comunicações (COMINT), e não era para distribuição aos cidadãos estrangeiros, incluindo as organizações internacionais ou parceiros de coalizão (NO) FORN. Lá estava ele com clareza incontestável: a comunicação altamente confidencial da NSA, uma das agências mais secretas do governo mais poderoso do mundo. Nada ANTES COM ESTE NÍVEL DE SIGNIFICADO tinha sido já vazado da NSA, nunca em toda a história de seis décadas da agência. E eu agora já possuía uma dúzia de tais itens na minha posse. E a pessoa que era a fonte e com quem eu havia passado horas conversando ao longo dos últimos dois dias tinha muitos, muitos mais para me dar.
Assim que Laura e eu chegamos no aeroporto JFK para embarcar em um vôo da Cathay Pacific para Hong Kong, Laura puxou um pendrive para fora de sua mochila. ”Adivinha o que é isso?”, ela me perguntou com um olhar de intensa gravidade.
“O quê é?”
“Os documentos”, disse ela. ”Todos eles.”
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Durante as próximas 16 horas, apesar do meu cansaço, eu não fiz nada mais, a não ser ler, febrilmente tomando notas sobre um documento após outro. Um dos primeiros que eu li foi uma ordem do tribunal secreto Foreign Intelligence Surveillance Act (FISA), que havia sido criado pelo Congresso em 1978, após o Comitê da Igreja descobrir décadas de abusiva espionagem do governo. A ideia por trás de sua formação foi a de que o governo poderia continuar a exercer vigilância eletrônica, mas para evitar abusos semelhantes, tinha que obter permissão do tribunal FISA antes de fazer isso. Eu nunca tinha visto uma ordem judicial FISA antes. Quase ninguém tinha. O tribunal é uma das instituições mais secretas do governo. Todas as suas decisões são designadas automaticamente top secret, e apenas um pequeno punhado de pessoas estão autorizadas a ter acesso às suas decisões secretíssimas.
A decisão que eu li no avião para Hong Kong foi incrível por diversas razões. Ordenava a empresa de comunicações Verizon Business para abrir para a NSA “todos os registros de detalhes de chamadas” para “comunicações (i) entre os Estados Unidos e no exterior; e (ii) exclusivamente no interior dos Estados Unidos, incluindo as chamadas telefônicas locais. “Isso significava que a NSA estava secreta e indiscriminadamente fazendo a coleta dos registros telefônicos de dezenas de milhões de norte-americanos, pelo menos. Praticamente ninguém tinha idéia de que a administração Obama estava fazendo tal coisa. Agora, com esta decisão, eu não apenas sabia sobre isso, mas tinha a ordem judicial secreta em mãos como prova.
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Só agora eu sinto que eu estava começando a processar a verdadeira magnitude do vazamento. Eu vinha escrevendo há anos sobre a ameaça representada pela vigilância doméstica sem restrições; meu primeiro livro, publicado em 2006, alertou para a ilegalidade e radicalismo da NSA. Mas eu tinha lutado contra a grande muralha de sigilo e blindagem da espionagem do governo: Como você pode documentar as ações de uma agência tão completamente envolta em várias camadas de segredo oficial? Neste momento, o muro tinha sido finalmente violado. Eu tinha a posse de documentos em mãos que o governo tentou desesperadamente esconder. Eu tinha provas do que iria indiscutivelmente provar tudo o que o governo tinha feito para destruir a privacidade dos norte americanos e de pessoas de outros países ao redor do mundo.
Em 16 horas de leitura quase ininterrupta, eu consegui passar por apenas uma pequena fração do arquivo. Mas à medida que o avião pousou em Hong Kong, eu sabia duas coisas com certeza. Em primeiro lugar, a fonte era altamente sofisticada e politicamente astuta, evidente em seu reconhecimento da importância do valor da maior parte dos documentos. Ele também foi altamente racional. A maneira como ele escolheu, analisou e descreveu os milhares de documentos que agora eu tinha em minha posse provou isso. Em segundo lugar, seria muito difícil negar sua condição de denunciante clássico. Se revelar a prova de que funcionários de nível superior em segurança nacional mentiram descaradamente ao Congresso sobre os programas de espionagem doméstica não faz um denunciante indiscutivelmente, então o que faz?
Pouco antes do pouso, eu li um arquivo final. Apesar de ter sido intitulado como “README_FIRST”(Leia-me primeiro), eu vi pela primeira vez apenas no final do voo. Esta mensagem foi uma explicação da fonte para por que ele havia decidido fazer o que ele fez e o que ele esperava que acontecesse como resultado – e incluiu um fato que os outros arquivos não fizeram: o nome da fonte.
“Eu entendo que vou sofrer punições por minhas ações, e que a abertura desta informação ao público marca o meu fim. Ficarei satisfeito se a federação de lei secreta, perdão desigual, e os poderes executivos irresistíveis que governam o mundo que eu amo sejam revelados por um instante. Se você procurar ajudar, fazer parte da comunidade de código aberto (da informação) e lutar para manter o espírito de imprensa livre vivo e o acesso à internet também. Estive em cantos mais escuros do governo, e o que eles MAIS temem é a LUZ. 
Nome: Edward Joseph Snowden, CPF: ***** CIA Code ​​”*****” Agência Número de Identificação: ***** Ex-conselheiro sênior | NSA-Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos, sob a cobertura da empresa ex-Oficial de Campo | United Unidos Agência Central de Inteligência, sob cobertura diplomática antigo professor | Agência de Inteligência de Defesa dos Estados Unidos, sob a cobertura da empresa”
Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

Yellowstone, supervulcão pode destruir os EUA.

Posted by  on May 29, 2014
Cientistas Alertam que um Supervulcão com uma cratera de 90 quilômetros de diâmetro localizado no parque federal de Yellowstone pode DESTRUIR os EUA.
Alguns dos mais inteligentes geofísicos do mundo não estão mais dormindo muito bem. Talvez os seus sonhos estejam sendo preenchidos com  pesadelos, se assim é, não seria surpreendente, pois o que eles achavam que sabiam sobre os supervulcões não era bem assim, como eles imaginaram. Mas agora eles sabem a verdade, a realidade dos terríveis supervulcões, de que eles estão entrando em atividade e podem destruir a América, e outras partes do planeta, a qualquer momento. Pode ser daqui a 100 anos … ou talvez já aconteça na semana que vem ...
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com
Terrence Aym, from beforeitsnews: 
Esqueça a queda de asteroides do tamanho de montanhas que bombardeariam a Terra … Pare de se preocupar com uma guerra nuclear … se livre de qualquer preocupação com uma nova Idade do Gelo chegando. O dia do Juízo Final poderia provavelmente estar muito mais perto do que você pensa e não importa onde você viva, você provavelmente não estará a salvo dos efeitos das erupções.
A “piscina” Morning Glory, do vulcão em Yellowstone. É uma das fontes de águas quentes no Upper Geyser Basin do Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos.
Essa é a terrível realidade que os cientistas em vulcanologia de todo o mundo têm à sua frente, enquanto eles lutam para rever o monitoramento de sistemas para melhor prever a fúria destrutiva iminente dos supervulcões quando eles explodirem.
O Inferno explodiu em 1883, quando a Ilha de Krakatoa voou pelos ares em uma violenta erpção vulcânica.
Para se ter uma ideia da magnitude da erupção de um Supervulcão devemos dar uma olhada no que aconteceu com o vulcão que explodiu na Ilha de Krakatoa  ou Cracatoa (em indonésio: Krakatau) no dia 27 de Agosto de 1883,  localizada no estreito de Sunda, entre as ilhas de Sumatra e Java, na Indonésia, que literalmente desapareceu quando o vulcão de mesmo nome, no monte Perboewatan - supostamente extinto – entrou em erupção violentamente.
É considerada a erupção vulcânica mais violenta que o homem moderno já testemunhouA sucessão de erupções e explosões durou 22 horas e o saldo foi de mais de 37 mil mortos.  
Sua explosão atirou pedras a aproximadamente 27 km de altitude e o som da grande última explosão foi ouvida a cinco mil quilômetros, na Ilha de Rodrigues, tendo os habitantes ficado surpresos com o estrondo, supondo significar uma batalha naval.
Os barógrafos de Bogotá (próximo à antípoda do local da explosão) e Washington enlouqueceram. O som da explosão chegou também até a Austrália, Filipinas e Índia. 
Acredita-se que o som da última grande explosão foi o mais intenso já ouvido na face da Terra e reverberou pelo planeta ao longo de nove dias. Todos os que se encontravam em um raio de 15 km do vulcão tiveram seus tímpanos rompidos e ficaram surdos.
À direita numa Litografia da época a erupção do Supervulcão, o KRAKATOA.
Os efeitos atmosféricos da catástrofe, como poeira e cinzas circundando o globo, causaram estranhas transformações na Terra, como súbita queda de temperatura e transformações no nascer e pôr do Sol por aproximadamente 18 meses e levando até anos para voltar ao normal em algumas regiões.
Todas as formas de vida animal e vegetal da ilha foram destruídas. Por causa das explosões, vários tsunamis ocorreram em diversos pontos do planeta. Perto das ilhas de Java e Sumatra, as ondas chegaram a mais de 40 metros de altura.
O terror de amanhã:
Durante muitos anos os vulcanólogos pensaram que o amanhã catastrófico ainda tinha um longo caminho pela frente. Mas dois artigos científicos publicados recentemente estão reavaliando o risco de vários vulcões ameaçadores dos EUA entrarem em erupção: um está no Death Valley, a cratera Ubehebe, com cerca de meia milha de largura (800 metros) e mais de 700 metros de profundidade. Acredita-se que a sua última erupção tivesse acontecido há milhares de anos atrás, mas agora é conhecido que explodiu durante o século 14.
Um outro vulcão, o famoso Crater Lake Caldera no Oregon, pode recarregar-se em poucas décadas e, em seguida, explodir com  força destrutiva super-massiva. Até recentemente, os cientistas acreditavam que também eram necessários milhares de anos para os vulcões se tornarem perigosamente ativos novamente. Parece que eles estavam errados. O cientista designado como encarregado de manter um olhar atento sobre os vulcões localizados na Califórnia para o Serviço Geológico dos EUA (USGS) é Margaret Mangan. Recentemente ela disse ao jornal UDA TODAY que “A compreensão (científica) do momento das erupções e do calendário de desenvolvimento das erupções está mudando.”
E a mudança esta acontecendo a uma taxa alarmante. As mudanças no conhecimento sobre vulcões, que chegaram rapidamente nos últimos anos têm agora feito alguns cientistas morderem suas próprias unhas sobre o Dia do Juízo Final, em que uma erupção do Supervulcão no Parque Federal de Yellowstone parece em curso. Esse vulcão tem dado todos os sinais de tornar-se ativo: as partes do solo estão aquecidos a pouco menos de 1.000⁰ F enquanto a terra está cheia de um domo de lava em sua caldeira abaixo do solo, vários pequenos terremotos tem acontecido na região e um lago no local a sua água ferveu completamente. 
A caldera principal do supervulcão teria 90 quilômetros de largura e algo entre 2 e 15 quilômetros de altura, com 200 a 600 quilômetros cúbicos de rocha fundida em estado liquefeito! O Parque de Yellowstone registra atividade sísmica moderada mas regular e constante, com centenas de abalos a cada ano. O mais violento, com magnitude 7,5 na escala Richter, aconteceu em 1959. O calor gerado pelo magma, situado a baixa profundidade, alimenta os processos geotérmicos característicos do parque, que conta com mais de 200 gêiseres e numerosas fontes e lagos hidrotérmicos.
Apenas dois anos atrás muitos geofísicos asseguraram a todos, incluindo o governo federal dos EUA, que realmente não havia nada para se preocupar. Realmente. Agora, esses mesmos cientistas se fecharam, calaram suas vozes. Se afinal eles falarem para repórteres curiosos eles apenas respondem em frases monossilábicas cortadas e depois correm para longe dos repórteres. COM O QUE ELES estão preocupados? Com a aproximação do Juízo Final, da erupção de alguns Supervulcões?
Os nomes de muitos vulcões para provocar um Juízo Final:
O Dia do Juízo Final, provocado pela erupção de Supervulcões vem com muitos nomes, 22 para ser mais exato. O maior entre as sete megacalderas (o nome técnico para supervulcões) são os seguintes, pela ordem: YellowstoneLong Valley, e Valley Grande no Estados Unidos ; Lago Toba em Sumatra, no Norte da Ilha da Indonésia , o vulcão Taupo localizado na Ilha Norte da Nova Zelândia; o Caldera Aira dentro da área da Prefeitura de Kagoshima, na Ilha de Kyushu, no Japão e os Siberian Trap, na Rússia. 
A localização dos maiores sete supervulcões do planeta – caldeirões de violenta e final destruição.
Um supervulcão relativamente menor, o Cumbre Vieja, em La Palma, nas Ilhas Canárias situado a noroeste da costa oeste da África pode acabar com grande parte do sul da Inglaterra e na maioria das terras da costa leste dos EUA. De acordo com um artigo de Steve Connor, o editor de ciência do jornal The Independent do Reino Unido :
“Uma onda maior do que a Coluna de Nelson e viajando mais rápido que um avião a jato (900 km/hora) vai devastar a costa leste da América e inundar grande parte do sul Grã-Bretanha”. (N.T. – E também todas as ilhas do Caribe, Cuba, Rep. Dominicana, norte e nordeste do Brasil e a costa oeste da África), dizem os cientistas que analisaram em computador os efeitos de uma erupção vulcânica no futuro, no vulcão Cumbre Vieja, das ilhas Canárias.
‘Zona de impacto da explosão do Vulcão Cumbre Vieja, localizado nas Ilhas Canárias”
A laje maciça de rocha com duas vezes o volume da Ilha de Man iria romper com a ilha de La Palma e cair no Oceano Atlântico para causar um enorme tsunami, um monstro de onda maior do que qualquer um já registrado, alertam os cientistas …
A maior parte da energia da onda, o equivalente à produção combinada de estações de energia dos Estados Unidos por seis meses, iria viajar para o oeste de encontro à costa americana, América Central e Caribe, mas com energia suficiente também para se dirigir  para o norte, para o Canal Inglês e causar danos catastróficos na área costeira da Inglaterra, França, Espanha, Portugal e países da costa oeste da África: Marrocos, Mauritânia, Cabo Verde, Senegal, etc.. 
Esquema do caminho de propagação tomado pelas ondas de um enorme Tsunami gerado pela explosão do vulcão Cumbre Vieja, na Ilha de La Palma, nas Ilhas Canárias.
“Um modelo de computador foi concebido para mostrar a forma como o tsunami poderia se propagar após a erupção do vulcão, chamado Cumbre Vieja, localizado na Ilha de Palma, no arquipélago das Ilhas Canárias … Ele descreve a escala quase inimaginável de um evento que os cientistas dizem que pode acontecer a qualquer momento no futuro previsível.”
Fogo e gelo:
Quando o supervulcão de Yellowstone entrar em erupção, até 100 milhões de americanos poderão perecer. Milhões seriam imediatamente incinerados pela explosão. Outros milhões mais morreriam rapidamente por causa das milhares (ou milhões) de toneladas de cinzas superaquecidas - cobrindo tudo com cerca de até 7 metros de altura - que vai cobrir a Zona da Morte do Noroeste do Pacífico ao norte do Texas e tão a leste quanto o oeste do estado de Iowa.
Muitos mais iriam sucumbir mais tarde devido à fome prolongada e as pragas. Para todos os efeitos, aquilo que uma vez foi conhecido como os Estados Unidos da América do Norte estaria definitivamente enterrado em cinzas, escória e lama superaquecidas. Uma grande parte do sudoeste do Canadá também seriam seriamente afetados. 
Zona da Morte delineada por ventos supersônicos e pelo calor gerados na explosão do YELLOWSTONE, com raio de 600 milhas (960km).
Uma pesquisa conduzida em 2009 por cientistas reunindo os últimos dados de ondas sísmicas de terremotos na região para criar uma imagem 3D do núcleo subterrâneo da caldeira. A caldeira atual é muito antiga, agora quase uma impressão superficial no solo, e é tão grande que se estende por três estados: Idaho, Montana e o Wyoming.
Todos os especialistas concordam que, se outra grande erupção ocorrer no Supervulcão em Yellowstone, o choque, os terremotos, a lava, a quantidade de gases superaquecidos, extremamente tóxicos e a posterior queda de cinzas, efetivamente destruiriam quase mais da metade do território dos EUA e seria a única grande catástrofe na história do mundo que seria gravada. 
“Zona da Morte no caso de uma erupção total do supervulcão Yellowstone (Ponto Vermelho) projetada cobriria dois terços dos EUA (a mesma área seria afetada no Canadá, ao norte).
Santorini ou Santorino (em grego: Σαντορίνη) é um arquipélago vulcânico circular localizado no extremo sul do grupo de ilhas gregas das Cíclades, no mar Egeu, a cerca de 200 km a sueste da cidade de Atenas, nas coordenadas aproximadas de 36° 40′ N e 25° 40′ E. Com uma área total de aproximadamente 73 km², em 2001 tinha uma população de 13.600 habitantes. A ilha deve o seu nome a Santa Irene, nome pelo qual os navegantes venezianos a denominavam. Era anteriormente conhecida por Kallístēem grego Καλλίστη, “a mais bela“, Strongýlē (Στρογγύλη, “a circular“, ou Thera  (Θήρα), nome que ainda hoje ostenta em grego.
Para além da ilha principal, Santorini tem nas suas proximidades diversas ilhotas, formando um grupo quase circular de ilhas, último vestígio da grande erupção que despedaçou completamente a ilha. O grupo de ilhas é também conhecido por Tira (em grego,Θήρα). Santorini é o vulcão mais ativo do denominado Arco Egeu, no Mar Mediterrâneo, sendo constituída por uma Caldeira submersa giganterodeada pelos restos da ilha marcada agora pelos seus flancos.
A forma atual da ilha deve-se, em grande parte, à erupção que há aproximadamente 3.500 anos (cerca de 1.680 a.C) atrás destroçou o seu território. Aquela erupção, de grande poder destrutivo, criou a atual caldeira e produziu depósitos piroclásticos com algumas centenas de metros de espessura que recobriram tudo o que restou da ilha e ainda atingiram grandes áreas do Mar Egeu, o Mediterrâneo e dos territórios vizinhos. O impacto daquela erupção fez-se sentir em toda a Terra, mas com particular intensidade na bacia do Mediterrâneo. A erupção parece estar ligada ao colapso da Civilização Minóica na ilha de Creta, distante de Santorini 110 km ao sul. Acredita-se que tal cataclismo tenha inspirado as posteriores lendas acerca de Atlântida 
Antes da explosão a Ilha de Santorini era compacta e única. Mais da metade de sua superfície foi jogada pelos ares na terrível hecatombe quando o vulcão explodiu em torno de 1.680 a.C.
{n.t.- Esse enorme cataclismo que assolou o Mediterrâneo Oriental foi o motivo do período dos sete anos de vacas magras que o Faraó do Egito viu em sonho interpretado por José, um dos doze filhos de Jacó, que fora vendido pelos seus outros onze irmãos e que atingiu o cargo de Vizir do Faraó, como um primeiro ministro do Egito, antes que a explosão acontecesse. As mudanças do clima na região do Mar Mediterrâneo nos sete anos após a explosão do Vulcão de Santorini-Tera alterou as condições climáticas para a vida e a produção de alimentos na Terra Santa e em todo o Oriente Médio, provocando a mudança de todas as famílias do povo Hebreu (eram setenta pessoas no total cfe. Gênesis 46, vers. 27) de então para o Egito onde havia alimento em abundância (GÊNESIS 41 a 47) O registro é feito para se ter uma ideia do poder destrutivo de grandes erupções vulcânicas e a sua importância e INTERFERÊNCIA na evolução da história humana.) Quatrocentos e cincoenta anos depois, em torno de 1.230 a.C.,  esse núcleo original de 70 pessoas (almas) e mais os seus descendentes, agora cerca de centenas de milhares de pessoas (Cfe. EXODUS 12: 37), iniciam o movimento contrário, o de retorno à Palestina, a fuga do Egito, história bíblica relatada no livro do EXODUS e chefiada por Moisés.} 
A apocalíptica destruição dos supervulcões seria seguida rapidamente por uma Idade do Gelo. Se for uma Era Glacial principal, o gelo permaneceria por até 100.000 anos. A última grande erupção que ocorreu em Yellowstone foi à cerca de 70.000 anos atrás. Alguns especialistas em vulcanologia estão alertando que uma catástrofe provocada pela erupção de um supervulcão já está muito atrasada.
Quando perguntado quando imagina que o Supervulcão de Yellowstone poderia entrar em erupção, um vulcanólogo preocupado suspirou e respondeu: 
A QUALQUER MOMENTO. Olha, eu sou apenas um cientista. Só Deus pode responder a essa pergunta com EXATIDÃO … mas isso vai acontecer um dia.”
Publicado originalmente em Abril 2013.
Saiba mais em:
  1. http://thoth3126.com.br/vulcao-cumbre-vieja-mega-tsunami-pode-atingir-o-brasil/
  2. http://thoth3126.com.br/o-futuro-dos-eua-por-ned-dougherty/
  3. http://thoth3126.com.br/mudanca-nos-polos-magneticos-a-ciencia-se-dobra-as-profecias/
  4. http://thoth3126.com.br/supervulcao-de-yellowstone-e-25-vezes-maior-do-que-se-pensava/
  5. http://thoth3126.com.br/uma-visao-pessoal/
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