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terça-feira, 20 de maio de 2014

Depois de meses de protestos do povo contra o governo, exercito toma o poder na Tailândia

Publicado por Revolta Brasil em 20 maio
Depois de meses de protestos do povo contra o governo, exercito toma o poder na Tailândia
Depois de meses de protestos contra o governo e embates violentos entre forças do governo e manifestantes, o exército tomou hoje o poder no país e decretou lei marcial (lei marcial é um sistema de leis que são implantadas quando o regime militar toma o poder, em geral retira da população todos os direitos fundamentais, como o de ir e vir e o de protestos)
Palavras de um general à reportagem da Reuters- “Nós decretamos um estado de emergência, não é um golpe. Devido a situação não estável, eles matam uns aos outros”, argumentando que a intervenção militar foi necessária para restabelecer a ordem e segurança social.
Pela manhã de hoje cerca de 10 canais de televisão deixaram de transmitir devido uma ordem do comandante do exército, que em transmissão em rede nacional de rádio e TV informou a censura de todos os meios televisivos e de radiodifusão argumentando interesse de “segurança nacional” – Nas palavras do comandante general Prayut Chan-O-Cha – “Está proibido a todos os meios de comunicação distribuir qualquer informação ou imagem que possa afetar a segurança nacional”
A decretação de Lei Marcial aconteceu durante a madrugada, no entanto o exército deixou claro que não se trata de um golpe de estado, é uma ação para restaurar a paz e ordem pública, também foi dito para que as pessoas não entrassem em pânico e para que sigam  sua vida normalmente.

Com informações de Folha de S. Paulo
http://www.revoltabrasil.com.br/mundo/3684-depois-de-meses-de-protestos-do-povo-contra-o-governo-exercito-toma-o-poder-na-tailandia.html

Ex-correspondente da "Economist" diz que o Brasil "é um foguete amarrado ao chão"

Jornalista diz que Brasil prejudica próprio crescimento

Jornalista diz que Brasil prejudica próprio crescimento
Com pós-doutorado em Matemática, a jornalista irlandesa Helen Joyce fez um curso de imersão na realidade brasileira durante os três anos e meio em que viveu no país, chefiando o escritório de uma das publicações mais influentes do planeta, a revista inglesa The Economist. Baseada em São Paulo, cruzou o país várias vezes e decifrou mais que números. Passou da condição de quem sabia apenas três coisas primárias sobre o Brasil – “ficava na América do Sul, tinha praias e as pessoas falavam português” – para se tornar uma analista respeitada, e por vezes incômoda para o governo, da economia nacional. Virou também uma observadora atenta da realidade social brasileira.

Em setembro do ano passado, a jornalista escreveu uma reportagem de 14 páginas sobre a situação da economia brasileira que irritou a presidenta Dilma Rousseff. A capa da edição da revista Economist trazia a imagem do Cristo Redentor como se fosse um foguete em queda. E deixava no ar uma pergunta sugestiva: será que o Brasil estragou tudo?

O texto concluía que o eleitor brasileiro não tinha muitos motivos para dar a Dilma um novo mandato e apontava os equívocos que, segundo a revista, a petista tinha cometido nos seus primeiros três anos de mandato na condução da economia, como excesso de intervenção no mercado, falta de reformas estruturantes e inchaço da máquina pública. “Eles estão desinformados. O dólar estabilizou, a inflação está sob controle e somos o único grande país com pleno emprego”, rebateu uma contrariada Dilma, pelo Twitter.

“Mas em que ponto estamos desinformados? Ela não apontou”, contesta Helen, alegando que jamais se colocou em dúvida um dado sequer publicado pela revista.

Exageros


A capa de 2013 fazia alusão a outra dedicada pela Economist ao país, em 2009, que mostrava o mesmo Cristo Redentor como um foguete, sob o título “O Brasil decola”, embalado pelo crescimento que alcançaria expressivos 7,5% no ano seguinte. Helen, que não participou da primeira reportagem nem da discussão das duas capas, diz que os brasileiros exageraram na interpretação que fizeram das duas edições.

“Mostramos que estava decolando, não que estava chegando. Os brasileiros exageraram no entendimento do que escrevemos. Ao longo dos anos, escrevemos várias coisas positivas e negativas, equilibradas, sobre o Brasil. Mas os brasileiros só ouviram, em 2010, as coisas positivas. E agora, em 2013, só as negativas”, afirma Helen Joyce.

Para ela, a imagem mais fiel ao país é a de um foguete, tentando decolar, mas preso ao chão por uma série de amarras, como os pesados sistemas tributário e previdenciário, a intrincada legislação trabalhista, os baixos níveis de educação e, sobretudo, a “absurda” burocracia. “Há muitas jabuticabas no Brasil, coisas que só o Brasil faz. Se pararem de fazer essas coisas, vocês decolam. É uma frustração ver o Brasil com tanto potencial complicar tudo”, lamenta.

Brasis

No final de dezembro, a jornalista, de 45 anos, voltou a Londres para editar uma seção de assuntos internacionais da revista. Levou uma bagagem repleta de impressões inquietantes sobre os “muitos Brasis” que conheceu. Um país que encantou a irlandesa pelo potencial de seus recursos naturais e pela receptividade com que abraça o estrangeiro. Mas que também a desapontou pelas oportunidades de crescimento desperdiçadas, pelo excesso de burocracia, pela incapacidade de enfrentar questões como o gigantismo dos gastos previdenciários, pela passividade de seu povo e pela forma preconceituosa com que os brasileiros tratam os próprios brasileiros.

“O melhor lugar do mundo para qualquer correspondente internacional trabalhar”, na avaliação da jornalista, é também um país cujos cidadãos têm pouco conhecimento de sua própria realidade. “Tem pessoas que acham que são pobres com salário de R$ 10 mil. É uma coisa absurda”, espanta-se.

“Os brasileiros não têm preconceito com estrangeiros, mas com outros brasileiros, que eles chamam de preguiçosos. Você ouve muito essa palavra em São Paulo, por exemplo, em relação às pessoas de regiões mais pobres que eles nunca visitaram. Eles não têm conhecimento do que estão falando”, observa Helen, que foi substituída no Brasil pelo seu colega Jan Piotrowski na incumbência de acompanhar os rumos da nação.

Tropeçar com a desigualdade social nas ruas foi o que mais chocou Helen ao desembarcar no Brasil em julho de 2010, acompanhada do marido inglês e dos dois filhos do casal, hoje com sete e 12 anos. Com o tempo, a irlandesa diz que se acostumou a conviver com os contrastes sociais no país. Mas não a ponto de perder a capacidade de se indignar, principalmente com a passividade do brasileiro em geral.

“Os brasileiros não querem dizer não. Não querem o confronto, o conflito. Mas quando uma coisa está ruim, você tem de dizer que está ruim”, diz a jornalista, ao comentar a onda de manifestações de 2013. “O país seria melhor se os brasileiros começassem a reclamar em voz alta de tudo. É uma mudança”, acredita.

Edson Sardinha
Congresso em Foco
Editado por Folha Política
Fontes:Semeando , Portal Imprensa , Folha Política 

http://www.nosdiasdenoe.com/2014/05/ex-correspondente-da-economist-diz-que.html

A ameaça energética russa aos EUA .Estrategista alerta de nova ameaça russa: "Ela virá como o maior Blackout na história americana"

Em meio a tensões entre os Estados Unidos e a Rússia nos últimos meses muitos analistas internacionais têm alertado para as consequências que podem incluir tudo, desde detonações termonucleares a guerra assimétrica , como ataques cibernéticos ao frágil sistema financeiro , armas de destruição em massa , ou destruição da rede elétrica nacional.

O governo Obama já começou a implementar sanções contra políticos russos e interesses comerciais , mas em vez de conduzir a um compromisso das manobras geopolíticas controversas podem estar alimentando ainda mais o fogo . De acordo com Marin Katusa , estrategista-chefe de recursos no Casey Research , o controle da Rússia de valiosos recursos internos coloca-los em uma posição estratégica única contra os Estados Unidos e dá-lhes uma alavanca importante que eles deverão optar por implementar sanções próprias. O país é rico em petróleo e gás, uma vantagem que eles têm usado uma e outra vez nas negociações com a Europa , simplesmente ameaçando fechar a gasodutos se suas exigências não forem atendidas. Mas algo que a maioria das pessoas não percebem é que os russos também dominam o setor de metais de terras raras , ou seja, a mineração de urânio.

Se a Rússia vem a restringir a exportação de urânio que , explica Katusa , a vida como a conhecemos nos Estados Unidos pode vir a ter uma parada abrupta .

Se isso acontecer as luzes da América vão se apagar . Será o maior apagão da história americana ...

A ironia é que John Kerry vai lá fora, com Obama e falam sobre todas essas sanções que eles vão colocar aos russos. Se os russos quiserem eles poderão puxar o tapete de debaixo da matriz energética americana em 20% , um em cada cinco lares nos Estados Unidos , estará implantado um blackout.

Você tem que se lembrar dos fatos ... Você pode falar sobre a esperança e os sonhos todos que quiser, mas a realidade é que um em cada cinco lares nos Estados Unidos é alimentado por combustível russo.

No seguinte deve ouça entrevista com Future Money Trends , Marin Katusa investiga os fatos por trás da dependência da América não apenas do petróleo estrangeiro , mas de urânio e outros recursos, e explica as repercussões devendo a Rússia escolher literalmente " puxar a ficha " dos Estados Unidos .



(Veja este vídeo em Future Money Trends)
Em 2013, a América consumiu apenas mais de 45 milhões libras [ de urânio ] e os EUA no ano passado eles produziram um pouco menos de £ 4.400.000 . Então , dependendo do número que você deseja usar e quais as recuperações reais são , em algum lugar com confiança inferior a 10% , mas mais provavelmente algo em torno de 6% a 7 % [ do urânio americanos usam é extraído nos Estados Unidos ] .

As importações dos Estados Unidos são mais de 90% do que consomem e que é uma questão estratégica , quando você pensa sobre o fato de que 20% da energia de base é baseada em energia nuclear e que dependem de 90% das importações ... Os americanos devem estar em choque com que . Por isso, metade vem da antiga URSS , que eu chamo de influência soviética .

Ironicamente, o que as pessoas se esquecem é que os russos produzem mais urânio em solo americano do que todas as empresas norte-americanas combinadas , de modo que é alarmante.

Durante anos, a administração Obama, assim como seus antecessores, se renderam a independência energética dos Estados Unidos para os interesses estrangeiros . Os americanos já estão familiarizados com os efeitos econômicos de embargos de petróleo, como o que levou pela crise de 1973, que quadruplicou os preços do petróleo . Mais recentemente, como as tensões no Oriente Médio aumentou em 2008, o preço do gás subiu quase 40% em um único ano e ameaçou reservas de petróleo estratégicas nacionais dos Estados Unidos.

Desde o fim da guerra fria temos experimentado uma relação comercial relativamente estável com a Rússia , até poucos meses atrás, quando a Ucrânia explodiu em revolução. Agora os americanos enfrentam uma nova ameaça de energia que pode vir , caso a Rússia optar por exercer essa opção, levar a apagões nos Estados Unidos e fazer com que os preços da eletricidade subam como um foguete ao céu quase da noite ao dia.

É uma ameaça que não parece estar no radar de ninguém , mas que poderia ter um impacto imediato no modo de vida dos norte-americanos se Vladimir Putin decide que já teve o bastante do carisma político.

UND 2
http://noticia-final.blogspot.com.br/2014/05/a-ameaca-energetica-russa-aos-eua.html

O que o FBI vai fazer com as reservas em ouro que foram roubadas da Ucrânia?

Uma lição para o povo do Brasil, a muito tempo vítima da corrupção dos governos. Haverá um tempo em que as atividades pouco discutidas e mal explicadas como a entrega de dados aos EUA (das riquíssimas reservas geológicas brasileiras descobertas), passando pela compra da refinaria de Pasadina nos EUA a um custo altíssimo, subsidiado pelo povo brasileiro, até a falência da outrora gigante Petrobrás, não serão mais lembradas. Mas uma pergunta ecoará por muitos longos anos: como foi que os brasileiros deixaram-se ser roubados acreditando no tão manjado conto de fadas norte-americano.

O que fará o FBI com os ativos roubados à Ucrânia?

Recentemente o porta-voz do Departamento de Estado dos EUA anunciou que os EUA enviaram uma equipe de peritos do FBI, do Departamento de Justiça e do Departamento do Tesouro para ajudar Kiev a recuperar ativos roubados localizados no exterior. Em Abril os EUA e a Grã-Bretanha abrigaram uma reunião multilateral sobre esta questão, com a participação de responsáveis ucranianos e da representação do International Centre for Asset Recovery (ICAR), com sede na Basiléia. A Ucrânia está à beira de um incumprimento maciço, de explosões sociais e mesmo de fome. A Ucrânia precisa de dinheiro para impedir que a economia nacional entre em colapso. Naturalmente, Washington importa-se pouco com a saúde da economia ucraniana; está preocupada é com a capacidade da Ucrânia para pagar as suas dívidas a credores ocidentais. Atualmente a dívida externa da Ucrânia é estimada em US$145 bilhões. Ninguém no Ocidente tem vontade de conceder novos empréstimos à Ucrânia.

Os montantes mencionados nos meios de comunicação, que mencionam bilhões de dólares e euros, são apenas “intervenções verbais” de políticos ucranianos e responsáveis ocidentais. Há sinais claros de que o setor bancário da Ucrânia em breve entrará em colapso. O Banco Nacional da Ucrânia (BNU) está discutindo a opção de resgatar bancos comerciais do modo como fizeram em Chipre, isto é, através do confisco de contas de depositantes ou da transformação forçada dos depositantes em “investidores” dos bancos (“acionistas”). O regime de Kiev planeja mobilizar vários bilhões de dólares deste modo. Este roubo descarado poderia salvar vários bancos, mas não pode salvar o país de um incumprimento maciço. Isso exigiria dezenas de bilhões de dólares. Quando se examinam as coisas de perto verifica-se que a Ucrânia dispõe de apenas duas fontes possíveis para pagar dívidas a credores estrangeiros. A primeira é privatizar propriedades do Estado, incluindo os recursos naturais do país. A segunda são os ativos da Ucrânia no estrangeiro. Portanto, o FBI e os Departamentos da Justiça e do Tesouro dos EUA decidiram ajudar Kiev a utilizar a segunda fonte.

Os ativos da Ucrânia no estrangeiro são constituídos por vários componentes. O principal são as reservas internacionais do BNU. Estas têm-se fundido continuamente desde meados de 2011 (naquele momento haviam atingido uma altura recorde de US$38 bilhões). Hoje estão a um nível inferior a US$15 bilhões. Esta reserva é insuficiente para reembolsar as dívidas declaradas ou o serviço delas mesmo até o fim deste ano. Também há ativos privados no exterior. 

É bem sabido que os investimentos privados diretos da Ucrânia no exterior não chegam nem mesmo ao montante de US$10 bilhões. Mesmo assim, isso é apenas em investimentos diretos. Há também investimentos em carteira, empréstimos, créditos, fundos em contas bancárias e divisas estrangeiras em cash. No todo, no fim do ano passado todos os tipos de ativos estrangeiros chegavam a mais de US$140 bilhões. Este montante é quase igual à dimensão da dívida externa agregada da Ucrânia. E cerca de 70% dos ativos eram na forma de cash e fundos em contas bancárias estrangeiras – uma forma de ativos muito líquida. Contudo, os ativos privados oficiais da Ucrânia no exterior são apenas o topo do iceberg. A parte principal dos ativos da Ucrânia no exterior foi formada devido à exportação ilegal de capitais por altos responsáveis e oligarcas. Ela não é contabilizada de todo nas estatísticas do BNU da balança de pagamentos.

No ano passado os meios de comunicação ucranianos publicaram uma classificação dos 100 cidadãos mais ricos da Ucrânia (Top-100). Os ativos deste “top 100″ em 2012 equivaliam a US$130 mil milhões (89% do PIB da Ucrânia). E os ativos no estrangeiro da maior parte dos oligarcas são maiores do que os seus ativos internos. Contudo, este dado praticamente não contabiliza os fundos nas contas bancárias dos oligarcas. Isto permanece completamente nas sombras. Em anos recentes os ativos não documentados de oligarcas e responsáveis ucranianos em várias zonas offshore vieram à luz. Yatsenyuk, na sua paixão por expor o “regime criminoso de Yanukovich”, declarou que durante os anos da presidência deste último, 70 bilhões de dólares foram levados para fora do país e colocados em zonas offshore, os paraísos fiscais dos ricos. Contudo, ele manteve silêncio acerca de quanto foi levado [para fora do país] por Yushchenko e Timoshenko. 

Segundo estimativas da Tax Justice Network, um centro americano de análise, desde que a Ucrânia se tornou independente um total de US$167 bilhões foi removido do país para zonas offshore (paraísos). Este montante é um pouco menos do que o produto interno bruto de 2012 e excede significativamente a dimensão da dívida externa agregada do país. É sobre estes ativos estrangeiros que o regime de Kiev, juntamente com seus patrões em Washington, está contando como recurso potencial para resolver problemas financeiros e econômicos da Ucrânia.

A experiência internacional na devolução de ativos no estrangeiro à sua pátria de origem existe. Na prática mundial tem havido tentativas de recuperar o dinheiro de Saddam Hussein, Muammar Gaddhafi, Hosni Mubarak, Francois Duvalier, Robert Mugabe e outros. Tais operações quase sempre utilizaram o slogan de “devolver as riquezas roubadas ao povo”. Há um certo protocolo para tais operações: 

1. Aprovar as leis necessárias no país vítima para conduzir a operação e recuperar ativos, bem como assinar acordos com outros países. 

2. Procurar e encontrar ativos no estrangeiro. 

3. Congelar os ativos. 

4. Provar a origem ilegal dos ativos. 

5. Apresentar um programa para a utilização pelo país vítima dos ativos recuperados. 

6. Transferência dos ativos para o país vítima e implementação do programa. 

Este é aproximadamente o procedimento descrito em instruções desenvolvidas pelo International Centre for Asset Recovery (ICAR), pelo Banco Mundial e por outras organizações. De fato, habitualmente não se chega até à última etapa. Em parte isto acontece porque o Ocidente, onde os ativos estão localizados, tem interesse em mantê-los congelados por tanto tempo quanto possível, especialmente no caso de contas bancárias. Este lado da questão raramente chega a ser mencionado. Mas afinal de contas, fundos congelados, os quais muitas vezes montam a milhares de milhões de dólares, são uma prenda real para o banco onde os fundos estão localizados.

Qualquer banco só podia sonhar com clientes que não utilizassem as contas que haviam aberto. Mesmo que especialistas apresentem as provas necessárias da origem ilegal de ativos estrangeiros, o governo do país onde tais ativos estão escondidos não se apressará a libertá-los imediatamente e devolvê-los ao “povo” do país roubado. A argumentação do país que “abriga” os ativos ilegais segue algo como isto: se devolvermos estes ativos (dinheiro), eles apenas serão roubados outra vez. Só podemos transferi-los para o país vítima se houver fundamento para as despesas propostas e mecanismos para monitorar a utilização do dinheiro para a finalidade pretendida. Os EUA utilizam fraseologia como esta a fim de ali manter ativos roubados.

Ao avaliar a probabilidade de a Ucrânia recuperar mesmo uma pequena parte das dezenas de milhares de milhões de dólares que dela foram tomados e exportados para o exterior, é útil recordar a história do antigo primeiro-ministro ucraniano Pavel Lazarenko. Ele está a cumprir uma sentença de prisão nos EUA por lavagem de dinheiro. O tribunal federal estado-unidense considerou ilícito o dinheiro encontrado em contas bancárias abertas em nome de Lazarenko em vários países. O montante foi estimado em mil milhões de dólares, mas ainda não foi provado em relação a todas as contas que o dinheiro está associado ao antigo primeiro-ministro ou que é de origem criminosa. Presentemente isso foi indiscutivelmente provado para fundos que montam a US$250 milhões. Decorreram 15 anos desde a prisão de Lazarenko nos EUA, mas a Ucrânia ainda não recebeu nem um único dólar dos fundos congelados do primeiro-ministro. E nunca receberá… 

A experiência de cooperação com Washington do Cazaquistão parece um pouco mais optimista. Astana [1] foi capaz de arrancar US$84 milhões para fora dos EUA, embora peritos estimassem em muitos milhares de milhões de dólares os ativos ilegais de origem cazaque nos EUA. Como se diz, a montanha pariu um rato. 

A experiência da Líbia é igualmente interessante. Após a derrubada de Kadafi foi lançada uma vasta campanha para procurar em bancos de vários países ativos pertencentes tanto a ele pessoalmente como aos seus parentes e associados próximos. Os meios de comunicação informaram de várias descobertas, as quais em conjunto montam não a milhares de milhões, mas a dezenas de milhares de milhões de dólares. Contudo, ainda não voltou nem um único centavo para a Líbia. 

O precedente líbio é interessante pois, desde o princípio da agressão contra a Líbia, Washington declarou em alta voz que “os ativos dos ditador devem ser devolvidos ao povo”. Quando os ativos foram encontrados, foi declarado que o povo líbio devia a Washington grandes quantias de dinheiro gastas pelos americanos para estabelecer a democracia no país. Isto refere-se às despesas dos EUA para efetuar operações militares durante as quais foram mortos milhares de civis líbios. Alguns peritos estão convencidos de que o dinheiro de Kadafi e outros cidadãos líbios será simplesmente transferido para contas do orçamento federal dos EUA. 

É altamente provável que os ativos ucranianos aguardem o mesmo destine quando os americanos os encontrarem [2]. E mais uma coisa: A recente prisão do oligarca ucraniano Dmitro Firtash é uma mancha negra para toda a aristocracia offshore da Ucrânia. As suas contas no estrangeiro foram apresadas com o fundamento de que o dinheiro das mesmas é de origem criminosa e para que no futuro este possa ser utilizado para o reembolso das dívidas de Firtash aos bancos ocidentais. Se sobrar algum, será utilizado para reembolsar dívidas externas da Ucrânia ao FMI e outros credores “prioritários”. O povo da Ucrânia nada obterá.

Dinâmica Global
http://noticia-final.blogspot.com.br/2014/05/o-que-o-fbi-vai-fazer-com-as-reservas.html

Rússia reforça suas defesas ao considerar as ameaças do Ocidente.

Escudo de mísseis e radares russos.
A Rússia está reforçando seus sistemas de defesa. Em 2014, as tropas da Defesa Aeroespacial (DAE), encarregadas da defesa aérea de Moscou e da região industrial central do país (o centro da parte europeia da Rússia, na bacia do Volga superior e do Oka médio), receberam cinco novos sistemas de detecção e telemetria por rádio (radares). 

Conforme informou o Ministério da Defesa da Rússia, num futuro próximo entrarão ao serviço mais dez complexos de defesa aérea de nova geração.

Os novos radares são capazes de reconhecer e seguir até 100 objetos aéreos e espaciais, incluindo aviões, helicópteros, aviões não-pilotados e mísseis a uma distância de até 400 km e a uma altitude de até 100 km. As informações obtidas pelos novos radares podem ser transmitidas diretamente para os batalhões de mísseis antiaéreos. Tudo isso junto cria poderosos complexos capazes de neutralizar diferentes ameaças militares aéreas.

O desenvolvimento avançado de forças e meios de defesa aeroespacial da Rússia é especialmente relevante hoje, quando o confronto entre a Rússia e o Ocidente se está intensificando, quando a ameaça de uma renovada Guerra Fria está crescendo, bem como os conflitos no mundo, inclusive na região da Europa de Leste e Central. Assim pensa o especialista militar russo, editor-chefe da revista Defesa Nacional, Igor Korotchenko:

“A criação de um sistema de defesa aeroespacial é uma das prioridades na Rússia. Com a ajuda dele poderão ser neutralizadas tanto ameaças correntes como futuras que podem se tornar relevantes para o nosso país. Além disso, há que ter em conta o processo de criação de meios promissores de ataque como, por exemplo, armas hipersônicas, o que é observado em vários países tecnologicamente avançados. Tudo isso condiciona a aceleração da implementação na Rússia de um sistema de defesa aeroespacial.”
Cobertura dos radares russos.
O conceito de defesa aeroespacial foi adotado na Rússia em 2012. A razão principal foram as ações dos países da OTAN que atacaram primeiro a Iugoslávia e depois o Iraque e a Líbia. Além disso, os meios tradicionais de defesa aérea que estavam em serviço nesses países não conseguiram resistir ao ataque das forças da Aliança do Atlântico Norte.

Tendo analisado a situação, os dirigentes políticos e militares da Rússia decidiram desenvolver aceleradamente o potencial de neutralização de modernas ameaças aéreas, continua o perito militar Igor Korotchenko:

“As tropas de defesa aeroespacial da Rússia já estão formadas. No que diz respeito à criação de um sistema completo, então é óbvio que serão necessários anos para a aquisição de todos os meios técnicos e, sobretudo, para construir grupos de DAE de forma que eles consigam neutralizar ameaças nas direções mais relevantes. Em particular, está planejado que os elementos do sistema serão móveis: se necessário, eles poderão ser transferidos de uma direção ameaçada para outra. Porque, em geral, a Rússia não pretende envolver-se numa corrida armamentista com o Ocidente. O nosso sistema de DAE será otimizado para as atuais necessidades do Estado e das forças armadas.”

Em geral, a Federação da Rússia está hoje enfrentando um objetivo ambicioso – reequipar o Exército e a Marinha até 2020 em 70 por cento. Atualmente, as tropas de defesa aeroespacial estão equipadas com armas modernas em 60%, as forças nucleares estratégicas e a Marinha em 50%, e a Força Aérea em 45%. Este valor está no nível mais baixo no Exército, com apenas 20%.

Fonte: Voz da Rússia/Dinâmica global
http://noticia-final.blogspot.com.br/2014/05/russia-reforca-suas-defesas-ao.html

Médicos denunciam situação revoltante do sucateamento do SUS

Publicado por  em 20 maio
Sindicato dos médicos do Rio de Janeiro, atendendo a pedidos de diversos profissionais da saúde daquele Estado, fizeram diversas gravações para mostrar e denunciar a crise que a saúde pública está enfrentando, imagens que mostram um verdadeiro sucateamento e desmoralização da saúde dos brasileiros e desvalorização dos profissionais de saúde por parte do governo.
O vídeo mostra uma realidade muito diferente dos padrões FIFA e do sistema de saúde pública exemplar para o mundo seguir, como Lula enaltece o SUS. São situações apresentadas no no RJ mas certamente pode ser generalizado para todo o país, pois a saúde pública, a exemplo de outros tantos serviços públicos essenciais à sociedade, infelizmente, é motivo de VERGONHA E REVOLTA NACIONAL.

 Assista, compartilhe. Faça sua parte para abrir os olhos de alguns que ainda vislumbram um país 5 estrelas, distante da realidade que o Brasil real apresenta:

RESPOSTA DO POVO AO PRONUNCIAMENTO DE DILMA. COMPARTILHE!!

Publicado em 07/01/2014
Neste vídeo o povo brasileiro tem a oportunidade de mostrar a diferença entre a realidade nas ruas e as ilusões apresentadas pela Presidente Dilma em seu pronunciamento.


https://www.youtube.com/watch?v=mMKqyT3oEg8#t=26

Ex-Primeiro Ministro da Malásia: "A CIA Pode Estar Ocultando o que Aconteceu com o Voo MH370"

O influente político malaio, Mahathir Mohamed, assegurou que o destino do avião MH370 desaparecido da Malaysia Airlines poderia ser conhecido pela inteligência americana.

"O avião não desapareceu", escreveu o ex-primeiro ministro da Malásia em seu blog, afirmando que o voo pode ter sido controlado remotamente, "por rádio ou satélites de agências governamentais como a Agência Central de Inteligência (CIA), se terroristas tentarassem tomar o controle da cabine".

Mohamed justificou seu discurso afirmando que em 2006, a empresa Boeing recebeu a patente de "um sistema que, uma vez ativado, remove todo o controle dos pilotos para mover um avião comercial a uma localização predeterminada de aterrizagem".

"Alguém está ocultando algo... é muito provável que não seja um acidente comum após o combustível acabar... Por alguma razão, a mídia não falará nada que envolva a Boeing ou a CIA. Espero que meus leitores vejam isto", disse ele.

Como publicou hoje o Daily Mail, os comentários de Mahatir ocorreram após o primeiro ministro, Najib Razak, descrever a localização dos restos do voo MH370 encontrados por satélite no Oceano Índico como "bizarro" e "difícil de acreditar".

"Para ser honesto, acho difícil de acreditar" disse Najib à CNN. "É um cenário bizarro que nenhum de nós poderia ter fornecido e é por esta razão que eu entrei na equipe.... de especialistas em aviação e lhes perguntei um vez ou outra: "Vocês têm certeza?".

Outra versão é a que foi publicada na terça-feira pelo jornalista Nigel Cawthorne em seu novo livro O Mistério do Voo MH370.

Segundo reporta o jornal britânico The Independent, Cawthorne afirma que o voo foi derrubado por um erro de um exercício militar em conjunto entre os EUA e a Tailândia, depois de iniciar "uma operação internacional de acobertamento para que a verdade nunca venha à tona".

Neste sentido, a correspondente de guerra Nedezhda Kevorkovaassegura que a história do voo da Malaysia Airlines pode significar duas coisas: "ou a inteligência dos EUA subestima em grande parte suas próprias capacidades (para encontrá-lo), ou eles sabem o que aconteceu com o avião e estão escondendo a informação do público".

Leia mais:




[Malaysia Airlines Voo 370] Empresa Desafia Internautas a Procurarem Avião em Imagens de Satélite












[Avião da Malásia] 20 Passageiros Trabalhavam para Firma de Guerra Eletrônica e Radar Militar e a Nova Teoria da Conspiração




Fontes:
Periodismo Alternativo: Ex primer ministro de Malasia: “La CIA puede estar ocultando lo que pasó con el vuelo MH370″
Verdad Ahora: Ex primer ministro de Malasia: "A CIA puede estar ocultando lo que pasó con el vuelo MH370"
Dr. Mahathir Mohamad: Boeing Technology - What goes up must come
Daily Mail: 'Planes don't just disappear': Former Malaysian Prime Minister accuses CIA of covering up what really happened to flight MH370
CNN special report mh370 :interview with malaysian pm (Youtube)
Azteca Notícias: Avión de Malasia pudo ser derribado por EUA
RT: Malaysia flight riddle: How can a passenger plane go missing in the age of universal surveillance?

O Brasil e a Crise Energética Mundial - O que todo brasileiro deveria saber!

Palestra instigante do Professor José Augusto Bautista Vidal, indignado com a procedência de nossos governante perante a atual e futura crise energética mundial e a entrega de território brasileiro para estrangeiros. Uma Verdadeira aula de História e uma super contextualização do Brasil no futuro cenário de crise planetária. Apaixonante e assustador ao mesmo tempo. VEJAM!


https://www.youtube.com/watch?v=iTzPfRM2-D4#t=138
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