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sábado, 10 de maio de 2014

Mers: “Há potencial de difusão e mais casos globais”, diz CDC - Às vésperas da Copa do Mundo

Às vésperas da Copa do Mundo, quando milhares de pessoas de diversos países dividirão mesmos espaços, nova síndrome respiratória tem colocado autoridades de saúde em alerta; sem vacina ou tratamento específico, a Mers já matou 10 pessoas somente este ano

Ainda de acordo com McDonald, o vírus corona recebe este nome por possuir superfície rugosa, cheia de picos, semelhante a uma coroa, explica o porta-voz do CDC americano
Foto: AP
Mesmo ainda pouco conhecida, a Mers vem preocupando especialistas em infectologia e epidemiologia de todo o mundo. Descoberta em meados de 2012, a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers, na sigla em inglês) já atingiu quase 400 pessoas ao longo de dois anos – a maioria delas na Península Arábica e Oriente Médio –, e matou cerca de 30% dos infectados (proporção considerada alta). Só este ano, dos 28 casos detectados, 10 foram fatais decorrentes do quadro agravado da síndrome – que causa sintomas semelhantes ao da gripe, adicionados a um desconforto respiratório leve ou agudo.
Mers é um novo coronavírus, o que significa que ainda não existe uma imunidade na população humana. Estamos preocupados. A maioria das pessoas com caso confirmado de infecção pela Mers-CoV desenvolveu doença respiratória aguda grave. Elas tiveram febre, tosse, falta de ar e algumas vezes diarreia, e cerca de 30% morreram. Além disso, o vírus pode se propagar de pessoa para pessoa através do contato próximo – como cuidar ou conviver com uma pessoa infectada. Reconhecemos o potencial de o vírus se espalhar ainda mais e causar novos casos no mundo”, explica o porta-voz do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), Jason McDonald.
Apesar de nenhum caso ter sido identificado no Brasil até o momento, os profissionais de saúde do país estão sendo orientados pelo Ministério da Saúde sobre a nova doença e seus sintomas. “Estamos de olho em dois vírus importantes para a saúde mundial nesse momento, o H7N9 – um vírus influenzaencontrado na China –, e o coronavírus da Mers-CoV. Há preocupação mundial para vigilância sanitária”, conta a médica infectologista e professora de Medicina na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Nancy Bellei.
A maioria dos casos foi encontrada na região do Oriente Médio e Península Arábica
Foto: AP
Na última semana de abril, o mais recente caso da doença foi diagnosticado em um homem nos Estados Unidos, depois de ter retornado de uma viagem para a região da Arábia Saudita. De acordo com a OMS, outros países que já apresentaram casos da síndrome foram França, Alemanha, Itália, Jordânia, Qatar, Tunísia, Emirados Árabes e Reino Unido. Em todos os casos, porém, houve algum contato dos infectados (direta ou indiretamente) com pessoas provenientes de países do Oriente Médio.
Por exemplo, na França, Itália, Tunísia e Reino Unido, houve casos em que pessoas não viajaram para a região mais afetada, mas tiveram algum tipo de contato com alguém doente ou que provavelmente carregava o vírus no corpo. Em relação a este fator, o número de médicos e enfermeiros diagnosticados com a doença é bastante alto.
O porta-voz da OMS em Genebra, na Suíça, Tarik Jasarevic, disse ao Terra que "até agora,  não há nenhuma evidência de transmissão entre seres humanos, e o padrão de transmissão global manteve-se inalterado”.  
"Até descobrirmos como o vírus é transmitido aos seres humanos, e com viagens cada vez mais frequentes, estamos propensos a ver mais casos espalhados para outros países. (...) Apesar do recente aumento nos números a evidência atual não sugere uma mudança significativa na transmissibilidade do vírus", afirmou Jasarevic. 
Ainda há poucas respostas
Por ser uma doença relativamente nova, os profissionais da saúde não têm muitas respostas importantes sobre o problema, como, por exemplo, sua origem. Alguns testes realizados deram positivos apontando os dromedários como uma suposta fonte primária do vírus. Mas ainda é cedo para afirmar se isto implica, necessariamente, que camelos estejam diretamente na cadeia de transmissão para os seres humanos. “A epidemiologia ainda não está clara, então só podemos dizer que foi encontrado o vírus em camelos. Outros animais não foram citados”, afirma a infectologista.
"Vários estudos têm confirmado QUE a Mers- CoV pode ser encontrada em camelos, mas ainda não se sabe se os camelos são a fonte de infecção humana e se assim for , qual é a via de transmissão", explica o porta-voz da OMS em Genebra, Tarik Jasarevic
Foto: Getty Images
Apesar de ainda não haver citações na literatura médica sobre outros animais que possam encubar o vírus, Jason McDonald, explicou ao Terra que isto é “concebível”.  
“Coronavírus é um vírus comum que as pessoas adquirem durante a vida. Eles são divididos em alfa, beta e gama – e possivelmente, em breve, haverá uma nova categoria chamada delta –, e foram primeiramente encontrados em 1960. Há cinco tipos [de coronavírus] e parte deles é encontrada em apenas uma espécie de animal ou em um pequeno número de espécies. Mas há exceções, como a Sars – Síndrome Respiratória Aguda Grave –, que atinge humanos, macacos, gambás, cães, guaxinins, gatos e roedores”, disse. Por isso, é possível que a Mers seja identificada futuramente em outros animais – além dos camelos.
Para encontrar respostas, a OMS está trabalhando com agências parceiras, com experiência em saúde animal e segurança alimentar, incluindo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), entre oturas autoridades. Diversas equipes técnicas estão envolvidas, oferecendo conhecimentos para ajudar os ministérios responsáveis pela saúde humana, animal, de alimentos e agricultura neste caso.
Ainda de acordo com McDonald, o vírus “corona” recebe este nome por possuir superfície rugosa, cheia de picos, semelhante a uma coroa, explica o porta-voz do CDC americano.
 Ausência de tratamento e prevenção específicos
Assim como outras doenças transmitidas por propagação viral, a Mers-CoV também é espalhada pelo ar. Portanto, o contato próximo a secreções de alguém doente – tais como em espirro, tosse, beijo e uso de mesmos talheres – é a causa de 60% dos casos já diagnosticados nestes dois anos. Desta forma, o risco de propagação é maior em ambientes fechados – ou que tenham aglomerações de pessoas.
Para encontrar respostas, a OMS está trabalhando com agências parceiras, com experiência em saúde animal e segurança alimentar
Foto: Reuters
Somando-se a estes fatores, a Mers ainda não possui nenhum tipo de tratamento ou prevenção eficaz, apenas o comum a outros tipos de doenças respiratórias. “A melhor forma de prevenir é mantendo a etiqueta comum de outras doenças, como a gripe”, ressalta a médica Nancy Bellei. Tal higiene, como também lembra McDonald, pode se valer de:
- lavar bem as mãos com água e sabonete por, pelo menos, 20 segundos;
- tampar o nariz e a boca ao tossir ou espirrar;
- evitar encostar as mãos nos olhos, nariz e boca com as mãos sujas;
- evitar contato com secreções de pessoas doentes;
- lavar e desinfetar superfícies onde haja bastante contato como brinquedos e maçanetas.
Preocupação com a Copa
Diante de uma doença com potencial surto global e de alta taxa de mortalidade que não possui vacinas ou medicamentos eficazes para seu tratamento, deveríamos nos preocupar com a Mers-CoV aqui no Brasil, especialmente com a chegada da Copa, mesmo sem termos registrados casos? De acordo com o Ministério da Saúde não há, no caso de Mers-CoV, uma medida específica a ser adotada. Em resposta ao Terra, o Ministério informou:
"Reconhecemos o potencial de o vírus se espalhar ainda mais e causar novos casos no mundo, explica o porta-voz do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), Jason McDonald. 
Foto: Reuters
“O Ministério acompanha o curso da epidemia por meio de informações restritas da Organização Mundial da Saúde (OMS). Especificamente sobre a Mers-CoV, o Ministério da Saúde repassa as orientações aos profissionais de saúde com as novas recomendações de tratamento dos pacientes com sintomas de coronavírus”. 
Ainda segundo o Ministério, desde 2011, juntamente com outros setores do Governo Federal, o órgão realiza uma série de ações visando aprimorar detecção, monitoramento e resposta a qualquer evento de saúde pública que possa ocorrer relacionado à Copa do Mundo, como reuniões, capacitações, publicações de normas técnicas e regulamentações e desenvolvimento de estratégias para o aprimoramento da comunicação e vigilância. 
A médica infectologista da Unifesp também é descrente em relação a um grande problema ligando a Mers à realização da Copa em nosso país, mas ressalta que cuidado e atenção são necessários.
“É claro que, com a questão da Copa, ficamos mais preocupados, mas isso talvez tivesse um maior significado se um número muito grande de pessoas da Arábia Saudita, por exemplo, ou de outros países mais afetados, viesse para o Brasil e, ainda, que parte delas estivesse doente. Acho difícil alguém viajar estando infectado pela Mers”, argumenta a médica infectologista Bellei. “Acho que o risco de transmissão em nosso país é bastante baixo, mas é maior durante a Copa”. 
Outro alerta que a médica dá é em relação aos cuidados com a saúde durante a Copa, que acontecerá em junho, período do ano em que muitas pessoas ficam doentes infectadas pelo vírus da gripe, que também causa tosse e mal-estar.
“Neste caso, se tivermos um doente com quadro mais grave, ele deverá ser internado e aí os médicos seguirão um procedimento de diagnóstico e tratamento – o que pode ser feito é o isolamento (mas isso já acontece com outras síndromes respiratórias), para que não haja falha de transmissão”, afirma.
O porta-voz da OMS, Tarik Jasarevic, lembrou que a prevenção e controle de infecção medidas são fundamentais para evitar a propagação de Mers-CoV em instalações de cuidados de saúde. E afirmou que a organização não faz atualmente a aplicação de quaisquer viagens ou restrições comerciais, nem indicação em aeroportos e locais públicos. "Não indicamos restrições de viagens, incluindo a próxima peregrinação à Meca na Arábia Saudita", disse. 
Mers não é Sars
No começo da descoberta da Mers-CoV, em 2012, – e mesmo hoje – algumas características semelhantes entre as duas síndromes confundiram não só leigos, mas também alguns profissionais de saúde.
Para começar, as duas infecções são causadas por coronavírus. Além disso, elas possuem taxa de mortalidade elevada, infectados com idade média entre 30 e 50 anos, as duas provocam problemas respiratórios, como pneumonia ou insuficiência respiratória – e necessidade de uso de aparelhos para respiração de pacientes graves.
Porém, de acordo com a infectologista, os vírus das duas síndromes não possuem proximidade genética e a Sars demonstrou ser muito mais transmissível entre humanos. A Síndrome Respiratória Aguda Grave – que se espalhou em maiores proporções – apresentou mais de 8 mil casos em seis meses; já a Mers tem um número inferior a 400 casos em menos de dois anos.
Por último, a Sars tinha origem em morcegos e vespas. No caso da Mers, foi apontado o camelo, mas ainda há estudos sobre isso.
Perspectivas 
Apesar do número de casos confirmados não serem considerados grandes, a gravidade da Síndrome Respiratória do Oriente Médio é alta, principalmente, pela taxa de mortalidade. Por sua urgência, a Organização Mundial da Saúde (OMS) está trabalhando junto de outras instituições internacionais de saúde para conseguir evidências científicas que possam levar ao melhor entendimento do vírus e, por sua vez, repassar as informações para os países. Para tanto, a primeira reunião global entre autoridades de saúde foi realizada em janeiro de 2013, seguida de outras em junho e julho.
Coronavírus é um vírus comum que as pessoas adquirem durante a vida. Eles são divididos em alfa, beta e gama e possivelmente, em breve, haverá uma nova categoria chamada delta , e foram primeiramente encontrados em 1960
Foto: Reuters
A OMS trabalha especialmente nas áreas mais afetadas e com os parceiros internacionais para coordenar a resposta da saúde global, incluindo o fornecimento de informações atualizadas sobre a situação da doença no mundo, orientações para as autoridades de saúde e agências de saúde, informações técnicas sobre recomendações de vigilância, testes laboratoriais, controle de infecção e gestão de clínicas.
Para a médica Nancy Bellei, é improvável que estejam sendo feitos estudos para criação de vacina. “É algo muito longo. Porém, estudos de medicamentos sempre acontecem, são feitos de forma muito diferente. Por isso, acredito que algo neste sentido seja preparado para este coronavírus. Mas não tem nada de muito promissor neste momento”, afirma.
No entanto, apesar da gravidade do caso, o Brasil ainda tem um nível baixo de perigo em transmissões – lembrando que a OMS nem chegou a recomendar restrições como cancelamento de viagens, etc. Desta forma, mesmo sendo pouco provável que alguém seja infectado pela síndrome, o porta-voz do Centro de Prevenção americano, Jason McDonald, lembra que é caso de consultar um médico pessoas que tiverem os sintomas (tosse, mal-estar, diarreia) acompanhados de desconforto respiratório leve ou agudo. “Isto, especialmente, se viajou para a Península Arábica no prazo de 14 dias do início dos sintomas”, lembra.
Assim como outras doenças, a Mers poderá ser melhor avaliada e tratada com os devidos cuidados pelos profissionais de saúde que, basicamente, irão hidratar os pacientes e oferecer oxigenoterapia (oxigênio por aparelhos). 
FONTE:
http://noticias.terra.com.br/mundo/,d7fb434af71e5410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

http://illuminatielitemaldita.blogspot.com.br/2014/05/mers-ha-potencial-de-difusao-e-mais.html

O Prato de Lolladoff - prato de pedra com 12.000 anos de idade (10.000 antes de cristo)

Postado por: Ton Müller 10 de maio de 2014
Esta placa chamada “Prato de Lolladoff” é um prato de pedra com 12.000 anos de idade (10.000 antes de cristo), encontrada no Nepal. Isso mostra claramente um disco em forma de OVNI. Há também uma figura no disco semelhante a um alien Gray como conhecemos. Os desenhos, bem como os hieróglifos, encontram-se dentro de uma espiral.
A espiral é uma forma geométrica encontrada em muitos lugares em toda a natureza, em muitas culturas antigas é retratado e deu um grande significado. Duas das formas mais populares em espiral no entanto nem sempre circular ou curva em forma são a espiral de Fibonacci e espiral de Ouro. A espiral também está bem representada através da geometria sagrada. A espiral tem muitos mistérios, e sua forma é universal, sua descrição constante nos textos antigos,fotos e simbologia é obviamente de grande importância.
Esse disco é considerado por muitos como uma prova de que nosso planeta vem sendo visitado por civilizações alienígenas. Existem apenas 3 fotos deste prato que correm pela internet. Dizem que atualmente ele está guardado em um dos museus de Berlim.
http://www.verdademundial.org/2014/05/o-prato-de-lolladoff.html

As previsões de Isaac Asimov de 1964 para o ano de 2014

Postado por: Ton Müller 10 de maio de 2014
O escritor de ficção científica e professor de bioquímica fez, a convite do New York Time e no ano de 1964, uma leitura de como seria o mundo hoje em diversos aspectos.
O modo de vida, as tecnologias e a sociedade de 2014 foram previsíveis 50 anos atrás. Pelo menos para o escritor de ficção científica e professor de bioquímica Isaac Asimov, nascido na Rússia mas naturalizado americano. Em 1964, durante a Feira Mundial de Nova York, o New York Times convidou Asimov a fazer previsões de como seria a feira e o mundo em geral, 50 anos depois, ou seja, esse ano. Asimov escreveu mais de 500 trabalhos, entre romances, contos, teses e artigos e sempre se caracterizou por fazer projeções acuradas sobre o futuro. Nesse texto, as previsões do escritor, que morreu em 1991, são surpreendentes. Confira algumas delas:
Cozinha
Asimov prevê que os equipamentos de culinária pouparão a humanidade de fazer trabalhos tediosos. “As cozinhas estão equipadas para fazer ‘auto-refeições’. Almoços e jantares serão feitos com comida semi-preparadas, que poderão ser conservadas em freezer. Em 2014, as cozinhas terão equipamentos capazes de preparar uma refeição individual em alguns poucos segundos”. Só faltou mesmo ele usar a palavra “micro-ondas”.
Computadores
O escritor previu um mundo repleto de computadores capazes de fazer as mais complexas tarefas. “Em 2014, haverá mini computadores instalados em robôs”, escreve ele, no que parece ser uma alusão aos chips. E garantiu que será possível fazer traduções com uma dessas máquinas, como se previsse a existência do Google Translator.
Comunicação
As ligações telefônicas terão imagem e voz, garantiu Asimov em seu texto. “As telas serão usadas não apenas para ver pessoas, mas também para estudar documentos e fotos e ler livros”. E prevê que satélites em órbita tornarão possível fazer conexões telefônicas para qualquer lugar terra e até mesmo “saber o clima na Antártica”. Mas em terra haverá outras soluções. “A conexão terá que ser feita em tubos de plástico, para evitar a interferência atmosférica”, escreve ele, como se já conhecesse a fibra ótica.
Cinema
Asimov previu que em 2014 o cinema seria apresentando em 3-D, mas garantiu que algumas coisas nunca mudam: “continuarão a existir filas de três horas para ver o filme”.
Energia
O escritor previu que já existiriam algumas usinas experimentais produzindo energia com a fusão nuclear. Errou. Mas acertou quando vaticinou a existência de baterias recarregáveis para alimentar muitos aparelhos elétricos de nossa vida cotidiana. Mais ainda: “uma vez usadas, as baterias só poderão ser recolhidas por agentes autorizados pelos fabricantes” — o que deveria acontecer, mas nem sempre acontece.
Veículos
Asimov erra feio nas suas previsões relacionadas ao transporte. Ele acreditou que carros e caminhões pudessem circular sem encostar no chão ou água, deslizando a uma altura de “um ou dois metros” e que não haveria mais necessidade de construir pontes, “já que os carros seriam capazes de circular sobre as águas, embora serão desencorajados a fazer isso pelas autoridades”.
Marte
Para o escritor, em 2014 o homem já terá chegado a Marte com espaçonaves não tripuladas embora “já estará sendo planejada uma expedição com pessoas e até a formação de uma colônia marciana”. O que nos faz lembrar da proposta pública de uma viagem a Marte só de ida, feita recentemente, para formar a primeira colônia no planeta.
Televisão
Asimov cita a provável existência de “televisões de parede”, como se pudesse prever as telas planas, mas acredita que os aparelhos serão substituídos por cubos capazes de fazer transmissões em 3-D, visíveis de qualquer ângulo.
População
O escritor previu que a população mundial seria de 6,5 bilhões em 2014 (já passou dos 7 bilhões) e que áreas desérticas e geladas seriam ocupadas por cidades — o que não é exatamente errado. Mas preconizou, também, a má divisão de renda: “uma grande parte não terá acesso à tecnologia existente e, embora melhor do que hoje, estará muito defasada em relação às populações mais privilegiados do mundo. Nesse sentido, andaremos para trás, relativamente”, escreve ele.
Comida
“Em 2014 será comum a ‘carne falsa’, feita com vegetais, e que não será exatamente ruim, mas haverá muita resistência a essa inovação”, escreve Asimov, referindo-se provavelmente aos hambúrgueres de soja.
Expectativa de vida
O escritor preconizou problemas devido à super população do planeta, atribuindo-a aos avanços da medicina: “o uso de aparelhos capazes de substituir o coração e outros órgãos vai elevar a expectativa de vida, em algumas partes do planeta, a 85 anos de idade”. A média mundial subiu de 52 anos em 1964 para 70 anos em 2012. Em alguns países, como Japão, Suíça e Austrália, já está em 82 anos.
Escola
“As escolas do futuro”, escreve Asimov, “apresentarão aulas em circuitos fechados de TV e todos os alunos aprenderão os fundamentos da tecnologia dos computadores”. O que ele não previu foi a possibilidade de os alunos ensinarem os professores quando se trata de uso de computadores — como, aliás, ocorre em algumas escolas públicas brasileiras.
http://www.verdademundial.org/2014/05/as-previsoes-de-isaac-asimov-de-1964.html

Humorista critica Lula em apresentação e é interrompido por ameaça de militante petista, Veja só o que aconteceu

Publicado por 

Humorista Diogo Portugal, em apresentação de seu show de stand up, em determinado momento da apresentação faz diversas piadas críticas ao ex-presidente Lula e ao PT. Uma petista que estava na plateia tomou as dores para sí e ameaçou o humorista, a militante interrompeu a apresentação e disse a Diogo, – “Cuidado, eim!”.
Veja só como reagiu o humorista depois de ser ameaçado pela militante petista:


http://www.revoltabrasil.com.br/midia/3536-humorista-critica-lula-em-apresentacao-e-e-interrompido-por-ameaca-de-militante-petista-veja-so-o-que-aconteceu.html

Veja também: Jornalista alerta o povo brasileiro sobre a reeleição de Dilma Rousseff

PF identifica um dos indivíduos que ameaçaram de morte Joaquim Barbosa, e adivinhe só?

Joaquim Barbosa tem sido alvo de diversas represálias, desde que conduziu com “braço forte” o julgamento do mensalão, que terminou na prisão de alguns dos mais importantes homens do PT, como José Genoíno e, o líder do mensalão, José Dirceu.
Joaquim Barbosa, atual presidente do STF, tem sofrido ameaças, inclusive de morte. Um dos indivíduos que ameaçaram de morte Joaquim Barbosa já foi identificado, e adivinha só. Segundo a Revista Veja, o cara é integrante da COMISSÃO DE ÉTICA DO PT.
Os mais graves surgiram quando Joaquim Barbosa decretou a prisão dos mensaleiros José Dirceu, Delúbio Soares e José Genoino. Disparadas por perfis apócrifos de simpatizantes petistas, as mensagens foram encaminhadas ao Supremo. Em uma delas, um sujeito que usava a foto de José Dirceu em seu perfil no Facebook escreve que o ministro “morreria de câncer ou com um tiro na cabeça” e que seus algozes seriam “seus senhores do novo engenho, seu capitão do mato”. Por fim, chama Joaquim de “traidor” e vocifera: “Tirem as patas dos nossos heróis!”. Em uma segunda mensagem, de dezembro de 2013, o recado foi ainda mais ameaçador: “Contra Joaquim Barbosa toda violência é permitida, porque não se trata de um ser humano, mas de um monstro e de uma aberração moral das mais pavorosas (…). Joaquim Barbosa deve ser morto”. Temendo pela integridade do presidente da mais alta corte do país, a direção do STF acionou a Polícia Federal para que apurasse a origem das ameaças. Dividida em dois inquéritos, a averiguação está em curso na polícia, mas os resultados já colhidos pelos investigadores começam a revelar o que parecia evidente. (Veja)
No ultimo mês alguns militantes petistas encontraram Barbosa saindo de um bar em Brasilia e o perseguiram até seu carro com gritos de ofensas e hostilizando o ministro. Assista ao vídeo : Simpatizantes de Dirceu tentam humilhar Joaquim Barbosa na saída de um bar em Brasilia. AssistaO militante que divulgou o vídeo teve um resultado a revelia do esperado, ele era um assessor parlamentar que acabou sendo demitido.

Nada de torcida! Celebridades criticam Copa do Mundo no Brasil

Famosos são contra o torneio de futebol no País
Por FAMOSIDADES

RIO DE JANEIRO - Apesar da euforia ocasionada pela convocação dos jogadores que representarão o Brasil na Copa do Mundo deste ano, feita nesta quarta-feira (7), muitas pessoas não estão nada satisfeitas com a realização do torneio de futebol no País.

Diversos grupos se mobilizam na internet para tentar impedir que o mundial, de fato, aconteça. Tudo porque milhares de brasileiros estão insatisfeitos com o dinheiro gasto no torneio e com as promessas não cumpridas pelo governo.

Com as celebridades não é diferente. Muitos famosos também fizeram questão de manifestar publicamente sua discordância em relação ao evento.

Nomes como Luana Piovani, Maria Gadú, José Luiz Datena, Romário, Rivaldo, Silas Malafaia, entre outros, criticaram o fato de o Brasil priorizar a Copa em vez de suprir deficiências básicas da população, em especial a saúde e educação. 

Confira a seguir quem colocou a boca no trombone e deve ficar fora da torcida pela Seleção Brasileira em 2014!

Luana Piovani se posicionou contra a realização da Copa em seu Facebook. A estrela chegou a pedir que seus seguidores boicotassem o boneco Fuleco, após ler uma matéria sobre a fabricação do mascote na China. 'Matéria absurda sobre mais um equívoco que é esta Copa no Brasil. Leiam e não comprem esta m... de Fulecos.'

Maria Gadú também considera um absurdo o dinheiro destinado ao torneio realizado pela Fifa. “[Sou apaixonada] por futebol, por isso não estou a fim dessa Copa, não. Estou pensando no País nesse momento. Dinheiro mal gasto.”

Em uma das edições do 'Brasil Urgente', José Luiz Datena se mostrou indignado com a diferença entre o orçamento previsto para a Copa e o que já foi gasto na reforma e construções de estádios. 'A última coisa que o Brasil precisava ter era uma Copa do Mundo. Fala-se em gastar bilhões. Foi uma grande brincadeira o que fizeram com o povo brasileiro. Enganaram o povo brasileiro.'

O escritor Paulo Coelho declarou que não pretende vir à Copa do Mundo no Brasil. O autor brasileiro mais famoso no mundo criticou o dinheiro público usado no mundial. Para ele, o governo deveria priorizar a saúde e a educação do País, que vão de mal a pior

Pentacampeão do mundo, o ex-jogador Rivaldo criticou a organização e disse que o País não tem condições de receber o evento, durante entrevista para uma rádio paulista. 'Vai ser difícil, o Brasil vai passar uma vergonha. O Brasil tem muita coisa para fazer, como, por exemplo, nas áreas da educação e da saúde, e não estádios para o Mundial. Vão gastar muito dinheiro para um só mês.'

Desafeto da CBF - Confederação Brasileira de Futebol -, Romário é contra o Mundial no Brasil desde quando o País ainda era apenas candidato a sediar o torneio. A poucos dias do início do campeonato, o ex-jogador lembrou que muitas das promessas ficaram no papel. 'Vários aeroportos em reforma não ficarão prontos a tempo. E as obras de mobilidade urbana ficaram só no papel. Apenas 6 dos 41 projetos foram entregues. Nada disso me surpreende, como não surpreende mais o povo brasileiro, que já sabe que nem de longe essa será a #CopaDasCopas”, escreveu em seu Facebook

Namorado de Gaby Amarantos, Edu Krieger fez uma música onde afirma que não vai torcer pelo Brasil na Copa. 'Desculpe, Neymar/ Mas nesta Copa eu não torço por vocês/ Enquanto a Fifa se preocupa com padrões/ Somos guiados por ladrões/ Que jogam sujo pra ganhar', diz a letra  

O jornalista Jorge Kajuru também declarou que não vai vestir a camisa da Seleção desta vez. 'Também vou rezar para que na final o Brasil esteja, e que, exatamente na final, o Brasil perca de forma vergonhosa. E que haja, no Maracanã, com o segundo 'maracanasso', um linchamento público verbal contra a figura do senhor Ricardo Teixeira', disse

O pastor Silas Malafaia lembrou que o torneio que será disputado no Brasil custou mais que as edições realizadas na África do Sul (2010), Alemanha (2006) e Coreia do Sul e Japão (2002). “O que está sendo gasto com a Copa do Mundo no Brasil é o mesmo das 3 últimas Copas. É muita roubalheira! O mesmo das 3 últimas Copas juntas, é o custo da Copa no Brasil. Cambada de ladrões.”

O tenista Gustavo Kuerten se recusou a fazer parte do grupo que iria divulgar o mundial porque não acredita que a Copa do Mundo deixará um legado positivo para o Brasil. 'Os estrangeiros vão adorar, nós é que não vamos gostar, porque o que foi prometido não foi feito.'

Fonte:Entretenimento MSN 

http://www.nosdiasdenoe.com/2014/05/nada-de-torcida-celebridades-criticam.html

A situação na Ucrânia é uma advertência para outros países da CEI

Colagem: Voz da Rússia

O que ocorre hoje na Ucrânia não passa de uma agressão direta dos EUA contra a Rússia e uma evidente advertência para os países seus vizinhos – considera o cientista político ucraniano Yuri Gorodnenko.

Existe o perigo de um golpe semelhante nos outros países da CEI. Washington usou habilmente a questão étnica na Ucrânia em seus objetivos. E o Euromaidan é apenas o começo.
A questão étnica sempre foi e continua sendo a mais aguda na política de qualquer Estado. As divergências entre a Ucrânia ocidental e oriental começaram ainda muito tempo antes dos acontecimentos no Maidan, mas, nos últimos meses, a situação agravou-se consideravelmente, diz o cientista político Alexei Makarkin.
“O fator étnico manifestou-se com a chegada dos revolucionários ao poder, os quais eram temidos no Leste por muitos motivos. Temiam que iriam impor aucranização, e eles, subindo ao poder, revogaram de fato a lei dos idiomas regionais. Temiam que haveria aproximação ao Ocidente, o que no Leste do país não queriam”.
O Leste da Ucrânia sempre se manifestou por contatos mais estreitos com a Rússia – tanto políticos como econômicos. E o ingresso da Ucrânia na União Aduaneira foi encarado por eles como um passo no caminho da estabilidade e salvaguarda, diz Alexei Makarkin:
“A União Aduaneira é um símbolo para as forças do Leste, símbolo de que caminhamos com a Rússia e não para o Ocidente. Se, para os participantes do Maidan, o Ocidente é o guia, para o Leste da Ucrânia é um jogador agressivo, que impõe seus direitos e que bombardeou a Iugoslávia. Eles temem que a aproximação ao Ocidente e a assinatura de um acordo com a União Europeia os prejudique e destrua sua cultura. A Rússia, neste caso, inclusive no formato da União Aduaneira é considerada como defensora e salvadora”.
O Ocidente, enquanto isso, tem seus planos para a Ucrânia. Os conflitos entre nações e a guerra civil são consequências da política hábil de Washington, voltada em primeiro lugar contra a Rússia – está convicto o cientista político ucraniano Yuri Gorodnenko.
“Agora ocorre uma agressão direta dos EUA contra a Rússia. Tudo o que ocorre na Ucrânia é voltado não contra Kiev. A América quer afastar seu principal concorrente – a Rússia. Eles não podem atacar diretamente, já tentaram através da oposição, através da praça Bolotnaya, mas nada deu certo. Por isso, eles procuram desestabilizar a situação nos países vizinhos da Rússia. As fronteiras abertas e os problemas econômicos refletir-se-ão em primeiro lugar sobre a Rússia”.
Os EUA atuam com um método testado. Nas questões de instigação do ódio entre nações eles já tiveram êxito no Iraque, assinala o especialista. Por isso, não tiveram dificuldade em desencadear uma campanha anti-russa na Ucrânia. Sendo que, considera Gorodnenko, é pouco provável que os EUA se limitem à Ucrânia. Qualquer um dos países da CEI pode se tornar o próximo alvo. Por isso, as antigas repúblicas soviética
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/2014_05_10/A-situacao-na-Ucrania-uma-advertencia-para-outros-paises-da-CEI-8584/
s devem participar ativamente na formação da União Euroasiática, diz Yuri Gorodnenko:
“Agora chegou a hora de cada um dos parceiros da CEI e a Geórgia pensarem em seu futuro, porque em qualquer caso o golpe será desfechado também contra eles. Os próximos na fila depois da Ucrânia serão eles. Se eles ficarem isolados, os EUA irão mesmo assim continuar a sua política agressiva. Eles só podem ganhar com a aproximação à Rússia”.
O perigo de desencadeamento de mais um conflito étnico pode aparecer em qualquer dos países do espaço pós-soviético. Se os países da CEI não quiserem a repetição do roteiro ucraniano, devem esquecer os conflitos nacionais e fortalecer a interação com a Rússia.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2014_05_10/A-situacao-na-Ucrania-uma-advertencia-para-outros-paises-da-CEI-8584/


PROJETO BLUE BEAM: Cientistas usam nevoeiro como tela

Foto: feeltech.ru

As telecomunicações holográficas, um efeito especial usado por Hollywood nos filmes de ficção científica, estão hoje mais próximas de ser realidade.

Jovens cientistas russos da cidade de Astracã criaram uma tela feita de água com uma imagem muito nítida e mesmo com transmissão de cheiros, o que cria na pessoa uma ilusão completa de presença.
Quando essa tela invulgar é ligada, primeiro parece que a imagem surge no próprio ar, mas se olharmos com atenção, vemos que a imagem é composta por minúsculas partículas de água. Ou melhor, por aerossóis. Por mais que se passe com a mão pela tela, a palma da mão permanece seca. Também o chão permanece sem água.
Isso se deve às dimensões das gotículas. Elas são microscópicas. É de partículas deste tipo que são compostas as nuvens e o nevoeiro. Mas enquanto na natureza elas se formam devido às diferenças de temperaturas, aqui as dimensões necessárias são programadas por ondas de ultrassons, explica o desenvolvedor do projeto Tela Nebulosa, Maxim Kamanin:
“Nós misturamos as partículas com a dimensão necessária com um fino fluxo de ar com uma determinada aerodinâmica. Isso é muito importante. Obtemos uma parede uniformemente distribuída composta por partículas minúsculas”.
São precisamente as particularidades do dispositivo aerodinâmico que distinguem o projeto russo dos dispositivos estrangeiros. A tela “nebulosa” dos inventores de Astracã apresenta uma imagem estável e íntegra ao tocar em objetos estranhos. Por outras palavras, a imagem pode ser trespassada por quaisquer objetos, ou se pode passar a mão por ela, sem que isso faça perder o efeito.
O princípio de funcionamento da tela “nebulosa” é bastante simples. O projetor de vídeo transmite a imagem para a tela de aerossol. A imagem é controlada da mesma forma que em um tablet com tela sensível ao toque – com os dedos. Uma câmera especial com sensores infravermelhos, incorporada na base do dispositivo que cria a tela de aerossol, faz o seguimento do movimento das mãos. O computador pode processar até 1500 toques simultâneos com um atraso inferior a 0,2 segundos, diz o diretor técnico do projeto, Alexander Krasnotsvetov:
“Nós usamos uma câmera de infravermelhos. Quando os dedos tocam o fluxo, a câmera vê os dedos iluminados pelos infravermelhos e assume-os como a parte que comanda graças a um software especial”.
Exposições, stands publicitários e apresentações são por enquanto os únicos locais onde a invenção russa pode ser vista. Seguramente que a quantidade de usuários irá aumentar se adicionarmos volume à imagem. Isso pode ser feito recorrendo a várias telas nebulosas e a uma aplicação especial. Outra particularidade agradável da tecnologia russa é a sua utilidade no quotidiano.
Uma tela nebulosa interativa, produzida com materiais ecológicos, pode também ser usada como umidificador para o ar da casa.
FONTE: 
http://illuminatielitemaldita.blogspot.com.br/2014/05/projeto-blue-beam-cientistas-usam.html

O fim do mundo - Guerras por causa de alimentos

O fim do mundo

A civilização humana está ameaçada, mas o planeta seguirá firme
Geraldo Hasse
08/05/2014 10:49 - Atualizado em 08/05/2014 10:49
A pedido da Agência Espacial Norte-Americana (NASA), um matemático de sobrenome Motesharrei, que leciona e pesquisa na Universidade de Maryland, produziu um estudo sobre as possíveis/prováveis consequências da exacerbação da produção e do consumo de alimentos, energia, armas etc. Segundo o estudo, a civilização humana está à beira do colapso devido ao crescimento da população e às mudanças climáticas.
Esse diagnóstico não é novo, mas a equipe de Motesharrei listou os ingredientes que se combinam para promover o fim do mundo (do mundo que nós humanos conhecemos, bem entendido). O colapso pode vir da falta de controle de aspectos básicos que regem uma civilização, como o crescimento da população, o clima, o estado das culturas agrícolas e a disponibilidade de água e energia.
O Observatório da Nasa já constatou diversas vezes a multiplicação de eventos climáticos extremos, como o frio intenso do último inverno na América do Norte e o calor que, nos últimos meses, afligiu a Austrália e a América do Sul. Seus estragos paralisam setores vitais para o funcionamento da sociedade.
A economia também desempenha um papel importante. Quanto maior for a diferença entre ricos e pobres, diz o estudo, maiores as chances de um desastre. Segundo a pesquisa, a desigualdade entre as classes sociais vem pautando o fim de impérios há mais de cinco mil anos. Motesharrei cita outros estudos históricos que mostram como crises no clima ou em setores como o energético podem gerar convulsões sociais.
Com o desenvolvimento tecnológico, a agricultura e a indústria registraram um aumento brutal de produtividade nos últimos 200 anos. Ao mesmo tempo, porém, contribuíram para que a demanda crescesse de um modo quase incessante. Ainda assim, entre 1 a 2 bilhões de pessoas passam fome no planeta.  
Hoje, se todos adotassem o estilo de vida dos americanos, seriam necessários cinco planetas para atender as necessidades da população. Por isso, segundo Motesharrei e sua equipe, “achamos difícil evitar o colapso”, já que a maior parte do mundo se orienta pelo estilo norte-americano, que segue exercendo forte liderança no mundo.
A pesquisa ressalta que o fim da civilização ainda pode ser evitado, desde que a humanidade passe por grandes modificações. As principais medidas seriam controlar a taxa de crescimento populacional e diminuir a dependência por recursos naturais — além disso, estes bens deveriam ser distribuídos de um modo mais igualitário.
LEMBRETE DE OCASIÃO
“A atual riqueza americana não foi sonhada pelos fundadores do país e não constituiu um de seus objetivos. (...) A riqueza está tornando a América indiferente aos seus próprios ideais, levando-a a (...) exatamente o oposto daquilo que a Revolução Americana representa. Transforma-a no policial que monta guarda aos interesses criados.” (Arnold Toynbee, historiador inglês, em conferência na Filadélfia em 1961)
COPIADO DE:http://seculodiario.com.br/16750/14/o-fim-do-mundo

Os alimentos cada vez mais caros ao redor do mundo são causa de protestos e revoltas

De 2008 a 2014, a atividade rebelde tem sequencialmente estourado em todo o mundo, da Tunísia ao Egito para a Síria e Iêmen; da Grécia, Espanha, Turquia e Brasil para a Tailândia, Bósnia, Venezuela e Ucrânia.

Em todos os casos, houve um ponto de inflexão: na Tunísia, foi a auto-imolação de Mohamed Bouazizi; em Nova York, foi o resgate de Wall Street; em Istambul, foram algumas árvores ameaçadas no Parque Gezi; no Brasil, foi um aumento de 20 centavos na tarifa de ônibus.

Hoje em dia, o resto do nosso mundo parece prestes a entrar em erupção, com cada nação tendo seu próprio calcanhar de Aquiles, o seu próprio nervo de vulnerabilidade geopolítica em risco de ser picado.

Graças à mídia corporativa, que, convenientemente, coopta a amnésia incessante do ciclo de notícias para desviar a atenção de problemas sistêmicos em curso, este fervor revolucionário global tem sido apresentado a nós como um bando furiosos que sobem e descem e equivalem a nada . Mas por baixo do que temos vindo a perceber como eventos isolados e distintos existe uma causa comum, mas negligenciada, na crise ambiental. O que a maioria das pessoas não percebem é que os focos de instabilidade social são precedidos, geralmente, por um único padrão - uma trindade profana de secabaixa produtividade das lavouras e aumento dos preços de alimentos.

Então, o que a Primavera Árabe, a guerra civil síria, Occupy Gezi, e os recentes conflitos na Ucrânia, Venezuela, Bósnia e Tailândia têm em comum? Comida cara, e escassa.

Como Nafeez Ahmed escreve para o The Guardian:

"O padrão é claro. Preços de alimentos estavam no topo em 2008, coincidindo com a erupção da agitação social na Tunísia, Egito, Iêmen, Somália, Camarões, Moçambique, Sudão, Haiti e Índia, entre outros. Em 2011, os picos de preços precederam a agitação social em todo o Oriente Médio e África do Norte - Egito, Síria, Iraque, Omã, Arábia Saudita, Bahrein, Líbia, Uganda, Mauritânia, Argélia, e assim por diante."

No ano passado, os preços dos alimentos foram os terceiros mais altos da história. Os piores anos foram 2012 e 2011, respectivamente.

Yaneer Bar Yam, pesquisador de alimentos do Complexo Systems Institute da Nova Inglaterra descobriu que "210" é o nosso limite global dos preços dos alimentos. Isso significa que sempre que o Food Price Index (custo dos alimentos / hora) estiver acima de uma taxa de 210, motins explodem. Era o modelo de Bar Yam que previu a Primavera Árabe, poucos dias antes da auto-imolação de Bouazizi, como relata Brian Merchant.

Merchant escreve: "Há certamente muitos outros fatores que alimentam protestos de massa, mas a fome - ou o desespero causado por seu espectro iminente - é muitas vezes o ponto de inflexão".

A seca épica que devastou a Síria a partir de 2006 - 2011 e o fracasso de Assad para responder a ela era apenas um desses pontos de ruptura. Como Thomas Friedman colocou: "Sem água, Revolução".

Hoje, o mundo assistiu ansiosamente enquanto a Síria não cumpria o prazo revisto que foi dado para destruir seu estoque de armas químicas, mas tudo isso funciona para mascarar uma ameaça permanente e maior - a mesmo que desencadeou uma guerra civil notoriamente brutal do país no primeiro lugar: a mudança climática.

"Esta não é uma guerra comum", comentou Friedman da Síria. Após seu retorno da linha de frente, ele escreveu uma declaração desanimadora no New York Times: "Em uma época de mudanças climáticas, estamos propensos a ver muitos mais conflitos." Como manchetes recentes transmitiram, esta época de inquietação extraordinária pode bem já ter começado.

Em alguns casos, a ligação entre a seca, a fome e a revolução é por demais evidente e não demora muito para se manifestar. Em outros, você tem que arranhar abaixo da superfície para encontrar a conexão entre terras estéreis, barrigas vazias e ardente ação nas ruas.

No início deste mês, Jim Yong Kim, o presidente do Banco Mundial, emitiu um alerta de que as batalhas por comida e água estão definidas para começarem durante a próxima década devido à mudança climática. Yong Kim pediu aos ambientalistas para que aprendessem com as lições do movimento HIV, em que os cientistas e ativistas se uniram para combater a AIDS.

O clima geopolítico com certeza ficará cada vez mais quente à medida que mais e mais pessoas se mobilizam, não devido ao idealismo, mas à necessidade. A oportunidade está madura, no entanto, para os movimentos sociais aparentemente desconexos em todo o mundo se unam e realizem um objetivo comum debaixo de seus objetivos distintos. Não importa onde nascemos, que língua falamos, qual religião que praticamos; não importa qual a nossa política, todos nós sentimos a mesma agitação no fundo quando a fome ataca.

A violência que todos devemos protestar não é apenas do tipo que está sendo promulgada por regimes corruptos contra o seu povo, mas a violência que está sendo feito para a Terra e seus habitantes. Como Rebecca Solnit observa, "a mudança climática é a violência."

Fonte: alternet.org
Copiado de:
 http://noticias-alternativas.blogspot.com.br/2014/05/os-alimentos-cada-vez-mais-caros-ao.html

http://jsomokovitz.blogspot.com.br/2014/05/o-fim-do-mundo-guerras-por-causa-de.html
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