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quinta-feira, 1 de maio de 2014

Cientistas alegam terem descoberto como os egípcios moveram pedras gigantes para formar as pirâmides


Uma civilização antiga, sem a ajuda de tecnologia moderna, conseguiu mover pedras de 2,5 toneladas para compor suas famosas pirâmides. Mas como? A pergunta aflige egiptólogos e engenheiros mecânicos há séculos. Mas agora,uma equipe da Universidade de Amsterdã acredita ter descoberto o segredo – e a solução estava na nossa cara o tempo todo.
Tudo se resume ao atrito. Os antigos egípcios transportavam sua carga rochosa através das areias do deserto: dezenas de escravos colocavam as pedras em grandes “trenós”, e as transportavam até o local de construção. Na verdade, os trenós eram basicamente grandes superfícies planas com bordas viradas para cima.
Quando você tenta puxar um trenó desses com uma carga de 2,5 toneladas, ele tende a afundar na areia à frente dele, criando uma elevação que precisa ser removida regularmente antes que possa se ​​tornar um obstáculo ainda maior.
A areia molhada, no entanto, não faz isso. Em areia com a quantidade certa de umidade, formam-se pontes capilares – microgotas de água que fazem os grãos de areia se ligarem uns aos outros -, o que dobra a rigidez relativa do material. Isso impede que a areia forme elevações na frente do trenó, e reduz pela metade a força necessária para arrastar o trenó. Pela metade.
thesetupinth
Ou seja, o truque é molhar a areia à frente do trenó. Como explica o comunicado à imprensa da Universidade de Amsterdã:
Os físicos colocaram, em uma bandeja de areia, uma versão de laboratório do trenó egípcio. Eles determinaram tanto a força de tração necessária e a rigidez da areia como uma função da quantidade de água na areia. Para determinar a rigidez, eles usaram um reômetro, que mostra quanta força é necessária para deformar um certo volume de areia.
Os experimentos revelaram que a força de tração exigida diminui proporcionalmente com a rigidez da areia… Um trenó desliza muito mais facilmente sobre a areia firme [e úmida] do deserto, simplesmente porque a areia não se acumula na frente do trenó, como faz no caso da areia seca.
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Estas experiências servem para confirmar o que os egípcios claramente já sabiam, e o que nós provavelmente já deveríamos saber. Imagens dentro do túmulo de Djehutihotep, descoberto na Era Vitoriana, descrevem uma cena de escravos transportando uma estátua colossal do governante do Império Médio; e nela, há um homem na frente do trenó derramando líquido na areia. Você pode vê-lo na imagem acima, à direita do pé da estátua.
Agora podemos finalmente declarar o fim desta caçada científica. O estudo foi publicado na Physical Review Letters. [Universidade de Amsterdã via Phys.orgvia Gizmodo en Español]
Imagens por wmedien/Shutterstock; Al-Ahram Weekly, 5-11 de agosto de 2004, edição 702; Universidade de Amsterdã

E aí, esta explicação te convenceu ???

Fonte: Gizmodo

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Ucrânia: Por que Odessa levanta-se em protesto?


O povo de Odessa manifesta-se contra a junta de Kiev em 23/3/2014
O povo das regiões de Donetsk e Lugansk ocupou prédios do governo golpista de Kiev, armou-se e declarou sua independência da Ucrânia. Estão combatendo contra o regime de Kiev. A atenção do mundo está focada no que acontece ali. Mas há outros pontos em efervescência na Ucrânia.

Diferente do Donbass, a região de Odessa não tem fronteira com a Rússia e não há ali qualquer porto de ancoragem da Frota Russa no Mar Negro. Mas o povo de Odessa está nas ruas, com bandeiras russas; e manifestou o desejo de separar-se da Ucrânia. 

Em tempos antigos, a região foi habitada por gregos, as áreas povoadas concentravam-se ao longo dos rios Dnieper, Buh Sul e Dniester, que correm diretamente para o Mar Negro. Houve outras colônias: as antigas cidades gregas de Tyras, Olbia e Nikonia comerciavam com os cíntios e os cimérios. 

Governantes sucessivos, na Idade Média, incluíram Nogai Ulus do Khanato da Horda Dourada [e muitos outros.
Região que abrangia o Khanato da Horda Dourada
Durante o reinado do Khan Haci I Giray da Crimeia (1441-1466), o Khanato foi ameaçado pela Horda Dourada e o Império Otomano, e, à procura de aliados, o Khan aceitou ceder a área à Lituânia. Onde hoje está a cidade de Odessa era então uma cidade chamada Khadjibey (também chamada Kocibey, em inglês). Era parte da região de Dykra. Mas a maior parte da área, nesse período, permaneceu desabitada. Em 1765, os otomanos reconstruíram uma fortaleza em Khadjibey (Hocabey), que recebeu o nome de Yeni Dünya. Hocabey foi um centro sanjak [administrativo] da província de Silistre.

Durante a guerra Rússia-Império Otomano, uma pequena força russa, comandada pelo espanhol Grand Don José de Ribas y Boyonswas capturou a fortaleza e manteve-a, como local sinistro, por mais quatro anos. Então, Ribas recebeu ordens para construir uma cidade e um porto para acolher uma flotilha de galeras que ficariam sob seu comando. O comércio cresceu muito. François Sainte de Wollant, engenheiro de Brabante, foi responsável pela construção. Armand-Emmanuel du Plessis Duque de Richelieu

De Ribas foi o primeiro prefeito de Odessa. A cidade realmente prosperou sob o governo de Armand-Emmanuel du Plessis, Duque de Richelieu e herdeiro do legendário cardeal francês. Durante 12 anos de seu governo, a população quadruplicou, e a cidade tornou-se o coração da região de Novorossiysk [Nova Rússia]. Um teatro, uma tipografia e um instituto [de educação] foram construídos. Adiante, Richelieu voltou à França, onde foi Ministro de Relações Estrangeiras e Primeiro-Ministro (duas vezes). 

Os primeiros colonos na cidade de Odessa foram gregos, italianos, albaneses e armênios. Ao final do século 19, havia 49% de russos na população, mas via-se gente de todas as nacionalidades e de todos os países do mundo. Em 1912, a população chegou a meio milhão, e a cidade tornou-se a quarta maior do Império Russo, depois de Moscou, São Petersburgo e Varsóvia. 

A Revolução de 1917 a fez mudar de mãos. Os comerciantes cosmopolitas da cidade foram indiferentes à força de ocupação de Brancos, Vermelhos e britânico-francesa. E sempre trataram com desrespeito as autoridades ucranianas lideradas por Michael Grushevsky (Mykhailo Hrushevsky), Symon Petliura e Pavel (Pavlo) Skoropadskyi. Não acreditavam que aquela gente fosse capaz de criar estado viável. Eram tratados como ocupantes, pela população falante de russo, de Odessa. 

No início da IIª Guerra Mundial, a cidade era habitada por russos (39,2 %), judeus (36,9 %), ucranianos (17,7 %) e poloneses (2,4 %). Parte da população deixou a cidade quando da ofensiva alemã e romena, 250 mil permaneceram, cercados pelo inimigo. Depois que o Exército Vermelho deixou a cidade, enfrentaram vida muito difícil sob ocupação. 80-90% desses que permaneceram eram judeus, e quase todos morreram nas mãos de soldados nazistas e romenos, e de nacionalistas ucranianos. Guetos e campos de concentração deram poucas chances de sobrevivência à vítimas do holocausto de judeus.
Vista interna da principal sinagoga de Odessa(clique na imagem para aumentar)
Nos anos 1980s, os judeus tiveram chance de partir para Israel. Depois, a independência da Ucrânia levou a drástica redução nos padrões de vida. A população de judeus caiu drasticamente. Apesar disso, a comunidade de judeus continuou a ser a mais numerosa e a mais influente.

O golpe em Kiev de fevereiro de 2014 teve pouco apoio dos comerciantes. Os governantes em Kiev são, na maioria, partidários do nacionalismo integralista ucraniano que surgiu nos anos 1920-30s como um misto de fascismo italiano e nacional-socialismo alemão com características ucranianas. O governo “provisório” da Ucrânia traz à frente personalidades odiosas, que abertamente pregam ideologia nazista. Por exemplo, Andriy Parubiy, Chefe do Conselho Nacional de Segurança e Defesa da Ucrânia, o qual, no início dos anos 1990s, tentou registrar um partido político nazista. Naquele momento, o Ministério da Justiça recusou-lhe o registro, porque o partido tinha, incluído no nome, a expressão “nacional-socialismo”. 

Parubiy inverteu a ordem das palavras, e passou a presidir a organização Social-nacionalista; e o programa do grupo continuou carregado de xenofobia e racismo. Pouco adiante, o grupo converteu-se em Partido Svoboda. Hoje é liderado pelo muito bem conhecido antissemita e xenófobo Oleh Tyahnybok. O Svoboda meteu uns poucos membros no governo de Yatsenyuk. 

O Setor Direita (Pravy Sektor) foi a principal força por trás do golpe. É um conglomerado de grupos de orientação nazista, com Trizub como chefe. Defende a pureza da raça branca e prega expurgos como os do tempo de Hitler. O Setor Direita inclui também os “Patriotas da Ucrânia” criado por Parubiy como organização da juventude social-nacionalista. Os “Patriotas” formaram a massa que gerou a Assembleia Social-nacionalista em 2008. A primeira coisa que a Assembleia fez foi anunciar guerra contra outras raças, planos para converter a Ucrânia em estado nuclear, e a dominação global como meta. Segundo o programa dessa Assembleia, minorias têm de ser ou assimiladas ou exiladas.
Odessa é a 3a. maior cidade da Ucrânia(clique na imagem para aumentar)
Muitos dos que vivem em Odessa perderam familiares durante o holocausto de judeus; a perspectiva de virem a ser governados por gente do governo de Kiev é, para eles, inadmissível. Policiais ucranianos nunca trataram os judeus melhor do que os alemães os trataram; e pregam a ideologia nacionalista que praticamente se tornou ideologia de estado na Ucrânia contemporânea. O slogan de Maidan, “Longa vida à Ucrânia. Glória aos heróis!” e nada mais nada menos que a palavra-de-ordem da Organização dos Nacionalistas Ucranianos Banderistas, seguidores de Stepan Bandera, agente da Abwehr que jurou lealdade a Hitler. Bandera e Roman Shukhevych, capitão da Wehrmacht, vice-comandante da força punitiva, são os heróis deles.

Em nenhum caso, em nenhuma hipótese, esse governo será aceitável para o povo de Odessa, que sempre lhe fará oposição. Tentar ver aí alguma “mão de Moscou” é perda de tempo. A razão para o que o povo de Odessa sente e faz está na própria história da cidade. 

Redecastorphoto


Medicina Sionista: animais podem se tornar doadores de órgãos para humanos



© REUTERS Petr Josek

Avanços na tecnologia de transplante poderia pavimentar o caminho para o uso de órgãos de animais em seres humanos. Isso poderia ajudar a resolver o problema da escassez de doadores, de acordo com os pesquisadores.
Dr. Muhammad Mohiuddin, chefe de transplante no Instituto Nacional do Coração, no estado de Maryland, EUA, disse "LiveScience" que o transplante de órgãos de animais poderia ser usado como um substituto para os seres humanos e como uma substituição completa. Pesquisadores implantado corações de porco em babuínos sem substituir os corações originais, mas que liga os órgãos de porcos com o sistema circulatório do babuíno. Descobriu-se que corações de porco sobreviveu em seus receptores para mais de 500 dias. experimento demonstrou que os cientistas podem controlar a rejeição de órgãos usando drogas imunossupressoras. Agora os cientistas utilizados geneticamente órgãos para substituir os corações de babuínos modificado e se eles bem sucedida, eles ainda poderiam levar anos antes que esses transplantes podem ser transferidos para os testes clínicos em seres humanos. Milhares de pessoas estão à espera de um transplante e muitas delas poderiam ser salvas, através de operações como explicado acima. Cerca de 1.000 pacientes só no Reino Unido morrem à espera de um transplante de coração a cada ano, os destaques 'Daily Mail' .
 
FONTE: 

"As farmacêuticas bloqueiam medicamentos que curam, porque não são rentáveis" - afirmou Richard J. Roberts


O Prémio Nobel da Medicina Richard J. Roberts denuncia a forma como funcionam as grandes farmacêuticas dentro do sistema capitalista, preferindo os benefícios económicos à saúde, e detendo o progresso científico na cura de doenças, porque a cura não é tão rentável quanto a cronicidade.
Richard J. Roberts: "É habitual que as farmacêuticas estejam interessadas em investigação não para curar, mas sim para tornar crónicas as doenças com medicamentos cronificadores". Foto de Wally Hartshorn
Há poucos dias, foi revelado que as grandes empresas farmacêuticas dos EUA gastam centenas de milhões de dólares por ano em pagamentos a médicos que promovam os seus medicamentos. Para complementar, reproduzimos esta entrevista com o Prémio Nobel Richard J. Roberts, que diz que os medicamentos que curam não são rentáveis e, portanto, não são desenvolvidos por empresas farmacêuticas que, em troca, desenvolvem medicamentos cronificadores que sejam consumidos de forma serializada. Isto, diz Roberts, faz também com que alguns medicamentos que poderiam curar uma doença não sejam investigados. E pergunta-se até que ponto é válido e ético que a indústria da saúde se reja pelos mesmos valores e princípios que o mercado capitalista, que chega a assemelhar-se ao da máfia.
A investigação pode ser planeada?
Se eu fosse Ministro da Saúde ou o responsável pelas Ciência e Tecnologia, iria procurar pessoas entusiastas com projectos interessantes; dar-lhes-ia dinheiro para que não tivessem de fazer outra coisa que não fosse investigar e deixá-los-ia trabalhar dez anos para que nos pudessem surpreender.
Parece uma boa política.
Acredita-se que, para ir muito longe, temos de apoiar a pesquisa básica, mas se quisermos resultados mais imediatos e lucrativos, devemos apostar na aplicada ...
E não é assim?
Muitas vezes as descobertas mais rentáveis foram feitas a partir de perguntas muito básicas. Assim nasceu a gigantesca e bilionária indústria de biotecnologia dos EUA, para a qual eu trabalho.
Como nasceu?
A biotecnologia surgiu quando pessoas apaixonadas começaram a perguntar-se se poderiam clonar genes e começaram a estudá-los e a tentar purificá-los.
Uma aventura.
Sim, mas ninguém esperava ficar rico com essas questões. Foi difícil conseguir financiamento para investigar as respostas, até que Nixon lançou a guerra contra o cancro em 1971.
Foi cientificamente produtivo?
Permitiu, com uma enorme quantidade de fundos públicos, muita investigação, como a minha, que não trabalha directamente contra o cancro, mas que foi útil para compreender os mecanismos que permitem a vida.
O que descobriu?
Eu e o Phillip Allen Sharp fomos recompensados pela descoberta de introns no DNA eucariótico e o mecanismo de gen splicing (manipulação genética).
Para que serviu?
Essa descoberta ajudou a entender como funciona o DNA e, no entanto, tem apenas uma relação indirecta com o cancro.
Que modelo de investigação lhe parece mais eficaz, o norte-americano ou o europeu?
É óbvio que o dos EUA, em que o capital privado é activo, é muito mais eficiente. Tomemos por exemplo o progresso espectacular da indústria informática, em que o dinheiro privado financia a investigação básica e aplicada. Mas quanto à indústria de saúde... Eu tenho as minhas reservas.
Entendo.
A investigação sobre a saúde humana não pode depender apenas da sua rentabilidade. O que é bom para os dividendos das empresas nem sempre é bom para as pessoas.
Explique.
A indústria farmacêutica quer servir os mercados de capitais ...
Como qualquer outra indústria.
É que não é qualquer outra indústria: nós estamos a falar sobre a nossa saúde e as nossas vidas e as dos nossos filhos e as de milhões de seres humanos.
Mas se eles são rentáveis investigarão melhor.
Se só pensar em lucros, deixa de se preocupar com servir os seres humanos.
Por exemplo...
Eu verifiquei a forma como, em alguns casos, os investigadores dependentes de fundos privados descobriram medicamentos muito eficazes que teriam acabado completamente com uma doença ...
E por que pararam de investigar?
Porque as empresas farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessadas em curar as pessoas como em sacar-lhes dinheiro e, por isso, a investigação, de repente, é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam totalmente, mas que tornam crónica a doença e fazem sentir uma melhoria que desaparece quando se deixa de tomar a medicação.
É uma acusação grave.
Mas é habitual que as farmacêuticas estejam interessadas em linhas de investigação não para curar, mas sim para tornar crónicas as doenças com medicamentos cronificadores muito mais rentáveis que os que curam de uma vez por todas. E não tem de fazer mais que seguir a análise financeira da indústria farmacêutica para comprovar o que eu digo.
Há dividendos que matam.
É por isso que lhe dizia que a saúde não pode ser um mercado nem pode ser vista apenas como um meio para ganhar dinheiro. E, por isso, acho que o modelo europeu misto de capitais públicos e privados dificulta esse tipo de abusos.
Um exemplo de tais abusos?
Deixou de se investigar antibióticos por serem demasiado eficazes e curarem completamente. Como não se têm desenvolvido novos antibióticos, os microorganismos infecciosos tornaram-se resistentes e hoje a tuberculose, que foi derrotada na minha infância, está a surgir novamente e, no ano passado, matou um milhão de pessoas.
Não fala sobre o Terceiro Mundo?
Esse é outro capítulo triste: quase não se investigam as doenças do Terceiro Mundo, porque os medicamentos que as combateriam não seriam rentáveis. Mas eu estou a falar sobre o nosso Primeiro Mundo: o medicamento que cura tudo não é rentável e, portanto, não é investigado.
Os políticos não intervêm?
Não tenho ilusões: no nosso sistema, os políticos são meros funcionários dos grandes capitais, que investem o que for preciso para que os seus boys sejam eleitos e, se não forem, compram os eleitos.
Há de tudo.
Ao capital só interessa multiplicar-se. Quase todos os políticos, e eu sei do que falo, dependem descaradamente dessas multinacionais farmacêuticas que financiam as campanhas deles. O resto são palavras…
fonte:
http://www.esquerda.net/artigo/farmac%C3%AAuticas-bloqueiam-medicamentos-que-curam-porque-n%C3%A3o-s%C3%A3o-rent%C3%A1veis

Em entrevista Oscar Schmidt faz duras críticas a Lula e ao governo, defende fim da maioridade penal e implantação da pena de morte no Brasil


Publicado por Revolta Brasil em 1 maio

Em entrevista Oscar Schmidt faz duras críticas a Lula e ao governo, defende fim da maioridade penal e implantação da pena de morte no Brasil

Em entrevista, o ídolo do basquete, Oscar Shimidt falou sobre protestos e política. Segundo Oscar, o assistencialismo sem critérios do Bolsa-Família é um mecanismo de alienação que tem feito muitos nordestinos, mesmo diante da realidade social desfavorável, amarem o governo, em especial, Lula.
Oscar criticou os políticos hipócritas, que, segundo ele, com as movimentações sociais acontecendo por todos os cantos, tem decidido trabalhar e tentar melhorar seu moral diante da nação. “Não tem coisa pior pra político do que povo na rua”. Ao fim, Oscar Shimidt ainda falou dos altos índices de criminalidade no país e defendeu o fim da maioridade penal e a implantação da pena de morte no Brasil.
Acompanhe a entrevista: 

Cientistas criaram um controle de natalidade em microchips através de comunicações sem fio




© Mchips. Com

O futuro do sistema de injeção de drogas e controle de natalidade é em um microchip, que pretende implementar para pacientes desde 2017. Esta tecnologia, na década de 1990, já está pronto para uso.
Atualmente, os microchips reservatórios de drogas podem ser implantado diretamente sob a pele , proporcionando uma dose de medicamentos anticoncepcionais ou hormônios todos os dias, ao mesmo tempo, de acordo com o site ' Natural Notícias '. O microchip é projetado para ser controlado remotamente e governado por "profissionais médicos." Essencialmente, os indivíduos com o chip não consegue parar de depender de drogas. O chip pode ser programado para injetar drogas, dia após dia, ano após ano, os gestores "profissionais". 's tecnologia "micro-tanque", desenvolvido pela primeira vez no Instituto de Tecnologia de Massachusetts em 1990 por Robert Langer Michael Cima e John Santini, é um chip destinado a liberação de drogas no corpo humano através de um sinal sem fio. Esta tecnologia é usada agora pela empresa americana microchips . Esta empresa planeja realizar sua primeira experiência no campo da medicina em 2017 e oferecem serviços de contracepção para seus clientes. O novo chip de é implantado sob a pele com um anestésico local para entregar hormonas de estrogénio e progestina, como um método de controlo da natalidade. A empresa informa que o dispositivo pode ainda transmitir dados sobre o paciente no hospital, de modo que o médicos "podem ter registros permanentes de exatamente o que foi consumido e quando." microchips Diretor Geral, Bradley Paddock acredita que o dispositivo de entrega de drogas após a implantação do microchip é o maior avanço na medicina desde a criação do primeira pílula, desenvolvido em 1876. "
FONTE:
http://actualidad.rt.com/ciencias/view/126824-microchip-imitacion-cerebro-humano

Cientistas criam microchips que imitam o cérebro humano


Os cientistas desenvolveram microchips de baixa potência com base no cérebro humano, 9.000 vezes mais rápido e usam muito menos energia do que um computador.
O novo microchip abre novas fronteiras na área da robótica e relatórios de computador "ScienceDaily" . usar 16 chips, emulando 1 milhão de neurônios, o sistema Neurogrid procura entender mais o nosso cérebro e copiar algumas de suas estratégias para economizar energia. Um computador pessoal não só é mais lento, ele usa 40 mil vezes mais energia para correr, escrever Kwabena Boahen, professor associado de bioengenharia na Universidade de Stanford, em um artigo publicado no "Proceedings of the IEEE ' . "Do ponto de vista do consumo de energia, o cérebro é difícil de igualar ", diz Boahen, o artigo analisa como os pesquisadores neuromórfica EUA e Europa estão usando silício e 'software' para construir sistemas eletrônicos que imitam os neurônios e sinapses. 



Neste momento, nós precisamos saber como o cérebro, a fim de programar o dispositivo funciona. Nosso próximo objetivo é justamente para criar um neurocompilador que permite que um desenvolvedor para trabalhar com um código mais convencional, sem ter que saber sobre as sinapses e neurônios", diz Boahen . simulando arquitetura Neurogrid cérebro não é acidental. Seu primeiro objetivo é se tornar o piloto de uma nova geração de implantes robóticos para pessoas que sofrem de paralisia. No futuro, no entanto, poderia servir aplicações mais convencionais.
FONTE:
http://actualidad.rt.com/



Deputada Cidinha Campos rasga o verbo, fala a verdade e constrange todo o plenário


Publicado por Revolta Brasil em 1 maio
Deputada Cidinha Campos rasga o verbo, fala a verdade e constrange todo o plenário
 Durante seção plenária na câmara de deputados do Rio de Janeiro, Cidinha Campos (PDT), por ocasião da auto-indicação de José Nader ao Tribunal de Contas do Estado, não poupou críticas ao deputado, que tem diversos processos penais correndo na justiça contra sua pessoa. Cidinha não se limitou a criticar o deputado, mas generalizou ao meio político que tem se mostrado tão corrompido e omisso Voltando à Nader, Cidinha, em tom de revolta, falou dos fatos necessários para assumir o cargo preterido pelo deputado, quais sejam conduta ilibada e notável saber, que segundo Cidinha não se encaixam ao deputado. As palavras da deputada provocaram visível constrangimento a todo o plenário.
As palavras de Cidinha campos não se limitaram por aí, confira a íntegra das críticas da deputada:

Cientistas fazem nervos rompidos voltarem a funcionar usando metal líquido

Prepare suas piadas de T-1000, porque estamos mais próximos de criar pessoas movidas a metal líquido. Uma equipe de engenheiros biomédicos chineses usaram uma liga metálica para fechar a lacuna entre nervos ciáticos rompidos em sapos. Na verdade, isto transformou os nervos em circuitos eletrônicos – e funcionou.

Surpreendentemente, esta solução sci-fi é tão simples quanto parece. Pesquisadores da Universidade Tsinghua (China) procuraram uma maneira de manter os músculos ativos enquanto os nervos se curavam, e notaram que o metal líquido – um material altamente condutor de eletricidade – seria seguro para preencher a lacuna.

Eles escolheram a combinação gálio-índio-selênio, um material benigno que é líquido à temperatura ambiente. (Não confunda com o LiquidMetal, comprado pela Apple em 2010, que não é realmente um líquido.) A liga de metal é também altamente condutora.




Para testá-la, os engenheiros aplicaram um pulso elétrico nos nervos de uma perna de sapo, para que o músculo da panturrilha se contraísse. Então, eles cortaram o nervo ciático e o conectaram novamente com a liga de metal líquido, que transmitiu os sinais elétricos tão bem quanto o nervo antes de ter sido cortado.

Os cientistas testaram ainda o soluto de Ringer, uma mistura de eletrólitos que imita os fluidos corporais. No entanto, ele só levou a carga até certo ponto, mostrando que o metal líquido é melhor nessa tarefa.

Isto significa que o metal poderia ser usado para proteger músculos e nervos após uma lesão; e por sua composição, ele pode ser facilmente removido com a ajuda de um raio-X.

Este é, obviamente, o estágio inicial do que poderia ser um novo tratamento para lesões de nervos. Criaturas com metal líquido também poderiam ser mais um passo em direção a ciborgues, não?

FONTE: http://www.technologyreview.com/

http://ufos-wilson.blogspot.com.br/2014/04/cientistas-fazem-nervos-rompidos.html

"As chances de haver vida em outros planetas são muito altas"

A astrofísica Elisa Quintana, membro do Seti, sigla em inglês para Busca por Inteligência Extraterreste (Search for Extraterrestrial Intelligence Institute) (Nasa)

Elisa Quintana, astrofísica responsável pelo estudo que anunciou o Kepler-186f, planeta semelhante à Terra, acredita que encontrar vida em outros planetas é apenas questão de tempo. Nesta entrevista, ela explica qual a relevância da descoberta e conta como ela irá nos levar a rever nosso papel no universo onde vivemos

A equipe de 23 cientistas responsável pela descoberta do Kepler-186f foi liderada por Elisa Quintana, uma astrofísica que trabalha há oito anos no Seti, sigla em inglês para Busca por Inteligência Extraterreste (Search for Extraterrestrial Intelligence Institute). O local, fundado em 1984 na Califórnia, Estados Unidos, tem seus projetos patrocinados pela Nasa e emprega mais de 120 cientistas com o único propósito de explorar e explicar a origem e natureza da vida no universo. Em outras palavras, seus pesquisadores procuram, com a tecnologia mais avançada do mundo, encontrar seres alienígenas.

O objetivo de Elisa, a astrofísica que, desde 1999 trabalha em projetos da agência espacial americana e também é pesquisadora da missão Kepler, é encontrar planetas como o descoberto no último dia 17, capaz de abrigar água na forma líquida. Para ela, a revelação de muitos planetas semelhantes à Terra é apenas questão de tempo. E eles vão mostrar que as chances de existir vida no espaço, além de nós, é praticamente uma certeza. “Se descobríssemos que planetas das dimensões da Terra não eram comuns, isso também nos traria lições importantes – como a de que, talvez, a vida seja algo especial”, diz a pesquisadora.

Nessa entrevista ao site de VEJA, a cientista explica qual a importância da descoberta do planeta Kepler-186f e conta como essa revelação vai nos levar não só a uma nova compreensão do universo, mas também a rever nosso papel no cosmo.

Sua equipe descobriu um planeta do mesmo tamanho da Terra, na zona habitável de uma estrela. Esse é o primeiro dos planetas assim que serão revelados no futuro? Essa descoberta mostrou que planetas como esse realmente existem. O passo seguinte é encontrar mais desses e descobrir os que estão perto da Terra para podermos medir sua massa e observar suas atmosferas. Isso será possível com a próxima geração de telescópios da Nasa, como o James Webb, que será lançado em 2017 para substituir o Hubble.

De acordo com a última estimativa, só em nossa galáxia seriam 40 bilhões de planetas parecidos com o nosso. Então teríamos essa quantidade de novas descobertas? Esse é o número mais aceito. Há muitos planetas na Via Láctea. E a maior parte deles pode, em teoria, ser do tamanho da Terra ou menores, mas ainda não foram revelados porque são difíceis de encontrar. O fato de que nós descobrimos apenas um planeta do mesmo tamanho da Terra até agora não significa que eles não sejam abundantes. Eles simplesmente ainda não tinham sido vistos. Além disso, a missão Kepler não monitora muitas estrelas anãs, como a do Kepler-186f, porque elas são as mais obscuras para se ver.

Então a descoberta de sua equipe é apenas a consequência natural do avanço da ciência, dos telescópios e dos estudos astronômicos? A missão Kepler foi construída com o propósito de encontrar planetas com o mesmo tamanho da Terra e determinar sua frequência ao redor de outras estrelas além do Sol. Esse era o seu objetivo e, por isso, a descoberta não nos surpreendeu. Se descobríssemos que planetas das dimensões da Terra não eram comuns, isso também nos traria lições importantes — como a de que, talvez, a vida seja algo especial. Estamos descobrindo que existem vários mundos parecidos com o nosso e, por isso, as chances de haver vida em outros planetas são muito altas.

E por que revelações assim são importantes? Porque elas nos mostram a frequência de planetas além do nosso Sistema Solar, nos ajudam a estudar suas atmosferas e composição. Mas, principalmente, nos levam a responder a questões como ‘estamos sozinhos no universo?’ ou ‘será que existe vida além do Sistema Solar?’

E que tipo de vida seria essa? Isso é difícil de responder. Qualquer forma de vida encontrada seria significativa. No instituto onde trabalho, meus colegas procuram sinais de rádio que poderiam vir de formas de vida inteligentes de outros planetas. Outras equipes, que trabalham com astrobiologia, buscam qualquer forma de vida fora da Terra, o que inclui o estudo de Marte, do gelo em Europa (uma das luas de Júpiter) e nas luas de Saturno. Eles também estudam seres em ambientes extremos, tentando compreender a flexibilidade da vida, como o funcionamento biológico de vermes que vivem no fundo de oceanos ou outros organismos que podem viver sem água por décadas, sobreviver a radiações intensas e depois voltar ao normal com uma única gota de água. Eles são fascinantes!

De acordo com o que você diz, a descoberta de planetas parecidos com a Terra vai aumentar e a probabilidade de encontrar outras formas de vida também será maior. Quais seriam as consequências disso? Pessoas como eu, que estudam planetas fora do Sistema Solar, procuram lugares em que existe água porque a vida, como conhecemos, precisa de água, e porque tudo o que podemos monitorar com a tecnologia atual são o vapor d’água ou outros elementos assim na atmosfera. É claro que esses novos planetas podem ter tipos de vida muito diferentes de tudo o que conhecemos, mas, já que não podemos detectar coisas assim, usamos a definição de ‘habitável’ como sendo algo parecido com a Terra e capaz de ter água líquida na superfície. Essa é uma concepção que coloca a Terra como parâmetro, porque achamos que a vida só pode existir na presença de oceanos como os nossos. Mas, no fundo, procuramos por lugares que sejam lar de qualquer forma de vida detectável. Se isso for encontrado, não só irá nos levar a uma compreensão do universo de uma forma completamente nova como nos fará rever nosso papel no cosmo. Deixaremos de ser os únicos seres vivos do universo.

FONTE: REVISTA VEJA


UFOS WILSON: SÓ FALTA SEREM HUMILDES E ACEITAREM QUE ESTAMOS SENDO VISITADOS POR ELES HÁ MILÊNIOS, E NÃO SE BASEAREM EM NOSSA TECNOLOGIA PARA LIMITÁ-LOS.
http://ufos-wilson.blogspot.com.br/2014/05/as-chances-de-haver-vida-em-outros.html
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