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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Joaquim Barbosa divulga nota de repúdio a declarações de Lula em TV portuguesa criticando o STF


Publicado por Revolta Brasil em 29 abril

Joaquim Barbosa divulga nota de repúdio a declarações de Lula em TV portuguesa criticando o STF

Joaquim Barbosa, presidente do STF, divulgou nota neste dia 28, segunda-feira, repudiando declarações do ex-presidente Lula em entrevista à TV RTP de Portugal, em que Lula disse que não houve mensalão e que as decisões do STF foram em sua maioria políticas e não jurídicas. Barbosa lamentou as declarações de Lula e expressou o mais veemente repúdio ao que chamou de “desqualificação do Supremo Tribunal Federal” feito pelo ex-presidente do Brasil em sua entrevista.
Veja a entrevista polêmica de Lula que gerou esse mal-estar com o STF: Em entrevista para TV portuguesa, Lula diz que mensalão não existiu e com tempo isso será provado
Barbosa falou do acesso a informações por toda a mídia e as partes simultaneamente, que demostrou publicamente e para todos os meios, que o julgamento obedeceu a lisura plena, e concluiu : “o juízo de valor emitido pelo ex-chefe de Estado não encontra qualquer respaldo na realidade e revela pura e simplesmente sua dificuldade em compreender o extraordinário papel reservado a um Judiciário independente em uma democracia verdadeiramente digna desse nome”
Veja a Nota em seu texto completo, assinada por Joaquim Barbosa:
Lamento profundamente que um ex-Presidente da República tenha escolhido um órgão da imprensa estrangeira para questionar a lisura do trabalho realizado pelos membros da mais alta Corte do País. A desqualificação do Supremo Tribunal Federal, pilar essencial da democracia brasileira, é um fato grave que merece o mais veemente repúdio. Essa iniciativa emite um sinal de desesperança para o cidadão comum, já indignado com a corrupção e a impunidade, e acuado pela violência. Os cidadãos brasileiros clamam por justiça.
A Ação Penal 470 foi conduzida de forma abasolutamente transparente. Pela primeira vez na história do Tribunal, todas as partes de um processo criminal puderam ter acesso simultaneamente aos autos, a partir de qualquer ponto do território nacional uma vez que toda a documentação fora digitalizada e estava disponível em rede. As cerca de 60 sessões do julgamento foram públicas, com transmissão ao vivo pela TV Justiça, além de terem recebido cobertura jornalística de mais de uma centena de profissionais de veículos nacionais e estrangeiros. Os advogados dos réus acompanharam, desde o primeiro dia, todos os passos do andamento do processo e puderam requerer todas as diligências e provas indispensáveis ao exercício do direito de defesa.
Acolhida a denúncia em agosto de 2007, o Ministério Público e os réus tiveram oportunidade de indicar testemunhas. Foram indicadas, no total, cerca de 600. Acusação e defesa dispuseram de mais de quatro anos para trazer ao conhjecimento do Supremo Tribunal Federal as provas que eram do seu respectivo interesse.
Além da prova testemunhal, foram feitas inúmeras perícias, muitas delas realizadas por órgãos e entidades situadas na esfera de mando e influência do Presidente da República, tais como:
- Banco Central do Brasil;
- Banco do Brasil;
- Polícia Federal;
- COAF;
Também contribuíram para o resultado do julgamento provas resultantes de trabalhos técnicos elaborados por órgãos da Câmara dos Deputados, do Tribunal de Cotnas da União e por Comissão Parlamentar de Inquérito Mista do Congresso Nacional.
Portanto, o juízo de valor emitido pelo ex-chefe de Estado não encontra qualquer respaldo na realidade e revela pura e simplesmente sua dificuldade em compreender o extraordinário papel reservado a um Judiciário independente em uma democracia verdadeiramente digna desse nome.
Joaquim Barbosa
Presidente do Supremo Tribunal Federal

BBC de Londres menciona a situação estranha em que ocorreu o ASSASSNATO do Coronel Malhães. ONU já cobra explicações. Outras agências aumentam a repercussão do caso.

BBC de Londres menciona a situação estranha em que ocorreu o ASSASSINATO do Coronel Malhães. ONU já cobra explicações. Outras agências aumentam a repercussão do caso.
A manchete da BBC foi: Brazilian military rule torturer Paulo Malhaes found dead. A BBC cita o advogado Wadih Damous como autor de teoria que diz haver possibilidade do militar guardar “arquivos secretos” em seus computadores.
A REUTERS diz que a morte do militar pode atrapalhar as investigações da Comissão da Verdade. A agência cita uma declaração de Rosa Cardoso, da CNV, que alega que outras testemunhas podem ficar intimidadas por conta do assassinato.
Como resultado da repercussão internacional causada pelas condições estranhas em que ocorreu o assassinato a Organização das Nações Unidas já cobra do Brasil uma rápida investigação sobre o caso. A possibilidade da morte ter relação com o depoimento de Malhães na Comissão da Verdade é investigada, apesar de a polícia ter dito no sábado que a hipótese de latrocínio é a principal linha de investigação para elucidar o caso.
"É necessário que haja uma investigação imediata para esclarecer os fatos em relação ao caso e aqueles responsáveis precisam ler levados à Justiça", declarou a porta-voz do Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos, Ravina Shamdasani. A ONU alega que novas informações já estão sendo coletadas sobre o episódio e que a Organização deve se pronunciar em breve sobre o assunto.
A Comissão da Verdade do Rio afirmou que irá pedir ao secretário de segurança do Rio, José Mariano Beltrame, para acompanhar as investigações. A comissão revelou também que a viúva do coronel, Cristina Batista Malhães, teria dito que um dos invasores do sítio é parente de vítima assassinada pelo coronel durante a ditadura militar.

Uma guerra na Ucrânia é inevitável?

As tensões estão aumentando na Ucrânia, com retórica mais inflamada e novos exercícios militares. Em meio a esse cenário, uma pergunta se torna inevitável: é possível mesmo que esse conflito vire uma guerra?

Cerca de 40 mil soldados russos estão na fronteira com a Ucrânia. Moscou ordenou a realização de novos exercícios militares. E o ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, alertou que seu país reagirá caso seus interesses sejam atacados na Ucrânia.

Os Estados Unidos também deram início a exercícios militares na região. O país enviou ajuda militar à Ucrânia e aumentou sua cooperação militar com a Polônia e outros países do Báltico. Além disso, a aliança militar Otan também destacou barcos para aumentar a segurança marítima no local.

Há também uma severa crise diplomática. Rússia e Estados Unidos culpam um ao outro de não implementar um acordo firmado na semana passada em Genebra para reduzir as hostilidades – o que prejudica os esforços de se encontrar uma solução pacífica.

Guerra e paz

Diante destas circunstâncias, uma guerra é inevitável?

Apesar de quase todos os elementos estarem presentes para um conflito, o analista de diplomacia da BBC, Jonathan Marcus, acredita que a guerra não é inevitável.

Para ele, os dois países não acabarão entrando em uma guerra propriamente dita, mas há sinais preocupantes de que pode haver algum tipo de enfrentamento.

"Neste assunto, nada é definitivo. E as brigas esporádicas e desorganizadas que ocorreram no leste da Ucrânia entre as forças do governo e homens armados pró-Rússia podem ser um prelúdio do que está por vir", diz.

Uma das opções é que a Rússia organize um ataque em grande escala. Moscou certamente tem soldados suficientes e recursos para se lançar em uma ofensiva no leste da Ucrânia.

Do lado ucraniano, é fácil de prever uma forte resistência por parte de Kiev, o que pressionaria a Rússia a enviar mais soldados (talvez menos preparados) para manter seus avanços no país.

Por outro lado, há sempre a possibilidade de tudo continuar como está agora: com grupos pró-Rússia em lugares específicos da Ucrânia e disputas esporádicas em prédios e estradas.

A intenção por trás disso seria manter uma sensação de caos, fragilizando o governo de Kiev e mostrando sua incapacidade de controlar seu próprio território.

Outra possibilidade é a de uma intervenção limitada por parte de Moscou para "proteger os habitantes de língua russa". O Kremlin insiste que tem os fundamentos necessários no direito internacional para fazer algo neste sentido. No entanto, é difícil imaginar um cenário assim que não contasse com uma reação ucraniana.

Assim, o risco seria de mais hostilidades.

Resposta do Ocidente

Os Estados Unidos já reiteraram que não consideram uma solução militar para o impasse, e apostaram em dois caminhos: algum tipo de solução negociada para redução das tensões e imposição de mais sanções ao governo russo.

Em recente entrevista coletiva, o porta-voz da Casa Branca usou a palavra "custos" 43 vezes em apenas 55 minutos, em referência à Rússia.

O problema é que ambos os caminhos são frágeis. A possibilidade de uma solução negociada sofreu um duro golpe com a troca de farpas entre Moscou e Washington esta semana. Já as sanções até afetam a economia russa, mas não são suficientes para mudar os rumos da política do Kremlin.

Talvez por isso, o Ocidente tenha aumentado agora a sua presença militar na região e fortalecendo o papel da Otan. O objetivo não é necessariamente desencadear uma guerra, mas sim fortalecer o recado a Moscou de que não está satisfeito com a situação.

Outro motivo é mostrar aos vizinhos da Ucrânia de que os Estados Unidos vão apoiar a região militarmente.

Por ora, a crise parece ter chegado a um ponto em que Rússia, Ucrânia e o Ocidente já contemplam a possibilidade de um conflito violento.

É uma etapa que chega com mais perguntas do que respostas. A Rússia realmente quer incorporar partes da Ucrânia, como fez com a Crimeia? Moscou se arriscará a sofrer mais danos econômicos, caso decida intervir?

E o Ocidente teria se equivocado em seus cálculos? E até onde estão dispostos a ir para dissuadir Moscou de seus planos?

Defesa Net

http://noticia-final.blogspot.com.br/2014/04/uma-guerra-na-ucrania-e-inevitavel.html

Marte: Cometa pode colidir com o planeta vermelho


Posted by  on April 28, 2014
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Em 19 de outubro de 2014 um grande cometa (com cerca de 50 quilômetros de diâmetro), o Cometa Siding Spring  C/2013 A1, poderá colidir com o planeta vermelho.
Edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com
Em vista de numerosas informações sobre as ameaças provenientes do espaço cósmico – passagem de um asteroide nas proximidades da Terra em março, a queda de meteoritos, aproximação de cometas – é pouco provável que uma notícia do mesmo gênero sobre outro planeta provoque preocupação do público, mas deveria.
Pois neste caso não se trata da Terra, mas de Marte: em 19 de outubro deste ano de 2014 um grande cometa pode colidir com o planeta vermelho. A fulguração do golpe será  muito bem vista da Terra desde que a colisão se dê no lado de Marte que está voltado para a Terra. Neste caso o Planeta Vermelho vai ficar com uma grande cicatriz – uma cratera de uns 500 quilômetros de diâmetro.
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Na segunda-feira, dia 04 de março de 2013, o JPL (Jet Propultion Laboratory) da NASA reduziu ainda mais a distância nominal de aproximação do cometa Siding Spring C/2013 A1 de Marte.
Até então, o JPL calculava em 104 mil km a distância. Agora esse valor passou a ser de 52 mil km, ficando muito mais próximo com os cálculos feitos pelo astrônomo amador Leonid Elenin, que calculou em cerca de 37 mil km a distância do valor da aproximação. 
Cometa C/2013 A1 Siding Spring foi descoberto em 3 de janeiro de 2013 por pesquisadores de um observatório astronômico australiano . A seguir, os norte americanos conseguiram encontrá-lo em fotografias mais antigas, o que permitiu calcular com mais precisão a sua órbita. Soube-se que o trajeto do cometa cruzaria com a órbita de Marte.
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Com base na sua luminosidade foi calculado que o seu diâmetro deve superar várias vezes o diâmetro dos outros cometas – o seu tamanho seria de cerca de a 50 quilômetros de diâmetro – e a colisão, caso se realize, será grandiosa e apocalíptica em Marte.
Os astrônomos assistiram a um fenômeno semelhante há vinte anos atrás, em 1994, quando o Cometa Shoemaker-Levy se espatifou explodindo ao cair na superfície do Júpiter. No momento da sua aproximação a gravitação forte deste planeta dilacerou o cometa e o quebrou em vários pedaços e a entrada de cada um deles na atmosfera provocava uma fulguração e forte explosão. O momento do evento foi calculado de antemão, com precisão de segundos.
Cometa_Shoemaker-Levy_9_approaching_Jupiter
Uma representação artística do cometa em rota de colisão com Júpiter.
Embora que no momento da colisão nada pudesse ser visto da Terra, pois apenas o lado oposto de Júpiter estava visível, todo o espetáculo foi gravado pela sonda Galileo da NASA que observava o planeta do lado oposto ao visível aqui da Terra e onde caíram os pedaços do cometa.
Algumas horas depois o lado “ferido” do planeta Júpiter se virou para a Terra e todos viram gigantescas cicatrizes como manchas de cor vermelho-escura, na superfície jupiteriana que existiram durante várias semanas. Isto surpreendeu os cientistas pois se sabia que em Júpiter não existe uma superfície firme, pois o planeta é gasoso e não rochoso como a Terra.
A queda de um grande corpo sobre o planeta Marte também seria muito interessante para a ciência estudar, – afirma o chefe de um dos departamentos do instituto de astronomia da Academia de Ciências Russa Dmitri Vibe.
Cometa_Shoemaker-Levy_9-explosão
A colisão do cometa Shoemaker-Levy em Júpiter em 1994 gerou uma série de explosões e deixou imensas cicatrizes no planeta gigante.
“A colisão permitira lançar luz sobre o enigma dos meteoritos marcianos. Pois, na Terra são encontrados meteoritos que quanto aos seus parâmetros fazem lembrar a substância marciana. Não se compreende, como esta substância podia sair voando da superfície de Marte.
Se a colisão acontecer, poderemos assistir a este processo em ação. No plano de problemas de perigo, representado por asteroides e cometas, seria interessante ver como se realizam semelhantes fenômenos num corpo planetário, cuja massa difere pouco da massa da Terra”.
Oleg Malkov, chefe de um dos departamentos do Instituto de Astronomia junto da Academia de Ciências Russa, chamou a atenção para o fato de que nos principais portais astronômicos, como, por exemplo, space.com não se fala nada sobre a futura colisão do cometa com Marte.
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“Os portais sérios não se dedicam a estas questões. Desconfio que se trata de uma histeria antecipada, organizada não por círculos científicos, mas, sim, por pseudocientíficos”.
Com efeito, os cálculos aproximados dos astrônomos revelam que o cometa vai passar a 109 mil quilômetros do centro de Marte e que a probabilidade da colisão é uma por 1060. Será que teremos a oportunidade de assistir a um “show” bonito nos céus em outubro?
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É difícil de crer nisso. Mas está fora de dúvida que os portais de internet, que tinham publicado esta informação, irão ganhar bom dinheiro com os cliques e likes de propaganda.
{Adendo: Caso o Cometa  C/2013 A1 Siding Spring não caia na superfície de Marte no dia 19 de outubro deste ano, ele fatalmente sofrerá a influência do campo gravitacional do planeta vermelho, e neste caso e MUITÍSSIMO MAIS IMPORTANTE, a sua trajetória poderá ser modificada, sendo o seu novo RUMO UMA INCÓGNITA. Este ponto é o que realmente preocupa a NASA e demais agências espaciais do planeta, pois existe uma possibilidade deste cometa se dirigir para passar MUITO PRÓXIMO DA TERRA NO COMEÇO DE 2015 !!}
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