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domingo, 27 de abril de 2014

ELEIÇÕES 2014: Nulos + Brancos + Abstenções = PT


O que é a NATO?


A NATO, ou em português OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), foi formada em 1949, enquanto grande parte da Europa ainda estava lutando para superar a devastação da Segunda Guerra Mundial.

Quando a União Soviética bloqueou o acesso dos Aliados a partes de Berlim, em 1948, e a Alemanha foi dividida em duas nações separadas, os Estados Unidos e vários países europeus responderam ao assinar o Tratado do Atlântico Norte.
O tratado prevê que os países membros da NATO respondam coletivamente a um ataque contra qualquer outro membro. Os países participantes não são obrigados a responder com força militar, mas podem optar por apoiar outros membros com formas políticas, económicas ou de outro tipo.

A missão da NATO

"O propósito essencial da NATO é salvaguardar a liberdade e a segurança dos seus membros através de meios políticos e militares", afirma o site do grupo, com sede em Bruxelas.
A NATO também expressou o compromisso de "valores democráticos" e da partilha de recursos que irão reforçar a defesa e segurança dos países membros através da prevenção de conflitos.
Mas a abordagem do grupo à ação militar é inequívoca: "Se os esforços diplomáticos falharem, ele tem a capacidade militar necessária para realizar operações de gestão de crise", afirma o site.

Membros da NATO

Atualmente, a adesão à NATO conta com 28 países. Os 12 membros originais de 1949 são: Bélgica, Canadá, Dinamarca, França, Islândia, Itália, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Portugal, Reino Unido e Estados Unidos.
Nos anos desde que os membros fundadores assinaram, sete nações adicionais aderiram à NATO: Grécia, Turquia, Alemanha, Espanha, República Checa, Hungria e Polónia.
Em 2004, um ano após a NATO assumir o comando da coligação de nações que lutaram no Afeganistão, outro conjunto de países se associaram: Bulgária, Estónia, Letónia, Lituânia, Roménia, Eslováquia e Eslovénia. Em 2009, a Albânia e a Croácia também aderiram.
Além dos seus 28 países-membros, a NATO tem parcerias estratégicas com outros países através do seu "Plano de Acção para a Adesão", que oferece assistência e aconselhamento a países candidatos à adesão à NATO.
Quatro países estão actualmente a tentar aderir à NATO através precisamente desses planos, nomeadamente a Geórgia, a Bósnia Herzegovina, o Montenegro e a República da Macedónia.

Organização da NATO

Os países membros da NATO são representados por uma delegação, cada uma com um presidente "representante permanente" que é, geralmente, um diplomata experiente ou um oficial militar. Estes representantes formam o Conselho do Atlântico Norte, o órgão administrativo preliminar no âmbito da NATO.
O presidente do Conselho do Atlântico Norte e o diretor geral da NATO é o secretário-geral, que é nomeado por consenso dos membros da NATO. O Secretário-Geral geralmente serve um mandato de quatro anos, embora esse termo possa ser prorrogado.
O líder das operações militares da NATO é o Comandante Supremo Aliado da Europa, que tem sido tipicamente um líder militar americano (o Secretário-Geral tem sido tipicamente um europeu).
O atual secretário-geral da NATO, Anders Fogh Rasmussen é o ex-primeiro-ministro da Dinamarca. Jens Stoltenberg o ex-primeiro-ministro da Noruega, foi escolhido para substituir Rasmussen quando o seu mandato terminar em outubro de 2014.

Ação da NATO

Nos anos seguintes à dissolução da União Soviética, em 1991, a missão da NATO mudou um pouco em resposta.
Nos conflitos dos Balcãs que ocorreram na antiga Jugoslávia na década de 1990, as tropas da NATO realizaram as suas primeiras ações em tempo de guerra, que incluíram abater aeronaves bósnias, bombardeios e outros ataques aéreos.
Após os ataques terroristas do 11 de setembro nos Estados Unidos, as tropas da NATO foram postas em ação para cumprir objetivos do grupo, que afirmam que um ataque a um membro é um ataque contra todos.
Em 2003, a NATO assumiu o controle das operações militares na ocupação anti-terrorista do Afeganistão. As forças da NATO também têm sido ativas nos esforços anti-pirataria ao largo da costa leste de África, e na guerra civil da Líbia, em 2011.
Nas semanas seguintes à controversa anexação russa da região semi-autónoma da Crimeia ucraniana, a NATO tem desempenhado um papel na gestão da crise diplomática, embora nem a Rússia nem a Ucrânia sejam membros de pleno direito da NATO.

A Anomalia Eletromagnética sobre o Brasil


Posted by  on April 27, 2014
AMAS – AAnomalia Eletromagnética sobre o Brasil
Agora está claro que a região onde o campo eletromagnético é mais fraco em toda a superfície terrestre, a Anomalia Magnética do Atlântico Sul-AMAS, está se deslocando e se expandindo. Antes restrita ao sul da África, essa área atualmente cobre parte do sul da América do Sul e quase todo o Atlântico Sul e o BRASIL …
Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com
Análise de fragmentos de tijolos de construções antigas registra enfraquecimento do campo eletromagnético sobre a América do Sul e do Brasil
Carlos Fioravanti - Edição Impressa 185
Durante quatro anos, o físico Gelvam Hartmann coletou e examinou quase 600 fragmentos de tijolos de igrejas e casas antigas da Bahia, de São Paulo, do Rio de Janeiro e do Espírito Santo para conhecer a variação do campo magnético terrestre sobre o Brasil nos últimos 500 anos, um período sobre o qual praticamente não havia informação do ponto de vista geofísico.
Seu trabalho registrou uma inesperada queda na intensidade do campo magnético nas regiões Nordeste e Sudeste e, a partir daí, estabeleceu um método de análise de materiais arqueológicos brasileiros que confirmou ou definiu as prováveis datas de construções antigas, algumas delas sem nenhuma documentação histórica. 
As amostras preparadas vão para o forno: resgate magnético
Ao lado de arqueólogos, arquitetos e geólogos, Hartmann tirou pequenas lascas de tijolos de igrejas e casas coloniais do Pelourinho, no centro histórico de Salvador, com martelo e talhadeira quando era possível ou, quando não, com uma furadeira resfriada a água. Aos poucos, enquanto examinava esse material no Instituto de Física do Globo de Paris (IPGP) e no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP), ele construiu a história magnética do Brasil, ao confirmar as datas das construções e associá-las com as respectivas intensidades magnéticas.
Assim é que emergiu uma informação nova – a intensidade do campo magnético, de 36,2 microteslas  – de uma das mais antigas construções do Brasil, (tesla é a unidade de medida da densidade de fluxo magnético) a Catedral de São Salvador, erguida pelos jesuítas entre 1561 e 1591 com dinheiro do terceiro governador-geral do Brasil, Mem de Sá, e um sino trazido de Portugal.
Quase não houve problemas com a maioria das amostras das fundações e das paredes das igrejas de Salvador, mas, estranhamente, a análise de uma amostra da casa do poeta Gregório de Matos, conhecido como Boca do Inferno por causa do sarcasmo com que tratava as autoridades de Salvador, indicou que a construção teria sido erguida em 1830, não entre 1695 e 1700, como os documentos indicavam. Hartmann verificou depois que essa era a data apenas do terceiro piso – construído mais tarde –, de onde ele havia coletado amostras de tijolos quando aquela parte da casa passava por uma restauração. 
“Os geofísicos estão nos ajudando a contar a história da ocupação do Brasil”, reconhece Marisa Afonso, professora de arqueologia e vice-diretora do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP. Em abril de 2004, ela atravessava um longo dia chuvoso no centro regional do MAE em Piraju, interior paulista, quando recebeu um e-mail de Ricardo Trindade, professor do IAG e orientador de Hartmann no doutorado.
De Paris, Trindade a convidava para ajudar a construir a curva de datação de materiais arqueológicos, como ainda não havia sido feita no Brasil, usando registros do campo magnético, nos moldes do que ele já tinha visto por lá. “Quanto mais métodos de datação, melhor, porque as técnicas mais usadas, como carbono 14 e termoluminescência, nem sempre funcionam em todos os casos”, diz ela. “Por sorte tanto Gelvam quanto Ricardo gostam de arqueologia e sabem falar do que fazem de maneira simples.”
Ao mesmo tempo, Hartmann e outros pesquisadores do IAG estão detalhando as variações do campo magnético terrestre, principalmente nas regiões onde é menos intenso.  O campo é gerado pelo movimento do ferro líquido no núcleo da Terra, expressa-se na superfície do planeta, orientando as bússolas, e forma uma barreira invisível a 30 mil quilômetros acima da superfície do planeta que dificulta a entrada de partículas vindas do Sol. Agora está claro que a região onde o campo é mais fraco em toda a superfície terrestre, a Anomalia Magnética do Atlântico Sul, está se deslocando e se expandindo. Antes restrita ao sul da África, essa área atualmente cobre parte do sul da América do Sul e quase todo o Atlântico Sul.  
Campo magnético total da Terra, sobre o Brasil na área azul mais escura (acima) existe a AMAS, a Anomalia Magnética do Atlântico Sul (Anomalia Magnética do Atlântico Sul, AMAS ou SAA do inglês, South Atlantic Anomaly; ), observar que as linhas de campo na região formam uma figura que se assemelha a um bico de um pato, por isso é chamada “El Pato”.
O ponto de menor intensidade dessa mancha está se deslocando para oeste: já esteve no sul da África, e depois no meio do Atlântico Sul, a meio caminho entre o Brasil e a África do Sul. Por volta de 1930 estava perto da cidade do Rio de Janeiro, migrou para o sul e estacionou sobre o estado de Santa Catarina e atualmente se encontra no Paraguai, com uma intensidade de cerca de 22 microteslas (ver mapa).
Algumas consequências são conhecidas: justamente nas áreas onde o campo é mais fraco os satélites de telecomunicações e os ônibus espaciais podem sofrer mais interferências magnéticas, que podem danificar seus equipamentos, tanto quanto, em uma escala menor, um ímã pode desmagnetizar um computador e o fazer perder as informações.

 Os resultados surgiram após uma série de surpresas, nem todas agradáveis. Hartmann conta que se sentiu desarvorado em maio de 2008, logo no início de um estágio de seis meses no laboratório de paleomagnetismo do Instituto de Física do Globo de Paris. Seu propósito era caracterizar o campo magnético do material que tinha levado – fragmentos cerâmicos brasileiros dos últimos 2 mil anos –, mas as coisas começaram a dar errado.
“Yves Gallet, o chefe do laboratório, disse que eu não conseguiria analisar aquelas peças, por não estarem bem cozidas por dentro. Cerâmicas, tijolos, telhas ou qualquer outro material que passou por um aquecimento intenso podem guardar o registro do campo magnético da Terra no momento do cozimento, mas, para isso,  têm de ter sido assados de modo uniforme. Yves me fez uma proposta: ‘Vá para o Brasil, fique lá 20 dias, colete material histórico, de no máximo 500 anos, e volte; te pago a passagem’”, conta Hartmann. 
Ele desembarcou em Salvador, a primeira capital do Brasil. De imediato procurou Carlos Etchevarne, professor de arqueologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA) que conhecera em um congresso três anos antes, e Rosana Najjar, arqueóloga do Instituto do PatrimônioHistórico e Artístico Nacional (Iphan) e coordenadora do Projeto Pelourinho de Arqueologia (Monumenta/Iphan). Etchevarne e Rosana o apresentaram a outros arqueólogos, que o ajudaram a coletar fragmentos de tijolos de fundações, paredes ou tetos de 20 construções antigas do Pelourinho. “Nunca tínhamos trabalhado antes com físicos”, conta Etchevarne, “mas conseguimos um diálogo muito bom, rapidamente, com objetivos comuns”.
Outra visão da AMAS, a Anomalia Magnética do Atlântico Sul que está sobre a maior parte do BRASIL. (Satélite ROSAT) – Sobre mudanças do Campo Eletromagnético do Planeta ver mais em:  http://thoth3126.com.br/uma-visao-pessoal/
 Eles selecionaram prédios cuja data de construção já era conhecida por meio de registros históricos ou de pesquisas arqueológicas. A razão é simples: Hartmann precisava de uma referência inicial para estabelecer a data de construção por seus próprios métodos, medindo a intensidade dos resquícios do campo magnético registrado em minerais ferrosos como a magnetita e a hematita, que compõem a argila usada para fazer os tijolos dessas construções.
Tanto quanto a data, lhe interessava a intensidade do campo magnético no momento do cozimento. “O campo magnético da Terra oscila incessantemente, em diferentes escalas de tempo, de milissegundos a bilhões de anos, de modo que fragmentos de construções com idades distintas registram valores do campo também distintos”, diz ele. Clique aqui para ver infográfico
De volta a Paris, Hartmann conta que trabalhou “16 horas por dia, incluindo sábados e domingos”, durante dois meses para determinar a idade e a intensidade do campo magnético do material que havia levado. Com essas e outras amostras colhidas em outra viagem a Salvador, ele confirmou por seus próprios métodos as datas de construções históricas, afinando as técnicas de trabalho. “Esses dados servem de ferramenta de datação de construções históricas”, atesta Trindade, que acompanhou a segunda expedição a Salvador, em dezembro de 2008. Servem mesmo. À medida que dominava a técnica e criava uma associação entre as datas e as intensidades do campo magnético, Hartmann pôde definir a data de construção – entre 1675 e 1725 – de uma casa do Pelourinho, a de número 27, da qual os arqueólogos não tinham nenhuma documentação. 
No instituto em Paris e no IAG, Hartmann preparou 295 amostras de 14 igrejas e casas de Salvador. Depois, na Região Sudeste, percorreu casas de fazenda, igrejas e outras construções de São Paulo, ao lado do arqueólogo Paulo Zanettini, e do Espírito Santo e do Rio de Janeiro, com a arqueóloga Rosana Najjar, e obteve mais 289 amostras de 11 lugares. Hartmann deixou as amostras no formato de cubos com um centímetro de lado. Depois submeteu as amostras ao forno paleomagnético, que, após sucessivos aquecimentos e resfriamentos, resgata a intensidade e a orientação do campo magnético no momento em que a argila foi queimada pela primeira vez. É um método demorado e, por enquanto, de baixa eficiência: Hartmann obteve boas informações de apenas 56% das amostras do Nordeste e de 38% das do Sudeste.
Depois de assar, resfriar e medir no magnetômetro as amostras de cada lugar que visitou, Hartmann construiu as curvas de variação da intensidade do campo magnético para cada região. A do Nordeste exibiu valores decrescentes – em torno de 40 microteslas em 1560 para 25 em 1920 – com uma queda de aproximadamente cinco microteslas a cada século. “É bastante”, diz ele. Os valores das amostras da Região Sudeste apresentaram uma queda mais acentuada, como detalhado em um artigo publicado este ano na revista Earth and Planetary Science Letters, onde em 2010 saíram os dados sobre o Nordeste.
Um campo eletromagnético fluindo sobre os dois polos de seu eixo central Norte e Sul, resultando em um Tórus.
 “Os dois artigos representam uma contribuição fundamental para a compreensão da evolução do campo magnético terrestre nos últimos 500 anos”, assegura Trindade. O geofísico Igor Pacca, professor do IAG e um dos pioneiros no Brasil no estudo do campo magnético terrestre, levantou as informações de milhões de anos atrás, registradas em rochas. As mais recentes, do início do século passado para cá, estão sendo coletadas por observatórios terrestres e satélites.
Ao menos nas primeiras tentativas, essa técnica não serviu para datar pinturas rupestres, nem panelas de barro, que perderam o campo magnético original por terem ido muitas vezes ao fogo, nem as casas dos bandeirantes paulistas, feitas de barro amassado e prensado. Etchevarne acredita que talvez sirva para esclarecer as origens de potes de água, que só passam uma vez por temperaturas altas.
“Um dos próximos desafios é encontrar como datar materiais com mais de 500 anos que não foram tão bem queimados”, diz Marisa. “Já pedi a Gelvam para não desistir. Temos peças de cerâmica de até 7 mil anos para datar.” Hartmann já começou a trabalhar com amostras colhidas em Missões e pretende examinar as igrejas de Minas Gerais o mais breve possível para ampliar as análises da variação do campo magnético entre as regiões do Brasil.
Segundo Trindade, essas análises regionais mostraram que o campo magnético no Brasil está longe de apresentar um comportamento ideal, que pode ser comparado ao campo magnético de um ímã de barra. Nas duas regiões, o campo magnético é complexo e apresenta fortes influências de componentes multipolares – ou não dipolares, como os geofísicos dizem. “Nesses casos”, diz Hartmann, “a agulha da bússola apresenta uma forte deflexão com relação ao norte, que pode chegar a mais de 20°”. Já na França, segundo ele, predomina o campo dipolar, como se a Terra fosse um ímã quase perfeito, e as deflexões com relação ao norte não excedem os 5°.
Campo menos intenso – Para os geofísicos, a queda contínua nos valores do campo magnéticoe o fato de as amostras das regiões Nordeste e Sudeste apresentarem grandes diferenças em intensidade devem estar ligados à Anomalia Magnética do Atlântico Sul (S.A.A. – South Atlantic Anomaly, na sigla em inglês). Regida por campos não dipolares, a SAA é uma ampla região com as intensidades mais baixas do campo magnético – em torno de 28 microteslas (o valor médio do campo magnético da Terra é de 40 microteslas e o máximo, de 60 microteslas). “Por causa da proximidade geográfica, a influência da anomalia é maior no Sudeste que no Nordeste brasileiro”, diz Hartmann.  A anomalia representa uma área em que a blindagem do campo magnético contra raios cósmicos e partículas solares é mais frágil.”  
Área de atuação da Anomalia Magnética do Atlântico Sul – SAA e o seu deslocamento e crescimento desde 1590. Hoje ela já cobre quase todo o território brasileiro.
Pacca vê a Sama como uma janela para partículas de alta energia  conhecidas como raios cósmicos, que podem entrar mais facilmente na Terra através de regiões menos intensas do campo magnético(os Polos). Ele e Everton Frigo, também do IAG, acreditam que os raios, por sua vez, poderiam facilitar a formação de nuvens, fazer chover mais e baixar a temperatura, principalmente sobre as terras cobertas por trechos menos intensos do campo magnético. 
Há muito tempo se sabe que as manchas solares interferem no clima, mas nunca soubemos direito como”, diz Pacca. Quanto mais manchas solares, maior a atividade do Sol – e maior seu campo magnético. Nesses momentos, o campo magnético do Sol age em conjunto com o campo magnético da Terra dificultando a entrada de raios cósmicos. Em períodos de menor intensidade da atividade solar, há menos manchas e o campo magnético do Sol é menos forte. 
“Quando os campos do Sol e da Terra estão com a intensidade mínima, os raios cósmicos entram mais facilmente na Terra, colidem com partículas da atmosfera e geram uma quantidade enorme de elétrons e de outras partículas”, diz Pacca. “Toda a energia criada com as colisões produz uma ionização, que pode favorecer a condensação de vapor de água. Os raios cósmicos podem ser os gatilhos que disparam as reações que levam à formação de nuvens de chuva”, teoriza.  Pesquisadores do Reino Unido e da Dinamarca também defendem essa possibilidade, mas ainda há espaço para outras visões. “Até o momento”, diz o físico Paulo Artaxo, da USP, com base em estudos do Painel Intergovernamental das Mudanças Climáticas (IPCC), de que ele faz parte, “não há evidências sólidas, nem a favor, nem contra, de que possa haver algum efeito de raios cósmicos sobre os processos de formação de nuvens”.
Como essa região menos intensa do campo magnético se forma e como pode reduzir a intensidade do campo registrado em rochas ou tijolos? Ninguém sabe. O que mais pode acontecer em razão dessa queda na intensidade do campo, além das interferências em telecomunicações? Outro mistério“Einstein já dizia em 1905 que a origem e a evolução do campo magnético terrestre são um dos problemas mais difíceis da física, já que não seguem nenhum padrão”, argumenta Hartmann. 
 O comportamento do campo magnético terrestre é complexo a ponto de já ter apresentado até mesmo reversões dos polos – o polo norte tornando-se sul – a mais recente há 780 mil anos. E existe a possibilidade de mudar outra vez“Apareceu uma anomalia na Sibéria, que está se ampliando e já é mais intensa que o polo nortemagnético”, diz Pacca. Por enquanto, é como se a Terra tivesse dois polos norte, mas o atual polo norte está perdendo a vez e pode surgir outro, mais forte, em milhares de anos.”
Acima Sunspots no Sol: Há muito tempo se sabe que as manchas solares (sunspots) interferem no clima, mas nunca soubemos direito como”, diz Pacca. Quanto mais manchas solares, maior a atividade do Sol – e maior o seu campo magnético.
Pacca montou um dos primeiros laboratórios de paleomagnetismo no Brasil em 1971, no Instituto de Física da USP. Dois anos depois ele reinstalou os equipamentos no IAG, para onde se mudou, como professor convidado, para formar um grupo de pesquisas em geofísica. Como não havia outros materiais para estudar, por muitos anos só rochas entravam lá. Um dos trabalhos mais ambiciosos consistiu na análise da intensidade e da orientação do campo magnético de 10 mil amostras de rochas do Brasil e da África.
Daí saíram detalhes sobre a posição dos continentes na Terra de 1 bilhão de anos atrásbem diferente de agora: o que corresponde ao atual território brasileiro era uma série de grandes ilhas distantes umas das outras e o bloco de rochas que forma a atual Amazônia estava separado de Goiás e do Nordeste por mares e mais próximo do sul do país do que hoje (ver Pesquisa FAPESP nº 75de maio de 2002). Hoje, grupos de pesquisadores em 24 países – na América do Sul, apenas Argentina e Brasil – trabalham com geomagnetismo e paleomagnetismo.
Pacca encontrou recentemente o que acredita ser o mais antigo estudo em português sobre magnetismo nas rochas, o Roteiro do Goa a Diu, publicado em 1.538 (Goa e Diu eram domínios portugueses no sudoeste da atual Índia). O autor é dom João de Castro, nobre português que terminou a vida, aos 48 anos, como vice-rei da Índia. Em seus roteiros, ele mostrava como os navegadores deveriam se orientar em alto-mar, valendo-se das (posições das) estrelas e de instrumentos simples como a bússola, para chegar aos destinos desejados. “Se não houvesse campo magnético, não haveria bússola”, diz ele. “E sem a bússola não teria havido grandes navegações, que enriqueceram muitos comerciantes e permitiram a conquista de novos espaços como o Brasil.”
Artigo científico
Hartmann, G.A. et al. 
New historical archeointensity data from Brazil: Evidence for a large regional non-dipole field contribution over the past few centuriesEarth and Planetary Science Letters. 
v. 306, p. 66-76. 2011.
Saiba mais em:
  1. http://thoth3126.com.br/uma-visao-pessoal/
  2. http://thoth3126.com.br/mudanca-nos-polos-magneticos-a-ciencia-se-dobra-as-profecias/
  3. http://thoth3126.com.br/canada-sons-de-novo-muito-estranhos-sao-gravados-filme/
  4. http://thoth3126.com.br/mudanca-nos-polos-norte-muda-muito-rapido-polo-sul-se-arrasta/
  5. http://thoth3126.com.br/vulcao-cumbre-vieja-mega-tsunami-pode-atingir-o-brasil/
  6. http://thoth3126.com.br/o-cinturao-de-fotons-acelera-as-mudancas/
  7. http://thoth3126.com.br/mudanca-dos-polos-nortesul-esta-acontecendo-agora/
  8. http://thoth3126.com.br/sinkholes-surgem-por-todo-o-planeta/
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

Direita, Esquerda, ou Avante?


Publicado por Revolta Brasil em 27 abril

Direita, Esquerda, ou Avante?
Pelo visto a ‘ordem do dia’ neste ano eleitoral é digladiar e no calor do embate entre tucanos e petistas todos esquecem por completo o viés socialista do PSDB até mesmo na gênese de sua sigla.
Pouco importa, pois o debate que se espera não é mais uma questão de DIREITA ou ESQUERDA mas sim votar contra a corrupção descarada, dilapidação do erário à luz do dia, descalabros legislativos, aumento de tributos para sustentar LUXOS e REGALIAS, a impunidade, a volta do despotismo esclarecido medieval, os conchavos, o aparelhamento estatal em toda a administração pública, a falta de austeridade com os gastos públicos, a farra dos cargos comissionados, as sempre inacabadas obras faraônicas às custas do sangue e suor do povo brasileiro. É disso que se trata, apartidariamente, nada mais.
Esperamos o debate franco, com nomes aos bois, devemos cobrar a lavagem de roupa suja de todos os lados, esperamos explicações sobre o porquê de gastos excessivos e superfaturados com copa do mundo e olimpíadas, enquanto morremos nos hospitais públicos sucateados ou sobre a construção de superportos e hidrelétricas em outros países enquanto os nossos são motivos de piadas internacionais… ou ainda explicações sobre os bilhões de prejuízo de uma das maiores e mais sólidas empresas do mundo, explicações também sobre a rejeição de parceria com a a Arábia Saudita que ofertou 100% de custeio para a construção da refinaria Abreu e Lima em solo brasileiro que está saindo ao custo de mais de 20 bilhões de reais, e, principalmente, explicações sobre governistas graúdos pegos sistematicamente em atos milionários de corrupção.
Esse é o debate que esperamos, mais duro, mais franco, sem meias palavras ou falsa cordialidade, chega de panos quentes! Os fatos estão aí e devemos colocá-los à mesa. O povo merece respeito mas somos tratados como gado, o tempo todo sendo tangidos.
Não é só votar, é lembrar do seu candidato nos próximos anos e se o seu candidato a Deputado ou Senador não for o vencedor não é por isso que deixará de ser cobrado por NÓS eleitores, pois eles representam nossos interesses em Brasília, capital federal, são nossas vozes no Congresso Nacional.
Devemos sim ir às urnas, mas nunca pararmos só nelas, cobre, fiscalize, participe, somos cidadãos os outros 364 dias do ano.
O Brasil está mudando, o povo QUER mudança… pois não pode chover para sempre.
Fábio Delgado para Revolta Brasil

Ucrânia teme invasão russa

O vice-chanceler da Ucrânia, disse sexta-feira que está preocupado que a Rússia planeja invadir o seu país. Danylo Lubkivsky chamou a Moscou retirar suas tropas da fronteira com a Ucrânia.
Lubkivsky disse que seu país está "enfrentando uma enorme ameaça" e questionou quantos soldados Rússia colocou na porta de seu país. "Eu gostaria de pedir lado russo para nos dizer quantos soldados estão perto da fronteira ucraniana. Quantas pessoas - unidades militares - você continua com eles lá e qual é a razão para isso? Você tem invasão em mente ", perguntou Lubkivsk Falando a jornalistas na sede das Nações Unidas, entre reuniões com funcionários da ONU e de outros diplomatas, o vice-chanceler disse Kyiv teme um novo movimento militar de Moscou.

"Sim, nós temos a informação de que estamos em perigo. É por isso que apelo às autoridades russas para explicar por quais razões se mantêm tantas tropas ao longo da nossa fronteira ", disse Lubkivsky." Esperamos que o bom senso e [a] forte posição internacional que gostamos, e nós somos gratos por isso, vai se acalmar o agressor." 
Ele disse Kyiv prefere uma solução pacífica para o conflito, mas se a Rússia atravessa a fronteira, as tropas ucranianas estão prontas para lutar. 
"Há alguns momentos em [a] história de cada nação quando você tem que defender sua pátria, seu país e sua independência", disse Lubkivsky. 
Ministro Lubkivsky também condenou fortemente a detenção de um grupo de monitores internacionais por separatistas pró-russos. Os monitores trabalham para a Organização para a Segurança e Cooperação na Europa [OSCE] e suas equipes estão atualmente destacados em nove locais em toda a Ucrânia. 
Os Estados Unidos já avisaram que vão impor sanções mais específicas em resposta a ações mais recentes da Rússia. A Rússia disse que está agindo para proteger falantes de russo e cidadãos na Ucrânia. Rússia anexou Crimeia, no mês passado, depois de um apressadamente chamado referendo realizado na presença de tropas russas. A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou o voto nulo.

Fonte: http://www.voanews.com/ e UND

Metano no ar... será um parto doloroso, aguente firme.


Neste vídeo abaixo, estão pequenos trechos da entrevista de Nick Breeze, numa conferência de Imprensa comNatalia Shakhova Igor Semiletov na União Europeia de Geofísica, em Viena, 2012.

Ambos pesquisadores da Universidade do Alasca em Fairbanks e membros da Academia Russa de Ciências.

O que a cientista Shakhova nos diz não é novidade, mas sim "a maneira como ela nos diz". 

Sua fisiologia é preocupante. Sua voz fica embargada, um sintoma de não poder dizer o que realmente gostaria. Ela escolhe até as palavras. 

Oriente Siberian Arctic Shelf é uma área rica em metano, que abrange mais de 2 milhões de quilômetros quadrados de fundo do mar no Oceano Ártico. Ele é 3 vezes maior do que os pântanos próximos da Sibéria que foram considerados a principal fonte no Hemisfério Norte do metano atmosférico.

Entenda: o metano é um gás que promove um efeito estufamais potente 30 vezes do que o dióxido de carbono tão alardeado pela mídia como o causador das mudanças climáticas, ditas; “geradas pelo homem” – o que não é verdade. Não faz o menor sentido, pesquise.

Essas mudanças estão vindo do espaço,
do universo – das SuperWaves.

São cargas de energia eletromagnéticas que estão atravessando o sistema solar já algum tempo, mas se intensificam a cada ano, já que estamos indo a seu encontro. Elas promovemas mudanças no ambiente – em todas as esferas da evolução dos seres “vivos”.

O metano é um fator importante para a mudança climática global, porque de forma tão eficaz prende o calor na Terra, nos mantendo aquecidos e temperados, mas energias vindas do universo estãodesequilibrando todo o sistema que mantinha esse equilíbrio do metano na atmosfera terrestre.

Esse movimento na natureza é caótico como um parto. Precisa de movimentos, de contração e seu oposto, de dor, pânico, desespero, até sua “sublimação”... E a matéria então ganha “vida”, ou um novo programa/script. Temos que nos preparar para essa nova “vida”, recebe-la com informação para seguir o caminho.

O aquecimento está num ciclo continuo de liberação imensa de metano no ar gerado pelo aquecimento interno do planeta = que promove aquecimento global afetando todo o clima – que promove movimentos das placas tectônicas, que promove as atividades vulcânicas - que promove o descongelamento das geleiras – que promove o aumento do nível do mar– que promove mudanças na geografia – que promove mudanças no comportamento dos seres “vivos”.

No leito do mar, o metano é armazenado. Enquanto o permafrost submarino permanece congelado, ele forma uma tampa efetivamente prendendo o metano nas profundezas. No entanto, como o permafrost está derretendo, desenvolve-se furos, que permitem que o metano escape. Estas libertações podem ser maiores e mais abruptas do que aquelas que resultam da decomposição natural dos vegetais no solo.

Em terra, o metano é liberado quando o material orgânico previamente congelado decompõe

Expedições árticas semestrais revelaram que o permafrost submarino na área descongelou muito mais e amplamente do que se pensava anteriormente, em parte devido ao aquecimento da água do fundo do oceano

As coisas estão aceleradas, o que também não é novidade. O novo aqui seria crer que muitas e muitas pessoas estão se preparando para essas dramáticas mudanças. Ficarem cientes que elas serão drásticas e que há necessidade de rever o velho script. 

"Sobreviver", não é a palavra que estou querendo alertar, longe disso. 

Minha intensão é a de levar o SER a despertar do transe, do pensamento: "nada vai acontecer, portanto, não vou mudar nada". 

Chorar e pedir aos deuses ajuda, é o que eles esperam de você, não tenha duvida.

Precisamos rever nossas vidas, rever nossas metas, rever nossos objetivos. Entender que a morte não existe e que se não mudarmos agora, o nosso "mundo" será o mesmo depois e além...

A experiência de mudança se faz aqui. Sua "realidade" começa aqui. O depois... é mais uma armadilha. Fique esperto.

laura botelho
http://bloglaurabotelho.blogspot.com.br/2014/04/metano-no-ar-sera-um-parto-doloroso.html
Assista entes que tirem do ar.

Vírus Mortal MERS está espalhando fora de controle na Arábia Saudita, e salta para o Egito como possível pandemia global

Ela tem sido reconhecida por observadores inteligentes como uma pandemia de superbactéria global é inevitável. A humanidade criou as condições perfeitas para isso: deficiências nutricionais globais, sistemas imunitários enfraquecidos, de alta densidade populacional, as viagens internacionais de alta velocidade e abuso sistêmico de antibióticos por profissionais médicos. Superbactérias resistentes a drogas como meros (Síndrome Respiratória Oriente Médio) são 100% imunes a todo tratamento médico convencional na existência. Não há antibiótico, nenhuma vacina, nenhuma droga e nenhum tratamento praticada pela medicina ocidental que pode parar esses erros ... e infecções são mortais. 
Agora que aprendemos que eles estão se espalhando fora de controle na Arábia Saudita, seguindo um padrão de pandemia explosivo que tem especialistas em doenças infecciosas soando o alarme. 
Ian MacKay, um professor adjunto no Centro de Pesquisa de Doenças Infecciosas Austrália da Universidade de Queensland, está agora advertindo sobre onde isso pode estar a caminho. Ao longo dos últimos 30 dias, casos MERS na Arábia Saudita explodiram a partir de apenas 1-3 por dia para mais de 10 por dia, mostrando uma tendência preocupante. (1) 
"MERS é uma doença particularmente desagradável para aqueles que já tem uma doença que é crônica", escreve Ian MacKay em seu blog. (2) "Estes incluem diabetes, doença renal, doença cardíaca, hipertensão, doença pulmonar, obesidade, câncer e aqueles que fumam ou o uso de esteróides." 
Uma alarmante 140 casos foram encontrados em abril sozinho, e mais MERS casos foram relatados até agora em 2014 do que durante todo o ano de 2013. 
O gráfico seguinte mostra uma tendência alarmante no número acumulado de infecções MERS com um aumento acentuado nos casos sendo relatados em meados de abril:

Os profissionais de saúde cada vez mais infectados: taxa de mortalidade de 7% referiram

De acordo com a análise dos dados por MacKay, os profissionais de saúde também estão sendo infectado e um surpreendente 7% estão morrendo de essas infecções. Do blog do MacKay: (2) 
Trabalhador dos cuidados médicos (PCQ) números subiram acentuadamente (ver abaixo) durante o surto de abril, para um total de 84 detecções, 7% dos quais morreram. Mortes (à esquerda) entre os profissionais de saúde passaram a representar 1,6% de todas as mortes positivos Mers-CoV. Este salto na detecções PCQ tem sido alimentado pelo surto Jeddah, mas também pelo cluster PCQ paralelo entre paramédicos nos Emirados Árabes Unidos; dois eventos ainda completamente inexplicáveis. 
Quando os profissionais de saúde estão infectados, eles tendem a aumentar a propagação da doença por inadvertidamente infectar pacientes. É por isso que os hospitais podem rapidamente tornar-se locais extremamente perigosos durante toda a manifestação: é onde você está na maior parte provável de se infectar. Hospitais, em essência, tornar-se hubs que espalham a doença e se multiplicam a pandemia. Este é exatamente o que tem sido observado em surtos de Ebola, por sinal.

MERS já se espalhou para o Egito

O LA Times (3) agora está relatando que MERS se espalhou a partir da Arábia Saudita para o Egito: 
A televisão estatal disse no sábado que o primeiro caso do país tinha sido descoberto.Ele disse que a paciente, que foi hospitalizado no Cairo, que recentemente viajou para a Arábia Saudita, onde o vírus foi identificado pela primeira vez. 
Portanto, agora temos o primeiro caso documentado de MERS atravessam as fronteiras e se tornando uma superbactéria internacional. É só uma questão de tempo antes que os visitantes para a Arábia Saudita levar esta superbactéria a outras nações também.

A medicina ocidental é totalmente impotente contra MERS

O que é especialmente alarmante sobre a propagação do MERS é que todas as ferramentas da medicina ocidental - medicamentos, vacinas, cirurgia - são completamente e totalmente inútil contra MERS e muitas outras superbactérias. 
Então, quando os pacientes se infectar e ir para o hospital, os hospitais não têm nada a oferecer-lhes, exceto, talvez, a exposição a outras superbactérias que estão agora correndo solta entre os hospitais. Metade de todos os quartos do hospital estão infectadas com superbactérias e superbactérias estão agora matando 48 mil pacientes por ano só nos EUA. Superbactérias mortais são mesmo varrendo hospitais da Califórnia e lares de idosos. 
Hospitais ocidentais de medicina estão em dívida com os interesses da indústria farmacêutica, para que eles se recusam a reconhecer ou prescrever tratamentos que não são patenteados por empresas farmacêuticas. Isso significa que os hospitais se recusam a prescrever tratamentos à base de plantas que podem bloquear infecções MERS como a fórmula "Minor Azul Green Dragon", que contém um ingrediente anti-pandemia altamente eficaz que foi proibida pela FDA.

A medicina ocidental irá matar milhões na próxima pandemia

Como esta infecção se espalha no mundo, pessoas que dependem exclusivamente na medicina ocidental vai morrer em massa, vítimas de um sistema de medicina que oprime e sistemas, mesmo bandidos concorrentes de medicina que oferecem soluções muito mais eficazes para a defesa pandemia. Aqueles que abraçam mais diversos sistemas de medicina (como a Medicina Tradicional Chinesa) terão remédios anti-pandemia prontamente disponíveis. Estas soluções contêm realmente medicamentos compostos potentes que foram sintetizados pelas plantas, em vez de por laboratórios. Qualquer um que desconta o poder da medicina herbal natural é categoricamente ignorantes: até 25% dos medicamentos da Big Pharma são originalmente derivados de plantas medicinais, em primeiro lugar (depois modificado para ser patenteável). Estatinas, por exemplo, foram modelados após os lovastatins naturais originalmente descoberto em levedura de arroz vermelho. 
Como os próximos espalha pandemia global, a rejeição de monopólio da medicina ocidental de remédios naturais quase certamente irá resultar na morte de potencialmente milhões de vítimas - pessoas que poderiam ter sido salvas se eles só tinham dito a verdade sobre tratamentos não-farmacêuticas contra doenças respiratórias infecciosas . É absolutamente criminoso que, quando os profissionais médicos ocidentais têm literalmente nada a oferecer para uma superbactéria mortal, que ao mesmo tempo não quero que as pessoas tenham acesso a qualquer coisa que possa funcionar. Sua mensagem? "Vá para casa e morrer, mas não se atreva a tomar medicamentos à base de plantas, porque isso pode ser perigoso." 
Eu não estou dizendo que uma pessoa não deve usar a medicina ocidental em uma pandemia, por sinal. Meu conselho é usar todas as ferramentas que você pode encontrar - a medicina ocidental, a medicina oriental, fitoterapia, terapias nutricionais, terapia luz solar, etc Só um tolo limita suas opções para a um único sistema de medicina que oferece zero de soluções. 
por Mike Adams , o ranger de Saúde

Fontes: http://www.buzzfeed.com/sheerafrenkel/a-dead ... 
http://virologydownunder.blogspot.com.au/ 
http://www.latimes.com/world/middleeast/la-f ... 
http://www.naturalnews.com
http://illuminatielitemaldita.blogspot.com.br/2014/04/virus-mortal-mers-esta-espalhando-fora.html
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