Seja Bem Vindo
NÃO DEIXE DE CLICAR NOS ANÚNCIOS DESTE, VOCÊ ESTARA AJUDANDO A PERMANENCIA DO MESMO. OBRIGADO

Siga este Blog

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Porto financiado por DILMA é ponto de CONTRABANDO INTERNACIONAL de armas. Incluindo aviões MIG-21 desmontados.



Porto financiado por DILMA é ponto de CONTRABANDO INTERNACIONAL de armas. Incluindo aviões MIG-21 desmontados.
   Os regimes que ainda insistem em adotar uma posição autoritária, como Cuba. Coreia do Norte e Venezuela, atuam como se fossem uma grande quadrilha internacional, usando os recursos do estado para práticas ilegais. É uma lástima que a cúpula do governo brasileiro esteja intimamente ligada aos ditadores cubanos. Não é de se adimirar que, por mais que se mande soldados para regiões de conflito, a tão sonhada cadeira na ONU nunca seja concedida, o mundo inteiro já percebeu os laços estreitos que os governantes brasileiros têm com os piores regimes do planeta. 
   Recentemente a ONU divulgou um relatório informando que o porto de Mariel, financiado pelo governo brasileiro, tem facilitado o tráfico de toneladas de armas para a Coreia do Norte.
 
   Um relatório de peritos do Conselho de Segurança da ONU sobre violações dos embargos de armamento publicado essa semana diz que medidas preventivas, como a inspeção detalhada realizada pelo Panamá em navios que se dirigiam para a Coréia, se mostraram importantes na detecção de violações dos tratados internacionais. O documento revela detalhes de como o porto de Mariel, recentemente reformado pelo conglomerado brasileiro Odebrecht com aporte de recursos do BNDES da ordem de US$ 900 milhões, foi usado para o contrabando de mais de 200 toneladas de armas, incluindo mísseis, para a Coréia do Norte.
   O RELATÓRIO DA ONU diz que os parceiros mais antigos da Coréia do Norte parecem não ter compreendido os detalhes e implicações do não cumprimento das resoluções sobre o embargo de armamento, e o país tem se aproveitado disso.
  Entre a carga escondida estavam seis reboques associados a sistemas de mísseis terra-ar e 25 contêineres carregados com dois MiG-21 desmontados, 15 motores para aviões MiG-21, componentes para sistemas de mísseis terra-ar, munições e diverso material ligado a armamento. O material foi apreendido em 2013 e desde então vem sendo catalogado e estudado por especialistas, juntamente com os documentos encontrados no navio. Este carregamento constituiu a maior quantidade de armas e material proibido enviado para a República Popular Democrática da Coreia desde a adopção da resolução 1718 (2006)
  Cubanos residentes nos EUA, por meio do site Católicos Cubanos, denunciam que a Odebrecht é uma empresa reincidente na ligação com alguns dos regimes mais repressivos do mundo, incluindo Cuba, Venezuela e da Líbia. O site ressalta que a impossibilidade de acesso aos documentos de financiamento internacional feitos pelo Brasil dá margem à mais desconfianças sobre o envolvimento do país em atividades ilícitas.
---------------------------------------------
Mensagem secreta recebida pelo capitão do Navio que transportava o material apreendido no Panamá. (Traduzida)
Saudações!
Acreditando que deve ser difícil fazer uma viagem tão longa, desejo-lhe organizar tudo bem até chegar a Cuba de forma segura. Você já deve ter recebido outras instruções, e eu estou dando-lhe instruções adicionais sobre a carga adicional a partir de Cuba à terra natal. As instruções devem ser conhecida apenas para o Capitão, Secretário de Política e Diretor de Segurança. Cinco dias antes de chegar a Havana, por favor informe o vice-capitão, de modo que ele poderia fazer um [carga] PLAN.
Após a descarga, em Havana, carreguem os 26 contentores de 20 pés. Coloque os conteinners primeiro e carreguem as 10.000 toneladas de açúcar (no próxima porto) sobre eles, de modo que os Conteinners não possam ser vistos...
------------------------------------
Algumas questões são importantes.
Cuba é um país de economia falida, além de ser submetido a forte embargo econômico, o que torna questionável qualquer parceria visando comércio internacional.
- Qual o interesse verdadeiro do Brasil em firmar essa estratégia com a ditadura dos Castro, a ponto de emprestar centenas de milhões de dólares a fundo perdido? 
- Cuba atualmente estuda contratos com a Rússia, em pleno ressurgimento da guerra fria. O Brasil estará de qual lado nessa questão? 
- Qual o motivo dos contratos de financiamento com CUBA serem classificados como SECRETOS?
- Desde meados de 2013 que suspeita-se do envolvimento de MARIEL no carregamento de contrabandos de armamento para países comunistas. Por que o Brasil não pediu explicações públicas sobre o caso?
Http://sociedademilitar.com.br 

Brasil – 514 Anos de Mistérios

Posted by  on April 11, 2014
Vem surgindo UMA NOVA RAÇA … Vem sendo gestada nos últimos 514 anos em terra brasilis … O Sagrado e Santo GRAAL do planeta é aqui, em terra brasilis !! 
A história do Brasil que nossos avós e  professores não conheciam está repleta de referências à presença de fenícios e outros povos em nossa terra milênios antes da chegada de Cabral.“
Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com 
Gilberto Schroeder:  O Brasil não foi descoberto em 1500 (há exatos 514 anos no passado…). Nem a América em 1492.
Milhares de anos antes de Colombo e Cabral colocarem seus pés no chamado Novo Mundo, povos de várias partes do mundo antigo já haviam se estabelecido no continente. Os sinais dessa presença são perceptíveis em inúmeros pontos do Brasil e outros países das américas, em inscrições na rocha ou nos restos das cidades que haviam construído.
Essa teoria é aceita por muitos arqueólogos, antropólogos, paleontólogos, filólogos e pesquisadores autônomos que se dedicaram a descobrir e interpretar esses sinais, elaborando uma história que não é contada nas escolas e muito menos tida como oficial.
É verdade que um número crescente de historiadores rejeita por completo a versão portuguesa e espanhola da descoberta, ou do achamento, apresentando evidências de que tanto Cristóvão Colombo quanto Pedro Álvares Cabral sabiam muito bem para onde se dirigiam e o que poderiam encontrar do outro lado do oceano.  Cartas náuticas (ainda remanescentes de Atlântida via Biblioteca de Alexandria) que, na época, já eram conhecidas há séculos — segundo alguns, há milênios-, indicavam o caminho da mina, literalmente.
Outra linha de estudos levanta uma nova proposta: que os sinais encontrados no Brasil e outros pontos das Américas não foram deixados por civilizações que vieram da África, Europa ou Oriente Médio, mas sim, de povos que se desenvolveram por aqui mesmo e, por alguma razão, desapareceram. As idéias mais radicais, ou apenas mais ousadas, afirmam que o território brasileiro poderia ser o berço de algumas das grandes civilizações do planeta, ou que na América Central estaria a verdadeira Atlântida.
Ondas de colonos teriam se espalhado pelo planeta a partir da América e, apesar de terem florescido em outras regiões, não tiveram o mesmo sucesso aqui. Levanta-se também a possibilidade de que o mundo antigo era um tanto diferente do que imagina a maioria dos historiadores, e que a comunicação entre os povos era bem difundida, com as mais diferentes culturas interagindo e negociando, uma influenciando a outra.
Um dos raciocínios lógicos que levou pesquisadores a pensarem no Brasil como o centro de desenvolvimento de uma sociedade refere-se à idade geológica do nosso terreno, em alguns pontos (o grande planalto central que vai desde a serra gaúcha até Palmas, em Tocantins) superior a 650 milhões de anos, com rochas que chegam a atingir 2,5 bilhões de anos. Segundo os cientistas calculam, o planalto central brasileiro já havia se elevado acima do nível do mar, enquanto a maior parte das terras do planeta ainda estava submersa ou formando pequenas ilhas (como é o caso da Europa, muitíssimo mais recente).
É verdade que um número crescente de historiadores rejeita por completo a versão portuguesa e espanhola da descoberta, ou do achamento, apresentando evidências de que tanto Cristóvão Colombo quanto Pedro Álvares Cabral sabiam muito bem para onde se dirigiam e o que poderiam encontrar do outro lado do oceano. Cartas náuticas (provavelmente ainda remanescentes de Atlântida) que, na época, já eram conhecidas há séculos — segundo alguns, como Charles Hapgood, há milênios —, indicavam o caminho da mina. literalmente.
Em 9 de novembro de 1929, enrolado em uma prateleira empoeirada do famoso Museu Topkapi, em Istambul, dois velhos mapas foram encontrados.
Tratava-se das cartas de um almirante turco, Piri Reis, célebre capitão da marinha turca, que nos deixou um extraordinário livro de memórias intitulado Bahrye, onde relata como ele próprio preparou estes mapas.
Outra linha de estudos levanta uma nova proposta: que os sinais encontrados no Brasil escritos em pedra e outros pontos das Américas não foram deixados por civilizações que vieram da África, Europa ou Oriente Médio, mas sim, de povos que se desenvolveram por aqui mesmo e, por alguma razão, desapareceram.
As idéias mais radicais, ou apenas mais ousadas, afirmam que o território brasileiro poderia ser o berço de algumas das grandes civilizações do planeta, ou que na América Central estaria a verdadeira Atlântida.
Os Colonizadores
Por volta de 1844, o naturalista e arqueólogo dinamarquês Peter Wilhelm Lund descobriu ossadas humanas e de animais em Lagoa Santa, Minas Gerais, cuja idade atribuída é de 20 a 40 mil anos, dependendo dos especialistas que se manifestem a respeito. Alguns estudiosos entendem que esses homens eram os Laguidas, os mesmos cujas ossadas também foram encontradas em Tiahuanaco, Peru, o que confirmaria a antigüidade da civilização sulamericana e, em especial, da brasileira. Da mesma forma, essa datação levou alguns cientistas a recusar a tradicional suposição de que as Américas foram colonizadas a partir do estreito de Behring.
Seguindo nessa linha, vários pesquisadores entendem que os sinais de qualquer provável cultura autóctone só podem ser encontrados em lendas, artefatos e inscrições existentes no território brasileiro, e são mais numerosos do que se imagina. Esses mesmos sinais, gravados nas rochas, também são mostrados como prova da presença de fenícios, sumérios e egípcios por aqui.
Estudando vestígios encontrados na região amazônica e em outros pontos da América do Sul, o historiador paraguaio Marcelino Machuca Martinez entendeu que navegadores fenícios teriam vindo para a foz do rio Amazonas, onde fundaram um reino ao qual ele (Martinez) deu o nome de Mairubi. Segundo Martinez, informações a esse respeito podem ser encontradas em textos do historiador Selênio, dirigidos ao rei da Frigia, em 1329 a.C., nos quais ele informava ao monarca sobre o estabelecimento da colônia em terras distantes.
Por volta de 1100 a.C. os colonizadores teriam partido em dois grupos de exploração: um seguindo pela costa do Brasil até a região do Rio da Prata, e o outro, penetrando na Amazônia até atingir os Andes e o lago Titicaca, onde deram origem à civilização de Tiahuanaco.  Os sinais que Martinez viu são os mesmos estudados por Peregrino Vidal ou Bernardo da Silva Ramos, e podem ser vistos em locais como a Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, em Itapeva, Itaquatiá, Arruoca, Lapa Vermelha, Sete Cidades, Pouso Alto, Monte Alegre e muitos outros lugares.
Estudos Antigos
Não é de hoje que se acredita que as Américas tenham sido colonizadas a partir do Oriente Médio. Em 1571, o pesquisador espanhol Arius Montanus, ou Arias Montano, publicou um mapa-múndi onde era levantada a proposta de que o povo de Jectão, descendente de Noé, ( Gênesis, cap 10, vers. 29) teria sido guiado para cá por um homem chamado Ophir, que chegou até o Peru e fundou um reino com seu nome. Outro grupo, liderado por Jobal, teria permanecido no Brasil. Alguns estudiosos desenvolveram teses semelhantes, como Manassés ben Israel, Lorde Kingsborough e Gregório Garcia, este último em 1607.
Já o historiador Onffroy de Thoron afirmava que o reino de Ophir existiu, mas no alto Amazonas, de onde embarcações fenícias partiam levando madeira e metais preciosos para o rei Salomão, que havia feito um pacto com o rei fenício Hiram, de Tiro (cerca de 970–936 a.C.) para a construção do Templo de Jerusalém. Os fenícios eram os grandes navegadores da época e já tinham um contato anterior com o rei Davi. O Livro de Mórmon, a bíblia da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos  Dias, também cita a colonização das Américas por tribos de Jerusalém, a mais antiga tendo chegado na época em que “o Senhor confundiu as línguas na Torre de Babel”, o que recuaria o descobrimento da América em mais de mil anos.
Diz-se que essa torre foi reconstruída por Nabucodonosor II entre 604 e 562 a.C., mas C.W. Ceram — autor de “Deuses, Túmulos e Sábios” — afirmou não ter dúvidas de que na época de Hamurabi (1955–1913 a.C.) a torre d Babel original já havia desaparecido. Na segunda viagem, por volta de 600 a.C., teriam se estabelecido no Peru e construído a civilização conhecida hoje como Chavín de Huánta. A história e a arqueologia oficialmente não reconhecem a validade dessas especulações, e nem dos estudos do filólogo Peregrino Vidal, que dedicou grande parte de sua vida ao tema.
Ele acreditava que o nome original do Brasil seria Be-ra-zil, significando o domínio dos cantores escuros, e que duas levas de colonos chegaram aqui, a segunda de tribos hamitas. As lendas vão ainda mais longe ao se referirem a Tupi e Guarani como dois irmãos que vieram de uma região distante para povoar o Brasil (a lenda é correta mas a origem dos irmãos seria Atlântida, ao norte). Hoje em dia, antropólogos e historiadores confirmam a existência da lenda e também o fato de que, na época em que os portugueses chegaram ao Brasil, os grupos tupi e guarani já se encontravam há anos em fase de migração para o nordeste. Segundo suas lendas, eles estavam retornando ao local de onde tinham vindo, uma terra mítica além do oceano.
Inscrições gravadas em pedra em Língua Aramaica em Los Lunas, Novo México-EUA
Acima: As Inscrições em Aramaico encontradas em Los Lunas- INTERIOR do Novo México-EUA - http://nyudraa.blogspot.com
Esta rocha foi encontrada no estado norte americano do Novo México e possui escrita inscrições em hebraico antigo e o mais surpreendente na tradução dos caracteres gravados na rocha é que o significado em tudo e por tudo é semelhante aos dez mandamentos dados ao provo hebreu, por Moisés, aos pés do monte Sinai, durante o êxodo conforme descrito na bíblia, o que demonstra a autenticidade e antiguidade das inscrições e o conhecimento que os povos semitas tinham do que viria a ser descoberto mais tarde e denominado de “Novo Mundo”.
  1. Data da inscrição:  cerca 700 a.C; - 
  2. Localização dos Descobrimentos: Região de Los Lunas, Novo México, EUA;  
  3. Data da Descoberta : Desconhecida; levadas ao conhecimento dos estudiosos no ano de 1850. 
  4. Língua: Hebraico/aramaico antigo;  
  5. Escrita Superfície: na rocha:
Tradução dos caracteres:
1. Eu sou YHWH seu Elohim (plural para deuses), que trouxe você para fora da terra
2. Nenhum (outro) Elohim terás diante de mim
3. E uma casa de servos? Não fazem a você? Não fazem
4. YHWH o nome em vão. lembre o dia de
5. Shabat para torná-lo santo honra teu pai e tua mãe, para que
6. Seus dias mais longos ser sobre a terra que YHWH teu Elohim
7. Dá para você, não matar, não cometerás adultério, não roubar, não
8. Humilhar seu vizinho, um falso testemunho. Não cobice a mulher do teu próximo
9. E tudo o que pertence ao teu próximo
A seguir uma tabela comparativa do Tetragramaton (as quatro letras do nome divino hebraico) de Los Lunas  com alguns outros encontrados em velhas inscrições históricas: 
Tetragramaton de Los Lunas  
 amostra tetragrama
Registro Moabita (Moab) em pedra do nono século antes de Cristo 
 amostra tetragrama
Cerâmica Lachish do sétimo século antes de Cristo 
 amostra tetragrama
Manuscritos do Mar Morto do terceiro século antes de Cristo 
amostra tetragramaModerna Inscrição hebraica do Tetragammaton 
Há outra inscrição em uma pedra menor no Pináculo sul da mesa em Los Lunas. Ela pode ter servido como um altar. A foto foi tirada por David Moore em uma viagem de campo para Hidden Mountain em 1993. A primeira linha contém o Tetragrama em letras paleo-hebraico. As letras são semelhantes em estilo à inscrição na pedra Decálogo de Los Lunas, mas parecem estarem mais gastas pela erosão. Para comparação de tamanho foi colocada uma moeda ao lado.A inscrição do Decálogo deLos Lunas usa o Tetragrammaton em três lugares. Eles são esculpidos na superfície da rocha em letras hebraicas antigas. E eles são, provavelmente, uma das mais antigas (cerca de três mil anos) amostras de escrita do Tetragrammaton sobreviventes do mundo! E ESTÃO LOCALIZADAS NA AMÉRICA DO NORTE !!!!!
Foto: David Moore em 1993
Abaixo está um desenho da mesma inscrição e uma tradução interlinear:
 amostra tetragrama
Tradução: Jeová, o nosso deus.

 Fenícios e Hebreus no Brasil há mais de 3 mil anos?
Ludwig Schwennhagen, outro pesquisador que passou muito tempo investigando os sinais encontrados no norte e nordeste do Brasil, acreditava que os fenícios tinham chegado à América por volta de 1100 a.C., estabelecendo-se e realizando uma série de expedições exploratórias ao interior. Além disso, nas constantes viagens que faziam pelo oceano, traziam pessoas de outras nacionalidades, como os etruscos, que teriam criado a riquíssima cerâmica marajoara. Schwennhagen também viu nos nomes de algumas localidades brasileiras uma origem lingüística distante, especialmente fenícia. Assim seria com a cidade de Tutóia, no litoral do Maranhão, tida como a mais antiga da região cujo nome original o pesquisador entende que seria Tur-Tróia.
Os fenícios apoiaram os troianos na guerra contra os gregos e, após a derrota, teriam ajudado levando milhares de sobreviventes para suas colônias, algumas das quais receberam o nome da cidade original. O nome Tur seria referente à metrópole dos fenícios. Também na Argentina, na região de Santiago del Estero, foram realizadas escavações que revelaram vasos e pratos considerados iguais aos encontrados em Tróia, conforme os arqueólogos Emilio e Duncan Wagner publicaram no livro La Civilización Chaco-Santiagueña, em 1935.
Além dos troianos, os fenícios também teriam trazido as amazonas, originalmente residentes na África. Os egípcios teriam sido trazidos por volta de 940 a.C.. As lendas dizem que as amazonas eram as responsáveis pela fabricação dos muiraquitãs, pedras talhadas com figuras variadas e utilizadas como amuletos, encontradas na região amazônica. J. Barbosa Rodrigues, estudioso dos muiraquitãs, via nos amuletos a prova de um relacionamento entre a Ásia e a América num período anterior à chegada dos conquistadores, uma vez que essa técnica de entalhe não era conhecida na região.
Schwennhagen desenvolveu uma linha de pensamento complexa, mas que chamou a atenção de muitos estudiosos. Segundo ele, a Atlântida original seria a região das Antilhas, onde, em meados do século XX, descobriram-se as ruínas submersas de Bimini — local conhecido na época pelo nome de Caraiba, significando terra dos caras ou caris, o povo que estaria ligado aos cários do Mediterrâneo. Saindo das Antilhas, eles se estabeleceram na Venezuela e eram as sete tribos da nação tupi. Schwennhagen propôs que a língua tupi seria um ramo do sumério e que existiriam provas disso nos textos do rei Urgana, gravados em placas de barro e guardados no Museu Britânico.
No entanto, a base histórica para a ligação com os cários não é facilmente sustentada. O domínio dos fenícios no Brasil teria se estendido até cerca de 146 ou 147 a.C., quando os romanos destruíram Cartago durante as guerras púnicas, a poderosa colônia fenícia, e interromperam o contato marítimo. Segundo Schwennhagen, nessa época iniciou-se o êxodo de fenícios e egípcios no Brasil em direção ao norte e oeste, chegando ao Peru, Bolívia e México.
Milhares de Inscrições em rochas
O arqueólogo Bernardo de Azevedo da Silva Ramos trabalhou durante 30 anos na identificação e catalogação de sinais e inscrições do Brasil, coletando cerca de 1500 que foram reunidos no livro Inscrições e Tradições da América Pré-Histórica, publicado pela Imprensa Oficial do Rio de Janeiro. Essa obra foi examinada pela Comissão de Arqueologia, em 1919, que chegou à conclusão de que os desenhos correspondiam a caracteres fenícios, gregos, hebraicos e árabes.
Uma das gravações mais famosas do país está na Pedra do Ingá, na Paraíba.  A rocha, que tem 20 metros de comprimento, foi descoberta em 1598 e estudada pelo cientista Elias Eckerman, em 1641, a mando de Maurício de Nassau (Um judeu holandês interessado na história de seu povo semita). Em 1874 o historiador Vernhagen também estudou as inscrições e, mais recentemente, o professor José Anthero Pereira Jr.. Alguns pesquisadores dizem que não foi possível decifrá-las — entre as inscrições existe uma representação da Constelação de ÓRION. 
Acima: A PEDRA DO INGÁ, no Brasil e suas misteriosas inscrições A Pedra de Ingá, ou Itacoatiara, é formada por blocos de gnaisse divididos em três paineis, tendo o bloco principal dimensão de 24 metros de comprimento por 3,8 m de alturaHá muitos sulcos e pontos capsulares seqüenciados, ordenados, que lembram constelações, embarcações, serpentes, fetos e variados animais e simbologia ainda desconhecida em seu significado, todas parecendo o modo que os indígenas ou os visitantes de outras latitudes (ou de outros planetas) tinham para anunciar idéias ou registrar fatos e lendas, que apresenta um grande potencial turístico e cultural, entretanto explorado de maneira extremamente irregular.
Outras inscrições foram pesquisadas por Marcel Homet, na Pedra Pintada, em Roraima. No local, próximo à divisa com a Venezuela, os desenhos espalham-se por uma área de 600 metros quadrados, muitas vezes apresentando perfis, como era costume na arte egípcia.
Homet dizia que os indígenas encontrados pelos portugueses no Brasil seriam incapazes de fazer tais representações de cavalos, carros, rodas e alfabetos desconhecidos.Inscrições semelhantes surgem na pedra de Itamaracá, no Xingu, analisadas por Ladislao Neto.
A rocha somente é visível em época de seca, o mesmo ocorrendo no Rio Negro, quando a escassez de água descobre grutas em cujos tetos estão figuras de animais, homens, círculos e outros sinais que, segundo Ladislao Neto, lembram os alfabetos semíticos. Existem desenhos também em Itacoatiara, no rio Amazonas, estudados por Silva Ramos e, posteriormente, por Roldão Pires Brandão, para quem tratava-se de escrita fenícia relacionada a uma civilização extinta há 3 mil anos.
Acima: A Pedra Pintada, em Roraima próximo à divisa com a Venezuela, os desenhos espalham-se por uma área de 600 metros quadrados, muitas vezes apresentando perfis, como era costume na arte egípcia.
Cidades Perdidas
As inscrições misteriosas estendem-se por todo o território brasileiro, mas em nenhum lugar são tão visíveis quanto na Pedra da Gávea, um dos cartões postais do Rio de Janeiro. Ali podem ser encontrados sinais que alguns pesquisadores consideram como inscrições fenícias, enquanto outros se recusam a aceitá-los como algo feito por mãos humanas. A própria pedra apresenta a forma de um rosto imenso esculpido, interpretação também recusada por muitos estudiosos, que vêem nela um fenômeno natural de erosão, como o atribuído a Sete Cidades, no Piauí.
Possíveis vestígios de uma cidade pré-descobrimento podem ser encontrados em Paraúna, cerca de 160 quilômetros de Goiânia, onde existem muralhas feitas de pedras com formato hexagonal. As explicações são as mais variadas, e existem mais histórias do que estudos científicos sobre o local, mas tudo indica que se trata efetivamente de algo construído por uma civilização bem antiga.
Também em Monte Alto, na Bahia, no local conhecido como Riacho das Pontas, foram encontradas o que podem ser ruínas de uma cidade desaparecida. O arqueólogo Angyone Costa, que estudou o local, disse existir ali um alinhamento de pedras com cerca de um metro e meio de altura, colocadas eqüidistantes numa extensão de um quilômetro, além de outras ruínas. Não se sabe se essa descoberta está ligada a uma outra, ainda mais sensacional, relatada por exploradores em 1753, na Serra do Sincorá, e dada a público em 1838, quando um funcionário do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro encontrou um relato da viagem e da descoberta na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
Acima a misteriosa Pedra da Gávea no Rio de Janeiro. (Uma esfinge semita dos fenícios?)
A expedição liderada pelo bandeirante Francisco Raposo encontrou uma cidade impressionante, repleta de construções imensas, templos, praças e estátuas. Um dos membros da expedição teria encontrado moedas de ouro com a imagem de um jovem e algumas inscrições.
Depois disso, a cidade jamais pôde ser encontrada novamente. Os sinais da existência de civilizações desenvolvidas no Brasil são inúmeros e dão pano para muitas mangas. Mas chama a atenção que os estudos a respeito parecem não avançar, mantendo uma desnecessária aura de mistério em torno das inscrições, objetos e ruínas.
Independente de serem culturas de outras partes do mundo trazidas para cá, ou de civilizações que aqui se desenvolveram, parece cada vez mais claro que a história do Brasil precisa ser reavaliada. Especialmente aquelas anteriores à chegada dos europeus que, segundo um grande número de pesquisadores acredita, nada descobriram. Apenas tomaram posse de um território há muito conhecido pelo mundo (muito) antigo. 
Mais informações em:
  1. http://thoth3126.com.br/brasil-e-o-mapa-de-piri-reis/
  2. http://thoth3126.com.br/terra-de-ofir-o-rei-salomao-no-brasil/
  3. http://thoth3126.com.br/pedra-da-gavea-uma-esfinge-no-brasil/
  4. http://thoth3126.com.br/brasil-o-territorio-sagrado-para-a-deusa-e-seus-filhos/
  5. http://thoth3126.com.br/brasil-portugal-e-os-cavaleiros-templarios/
  6. http://thoth3126.com.br/brasil-monte-roraima-uma-escalada-ao-mundo-perdido/
  7. http://thoth3126.com.br/pedra-do-inga-evidencias-ufologicas-na-antiga-pre-historia-do-brasil/
  8. http://thoth3126.com.br/o-reino-de-ofir-eo-brasil/
  9. http://thoth3126.com.br/os-reinos-perdidos-z-sitchin/
  10. http://thoth3126.com.br/brasil-o-gigante-desperta/
Permitida a reprodução desde mantenha a formatação original e mencione as fontes.

Marte em aproximação máxima com a Terra

Posted by  on April 11, 2014
marte-aproximação
Terra encontra Marte com a menor distância  
A oposição de Marte vem cerca de uma semana antes da maior aproximação do planeta vermelho à Terra. Na noite de 14 de abril, Marte estará a apenas 57 milhões de milhas (92 milhões de quilômetros) de distância – cerca de 60 por cento da distância da Terra ao Sol (que é em média 93 milhões de milhas, ou 150 milhões de km). (A oposição e aproximação máxima poderiam ocorrer no mesmo dia, se as órbitas dos planetas fossem perfeitamente circular, em vez de ligeiramente elípticas). 
Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com
Na noite de 14 de abril, Marte estará a apenas 57 milhões de milhas (92 milhões de quilômetros) de distância da Terra em sua máxima aproximação de nosso planeta, e sera bem visível como o objeto mais brilhante do céu. O dia 14 de abril é um dia movimentado para os entusiastas do espaço. Essa data também marca um eclipse lunar total visível do hemisfério norte.
Em apenas 4 dias, o planeta Marte fará a sua maior aproximação à Terra desde 2012, o astrofotografo australiano Anthony Wesley não pode esperar. Usando um telescópio de 16 polegadas, ele tirou essa foto:
marte-aproximação
Essa sua imagem de alta resoluçãao mostra a cobertura de gelo do polo norte rapidamente derretendo e se evaporando (no planeta vermelho o verão começou em fevereiro).
Nuvens orográficas cobrem o vulcão Elysium, perto do equador marciano, e uma grande nuvem ainda mais brilhante e azul esta sobre a cratera de impacto Hellas no hemisfério sul. Hellas é o ponto mais baixo em Marte, e alguns focos evidentes de neblina indica que pode haver nevoeiro gelado. 
marte-tamanhos aparentes
O tamanho aparente de Marte na medida em que se aproxima da Terra. No centro, no dia 14 de abril, o momento de sua máxima aproximação, quando será o objeto mais brilhante do céu.
Obtendo resultados tão próximos ao telescópio espacial Hubble de um telescópio de 16 polegadas requer uma boa combinação de visão e longos anos de experiência. Wesley é um dos astrofotógrafos amadores mais importantes do mundo e ele rotineiramente produz imagens como esta. 
Observadores com menos experiência podem tirar boas fotos, também, especialmente nas noites à frente na medida em que o planeta Marte se aproxima da Terra.
marte-spica-rising_strip
Procure pelo laranja escuro de Marte nascendo no leste em torno de cerca de 22:00 horas e distante cerca de 5º da brilhante  e azulada Spica, uma estrela de 1 ª magnitude e alfa da Constelação de Virgem. Para mais informações sobre o que você pode esperar para ver clique aqui.
Mais informações sobre MARTE ver aqui:
  1. http://thoth3126.com.br/marte-em-oposicao-e-mais-proximo-da-terra/
  2. http://thoth3126.com.br/federacao-intergalactica-frota-de-ashtar-sheran-i/
  3. http://thoth3126.com.br/federacao-intergalactica-frota-de-ashtar-sheran-ii/
  4. http://thoth3126.com.br/federacao-intergalactica-frota-de-ashtar-sheran-iii-final/ 
  5. http://thoth3126.com.br/marte-descobertas-entradas-para-um-mundo-subterraneo/
  6. http://thoth3126.com.br/marte-e-spica-proximas-sol-emite-flare-solar/
Permitida a reprodução desde que mantidas a citação das fontes e a formatação original.
thoth-escribawww.thoth3126.com.br 

Nicarágua: Terremoto 6,1º graus sacode o país

Posted by Thoth3126 on April 11, 2014
nicaragua-tremor6,1graus
Terremoto na Nicaragua:
Um forte terremoto de magnitude 6,1º Graus na escala Richter que atingiu nesta quinta-feira à noite (10 de abril) o território da Nicarágua  deixou um morto, 33 feridos, mais de 800 casas destruídas e milhares de desabrigados.
O presidente do país, Daniel Ortega, decretou alerta vermelho após o tremor. ”A partir deste momento estamos passando ao alerta vermelho” disse Ortega.
Edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com
France Presse
11/04/2014 06h10 - Atualizado em 11/04/2014 06h24
As autoridades da Nicarágua informaram hoje que o sismo registado esta noite no nordeste do país causou um morto e pelo menos 266 feridos, e decretaram o alerta vermelho ou de evacuação nas províncias de Manágua e León, noticia a agência Efe.
O presidente destacou que decidiu elevar o nível de alerta porque o terremoto “provocou danos em uma área ampla de nosso país”, principalmente na região do Pacífico.
“O tremor foi sentido em toda a costa do Pacífico e temos relatórios também do centro do país”, disse o diretor do Sistema Nacional para a Prevenção e Atenção de Desastres (Sinapred), Guillermo González.
nicaragua-tremor
Homem observa casa danificada pelo terremoto na região de Nagarote, na Nicarágua. (Foto: Esteban Felix/AP Photo)
Uma mulher, Fátima Medina, de 37 anos, morreu vítima de um infarto provocado por um colapso nervoso, informaram fontes médicas. De acordo com o balanço preliminar, o tremor também deixou 33 feridos, três deles em estado grave, e destruiu total ou parcialmente 822 casas.
“Milhares de famílias perderam as casas ou tiveram as residências gravemente afetadas”, disse Ortega. O tremor provocou ainda um deslizamento de terra no sul da capital nicaraguense. O fornecimento de energia foi suspenso em Manágua, do mesmo modo que as comunicações telefônicas, que eram restabelecidas paulatinamente.
O terremoto ocorreu às 17H27 local (20H27 Brasília) e teve seu epicentro situado 20 km ao norte da capital, na zona do vulcão Apoyeque, a uma profundidade de 10 km, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
EN_01124745_0612
O movimento foi sentido em Manágua e nos departamentos de Jinotega, Matagalpa e Carazo, onde a população abandonou suas casas, segundo o Instituto Nicaraguense de Estudos Territoriais (Ineter).
Após o terremoto principal ocorreram seis tremores secundários superiores a 5 graus. O jornal La Prensa informou que o hospital de León foi evacuado por rachaduras nas paredes do prédio.
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e as fontes.
NÃO DEIXE DE CLICAR NOS ANÚNCIOS DESTE, VOCÊ ESTARA AJUDANDO A PERMANENCIA DO MESMO. OBRIGADO

POSTAGENS MAIS VISITADAS

Disso Você Sabia ? no Facebook