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sexta-feira, 28 de março de 2014

Embaixador da Ucrânia pede para que Brasil não fique "em cima do muro"


Em depoimento à Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, nesta quarta-feira (27), em Brasília, o embaixador da Ucrânia no Brasil, Rostyslav Tronenko, cobrou que o governo brasileiro não se mantenha "em cima do muro" em relação à anexação da Crimeia, que era território autônomo ucraniano, à Rússia.

"O mundo e o Brasil devem ajudar a Ucrânia a enfrentar essa agressão flagrante. Pedimos que não fiquem em silêncio. A Ucrânia está pronta para dialogar e envolver negociadores internacionais, somos um povo de paz. Mas nunca vamos ceder e comprometer a nossa soberania. Ninguém está pedindo ao Brasil para comprar uma briga por causa da Ucrânia, mas não queremos que nosso parceiro estratégico fique em cima do muro, um país que pretende ocupar um lugar no Conselho de Segurança da ONU", afirmou o embaixador, em português -- Tronenko é casado com uma brasileira.

Esta não é a primeira vez que a Ucrânia apela para uma postura mais afirmativa do Brasil com relação ao caso. Em artigo publicado na imprensa brasileira, Rostyslav Tronenko pediu que o Brasil não fique em silêncio diante da anexação da Crimeia pela Rússia.

"Se isso for feito com a Ucrânia, qualquer coisa pode ser feita para qualquer outro país. Se for permitido que isso aconteça, então não existem regras e não há leis", escreveu.

Em entrevista ao UOL no último dia 8, Tronenko chegou a declarar ter "esperança de que Brasil também apoiará as aspirações do povo ucraniano para buscar a solução pacífica do conflito" -- algo que não aconteceu.

'Brics' motiva silêncio do Brasil

A última manifestação da diplomacia brasileira sobre o assunto foi na última quarta-feira (19), em nota protocolar afirmando que a crise deveria "ser equacionada pelos próprios ucranianos". A posição foi reforçada, no mesmo dia, pelo chanceler Luiz Alberto Figueiredo em Paris.

O argumento do Itamaraty para o silêncio diante da maior crise entre Ocidente e Moscou desde o fim da Guerra Fria é o de que o Brasil não costuma interferir em impasses políticos de outros países.

Mas, segundo especialistas ouvidos pela agência de notícias alemão Deutsche Welle, a posição brasileira reflete interesse político e econômico maior e tem como pano de fundo a estreita ligação do Brasil com a Rússia e com o grupo dos Brics (bloco de cooperação política formado por Brasil, Rússia, Índia e China).

"O Brasil está invocando uma noção vaga de 'não ingerência', um posicionamento que apresenta claras incongruências com o que o Brasil desempenhou em crises na América Latina, além de uma inflexão quanto ao papel que projetava para si durante o governo Lula", opina Marcos Troyjo, diretor do BricLab da Universidade de Columbia (EUA) e professor do Ibmec/RJ.

O especialista diz ainda que o Brasil, não apenas pela crise na Crimeia, vem perdendo brilho no cenário internacional. Há, para ele, percalços que abrangem três campos das relações internacionais: o econômico-comercial, o político-militar e o dos valores. E as consequências, afirma, são grandes: o "soft power" brasileiro irradia com menos força.

Fonte: JusBrasil / UOL
http://relatosmundiais.blogspot.com.br/2014/03/embaixador-da-ucrania-pede-para-que.html

Com Marco Civil, funcionários do Estado terão dados dos usuários sem necessidade de autorização judicial, alerta professor da USP


Professor da EACH/USP altera para o fato de que, com o Marco Civil aprovado, funcionários do Estado poderão ter acesso a dados de, por exemplo, usuários que realizarem publicações ou comentários no Facebook sem necessidade de autorização judicial

A grande inovação nas últimas versões do Marco Civil da Internet diz respeito à proteção da privacidade que passou a ser objeto de regulação mais ampla depois das denúncias de espionagem dos Estados Unidos por Edward Snowden. Há dois eixos principais sobre a questão no Marco Civil: a guarda de logs (registros de conexão e de acesso) e os limites para guarda e uso de dados pessoais.

A restrição à guarda e uso de dados pessoais não estava prevista no projeto original já que havia uma iniciativa paralela e complementar ao Marco Civil que era a Lei de proteção de dados pessoais (elaborada pelo Ministério da Justiça e há anos aguardando um parecer da Casa Civil). Após as denúncias de Snowden, alguns elementos básicos da lei foram antecipados no Marco Civil e aparecem nos artigos 7o e 16o.

Art. 7º O acesso à Internet é essencial ao exercício da cidadania e ao usuário são assegurados os seguintes direitos: VI - a informações claras e completas constantes dos contratos de prestação de serviços, com detalhamento sobre o regime de proteção aos registros de conexão e aos registros de acesso a aplicações de Internet, bem como sobre práticas de gerenciamento da rede que possam afetar sua qualidade; e VII - ao não fornecimento a terceiros de seus dados pessoais, inclusive registros de conexão, e de acesso a aplicações de Internet, salvo mediante consentimento livre, expresso e informado ou nas hipóteses previstas em lei; VIII - a informações claras e completas sobre a coleta, uso, armazenamento, tratamento e proteção de seus dados pessoais, que somente poderão ser utilizados para finalidades que: a) justificaram sua coleta; b) não sejam vedadas pela legislação; e c) estejam especificadas nos contratos de prestação de serviços ou em termos de uso de aplicações de Internet. IX - ao consentimento expresso sobre a coleta, uso, armazenamento e tratamento de dados pessoais, que deverá ocorrer de forma destacada das demais cláusulas contratuais; X - a exclusão definitiva dos dados pessoais que tiver fornecido a determinada aplicação de Internet, a seu requerimento, ao término da relação entre as partes, ressalvadas as hipóteses de guarda obrigatória de registros previstas nesta Lei;

(...)

Art. 16. Na provisão de aplicações de Internet, onerosa ou gratuita, é vedada a guarda:

I - dos registros de acesso a outras aplicações de Internet sem que o titular dos dados tenha consentido previamente, respeitado o disposto no art. 7º; ou

II - de dados pessoais que sejam excessivos em relação à finalidade para a qual foi dado consentimento pelo seu titular.

Os incisos VI a X do artigo 7º estabelecem que a coleta de dados pessoais e o uso que se fará dos dados precisam ser informados ao usuário e os dados coletados só poderão ser utilizados para aquele fim e não poderão ser repassados a terceiros sem o consentimento do usuário. Esses direitos são os mais elementares para impedir que empresas coletem dados para fins outros que não o da prestação do serviço ou da apresentação de publicidade e que não possam legalmente repassar dados para terceiros sem a autorização expressa do usuário, como acontece hoje. O inciso X diz ainda que o usuário poderá solicitar a destruição dos dados quando deixar de usar um serviço. Regulação adicional como a que dispõe sobre a interconexão de bancos de dados foi deixada para a tão aguardada Lei de proteção de dados pessoais. O artigo 16 proíbe que um serviço monitore o acesso a outros serviços sem o consentimento do usuário -- por exemplo, que uma vez conectado ao Facebook ou ao Google, o acesso a outros sites parceiros dessas empresas seja monitorado e os dados enviados para elas sem o consentimento do usuário.

O controverso dispositivo que obrigava a guarda dos dados no Brasil por prestadores comerciais de serviço caiu. Ao contrário de outros comentadores, eu sou da opinião que ele era relativamente inócuo do ponto de vista da proteção da privacidade, mas que teria efeitos positivos de política industrial ao criar custos para atuação de empresas transnacionais no Brasil, abrindo espaço para a competição de atores nacionais. De qualquer modo, sua supressão apenas retira um ponto desnecessário de divisão entre aqueles que querem ver o Marco Civil aprovado.

Os artigos 13 a 15 tratam da guarda de logs, isto é, dos registros de conexão e de acesso a sites e serviços:

Art. 13. Na provisão de conexão à Internet, cabe ao administrador de sistema autônomo respectivo o dever de manter os registros de conexão, sob sigilo, em ambiente controlado e de segurança, pelo prazo de um ano, nos termos do regulamento.

(...)

Art. 14. Na provisão de conexão, onerosa ou gratuita, é vedado guardar os registros de acesso a aplicações de Internet.

Art 15. O provedor de aplicações de Internet constituído na forma de pessoa jurídica, que exerça essa atividade de forma organizada, profissionalmente e com fins econômicos, deverá manter os respectivos registros de acesso a aplicações de internet, sob sigilo, em ambiente controlado e de segurança, pelo prazo de seis meses, nos termos do regulamento.

O artigo 13 estabelece que os dados de conexão, isto é, os dados de que Fulano que tem tal cadastro, acessou a internet durante tal período com tal IP, serão mantidos por um ano -- prazo que é prorrogável se houver autorização da justiça. O artigo 15 estabelece que os serviços de Internet (por exemplo, os sites) devem manter registros de acesso (do tipo IP tal utilizou o site em tal dia e horário) por seis meses, também prorrogáveis com autorização de um juiz. A necessidade de guarda de registro de serviços só se aplica a empresas, mas um juiz pode estender a obrigação a provedores de serviços não comerciais. O artigo 14 estabelece que o provedor de acesso à Internet -- por exemplo, a Telefônica -- não pode monitorar os serviços que você utiliza (por exemplo, os sites que você acessa).

A guarda de registros é relevante para a proteção da privacidade porque o cruzamento dos registros de conexão e acesso permite estabelecer, por exemplo, que Fulano acessou no dia tal, em tal horário a página do MST ou do Black Bloc ou, ainda, que postagem que convocava manifestação publicada no dia tal e à hora tal vieram do IP tal cujo usuário cadastrado é Fulano.

A discussão sobre os prazos para guarda de registros é, na minha opinião, o principal revés no que diz respeito à proteção à privacidade. Versões anteriores do Marco estabeleciam prazo de seis meses para a guarda de registros de conexão e a proibição da guarda de registros de acesso a serviços. No entanto, houve muita pressão de órgãos de investigação (polícias e Ministério Público) para a guarda desses dados e a atual redação é provavelmente o equilíbrio possível.

Por fim, o preocupante parágrafo 3º do artigo 10 estabelece uma exceção para as autoridades administrativas que podem ter acesso aos dados cadastrais sem autorização judicial:

Art. 10. A guarda e a disponibilização dos registros de conexão e de acesso a aplicações de Internet de que trata esta Lei, bem como de dados pessoais e do conteúdo de comunicações privadas, devem atender à preservação da intimidade, vida privada, honra e imagem das partes direta ou indiretamente envolvidas. § 3º O disposto no caput não impede o acesso, pelas autoridades administrativas que detenham competência legal para a sua requisição, aos dados cadastrais que informem qualificação pessoal, filiação e endereço, na forma da lei.

Essa injustificável exceção repete a porta deixada aberta ao Estado para a violação da privacidade que também está na última versão pública da Lei de proteção de dados pessoais. O parágrafo terceiro diz que as proteções trazidas pelo Marco Civil não vão impedir que o Estado tenha acesso a dados cadastrais, seja de provedores de conexão, seja de provedores de serviço -- em outras palavras, autoridades do Estado poderão solicitar tanto a empresas como a Telefônica, como a empresas como Facebook e Google os dados cadastrais de usuários sem autorização judicial -- poderão ter acesso, por exemplo, aos dados cadastrais de um login que fez comentários de natureza política no Facebook, no Twitter ou num blog sem precisar de autorização de um juiz. As implicações para a privacidade são óbvias.

Fonte: JusBrasil
http://relatosmundiais.blogspot.com.br/2014/03/com-marco-civil-funcionarios-do-estado.html

CURIOSIDADE: POR QUE OS MÉDICOS USAM ROUPA VERDE OU AZUL NA SALA DE CIRURGIA?

Posted by Liberte Sua Mente 
Geralmente, os médicos, enfermeiros e outros profissionais da área de saúde usam roupas brancas. O branco nas roupas dos médicos surgiu no final do século XIX, quando se provou que muitas doenças vinham da falta de assepsia nos hospitais, e a roupa branca e limpa virou norma. Mas nas salas de cirurgia, os cirurgiões, anestesistas e os auxiliares usam roupa azul ou verde. Embora, poucas pessoas tenham pensado nisso, existe uma razão importante para essa regra.

As cores azul e verde são opostas ao vermelho (a cor do sangue) na “roda das cores” e por isso são cores adequadas para melhorar a visão dos médicos durante o procedimento. Observem a figura abaixo. Olhem fixamente por 10 segundos para o centro deste coração vermelho e, em seguida olhe para uma superfície branca.
Aposto que você viu uma sombra de um coração azul-esverdeado. Pois é, se as roupas e paredes da sala de cirurgia fossem brancas a visão dos médicos ficaria muito prejudicada em relação ao vermelho do sangue que eles olham fixamente durante a cirurgia. A ilusão de ótica criaria vários “fantasmas” e isso distrairia os profissionais. Foi aí que surgiu a ideia de usar roupas azuis ou verdes na sala de cirurgia. Os “fantasmas” azuis-esverdeados se fundem a cor do tecido e se tornam neutros. É como se essa cor atualizasse o cérebro dos médicos para a cor vermelha. Isso causa um conforto na visão dos profissionais e aumentam sua concentração.
Os truques do cérebro vão além. De acordo com especialistas, o nosso cérebro interpreta uma cor em relação outra e, olhando por muito tempo para variações entre vermelho e rosa, o sinal dessas cores no cérebro fica desbotada e o cirurgião pode correr o risco de perder a sensibilidade aos tons de vermelho. Assim, olhar para cores frias como verde e azul de vez enquanto atualiza o cérebro e nos faz ficar mais sensíveis ao vermelho.

Fontes: [ Diário de Biologia/Science Line/MegaCurioso ]

http://libertesuamente13.blogspot.com.br/2014/03/curiosidade-por-que-os-medicos-usam.html

Por que construiu os EUA um complexo gigante "'no deserto da Califórnia?

© YouTube / TheHowlandCompany


Uma das bases mais particulares dos EUA é a simulação Arena de Interação Missile (MESA), um estágio de som gigante no deserto da Califórnia, onde os candidatos a projetos de teste e validação e detonadores de mísseis.


Com uma estrutura semelhante a um conjunto de cerca de 8.000 metros quadrados, este laboratório permite que aeronaves penduradas no tecto (tamanho normal ou miniatura) e fazer manobras lentamente, enquanto um sensor baseado num sistema de lança recria a vrlocidade de voo reduzida de um míssil. Desta, você pode decidir o tempo e habilidade para derrubar um míssil para atingir um objetivo numa determinada área, informa o portal Alpha Foxtrot .
© da Marinha dos EUA


Avaliando o 'cérebro e os olhos "de um míssil em condições de laboratório rigorosas também criar modelos de computador que podem extrapolar a eficácia de um motor de busca e detonador e, portanto, as capacidades de extermínio da munição.


Além disso, dentro da MESA podem calcular a capacidade de sobrevivência de um determinado alvo em diferentes condições e cenários. Você pode até mesmo avaliar os sistemas de mísseis hostis e compreender melhor a sua eficácia potencial. 


Sua capacidade de realizar centenas de testes simulados num único dia torna isso uma facilidade verdadeiramente multifuncional. A lista de programas testados seus braços inclui a munição mais avançada no mundo. 


Estes incluem o AIM-9X, Phoenix, Evolved Sea Sparrow, SLAM-ER. Roland,Patriot , para citar alguns. 


Tradução Google

Via: http://issoeofim.blogspot.com.br/2014/03/por-que-construiu-os-eua-um-complexo.html

Você sabia que o mundo pode ganhar 4 novos países em 2014?

Entenda como anda a situação política de alguns territórios e o que pode mudar no cenário global
Por Fabrízia Ribeiro
Fonte da imagem: Reprodução/Mashable
O mundo nem sempre foi da maneira que conhecemos hoje. Por esse motivo, é natural que ocorram mudanças e alterações no cenário atual. As motivações podem ser as mais distintas, mas o que a população de lugares como Veneza, Quebéc, Catalunha e Escócia tem em comum é o desejo de ser reconhecida de maneira independente e seguir suas próprias regras.

Os impasses culturais, econômicos e políticos já acontecem há anos em cada uma das regiões citadas, mas podemos dizer que o recente referendo da Crimeia contribuiu em grande parte para que a população de outros lugares tomasse a iniciativa de realizar suas próprias eleições.
Escoceses expressam sua opinião quanto à independência do Reino Unido.Fonte da imagem: Reprodução/The Telegraph

“Embora a história nunca se repita, estamos passando por um forte retorno das pequenas nações, países menores e prósperos, que podem interagir uns com os outros em um panorama global”, explicou Paolo Bernardini, professor de História Europeia, à CNBC.

Além da Crimeia (na Ucrânia), que já demonstrou seu interesse de ser reintegrada à Federação Russa no referendo do dia 16 de março, a cidade de Veneza (na Itália) também realizou uma votação online na semana passada. Os resultados mostraram que 89% dos italianos da região desejam se tornar independentes de Roma.

No próximo dia 7 de abril, é a população de Quebéc (no Canadá) que realizará eleições. Se a maioria estiver de acordo com a proposta o partido separatista deve lutar para aprovar um referendo que garante a independência da província do restante do país.

Na sequência, a Escócia – que já é um país, mas está em busca de sua independência do Reino Unido – deve votar sua independência no dia 18 de setembro. Se o país conseguir aprovar o referendo e consolidar sua separação, tudo indica que a bandeira do Reino Unido (conhecida também como Union Flag) sofrerá alterações.
Catalães vão às ruas pela separação do território.Fonte da imagem:Reprodução/Reagrupment International

Por fim, no dia 9 de novembro, os catalães vão votar para que a Catalunha se torne um Estado Independente da Espanha. Pesquisas prévias mostram que 44% é a favor da independência, mas ainda há 17% de indecisos.

“A Catalunha, a Escócia, o País Basco, o País de Gales e Flandres são nações distintas com uma longa história por trás e um forte desejo de governar a eles mesmos”, comentou Xavier Solano, ex-representante do Governo Catalão no Reino Unido, à BBC.

FontePolicyMic CNBC BBC RT
Leitor colaboradorPhelipe Nobre
http://issoeofim.blogspot.com.br/2014/03/voce-sabia-que-o-mundo-pode-ganhar-4.html

5 mitos sobre o suicídio

O suicídio é uma das principais causas de morte no mundo inteiro. Os seus segredos e estigma obscurecem as causas do suicídio e podem até mesmo invalidar a prevenção.

"O suicídio é um grave problema de saúde pública que recebe pouca atenção da sociedade, porque as pessoas não querem falar sobre isso", disse o Dr. Adam Kaplin, professor de psiquiatria e neurologia da Universidade Johns Hopkins, nos EUA.
Considerando a implicação brutal que esta problemática tem a nível social e familiar, aqui estão alguns dos mitos principais sobre o suicídio e a verdade que está por trás deles.

5. Suicídio ocorre mais durante as férias

Diante da agitação e stress que muitas pessoas sentem por volta das férias, talvez seja natural que o mito de que os suicídios aumentam durante os meses de inverno persiste. Na verdade, o suicídio não mostra nenhum padrão sazonal.
Mas picos, quando ocorrem, dão-se geralmente na primavera. Este padrão de sazonalidade da primavera remonta ao final dos anos 1800, de acordo um estudo das taxas de suicídio em todo o mundo publicado na revista Social Science & Medicine, em 1995.
O estudo descobriu que, no Hemisfério Norte, o suicídio aumentava em maio. Este efeito é mais forte em países agrícolas e em climas temperados, onde as diferenças sazonais são mais pronunciadas.
Os pesquisadores não sabem ao certo porque esses padrões sazonais existem, mas a principal teoria sustenta que a vida social torna-se mais intensa nos meses mais quentes, colocando stressores extras em pessoas que lutam com a saúde mental. [Porque as pessoas tentam o suicídio]

4. Abordar o tema do suicídio coloca ideias na cabeça das pessoas

Quando as pessoas estão deprimidas, os seus entes queridos podem ter medo de perguntar se eles estão a ter pensamentos suicidas, preocupando-se com o facto de poderem colocar a ideia na cabeça da pessoa. Não é o caso, dizem os especialistas.
Na verdade, os profissionais de saúde mental dizem que, se você está preocupado com alguém, a melhor coisa a fazer é falar com eles abertamente. Perguntar a alguém se está a ter pensamentos suicidas não vai colocar os pensamentos na cabeça da pessoa.
Pelo contrário, pode até ajudar essa pessoa a quebrar a tensão e sigilo que alimenta o comportamento suicida. E , acima de tudo, falar ajuda a pessoa a pedir ajuda. No entanto, ao falar com alguém sobre o suicídio, não tente convencer as pessoas a não o fazerem, informa a Fundação Americana de Prevenção ao Suicídio (AFSP).
Frases como: "Você tem tanto para viver", podem colocar alguém nas garras de pensamentos suicidas. Compaixão e empatia são fundamentais. A AFSP aconselha palavras como: "As coisas devem ser realmente terríveis para você estar a sentir-se assim".
De igual forma, nunca deixe uma pessoa suicida sozinha e tenha a certeza de que a pessoa não tem acesso a meios letais, tais como armas de fogo. [Teste de sangue pode prever o risco de suicídio]

3. A conversa suicida é apenas busca de atenção

Um mito comum sustenta que as pessoas que falam sobre pensamentos suicidas ou pessoas que se auto-mutilão estão apenas clamando por atenção, enquanto que os que nunca dizem uma palavra são os únicos a realmente passar ao ato. Isso não é verdade.
Falar sobre morrer ou magoar-se a si mesmo é um dos principais sinais de alerta de uma tentativa de suicídio, de acordo com a AFSP. Nem todo a gente que tenta o suicídio vai sinalizar as suas intenções, é claro, mas só porque alguém está a falar sobre suicídio não significa que não o façam.
Se alguém afirma querer morrer ou cometer suicídio, ou se estiver a pesquisar maneiras de se matar, devemos informar as autoridades, os familiares e amigos próximos, e não deixar que a pessoa fique só.

2. A maioria das pessoas deixa uma carta

Ao ouvir que alguém cometeu suicídio, a questão imediata é muitas vezes: "Será que deixou uma carta?" A ideia de que a carta escrita é uma parte fundamental do processo de suicídio pode fazer sentido para a mente não-suicida, de acordo com o psicólogo Thomas Joiner da Florida State University.
Mas, na realidade, os estudos descobriram que a percentagem de suicidas que deixam notas situa-se entre zero e 40 por cento. "O fato é que a maioria das pessoas não faz cartas", afirma Joiner. "Eu acho que a razão para isso é que eles estão num estado de espírito muito alienado, cortado das pessoas, por isso eles não estão inclinados a comunicar-se".

1. O suicídio é inevitável

A ideia de que o suicídio é inevitável é, talvez, o mito mais pernicioso de todos. Muitas pessoas acreditam que uma pessoa suicida vai arranjar alguma maneira de morrer, não importa o quê - esse argumento é usado por aqueles que se opõem a barreiras de suicídio na ponte Golden Gate, por exemplo.
Na verdade, mais de 90% das pessoas que cometem suicídio têm problemas de saúde mental diagnosticáveis, mostra a pesquisa. Mas o ato em si é muitas vezes a resposta de uma pessoa stressada e perturbada a uma crise momentânea.
Um estudo de 2001 publicado na revista Suicide and Life-Threatening Behavior descobriu que entre 153 casos de suicídios quase concluídos, 24% das pessoas tentaram matar-se 5 minutos após decidirem cometer suicídio. Setenta por cento fez uma tentativa uma hora após a decisão.
Além disso, 90 por cento das pessoas que tentam o suicídio e sobrevivem (mesmo através de meios extremamente letais, como armas de fogo) não irão morrer de suicídio, sugere um artigo de 2008 publicado The New England Journal of Medicine.
É por isso que os especialistas em saúde mental, aconselham a remoção de oportunidades e meios de as pessoas cometerem suicídio - assim que a crise passe, a pessoa pode ser tratada com sucesso relativamente ao transtorno mental subjacente.
Como o sobrevivente Ken Baldwin disse à revista New Yorker, em 2003, acerca da sua tentativa de se matar pulando da ponte Golden Gate, o arrependimento foi imediato: "eu imediatamente percebi que tudo na minha vida que eu pensei não ter solução era totalmente solucionavel ​​- exceto pelo salto".
http://www.ciencia-online.net/2014/03/5-mitos-sobre-o-suicidio.html

George Bush foi condenado à revelia por crimes de guerra.

Posted by  on March 28, 2014
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O inferno esta vazio. Todos os demônios estão aqui na Terra“.  Shakespeare
GEORGE BUSH foi condenado à revelia por crimes de guerra.
Kuala Lumpur (Malásia) Agora É OFICIAL, George W. Bush é um criminoso de guerra. Naquilo que é a primeira condenação deste tipo de crime em qualquer lugar do mundo, o ex-presidente dos EUA, GEORGE BUSH e mais sete membros-chave de sua administração foram (julgamento em 11 de maio de 2012) considerados culpados de crimes de guerra.
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com
GEORGE BUSH foi condenado à revelia por crimes de guerra.
Por Yvonne Ridley
George Bush, Dick Cheney, Donald Rumsfeld e os seus consultores jurídicos Alberto Gonzales, David Addington, William Haynes, Jay Bybee e John Yoo foram julgados à revelia, em Kuala Lumpur na Malásia, pela Kuala Lumpur War Crimes Commission – Comissão de Crimes de Guerra de Kuala Lumpur.
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Agora é oficial: Bush junto com mais dois de seus açougueiros, Dick Cheney e Donald Rumsfeld, foram condenados e podem ser presos como CRIMINOSOS DE GUERRA.
O julgamento realizado em Kuala Lumpur ouviu testemunhos pungentes das vítimas de tortura que sofreram nas mãos dos soldados e mercenários americanos no Iraque e no Afeganistão. Os depoimentos incluíram o testemunho do homem britânico Moazzam Begg, um ex detento de Guantánamo e da mulher do Iraque, Jameelah Abbas Hameedi que foi torturada na notória prisão de Abu Ghraib, no Iraque. No final da audiência de uma longa semana, o tribunal de cinco jurados por unanimidade entregou o veredicto de culpabilidade contra Bush, Cheney, Rumsfeld e seus principais assessores jurídicos, que foram todos condenados como criminosos de guerra pelos crimes de tortura, tratamento cruel, desumano e degradante.
As transcrições completas das acusações, as declarações de testemunhas e outros materiais relevantes serão agora enviados ao Procurador Chefe do Tribunal Penal Internacional, bem como para as ONU-Nações Unidas e o Conselho de Segurança da ONU. O  Kuala Lumpur War Crimes Commission – Comissão de Crimes de Guerra de Kuala Lumpur também está pedindo que os nomes de Bush, Cheney, Rumsfeld, Gonzales, Yoo, Bybee, Addington e Haynes sejam inseridos e incluídos no Registro da Comissão de Criminosos de Guerra para registro público internacional.
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O tribunal foi uma iniciativa do primeiro-ministro aposentado da Malásia Mahathir Mohamad, que se opôs firmemente à invasão norte-americana do Iraque em 2003. Ele sentou-se através da audição que teve as declarações pessoais e depoimentos de três testemunhas nomeadamente de Abbas Abid, Moazzam Begg e Jameelah Hameedi. O tribunal também ouviu duas outras declarações legais de cidadãos iraquianos Ali Shalal e Ahmed Rahul e outro cidadão britânico. Após o veredicto de culpados decretado que foi entregue por cinco juízes seniores, Mahathir Mohamad disse: “Os países poderosos agora começarão a se afastar dos assassinatos.”
 A condenação foi um duro golpe nas pretensões de impunidade dos pseudo controladores do planeta e um sinal de que a Luz está vencendo a Batalha..
O advogado especialista em crimes de guerra Francis Boyle, professor de direito internacional na Universidade de Illinois College of Law, na América, era parte da equipe de acusaçãoApós o caso, ele disse: “Esta é a primeira condenação dessas pessoas em qualquer lugar do mundo.” Enquanto a audiência legal é considerada por alguns como sendo puramente simbólica, Boyle um ativista de direitos humanos disse que estava esperançoso de que Bush e seus parceiros poderão em breve encontrar-se frente a testes semelhantes em outras partes do mundo.
“Tentamos três vezes para obter condenação de George Bush no Canadá, mas fomos frustrados pelo governo canadense, então assustamos George Bush de ir para a Suíça pois lá nos o processaríamos. A tentativa espanhola falhou porque o governo de lá não quis e o mesmo aconteceu na Alemanha”. 
Boyle então fez referencia a Carta de Nuremberg, que foi usada como o formato para o tribunal julgar, quando questionado sobre a credibilidade da iniciativa, na Malásia. Ele citou: “Os líderes, organizadores, instigadores e cúmplices que participam na formulação e execução de um plano comum ou conspiração para cometer crimes de guerra são responsáveis por todos os atos praticados por qualquer pessoa na execução de tal plano.”
crime-organizado-bancos Os EUA estão sujeitos ao direito internacional consuetudinário e com os disse Boyle, que também acredita que o julgamento de uma semana foi “quase que certamente” sendo monitorado de perto por tanto o Pentágono assim como funcionários da Casa Branca. O Professor Gurdial Singh Nijar, que liderou a acusação disse: “O tribunal foi muito cuidadoso para respeitar escrupulosamente os regulamentos elaborados pelos tribunais de Nuremberg e os tribunais penais internacionais”.
Ele acrescentou que estava otimista de que o tribunal poderia ser seguido em outras partes do mundo onde “os países têm o dever de julgar os criminosos de guerra” e citou o caso do ex-ditador chileno Agostinho Pinochet que foi preso na Grã-Bretanha para ser extraditado para a Espanha em acusações de crimes de guerra onde foi condenado. “Pinochet estava havia apenas oito anos após a sua longa (ditadura) presidência ter terminado quando isso aconteceu.” O caso Pinochet foi a primeira vez que vários juízes europeus aplicaram o princípio da jurisdição universal, declarando-se competentes para julgar crimes cometidos por ex-chefes de Estado, apesar das leis de anistia locais.
Durante a semana de julgamento em Kuala Lumpur o tribunal estava lotado de juristas e estudantes de direito como testemunhas prestando depoimentos e, em seguida o interrogatório pela defesa liderada pelo advogado Jason Kay Kit Leon. O tribunal ouviu as seguintes testemunhas:
  • Abbas Abid, um engenheiro de 48 anos de idade, de Fallujah no Iraque que teve as suas unhas removidas por um alicate em sessões de tortura.
  • Ali Shalal foi conectado à fios elétricos desencapados e várias vezes eletrocutado e ficou pendurado num muro.
  • Moazzam Begg foi espancado, encapuzado e colocado em confinamento solitário.
  • Jameelah foi despida e humilhada, e foi usada como escudo humano enquanto era transportada por helicóptero.
As testemunhas também detalharam como eles têm lesões residuais físicas até hoje. Moazzam Begg, agora trabalhando como diretor para os direitos humanos do grupo Cageprisoners com sede em Londres disse que estava feliz com o veredicto, mas acrescentou: “Quando as pessoas falam sobre Nuremberg você tem que lembrar dos que foram julgados e foram todos processados após a guerra. “Neste momento, Guantánamo ainda está aberta, as pessoas ainda estão sendo mantidas lá e ainda estão sendo torturados naquele local.”
 A prisão de ABU GHRAIB é um complexo penitenciário com área de 1,15 km², situado em Abu Ghraib, cidade iraquiana, 32 km a oeste de Bagdá. Foi construída pelos britânicos quando o Iraque ainda era uma colônia da Grã-Bretanha. Foi local de torturas em diferentes graus e em diferentes momentos: à época da ocupação britânica, sob o governo de Saddam Hussein e, mais recentemente, sob a ocupação da coalizão Estados Unidos da América- Reino Unido, quando se tornou internacionalmente conhecida como lugar de torturas contra prisioneiros iraquianos.
Porém, já no governo Ba’ath de Saddam, foi mencionada algumas vezes pela imprensa ocidental como Saddam’s Torture Central (Centro de tortura de Saddam). A prisão ganhou o nome deBaghdad Central Confinement Facility (BCCF) (Instalações do Centro de Reclusão de Bagdá) ou Baghdad Central Correctional Facility (Instalações do Centro de Recuperação de Bagdá), depois que as forças norte-americanas depuseram o governo iraquiano.
 
Em maio de 2004, um acampamento se instalou em Abu Ghraib com o intuito de oferecer segurança aos detentos, recebendo o nome de Camp Redemption  (Acampamento da Libertação), a pedido de um membro de conselho do governo. O complexo prisional foi construído por empreiteiras inglesas em 1960,ocupando 280 acres (1,15 km²), sendo dotada de 24 torres de vigilância. Com o tamanho de uma pequena cidade, o lugar foi dividido em cinco áreas separadas por muros, para diferentes tipos de prisioneiros. Cada bloco continha uma sala de jantar, sala de orações, área de exercícios e instalações rudimentares de banho. As celas abrigavam mais de 40 pessoas em um espaço de 16 m². Com a queda do governo, em 2003, as cinco áreas foram destinadas a prisioneiros estrangeiros, tanto condenados a longas penas quanto a curtas, por crimes capitais e crimes “especiais”.
Em resposta a perguntas sobre a diferença entre os governos Bush e Obama, ele acrescentou: “Se o presidente Bush foi o presidente da tortura extra-judicial então o atual presidente dos EUA, Barak Obama (um ganhador do –pasmem- Nobel da Paz) o presidente do assassinato extrajudicial através de ataques aéreos. Nosso trabalho está apenas começando. “ A acusação se baseava em provas de como os tomadores de decisão dos EUA ao mais alto nível da Presidência de Bush, o Vice-presidente Cheney, o secretário da Defesa Rumsfeld, ajudado pelos seus advogados e os outros comandantes e oficiais da CIA – todos agiram em conjunto. A tortura foi sistematicamente aplicada e se tornou uma norma aceita e comum.
Segundo a acusação, os depoimentos de todas as testemunhas expôs uma perpetração de conduta sustentada contra eles, é clara, brutal, bárbara, cruel e desumana. Esses atos de crimes foram aplicadas cumulativamente para infligir a pior dor e sofrimento possível, disseram os advogados. O presidente do tribunal Tan Sri Dato Lamin bin Haji Mohd Yunus Lamin, considerou que a acusação tinha estabelecido além de qualquer dúvida “razoável que os acusados, o ex-presidente George Bush e seus co-conspiradores envolvidos em uma teia de instruções, memorandos, diretivas, assessoria jurídica e ações que estabeleceram um plano e propósito comum, a empresa comum e / ou conspiração para cometer os crimes de tortura e crimes de guerra, incluindo e não limitado a um plano comum e propósito de cometer os seguintes crimes, ocorridos durante à “Guerra ao Terror” e as guerras lançadas pelos EUA e outros países aliados no Afeganistão e no Iraque.”
bushreptiliano
Papai Bush em momento de OLHAR REPTILIANO …
O Presidente Lamin disse a um tribunal com audiência lotada: “Como um tribunal de consciência, o Tribunal está plenamente consciente de que sua sentença é meramente declaratória na natureza. O tribunal não tem poder de fiscalização, o poder de impor qualquer pena privativa de restrição de liberdade para qualquer um das 8 pessoas condenadas. O que podemos fazer, nos termos do artigo 31 do Capítulo VI da Parte 2 da Carta é recomendar ao Kuala Lumpur War Crimes Commission a apresentar este achado de condenação pelo Tribunal, juntamente com um registro do presente processo, ao Procurador-Geral da o Tribunal Penal Internacional, bem como as Nações Unidas e ao Conselho de Segurança da ONU.
“O Tribunal também recomenda a essa comissão de que os nomes de todas as 8 pessoas condenadas sejam inseridos e incluídos no Registro da Comissão de criminosos de guerra e ser divulgado em conformidade.  O Tribunal recomenda à Comissão de Crimes de Guerra para dar a mais ampla publicidade internacional a esta condenação e concessão de reparações, pois estes são crimes universais para as quais há uma responsabilidade sobre as nações para instituir processos se alguma destas pessoas processadas e condenadas entrarem em suas jurisdições“. (N.T. Por causa dessa condenação do Tribunal de Kuala Lumpur, todos os compromissos internacionais de todos os condenados foram cancelados e eles estão evitando sair dos EUA)
A jornalista britânica Yvonne Ridley é o presidente da União Europeia Internacional das Mulheres muçulmanas, além de ser patrona da Cageprisoners. Leia mais artigos por Yvonne Ridley . http://yvonneridley.org/~~V
Bush Cancelou uma Viagem a Suíça Por Medo de ser Preso !!
[Imagem: 3258731959_b7a90d19a3.jpg]
O ex-presidente dos Estados unidos George W. Bush (no centro sentado, na foto acima) cancelou sua participação em um jantar de gala da instituição judaica Keren Hayesodque ocorreu no dia 12 de Fevereiro em Genebra, Suíça porque haveria possibilidade de ser preso quando ele entrasse no país.
Bush seria o convidado especial do jantar anual da instituição, aonde faria um discurso, mas grupos de direitos humanos declararam que pretendem abrir um processo criminal de 2.500 páginas contra o ex-presidente em Genebra, em 06 de Fevereiro, pelas torturas ocorridas na base americana de Guantanamo em Cuba, aonde são mantidos suspeitos de atividades “terroristas”.
Embora a organização judaica tenha declarado que ele cancelou a sua participação por questões “de segurança”, grupos como Human Rights Watch e International Federation of Human Rights (FIDH) consideram que o cancelamento se deu, obviamente, por puro medo de ter que encarar o processo criminal e a prisão, já que Bush até mesmo já admitiu em suas memórias e em (certo de que ficaria impune) entrevistas de televisão que ordenou técnicas de interrogatório (um eufemismo para tortura) que simulavam afogamento.
Saiba muito mais em:
  1.  http://thoth3126.com.br/reptilianos-livro-body-snatchers-capitulos-8-9-e-10/
  2. http://thoth3126.com.br/c-i-a-maior-traficante-de-drogas-do-planeta/
  3. http://thoth3126.com.br/seres-hibridos-de-ets-e-humanos-viveriam-entre-nos/
  4. http://thoth3126.com.br/reptilianos-do-sistema-estelar-de-draco/
  5. http://thoth3126.com.br/grupo-bilderberg-entrevista-com-banqueiro-suico/
  6. http://thoth3126.com.br/angelina-jolie-e-parte-de-um-esquema-de-controle-muito-sutil-e-inteligente/
  7. http://thoth3126.com.br/pleiades-mensageiros-do-amanhecer-3/
  8. http://thoth3126.com.br/os-anjos-caidos-the-watchers-os-vigilantes/
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